Junto com três amigos, pegamos o carro de um deles e partimos rumo ao sul do nosso país. Sendo de Buenos Aires, nosso objetivo era chegar até a Terra do Fogo, mas por vários motivos não conseguimos ir tão longe. Ao mesmo tempo que a decepção por não alcançar nosso destino nos tomava, pra mim o desvio acabou sendo mais que gratificante…
Ao chegar num ponto em Chubut, na estrada que pegamos depois de passar pela cidade de Bahía Blanca, nosso carro teve problemas sérios que exigiam, sem chance, uma boa estadia numa oficina mecânica especializada. Então largamos aquela estrada e pegamos outro caminho rumo à Cordilheira. Isso nos levou a uma cidadezinha pitoresca e linda, conhecida como El Calafate, a apenas uns 20 km do majestoso glaciar Perito Moreno, que tivemos o maior prazer de conhecer.
Foi nessa cidade incrível que tivemos que ficar na marra por uma semana e meia, esperando nosso meio de transporte ser consertado. Aí aproveitamos e decidimos fazer várias excursões e tentar uns esportes radicais. Foi assim que, perguntando nas agências locais, chegamos, recomendados por vários moradores, a uma tal de Hue Malen, onde fomos atendidos gentilmente por uma "secretária" que explicou direitinho todas as possibilidades e os preços de cada atividade.
Enquanto a gente conversava e fazia várias perguntas, essa "secretária" deliciosa não parava de me olhar sem disfarçar, com um sorrisinho safado no canto dos lábios. Até quando meus amigos faziam as perguntas, ela olhava pra eles dois segundos e já voltava o olhar direto pra mim.
Eu me sentia lisonjeado por uma mulher linda pra caralho estar mostrando um interesse tão aberto em mim, mas ao mesmo tempo meio envergonhado pela presença dos meus amigos e as piadas certeiras que iam rolar na saída dali…
Essa "secretária" era muito gostosa de rosto, com traços bem definidos. mas ao mesmo tempo sutis e lindamente emolduradas por um cabelo loiro como ouro que caía até um pouco abaixo dos ombros, seus olhos cor de mel eram realmente embriagadores, daqueles que você pode ficar olhando besta por uma hora seguida, ela falava com um tom que pra mim já era música, e ainda mais percebendo o interesse dela por mim…
Sua altura era por volta de 1,70, corpo bem magrinho, mas com uns peitos lindos que empinavam na blusa dela, não eram muito grandes, mas davam conta de se encaixar nas proporções daquele corpo gostoso. Ela usava uma calça jeans meio larga que quase não deixava ver a forma da bunda dela, porque não colava no corpo…
No fim, dois dos meus amigos escolheram fazer trekking na geleira e eu e meu outro amigo, pular de parapente, mas de um aviãozinho pequeno. Falo isso porque sei que tem outras formas de parapente, tipo decolar do chão, de lancha ou igual asa-delta, se jogando de uma colina ou ladeira.
A gente tinha que se apresentar no dia seguinte num campinho, onde essa empresa de turismo tinha o avião e os outros equipamentos pra aventura que a gente escolheu.
Umas nove da manhã a gente chegou lá e foi recebido por um cara moreno e alto que se apresentou como instrutor de parapente e explicou que cada um de nós, por ser o primeiro voo, tinha que ir no parapente com um instrutor, preso com cintos atrás da gente.
Depois de assinar os papéis dizendo que a gente era responsável pelos nossos atos e não tinha problema no coração, a gente foi pro lado onde o avião estava, com os macacões de voo.
Foi uma surpresa danada, porque, quando a gente tava vestindo os macacões por cima da roupa, apareceu a instrutora que ia cair comigo, e adivinha quem era?… ha ha, pois não era outra senão a secretária gostosa, que cumprimentou a gente e me deu um sorriso sexy, ela veio direto pra onde eu tava, a gente bateu um papo e, pelo visto, nem passou pela cabeça dela a chance de ser a instrutora do meu amigo.
A gente subiu no aviãozinho que, de primeira, não parecia nada seguro, Cecilia (esse era o nome da minha instrutora) do meu lado e nos bancos que ficavam na frente. nós, meu amigo Diego e Mario, o instrutor dele.
Voávamos a uma altura média, paramos, Cecilia ficou atrás de mim e aí colocamos os arneses que nos ligavam ao paraquedas-parapente, Diego fazia o mesmo com o instrutor dele. Depois de prontos, passaram uns dois ou três minutos e, com um sinal do piloto, nos preparamos pra pular pela porta que já tava aberta. Mais ou menos um minuto depois, o piloto deu outro sinal e nós quatro nos jogamos no ar: primeiro Diego e Mario, depois Cecilia e eu. A sensação era maravilhosa, embora eu tivesse prestado mais atenção no voo em si se não estivesse colado nessa mulher gostosa.
Lembro que descemos uns trinta segundos, aí o parapente abriu e, uns 40 metros à nossa direita, o do Diego também. Isso amorteceu a queda e começou um voo suave e tranquilo. Cecilia puxava as cordas de direção com maestria, nos levando pra onde queria o tempo todo.
Num momento, Cecilia me perguntou se eu tava bem e se até ali não tinha problema. Respondi que não e que tava curtindo, e ela disse:
"Quero fazer você curtir pra valer"
Aí eu respondi:
"Como? O que cê quer dizer?"
Na hora, ela sussurrou no meu ouvido:
"Quero dizer que espero que você curta muito a paisagem e esse voo maravilhoso"
E sem mais palavras, deixou os lábios colados na minha orelha, mas num certo momento deu uma mordidinha de leve numa delas… sentia o corpo dela super colado atrás de mim e não consegui evitar uma ereção rápida. Logo ela falou:
"Na agência, eu te olhava e sorria porque é incrível como você me lembra um ex-namorado que deixei em Buenos Aires pra vir morar aqui"
Pensei: isso pode ter um lado bom ou ser um desastre, porque se com esse cara deu errado, talvez eu lembre coisas ruins pra ela.
Mas o sorriso dela ao me olhar não podia trazer nada de ruim…
Então eu disse:
"Ah, é? Pareço muito com ele?"
"Não tanto, você tem um ar, os olhos, o nariz, Nada muito além disso, mas essas coisas em você fazem com que eu goste ainda mais…
“Não sei se você percebeu, mas eu também gosto muito de você”
“É, te notei meio bobinho quando me olhava, ha ha, sabe o quê? Acho que você me atrai bem mais que meu ex e um pouco mais que meu marido atual”
“Você é casada??? Uffa!, isso é um obstáculo pros meus sonhos”
“Sim, sou casada com o instrutor do seu colega, ha ha”
“Então eu teria que te esquecer, né?”
“Tá maluco? Eu te falei que você me atrai mais que meu marido…”
“Uauuuu, que declaração, mulher!!!”
Terminada essa conversa, e aproveitando que estávamos no ar, meus ratos voavam junto comigo, me imaginando aquela gostosa na cama comigo, já que pelo que a gente tinha falado, com certeza não precisaria fazer muito mais pra ela ser minha…
Na situação em que estávamos, não dava pra me virar e tentar beijar ou tocar ela, então eu falei:
“Bom, quando a gente descer, continuamos nossa conversa, agora quero aproveitar isso ao máximo, mas depois não vai me escapar, hein”
A gente ficou planejando uns 20 minutos a mais, falando só de besteiras. Depois desse tempo, ela me avisou:
“Bom, Cris (bem carinhosa), acabou o passeio, a gente tem que descer”, e começou a mexer nas cordas de novo, e fomos descendo devagar em direção ao campo de onde a gente tinha partido com o avião.
Assim que pisamos no chão, eu e Diego nos despedimos dos nossos instrutores, mas quando a gente tava indo embora, lembrei que não tinha combinado nada firme com a Cecilia, então resolvi voltar, chamar ela e falar disfarçado:
“Me desculpa, a gente pode se encontrar hoje depois que você se livrar dos compromissos?”
“Sim, sem problema, a gente tem mais um voo, umas 19h eu tô livre, vou pra casa, tomo um banho e me troco. Meu marido, depois do próximo voo, vai pescar por uns dias com os amigos, então, se você quiser, a gente pode se encontrar na porta da agência umas 20h30…”
Eu falei:
“20h30, tô lá” Estaréi
Nos despedimos com um beijo na bochecha e, correndo, alcancei Diego, que tinha continuado andando.
Falamos um monte de besteiras pelo caminho, comentando como o voo foi bom, que paisagens espetaculares se veem lá de cima e tudo mais.
Quando chegamos no hotel, encontramos Marcelo e Claudio (nossos outros dois amigos) que tinham voltado há 15 minutos da trilha deles. Eles contaram os detalhes da aventura, e depois Diego contou que eu tinha voado apertado com a Cecilia enquanto ele foi o tempo todo apoiado pelo instrutor. Começaram a me zoar com as piadas idiotas de sempre, e eu contei que aquela noite não podia sair com eles porque tinha que encontrar minha instrutora pra ela me dar um reforço da lição aprendida — e olha se ela não me deu, dá pra dizer que me ensinou várias lições a mais… Com essa novidade, mais piadas e depois parabéns por ter conseguido pelo menos uma chance com uma gostosa daquelas, e as perguntas de sempre sobre se eu pretendia meter os chifres na Daniela (minha namorada na época). Expliquei que não sabia o que ia rolar, mas que com certeza não deixaria escapar nem a menor oportunidade de ir pra cama com minha instrutora maravilhosa…
Depois de toda a zoeira e as perguntas dos meus amigos, consegui ir tomar um banho, não sem antes prometer que no dia seguinte contaria todos os detalhes daquele encontro.
Tomei banho, tentei vestir a melhor roupa que tinha levado, liguei pra Buenos Aires, falei com meus pais, depois com a Daniela por um bom tempo, me fazendo de bonzinho o tempo todo, mais bonzinho que o cachorro Lassie. Depois da ligação, desci com o Claudio pra matar o tempo no lobby do hotel tomando um café. Ficamos conversando e zoando até umas 20h, quando anunciei que tinha que partir pra encontrar a Cecilia.
Saí andando devagar, parando em algumas vitrines de lojas que me interessaram, já que a agência ficava a umas 15 quadras. Quando cheguei, eram mais ou Menos das 20h20, então esperei um pouco e, uns minutos antes das 20h30, vi a Cecilia virar a esquina. Ela tava simples, mas realmente deslumbrante. O cabelo loiro preso num coque atrás da cabeça, atravessado por dois palitos. Vestia uma blusa de lã fina bege e uma calça jeans azul desgastada com umas botinhas pretas. Radiante, incrível pra mim…
Ela me diz:
"Oi, lindo (será que ela é louca ou a visão dela não tá boa?), sabe que, por mais que você não acredite, nessas horas que passaram, senti sua falta?"
"Que bom, não esperava que você dissesse algo assim, mas é bem-vindo. Eu tava ansioso pra te ver, e agora que te vejo, acho que minhas palavras não dão conta de descrever o quanto você tá gostosa…"
"Ha ha, obrigada pelo elogio, você também tá muito lindo. Vamos?"
Na sequência, ela pegou na minha mão e fomos pra um café pub que ela frequentava e que eu nunca tinha reparado antes. Um lugar bem íntimo e aconchegante. Pedimos uns sanduíches tostados e um cappuccino pra cada um, e ali a gente se dedicou a se conhecer melhor. Resumindo, contamos nossas histórias, nossos sonhos de vida, etc.
Quando terminei de contar tudo sobre mim, ela me olhou e, sorrindo docemente, disse:
"Sabe que você me atrai mais a cada momento? Cada coisa que você me conta me dá mais e mais vontade de te beijar…"
"Você não vai ter problema se alguém fofocar pro seu marido se a gente fizer algo aqui?"
"Não, acho que não. Nunca viemos aqui e não conhecemos ninguém desse pub."
Achei estranho por ser uma cidade pequena, mas, sei lá, se ela tava dizendo…
Sem mais palavras, aproximei minha boca da dela e a beijei com paixão. Nossas línguas se enroscaram num beijo profundo e longo. Mordi de leve aqueles lábios carnudos que me deixaram louco desde o começo…
Nesse momento, Cecilia me disse:
"Pedimos a conta?"
"Beleza, e como você sugere que a gente continue nosso encontro?"
"Podemos ir pra minha casa ver um filme e tomar algo."
"Garçooooom! A conta, por favor. Por favoooorrr!!!!
Paguei e fomos caminando até a casa dela, que ficava a poucas quadras dali. Era uma cabana linda e aconchegante, com um estilo rústico que misturava pedra e madeira. Assim que passamos pela porta, nos deparamos com uma sala de estar espaçosa e quentinha, com uns sofás superconfortáveis à vista, em cima de um tapete de pelo longo bem tentador…
Pedi licença pra ir ao banheiro. Quando voltei, ela tinha tirado a blusa e tava usando uma camisa meio aberta, que deixava ver a linha dos peitos sensuais dela. Ela tinha colocado numa mesinha duas taças e uma garrafa de um vinho excelente. Tirei o pulôver que tava vestindo, porque na sala tava fazendo um calor danado, e sentei do lado dela no sofá. Servi um pouco de vinho pra nós dois e brindamos ao nosso encontro — que até ali já tinha sido bom, mas eu nem imaginava o quanto ia melhorar. Logo depois do brinde, começamos a nos beijar com mais paixão do que antes. Minha língua percorria a boca dela inteira, sem deixar um milímetro de fora, molhava os lábios dela e ela se deixava levar, meio boba, e de vez em quando mexia a língua também, só conseguindo me excitar ainda mais. Eu desejava ela como nunca desejei ninguém.
Assim que terminamos aquele beijo de parar o coração, comecei a desabotoar devagar os botões da camisa dela, percebendo a cada instante que aquela mulher me enlouquecia e me atraía cada vez mais. Tirei a camisa toda e vi um piercing prateado com uma pedrinha delicada no umbigo dela. Beijei a barriga inteira e fui subindo até chegar nos peitos divinos dela. Passei a mão por trás e desabotoei o sutiã dela. Quando tirei, jurei que tava vendo os melhores peitos do mundo: tamanho médio, firmes e empinados, com uns bicos grandes, duros e escuros. Me dediquei a acariciar e chupar eles com vontade, enquanto ela gemia baixinho e bagunçava meu cabelo. Assim, ela ainda com a camisa vestida, mas sem o sutiã branco, desci de repente e, com os dentes, abri de uma puxada… Os botões da calça jeans dela se soltaram fácil, quase sem resistência. Apoiando as mãos no sofá, ela levantou a raba, e eu puxei o jeans dela até os joelhos, depois tirei as botinhas e removi a calça de vez. Quando ela ficou só de calcinha e com a camisa totalmente aberta mostrando os peitos, parei um instante pra admirar. Ela era realmente gostosa, mas com aquela expressão de desejo no rosto, eu sentia que faria qualquer coisa por essa mulher — até largaria tudo e me mudaria pro sul por ela.
Fui tirar a calcinha minúscula dela, revelando uma buceta linda e loirinha. Quando toquei aquela vagina pequena e cheia de vontade, já senti ela toda molhada. Comecei a percorrer os lábios, marcando eles uma e outra vez com meus dedos, procurei o clitóris e achei na hora. Assim que toquei aquele ponto por alguns segundos, ela soltou um suspiro profundo e demorado e disse:
"Ahhhhhh! Isso, meu amorrrrr!!! Você me fez gozar, bebê, tava tão doida pra você me tocar..."
Aí ela começou a puxar minha camiseta pra cima até tirar. Eu soltei o cinto e a calça, e a Cecília puxou meu jeans junto com a cueca. Com toda a pressa, começou a bater uma pra minha rola quente e cheia de tesão. Eu já tava nas nuvens, porque ela mexia com uma habilidade incrível: com o indicador e o polegar, massageava a cabecinha, e com os outros dedos continuava o movimento pra cima e pra baixo. Enquanto ela fazia isso, eu tocava e beliscava os peitões dela, passava saliva nos dedos e esfregava nos bicos durinhos e nas aréolas gostosas e cheias de textura. Ao mesmo tempo, procurava a boca dela e a gente trocava uns beijos bem molhados, bem quentes. De vez em quando, eu me abaixava um pouco pra beijar e morder os peitos dela. Fazer tudo isso ao mesmo tempo me deixa louco, me excita pra caralho, e pelo visto ela tava no mesmo pique, porque se entregava a toda essa brincadeira de um jeito foda.
De repente, ela parou de mexer na minha rola, sentou no sofá e... olhando nos meus olhos, ela começou a engolir meu pau lentamente, centímetro por centímetro, essa visão arrepiou minha pele, já que ela não parava de me olhar nos olhos em nenhum momento enquanto continuava me dando um boquete histórico. Ela me chupou por longos minutos, e na hora eu convidei ela pra se deitar no sofá e, deixando meu pau na boca dela, busquei a buceta linda dela com minha língua, então começamos um furioso 69, nos dando um prazer infernal. Eu não parava um instante de mexer minha língua dentro daquele buraco lindo, mordia seus lábios e seu clitóris contínua mas suavemente, enfiava minha língua na vulva dela como se estivesse comendo ela com ela, até que num instante começou uma leve convulsão no corpo dela e ela gozou com minha língua dentro da buceta dela, que se encheu de fluidos deliciosos que por nada no mundo eu teria parado de chupar. Eu beijei ela desesperadamente um pouco mais, me levantei e, colocando um por cima do outro no sofá, nos beijamos como alucinados, não existia naquele momento ninguém nem nada no mundo que pudesse nos tirar da nossa mútua e linda loucura. Coloquei meu pau nos lábios da buceta dela e em questão de segundos, ela me engoliu por completo, eu sentia ela gostosamente apertada em volta do meu pau, mas ela estava tão hiper lubrificada que entrou como se fosse nada. Me dediquei a bombar ela duro e parelho, parando a cada momento pra apalpar e chupar os peitos dela, beijava ela com força e desejo e continuava metendo e tirando meu pau daquela buceta que me desesperava. De vez em quando, pegava firme no cabelo sedoso e loiro dela pela nuca e comia ela com tudo que tinha. Quando peguei ela assim pelo cabelo pela primeira vez, ela disse: "Isso, assim, assim, pra você ver que eu sou sua putinha e que quero ser só sua". Isso me deixou a mil, mais tesudo do que já estava, pensava que sem dúvida tentaria algo mais duradouro com aquela gostosa e não me importaria com mais nada…. Fodemos dessa forma como loucos um pouco mais e então, parando, falei pra ela: "Por favorita vadiazinha gostosa, vira e se apoia no encosto
Ela obedeceu, então se segurou no encosto do sofá, a bunda dela ficou perfeitamente na altura da minha pica, peguei ela pela cintura e enfiei de novo na buceta dela, me apoiando naquele rabo lindo que agora eu podia apreciar em detalhes, era realmente maravilhoso, não era grande, mas era redondo e durinho, uma beleza de rabeta…
Continuei bombando por trás, mas enfiado na buceta dela, de vez em quando ela pedia:
“Puxa meu cabelo, quero ser sua putinha e me sentir só sua putinha, vai”
Peguei ela pelos cabelos e continuei fodendo igual um louco, daqui a pouco ela explodiu num orgasmo brutal, bem antes de eu chegar no meu, avisei:
“Amor, tô quase gozando, jogo dentro?”
“Não, por favor, não tô tomando pílula, vem, bate uma e enche meus peitos de porra”
Sem perder um segundo desde que ela falou, tirei a pica escorrendo os sucos da buceta dela e comecei a bater uma freneticamente, roçando nos peitos dela e no rosto, apertando os bicos e enfiando um dedo na buceta dela, quando a pica passava perto da cara dela, ela abria a boca e passava a língua limpando os fluidos, quando eu tava quase lá, aproximei a pica dos peitos dela e lambuzei tudo com bastante porra quente, tanta que eu nunca tinha gozado, o motivo era que naquele momento fazia quase um mês que eu não transava nem gozava de outro jeito…
Os peitos deliciosos dela, parte da barriga e o queixo estavam agora cheios de sêmen, ela pegou uma gotinha do queixo com um dedo e passou nos lábios, dizendo que adorava minha porra, que na próxima foda ela queria engolir tudo porque nunca tinha gostado de leite até provar o meu…
Ficamos deitados descansando no sofá, depois de uns dez minutos só nos beijando e nos mimando, ela disse:
“Vamos continuar no quarto, tá? Tenho uma surpresa pra você”
Ela se levantou e, me pegando pela mão, me guiou até No quarto dela, onde a gente retomou aquele impulso frenético do começo e começou a se beijar e morder desesperadamente, eu passava a mão nela por todo lado e ela tava explodindo de tesão. Joguei ela na cama e montei por cima, quando ela disse:
"Espera, que agora vem a surpresa"
Ela abriu a segunda gaveta de uma cômoda larga e lustrosa, remexeu e procurou um pouco, até achar um vibrador um tiquinho maior que meu pau. Vendo minha cara, ela sussurrou:
"Ei, calma, é pra mim, não pra você, ha ha"
Ela se deitou na cama, me afastou pra eu olhar e enfiou um pouco o brinquedo na boca, só pra molhar, e depois encostou ele naquela buceta linda dela. Devagarzinho, foi enfiando até desaparecer quase todo dentro dela. Aí eu pensei:
"Essa era a surpresa? Já é boa, mas..."
Quando ela ficou um tempão metendo e tirando aquele treco da boceta já vermelhinha dela, me chamou pro lado e disse:
"Essa é a surpresa: quero te confessar que meu cuzinho é completamente virgem. Nunca deixei ninguém comer ele, nem meu marido, porque não senti que fosse necessário. Mas acho que guardei ele pra alguém como você. Nunca tive vontade real de dar ele pra ninguém, mas agora sim, sem dúvida nenhuma... mais ainda, não sei se essa é a hora certa, mas acho que tô me apaixonando..."
Falei que também achava que tava me apaixonando por ela e que me sentia completamente lisonjeado pelas palavras que tinham acabado de sair dos lábios dela pra se cravar no meu coração e, sem dúvida, na minha cabeça, que já tramava a mil a possibilidade de desvirgar aquele rabo lindo e fazer ela completamente minha.
Como ela não tinha experiência nessa parada, me perguntou como a gente ia fazer, se ia meter a seco e essas dúvidas. Tranquilizei ela e expliquei que a gente tinha que lubrificar bem o buraquinho dela pra conseguir a penetração. Na hora, levantei da cama e, perguntando se ela tinha vaselina líquida, fui buscar na cozinha. E lá... Estava na prateleira que ela me indicou, levei ela pro quarto, morrendo de vontade, mas nem por isso menos cavalheiro perguntei:
"Tem certeza que quer fazer por aí? Olha que vai doer um pouco até você se acostumar..."
"Não duvidei nem um segundo, tô com um pouco de medo, mas quero te entregar como algo especial, quero que minha Booty seja sua e que você curta com ela."
"Pô, se vou curtir, você tem uma bunda sensacional, seu corpo é incrível."
"Então vem, pega o que é seu, por favor, faz tudo o que quiser comigo, não tem limites."
Me joguei na cama do lado dela e, beijando ela com uma sensação incipiente parecida com amor, comecei a massagear o cu dela com meus dedos molhados de saliva. Fiquei uns cinco minutos nisso pra ir relaxando o esfíncter dela devagar, massageava e enfiava só a pontinha dos dedos, e ela respondia com uns tremores suaves no corpo. Depois, coloquei nas minhas mãos bastante vaselina líquida e comecei a massagear a bunda dela, lambuzando tudo com o líquido oleoso. Isso me deixou enfiar os dedos muito mais fácil. Depois de uns minutos, já tava enfiando dois dedos inteiros naquele cu virgem. Quando achei que a Booty dela tava pronta, e com os pedidos desesperados dela por pau no cu, decidi penetrar ela.
Coloquei meu pau no buraquinho apertado da bunda dela e joguei mais um pouco de vaselina, tanto na bunda dela quanto no meu pau. Empurrei de leve e um pouquinho da cabeça entrou sem problema. Depois continuei empurrando e, conforme entrava mais um pouco na retaguarda dela, sentia o esfíncter dela se rasgando aos poucos pra dar espaço pro meu pau. Ela, de vez em quando, soltava uns gemidos entrecortados misturados com começo de choro, tipo chorava e doía, mas ao mesmo tempo, começava a sentir a bunda dela como uma nova parte do corpo que ia fazer ela gozar.
Bem devagar e lentamente, continuei enfiando palmo a palmo meu membro, até que o buraquinho dela quase encostou nos meus pelos pubianos. Eu tinha estaqueado por completo e ela começou a se mover pra frente e pra trás, enfiando o consolador inteiro na buceta enquanto eu continuava arrombando o cu dela, como se tivesse me mandando um recado pra não me preocupar tanto com a virgindade recém-perdida dela. Mesmo assim, continuei me movendo devagar por alguns minutos, até que ela me encorajou e disse que estava quase gozando. Comecei a meter com força no cu dela, e num instante ela teve o primeiro orgasmo da vida provocado pelo rabo. Quando avisei que estava perto de gozar, ela disse:
“Vem, meu amor, rápido, deixa eu chupar.”
Tirei do cu dela e ela enfiou quase inteiro na boca. Em poucos segundos, jorrei um belo gozo de esperma que ela engoliu quase todo, embora uma boa parte escorresse pelo canto dos lábios. Ela passou a língua pela boca toda e, quando tirei meu pau de entre seus lábios deliciosos, soltei outra carga de porra que foi parar na testa, nos olhos e no cabelo dela. Ver a Cecília assim, toda aquela cara linda manchada com meu gozo, me excitou rapidão, então em só uns dois minutos, fiz ela deitar de barriga pra cima me olhando, montei nela, dobrei as pernas abertas dela de um jeito que as solas dos pés ficaram quase contra meu peito. Nessa posição, a buceta dela já ficava bem aberta por si só. Meti de uma vez e comi ela por um bom tempo, enquanto continuávamos nos beijando e brincando com nossas línguas. Essa posição me excitava demais pelo contato extremo que a gente tinha, então não demorei pra sentir uma nova onda de gozo escapando do meu pau e enchendo a buceta da minha amante ardente, enquanto ela chegava a um novo orgasmo que aproveitou como se fosse o primeiro.
Naquela noite dormimos juntos, trocando carinhos e afagos de vez em quando, mas estávamos realmente exaustos.
De manhã, ao acordar e vê-la dormindo do meu lado, tão linda, tão sensual, não quis acordá-la. Então deixei um bilhete na mesinha de cabeceira dela, me vesti e fui pro meu hotel, já que em umas Horas tive que jogar uma partida de futebol que a gente tinha combinado com meus amigos e uns caras da região com quem fiz amizade.
É por isso que lembro com muito carinho daquelas férias, porque além de fazer bons amigos, conheci essa mulher gostosa e linda, com quem depois fiquei namorando por pouco mais de dois anos, e durante esse tempo a gente repetiu várias vezes nossos encontros quentes e incríveis.
Quando voltei daquela viagem, fiquei uns meses em Buenos Aires, mas fiquei apaixonado pela paisagem do sul e pelo amor da Cecilia. Então, depois de pensar um pouco, terminei com a Daniela e fui morar com a Ceci no sul, não sem antes conseguir um emprego num povoado perto do dela, graças à influência de um amigo.
Quando voltei pro sul pra ficar com ela, ela já tinha se separado do marido, porque se sentia muito bem comigo e estava me esperando. Dois anos depois, a gente se separou de boa, por um desgaste natural do relacionamento, e eu voltei pra Buenos Aires. Mas hoje em dia ainda mantenho contato com ela por e-mail e telefone, e de vez em quando ela dá uma indireta sobre como seria bom a gente relembrar aqueles tempos juntos. Então, assim que eu tiver uns dias livres, talvez eu faça uma visita pra ela.
Ao chegar num ponto em Chubut, na estrada que pegamos depois de passar pela cidade de Bahía Blanca, nosso carro teve problemas sérios que exigiam, sem chance, uma boa estadia numa oficina mecânica especializada. Então largamos aquela estrada e pegamos outro caminho rumo à Cordilheira. Isso nos levou a uma cidadezinha pitoresca e linda, conhecida como El Calafate, a apenas uns 20 km do majestoso glaciar Perito Moreno, que tivemos o maior prazer de conhecer.
Foi nessa cidade incrível que tivemos que ficar na marra por uma semana e meia, esperando nosso meio de transporte ser consertado. Aí aproveitamos e decidimos fazer várias excursões e tentar uns esportes radicais. Foi assim que, perguntando nas agências locais, chegamos, recomendados por vários moradores, a uma tal de Hue Malen, onde fomos atendidos gentilmente por uma "secretária" que explicou direitinho todas as possibilidades e os preços de cada atividade.
Enquanto a gente conversava e fazia várias perguntas, essa "secretária" deliciosa não parava de me olhar sem disfarçar, com um sorrisinho safado no canto dos lábios. Até quando meus amigos faziam as perguntas, ela olhava pra eles dois segundos e já voltava o olhar direto pra mim.
Eu me sentia lisonjeado por uma mulher linda pra caralho estar mostrando um interesse tão aberto em mim, mas ao mesmo tempo meio envergonhado pela presença dos meus amigos e as piadas certeiras que iam rolar na saída dali…
Essa "secretária" era muito gostosa de rosto, com traços bem definidos. mas ao mesmo tempo sutis e lindamente emolduradas por um cabelo loiro como ouro que caía até um pouco abaixo dos ombros, seus olhos cor de mel eram realmente embriagadores, daqueles que você pode ficar olhando besta por uma hora seguida, ela falava com um tom que pra mim já era música, e ainda mais percebendo o interesse dela por mim…
Sua altura era por volta de 1,70, corpo bem magrinho, mas com uns peitos lindos que empinavam na blusa dela, não eram muito grandes, mas davam conta de se encaixar nas proporções daquele corpo gostoso. Ela usava uma calça jeans meio larga que quase não deixava ver a forma da bunda dela, porque não colava no corpo…No fim, dois dos meus amigos escolheram fazer trekking na geleira e eu e meu outro amigo, pular de parapente, mas de um aviãozinho pequeno. Falo isso porque sei que tem outras formas de parapente, tipo decolar do chão, de lancha ou igual asa-delta, se jogando de uma colina ou ladeira.
A gente tinha que se apresentar no dia seguinte num campinho, onde essa empresa de turismo tinha o avião e os outros equipamentos pra aventura que a gente escolheu.
Umas nove da manhã a gente chegou lá e foi recebido por um cara moreno e alto que se apresentou como instrutor de parapente e explicou que cada um de nós, por ser o primeiro voo, tinha que ir no parapente com um instrutor, preso com cintos atrás da gente.
Depois de assinar os papéis dizendo que a gente era responsável pelos nossos atos e não tinha problema no coração, a gente foi pro lado onde o avião estava, com os macacões de voo.
Foi uma surpresa danada, porque, quando a gente tava vestindo os macacões por cima da roupa, apareceu a instrutora que ia cair comigo, e adivinha quem era?… ha ha, pois não era outra senão a secretária gostosa, que cumprimentou a gente e me deu um sorriso sexy, ela veio direto pra onde eu tava, a gente bateu um papo e, pelo visto, nem passou pela cabeça dela a chance de ser a instrutora do meu amigo.
A gente subiu no aviãozinho que, de primeira, não parecia nada seguro, Cecilia (esse era o nome da minha instrutora) do meu lado e nos bancos que ficavam na frente. nós, meu amigo Diego e Mario, o instrutor dele.
Voávamos a uma altura média, paramos, Cecilia ficou atrás de mim e aí colocamos os arneses que nos ligavam ao paraquedas-parapente, Diego fazia o mesmo com o instrutor dele. Depois de prontos, passaram uns dois ou três minutos e, com um sinal do piloto, nos preparamos pra pular pela porta que já tava aberta. Mais ou menos um minuto depois, o piloto deu outro sinal e nós quatro nos jogamos no ar: primeiro Diego e Mario, depois Cecilia e eu. A sensação era maravilhosa, embora eu tivesse prestado mais atenção no voo em si se não estivesse colado nessa mulher gostosa.Lembro que descemos uns trinta segundos, aí o parapente abriu e, uns 40 metros à nossa direita, o do Diego também. Isso amorteceu a queda e começou um voo suave e tranquilo. Cecilia puxava as cordas de direção com maestria, nos levando pra onde queria o tempo todo.
Num momento, Cecilia me perguntou se eu tava bem e se até ali não tinha problema. Respondi que não e que tava curtindo, e ela disse:
"Quero fazer você curtir pra valer"
Aí eu respondi:
"Como? O que cê quer dizer?"
Na hora, ela sussurrou no meu ouvido:
"Quero dizer que espero que você curta muito a paisagem e esse voo maravilhoso"
E sem mais palavras, deixou os lábios colados na minha orelha, mas num certo momento deu uma mordidinha de leve numa delas… sentia o corpo dela super colado atrás de mim e não consegui evitar uma ereção rápida. Logo ela falou:
"Na agência, eu te olhava e sorria porque é incrível como você me lembra um ex-namorado que deixei em Buenos Aires pra vir morar aqui"
Pensei: isso pode ter um lado bom ou ser um desastre, porque se com esse cara deu errado, talvez eu lembre coisas ruins pra ela.
Mas o sorriso dela ao me olhar não podia trazer nada de ruim…
Então eu disse:
"Ah, é? Pareço muito com ele?"
"Não tanto, você tem um ar, os olhos, o nariz, Nada muito além disso, mas essas coisas em você fazem com que eu goste ainda mais…
“Não sei se você percebeu, mas eu também gosto muito de você”
“É, te notei meio bobinho quando me olhava, ha ha, sabe o quê? Acho que você me atrai bem mais que meu ex e um pouco mais que meu marido atual”
“Você é casada??? Uffa!, isso é um obstáculo pros meus sonhos”
“Sim, sou casada com o instrutor do seu colega, ha ha”
“Então eu teria que te esquecer, né?”
“Tá maluco? Eu te falei que você me atrai mais que meu marido…”
“Uauuuu, que declaração, mulher!!!”
Terminada essa conversa, e aproveitando que estávamos no ar, meus ratos voavam junto comigo, me imaginando aquela gostosa na cama comigo, já que pelo que a gente tinha falado, com certeza não precisaria fazer muito mais pra ela ser minha…
Na situação em que estávamos, não dava pra me virar e tentar beijar ou tocar ela, então eu falei:
“Bom, quando a gente descer, continuamos nossa conversa, agora quero aproveitar isso ao máximo, mas depois não vai me escapar, hein”
A gente ficou planejando uns 20 minutos a mais, falando só de besteiras. Depois desse tempo, ela me avisou:
“Bom, Cris (bem carinhosa), acabou o passeio, a gente tem que descer”, e começou a mexer nas cordas de novo, e fomos descendo devagar em direção ao campo de onde a gente tinha partido com o avião.
Assim que pisamos no chão, eu e Diego nos despedimos dos nossos instrutores, mas quando a gente tava indo embora, lembrei que não tinha combinado nada firme com a Cecilia, então resolvi voltar, chamar ela e falar disfarçado:
“Me desculpa, a gente pode se encontrar hoje depois que você se livrar dos compromissos?”
“Sim, sem problema, a gente tem mais um voo, umas 19h eu tô livre, vou pra casa, tomo um banho e me troco. Meu marido, depois do próximo voo, vai pescar por uns dias com os amigos, então, se você quiser, a gente pode se encontrar na porta da agência umas 20h30…”
Eu falei:
“20h30, tô lá” Estaréi
Nos despedimos com um beijo na bochecha e, correndo, alcancei Diego, que tinha continuado andando.
Falamos um monte de besteiras pelo caminho, comentando como o voo foi bom, que paisagens espetaculares se veem lá de cima e tudo mais.
Quando chegamos no hotel, encontramos Marcelo e Claudio (nossos outros dois amigos) que tinham voltado há 15 minutos da trilha deles. Eles contaram os detalhes da aventura, e depois Diego contou que eu tinha voado apertado com a Cecilia enquanto ele foi o tempo todo apoiado pelo instrutor. Começaram a me zoar com as piadas idiotas de sempre, e eu contei que aquela noite não podia sair com eles porque tinha que encontrar minha instrutora pra ela me dar um reforço da lição aprendida — e olha se ela não me deu, dá pra dizer que me ensinou várias lições a mais… Com essa novidade, mais piadas e depois parabéns por ter conseguido pelo menos uma chance com uma gostosa daquelas, e as perguntas de sempre sobre se eu pretendia meter os chifres na Daniela (minha namorada na época). Expliquei que não sabia o que ia rolar, mas que com certeza não deixaria escapar nem a menor oportunidade de ir pra cama com minha instrutora maravilhosa…
Depois de toda a zoeira e as perguntas dos meus amigos, consegui ir tomar um banho, não sem antes prometer que no dia seguinte contaria todos os detalhes daquele encontro.
Tomei banho, tentei vestir a melhor roupa que tinha levado, liguei pra Buenos Aires, falei com meus pais, depois com a Daniela por um bom tempo, me fazendo de bonzinho o tempo todo, mais bonzinho que o cachorro Lassie. Depois da ligação, desci com o Claudio pra matar o tempo no lobby do hotel tomando um café. Ficamos conversando e zoando até umas 20h, quando anunciei que tinha que partir pra encontrar a Cecilia.
Saí andando devagar, parando em algumas vitrines de lojas que me interessaram, já que a agência ficava a umas 15 quadras. Quando cheguei, eram mais ou Menos das 20h20, então esperei um pouco e, uns minutos antes das 20h30, vi a Cecilia virar a esquina. Ela tava simples, mas realmente deslumbrante. O cabelo loiro preso num coque atrás da cabeça, atravessado por dois palitos. Vestia uma blusa de lã fina bege e uma calça jeans azul desgastada com umas botinhas pretas. Radiante, incrível pra mim…
Ela me diz:
"Oi, lindo (será que ela é louca ou a visão dela não tá boa?), sabe que, por mais que você não acredite, nessas horas que passaram, senti sua falta?"
"Que bom, não esperava que você dissesse algo assim, mas é bem-vindo. Eu tava ansioso pra te ver, e agora que te vejo, acho que minhas palavras não dão conta de descrever o quanto você tá gostosa…"
"Ha ha, obrigada pelo elogio, você também tá muito lindo. Vamos?"
Na sequência, ela pegou na minha mão e fomos pra um café pub que ela frequentava e que eu nunca tinha reparado antes. Um lugar bem íntimo e aconchegante. Pedimos uns sanduíches tostados e um cappuccino pra cada um, e ali a gente se dedicou a se conhecer melhor. Resumindo, contamos nossas histórias, nossos sonhos de vida, etc.
Quando terminei de contar tudo sobre mim, ela me olhou e, sorrindo docemente, disse:
"Sabe que você me atrai mais a cada momento? Cada coisa que você me conta me dá mais e mais vontade de te beijar…"
"Você não vai ter problema se alguém fofocar pro seu marido se a gente fizer algo aqui?"
"Não, acho que não. Nunca viemos aqui e não conhecemos ninguém desse pub."
Achei estranho por ser uma cidade pequena, mas, sei lá, se ela tava dizendo…
Sem mais palavras, aproximei minha boca da dela e a beijei com paixão. Nossas línguas se enroscaram num beijo profundo e longo. Mordi de leve aqueles lábios carnudos que me deixaram louco desde o começo…
Nesse momento, Cecilia me disse:
"Pedimos a conta?"
"Beleza, e como você sugere que a gente continue nosso encontro?"
"Podemos ir pra minha casa ver um filme e tomar algo."
"Garçooooom! A conta, por favor. Por favoooorrr!!!!
Paguei e fomos caminando até a casa dela, que ficava a poucas quadras dali. Era uma cabana linda e aconchegante, com um estilo rústico que misturava pedra e madeira. Assim que passamos pela porta, nos deparamos com uma sala de estar espaçosa e quentinha, com uns sofás superconfortáveis à vista, em cima de um tapete de pelo longo bem tentador…
Pedi licença pra ir ao banheiro. Quando voltei, ela tinha tirado a blusa e tava usando uma camisa meio aberta, que deixava ver a linha dos peitos sensuais dela. Ela tinha colocado numa mesinha duas taças e uma garrafa de um vinho excelente. Tirei o pulôver que tava vestindo, porque na sala tava fazendo um calor danado, e sentei do lado dela no sofá. Servi um pouco de vinho pra nós dois e brindamos ao nosso encontro — que até ali já tinha sido bom, mas eu nem imaginava o quanto ia melhorar. Logo depois do brinde, começamos a nos beijar com mais paixão do que antes. Minha língua percorria a boca dela inteira, sem deixar um milímetro de fora, molhava os lábios dela e ela se deixava levar, meio boba, e de vez em quando mexia a língua também, só conseguindo me excitar ainda mais. Eu desejava ela como nunca desejei ninguém.
Assim que terminamos aquele beijo de parar o coração, comecei a desabotoar devagar os botões da camisa dela, percebendo a cada instante que aquela mulher me enlouquecia e me atraía cada vez mais. Tirei a camisa toda e vi um piercing prateado com uma pedrinha delicada no umbigo dela. Beijei a barriga inteira e fui subindo até chegar nos peitos divinos dela. Passei a mão por trás e desabotoei o sutiã dela. Quando tirei, jurei que tava vendo os melhores peitos do mundo: tamanho médio, firmes e empinados, com uns bicos grandes, duros e escuros. Me dediquei a acariciar e chupar eles com vontade, enquanto ela gemia baixinho e bagunçava meu cabelo. Assim, ela ainda com a camisa vestida, mas sem o sutiã branco, desci de repente e, com os dentes, abri de uma puxada… Os botões da calça jeans dela se soltaram fácil, quase sem resistência. Apoiando as mãos no sofá, ela levantou a raba, e eu puxei o jeans dela até os joelhos, depois tirei as botinhas e removi a calça de vez. Quando ela ficou só de calcinha e com a camisa totalmente aberta mostrando os peitos, parei um instante pra admirar. Ela era realmente gostosa, mas com aquela expressão de desejo no rosto, eu sentia que faria qualquer coisa por essa mulher — até largaria tudo e me mudaria pro sul por ela.
Fui tirar a calcinha minúscula dela, revelando uma buceta linda e loirinha. Quando toquei aquela vagina pequena e cheia de vontade, já senti ela toda molhada. Comecei a percorrer os lábios, marcando eles uma e outra vez com meus dedos, procurei o clitóris e achei na hora. Assim que toquei aquele ponto por alguns segundos, ela soltou um suspiro profundo e demorado e disse:
"Ahhhhhh! Isso, meu amorrrrr!!! Você me fez gozar, bebê, tava tão doida pra você me tocar..."
Aí ela começou a puxar minha camiseta pra cima até tirar. Eu soltei o cinto e a calça, e a Cecília puxou meu jeans junto com a cueca. Com toda a pressa, começou a bater uma pra minha rola quente e cheia de tesão. Eu já tava nas nuvens, porque ela mexia com uma habilidade incrível: com o indicador e o polegar, massageava a cabecinha, e com os outros dedos continuava o movimento pra cima e pra baixo. Enquanto ela fazia isso, eu tocava e beliscava os peitões dela, passava saliva nos dedos e esfregava nos bicos durinhos e nas aréolas gostosas e cheias de textura. Ao mesmo tempo, procurava a boca dela e a gente trocava uns beijos bem molhados, bem quentes. De vez em quando, eu me abaixava um pouco pra beijar e morder os peitos dela. Fazer tudo isso ao mesmo tempo me deixa louco, me excita pra caralho, e pelo visto ela tava no mesmo pique, porque se entregava a toda essa brincadeira de um jeito foda.
De repente, ela parou de mexer na minha rola, sentou no sofá e... olhando nos meus olhos, ela começou a engolir meu pau lentamente, centímetro por centímetro, essa visão arrepiou minha pele, já que ela não parava de me olhar nos olhos em nenhum momento enquanto continuava me dando um boquete histórico. Ela me chupou por longos minutos, e na hora eu convidei ela pra se deitar no sofá e, deixando meu pau na boca dela, busquei a buceta linda dela com minha língua, então começamos um furioso 69, nos dando um prazer infernal. Eu não parava um instante de mexer minha língua dentro daquele buraco lindo, mordia seus lábios e seu clitóris contínua mas suavemente, enfiava minha língua na vulva dela como se estivesse comendo ela com ela, até que num instante começou uma leve convulsão no corpo dela e ela gozou com minha língua dentro da buceta dela, que se encheu de fluidos deliciosos que por nada no mundo eu teria parado de chupar. Eu beijei ela desesperadamente um pouco mais, me levantei e, colocando um por cima do outro no sofá, nos beijamos como alucinados, não existia naquele momento ninguém nem nada no mundo que pudesse nos tirar da nossa mútua e linda loucura. Coloquei meu pau nos lábios da buceta dela e em questão de segundos, ela me engoliu por completo, eu sentia ela gostosamente apertada em volta do meu pau, mas ela estava tão hiper lubrificada que entrou como se fosse nada. Me dediquei a bombar ela duro e parelho, parando a cada momento pra apalpar e chupar os peitos dela, beijava ela com força e desejo e continuava metendo e tirando meu pau daquela buceta que me desesperava. De vez em quando, pegava firme no cabelo sedoso e loiro dela pela nuca e comia ela com tudo que tinha. Quando peguei ela assim pelo cabelo pela primeira vez, ela disse: "Isso, assim, assim, pra você ver que eu sou sua putinha e que quero ser só sua". Isso me deixou a mil, mais tesudo do que já estava, pensava que sem dúvida tentaria algo mais duradouro com aquela gostosa e não me importaria com mais nada…. Fodemos dessa forma como loucos um pouco mais e então, parando, falei pra ela: "Por favorita vadiazinha gostosa, vira e se apoia no encosto
Ela obedeceu, então se segurou no encosto do sofá, a bunda dela ficou perfeitamente na altura da minha pica, peguei ela pela cintura e enfiei de novo na buceta dela, me apoiando naquele rabo lindo que agora eu podia apreciar em detalhes, era realmente maravilhoso, não era grande, mas era redondo e durinho, uma beleza de rabeta…
Continuei bombando por trás, mas enfiado na buceta dela, de vez em quando ela pedia:
“Puxa meu cabelo, quero ser sua putinha e me sentir só sua putinha, vai”
Peguei ela pelos cabelos e continuei fodendo igual um louco, daqui a pouco ela explodiu num orgasmo brutal, bem antes de eu chegar no meu, avisei:
“Amor, tô quase gozando, jogo dentro?”
“Não, por favor, não tô tomando pílula, vem, bate uma e enche meus peitos de porra”
Sem perder um segundo desde que ela falou, tirei a pica escorrendo os sucos da buceta dela e comecei a bater uma freneticamente, roçando nos peitos dela e no rosto, apertando os bicos e enfiando um dedo na buceta dela, quando a pica passava perto da cara dela, ela abria a boca e passava a língua limpando os fluidos, quando eu tava quase lá, aproximei a pica dos peitos dela e lambuzei tudo com bastante porra quente, tanta que eu nunca tinha gozado, o motivo era que naquele momento fazia quase um mês que eu não transava nem gozava de outro jeito…
Os peitos deliciosos dela, parte da barriga e o queixo estavam agora cheios de sêmen, ela pegou uma gotinha do queixo com um dedo e passou nos lábios, dizendo que adorava minha porra, que na próxima foda ela queria engolir tudo porque nunca tinha gostado de leite até provar o meu…
Ficamos deitados descansando no sofá, depois de uns dez minutos só nos beijando e nos mimando, ela disse:
“Vamos continuar no quarto, tá? Tenho uma surpresa pra você”
Ela se levantou e, me pegando pela mão, me guiou até No quarto dela, onde a gente retomou aquele impulso frenético do começo e começou a se beijar e morder desesperadamente, eu passava a mão nela por todo lado e ela tava explodindo de tesão. Joguei ela na cama e montei por cima, quando ela disse:
"Espera, que agora vem a surpresa"
Ela abriu a segunda gaveta de uma cômoda larga e lustrosa, remexeu e procurou um pouco, até achar um vibrador um tiquinho maior que meu pau. Vendo minha cara, ela sussurrou:
"Ei, calma, é pra mim, não pra você, ha ha"
Ela se deitou na cama, me afastou pra eu olhar e enfiou um pouco o brinquedo na boca, só pra molhar, e depois encostou ele naquela buceta linda dela. Devagarzinho, foi enfiando até desaparecer quase todo dentro dela. Aí eu pensei:
"Essa era a surpresa? Já é boa, mas..."
Quando ela ficou um tempão metendo e tirando aquele treco da boceta já vermelhinha dela, me chamou pro lado e disse:
"Essa é a surpresa: quero te confessar que meu cuzinho é completamente virgem. Nunca deixei ninguém comer ele, nem meu marido, porque não senti que fosse necessário. Mas acho que guardei ele pra alguém como você. Nunca tive vontade real de dar ele pra ninguém, mas agora sim, sem dúvida nenhuma... mais ainda, não sei se essa é a hora certa, mas acho que tô me apaixonando..."
Falei que também achava que tava me apaixonando por ela e que me sentia completamente lisonjeado pelas palavras que tinham acabado de sair dos lábios dela pra se cravar no meu coração e, sem dúvida, na minha cabeça, que já tramava a mil a possibilidade de desvirgar aquele rabo lindo e fazer ela completamente minha.
Como ela não tinha experiência nessa parada, me perguntou como a gente ia fazer, se ia meter a seco e essas dúvidas. Tranquilizei ela e expliquei que a gente tinha que lubrificar bem o buraquinho dela pra conseguir a penetração. Na hora, levantei da cama e, perguntando se ela tinha vaselina líquida, fui buscar na cozinha. E lá... Estava na prateleira que ela me indicou, levei ela pro quarto, morrendo de vontade, mas nem por isso menos cavalheiro perguntei:
"Tem certeza que quer fazer por aí? Olha que vai doer um pouco até você se acostumar..."
"Não duvidei nem um segundo, tô com um pouco de medo, mas quero te entregar como algo especial, quero que minha Booty seja sua e que você curta com ela."
"Pô, se vou curtir, você tem uma bunda sensacional, seu corpo é incrível."
"Então vem, pega o que é seu, por favor, faz tudo o que quiser comigo, não tem limites."
Me joguei na cama do lado dela e, beijando ela com uma sensação incipiente parecida com amor, comecei a massagear o cu dela com meus dedos molhados de saliva. Fiquei uns cinco minutos nisso pra ir relaxando o esfíncter dela devagar, massageava e enfiava só a pontinha dos dedos, e ela respondia com uns tremores suaves no corpo. Depois, coloquei nas minhas mãos bastante vaselina líquida e comecei a massagear a bunda dela, lambuzando tudo com o líquido oleoso. Isso me deixou enfiar os dedos muito mais fácil. Depois de uns minutos, já tava enfiando dois dedos inteiros naquele cu virgem. Quando achei que a Booty dela tava pronta, e com os pedidos desesperados dela por pau no cu, decidi penetrar ela.
Coloquei meu pau no buraquinho apertado da bunda dela e joguei mais um pouco de vaselina, tanto na bunda dela quanto no meu pau. Empurrei de leve e um pouquinho da cabeça entrou sem problema. Depois continuei empurrando e, conforme entrava mais um pouco na retaguarda dela, sentia o esfíncter dela se rasgando aos poucos pra dar espaço pro meu pau. Ela, de vez em quando, soltava uns gemidos entrecortados misturados com começo de choro, tipo chorava e doía, mas ao mesmo tempo, começava a sentir a bunda dela como uma nova parte do corpo que ia fazer ela gozar.
Bem devagar e lentamente, continuei enfiando palmo a palmo meu membro, até que o buraquinho dela quase encostou nos meus pelos pubianos. Eu tinha estaqueado por completo e ela começou a se mover pra frente e pra trás, enfiando o consolador inteiro na buceta enquanto eu continuava arrombando o cu dela, como se tivesse me mandando um recado pra não me preocupar tanto com a virgindade recém-perdida dela. Mesmo assim, continuei me movendo devagar por alguns minutos, até que ela me encorajou e disse que estava quase gozando. Comecei a meter com força no cu dela, e num instante ela teve o primeiro orgasmo da vida provocado pelo rabo. Quando avisei que estava perto de gozar, ela disse:
“Vem, meu amor, rápido, deixa eu chupar.”
Tirei do cu dela e ela enfiou quase inteiro na boca. Em poucos segundos, jorrei um belo gozo de esperma que ela engoliu quase todo, embora uma boa parte escorresse pelo canto dos lábios. Ela passou a língua pela boca toda e, quando tirei meu pau de entre seus lábios deliciosos, soltei outra carga de porra que foi parar na testa, nos olhos e no cabelo dela. Ver a Cecília assim, toda aquela cara linda manchada com meu gozo, me excitou rapidão, então em só uns dois minutos, fiz ela deitar de barriga pra cima me olhando, montei nela, dobrei as pernas abertas dela de um jeito que as solas dos pés ficaram quase contra meu peito. Nessa posição, a buceta dela já ficava bem aberta por si só. Meti de uma vez e comi ela por um bom tempo, enquanto continuávamos nos beijando e brincando com nossas línguas. Essa posição me excitava demais pelo contato extremo que a gente tinha, então não demorei pra sentir uma nova onda de gozo escapando do meu pau e enchendo a buceta da minha amante ardente, enquanto ela chegava a um novo orgasmo que aproveitou como se fosse o primeiro.
Naquela noite dormimos juntos, trocando carinhos e afagos de vez em quando, mas estávamos realmente exaustos.
De manhã, ao acordar e vê-la dormindo do meu lado, tão linda, tão sensual, não quis acordá-la. Então deixei um bilhete na mesinha de cabeceira dela, me vesti e fui pro meu hotel, já que em umas Horas tive que jogar uma partida de futebol que a gente tinha combinado com meus amigos e uns caras da região com quem fiz amizade.
É por isso que lembro com muito carinho daquelas férias, porque além de fazer bons amigos, conheci essa mulher gostosa e linda, com quem depois fiquei namorando por pouco mais de dois anos, e durante esse tempo a gente repetiu várias vezes nossos encontros quentes e incríveis.
Quando voltei daquela viagem, fiquei uns meses em Buenos Aires, mas fiquei apaixonado pela paisagem do sul e pelo amor da Cecilia. Então, depois de pensar um pouco, terminei com a Daniela e fui morar com a Ceci no sul, não sem antes conseguir um emprego num povoado perto do dela, graças à influência de um amigo.
Quando voltei pro sul pra ficar com ela, ela já tinha se separado do marido, porque se sentia muito bem comigo e estava me esperando. Dois anos depois, a gente se separou de boa, por um desgaste natural do relacionamento, e eu voltei pra Buenos Aires. Mas hoje em dia ainda mantenho contato com ela por e-mail e telefone, e de vez em quando ela dá uma indireta sobre como seria bom a gente relembrar aqueles tempos juntos. Então, assim que eu tiver uns dias livres, talvez eu faça uma visita pra ela.
4 comentários - Instrutora de parapente gostosa