A Chefe da Minha Esposa 2

>Dom Davidv levantou a blusa pra chupar os peitos dela, tirou o sutiã, ficou mamando nas tetas dela por um bom tempo, levantou um pouco a minissaia dela, pros outros olharem bem a bunda nua dela.
Quando minha esposa me contou tudo que aconteceu na noite que ela saiu com o chefe dela, o Sr. David, de alguma forma achei excitante tudo que ela disse e enquanto ela contava eu transei com ela igual um louco. Quando penetrei ela, foi uma sensação estranha porque tinha resto de porra do Sr. David lá dentro. Pela excitação, gozei rápido, mas quando fiquei calmo e relaxado depois da gozada incrível que tive, veio um monte de remorso e ciúme, junto com uma sensação de impotência, porque desde o começo desse jogo eu tava ciente e nunca fiz nada pra evitar. Pelo contrário, dei liberdade pra minha esposa me contar tudo e continuar o jogo do Sr. David..

Depois da primeira saída da minha esposa, que foi numa sexta à noite, ela decidiu não ir trabalhar no dia seguinte. Quando voltei do meu serviço, encontrei ela deitada no sofá vendo TV e perguntei como ela tava se sentindo. Ela disse que tava se sentindo um pouco melhor. ‘Ligou pro seu trabalho – perguntei – pra se reportar doente?’, ‘Sim – ela disse – liguei pro Dom David.’ ‘E o que ele disse?’ Ela respondeu: ‘Dom David disse que tava se sentindo muito mal, mas também muito feliz.’

Não precisava explicar por que ele tava se sentindo tão feliz. Abracei ela e beijei com muito amor, ficamos assim um bom tempo e depois transamos enquanto ela me lembrava o que tinha vivido na noite anterior. Ela me contava como eles tinham feito e eu dizia que amava ela. ‘Te amo mesmo que você me traia.’ Ela só ria e me chamava de ‘bobo’. O domingo passou sem novidades até segunda-feira.

De novo ela me ligou na segunda no trabalho: ‘Amor, não me espera pra almoçar, vou almoçar com o Dom David.’ Eu só respondi: ‘Tá bom, amor, se diverte.’ E ela respondeu: ‘Não seja bobo, só vou almoçar.’ À noite fui buscar ela no trabalho. Fiquei esperando quase uma hora até ela sair. As colegas dela saíram primeiro e, quando me viram, uma delas cochichou algo pra outra. Passou uma hora e quinze minutos quando ela finalmente saiu. Eu tava muito excitado esperando ela me contar o que tinha rolado à tarde. Quando vi ela, abracei e dei um beijo na boca, enfiando a língua. Senti o hálito diferente. Atrás dela, saiu o Sr. David.

"Olha, amor, te apresento meu chefe, Dom David." "Muito prazer, senhor", respondi estendendo a mão. "Igualmente", ele respondeu. Depois das apresentações, ele perguntou se a gente queria uma carona, já que era tarde. Minha esposa, apressada, respondeu: "Obrigada, Dom David, o senhor é muito gentil." Entramos no carro dele e, enquanto ele dirigia, comentava com minha esposa o que fariam no dia seguinte. Quando chegamos em casa, a primeira coisa que perguntei: "Então você sempre trata ele de senhor?" "Sim, por quê?" "Não, é que pensei que pela intimidade que vocês têm... Mas me conta, o que fizeram à tarde?" "O que eu te falei, só fomos almoçar."

Não acreditei, e ela se divertia me deixando na dúvida, até que teve pena de mim e disse: "Sério, à tarde não aconteceu nada... Foi agora na saída." Ela contou que, perto do horário de sair, o Sr. David a chamou pro escritório dele e ficou beijando e apalpando ela. Ela só dizia: "Não, Dom David, espera, aqui não, as colegas podem ver a gente." Mas ele não ligou, e como não dava pra evitar, ele foi empurrando ela até minha esposa se abaixar e fazer um boquete nele.

Só de imaginar minha mulherzinha contra aquele homem dominando ela, comecei a ficar excitado. Segundo ela, ficou chupando até ele gozar. Depois ele se levantou e deu um guardanapo pra ela limpar os lábios. Foi quando perceberam que o tempo tinha passado e saíram rápido, porque ela sabia que eu tava esperando lá fora.

Assim passou aquela primeira semana, entre beijos apaixonados e apalpadas no escritório do Sr. David, e de vez em quando ela chupava ele. o pau até fazê-lo gozar. Minha esposa me conta que o Dom David a apresenta como sua assistente para os amigos, e que ela já conhece até a esposa dele, uma mulher muito gostosa. No fim de semana seguinte, a cena da semana anterior se repetiu, só que dessa vez os amigos do Sr. David, José e Alberto, e um outro cara que ela não conhecia, um tal de Paco, sugeriram que em vez de ir a um bar, fossem direto pra casa do José. Como minha esposa já o conhecia, ela aceitou de boa. Então compraram cerveja, tequila e o necessário…

Depois, na casa do José, ficaram todos se enturmando. Minha esposa e o Dom David se beijavam sem parar, e ele, de vez em quando, passava a mão nos peitos dela enquanto a beijava, ou na bunda quando dançavam, enquanto os outros olhavam. Como era de se esperar, o álcool começou a fazer efeito de novo, e todos dançaram com minha esposa, enquanto o Sr. David ia ficando bêbado. Talvez por causa do álcool, ele não se importava em tocar minha esposa na frente dos amigos. Assim como na semana passada, ele tentou levantar a blusa dela pra lamber os peitos, só que dessa vez minha esposa deixou, sem se importar que os amigos estivessem olhando…

Foi assim que, enquanto ele chupava um mamilo, massageava o outro com a mão, mas tudo isso sob o olhar atento dos amigos. Ela estava meio recostada no sofá, se deixando o Sr. David chupar os peitos nus. As pernas dela estavam abertas, então a minissaia deixava os outros verem também a calcinha fio-dental minúscula. Depois, ele a pegou e sentou ela em cima dele, ainda com os peitos de fora, enquanto ela abaixava a blusa de novo pra se cobrir. A reunião continuou, e alguém sugeriu que ela dançasse sozinha pra eles olharem. "O senhor me dá permissão, Dom David?" disse minha esposa.

O Sr. David disse que sim, para a alegria dos outros presentes. Então colocaram uma música lenta, e ela aceitou dançar pra eles. Minha esposa se mexia de um jeito safado, e eles olhavam atentos cada um dos seus movimentos, obviamente. quem se aproximava era o Dom David e toda vez que ela chegava perto, o senhor não perdia a chance de meter a mão por baixo da minissaia dela ou apalpar os peitos por cima da blusa. Numa dessas vezes que ela se aproximou do Dom David, ele puxou ela e levantou a blusa de novo pra chupar os peitos dela, só que dessa vez tirou o sutiã, enquanto os outros gritavam e aplaudiam. Ele ficou chupando as tetas dela por um bom tempo enquanto com a outra mão levantou um pouco a minissaia pra apalpar a bunda dela, o suficiente pra todo mundo ver bem o rabo dela pelado… Nisso a música que tava tocando acabou e todos voltaram a gritar “de novo, de novo”, mas ela sentou do lado do Sr. David, dando por encerrada a dança. Logo em seguida ele beijou ela de novo e deitou ela no sofá, se debruçou sobre ela e com a roupa no corpo começou a esfregar o pacote dele na buceta dela, enquanto ela reclamava baixinho. Todo mundo continuava brindando e aplaudindo minha esposa. De novo o Dom David ficou bêbado e lá pela madrugada apagou de novo, então minha esposa continuou socializando com os outros. Obviamente, como na semana passada, entre uma dança e outra eles apalpavam minha esposa e propuseram que ela dançasse de novo pra eles, já que o Dom David tinha dormido. Ela aceitou e eles colocaram música de novo… Ela se mexia gostosamente, até que se aproximou do José, dançou sugestivamente pra ele e ele agarrou ela sentado como tava, na frente dela, e rodeando ela com os braços, acariciava a bunda dela, enquanto minha esposa mexia o rabo de um lado pro outro. Ao perceber que minha esposa não reagiu, o Sr. José começou a levantar a saia dela pra acariciar a bunda nua, mas ela parou ele e se afastou pra continuar dançando. Depois se aproximou do anfitrião da casa, o Sr. Paco… Esse, mais ousado, já foi levantando a blusa dela e os peitos dela ficaram nus no ar, e ele começou a pegar neles e lentamente mordia os bicos dela. Minha esposa começou a ficar com tesão, mas também afastou ele, só que ela não tirou a blusa e dançou assim para eles. Dessa vez, Alberto disse: “só falta dançar para o meu coração”, então ela teve que se aproximar dele e começou a rebolar do mesmo jeito. O Sr. Alberto, colocando as mãos nas laterais das pernas dela, levantou a minissaia o suficiente para mostrar a tanga dela…

Num descuido, enquanto minha esposa levantava os braços na dança, o don Alberto puxou a tanga dela quase até os tornozelos. Isso foi a loucura entre eles, e entre aplausos e assobios, minha esposa puxou a tanga de volta, rindo. Quando terminou de dançar, ela abaixou a blusa e ajustou a saia. Os senhores aplaudiram e a ovacionaram, felizes. Continuaram se divertindo à vontade, dançando com ela e passando a mão, até as 5 da manhã. Eles já estavam bêbados, então pediram um táxi para levar minha esposa para casa. Quando ela chegou, eu a recebi. Dessa vez, diferente da semana passada, ela chegou um pouco mais bêbada.

Foi assim a segunda semana em que ela está como amante do Sr. David, o chefe dela.

Depois dessa semana, veio uma viagem a Veracruz e outras atividades que minha esposa teve que compartilhar com o chefe.

1 comentários - A Chefe da Minha Esposa 2

Me encanto tus post me re calentaron me podeias mandar fotos de tu pija y de tu esposa. Gracias