Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.https://youtu.be/FfJI4zuwyk4
Sempre chove nessa cidade de merda. Já não tem roupa seca pra trocar, então decido fazer algo que não curto: ir pra uma lavanderia. Junto tudo que posso numa sacola e entro num chinês. Uma mina tá na minha frente e dá pra ver que ela também não tá muito a fim... Sem colocar muita ficha, comecei a falar umas merdas que se dizem nessas horas e ela embarcou, tão empolgada que ficou até eu terminar de deixar minha roupa.
Convidei ela pra tomar um café, milagrosamente achamos uma mesa perto da janela e, quando a conversa caía naqueles buracos inevitáveis entre desconhecidos, a gente olhava pra fora e ria das pessoas que correm e batem em guarda-chuvas assassinos. Ela me contou que era do interior, que estudava odontologia, não consegui segurar minha língua e perguntei se o pai era dentista, ela concordou e, na cara dura, perguntei se já tinha a vida toda planejada. Ela não gostou do comentário, então aproveitei pra aumentar a aposta:
—Tem espaço na sua vida planejada pra algo inesperado? — olhei direto nos olhos dela, ela não conseguiu sustentar meu olhar.
- Claro que tem, mas não é muito educado da sua parte me chamar de provinciana chata, né?
— O povo da capital é assim, misterioso, imprevisível, sofisticado igualzinho à Ilha de Caras — ironizei, ela pegou o tom debochado e sorriu (sorriu lindamente), por um segundo foi como se o sol finalmente tivesse saído. Me joguei, falei que ela era gostosa pra caralho e, mesmo com a meia suja, queria levar ela pra um canto onde a gente pudesse ficar a sós.
— Não curto motel, mas se quiser, podemos ir pro meu apê. Divido com uma amiga, mas ela tá na aula agora.
— Claro que quis. Caminhamos na chuva sem falar muito. Quando chegamos, ela perguntou se eu queria um chá. Falei que queria beijar ela. Me aproximei e a gente trocou o melhor primeiro beijo da minha vida. Os lábios dela nos meus, tipo morango partido. Minha língua invasora, a dela mais tímida. Sussurrei que ela era linda. "Você também", ela conseguiu responder antes de começar a chupar meu pescoço… Isso me quebra. Puxei ela pra perto, nossas pélvis se encaixaram e a gente dançou uma música que não existia, nossa, íntima. Levantei a blusa dela e me deliciei com os peitinhos dela. Ela ronronou que nem uma putinha e me levou até a cama. No criado-mudo, um porta-retrato com uma foto dela abraçada com um cara.
—vamos esquecer por um tempo, que tal? — e virei a foto, ela riu e explicou que era o irmão dela — bom, tem coisas que um irmão não deve ver. Eu a despi, beijei ela toda, mordi de leve suas partes macias e devagar fui me aproximando da barriga dela, fiz ela desejar por vários minutos e quando finalmente minha língua chegou no clitóris dela, ela me prendeu entre as pernas… levei ela até o limite e parei pra subir e beijá-la, encostei minha pélvis na dela e enquanto lambia a orelha dela, ela gozou ruidosamente, quase chorando.
—mas que gostoso o que você fez comigo— eu sorri e soube que era a primeira vez dela com uma garota.

Sempre chove nessa cidade de merda. Já não tem roupa seca pra trocar, então decido fazer algo que não curto: ir pra uma lavanderia. Junto tudo que posso numa sacola e entro num chinês. Uma mina tá na minha frente e dá pra ver que ela também não tá muito a fim... Sem colocar muita ficha, comecei a falar umas merdas que se dizem nessas horas e ela embarcou, tão empolgada que ficou até eu terminar de deixar minha roupa.
Convidei ela pra tomar um café, milagrosamente achamos uma mesa perto da janela e, quando a conversa caía naqueles buracos inevitáveis entre desconhecidos, a gente olhava pra fora e ria das pessoas que correm e batem em guarda-chuvas assassinos. Ela me contou que era do interior, que estudava odontologia, não consegui segurar minha língua e perguntei se o pai era dentista, ela concordou e, na cara dura, perguntei se já tinha a vida toda planejada. Ela não gostou do comentário, então aproveitei pra aumentar a aposta:
—Tem espaço na sua vida planejada pra algo inesperado? — olhei direto nos olhos dela, ela não conseguiu sustentar meu olhar.
- Claro que tem, mas não é muito educado da sua parte me chamar de provinciana chata, né?
— O povo da capital é assim, misterioso, imprevisível, sofisticado igualzinho à Ilha de Caras — ironizei, ela pegou o tom debochado e sorriu (sorriu lindamente), por um segundo foi como se o sol finalmente tivesse saído. Me joguei, falei que ela era gostosa pra caralho e, mesmo com a meia suja, queria levar ela pra um canto onde a gente pudesse ficar a sós.
— Não curto motel, mas se quiser, podemos ir pro meu apê. Divido com uma amiga, mas ela tá na aula agora.
— Claro que quis. Caminhamos na chuva sem falar muito. Quando chegamos, ela perguntou se eu queria um chá. Falei que queria beijar ela. Me aproximei e a gente trocou o melhor primeiro beijo da minha vida. Os lábios dela nos meus, tipo morango partido. Minha língua invasora, a dela mais tímida. Sussurrei que ela era linda. "Você também", ela conseguiu responder antes de começar a chupar meu pescoço… Isso me quebra. Puxei ela pra perto, nossas pélvis se encaixaram e a gente dançou uma música que não existia, nossa, íntima. Levantei a blusa dela e me deliciei com os peitinhos dela. Ela ronronou que nem uma putinha e me levou até a cama. No criado-mudo, um porta-retrato com uma foto dela abraçada com um cara.
—vamos esquecer por um tempo, que tal? — e virei a foto, ela riu e explicou que era o irmão dela — bom, tem coisas que um irmão não deve ver. Eu a despi, beijei ela toda, mordi de leve suas partes macias e devagar fui me aproximando da barriga dela, fiz ela desejar por vários minutos e quando finalmente minha língua chegou no clitóris dela, ela me prendeu entre as pernas… levei ela até o limite e parei pra subir e beijá-la, encostei minha pélvis na dela e enquanto lambia a orelha dela, ela gozou ruidosamente, quase chorando.
—mas que gostoso o que você fez comigo— eu sorri e soube que era a primeira vez dela com uma garota.

8 comentários - Uma história curta de amor
+ 10 y Reco !
Gracias por compartir.
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