Quando saí do quarto da Lisa, fiquei surpreso com a história e ao mesmo tempo aliviado de um certo remorso. Tomei um banho e, mais contente, desci para o restaurante. Minha mãe me olhou de longe e sorriu. Quando cheguei perto dela, ela disse…
- E aí, Manu? Tarde movimentada, hein?
Comecei a contar que a gente tinha brincado muito, que as meninas eram como umas garotas incansáveis, enfim, histórias que minha mãe, mesmo concordando com a cabeça, não acreditava em uma palavra. No fim, ela me interrompeu e disse…
- Vou te preparar um jantar bem caprichado, acho que você precisa.
Lembrei do ditado “Te conheço mais que sua mãe” — nesse caso, minha mãe me conhecia mais do que eu mesmo. Subi pro meu quarto logo depois de jantar. Minha mãe me aconselhou a deitar cedo, disse que “também” estava muito cansada. Agradeci a ela, sabia que naquela noite não íamos dividir a cama. Passei uma noite horrível, não parava de me virar na cama, até fiquei com dor nos rins por causa da posição no carro. Quase amanhecendo, fui ao banheiro mijar. Cruzei com minha tia Júlia, que descia do andar de cima com passos silenciosos; imaginei que tivesse arrumando alguma coisa. De manhã, senti minha mãe me beijar na testa e, depois de vestir o uniforme, sair do quarto em silêncio. Já era tarde quando saí do meu quarto. Minha intenção era ajudar no almoço, o bar devia estar cheio. Ao passar pela porta do quarto da Lisa, ela me chamou. Naquela hora, os únicos que costumávamos estar no andar éramos nós. Ela ainda estava se arrumando, me fez entrar e me sentei na cama. Ela ainda estava de pijama, mas já maquiada. Sentou do meu lado e pegou na minha mão.
- Como você passou a noite, primo? Eu, péssima, ainda não consigo sentar direito. Ontem você me fodeu bem, mas não tô reclamando, não. Você me levou ao céu. Você não tem ideia das mensagens que minhas amigas me mandaram, quase queimaram meu celular. Elas se achavam as sabidonas de tudo, mas a série de boquetes que você deu na gente, a gente nunca vai esquecer. - Fiquei muito feliz que vocês tenham se divertido ontem, eu também me diverti pra caralho, mas também não dormi bem, não parei de me mexer, os rins moídos e a boca quase desencaixada, tive que ir ao banheiro de manhã cedo. Ah! E cruzei com sua mãe.
- Com minha mãe? E onde ela tava?
- Sei lá, passava pelo corredor, ainda era de noite, me pareceu que ela descia do andar de cima.
- Puta que pariu, minha mãe… agora começo a entender umas coisas… olha.
Ela tirou da gaveta da mesinha o consolo que eu já tinha visto antes, era da mãe dela, tirou do plástico.
- Olha, tá sem uso há muito tempo, peguei ontem, tava do jeito que eu deixei, certeza que ela não usa mais e antes era quase todo dia, alguma coisa quer dizer, imagino o que tá rolando… minha mãe arrumou o quarto de cima por minha insistência pra você ficar sozinho quando viesse e assim poder te acompanhar muitas noites sem você ficar com sua mãe, quando já tinha feito isso, contratou o Ricardo, o garçom, no começo ele ficava num quarto alugado na vila, mas ela propôs deixar ele ficar no de cima e desde então… não usa mais o consolo, acho que o Ricardo resolveu o problema da rola e dessa vez ela tá quente.
Nós dois caímos na risada, era uma boa dedução e uma boa descoberta, prometemos ficar de olho neles e controlar. Ela se levantou e num instante vestiu um sutiã confortável e uma camisa escura com uma calça, não pude deixar de lembrar da tarde anterior, tudo aquilo eu tinha comido. A manhã foi como sempre, muito trabalho, a Raquel tava estressada como sempre, me aproximei e perguntei se ajudava, ela ficou feliz e me deixou servir também, os da mesa dos tarados ela servia, mas já não se abaixava pra não mostrar os peitos. Depois do almoço montamos as mesas e as garçonetes foram embora um tempo até o jantar, minha tia me disse pra dar um recado pra Lourdes, a garçonete, antes dela ir, já era tarde e achei que ela não tava mais. Entrei sem bater no quarto onde ficavam os armários, atrás da porta aberta de um deles apareceu a Encarna, fiquei sem graça, nem eu esperava que tivesse alguém nem ela que entrasse alguém, ela só estava de calcinha estampada de florzinha, cruzou os braços sobre os peitos, mas logo tapou a virilha, deixando os peitos na minha frente, eu não sabia pra onde olhar, ela sufocada e eu vermelho pela mancada, finalmente consegui balbuciar alguma coisa, ou perguntei pela Lourdes ou me desculpei saindo logo. Quando saí, minha tia e minha mãe estavam atrás do balcão, me viram sem fôlego e antes que eu pudesse explicar, saiu do quarto a Encarna, arrumando o cabelo, sorriu pra elas e se despediu. - Parece que viu um fantasma, Manu! - Pelo contrário, vi um anjo. Júlia olhou pra Clara e caíram na risada. De noite, as garçonetes me olhavam cochichando e riam, a única que parecia me defender era a Raquel, ela me contou que a Encarna tinha dito que eu entrei no quarto de troca de roupa e a vi pelada e que fiquei muito vermelho, eu contei minha versão que também não era tão diferente, só me justifiquei dizendo que não esperava que ela estivesse sem roupa e muito menos ela. - Também não é pra tanto, só vi rapidamente os peitos dela enquanto ela tentava tapar a calcinha, embora tivesse adorado ver mais, parece que ela tem um corpo bonito. - Pois ela diz que você viu os peitos bem à vontade e ficou olhando besta. Mas acho que a verdade é que ela queria que você tivesse visto ela toda pelada, você caiu bem pra ela, e tendo um corpo tão bonito como você diz… - Qual nada! Corpo bonito é o seu, embora tenha que admitir que à primeira vista você me enganou. - Como assim me enganou?, se você nunca viu. - Não te vi pelada, mas com minha visão de raio X te examinei toda. Ela riu gostoso, os peitos pulavam enquanto ria, eu seguia disfarçadamente. - Então não sei. O que mais você quer? Você já me viu de biquíni e bem de perto, pena que não tenho o tipo da Encarna…
- Encarna? Nem se compara, você tem uns peitos que apaixonam só de olhar, bom… se eu tivesse visto, e do resto nem quero pensar porque teria que me esconder atrás do balcão. Entre risadas, ela disse que eu era exagerado, eu falei em morder um peito dela e ela se encolheu como se fosse fugir.
- Pena que aqui não tem praia, porque eu adoraria te convidar um dia pra pegar sol e te deixar morena. Falei sem esperança, a praia era longe, se fosse na minha cidade, eu teria feito na hora, mas aqui e sem carro…
- Ei… aqui não tem praia, mas tem rio, o que você pensa? Acho que minhas orelhas se ergueram igual as do Thor quando ele ficava alerta, e eu topei na hora…
- Isso vocês chamam de rio? Se mal tem água.
- Isso é o que você acha, mas eu conheço um lugar com uma poça bem funda, é um pouco longe mas é muito bom.
- Pena que não tenho carro nem permissão pra te levar…
- Bom, eu tenho uma scooter, não corre quase nada mas pra ir e voltar dá conta.
- Ah! Então é uma boa ideia, mas saber quando a gente podia ir…
- Eu folgo depois de amanhã, mesmo que não seja feriado o rio vai continuar lá, suponho.
- Tá bom, vou falar com minha tia e se não precisarem de mim, a gente vai.
- Combinado, vou revisar a moto antes de sair. Dois dias depois, a gente tinha marcado de se encontrar embaixo da casa da avó dela, eu levei uma mochila com sunga, um boné e uma toalha, depois de dez minutos ela ainda não tinha vindo, eu já tava quase desistindo, só ficava olhando pros dois lados da rua, o que eu não esperava era que ela saísse do portão da avó dela, me sorriu de orelha a orelha e me disse com a cabeça pra segui-la, numa rua paralela ela tinha estacionado a moto, era bem nova e confortável, eu pensei que seria uma lambreta qualquer, debaixo do banco ela tirou dois capacetes, um ela colocou e o outro me deu, eu coloquei Pô, parecia um astronauta quando me vi no espelho, ela tava morrendo de rir. Me deu uma bolsa que tava carregando, pesava um bocado, não liguei muito porque bolsa de mulher, já sabe… Subiu na moto e eu sentei na garupa, quando ela arrancou me pegou desprevenido e quase caí pra trás, ela falou…
- Desculpa, é que não tenho muita prática em levar gente, se segura firme.
Coloquei a bolsa dela nas costas e passei os braços pela cintura dela, ela disse que era uns 15 km. Saímos da cidade, era na direção oposta do passeio anterior, mal tinham passado 5 minutos e ela desviou por uma estrada de terra, descendo pra um vale cheio de mato. A estrada era ruim, a moto ia devagar e ela com jeito desviava dos buracos, mas alguns não dava pra evitar e a gente dava um pulo, eu me segurava pra ficar firme, minhas mãos na barriga dela sentiam o calor da pele por baixo da camiseta. De vez em quando o pulo era maior e, além da suspensão da moto, tinha a suspensão do sutiã da Raquel, com a sobrecarga que ela carregava, várias vezes ela se apoiava nas minhas mãos. Eu ia subindo elas devagar e, com menos pulos e mais frequência, ia roçando a parte de baixo dos peitos dela que, apesar do tamanho, achei duros. Ela encostava a bunda no banco alongado e colocava entre minhas pernas, jogando as costas pra trás, a gente ia literalmente colado. Quase nem percebemos quando chegamos, a moto tinha nos levado até um bosque de bananeiras. Estranhei não ver o rio, mas ela mandou eu descer. A uns metros dali, a grama acabava e vinha uma laje de pedra. Ela me pegou pela mão e, quando a pedra terminou, apontou pra baixo. A uns 5 ou 6 metros abaixo da gente tava o rio, era estreito, mas bem debaixo se alargava num poço fundo, a água, embora limpa, escurecia bastante. Depois a água seguia por uma praiazinha de areia. Do lado de outra árvore tinha outra moto, e do rio subiam umas vozes, era outro casal que tinha chegado antes. Raquel me mostrou por onde descia por uma trilha bem inclinada até a margem, de baixo ainda parecia mais alto, o casal de jovens nos cumprimentou e a gente respondeu, eles contaram que era muito divertido pular da pedra no rio, eu não acreditei, mas o cara subiu correndo e de cima se jogou de pé, entrou feito um prego e na hora saiu sem quase levantar água, a gente aplaudiu, a mina também subiu, cruzou os braços sobre o peito e pulou, ainda fez melhor, o cara quis superar e se jogou de novo, mas dessa vez torceu um pouco e caiu de lado, o barulho foi feio, quando ele saiu tive que ajudar, tava com o lado vermelho do couro que tinha levado, a namorada correu até ele e ajudou a subir nas árvores, a gente perdeu eles de vista e em poucos minutos ouvimos a moto deles indo embora. Quando ficamos sozinhos, a Raquel me desafiou a pular, mas eu, sinceramente, não tava muito certo, ela quis ser a primeira, tirou a camiseta e o short, tava de biquíni branco que a mãe dela arrumou, deu uma voltinha rápida pra me mostrar e eu fiz um sinal de admiração que ela agradeceu. Subiu pela trilha e na hora apareceu em cima da pedra, de baixo ainda parecia mais escultural. Ela se posicionou na beirada e, cruzando os braços sobre o peito, se jogou, ficou uns segundos debaixo d'água que pareceram horas, saiu tossindo, tinha entrado um pouco de água pelo nariz, mas quando saiu fiquei maravilhado, à alegria de ver ela bem se juntava a de ver o biquíni molhado colado no corpo dela, a mãe dela tinha feito um bom trabalho, mas mesmo assim era como uma segunda pele. Me vi obrigado a retribuir e subi na pedra, ela de baixo me incentivava porque eu ainda não tinha coragem, finalmente criei coragem e me joguei, a luz virou escuridão, na hora a claridade da água e já tava fora de novo, tinha sido uma experiência excitante, a Raquel me abraçou quando saí pingando, ela também molhada me apertou contra ela, os peitos dela se apertaram contra mim. Logo em seguida ela se animou pular de novo ela, subiu correndo e apareceu em cima da pedra, dessa vez tapou o nariz com a mão pra evitar água e se jogou sem mais, entrou limpinho, quando levantou a cabeça sorria feliz, tinha feito um salto perfeito, ao sair na beira fiquei petrificado, ela não tinha percebido, mas ao entrar na água o sutiã subiu até o pescoço e deixou os dois peitões lindos dela bem à mostra na minha frente, não falei nada até ela chegar perto de mim, meus olhos não conseguiam desgrudar deles e seguindo meu olhar ela chegou nos mamilos, rapidamente se cobriu, mas tinha muita coisa pra cobrir e não conseguiu, no fim vendo que eu tava morrendo de rir, desistiu e soltando o sutiã por trás jogou longe. Saiu correndo pra água e entrou até o pescoço, eu segui ela e quando alcancei fui pra cima, ela tentou me afastar jogando água com as mãos, mas eu já tava cego e quando abracei ela desistiu de se defender, me abraçou e me beijou, não foi um beijo de paixão mas o suficiente pra me mostrar que tava de boa comigo e agora, meus braços envolveram o corpo dela e ficamos um tempinho nos beijando no rosto, no pescoço e na boca, nossos corpos colados não se mexiam até que Raquel pegou minha sunga e puxou até o joelho, eu de vingança mergulhei e fiz o mesmo com ela mas até o tornozelo, na hora vi a calcinha dela boiando do nosso lado, com um pé terminei de tirar a minha que também subiu pra superfície, nos abraçamos de novo, dessa vez meu pau já colou na barriga dela, ficou preso entre nossos umbigos, peguei ela pela bunda pra apertar mais contra mim, a dureza do pau nos unia mais do que separava. Raquel se afastou só o suficiente pra pegar minha cabecinha e colocar no começo dos lábios dela, lembrei como a rachadura dela começava lá em cima, ela se colou de novo em mim, a água serviu de lubrificante e meu pau foi deslizando entre os lábios dela, foi um passeio longo, quase sem interrupção pela parada no clitóris dela que eu passei e segui até que seus lábios menores me receberam, a garota só abriu as pernas o suficiente pra envolver meu pau com os lábios, o calor que me davam contrastava com o frio da água e me senti aquecido, peguei ela pelas axilas e levantei, na água quase não pesava e ao baixar, Raquel abriu as pernas e se deixou penetrar pelo meu pau que apontava pra cima, aí sim me senti em casa, a garota ao me sentir dentro dela me abraçou de novo, ficando parada, estava saboreando a sensação do meu pau quente, pendurada no meu pescoço, envolveu minha cintura com as pernas e se deixou cair até que a buceta dela grudou em mim, com as mãos livres eu pegava nos peitos dela, não os cobria inteiros, mas amassava e juntava ou separava, podia fazer o que quisesse com eles, os mamilos dela roçavam nos meus, nos deixamos levar pela corrente até encalharmos na margem, na areia, com metade do corpo fora d'água, Raquel me recebeu entre as pernas, meu pau chapinhava ao entrar e sair e os peitos dela, ao balançar com as estocadas, faziam ondas, percebi ela tremer e não era de frio, as sacudidas que deu levantaram a areia do fundo e quando eu ia gozar, ela puxou de mim e colocou meu pau entre os peitos dela, fechou eles e o fez desaparecer, mesmo eu me mexendo, minha cabeça não aparecia em lugar nenhum, gozei mesmo assim, quando ela separou os peitos, em todo o canalzinho, uma massa esbranquiçada e viscosa com um cheiro forte de porra escorria até a água. Na areia molhada ficamos um tempo, meu pau caído de lado descansava, ela com os dedos espalhava minha porra entre os peitos, molhando com atenção especial os mamilos escuros, depois chupou os dedos. Já tinha passado um tempo quando vi que o sol estava indo embora, me levantei de quatro e, passando por cima da cabeça dela, beijei seus lábios, continuei descendo, os peitos dela brilhando de porra me souberam a torta de chocolate, o umbigo cheio de água e suor, um pouco salgado, mas quando cheguei na buceta dela, minha língua teve que separar os longos lábios desde muito Pronto, apertando pra direita e pra esquerda fui me abrindo caminho até achar o clitóris, não era muito grande pro tamanho da buceta, mas puxei a pele e ele apareceu tipo uma amêndoa descascada. Raquel já tinha recebido na cara a pica que tava balançando na minha frente, esperou ela passar pela testa e pelos olhos, mas quando chegou perto do nariz dela, ela abriu a boca e esperou. Ela mesma entrou, se acomodou entre os lábios da Raquel, levantou a cabeça só o suficiente pra engolir quase inteira e sugou, o que sobrou entrou de vez. Minha língua já tinha separado os lábios menores dela, revelando a entrada da buceta que eu já conhecia graças à gentileza da mãe dela. Enfiei a língua o mais fundo que pude, saboreei os sucos que a água não tinha conseguido tirar e aspirei. A bunda dela não era grande, mas dava e sobrava pra eu agarrar as nádegas e lamber até ela desfalecer. Ela, com as mãos, pegava minhas bolas e amassava, não aguentei, gozei sem esperar por ela. Ela tossiu, não conseguiu engolir toda a porra que jorrava, e tirou a pica da boca. Vários jatos caíram na cara dela, aí ela engoliu de novo e limpou a pica com a boca. Eu continuei chupando a buceta dela, ela só abriu mais as pernas pra eu enfiar mais e mais língua. Gozou e fechou as pernas de repente, prendendo minha cabeça. Tive que esperar os espasmos passarem pra conseguir respirar direito. Quando virei, ela só conseguia me ver com um olho, o outro tava coberto por uma cortina de porra. A gente catou as roupas espalhadas pela areia e vestiu. Subindo a trilha, eu ia dando tapas na bunda dela, ela ria tentando fugir. Da bolsa que ela trouxe, tirou dois sanduichões, umas cervejas e uma garrafa térmica com café. Ficamos comendo nas toalhas, o sol já tava caindo e não dava mais vontade de voltar pra água. Pra servir o café, ela sentou no meu colo, ia abrir a garrafa quando eu falei… — Quero um café com porra. Abaixei o sutiã dela e tirei um peito pra fora, coloquei o copinho embaixo do mamilo e… Apertei, ela se aproximou de mim e ofereceu na minha boca.
— É melhor você chupar direto, puxa forte.
Soltiei o sutiã dela por trás, e sem mais amarras os dois peitos pularam na minha direção. Chupei até me saciar. Meu pau debaixo da bunda da Raquel fazia ela se erguer; ela se levantou só o suficiente pra puxar minha sunga pra baixo e, desviando um pouco o biquíni, enfiou o pau pra dentro.
— Eu quero ele batido e com espuma — ela disse.
Ela cavalgou em cima de mim, dessa vez gozou primeiro, quase derrubou o café em cima de mim. Tive que segurá-la, ela aguentou fincada até quase desfalecer. Quando eu ia gozar, levantei ela, tirei o pau, e ela meteu na boca. Dessa vez, foi engolindo tudo conforme o gozo saía, só murmurou:
— Tá yummy…
Sentada em cima de mim, com o pau mole mas rodeado pelos lábios dela, serviu o café. Tomamos saboreando com prazer. Quando ela desceu, meu pau brilhava com os sucos dela.
Quando voltamos, no caminho esburacado, minhas mãos passaram por baixo do sutiã, substituindo ele. Eu segurava os peitos dela e amassava enquanto ela rebolava no banco, sentindo meu pau duro entre as nádegas dela. Quando chegamos na casa da avó dela, esperei na rua enquanto ela subia e trocava de roupa. Quando desceu, não parecia a mesma, mas continuava gostosa pra caralho. Subiu na moto e foi embora, me mandando um beijo no ar. Eu voltei pra casa.
Na minha casa, ninguém perguntou sobre o passeio. Na real, só minha mãe e possivelmente minha tia estavam por dentro, mas eu não descartava que já era de conhecimento geral. Fiquei surpreso que ninguém me perguntou nada, e menos ainda a Raquel. Quem eu menos esperava que ficasse sabendo foi a mãe da Raquel, e foi por causa da porra do biquíni, por uma pergunta besta que a Raquel respondeu instintivamente.
— Raquel, filha, quando você vai experimentar o biquíni branco? Vai chegar o dia que você vai precisar e aí vai ter que se apressar.
— Não precisa, mãe, fica muito bom em mim, obrigada.
— Como você sabe, se ainda não abriram a piscina municipal? - Pois é… estreiei ele no rio.
- No rio? E com quem você foi?
- Fui outro dia, mostrei a poça pra um garoto.
- Ah é? E que garoto era, eu conheço?
- Sim, era o Manu.
- Manu? Aquele garoto que a gente conheceu na casa da vó?
- Isso, ele mesmo.
- E aí, ele gostou?
- Disse que ficava muito bem em mim.
- Tá, mas eu tava falando do rio. Raquel percebeu que tinha falado talvez mais do que devia, e isso que ela não conhecia bem a mãe; a mulher se fez de desentendida, mas anotou tudo direitinho. Com a desculpa de dar um recado pra filha, uma manhã apareceu Elvira, a mãe de Raquel, ficou conversando com minha tia, sem dúvida se conheciam há tempos. Aí minha tia teve a ideia de que ela bem que podia fazer uns vestidos, e Elvira achou perfeito, até prometeu largar os trabalhos que já tinha começado e meter a mão na massa. Num sábado, minha mãe e minha tia foram pra cidade pra ver tecidos pros vestidos, e de quebra iam visitar a Ana. Eu me ofereci pra cuidar do balcão, porque naquele dia ninguém trabalhava nos polos industriais e a clientela era mínima. No restaurante, o Ricardo dava conta de atender os clientes com a ajuda da Lisa; a Raquel e a Encarna cuidavam das poucas mesas ocupadas. A Lourdes ganhou folga. O dia foi tranquilo, até mais do que o normal, a ponto de as duas garçonetes virem pro balcão comigo pra bater papo. A Encarna tava afim de me provocar depois da cena no quarto dos funcionários. No corredor apertado atrás do balcão, ela aproveitava pra se esfregar em mim. A Raquel ria de ver o aperto que eu passava desviando das mãos da Encarna, que tentava me tocar em todo canto. Ela até se abaixou um pouco atrás das torneiras de chope, levantou a blusa até deixar a parte de baixo do sutiã à mostra. Eu tentava me esquivar como podia e evitava ela ao máximo, mas ela cada vez apertava o cerco, com a desculpa de que tinha… manchado, ela me fez limpar a mancha na camisa bem em cima da teta, primeiro com jatos de talco e depois mandou eu colocar a mão por baixo do tecido e esfregar. Eu já não sabia mais o que fazer pra ela me deixar em paz, e ainda mais na frente da Raquel, mas foi ela mesma quem me deu a solução ao decidir que o melhor era eu ir com a Encarna pro quarto e tirar a mancha, que ela cuidava do balcão. A garçonete me pegou pela mão e me arrastou literalmente até o quarto onde só tinha os armários e um banco comprido do lado dos chuveiros. Quando entramos, ela trancou a porta por dentro e, num movimento só, tirou a camisa — já não precisava mais inventar manchas. Colocou minhas mãos em cima do sutiã, enquanto ela tirava o dele, e eu fiquei segurando as taças. Ela se afastou um pouco pra trás e, quando a peça caiu no chão, minhas mãos ficaram no ar com o formato das tetas da Encarna. Ela se aproximou até encaixá-las nas minhas mãos. Me deu uma espécie de choque elétrico, ainda tinha na memória as da Raquel, mas quando toquei essas outras, não tinha nada a ver. Cabiam certinho nas minhas mãos, duras, quentes, macias e com uns bicos que, embora claros, se destacavam no meio de umas aréolas tipo bolacha maria. Eu me joguei pra lamber, chupar até os bicos ficarem muito mais salientes, roçando no meu céu da boca. Ela se deixava fazer enquanto ia soltando o cinto da minha calça. Só percebi quando a calça caiu no chão. Ela meteu a mão por baixo da cueca e tirou minha piroca já dura, descobriu ela, molhou com saliva e ficou batendo uma até deixar ela num tamanho extremo. Depois, baixou a calça dela e se inclinou sobre o banco no meio do quarto. Tava de calcinha lilás, com rendinha igual ao sutiã. Puxei pra baixo de uma vez, ela já tinha aberto as pernas o suficiente pra eu meter. Os ossos da bacia fina serviram de apoio pras minhas mãos. Apoiei a piroca na entrada e puxei ela em minha direção. Meti. que fosse ela quem enfiasse meu pau pra dentro, meio desequilibrada pela surpresa quase caiu, mas tava bem presa, minhas mãos na cintura dela e meu pau enterrado na buceta, o gemido que ela soltou acho que deu pra ouvir lá fora, mas ninguém veio, fiquei entrando e saindo sem parar, primeiro ela implorava pra eu não parar até ela gozar, depois pra eu continuar porque já tava gozando, e depois pra eu seguir até eu gozar. Segui as instruções dela à risca, quando me separei dela, pelos muslos dela descia um fio de porra minha e fluido vaginal, minhas bolas também pingavam sucos pra todo lado, ela ainda teve força pra se virar e chupar meu pau até deixar ele brilhando. Quando saímos do quarto, ela saiu primeiro, eu atrás, Raquel nos esperava ansiosa, principalmente olhando pra Encarna, interrogando ela com o olhar, quando viu como ela andava e que sentou na primeira mesa que encontrou, me sorriu, eu também não tava nada bem, minhas pernas ainda tremiam, quando substituí a Raquel, ela passou a mão na minha braguilha, claro que não encontrou meu pau. Continua.
- E aí, Manu? Tarde movimentada, hein?
Comecei a contar que a gente tinha brincado muito, que as meninas eram como umas garotas incansáveis, enfim, histórias que minha mãe, mesmo concordando com a cabeça, não acreditava em uma palavra. No fim, ela me interrompeu e disse…
- Vou te preparar um jantar bem caprichado, acho que você precisa.
Lembrei do ditado “Te conheço mais que sua mãe” — nesse caso, minha mãe me conhecia mais do que eu mesmo. Subi pro meu quarto logo depois de jantar. Minha mãe me aconselhou a deitar cedo, disse que “também” estava muito cansada. Agradeci a ela, sabia que naquela noite não íamos dividir a cama. Passei uma noite horrível, não parava de me virar na cama, até fiquei com dor nos rins por causa da posição no carro. Quase amanhecendo, fui ao banheiro mijar. Cruzei com minha tia Júlia, que descia do andar de cima com passos silenciosos; imaginei que tivesse arrumando alguma coisa. De manhã, senti minha mãe me beijar na testa e, depois de vestir o uniforme, sair do quarto em silêncio. Já era tarde quando saí do meu quarto. Minha intenção era ajudar no almoço, o bar devia estar cheio. Ao passar pela porta do quarto da Lisa, ela me chamou. Naquela hora, os únicos que costumávamos estar no andar éramos nós. Ela ainda estava se arrumando, me fez entrar e me sentei na cama. Ela ainda estava de pijama, mas já maquiada. Sentou do meu lado e pegou na minha mão.
- Como você passou a noite, primo? Eu, péssima, ainda não consigo sentar direito. Ontem você me fodeu bem, mas não tô reclamando, não. Você me levou ao céu. Você não tem ideia das mensagens que minhas amigas me mandaram, quase queimaram meu celular. Elas se achavam as sabidonas de tudo, mas a série de boquetes que você deu na gente, a gente nunca vai esquecer. - Fiquei muito feliz que vocês tenham se divertido ontem, eu também me diverti pra caralho, mas também não dormi bem, não parei de me mexer, os rins moídos e a boca quase desencaixada, tive que ir ao banheiro de manhã cedo. Ah! E cruzei com sua mãe.
- Com minha mãe? E onde ela tava?
- Sei lá, passava pelo corredor, ainda era de noite, me pareceu que ela descia do andar de cima.
- Puta que pariu, minha mãe… agora começo a entender umas coisas… olha.
Ela tirou da gaveta da mesinha o consolo que eu já tinha visto antes, era da mãe dela, tirou do plástico.
- Olha, tá sem uso há muito tempo, peguei ontem, tava do jeito que eu deixei, certeza que ela não usa mais e antes era quase todo dia, alguma coisa quer dizer, imagino o que tá rolando… minha mãe arrumou o quarto de cima por minha insistência pra você ficar sozinho quando viesse e assim poder te acompanhar muitas noites sem você ficar com sua mãe, quando já tinha feito isso, contratou o Ricardo, o garçom, no começo ele ficava num quarto alugado na vila, mas ela propôs deixar ele ficar no de cima e desde então… não usa mais o consolo, acho que o Ricardo resolveu o problema da rola e dessa vez ela tá quente.
Nós dois caímos na risada, era uma boa dedução e uma boa descoberta, prometemos ficar de olho neles e controlar. Ela se levantou e num instante vestiu um sutiã confortável e uma camisa escura com uma calça, não pude deixar de lembrar da tarde anterior, tudo aquilo eu tinha comido. A manhã foi como sempre, muito trabalho, a Raquel tava estressada como sempre, me aproximei e perguntei se ajudava, ela ficou feliz e me deixou servir também, os da mesa dos tarados ela servia, mas já não se abaixava pra não mostrar os peitos. Depois do almoço montamos as mesas e as garçonetes foram embora um tempo até o jantar, minha tia me disse pra dar um recado pra Lourdes, a garçonete, antes dela ir, já era tarde e achei que ela não tava mais. Entrei sem bater no quarto onde ficavam os armários, atrás da porta aberta de um deles apareceu a Encarna, fiquei sem graça, nem eu esperava que tivesse alguém nem ela que entrasse alguém, ela só estava de calcinha estampada de florzinha, cruzou os braços sobre os peitos, mas logo tapou a virilha, deixando os peitos na minha frente, eu não sabia pra onde olhar, ela sufocada e eu vermelho pela mancada, finalmente consegui balbuciar alguma coisa, ou perguntei pela Lourdes ou me desculpei saindo logo. Quando saí, minha tia e minha mãe estavam atrás do balcão, me viram sem fôlego e antes que eu pudesse explicar, saiu do quarto a Encarna, arrumando o cabelo, sorriu pra elas e se despediu. - Parece que viu um fantasma, Manu! - Pelo contrário, vi um anjo. Júlia olhou pra Clara e caíram na risada. De noite, as garçonetes me olhavam cochichando e riam, a única que parecia me defender era a Raquel, ela me contou que a Encarna tinha dito que eu entrei no quarto de troca de roupa e a vi pelada e que fiquei muito vermelho, eu contei minha versão que também não era tão diferente, só me justifiquei dizendo que não esperava que ela estivesse sem roupa e muito menos ela. - Também não é pra tanto, só vi rapidamente os peitos dela enquanto ela tentava tapar a calcinha, embora tivesse adorado ver mais, parece que ela tem um corpo bonito. - Pois ela diz que você viu os peitos bem à vontade e ficou olhando besta. Mas acho que a verdade é que ela queria que você tivesse visto ela toda pelada, você caiu bem pra ela, e tendo um corpo tão bonito como você diz… - Qual nada! Corpo bonito é o seu, embora tenha que admitir que à primeira vista você me enganou. - Como assim me enganou?, se você nunca viu. - Não te vi pelada, mas com minha visão de raio X te examinei toda. Ela riu gostoso, os peitos pulavam enquanto ria, eu seguia disfarçadamente. - Então não sei. O que mais você quer? Você já me viu de biquíni e bem de perto, pena que não tenho o tipo da Encarna…
- Encarna? Nem se compara, você tem uns peitos que apaixonam só de olhar, bom… se eu tivesse visto, e do resto nem quero pensar porque teria que me esconder atrás do balcão. Entre risadas, ela disse que eu era exagerado, eu falei em morder um peito dela e ela se encolheu como se fosse fugir.
- Pena que aqui não tem praia, porque eu adoraria te convidar um dia pra pegar sol e te deixar morena. Falei sem esperança, a praia era longe, se fosse na minha cidade, eu teria feito na hora, mas aqui e sem carro…
- Ei… aqui não tem praia, mas tem rio, o que você pensa? Acho que minhas orelhas se ergueram igual as do Thor quando ele ficava alerta, e eu topei na hora…
- Isso vocês chamam de rio? Se mal tem água.
- Isso é o que você acha, mas eu conheço um lugar com uma poça bem funda, é um pouco longe mas é muito bom.
- Pena que não tenho carro nem permissão pra te levar…
- Bom, eu tenho uma scooter, não corre quase nada mas pra ir e voltar dá conta.
- Ah! Então é uma boa ideia, mas saber quando a gente podia ir…
- Eu folgo depois de amanhã, mesmo que não seja feriado o rio vai continuar lá, suponho.
- Tá bom, vou falar com minha tia e se não precisarem de mim, a gente vai.
- Combinado, vou revisar a moto antes de sair. Dois dias depois, a gente tinha marcado de se encontrar embaixo da casa da avó dela, eu levei uma mochila com sunga, um boné e uma toalha, depois de dez minutos ela ainda não tinha vindo, eu já tava quase desistindo, só ficava olhando pros dois lados da rua, o que eu não esperava era que ela saísse do portão da avó dela, me sorriu de orelha a orelha e me disse com a cabeça pra segui-la, numa rua paralela ela tinha estacionado a moto, era bem nova e confortável, eu pensei que seria uma lambreta qualquer, debaixo do banco ela tirou dois capacetes, um ela colocou e o outro me deu, eu coloquei Pô, parecia um astronauta quando me vi no espelho, ela tava morrendo de rir. Me deu uma bolsa que tava carregando, pesava um bocado, não liguei muito porque bolsa de mulher, já sabe… Subiu na moto e eu sentei na garupa, quando ela arrancou me pegou desprevenido e quase caí pra trás, ela falou…
- Desculpa, é que não tenho muita prática em levar gente, se segura firme.
Coloquei a bolsa dela nas costas e passei os braços pela cintura dela, ela disse que era uns 15 km. Saímos da cidade, era na direção oposta do passeio anterior, mal tinham passado 5 minutos e ela desviou por uma estrada de terra, descendo pra um vale cheio de mato. A estrada era ruim, a moto ia devagar e ela com jeito desviava dos buracos, mas alguns não dava pra evitar e a gente dava um pulo, eu me segurava pra ficar firme, minhas mãos na barriga dela sentiam o calor da pele por baixo da camiseta. De vez em quando o pulo era maior e, além da suspensão da moto, tinha a suspensão do sutiã da Raquel, com a sobrecarga que ela carregava, várias vezes ela se apoiava nas minhas mãos. Eu ia subindo elas devagar e, com menos pulos e mais frequência, ia roçando a parte de baixo dos peitos dela que, apesar do tamanho, achei duros. Ela encostava a bunda no banco alongado e colocava entre minhas pernas, jogando as costas pra trás, a gente ia literalmente colado. Quase nem percebemos quando chegamos, a moto tinha nos levado até um bosque de bananeiras. Estranhei não ver o rio, mas ela mandou eu descer. A uns metros dali, a grama acabava e vinha uma laje de pedra. Ela me pegou pela mão e, quando a pedra terminou, apontou pra baixo. A uns 5 ou 6 metros abaixo da gente tava o rio, era estreito, mas bem debaixo se alargava num poço fundo, a água, embora limpa, escurecia bastante. Depois a água seguia por uma praiazinha de areia. Do lado de outra árvore tinha outra moto, e do rio subiam umas vozes, era outro casal que tinha chegado antes. Raquel me mostrou por onde descia por uma trilha bem inclinada até a margem, de baixo ainda parecia mais alto, o casal de jovens nos cumprimentou e a gente respondeu, eles contaram que era muito divertido pular da pedra no rio, eu não acreditei, mas o cara subiu correndo e de cima se jogou de pé, entrou feito um prego e na hora saiu sem quase levantar água, a gente aplaudiu, a mina também subiu, cruzou os braços sobre o peito e pulou, ainda fez melhor, o cara quis superar e se jogou de novo, mas dessa vez torceu um pouco e caiu de lado, o barulho foi feio, quando ele saiu tive que ajudar, tava com o lado vermelho do couro que tinha levado, a namorada correu até ele e ajudou a subir nas árvores, a gente perdeu eles de vista e em poucos minutos ouvimos a moto deles indo embora. Quando ficamos sozinhos, a Raquel me desafiou a pular, mas eu, sinceramente, não tava muito certo, ela quis ser a primeira, tirou a camiseta e o short, tava de biquíni branco que a mãe dela arrumou, deu uma voltinha rápida pra me mostrar e eu fiz um sinal de admiração que ela agradeceu. Subiu pela trilha e na hora apareceu em cima da pedra, de baixo ainda parecia mais escultural. Ela se posicionou na beirada e, cruzando os braços sobre o peito, se jogou, ficou uns segundos debaixo d'água que pareceram horas, saiu tossindo, tinha entrado um pouco de água pelo nariz, mas quando saiu fiquei maravilhado, à alegria de ver ela bem se juntava a de ver o biquíni molhado colado no corpo dela, a mãe dela tinha feito um bom trabalho, mas mesmo assim era como uma segunda pele. Me vi obrigado a retribuir e subi na pedra, ela de baixo me incentivava porque eu ainda não tinha coragem, finalmente criei coragem e me joguei, a luz virou escuridão, na hora a claridade da água e já tava fora de novo, tinha sido uma experiência excitante, a Raquel me abraçou quando saí pingando, ela também molhada me apertou contra ela, os peitos dela se apertaram contra mim. Logo em seguida ela se animou pular de novo ela, subiu correndo e apareceu em cima da pedra, dessa vez tapou o nariz com a mão pra evitar água e se jogou sem mais, entrou limpinho, quando levantou a cabeça sorria feliz, tinha feito um salto perfeito, ao sair na beira fiquei petrificado, ela não tinha percebido, mas ao entrar na água o sutiã subiu até o pescoço e deixou os dois peitões lindos dela bem à mostra na minha frente, não falei nada até ela chegar perto de mim, meus olhos não conseguiam desgrudar deles e seguindo meu olhar ela chegou nos mamilos, rapidamente se cobriu, mas tinha muita coisa pra cobrir e não conseguiu, no fim vendo que eu tava morrendo de rir, desistiu e soltando o sutiã por trás jogou longe. Saiu correndo pra água e entrou até o pescoço, eu segui ela e quando alcancei fui pra cima, ela tentou me afastar jogando água com as mãos, mas eu já tava cego e quando abracei ela desistiu de se defender, me abraçou e me beijou, não foi um beijo de paixão mas o suficiente pra me mostrar que tava de boa comigo e agora, meus braços envolveram o corpo dela e ficamos um tempinho nos beijando no rosto, no pescoço e na boca, nossos corpos colados não se mexiam até que Raquel pegou minha sunga e puxou até o joelho, eu de vingança mergulhei e fiz o mesmo com ela mas até o tornozelo, na hora vi a calcinha dela boiando do nosso lado, com um pé terminei de tirar a minha que também subiu pra superfície, nos abraçamos de novo, dessa vez meu pau já colou na barriga dela, ficou preso entre nossos umbigos, peguei ela pela bunda pra apertar mais contra mim, a dureza do pau nos unia mais do que separava. Raquel se afastou só o suficiente pra pegar minha cabecinha e colocar no começo dos lábios dela, lembrei como a rachadura dela começava lá em cima, ela se colou de novo em mim, a água serviu de lubrificante e meu pau foi deslizando entre os lábios dela, foi um passeio longo, quase sem interrupção pela parada no clitóris dela que eu passei e segui até que seus lábios menores me receberam, a garota só abriu as pernas o suficiente pra envolver meu pau com os lábios, o calor que me davam contrastava com o frio da água e me senti aquecido, peguei ela pelas axilas e levantei, na água quase não pesava e ao baixar, Raquel abriu as pernas e se deixou penetrar pelo meu pau que apontava pra cima, aí sim me senti em casa, a garota ao me sentir dentro dela me abraçou de novo, ficando parada, estava saboreando a sensação do meu pau quente, pendurada no meu pescoço, envolveu minha cintura com as pernas e se deixou cair até que a buceta dela grudou em mim, com as mãos livres eu pegava nos peitos dela, não os cobria inteiros, mas amassava e juntava ou separava, podia fazer o que quisesse com eles, os mamilos dela roçavam nos meus, nos deixamos levar pela corrente até encalharmos na margem, na areia, com metade do corpo fora d'água, Raquel me recebeu entre as pernas, meu pau chapinhava ao entrar e sair e os peitos dela, ao balançar com as estocadas, faziam ondas, percebi ela tremer e não era de frio, as sacudidas que deu levantaram a areia do fundo e quando eu ia gozar, ela puxou de mim e colocou meu pau entre os peitos dela, fechou eles e o fez desaparecer, mesmo eu me mexendo, minha cabeça não aparecia em lugar nenhum, gozei mesmo assim, quando ela separou os peitos, em todo o canalzinho, uma massa esbranquiçada e viscosa com um cheiro forte de porra escorria até a água. Na areia molhada ficamos um tempo, meu pau caído de lado descansava, ela com os dedos espalhava minha porra entre os peitos, molhando com atenção especial os mamilos escuros, depois chupou os dedos. Já tinha passado um tempo quando vi que o sol estava indo embora, me levantei de quatro e, passando por cima da cabeça dela, beijei seus lábios, continuei descendo, os peitos dela brilhando de porra me souberam a torta de chocolate, o umbigo cheio de água e suor, um pouco salgado, mas quando cheguei na buceta dela, minha língua teve que separar os longos lábios desde muito Pronto, apertando pra direita e pra esquerda fui me abrindo caminho até achar o clitóris, não era muito grande pro tamanho da buceta, mas puxei a pele e ele apareceu tipo uma amêndoa descascada. Raquel já tinha recebido na cara a pica que tava balançando na minha frente, esperou ela passar pela testa e pelos olhos, mas quando chegou perto do nariz dela, ela abriu a boca e esperou. Ela mesma entrou, se acomodou entre os lábios da Raquel, levantou a cabeça só o suficiente pra engolir quase inteira e sugou, o que sobrou entrou de vez. Minha língua já tinha separado os lábios menores dela, revelando a entrada da buceta que eu já conhecia graças à gentileza da mãe dela. Enfiei a língua o mais fundo que pude, saboreei os sucos que a água não tinha conseguido tirar e aspirei. A bunda dela não era grande, mas dava e sobrava pra eu agarrar as nádegas e lamber até ela desfalecer. Ela, com as mãos, pegava minhas bolas e amassava, não aguentei, gozei sem esperar por ela. Ela tossiu, não conseguiu engolir toda a porra que jorrava, e tirou a pica da boca. Vários jatos caíram na cara dela, aí ela engoliu de novo e limpou a pica com a boca. Eu continuei chupando a buceta dela, ela só abriu mais as pernas pra eu enfiar mais e mais língua. Gozou e fechou as pernas de repente, prendendo minha cabeça. Tive que esperar os espasmos passarem pra conseguir respirar direito. Quando virei, ela só conseguia me ver com um olho, o outro tava coberto por uma cortina de porra. A gente catou as roupas espalhadas pela areia e vestiu. Subindo a trilha, eu ia dando tapas na bunda dela, ela ria tentando fugir. Da bolsa que ela trouxe, tirou dois sanduichões, umas cervejas e uma garrafa térmica com café. Ficamos comendo nas toalhas, o sol já tava caindo e não dava mais vontade de voltar pra água. Pra servir o café, ela sentou no meu colo, ia abrir a garrafa quando eu falei… — Quero um café com porra. Abaixei o sutiã dela e tirei um peito pra fora, coloquei o copinho embaixo do mamilo e… Apertei, ela se aproximou de mim e ofereceu na minha boca.
— É melhor você chupar direto, puxa forte.
Soltiei o sutiã dela por trás, e sem mais amarras os dois peitos pularam na minha direção. Chupei até me saciar. Meu pau debaixo da bunda da Raquel fazia ela se erguer; ela se levantou só o suficiente pra puxar minha sunga pra baixo e, desviando um pouco o biquíni, enfiou o pau pra dentro.
— Eu quero ele batido e com espuma — ela disse.
Ela cavalgou em cima de mim, dessa vez gozou primeiro, quase derrubou o café em cima de mim. Tive que segurá-la, ela aguentou fincada até quase desfalecer. Quando eu ia gozar, levantei ela, tirei o pau, e ela meteu na boca. Dessa vez, foi engolindo tudo conforme o gozo saía, só murmurou:
— Tá yummy…
Sentada em cima de mim, com o pau mole mas rodeado pelos lábios dela, serviu o café. Tomamos saboreando com prazer. Quando ela desceu, meu pau brilhava com os sucos dela.
Quando voltamos, no caminho esburacado, minhas mãos passaram por baixo do sutiã, substituindo ele. Eu segurava os peitos dela e amassava enquanto ela rebolava no banco, sentindo meu pau duro entre as nádegas dela. Quando chegamos na casa da avó dela, esperei na rua enquanto ela subia e trocava de roupa. Quando desceu, não parecia a mesma, mas continuava gostosa pra caralho. Subiu na moto e foi embora, me mandando um beijo no ar. Eu voltei pra casa.
Na minha casa, ninguém perguntou sobre o passeio. Na real, só minha mãe e possivelmente minha tia estavam por dentro, mas eu não descartava que já era de conhecimento geral. Fiquei surpreso que ninguém me perguntou nada, e menos ainda a Raquel. Quem eu menos esperava que ficasse sabendo foi a mãe da Raquel, e foi por causa da porra do biquíni, por uma pergunta besta que a Raquel respondeu instintivamente.
— Raquel, filha, quando você vai experimentar o biquíni branco? Vai chegar o dia que você vai precisar e aí vai ter que se apressar.
— Não precisa, mãe, fica muito bom em mim, obrigada.
— Como você sabe, se ainda não abriram a piscina municipal? - Pois é… estreiei ele no rio.
- No rio? E com quem você foi?
- Fui outro dia, mostrei a poça pra um garoto.
- Ah é? E que garoto era, eu conheço?
- Sim, era o Manu.
- Manu? Aquele garoto que a gente conheceu na casa da vó?
- Isso, ele mesmo.
- E aí, ele gostou?
- Disse que ficava muito bem em mim.
- Tá, mas eu tava falando do rio. Raquel percebeu que tinha falado talvez mais do que devia, e isso que ela não conhecia bem a mãe; a mulher se fez de desentendida, mas anotou tudo direitinho. Com a desculpa de dar um recado pra filha, uma manhã apareceu Elvira, a mãe de Raquel, ficou conversando com minha tia, sem dúvida se conheciam há tempos. Aí minha tia teve a ideia de que ela bem que podia fazer uns vestidos, e Elvira achou perfeito, até prometeu largar os trabalhos que já tinha começado e meter a mão na massa. Num sábado, minha mãe e minha tia foram pra cidade pra ver tecidos pros vestidos, e de quebra iam visitar a Ana. Eu me ofereci pra cuidar do balcão, porque naquele dia ninguém trabalhava nos polos industriais e a clientela era mínima. No restaurante, o Ricardo dava conta de atender os clientes com a ajuda da Lisa; a Raquel e a Encarna cuidavam das poucas mesas ocupadas. A Lourdes ganhou folga. O dia foi tranquilo, até mais do que o normal, a ponto de as duas garçonetes virem pro balcão comigo pra bater papo. A Encarna tava afim de me provocar depois da cena no quarto dos funcionários. No corredor apertado atrás do balcão, ela aproveitava pra se esfregar em mim. A Raquel ria de ver o aperto que eu passava desviando das mãos da Encarna, que tentava me tocar em todo canto. Ela até se abaixou um pouco atrás das torneiras de chope, levantou a blusa até deixar a parte de baixo do sutiã à mostra. Eu tentava me esquivar como podia e evitava ela ao máximo, mas ela cada vez apertava o cerco, com a desculpa de que tinha… manchado, ela me fez limpar a mancha na camisa bem em cima da teta, primeiro com jatos de talco e depois mandou eu colocar a mão por baixo do tecido e esfregar. Eu já não sabia mais o que fazer pra ela me deixar em paz, e ainda mais na frente da Raquel, mas foi ela mesma quem me deu a solução ao decidir que o melhor era eu ir com a Encarna pro quarto e tirar a mancha, que ela cuidava do balcão. A garçonete me pegou pela mão e me arrastou literalmente até o quarto onde só tinha os armários e um banco comprido do lado dos chuveiros. Quando entramos, ela trancou a porta por dentro e, num movimento só, tirou a camisa — já não precisava mais inventar manchas. Colocou minhas mãos em cima do sutiã, enquanto ela tirava o dele, e eu fiquei segurando as taças. Ela se afastou um pouco pra trás e, quando a peça caiu no chão, minhas mãos ficaram no ar com o formato das tetas da Encarna. Ela se aproximou até encaixá-las nas minhas mãos. Me deu uma espécie de choque elétrico, ainda tinha na memória as da Raquel, mas quando toquei essas outras, não tinha nada a ver. Cabiam certinho nas minhas mãos, duras, quentes, macias e com uns bicos que, embora claros, se destacavam no meio de umas aréolas tipo bolacha maria. Eu me joguei pra lamber, chupar até os bicos ficarem muito mais salientes, roçando no meu céu da boca. Ela se deixava fazer enquanto ia soltando o cinto da minha calça. Só percebi quando a calça caiu no chão. Ela meteu a mão por baixo da cueca e tirou minha piroca já dura, descobriu ela, molhou com saliva e ficou batendo uma até deixar ela num tamanho extremo. Depois, baixou a calça dela e se inclinou sobre o banco no meio do quarto. Tava de calcinha lilás, com rendinha igual ao sutiã. Puxei pra baixo de uma vez, ela já tinha aberto as pernas o suficiente pra eu meter. Os ossos da bacia fina serviram de apoio pras minhas mãos. Apoiei a piroca na entrada e puxei ela em minha direção. Meti. que fosse ela quem enfiasse meu pau pra dentro, meio desequilibrada pela surpresa quase caiu, mas tava bem presa, minhas mãos na cintura dela e meu pau enterrado na buceta, o gemido que ela soltou acho que deu pra ouvir lá fora, mas ninguém veio, fiquei entrando e saindo sem parar, primeiro ela implorava pra eu não parar até ela gozar, depois pra eu continuar porque já tava gozando, e depois pra eu seguir até eu gozar. Segui as instruções dela à risca, quando me separei dela, pelos muslos dela descia um fio de porra minha e fluido vaginal, minhas bolas também pingavam sucos pra todo lado, ela ainda teve força pra se virar e chupar meu pau até deixar ele brilhando. Quando saímos do quarto, ela saiu primeiro, eu atrás, Raquel nos esperava ansiosa, principalmente olhando pra Encarna, interrogando ela com o olhar, quando viu como ela andava e que sentou na primeira mesa que encontrou, me sorriu, eu também não tava nada bem, minhas pernas ainda tremiam, quando substituí a Raquel, ela passou a mão na minha braguilha, claro que não encontrou meu pau. Continua.
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