Ana e eu 7

JÁ QUASE CHEGANDO NO FINAL
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS E PELOS PONTOS DE VOCÊS
ESPERO NÃO ENCHER O SACO DE VOCÊS















Já era madrugada de domingo, o celular não parava de tocar, eu não queria atender, só tinha fúria e depressão dentro de mim. Sabia que, por mais que quisesse, com a Ana nada seria igual. Não conseguia tirar da cabeça a imagem do cu dela sendo destruído por aquela pica enorme, e ela gritando e gozando como nunca ouvi. Quanto mais pensava, mais chorava. Sabia que nunca ia conseguir fazer ela gozar daquele jeito. Até aquele momento, mesmo que ela tivesse transado com outros, a diferença não era tão absurda. Desliguei o celular e, mesmo assim, por mais cansado que estivesse, não conseguia dormir. Toda vez que fechava os olhos, via aquela imagem e me sentia pior. Até que, não sei quando, desabei naquela cama e consegui dormir profundamente até depois do meio-dia. Como ainda tinha grana, paguei mais uma noite. Tava pago até segunda às 20h. Então depois saí pra caminhar. Sentei numa praça e, enquanto olhava as pessoas, comecei a pensar no que fazer. Não queria voltar nunca mais, mas tava sozinho, quase sem dinheiro e sem trampo. Então tomei uma decisão: ia jogar tudo ou nada, enfrentar eles, mas mais calmo. Na segunda à noite, iria vê-los, já sem tanta dor, só com sede de vingança. Nada mais. Era a única coisa que me movia. Meus velhos tinham me traído pior que a Ana. Foi por isso que trouxeram o Ricardo. Precisava me acalmar, me serenar e sugar tudo deles pra poder ir embora pra longe e nunca mais ver a cara deles. Chegou segunda-feira e, de manhã, como o dia tava pago, fui até a oficina do Fernando. Quando entrei, o Fer me abraçou e disse:

FER, cadê você, Fede? A gente ficou doido te procurando pra todo lado.

Tudo bem, Fer. Agora só quero trabalhar e vou te pedir um favor.

Faz o que for, mas primeiro a gente precisa conversar. Vem, senta aqui, toma um café e bora bater um papo, pode ser?

Não dava pra recusar, sabia que dependia dele pra realizar meu plano. Precisava conseguir grana pra me virar sozinha, pelo menos me manter por um mês enquanto procurava um novo trampo e sumir de vez. Isso ia levar um tempo que eu planejava que não fosse muito longo.

Tá bom, Fer, vamos.

FER, no acabou sendo tão liberal assim
como eu ou como seu velho, nem mesmo como o Juan. Você acaba confundindo sexo com amor, e isso é o pior inimigo do amor verdadeiro. Cê acha que a Maria não me ama? Cê acha que eu não amo a Maria? Ou que entre seus pais não tem amor?
Não fede, a gente vive o amor de outro jeito, a gente satisfaz nossas mulheres em tudo e elas fazem o mesmo com a gente. A Maria não conseguiria viver sem mim, olha como ela cuida de mim, cuida de tudo, não só manter minha roupa limpa e a comida quentinha, mas de tudo. Se me vê mal, ela se desespera, se me vê deprimido ou sobrecarregado, nem te conto. Ninguém ousa me fazer mal porque ela seria a pior inimiga. Isso é amor, e não o sexo. Alguém que te mima de noite, que quer saber o que tá rolando com você, que conversa contigo e conta todas as coisas boas e ruins dela, e você sabe que também pode fazer o mesmo, que nunca vai te julgar por nada. O amor tem muito pouco a ver com sexo, Fede. O sexo é secundário, só serve pra gente gozar junto, pra essas duas pessoas que se amam gozarem, só isso. Assim não tem mentira nem traição, assim tem liberdade e é o melhor.


Te entendo, Fer, mas não é o meu caso. Olha, Ana, naquela mesma noite ela jurou na frente do Juan que aquela noite seria só entre nós dois. A gente já sabia, e acho que todo mundo sabia, que ia rolar uma puta festa de sexo, ou não?

FER, sim, claro que sim, mas

Deixa eu terminar, como te falei, ela me jurou que naquela noite, mesmo que tivesse sexo à vontade, ela só ia ficar comigo, e isso ela jurou na frente do Juan, ele é minha testemunha. Mais ainda, perguntei se ela transaria com o Juan, mesmo sem saber do tamanhão do pau dele, e ela disse que só faria se eu pedisse. Como é que eu vou acreditar nela? Ela não é sincera, mente, e me desculpa, eu sei que ela é sua filha e você a adora, mas ela é uma puta fogosa e se entrega de bandeja pro primeiro pau que vê, foi isso que ela me mostrou. Aconteceu assim com meu velho em casa, e pior ainda, depois disso ela me disse que nunca mais, e repetiu com o Ricardo, depois de ter me prometido e jurado que aquela noite ia ser só minha porque era a nossa grande noite, a noite em que estávamos realizando nosso sonho, tudo parecia perfeito e foi tudo pro caralho por causa da safadeza dela.

FER siii, siii, tá bom, mas tu também vai entrar nessa, hein.

Não, ferrar, é aí que muitos se enganam. Ela me provoca pra fazer isso, ela me pediu pra te comer e também pra pegar a Mari. Agora quero que seja sincero comigo, porque se mentir, vou descobrir do mesmo jeito. O que aconteceu depois que eu fui embora? Mas quero a verdade, porque se eu descobrir que mentiu, não vou te perdoar, e você sabe muito bem que vou saber o que realmente rolou depois que eu fui embora.

FER tá bem, prefiro que você saiba por mim e não pelos outros, acho que isso te faria sofrer mais. Você foi embora putasso, e seus pais ficaram muito mal, não sabiam pra onde você tinha ido, mas o Juan disse que provavelmente você tinha ido pra sua casa. A Maria, enquanto isso, consolava a Ana, que também tinha ficado mal, mas era lógico, você tinha ido embora puto com ela e ela tava com a buceta em chamas graças à pica do Ricardo, realmente tinha destruído ela. Então a Mari foi pegar um creme pra aliviar a dor e passou nela. Enquanto isso, o Juan, ao ver como tinham deixado o cu da Anita e como a Maria passava o creme, ficou excitado e me perguntou se a minha não doía. E a verdade é que ardia, e bastante, mas não tanto. Então ele mandou eu mostrar, e quando eu me abaixei pra mostrar, veio o seu pai e meteu a pica na minha boca. Não consegui me segurar e chupei ela na hora, enquanto o Juan disse: "ESSE FILHO DA PUTA AINDA TEM FOME" e me enfiou com força, mas com muita força mesmo. Me fez ver estrelas, e seu pai segurou minha cabeça e me deu uma mamada impressionante, quase igual à que você costuma me dar. Enquanto isso, o Ricardo já tinha pegado sua mãe e tava partindo ela ao meio, mas ela já tá acostumada com essa pica e só gozava como uma puta. Foi aí que a Mari disse: "E EU, QUANDO É MINHA VEZ?". Aí o Juan largou meu cu e seu pai soltou minha boca e disse: "VAI, corno, DÁ PICA PRA ESSA PUTA". Eu obedeci e tivemos a melhor transa em anos com a Maria. Enquanto isso, o Juan se juntou ao Ricardo e sua mãe gozava como louca com as duas picas que entravam nela ferozmente. Seu pai viu a Ana e não perdoou, ela tava entregue já que você tava faltando e, como você disse que não queria mais saber dela, ele comeu ela primeiro pela buceta e depois pelo cu. Aí sim ela sofreu de novo, dá pra ver que o creminho não fez efeito, mas depois de um tempo ela tava pedindo mais e mais. Então o Ricardo tirou seu pai e o Juan comeu ela pela buceta, mas quando o Ricardo entrou pelo cu dela, aí foi algo digno de Filmando, Anita se contorcia igual uma gata pedindo pra parar, mas quando pararam, ela pedia mais e mais. Ricardo não teve pena, comeu ela igual fez com a Mari, mas Anita não tá acostumada a receber tanta pica, então chorava de dor e prazer ao mesmo tempo. Juan gozou nela rapidinho, e Ricardo demorou um pouco mais. Enquanto isso, seu coroa tirou a Mari de mim e meteu até ela não aguentar mais, já exausta e sem querer saber de nada. Quando Ricardo encheu o cu da Anita, ele falou pro Juan: "SÓ FALTA VOCÊ, MANO". E pra surpresa de todo mundo, Juan chupou ela igual um profissional. Não sei como ele conseguiu engolir inteira, mas não deixou ele penetrar, teve medo daquela pica. Quando cansou de chupar, se jogou pro lado e aí tudo acabou — estávamos exaustos. Foi então que Anita te ligou e percebeu que você tinha desligado o celular. Aí ela disse: "O QUE EU FIZ? COMO ME DEIXEI LEVAR? AGORA NUNCA MAIS VOU RECUPERAR O FEDE". Sua mãe falou pra ela ficar tranquila, que se você gostasse dela, voltaria, e que ela esquecesse você naquela noite e pensasse no que foi bom e gostoso. Anita não disse nada, só foi pro quarto e se trancou. Aí Juan disse que se você não voltasse, ele ia falar pro Mário que o caminho tava livre, porque você tinha largado ela. Eu falei que isso não se faz com um amigo, e ele disse que não aguentava ver a irmã dele chorando por sua causa. Tomamos umas cervejas e fomos dormir. Quando acordei e fui no banheiro, vi que o Ricardo tava com a Ana no quarto dela. Não tive coragem de entrar, mas deu vontade de falar um monte. Quando voltei a deitar, seu coroa tinha acordado e falou pra eu ficar de boa, que o Ricardo tava consolando ela. Eu falei: "CLARO, TÁ ARREBENTANDO O CU DELA DE NOVO, NÉ? É ASSIM QUE ELE CONSOLA". Ele disse que não, que ia falar com o Fede e fazer ele entrar na razão, que você ia entender e voltar pra ela. Hoje à tarde vamos com a Ana procurar uma casa. O Ricardo comprou os móveis de manhã. Vamos nos encontrar todos em casa, então você decide se quer vir um pouco antes e arrumar tudo pra gente ir. juntos pela casa e ser feliz com a Ana

Não, valeu, fi, tu não entendeu nada. Eu não tenho nada pra resolver com a Ana, deixa ela em paz. Ela não me ama, não importa o que você diga, é assim. Ela só ama as picas, e se forem grandes, melhor. Vê como é que ela me ama: eu fui embora e ela continuou trepando como se nada tivesse acontecido. Ela se deixou arrebentar de novo pelo pauzão do Ricardo. Parece que ela gostou demais, e pra ele foi um sucesso total. Quem na idade dele não quer comer uma mina gostosa como a Ana? Ele realizou o sonho dele, e a Ana também, porque conseguiu se acabar com uma piroca grande. O que mais elas podem querer? Agora que sejam felizes, que ele coma ela todo santo dia até cansar dela. Tô nem aí, e me desculpa, eu sei que ela é sua filha e te dói, mas dói mais em mim. Sabe por quê? Porque eu amo ela, e podendo ter traído ela com outra, não fiz. Fiquei sozinho, feito um cachorro traído pelos meus velhos, meus sogros e meu amigo de infância. Devo estar fazendo algo errado. Então agora vamos trabalhar, se é que ainda tenho emprego, e te peço um favor: você nunca me viu, tá claro? Se não for assim, eu vazo.

FÉR tranquilo, fede tranquilo, ninguém traiu, eu não vou falar nada, mas as coisas se resolvem conversando, acredita em mim, por favor.

Não, sério, vocês me entendem, nesse momento não tem solução e se a gente sentar pra conversar é pra piorar, te garanto. Talvez com o tempo a gente consiga falar sobre isso com menos dor, mas hoje NÃO.

FER, beleza então, bora trabalhar que não vou te deixar na mão. E como sei que não quer aparecer na sua casa, fica pra dormir aqui, tem o sofá. Quando a Mari chegar, se quiser, fala com ela, e se não quiser, se esconde no teu quarto que não vou te dedurar. Mas depois a gente continua conversando.

Valeu, Fer, tu é foda pra caralho.

Nós começamos a trabalhar, a Fer me disse que pra não me preocupar com a grana, que ela ia me ajudar, eu realmente me senti acolhido. No meio-dia, a Maria entrou e eu fui pro quarto, a Fer entendeu na hora que eu não queria falar com ela, respeitou minha palavra, não disse nada sobre minha presença, e elas começaram a bater um papo.

MARIA, sinceramente, não entendo o Fede. Ele parecia tão liberal. Além disso, não sei por que ele ficou tão puto com a Anita. Ele é muito egoísta.

FER nãooo, mari não é assim

MARIA como assim não, ele pode comer quem ele quiser que ela nunca reclamou de nada, e quando ela come com quem faz ela gozar ele fica puto e vai embora? Isso não é ser egoísta? Vamos, ferrrr

FER, beleza, mas ela fica provocando ele pra comer outras. Ele não faz isso, e ela conhece ele melhor que ninguém.

MARIA a nãooo e quando foi a festa na casa dela? Qualé, não defende ela também não.

FER, isso foi outra coisa, era uma troca de casais. Agora, a Anita já sabia que tem coisas que o Fede não gostava. Lembra do que rolou com o pai? Acho que ele tá magoado e, no fundo, ele tem um pouco de razão.

MARIA, você esteve falando com ele, não adianta mentir pra mim. Como ele está? Onde ele está? Ele deixou todo mundo com o coração na mão, a mãe dele tá desesperada e você já sabe como a Anita está, não para de chorar, diz que se acontecer alguma coisa com ele, ela se mata. Por favor, se você falou com ele, me conta, ou conta pra ela, é sua filha, acalma ela, ela tá toda cagada de preocupação. Fernando, entende?

FER siiiii, diz pra ela que essa tarde tem novidade, que ela se arrume gostosa como ela é e se prepare pra uma surpresa bem boa.

MARIA, você falou com ele e não me conta nada, vai lá Fernando, me diz o que tá rolando, por favor, cadê o Fede?

FER vai, vai pra casa, fala pra Ana vir que quero falar com ela.

MARIA, não vou nada, me conta já.

FER, olha, Maria, poucas vezes você me viu assim. Faz o que eu tô mandando e termina isso, por favor. Quero falar com a minha filha agora.

MARIA tá bem, tá bem, mas depois me conta tudinho, hein

Maria saiu puta da vida com o Fer. Ele veio no quarto e me disse: "JÁ OUVIU COMO É QUE TÁ A SITUAÇÃO? EU CUMPRI, NÃO TE DEIXEI NA MÃO. MAS ME DIZ, JÁ NÃO PAGUEI COM SOBRA O QUE ELA FEZ? QUE PROVA MAIOR DE AMOR VOCÊ QUER? AGORA VOU FALAR COM ELA, TENTAR ACALMAR. É MINHA FILHA, SABE? E SE ELA FEZ MERDA, TALVEZ, MAS MERECE TANTO CASTIGO ASSIM? ACHO QUE SE VOCÊ AMA ELA DE VERDADE, NÃO VAI GOSTAR NADA DE VER ELA SOFRER ASSIM.

Se tiver toda razão, mesmo que eu esteja sofrendo, dói mais ainda ver ela sofrer. Não vejo a hora de ela chegar e te peço, por favor, que nos deixe a sós. Não quero passar por isso nunca mais, não quero que ela sofra e também não quero sofrer.

Ana apareceu na oficina de mãos dadas com a Maria. Fer disse: "ANITA, SENTA AQUI. E VOCÊ, MARIA, VEM COMIGO AGORA.

MARIA, mas você vai deixar ela sozinha aqui?

FER sabe muito bem o que eu tô fazendo, véia. Vamo que tem que conversar.

Eu tava no quarto, elas não tinham me visto, mas quando falei "TÊM", os olhos das duas brilharam.

MARIA, tu é um filho da puta.

FER, vamos lá, eles precisam de privacidade.

Maria saiu da oficina resmungando e, para o espanto da Ana, fui ao encontro dela. Ela se levantou como uma mola e se jogou nos meus braços, dizendo: "NUNCA MAIS, TE JURO, NUNCA MAIS, love, NUNCA MAIS". Não me deixou dizer nada, só me beijava como se fosse a última vez. Quis dizer mil coisas, mas não conseguia, não saía uma palavra. Abracei ela com força, com muita força, e beijei fundo, acariciando suas costas, sua cabeça, seu cabelo. E aí ela relaxou a tensão, acho que se sentiu perdoada ou algo assim, não sei e nunca perguntei. Sentia o coração dela batendo no meu peito através da camiseta e dos peitos dela, era o galope de um cavalo desembestado. Peguei ela pela cintura e puxei contra meu corpo, ela sentiu a pressão da minha pélvis e desceu uma mão até minha bunda pra apertar mais fundo. Minha mão foi até um dos peitos dela, acho que o direito, e fuçando encontrei o mamilo duro como pedra, onde meus dedos começaram a brincar. Ela não ficou atrás, e as mãos dela percorreram minha rola por cima da calça, acariciando de leve e suspirando devagar. Devagar, tirei a camiseta dela, e ela fez o mesmo comigo. Assim, com o torso nu, abracei ela de novo e sentir a pele dela tremer me fez vibrar. Beijei o pescoço dela, a orelha e os lábios, enquanto ela continuava acariciando meu pau, tudo isso sem falar uma palavra, só nos olhávamos nos olhos de vez em quando. Ela foi se deixando deslizar pra baixo até chegar na minha cintura. Não queria parar de beijar ela, mas deixei ela fazer o que queria. Ela desabotoou minha calça, que caiu nos meus pés como se nada, puxou minha cueca pra baixo e lá pulou livremente minha rola ereta, que bateu na cara dela. Ela só abriu a boca e meteu pra chupar, como se fosse o pirulito mais gostoso que já tinha provado. Eu só consegui acariciar a cabeça dela e brincar com o cabelo, enquanto não aguentava segurar tanto prazer. Comecei a gemer baixinho e quis dizer algo, mas ela falou "NÃO" e eu entendi o que ela queria. Senti que ela só queria nossos Os corpos falaram, e isso me fez tremer de um jeito que não consegui evitar de gozar na boca dela. Ela se tocava no clitóris quando abriu a boca e, olhando nos meus olhos, me mostrou como se deliciava e engolia meu gozo. Se levantou e, sem tirar os olhos de mim, abriu a boca pra eu beijar. Eu beijei com muita paixão. Meu pau, que ainda estava duro, encostou na buceta dela coberta pela calcinha fio dental. Não precisei pedir; minhas mãos foram até lá e liberaram a ppk encharcada dela pra invadir com meu pau devagar até o fundo. Enquanto eu entrava, ela gemia e se soltava, como se estivesse se entregando completamente ao meu desejo e ao dela. Comecei a montar nela e percebi que nada tinha mudado no nosso sexo. De repente, veio na minha cabeça a imagem do pau do Ricardo entrando no cu dela. Foi um momento foda. Any continuava gemendo, e algo em mim tinha mudado. Me perguntei se eu não estava imaginando que quem tava comendo ela era o Ricardo. Isso eu nunca ia saber, mas precisava descobrir.

Você tá gozando, hein?

ANA siiiii, papai, como nunca antes, rei, você é o máximo

Assim que eu te comia, Ricardo Anita, assim que você sentia, mais fundo?

ANA nooo, papai, nooo, não me castiga assim, você sabe que é o máximo, ninguém como você, amorrr, só você me faz voarrrr

Eu até acreditaria em você, se não tivesse visto como o Ricardo destruía a sua bunda e você se revirava de prazer por causa disso. Isso aqui é um brinquedo perto da pica dele. Quer ver que você nem sente ele no cu?

ANA nãooo, papai nãooo, a sua é a melhor e foi a primeira, continua assim, amorrrr, que bem que você faz, minha vidaaaa

Vi como eu te desvirgo o cu de novo, enquanto você geme mais, ai meu deus, te desvirgo e você gozou, não pode negar, putinha, eu te vi, ele te fez gozar como nunca, sim, até quando ele tirou você continuava gozando, vagabunda.

ANA siiiii, papai, siiiii, mas você é o melhorrrramorrr, juro por Deus

Fiquei indignado com as mentiras dela. Tirei a pica da buceta dela, que já dava pra ver que tinha gozado várias vezes, e apoiei no cu dela, que não tava nem lubrificado nem dilatado. Ela sabia o que ia rolar, mas não falou nada, só abriu mais as nádegas e procurou minha boca pra beijar. Apoiei a cabeça no cu dela e empurrei com força. Custou pra entrar, mas ajudou um pouco que ela tava encharcada com os próprios fluidos. Ela se contorcia e dava pra ver na cara dela que tava sofrendo.

Assim que eu te arrebentava, Riky. Não é assim que você gosta, Anita? Pois é, aí está, aproveitaaaa!

Ana começou a chorar que nem uma criança, além da dor, era por causa das minhas palavras, minhas reclamações, minhas queixas. Eu falei CHEGA NÃO ADIANTA NADA FAZER ELA SOFRER ASSIM. Tirei ela, beijei fundo e meti de novo na buceta dela pra fazer ela gozar, mas ela não parava de chorar.

Chega, amor, chega. Vamos gozar juntos, Ricardo. Nunca mais. Abracei ela com muita força enquanto minha cavalgada continuava num ritmo lento. Ela se agarrou nas minhas costas e, cravando as unhas, disse: NUNCA MAIS, AMOR, NUNCA MAIS. Minha raiva e minha bronca tinham ido embora de vez. Algo dentro de mim dizia que ela era minha pra sempre. Talvez fosse o que eu queria acreditar, ou talvez fosse verdade. Não sabia, só me deixava levar por aquele sentimento. Gozei como nunca, e ela deu um grito que foi mistura de alegria e prazer. Nos beijamos de novo e ficamos assim, abraçados no sofá, sem querer nos soltar. Ela acariciava meu rosto e não se cansava de me dar beijinhos onde pudesse. Naquele momento, percebi que o tsunami tinha passado, fortalecendo nossos laços. Ela quis se soltar quando ouviu a porta da oficina abrir. Não deixei. Falei: QUE NOS VEJAM, TO CAGANDO. A PARTIR DE AGORA, VOCÊ É MINHA MULHER, E O RESTO QUE VÁ PRA MERDA. Ela disse: NÃO, COITADOS. PELO MENOS VAMOS NOS COBRIR. Pegou como pôde a colcha que cobria o sofá e, bem na hora que entraram, terminamos de nos cobrir. A Maria tava com os olhinhos brilhando, e o Fer falou: BOM, ACABOU O RECREIO. LEVANTA, APAIXONADOS, VAMOS QUE TEMOS QUE CONTINUAR TRABALHANDO. Ela respondeu: A GENTE NÃO PODE TIRAR UMA FOLGA, PAPI? POR FAVOR. Não sei com que cara ela pediu, mas o Fer concordou. Eles nos deixaram sozinhos e foram pra cozinha. A Maria foi embora depois de um tempo. O Fer chegou perto e falou: TROQUEM DE ROUPA QUE A MÃE TÁ CHEGANDO COM O ALMOÇO. TEMOS QUE RECUPERAR AS FORÇAS, HAHAHAHA.

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