Olá,, isso aconteceu há mais ou menos um ano, o Natal estava chegando e, como de costume, toda a minha família se reúne pra passar junto essas datas tão importantes. Geralmente, eu nunca ia com meus pais, mas dessa vez seria diferente, porque minha presença era prioridade, já que meus avós estavam completando 40 anos de casados e o grande sonho deles era que todo mundo estivesse junto naquele dia. Era um motivo que me irritava bastante, porque era muito chato ficar praticamente trancado em casa com todo mundo, ainda mais com gente que eu não via há uns 3 anos.
Naquela época, eu estava com a Laura, que era minha namorada, que conheci numa aula de cálculo na faculdade. A gente tava junto há 12 meses e eu adorava passar tempo com ela. Além disso, ela tinha me prometido que, se eu ficasse, a gente ia transar pela primeira vez, porque ela era virgem e, durante todo esse tempo, vinha me enrolando com a desculpa de que tinha medo.
Sabendo do que ia rolar, eu faria de tudo pra ficar, e foi exatamente o que fiz: inventei que na faculdade, numa matéria, teria que ajudar pessoas de rua. Tava super animado, finalmente a gente ia fazer isso. Desde que tava com ela, não tinha ficado com nenhuma outra mulher, era bem fiel.
Já era 24 de dezembro, meus pais tinham viajado, o que significava que eu tinha a casa só pra nós dois. Tava muito empolgado naquela noite. Enchi minha cama de pétalas de rosa, tinha uma garrafa de vinho pronta pra quando ela chegasse. Eram 7 da noite, ela me ligou pra eu passar e pegar ela. Fui na hora, ela tava linda, usando um vestido vermelho que deixava ela elegante e gostosa ao mesmo tempo. Ela entrou no carro e a gente foi pra casa.
Assim que chegamos em casa, coloquei uma venda nos olhos dela, queria que tudo fosse uma surpresa. Levei ela até meu quarto, quando tirei a venda, ela ficou totalmente surpresa, porque eu era bem pouco romântico. Servi uma taça de vinho pra ela e a gente conversou por um tempo, até que num momento a gente ficou Olhando fixamente, nos beijamos com tanta paixão que na hora eu a deitei na cama. Meu coração batia tão rápido só de imaginar o que estava prestes a acontecer, já tava muito excitado. Comecei beijando o pescoço dela bem devagar e, com a mão direita, acariciava suas pernas lentamente. Ela já tava começando a se excitar, dava pra sentir ela se contorcendo de prazer, segurando meu cabelo pra eu não parar de beijá-la. Desci pros peitos dela, massageando por cima da roupa, até que ela não aguentou mais, me tirou de cima, se levantou na cama e começou a tirar a roupa bem devagar. Ela tava sexy demais, uma gostosa. Usava um sutiã preto que não cobria os peitos inteiros e uma tanga que deixava toda a bunda dela à mostra. Naquele momento, meu pau queria explodir. Queria chupar os mamilos dela, lamber a bucetinha dela, queria meter na hora. Tava muito excitado. Ela se balançou em cima de mim, tirou minha camisa e começou a beijar meu pescoço, era muito gostoso. Tirei a calça, fiquei por cima dela e comecei a beijar o pescoço dela de novo até chegar nos peitões dela. Finalmente consegui. Tirei o sutiã dela, ela tinha uns peitos lindos, grandes e bem redondos, que eu não conseguia pegar com uma mão só. Chupei o mamilo dela, ela adorava, porque gemia de prazer. Chupei, lambi, mordi, fiz de tudo com eles. Depois de um tempo naqueles peitões enormes, quis descer pra bucetinha dela, que por sinal já tava bem molhada, dava pra ver a calcinha úmida. Foi aí que começou a dar problema, quando percebi que ela tava nervosa demais, a ponto de tirar minhas mãos da bucetinha dela. Perguntei o que tava rolando, ela respondeu que não era nada, pra continuar, e eu continuei. Quando fui tirar a tanga dela de novo, ela me parou e se levantou da cama, dizendo que ainda não tava preparada, que sentia muito, mas que eu teria que esperar mais. Respondi que já tinha esperado 12 meses, que ia fazer com todo cuidado e que não ia doer. Ela, mesmo assim... Nervosa, ela pegou a roupa dela e começou a se vestir. Tentei segurá-la, mas foi impossível. Assim que terminou de se vestir, me disse que me amava muito, mas ainda não se sentia preparada, que sentia muito, e saiu de casa toda corada.
Fiquei decepcionado. Tinha esperado muito por aquilo e me esforcei pra tudo dar certo. Tava tão puto. Na época, eu tinha 19 anos e a Laura, 20 — era um ano mais velha que eu. Saí pra um bar perto de casa, ainda furioso e sem saber o que fazer.
De repente, me veio a ideia de ir pro sítio dos meus avós com toda a família. Já que ainda eram 9 da noite, dava pra chegar sem problemas. Fui pro carro e peguei a estrada pro sítio, que ficava a 3 horas da cidade. E é aqui que começa a verdadeira história — uma história que ficaria gravada em mim pra sempre e que, até hoje, pretendo repetir todo fim de ano.
Eram meia-noite quando cheguei no sítio. Todo mundo se surpreendeu ao me ver, não me esperavam. Tinha bastante gente, mas ainda não tinham chegado todos os meus primos. Quase todos os quartos já estavam ocupados. Só tinha um quarto vago, pra onde minha avó querida me levou. Era um quartinho meio isolado dos outros, o que me deixou ainda mais entediado. Naquela noite, não consegui dormir nada, pensando no que tinha rolado com a Laura.
No dia seguinte, à tarde, chegou minha tia Marta com o marido e minha prima Natália. Caralho, minha prima tava super diferente. A última vez que vi ela, tinha 15 anos. Agora, com 18, era toda uma mulher. Fiquei totalmente surpreso: era alta, meio loira, tinha uns peitões e uma bunda super provocante. Quando olhei pra ela, fiquei meio besta — não acreditava que era ela, tava muito gostosa. Quando ela me viu, veio correndo me abraçar e me cumprimentar. Enquanto me abraçava, pude sentir os peitões dela, e na minha mente não parava de pensar em fazer sacanagem com ela na cama.
Mais tarde, todo mundo foi pra piscina. A gente tava conversando numa boa com todo mundo... Minha família, de repente aparece a Natalia de biquíni, ela estava uma gostosa, perfeita, e minha pica não aguentou a vontade e ficou durona pra caralho. Eu tava com vergonha de que fosse perceber, por isso não queria sair da piscina. A Natalia queria pegar um sol e precisava de alguém pra passar protetor solar nela. Ela me chamou, eu fiquei todo feliz em ir. Comecei passando nas costas dela enquanto olhava pra aquela bunda enorme, não conseguia resistir à tentação. A gente começou a conversar:
— Perguntei se ela tinha namorado, ela respondeu que não. "E você?", ela perguntou.
— Também não tenho namorada, respondi.
— "Você tá muito gato", ela disse.
— Muito obrigado, você tá linda, totalmente mudada.
— "Valeu, tô vendo que tem algo grande aí entre as suas pernas, hahaha."
Fiquei todo envergonhado, ela tinha percebido que minha pica tava durona pra caralho. Me senti numa situação desconfortável, e nervoso respondi:
— É isso que você provoca, hahaha.
Ela sorriu e disse que achava muito interessante. Mais tarde, no jantar, sentamos juntos pra comer, quando senti ela começando a passar a mão nas minhas pernas. Não acreditei que ela tava fazendo aquilo. Depois, passou a mão na minha pica. Já tava muito excitado, e se continuasse, os outros iam perceber, então tirei a mão dela.
Aquilo foi um sinal claro de que ela queria ficar comigo, e ela sabia que eu morria de vontade de ficar com ela. Mais tarde, na hora de dormir, como eu disse antes, quase não tinha mais quartos, então a Natalia e meu outro primo, Esteban, dormiriam comigo naquela noite.
Apagamos a luz. Eu não parava de pensar na Natalia. Umas duas da manhã, ouvi uns passos. Era a Natalia vindo pra minha cama. "Silêncio", ela disse, e começou a me beijar. Eu respondi do mesmo jeito, enquanto acariciava os peitões dela. Não conseguia parar de tocá-los. Ela pegou na minha pica, e eu não aguentava mais, queria meter. Quando tentei tirar a blusa dela, ela disse que não, porque meu primo podia acordar. Então ela marcou comigo pra manhã seguinte, quando não tivesse ninguém, já que iam sair pra algum lugar. caminhada, falei que estaria lá e ela voltou pra cama dela.
No dia seguinte, quando não tinha mais ninguém em casa, a Natália pegou na minha mão e me levou pro quarto, me jogou na cama e começou a dançar bem sexy, enquanto tirava a blusa e mexia com a minha cabeça, sabia muito bem o que tava fazendo, dava pra ver que não era nenhuma santa.
Depois fez eu me levantar, de repente ela se ajoelhou e começou a desabotoar meu cinto até tirar minha calça e deixar meu pau à mostra, começou beijando minhas pernas, enquanto segurava minhas nádegas, era muito gostoso, aos poucos foi subindo até chegar no meu pau, que ela pegou com as duas mãos e bateu uma, enquanto com a boca chupava minhas bolas uma vez e outra, depois lambia meu pau de cima pra baixo como se fosse um pirulito, com a língua brincava com a ponta do meu pau, era incrível, aí passou a enfiar meu pau inteiro na boca, era muito gostoso, sentia que chegava até a garganta dela, continuou assim por um tempo enquanto me olhava nos olhos.
Senti que já era minha vez, então empurrei ela pra cama, tirei toda a roupa dela e sem muita enrolação desci até a buceta dela, comecei dando uma massagem com o dedo, ela parecia adorar, massageei o clitóris dela por um momento, já tava bem molhada, tirei os dedos e comecei a lamber de baixo pra cima, enquanto ela mordia o travesseiro de prazer, lambi uma e outra vez o clitóris dela, enquanto bem devagar enfiei meu dedo maior na buceta dela, entrou sem problema nenhum, continuei enfiando e tirando o dedo, aí enfiei dois dedos, ela começou a gemer e isso me excitou ainda mais, até que enfiei três dedos, ela começou a gritar de prazer dizendo pra não parar enquanto segurava minha cabeça, continuei enfiando os dedos e ao mesmo tempo chupando o clitóris dela, até que percebi que o corpo todo dela começou a tremer descontroladamente e vi que ela tava tendo o primeiro orgasmo dela.
Aí subi em cima dela, peguei meu pau e coloquei na buceta dela e com uma enfiada entrou sem Sem problema, tava fazendo isso finalmente depois de muito tempo, tava uma delícia. Continuei naquela pose por uns minutos até que ela me deitou e sentou no meu pau, ficou ainda mais gostoso e eu podia ver as tetonas dela quicando, que eu segurava com as duas mãos. Me senti no paraíso. Aí ela desceu e ficou de quatro na beirada da cama, esperando eu meter. Fui metendo sem parar, enquanto batia naquelas nádegas enormes, ela gritava de prazer pedindo mais forte e mais leve de novo. Ela se colocou debaixo de mim e continuamos naquela posição, até que eu falei que ia gozar. Na hora ela fez eu ficar de pé, começou a chupar de novo enquanto me masturbava até eu gozar na boca dela e o resto entre as tetonas. "Caralho, primo, não sabia que você mandava tão bem, senão tinha te procurado antes", ela disse sorrindo. Me deu um beijo na bochecha e foi tomar banho. Fiquei deitado na cama pensando em como foi bom, e continuamos transando selvagemente durante toda a estadia na fazenda, fazíamos todo dia, até duas vezes. Até que chegou a hora de ir embora. Não queria ir, não queria me separar daquelas tetonas e daquela bunda. Enquanto nos despedíamos, ela me abraçou e falou no meu ouvido: "Me diverti pra caramba com você, te espero ano que vem". "Igualmente, prima querida", eu disse.
Naquela época, eu estava com a Laura, que era minha namorada, que conheci numa aula de cálculo na faculdade. A gente tava junto há 12 meses e eu adorava passar tempo com ela. Além disso, ela tinha me prometido que, se eu ficasse, a gente ia transar pela primeira vez, porque ela era virgem e, durante todo esse tempo, vinha me enrolando com a desculpa de que tinha medo.
Sabendo do que ia rolar, eu faria de tudo pra ficar, e foi exatamente o que fiz: inventei que na faculdade, numa matéria, teria que ajudar pessoas de rua. Tava super animado, finalmente a gente ia fazer isso. Desde que tava com ela, não tinha ficado com nenhuma outra mulher, era bem fiel.
Já era 24 de dezembro, meus pais tinham viajado, o que significava que eu tinha a casa só pra nós dois. Tava muito empolgado naquela noite. Enchi minha cama de pétalas de rosa, tinha uma garrafa de vinho pronta pra quando ela chegasse. Eram 7 da noite, ela me ligou pra eu passar e pegar ela. Fui na hora, ela tava linda, usando um vestido vermelho que deixava ela elegante e gostosa ao mesmo tempo. Ela entrou no carro e a gente foi pra casa.
Assim que chegamos em casa, coloquei uma venda nos olhos dela, queria que tudo fosse uma surpresa. Levei ela até meu quarto, quando tirei a venda, ela ficou totalmente surpresa, porque eu era bem pouco romântico. Servi uma taça de vinho pra ela e a gente conversou por um tempo, até que num momento a gente ficou Olhando fixamente, nos beijamos com tanta paixão que na hora eu a deitei na cama. Meu coração batia tão rápido só de imaginar o que estava prestes a acontecer, já tava muito excitado. Comecei beijando o pescoço dela bem devagar e, com a mão direita, acariciava suas pernas lentamente. Ela já tava começando a se excitar, dava pra sentir ela se contorcendo de prazer, segurando meu cabelo pra eu não parar de beijá-la. Desci pros peitos dela, massageando por cima da roupa, até que ela não aguentou mais, me tirou de cima, se levantou na cama e começou a tirar a roupa bem devagar. Ela tava sexy demais, uma gostosa. Usava um sutiã preto que não cobria os peitos inteiros e uma tanga que deixava toda a bunda dela à mostra. Naquele momento, meu pau queria explodir. Queria chupar os mamilos dela, lamber a bucetinha dela, queria meter na hora. Tava muito excitado. Ela se balançou em cima de mim, tirou minha camisa e começou a beijar meu pescoço, era muito gostoso. Tirei a calça, fiquei por cima dela e comecei a beijar o pescoço dela de novo até chegar nos peitões dela. Finalmente consegui. Tirei o sutiã dela, ela tinha uns peitos lindos, grandes e bem redondos, que eu não conseguia pegar com uma mão só. Chupei o mamilo dela, ela adorava, porque gemia de prazer. Chupei, lambi, mordi, fiz de tudo com eles. Depois de um tempo naqueles peitões enormes, quis descer pra bucetinha dela, que por sinal já tava bem molhada, dava pra ver a calcinha úmida. Foi aí que começou a dar problema, quando percebi que ela tava nervosa demais, a ponto de tirar minhas mãos da bucetinha dela. Perguntei o que tava rolando, ela respondeu que não era nada, pra continuar, e eu continuei. Quando fui tirar a tanga dela de novo, ela me parou e se levantou da cama, dizendo que ainda não tava preparada, que sentia muito, mas que eu teria que esperar mais. Respondi que já tinha esperado 12 meses, que ia fazer com todo cuidado e que não ia doer. Ela, mesmo assim... Nervosa, ela pegou a roupa dela e começou a se vestir. Tentei segurá-la, mas foi impossível. Assim que terminou de se vestir, me disse que me amava muito, mas ainda não se sentia preparada, que sentia muito, e saiu de casa toda corada.
Fiquei decepcionado. Tinha esperado muito por aquilo e me esforcei pra tudo dar certo. Tava tão puto. Na época, eu tinha 19 anos e a Laura, 20 — era um ano mais velha que eu. Saí pra um bar perto de casa, ainda furioso e sem saber o que fazer.
De repente, me veio a ideia de ir pro sítio dos meus avós com toda a família. Já que ainda eram 9 da noite, dava pra chegar sem problemas. Fui pro carro e peguei a estrada pro sítio, que ficava a 3 horas da cidade. E é aqui que começa a verdadeira história — uma história que ficaria gravada em mim pra sempre e que, até hoje, pretendo repetir todo fim de ano.
Eram meia-noite quando cheguei no sítio. Todo mundo se surpreendeu ao me ver, não me esperavam. Tinha bastante gente, mas ainda não tinham chegado todos os meus primos. Quase todos os quartos já estavam ocupados. Só tinha um quarto vago, pra onde minha avó querida me levou. Era um quartinho meio isolado dos outros, o que me deixou ainda mais entediado. Naquela noite, não consegui dormir nada, pensando no que tinha rolado com a Laura.
No dia seguinte, à tarde, chegou minha tia Marta com o marido e minha prima Natália. Caralho, minha prima tava super diferente. A última vez que vi ela, tinha 15 anos. Agora, com 18, era toda uma mulher. Fiquei totalmente surpreso: era alta, meio loira, tinha uns peitões e uma bunda super provocante. Quando olhei pra ela, fiquei meio besta — não acreditava que era ela, tava muito gostosa. Quando ela me viu, veio correndo me abraçar e me cumprimentar. Enquanto me abraçava, pude sentir os peitões dela, e na minha mente não parava de pensar em fazer sacanagem com ela na cama.
Mais tarde, todo mundo foi pra piscina. A gente tava conversando numa boa com todo mundo... Minha família, de repente aparece a Natalia de biquíni, ela estava uma gostosa, perfeita, e minha pica não aguentou a vontade e ficou durona pra caralho. Eu tava com vergonha de que fosse perceber, por isso não queria sair da piscina. A Natalia queria pegar um sol e precisava de alguém pra passar protetor solar nela. Ela me chamou, eu fiquei todo feliz em ir. Comecei passando nas costas dela enquanto olhava pra aquela bunda enorme, não conseguia resistir à tentação. A gente começou a conversar:
— Perguntei se ela tinha namorado, ela respondeu que não. "E você?", ela perguntou.
— Também não tenho namorada, respondi.
— "Você tá muito gato", ela disse.
— Muito obrigado, você tá linda, totalmente mudada.
— "Valeu, tô vendo que tem algo grande aí entre as suas pernas, hahaha."
Fiquei todo envergonhado, ela tinha percebido que minha pica tava durona pra caralho. Me senti numa situação desconfortável, e nervoso respondi:
— É isso que você provoca, hahaha.
Ela sorriu e disse que achava muito interessante. Mais tarde, no jantar, sentamos juntos pra comer, quando senti ela começando a passar a mão nas minhas pernas. Não acreditei que ela tava fazendo aquilo. Depois, passou a mão na minha pica. Já tava muito excitado, e se continuasse, os outros iam perceber, então tirei a mão dela.
Aquilo foi um sinal claro de que ela queria ficar comigo, e ela sabia que eu morria de vontade de ficar com ela. Mais tarde, na hora de dormir, como eu disse antes, quase não tinha mais quartos, então a Natalia e meu outro primo, Esteban, dormiriam comigo naquela noite.
Apagamos a luz. Eu não parava de pensar na Natalia. Umas duas da manhã, ouvi uns passos. Era a Natalia vindo pra minha cama. "Silêncio", ela disse, e começou a me beijar. Eu respondi do mesmo jeito, enquanto acariciava os peitões dela. Não conseguia parar de tocá-los. Ela pegou na minha pica, e eu não aguentava mais, queria meter. Quando tentei tirar a blusa dela, ela disse que não, porque meu primo podia acordar. Então ela marcou comigo pra manhã seguinte, quando não tivesse ninguém, já que iam sair pra algum lugar. caminhada, falei que estaria lá e ela voltou pra cama dela.
No dia seguinte, quando não tinha mais ninguém em casa, a Natália pegou na minha mão e me levou pro quarto, me jogou na cama e começou a dançar bem sexy, enquanto tirava a blusa e mexia com a minha cabeça, sabia muito bem o que tava fazendo, dava pra ver que não era nenhuma santa.
Depois fez eu me levantar, de repente ela se ajoelhou e começou a desabotoar meu cinto até tirar minha calça e deixar meu pau à mostra, começou beijando minhas pernas, enquanto segurava minhas nádegas, era muito gostoso, aos poucos foi subindo até chegar no meu pau, que ela pegou com as duas mãos e bateu uma, enquanto com a boca chupava minhas bolas uma vez e outra, depois lambia meu pau de cima pra baixo como se fosse um pirulito, com a língua brincava com a ponta do meu pau, era incrível, aí passou a enfiar meu pau inteiro na boca, era muito gostoso, sentia que chegava até a garganta dela, continuou assim por um tempo enquanto me olhava nos olhos.
Senti que já era minha vez, então empurrei ela pra cama, tirei toda a roupa dela e sem muita enrolação desci até a buceta dela, comecei dando uma massagem com o dedo, ela parecia adorar, massageei o clitóris dela por um momento, já tava bem molhada, tirei os dedos e comecei a lamber de baixo pra cima, enquanto ela mordia o travesseiro de prazer, lambi uma e outra vez o clitóris dela, enquanto bem devagar enfiei meu dedo maior na buceta dela, entrou sem problema nenhum, continuei enfiando e tirando o dedo, aí enfiei dois dedos, ela começou a gemer e isso me excitou ainda mais, até que enfiei três dedos, ela começou a gritar de prazer dizendo pra não parar enquanto segurava minha cabeça, continuei enfiando os dedos e ao mesmo tempo chupando o clitóris dela, até que percebi que o corpo todo dela começou a tremer descontroladamente e vi que ela tava tendo o primeiro orgasmo dela.
Aí subi em cima dela, peguei meu pau e coloquei na buceta dela e com uma enfiada entrou sem Sem problema, tava fazendo isso finalmente depois de muito tempo, tava uma delícia. Continuei naquela pose por uns minutos até que ela me deitou e sentou no meu pau, ficou ainda mais gostoso e eu podia ver as tetonas dela quicando, que eu segurava com as duas mãos. Me senti no paraíso. Aí ela desceu e ficou de quatro na beirada da cama, esperando eu meter. Fui metendo sem parar, enquanto batia naquelas nádegas enormes, ela gritava de prazer pedindo mais forte e mais leve de novo. Ela se colocou debaixo de mim e continuamos naquela posição, até que eu falei que ia gozar. Na hora ela fez eu ficar de pé, começou a chupar de novo enquanto me masturbava até eu gozar na boca dela e o resto entre as tetonas. "Caralho, primo, não sabia que você mandava tão bem, senão tinha te procurado antes", ela disse sorrindo. Me deu um beijo na bochecha e foi tomar banho. Fiquei deitado na cama pensando em como foi bom, e continuamos transando selvagemente durante toda a estadia na fazenda, fazíamos todo dia, até duas vezes. Até que chegou a hora de ir embora. Não queria ir, não queria me separar daquelas tetonas e daquela bunda. Enquanto nos despedíamos, ela me abraçou e falou no meu ouvido: "Me diverti pra caramba com você, te espero ano que vem". "Igualmente, prima querida", eu disse.
5 comentários - Minha prima virou uma gostosa
van p