Laura e Santiago são um casal que acabou de começar a namorar. Ela tem 26 anos, 1,60m de altura, cabelo preto liso quase chegando na bunda. Uma bunda que deixa mais de um de boca aberta quando ela passa, e a frente dela também não fica atrás. Ela é baixinha, mas as curvas fazem dela uma baixinha de parar o coração. Ele, um garoto de 23 anos, tem 1,80m, o corpo normal, abdômen levemente definido, cabelo castanho curto; ambos com olhos pretos. Um preto que no fundo escondia o vermelho da paixão que existe entre os dois.
Eles são jovens, os corpos são gostosos e o namoro começou do melhor jeito. Faz só um mês que tão juntos e já transaram mais de uma vez. Os dois são muito safados, o pensamento sempre vai pro mesmo lugar, o que faz eles se excitarem com cada roçada, cada olhar, cada sorriso, que eles sabiam que levavam a mente pra uma dimensão sexual onde só existiam eles, com os corpos pelados e o prazer absoluto. Se tavam juntos, era inevitável não ter uma roçada provocante, um olhar sedutor ou um beijo daqueles que deixa com vontade de mais, muito mais.
Laura é quem coloca mais pimenta na parada, ela tenta em qualquer lugar deixar ele excitado, por mais desconfortável que seja o local. Ela adora ver no rosto do namorado aquela mistura de nervosismo e tesão, mas mais ainda gostava de ver o volume crescendo na calça dele e roçar sem ninguém perceber. Já tinha feito isso: num jantar com a família, onde não parava de tocar ele por baixo da mesa; no ônibus lotado, rebolando pra tentar encaixar a pica do Santiago na bunda dela; e em qualquer lugar que viesse à cabeça.
Santiago não ficava atrás quando ela fazia essas coisas, ele simplesmente não conseguia evitar, beijava o pescoço dela, tocava os peitos dela, se pudesse pelo menos se dar ao luxo de roçar de leve os biquinhos por dentro do sutiã, ele fazia, tinha uma fraqueza por eles, para ele, eram perfeitos, moreninhos e bem adaptados àquelas tetas lindas que cabiam perfeitamente na palma da mão dele. Às vezes ele tirava a pica dele, provocando ela para que ela batesse uma ou desse uma lambidinha, como na semana passada quando, na festa de um amigo da Laura, sentado no sofá da casa, ele mostrou rapidamente a pica, ao ver, ela morria de vontade de chupar, mas quando ela se abaixou, ele imediatamente guardou. Ela apertou a pica dele tentando de alguma forma castigá-lo por ter provocado ela, então Santiago levantou do sofá e foi para o banheiro esperando que ela o seguisse… e foi o que aconteceu, ele olhou para trás e se deparou com os olhos da namorada ardendo de luxúria, com as bochechas um pouco vermelhas de tesão que estava sentindo, andando rápido e mordendo o lábio inferior, queria pica e queria agora. Santiago entrou no banheiro deixando a porta aberta e em menos de dez segundos ela estava lá dentro com ele. Fecharam a porta e começaram com uns beijos apaixonados, mas não eram tanto de amor, eram beijos que gritavam “sexo”, ele levantou a saia preta de couro justa no corpo que ela estava usando, abaixou a calça e a cueca, a pica dura dele saltou para a Laura, que ele tentava comer contra a parede do banheiro, mas ela não deixou, babava por pica, então se virou, se abaixou para ficar de frente, olhou nos olhos dele, e começou a chupar com desespero, aquela pica era uma delícia. Ela fazia Santiago gozar de prazer, e ele não parava de falar coisas:
Uff, Lau, assim que eu gosto, quando você fica toda pidona de pau, vai, continua, continua que eu adoro, meu amor.
Com cada palavra que o namorado dela dizia, a Laura se esforçava pra agradar ele de todas as formas possíveis, lambia, beijava e engolia a pica do Santiago fazendo ele gemer cada vez mais forte. Ela queria a recompensa dela, sentir aquela pica bem dura metendo nela e fazendo ela gozar enquanto o pessoal tava na festa. Ela se levantou e, olhando nos olhos dele, disse:
sou toda sua, amor, quero sentir seu pau dentro de mim, me fode.
Ele agarrou ela pelo quadril e girou ela contra a parede, separou as pernas dela e roçou o pau na buceta dela, sentindo como ela tava molhadinha, como aos poucos uma gotinha escorria pelo pau dele. Começou a esfregar mais e mais, fazendo ela molhar bem aquela xota. Até que não aguentou mais e, num movimento só, meteu nela, fazendo ela gritar de prazer.
A música alta abafava os gemidos dela, ele metia bem rápido enquanto com as mãos apertava os peitos dela e beliscava os bicos por baixo da blusa que ela usava sem sutiã, já que os peitos perfeitos dela não precisavam e os bicos lindos e eretos deixavam ele muito mais excitado quando apareciam pela roupa. Ele começou a ouvir gente falando perto e acelerou as bombadas pra gozar logo, ela sentiu ele nervoso e sorriu, rebolando mais rápido a rabetona com aquela pica dentro e gemendo mais alto pra deixar ele sem graça. De repente ele agarrou ela pela cintura como se quisesse entrar na brincadeira, meteu uma vez e outra, tirava quase toda a pica e enfiava com força até o fundo da buceta molhada dela, e de repente fez bem rápido e curto, tirou pra gozar toda na rabeta dela, e foi assim que deixou ela toda escorrendo de porra.
E sussurrou no ouvido dela, com um tom de deboche e ao mesmo tempo provocando uma bronca:
Então era assim que você queria que eu te comesse, meu amor?
Laura se virou meio surpresa, mas com carinha de "quero mais".
Adoro quando você me fode assim, gostoso.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
E deu um beijo longo nela.
Assim foram surgindo todas as aventuras sexuais deles que, por enquanto, não passavam de algo mais que o comum, ou pelo menos comum entre os dois. Algumas mais arriscadas, mas sempre se limitando.
Até que um dia, no ônibus, Santiago começou a pensar: e se eles transassem num lugar mais público? Então bolou um plano, sem que ela soubesse, caso ela quisesse dar pra trás na ideia. Ele pensou em tudo direitinho — agora o tarado da relação era ele, e adorava se sentir no poder de excitar a namorada e fazer ela passar pelos nervos que ele sempre sentia.
Começou a planejar tudo pra ser no ônibus, se tivesse a chance de estar vazio, ou na praça, uma que ele conhecia que tinha gente mas que em certos lugares passava menos pessoas. Pensou que o dia ideal seria sexta-feira, quando os dois estavam de folga à tarde e teria menos gente nos lugares por causa do horário de trabalho ou de estudo.
Naquele mesmo dia, quando chegou em casa, mandou uma mensagem pra ela e já foi logo se declarando, não queria esperar pra falar pra ela não se envolver em outros planos. Disse como se fosse um dia qualquer:
Amor, que tal se na sexta à tarde, quando os dois estiverem de folga, a gente for passar um tempinho na praça? Assim a gente areja a cabeça e bate um papo sobre a semana toda.
Laura com toda naturalidade, sem desconfiar de absolutamente nada:
Santi, eu curto esse plano. Faz tempo que a gente não sai um tempinho só nós dois, nem que seja numa praça. Quer que a gente se encontre na praça direto depois que você sair do trampo?
Santiago, sem hesitar nem duvidar, pensando que queria principalmente que rolasse algo no ônibus:
Não, amor, eu passo na sua casa e daí a gente vai junto.
Naquela época era terça-feira, ainda faltavam três dias. Ele tentou evitar todos os planos que ela propôs para se verem nesses dias, já que Santiago não queria ter contato físico até sexta-feira. Ele queria que os dois chegassem cheios de vontade naquele dia, sabia que com o quanto ela era fogosa, não ia se segurar se algo rolasse.
Assim os dias foram passando até que finalmente chegou a sexta-feira que eu tanto esperava, tava ansioso e meio excitado só de imaginar o que ia rolar naquela tarde.
Passou pra buscá-la na casa dela, ela tava meio irritada porque sabia que ele tinha passado a semana inteira fugindo dela, mas quando se viram, por mais raiva que tivesse, a tensão sexual era muito evidente e ele, roubando um beijo apaixonado, apagou todos esses pensamentos da mente da Laura.
Depois do beijo, ele observou ela direitinho. Ela tava vestida exatamente como ele esperava, um vestido sem alças, claro sem sutiã, acima do joelho. Ele chegou perto da namorada e sussurrou no ouvido dela:
Hoje quero você só com aquele vestido, nada de calcinha. Tenho uma proposta pra você: quero que a gente faça isso em algum lugar público, amor. Tá afim?
Laura se surpreendeu, mas na hora, na cabeça dela já pensou: "adoro essa ideia". O corpo dela começou a reagir na mesma hora. Enquanto sentia a buceta ficando molhada, respondeu:
-Ayy amor… me excita o que você pensou, me toca e sente como minha calcinha ficou molhada só de pensar nisso...
Santiago passou as mãos pela fio dental de Laura sentindo aquela umidade, depois foi subindo até o quadril dela e começou a puxar a calcinha pra baixo. Quando ela já tava no chão, ele levantou e sentiu o cheiro, levou perto do rosto e falou baixinho:
Adoro o teu cheiro quando você tá excitada. Vou guardar isso aqui, hoje você não vai precisar.
E guardou a tanguinha no bolso. Pegou ela pela mão e começaram a andar até o ponto de ônibus, enquanto esperavam, trocaram uns beijos bem quentes, onde uma mão ou outra queria escapar pra explorar os corpos, mas tinha muita gente passando por ali.
Assim que subiu no ônibus, o plano dela já tinha começado a se desenrolar, porque tudo tinha saído exatamente como ela queria. Ela pegou ele pela mão e levou pro último banco, como era de se esperar naquele horário, quase não tinha ninguém — só duas pessoas nos bancos individuais e três do lado dos bancos duplos. Ali continuaram com os beijos apaixonados que trocavam antes de subir, agora tinham a chance de se tocar, pelo menos um pouco mais. Santiago enfiou a mão por baixo do vestido dela, roçando toda a perna dela. Laura estava de olhos fechados, curtindo o momento, apertando mais os lábios contra os do namorado pra abafar os gemidinhos que aquele contato provocava depois de tantos dias sem sentir aquelas mãos no corpo dela. Ele continuava subindo aos poucos, sabia que podia aproveitar pelo menos mais 20 minutos de viagem até chegar na praça onde queria levar ela. Chegou na beiradinha da buceta dela, toda depilada do jeito que ele gostava, roçava o dedo indicador e o dedo médio, de cima pra baixo, sentindo os dedos ficarem molhadinhos.
Laura queria tocar ele, queria sentir aquela pica, mas só podia se contentar em esfregar por cima, já que ele tava usando uma calça jeans comprida e o cinto impedia de baixar. Cada vez que ela tentava abrir o zíper, Santiago tirava a mão dela, então ela teve que se segurar e se contentar em só sentir aquela pica endurecendo por baixo da calça.
Santiago não ia sair daquele trajeto sem antes tocar naqueles mamilos de leve. Quando resolveu fazer isso, viu que um dos passageiros estava se levantando pra descer, então tiveram que parar. Ele tirou a mão de baixo do vestido e só ficava beijando ela com carinho, como se fossem um casal apaixonado, daqueles que de tanta doçura fazem você desviar o olhar. Esperaram o passageiro descer e continuaram: beijos no pescoço, na boca, tava saindo sexo pelos poros deles. E claro que Santiago não ficou na vontade: não só acariciou os mamilos, como enfiou a mão inteira dentro do decote daquele vestido, agarrou um peito inteiro, deixando dois dedos livres pra roçar e beliscar de leve os mamilos da namorada.
Laura tava doida, não se aguentava mais, tava acostumada a fazer isso mais seguido desde que começaram a namorar, mas naquela semana ele tinha ignorado ela. Com todo aquele calor e paixão, ela falou:
Ayyy Santi, quanto tempo falta? Quero meter logo, meu amor.
O todo excitado e acalorado:
Já falta pouco, amor, tô morrendo de vontade de te comer na praça, você me deixa muito excitado, gostosa.
Quando finalmente estavam chegando no destino, pararam com os beijos pra dar uma ajeitada na roupa e desceram do ônibus.
Caminharam pela praça de mãos dadas, trocando olhares provocantes cheios de luxúria cada vez que viam um possível lugar para realizar a fantasia. Santiago a levou pro lugar que já tinha na cabeça, atrás de um grupo de árvores onde tinha um tronco caído de alguma tempestade, e mais duas árvores que escondiam a ponta daquele tronco. Eles já vinham se beijando e se apalpando no caminho até aquele lugar onde tinha pouca gente. Tavam extremamente tesudos. Quando ele disse que era ali, ela foi, sentou na ponta, abaixou o decote e, sem se importar com nada, deixou os peitos de fora, e enquanto beliscava os próprios mamilos, disse com um tom provocador:
Aqui me tem, Santi, pronta pra tudo por você.
Ele babava com a imagem tão gostosa que tinha na frente e, ao ouvir essas palavras, deu um passo em direção a ela, ficando quase colados. A boca dele desceu direto pra aqueles biquinhos, devorando desesperadamente aquelas tetas. Ele apertava, mordiscava, beliscava — era hora de extravasar toda a excitação que vinha acumulando.
Ela, que tava morrendo de vontade, começou a soltar o cinto dele e a abaixar o zíper, queria tirar aquela pica, queria sentir ela na mão, e mais ainda na boca. Pegou o rosto do Santiago, mandou ele ficar em pé, e com aquela pica na frente da boca não hesitou: começou a tocar ela enquanto olhava nos olhos dele e dava uns beijos, falou:
Você não tem ideia de como senti falta de ter essa pica nas minhas mãos, e mais ainda na minha boca.
E naquele instante, ela passou a língua das bolas até a ponta e começou a chupar, adorava o gosto do namorado, curtia ver a cara de prazer que ele fazia toda vez que enfiava o pau inteiro na boca e segurava uns segundos antes de tirar.
Nenhum dos dois aguentava mais tanta excitação, todo o amor que sentiam tinha se transformado numa paixão desenfreada, eles se desejavam, desejavam sentir o contato dos corpos. Mudaram de posição, com Santiago sentado no tronco e Laura de pé. Ela virou de costas pra ele, levantando um pouco o vestido, quando ouviram risadas. Ela puxou rapidamente a parte de cima do vestido e, quando ia se virar pra ver se o namorado estava coberto, ele agarrou ela pela cintura e a apertou contra uma das árvores, tentando de qualquer jeito se esconder das pessoas que tinham ouvido. Mas essas pessoas nem perceberam que ali, a poucos metros delas, tinha um casal cheio de tesão, com fome de sexo.
Santiago e Laura olhavam de lado pra ver se eles já tinham ido embora, e quando ele percebeu que ninguém nem tinha notado, enfiou a rola quente e dura no meio dos lábios da buceta, roçando de frente pra trás, fazendo ela ficar ainda mais molhada.
Ela mordendo os lábios implorava pra ele com a voz trêmula:
Mete, mete em mim que já preciso dessa pica quente dentro.
Sem hesitar nem um segundo, o namorado dela agarrou o tronco inteiro da rola e foi enfiando ela, centímetro por centímetro, dentro da buceta dela. Ela, agarrada na árvore, arranhando ela, gemendo sem parar, não tava nem aí que era um lugar público. Bombeada atrás de bombeada, cada vez mais rápido, dava pra ouvir os corpos batendo um no outro, e a umidade dos sexos quando a rola do Santiago entrava e saía da buceta linda da Laura.
Ele estava muito excitado, absolutamente tudo que tinha planejado tinha dado certo, o momento o esquentava ainda mais, ver a namorada tão tesuda, ele puxou a parte de cima do vestido dela, deixando os peitos dela nus, isso o deixava louco. Continuou com uma das mãos na cintura de Laura e a outra levou para cima, roçando todo o contorno do corpo dela até chegar naqueles mamilos preciosos e lindos.
Como eu amo seus peitos, você é uma gostosa pelada, quero te foder todos os dias ao ar livre, gata.
Laura, entre gemidos de prazer e excitação constante que percorriam seu corpo:
Você vai me ter assim quando quiser, a única coisa que precisa fazer é me foder até não aguentar mais, Santi.
Eles se separaram da árvore e Santiago se deitou na grama. Laura queria continuar sentindo o prazer que ser penetrada dava, então, sem perder um segundo, sentou no colo do namorado, enfiando centímetro por centímetro aquela pica que tanto desejava. O último pedaço ela enfiou de uma vez, e os dois soltaram um gemido de prazer. Ela começou a mexer os quadris, em círculos, sabia que isso deixava o namorado louco e adorava sentir a dureza daquela pica roçando as paredes da buceta dela.
Enquanto Santiago apertava os peitos dela, ela começou a subir e descer no pau do namorado, tirava quase tudo, deixando só a cabeça pra dentro e descia rápido, até sentir os ovos do namorado contra os lábios da buceta dela.
A calentura dele fazia ele querer foder com mais brutalidade, então pegou ela pela raba e disse:
Fica de quatro, quero você como minha putinha, quero te comer toda.
Ela ficou de quatro e começou a rebolando a raba provocando ele enquanto dizia:
Aqui estou, toda sua, me fode como a puta que eu sou.
Santiago se colocou atrás dela, passou as mãos com força acariciando aquela bunda perfeita e deu uns tapas nela, deixando ela toda vermelha, com a pele quente. Os gritinhos de dor e prazer que ela soltava excitavam ele ainda mais, então ele segurou firme na cintura dela e meteu de uma só vez. Com o pau bem no fundo da buceta da namorada, ele se inclinou sobre ela e disse:
Assim que eu queria te ter, te comendo como uma putinha, minha putinha, que adora ser comida no parque pra todo mundo ver.
Ele se ergueu um pouco e começou a penetrar ela com rapidez, na mesma velocidade que ela começou a gemer ainda mais alto. Cada vez que ela soltava um gemido com um grito de prazer, ele dava um tapa forte na bunda dela pra lembrar que não devia gritar tão alto.
Ela sentia tanto prazer que a força começou a faltar nos braços dela, o Santiago percebeu, apoiou a mão nas costas dela e empurrou ela pra baixo. Ela se desmontou, só gemia com a bunda empinada pra continuar sendo comida, sentia que um grande orgasmo tava chegando, anunciado por ondas de prazer no corpo todo. Não deu nem tempo de avisar o namorado, gozou num orgasmo intenso que fez a buceta dela se contrair, apertando e molhando ainda mais a pica que tava metendo nela. O Santiago não aguentou quando sentiu ela gozar com a pica dele dentro, então tirou pra bater uma e começou a gozar, enchendo a bunda da Laura de porra quente.
Ela caiu de boca no chão e ele se deitou ao lado dela. Deu um último tapa na bunda dela e puxou o vestido pra baixo, cobrindo a rabeta. Guardou o pau e, bem na hora que terminou de abotoar a calça, uma bola caiu na frente dele. Um jovem apareceu atrás, procurando a bola. Enquanto pegava a bola, piscou um olho pro Santiago e foi embora.
Eles são jovens, os corpos são gostosos e o namoro começou do melhor jeito. Faz só um mês que tão juntos e já transaram mais de uma vez. Os dois são muito safados, o pensamento sempre vai pro mesmo lugar, o que faz eles se excitarem com cada roçada, cada olhar, cada sorriso, que eles sabiam que levavam a mente pra uma dimensão sexual onde só existiam eles, com os corpos pelados e o prazer absoluto. Se tavam juntos, era inevitável não ter uma roçada provocante, um olhar sedutor ou um beijo daqueles que deixa com vontade de mais, muito mais.
Laura é quem coloca mais pimenta na parada, ela tenta em qualquer lugar deixar ele excitado, por mais desconfortável que seja o local. Ela adora ver no rosto do namorado aquela mistura de nervosismo e tesão, mas mais ainda gostava de ver o volume crescendo na calça dele e roçar sem ninguém perceber. Já tinha feito isso: num jantar com a família, onde não parava de tocar ele por baixo da mesa; no ônibus lotado, rebolando pra tentar encaixar a pica do Santiago na bunda dela; e em qualquer lugar que viesse à cabeça.
Santiago não ficava atrás quando ela fazia essas coisas, ele simplesmente não conseguia evitar, beijava o pescoço dela, tocava os peitos dela, se pudesse pelo menos se dar ao luxo de roçar de leve os biquinhos por dentro do sutiã, ele fazia, tinha uma fraqueza por eles, para ele, eram perfeitos, moreninhos e bem adaptados àquelas tetas lindas que cabiam perfeitamente na palma da mão dele. Às vezes ele tirava a pica dele, provocando ela para que ela batesse uma ou desse uma lambidinha, como na semana passada quando, na festa de um amigo da Laura, sentado no sofá da casa, ele mostrou rapidamente a pica, ao ver, ela morria de vontade de chupar, mas quando ela se abaixou, ele imediatamente guardou. Ela apertou a pica dele tentando de alguma forma castigá-lo por ter provocado ela, então Santiago levantou do sofá e foi para o banheiro esperando que ela o seguisse… e foi o que aconteceu, ele olhou para trás e se deparou com os olhos da namorada ardendo de luxúria, com as bochechas um pouco vermelhas de tesão que estava sentindo, andando rápido e mordendo o lábio inferior, queria pica e queria agora. Santiago entrou no banheiro deixando a porta aberta e em menos de dez segundos ela estava lá dentro com ele. Fecharam a porta e começaram com uns beijos apaixonados, mas não eram tanto de amor, eram beijos que gritavam “sexo”, ele levantou a saia preta de couro justa no corpo que ela estava usando, abaixou a calça e a cueca, a pica dura dele saltou para a Laura, que ele tentava comer contra a parede do banheiro, mas ela não deixou, babava por pica, então se virou, se abaixou para ficar de frente, olhou nos olhos dele, e começou a chupar com desespero, aquela pica era uma delícia. Ela fazia Santiago gozar de prazer, e ele não parava de falar coisas:
Uff, Lau, assim que eu gosto, quando você fica toda pidona de pau, vai, continua, continua que eu adoro, meu amor.
Com cada palavra que o namorado dela dizia, a Laura se esforçava pra agradar ele de todas as formas possíveis, lambia, beijava e engolia a pica do Santiago fazendo ele gemer cada vez mais forte. Ela queria a recompensa dela, sentir aquela pica bem dura metendo nela e fazendo ela gozar enquanto o pessoal tava na festa. Ela se levantou e, olhando nos olhos dele, disse:
sou toda sua, amor, quero sentir seu pau dentro de mim, me fode.
Ele agarrou ela pelo quadril e girou ela contra a parede, separou as pernas dela e roçou o pau na buceta dela, sentindo como ela tava molhadinha, como aos poucos uma gotinha escorria pelo pau dele. Começou a esfregar mais e mais, fazendo ela molhar bem aquela xota. Até que não aguentou mais e, num movimento só, meteu nela, fazendo ela gritar de prazer.
A música alta abafava os gemidos dela, ele metia bem rápido enquanto com as mãos apertava os peitos dela e beliscava os bicos por baixo da blusa que ela usava sem sutiã, já que os peitos perfeitos dela não precisavam e os bicos lindos e eretos deixavam ele muito mais excitado quando apareciam pela roupa. Ele começou a ouvir gente falando perto e acelerou as bombadas pra gozar logo, ela sentiu ele nervoso e sorriu, rebolando mais rápido a rabetona com aquela pica dentro e gemendo mais alto pra deixar ele sem graça. De repente ele agarrou ela pela cintura como se quisesse entrar na brincadeira, meteu uma vez e outra, tirava quase toda a pica e enfiava com força até o fundo da buceta molhada dela, e de repente fez bem rápido e curto, tirou pra gozar toda na rabeta dela, e foi assim que deixou ela toda escorrendo de porra.
E sussurrou no ouvido dela, com um tom de deboche e ao mesmo tempo provocando uma bronca:
Então era assim que você queria que eu te comesse, meu amor?
Laura se virou meio surpresa, mas com carinha de "quero mais".
Adoro quando você me fode assim, gostoso.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
E deu um beijo longo nela.
Assim foram surgindo todas as aventuras sexuais deles que, por enquanto, não passavam de algo mais que o comum, ou pelo menos comum entre os dois. Algumas mais arriscadas, mas sempre se limitando.
Até que um dia, no ônibus, Santiago começou a pensar: e se eles transassem num lugar mais público? Então bolou um plano, sem que ela soubesse, caso ela quisesse dar pra trás na ideia. Ele pensou em tudo direitinho — agora o tarado da relação era ele, e adorava se sentir no poder de excitar a namorada e fazer ela passar pelos nervos que ele sempre sentia.
Começou a planejar tudo pra ser no ônibus, se tivesse a chance de estar vazio, ou na praça, uma que ele conhecia que tinha gente mas que em certos lugares passava menos pessoas. Pensou que o dia ideal seria sexta-feira, quando os dois estavam de folga à tarde e teria menos gente nos lugares por causa do horário de trabalho ou de estudo.
Naquele mesmo dia, quando chegou em casa, mandou uma mensagem pra ela e já foi logo se declarando, não queria esperar pra falar pra ela não se envolver em outros planos. Disse como se fosse um dia qualquer:
Amor, que tal se na sexta à tarde, quando os dois estiverem de folga, a gente for passar um tempinho na praça? Assim a gente areja a cabeça e bate um papo sobre a semana toda.
Laura com toda naturalidade, sem desconfiar de absolutamente nada:
Santi, eu curto esse plano. Faz tempo que a gente não sai um tempinho só nós dois, nem que seja numa praça. Quer que a gente se encontre na praça direto depois que você sair do trampo?
Santiago, sem hesitar nem duvidar, pensando que queria principalmente que rolasse algo no ônibus:
Não, amor, eu passo na sua casa e daí a gente vai junto.
Naquela época era terça-feira, ainda faltavam três dias. Ele tentou evitar todos os planos que ela propôs para se verem nesses dias, já que Santiago não queria ter contato físico até sexta-feira. Ele queria que os dois chegassem cheios de vontade naquele dia, sabia que com o quanto ela era fogosa, não ia se segurar se algo rolasse.
Assim os dias foram passando até que finalmente chegou a sexta-feira que eu tanto esperava, tava ansioso e meio excitado só de imaginar o que ia rolar naquela tarde.
Passou pra buscá-la na casa dela, ela tava meio irritada porque sabia que ele tinha passado a semana inteira fugindo dela, mas quando se viram, por mais raiva que tivesse, a tensão sexual era muito evidente e ele, roubando um beijo apaixonado, apagou todos esses pensamentos da mente da Laura.
Depois do beijo, ele observou ela direitinho. Ela tava vestida exatamente como ele esperava, um vestido sem alças, claro sem sutiã, acima do joelho. Ele chegou perto da namorada e sussurrou no ouvido dela:
Hoje quero você só com aquele vestido, nada de calcinha. Tenho uma proposta pra você: quero que a gente faça isso em algum lugar público, amor. Tá afim?
Laura se surpreendeu, mas na hora, na cabeça dela já pensou: "adoro essa ideia". O corpo dela começou a reagir na mesma hora. Enquanto sentia a buceta ficando molhada, respondeu:
-Ayy amor… me excita o que você pensou, me toca e sente como minha calcinha ficou molhada só de pensar nisso...
Santiago passou as mãos pela fio dental de Laura sentindo aquela umidade, depois foi subindo até o quadril dela e começou a puxar a calcinha pra baixo. Quando ela já tava no chão, ele levantou e sentiu o cheiro, levou perto do rosto e falou baixinho:
Adoro o teu cheiro quando você tá excitada. Vou guardar isso aqui, hoje você não vai precisar.
E guardou a tanguinha no bolso. Pegou ela pela mão e começaram a andar até o ponto de ônibus, enquanto esperavam, trocaram uns beijos bem quentes, onde uma mão ou outra queria escapar pra explorar os corpos, mas tinha muita gente passando por ali.
Assim que subiu no ônibus, o plano dela já tinha começado a se desenrolar, porque tudo tinha saído exatamente como ela queria. Ela pegou ele pela mão e levou pro último banco, como era de se esperar naquele horário, quase não tinha ninguém — só duas pessoas nos bancos individuais e três do lado dos bancos duplos. Ali continuaram com os beijos apaixonados que trocavam antes de subir, agora tinham a chance de se tocar, pelo menos um pouco mais. Santiago enfiou a mão por baixo do vestido dela, roçando toda a perna dela. Laura estava de olhos fechados, curtindo o momento, apertando mais os lábios contra os do namorado pra abafar os gemidinhos que aquele contato provocava depois de tantos dias sem sentir aquelas mãos no corpo dela. Ele continuava subindo aos poucos, sabia que podia aproveitar pelo menos mais 20 minutos de viagem até chegar na praça onde queria levar ela. Chegou na beiradinha da buceta dela, toda depilada do jeito que ele gostava, roçava o dedo indicador e o dedo médio, de cima pra baixo, sentindo os dedos ficarem molhadinhos.
Laura queria tocar ele, queria sentir aquela pica, mas só podia se contentar em esfregar por cima, já que ele tava usando uma calça jeans comprida e o cinto impedia de baixar. Cada vez que ela tentava abrir o zíper, Santiago tirava a mão dela, então ela teve que se segurar e se contentar em só sentir aquela pica endurecendo por baixo da calça.
Santiago não ia sair daquele trajeto sem antes tocar naqueles mamilos de leve. Quando resolveu fazer isso, viu que um dos passageiros estava se levantando pra descer, então tiveram que parar. Ele tirou a mão de baixo do vestido e só ficava beijando ela com carinho, como se fossem um casal apaixonado, daqueles que de tanta doçura fazem você desviar o olhar. Esperaram o passageiro descer e continuaram: beijos no pescoço, na boca, tava saindo sexo pelos poros deles. E claro que Santiago não ficou na vontade: não só acariciou os mamilos, como enfiou a mão inteira dentro do decote daquele vestido, agarrou um peito inteiro, deixando dois dedos livres pra roçar e beliscar de leve os mamilos da namorada.
Laura tava doida, não se aguentava mais, tava acostumada a fazer isso mais seguido desde que começaram a namorar, mas naquela semana ele tinha ignorado ela. Com todo aquele calor e paixão, ela falou:
Ayyy Santi, quanto tempo falta? Quero meter logo, meu amor.
O todo excitado e acalorado:
Já falta pouco, amor, tô morrendo de vontade de te comer na praça, você me deixa muito excitado, gostosa.
Quando finalmente estavam chegando no destino, pararam com os beijos pra dar uma ajeitada na roupa e desceram do ônibus.
Caminharam pela praça de mãos dadas, trocando olhares provocantes cheios de luxúria cada vez que viam um possível lugar para realizar a fantasia. Santiago a levou pro lugar que já tinha na cabeça, atrás de um grupo de árvores onde tinha um tronco caído de alguma tempestade, e mais duas árvores que escondiam a ponta daquele tronco. Eles já vinham se beijando e se apalpando no caminho até aquele lugar onde tinha pouca gente. Tavam extremamente tesudos. Quando ele disse que era ali, ela foi, sentou na ponta, abaixou o decote e, sem se importar com nada, deixou os peitos de fora, e enquanto beliscava os próprios mamilos, disse com um tom provocador:
Aqui me tem, Santi, pronta pra tudo por você.
Ele babava com a imagem tão gostosa que tinha na frente e, ao ouvir essas palavras, deu um passo em direção a ela, ficando quase colados. A boca dele desceu direto pra aqueles biquinhos, devorando desesperadamente aquelas tetas. Ele apertava, mordiscava, beliscava — era hora de extravasar toda a excitação que vinha acumulando.
Ela, que tava morrendo de vontade, começou a soltar o cinto dele e a abaixar o zíper, queria tirar aquela pica, queria sentir ela na mão, e mais ainda na boca. Pegou o rosto do Santiago, mandou ele ficar em pé, e com aquela pica na frente da boca não hesitou: começou a tocar ela enquanto olhava nos olhos dele e dava uns beijos, falou:
Você não tem ideia de como senti falta de ter essa pica nas minhas mãos, e mais ainda na minha boca.
E naquele instante, ela passou a língua das bolas até a ponta e começou a chupar, adorava o gosto do namorado, curtia ver a cara de prazer que ele fazia toda vez que enfiava o pau inteiro na boca e segurava uns segundos antes de tirar.
Nenhum dos dois aguentava mais tanta excitação, todo o amor que sentiam tinha se transformado numa paixão desenfreada, eles se desejavam, desejavam sentir o contato dos corpos. Mudaram de posição, com Santiago sentado no tronco e Laura de pé. Ela virou de costas pra ele, levantando um pouco o vestido, quando ouviram risadas. Ela puxou rapidamente a parte de cima do vestido e, quando ia se virar pra ver se o namorado estava coberto, ele agarrou ela pela cintura e a apertou contra uma das árvores, tentando de qualquer jeito se esconder das pessoas que tinham ouvido. Mas essas pessoas nem perceberam que ali, a poucos metros delas, tinha um casal cheio de tesão, com fome de sexo.
Santiago e Laura olhavam de lado pra ver se eles já tinham ido embora, e quando ele percebeu que ninguém nem tinha notado, enfiou a rola quente e dura no meio dos lábios da buceta, roçando de frente pra trás, fazendo ela ficar ainda mais molhada.
Ela mordendo os lábios implorava pra ele com a voz trêmula:
Mete, mete em mim que já preciso dessa pica quente dentro.
Sem hesitar nem um segundo, o namorado dela agarrou o tronco inteiro da rola e foi enfiando ela, centímetro por centímetro, dentro da buceta dela. Ela, agarrada na árvore, arranhando ela, gemendo sem parar, não tava nem aí que era um lugar público. Bombeada atrás de bombeada, cada vez mais rápido, dava pra ouvir os corpos batendo um no outro, e a umidade dos sexos quando a rola do Santiago entrava e saía da buceta linda da Laura.
Ele estava muito excitado, absolutamente tudo que tinha planejado tinha dado certo, o momento o esquentava ainda mais, ver a namorada tão tesuda, ele puxou a parte de cima do vestido dela, deixando os peitos dela nus, isso o deixava louco. Continuou com uma das mãos na cintura de Laura e a outra levou para cima, roçando todo o contorno do corpo dela até chegar naqueles mamilos preciosos e lindos.
Como eu amo seus peitos, você é uma gostosa pelada, quero te foder todos os dias ao ar livre, gata.
Laura, entre gemidos de prazer e excitação constante que percorriam seu corpo:
Você vai me ter assim quando quiser, a única coisa que precisa fazer é me foder até não aguentar mais, Santi.
Eles se separaram da árvore e Santiago se deitou na grama. Laura queria continuar sentindo o prazer que ser penetrada dava, então, sem perder um segundo, sentou no colo do namorado, enfiando centímetro por centímetro aquela pica que tanto desejava. O último pedaço ela enfiou de uma vez, e os dois soltaram um gemido de prazer. Ela começou a mexer os quadris, em círculos, sabia que isso deixava o namorado louco e adorava sentir a dureza daquela pica roçando as paredes da buceta dela.
Enquanto Santiago apertava os peitos dela, ela começou a subir e descer no pau do namorado, tirava quase tudo, deixando só a cabeça pra dentro e descia rápido, até sentir os ovos do namorado contra os lábios da buceta dela.
A calentura dele fazia ele querer foder com mais brutalidade, então pegou ela pela raba e disse:
Fica de quatro, quero você como minha putinha, quero te comer toda.
Ela ficou de quatro e começou a rebolando a raba provocando ele enquanto dizia:
Aqui estou, toda sua, me fode como a puta que eu sou.
Santiago se colocou atrás dela, passou as mãos com força acariciando aquela bunda perfeita e deu uns tapas nela, deixando ela toda vermelha, com a pele quente. Os gritinhos de dor e prazer que ela soltava excitavam ele ainda mais, então ele segurou firme na cintura dela e meteu de uma só vez. Com o pau bem no fundo da buceta da namorada, ele se inclinou sobre ela e disse:
Assim que eu queria te ter, te comendo como uma putinha, minha putinha, que adora ser comida no parque pra todo mundo ver.
Ele se ergueu um pouco e começou a penetrar ela com rapidez, na mesma velocidade que ela começou a gemer ainda mais alto. Cada vez que ela soltava um gemido com um grito de prazer, ele dava um tapa forte na bunda dela pra lembrar que não devia gritar tão alto.
Ela sentia tanto prazer que a força começou a faltar nos braços dela, o Santiago percebeu, apoiou a mão nas costas dela e empurrou ela pra baixo. Ela se desmontou, só gemia com a bunda empinada pra continuar sendo comida, sentia que um grande orgasmo tava chegando, anunciado por ondas de prazer no corpo todo. Não deu nem tempo de avisar o namorado, gozou num orgasmo intenso que fez a buceta dela se contrair, apertando e molhando ainda mais a pica que tava metendo nela. O Santiago não aguentou quando sentiu ela gozar com a pica dele dentro, então tirou pra bater uma e começou a gozar, enchendo a bunda da Laura de porra quente.
Ela caiu de boca no chão e ele se deitou ao lado dela. Deu um último tapa na bunda dela e puxou o vestido pra baixo, cobrindo a rabeta. Guardou o pau e, bem na hora que terminou de abotoar a calça, uma bola caiu na frente dele. Um jovem apareceu atrás, procurando a bola. Enquanto pegava a bola, piscou um olho pro Santiago e foi embora.
5 comentários - Um namoro excitante