Agarrado no Flagra

Agarrado no Flagra

Queridos, essa é minha estreia como escritor, espero que curtam minha experiência. SAUDAÇÕES!!!!

Tudo começou quando conheci uma garota chamada Victoria, Vicky pros amigos. Quando a conheci, ela era namorada de um dos meus amigos e colegas de escola. Pela boca do próprio colega, fiquei sabendo que ela era uma putinha assumida de 19 anos.

O tempo passou, e vários anos depois de vê-la pela primeira vez, nos adicionamos no Facebook. Ficamos conversando por dias, até que o clima foi esquentando nas conversas. Naquela época, ela tinha uns 21 anos, e eu, 24. Começamos a trocar experiências, beijos e anime erótico, até que nas madrugadas começamos com vídeos eróticos. Ela começou a se pelar ao vivo pra mim (bendito Messenger, ainda sinto sua falta). Combinamos um monte de coisas gostosas que íamos fazer quando finalmente decidíssemos ficar juntos.

O problema é que naquela época eu quase não tinha tempo livre, e nos fins de semana minha namorada me sugava por completo. Ela também tinha um namorado, e nos fins de semana ele a controlava do mesmo jeito. Os dias foram passando, e vendo aquele corpo lindo e gostoso, devo ter matado mais crianças que o próprio Hitler, de tanta punheta que bati olhando pra ela. E a safada ainda lambia a tela.

Decidi que não dava pra continuar na mesma situação, então comecei a bolar um plano pra comer aquela bucetinha deliciosa. Ainda não descrevi como ela era naquela época: uma criatura linda de 1,62m de altura, bem magrinha, mas com uma bunda adorável e uns peitinhos pequenos, mas muito motivadores. Além disso, ela adorava chamar atenção, e o sorriso dela era bonito, sem chegar a ser angelical. Eu, bom, me considero uma pessoa comum: 1,70m, corpo magro. Então definimos o dia e a hora em que ela poderia estar disponível sem arrumar problemas com nossas respectivas famílias.

Perto da casa dela, tem um parque cultural com uma mata. Além disso, o dia que escolhemos foi um Quarta-feira às 10 da manhã, cheguei bem pontual na casa dela e fomos fazer uma espécie de piquenique. Naquele dia, por sorte, não tinha ninguém no parque. Entramos, visitamos o mini zoológico que tem lá e começamos a namorar. Mas depois de uns beijos, ela soltou um comentário foda: "Namorado pra andar de mão dada não tô procurando nem preciso."

Aí decidimos entrar no bosque do parque, que é bem grande e também tem um lago. Ela começou a me beijar com paixão, uau, ela sabia mexer a boca mesmo. Ficava passando a mão na minha pika e a putinha sempre no controle. Fomos tirando a roupa, já tava completamente pelado, falei pra ela descer pros wawis, e a putinha respondeu que não sabia o que era. Falei pra ela chupar minha pika, putinha. Não precisei repetir duas vezes, porque ela já começou. Movia a cabeça em círculos, de frente pra baixo, ela mandava muito bem nos boquetes, chupava minhas bolas e fazia garganta profunda. Eu tava completamente sem vergonha, falava um monte de putaria e disse: "Você vai tomar seu leitinho." Ela chupou com mais força e sugou até eu gozar dentro da boca linda dela. Não desperdiçou nem uma gota, era uma putinha de verdade, feita e direita.

Depois, jogamos a roupa no chão e comecei a retribuir o favor. Desci pro poço dela, quase não gosto de fazer isso se não conheço a garota, mas naquela ocasião ela realmente mereceu. Fiquei estimulando e tocando a buceta gostosa dela, tava completamente molhada, escorrendo até as panturrilhas os sucos dela. Até que ela começou a se contrair, sinal de que não demorava pra gozar. Sem mentir, ela gritou tanto que só com aquilo minha pika subiu na hora.

Depois virei ela, coloquei de quatro e comecei a meter gostoso. Não usei camisinha e ela também não pediu. Começamos a trepar igual dois cachorros no cio, ela gemia tão gostoso que acelerava meu coração. Até que de repente ela falou: "Vira" e decidiu montar em mim, por Deus. Era uma delícia mesmo o jeito que ela se mexia, a gente tava se divertindo pra caralho até que de repente a gente ouviu um dos seguranças do parque começar a gritar, o filho da puta, falando que aquilo não era hotel e que a gente era uns porcos e não sei quantas merdas o desgraçado falou. Levantamos na maior pressa porque o cuzão tava ameaçando a gente com um facão. Vestimos só a roupa que deu, ela entrou no meu carro e eu comecei a acelerar. Saímos do parque e a gente nem tava vestido direito. Mais tranquilo, parei e começamos a nos vestir na estrada. Só tinha um sorriso no rosto e uma incredulidade do que tinha acontecido, mas eu não podia deixar matar mais crianças se ela podia comer elas, então pedi pra ela me deixar bem satisfeito. Ela começou a chupar meu pau de novo até eu gozar na boca dela, e a putinha queria cuspir, mas eu falei que minhas cachorras não desperdiçam meu elixir, então ela engoliu tudo. Decidimos voltar pra nossa rotina, levei ela na escola e continuamos nos falando até hoje. Ela me liga quando quer foder e a gente tem tempo. É uma verdadeira amiga. Esse foi o começo de uma série de loucuras que terminavam em trepada com essa gostosa.

Salve, espero que tenham gostado. Fico de olho nas observações e comentários de vocês pra continuar com as outras histórias de minas.

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