Voo com minha amiga gostosa head master

Nossa empresa tinha se mudado pra uma cidade do interior, a gente ia ficar sem emprego, mas pelo menos por um mês ainda ia receber nosso salário, já que eu e mais duas colegas e dois colegas estávamos indo pra essa cidade treinar o pessoal local que ia ocupar nossos cargos. Era pegar ou largar, e bom, a gente pegou. No fim das contas, ia ser quase férias, porque depois desse mês a gente já sabia que tava desempregado. Levamos tudo na maior moleza e curtimos saindo quase toda noite depois do trabalho….

Uma das minas que viajava com a gente era, além da minha colega de trabalho mais próxima, uma grande amiga (até hoje continua sendo), com quem a gente dividia todas as tristezas e alegrias. Mas também tenho que dizer que ela é daquelas mulheres que te tiram o sono. Pra mim, ela é a definição máxima de beleza: 1,76m, cabelo liso castanho escuro até o meio das costas, peitos lindos e médios, super combinando com a figura fina e gostosa dela, uma bunda pequena que dá água na boca por qualquer ângulo que você olhe. Sério, acho que ela é uma gostosa, uma preciosidade viva, mas é minha amiga do coração….

Até aquela viagem de avião, nunca rolou nada entre a gente, embora tivesse um monte de brincadeiras e toques, mas de amigos de verdade, sem tesão nem intenção de ir além. Só que, pra ser sincero, desde que vi ela pela primeira vez, imaginei como seria bom ter uma beleza daquelas como namorada, apreciar aquele corpo incrível pelado. Ela sempre me deixou louco, mas as circunstâncias fizeram a gente ser só amigos muito próximos, sem nunca ter rolado nada sexual entre nós, até aquele dia, quando entramos no avião….

Assim que sentamos, Natália (minha amiga linda) sentou rapidinho do meu lado, enquanto nossos colegas viajavam espalhados em outros assentos. Era um voo noturno que não levaria mais de duas horas pra chegar no destino. Nati se aninhou no assento dela e, passando o braço por baixo do meu, do meu, se apertou contra mim e disse:
"Um beijinho de cabala pra o voo terminar bem!"
Em seguida, me deu um beijo sonoro na boca com os lábios bem fechados, a gente sempre faz isso contra o mau-olhado. Eu abracei ela e começamos a comentar nossas expectativas sobre o que ia ser aquela experiência de um mês, mesmo que voltássemos pra casa nas sextas à noite e partíssemos de novo nas segundas de madrugada. Ficamos um tempão falando sobre isso, até que o avião começou a se posicionar na pista pra decolar. De repente, começou a taxiar, ganhando mais velocidade a cada segundo, até que finalmente levantou voo do chão de Buenos Aires.

Já no ar, continuamos conversando enquanto eu passava os dedos pelo couro cabeludo dela, porque sei muito bem que isso a relaxa e acalma. Ela sorria e continuava falando, eu observava ela, fascinado pela beleza e pela graça ao falar, além do sentimento de apreço por todas as qualidades dela. Era inegável que ninguém conseguia ser neutro diante daqueles olhos capazes de derreter aço.

Aí a conversa foi pros nossos assuntos de sempre: amores, dores do coração e da alma, quem você tá afim e quem não, como foi aquela noite com fulano ou sicrano, até que caímos numa conversa bem normal entre nós: sexo! A gente contava detalhes, posições, tudo, tudo. Eu sempre invejava os caras que ficavam com ela, porque, mesmo que nenhum tivesse um relacionamento duradouro, eles aproveitavam à vontade aquele corpo e aquela personalidade incrível que eu imaginava espalhada numa cama, gozando, e isso me fazia pirar.

Nenhum dos amantes ocasionais dela a convencia de verdade: um por tamanho insuficiente, outro pelo jeito que fazia ou por ser pouco gentil na cama, ou por se importar pouco com o prazer dela.

A conversa seguiu por esses caminhos. Nessa altura, pensando em tudo isso, eu tava louco, morria de vontade de ter algo com ela, mas não tentava porque era inútil. Eu era tipo o irmão mais velho dela, segundo as próprias palavras dela. Por outro lado, mal nos conhecemos, eu já tinha dado umas investidas nela, mas ela me rejeitou de boa.

O negócio é que a gente continuou conversando e, sem querer, quando ela mexeu uma das mãos, roçou no meu volume, que tava durasso porque eu tava excitadão com a conversa e com o que passava na minha cabeça. Ela deu um sorrisinho e falou:

"Ha ha, me desculpa, foi sem querer, mas deixa eu te dizer que percebi uma certa rigidez… será? Ha ha, não tá te excitando nossa conversa, tá?"

Eu fiquei uns segundos mudo, sem saber como reagir, mas depois de um instante falei:

"Ah, é inevitável, te imaginar na situação que você tava me contando me deixa doido."

E ela respondeu:

"Sério? E me diz, depois de todos esses anos de amizade, você ainda me acha tão gostosa quanto no começo, quando quis ficar comigo?"

Todo mundo nos assentos perto tava cochilando naquele momento, e eu falei:

"Você me atrai mais do que antes, porque agora, além de admirar sua beleza, que é imensa, admiro seu coração, seus sentimentos e tudo que você é como pessoa. Mas nunca insisti de novo por respeito a essa amizade e a esse sentimento incrível que tenho no meu coração por você. Você não acreditaria se eu dissesse o quanto me preocupo quando você me conta que tão te fazendo sofrer ou quando tem algum problema, é como se acontecesse comigo na pele."

Ela respondeu:

"Nossa amizade vai durar pra sempre, aconteça o que acontecer. Eu também fico excitada quando você me conta alguma das suas aventuras sexuais, mas por isso a gente não deixa de ser amigo. Você sempre me atraiu, mas não quis aceitar ficar com você com medo de acontecer o que acontece com todo mundo: o entusiasmo dura só umas duas semanas e depois eu canso, como você bem sabe. Já com nossa relação, eu garanto que a gente fica junto pra sempre, porque a gente se esquentar um pelo outro não acho que torne menos sincero nosso sentimento de amigos de alma. Dito isso, ela aproximou a boca da minha e passou a língua sobre meus lábios entreabertos, nos fundimos num beijo profundo, apaixonado e prolongado, durante o qual ambos perdemos a noção do tempo, parecia impossível estar chupando a boca da minha super amiga e tê-la tão, mas tão entregue.
Quando nos separamos, ela disse que adorou o beijo, que sou muito doce e que tinha achado estranhíssimo a gente estar se beijando daquele jeito tão louco, enquanto ela falava isso, eu passava a língua pelos lábios suculentos dela e voltava a beijá-la, interrompendo as frases dela, estava como num sonho, todos aqueles anos esperando ansiosamente para poder aproveitar pelo menos uns minutos daquela boca dos sonhos, num momento ela disse:
"Sabia que eu tava pensando? Em todo esse tempo que a gente se conhece, nunca nos vimos pelados completamente, né? Você gostaria de me ver nua? Eu adoraria conhecer seus... segredos, ha ha"
Eu, surpreso, respondi:
"Claro que queria te ver, seu corpo deve ser incrível sem roupa, sonhei com você assim muitas vezes..."
Ela sorriu e disse:
"Bom, então, numa dessas noites da nossa estadia no hotel, a gente vê se combina de fazer alguma coisa... quer um adiantamento?"
Eu, quase engasgando de emoção:
"Fechado assim, a gente combina lá, mas obviamente, sim, quero esse adiantamento!"
Na hora, ela olhou ao redor, vendo que todo mundo dormia, começou a desabotoar a camisa cinza escuro dela mais ou menos até a altura do estômago, pegou uma das minhas mãos, enfiou pela abertura e eu pude sentir os peitos lindos dela nus, já que ela não usava sutiã, comecei a beliscar uns mamilos preciosos que começaram a ficar bem duros, depois eu pesava a teta inteira para voltar mais tarde a brincar com o mamilo, enquanto ela dizia:
"Sim, meu bem, assim, sente bem essas tetas, toca elas bem, aproveita"
Eu não tava a mil, mas a mil e quinhentos! A piroca explodia na calça e lutava para escapar do cerco da cueca, então, quase Sem pensar, eu disse:
"Como eu faria de tudo por você, meu amor, como eu te desejo, seu corpo tem que ser meu, nem que seja por um momento…"

Ela me respondeu:
"Ah, você me deixa muito excitada, quando a gente chegar, acho que ainda hoje à noite vamos poder nos aproveitar, agora me dá essa mão"

Pegando minha mão livre, ela a guiou até a virilha dela, levantou um pouco a saia e deixou minha mão ali para eu agir de acordo. Eu, sem esperar outro sinal, comecei a afastar a delicada calcinha preta fio-dental dela e, enfiando meus dedos por um dos lados daquele tecido fino, comecei a acariciar os lábios molhados da buceta quente dela. Depois de um bom tempo percorrendo os lábios dela com gosto e prazer, enfiei três dedos na vulva dela, deixando o mindinho de fora enquanto com o polegar acariciava a protuberância marcante do clitóris dela. Ela ofegava e gemia bem baixinho, já que o lugar e a circunstância não nos permitiam nos soltar como a gente queria. Após alguns minutos dando essa massagem intensa na buceta dos sonhos dela, ela mordeu meus lábios, enfiou a língua na minha boca e me beijou intensamente, com desejo e segurança. Com a língua dela entrelaçada na minha, ela me fez entender que estava prestes a gozar, então acelerei as carícias com o polegar no clitóris dela e, em poucos segundos, ela explodiu com uma gozada notável que molhou ainda mais minha mão. Quando terminou, soltou um gemido prolongado que ainda ecoa nos meus ouvidos:

"Ah ah ahhhhhghhh ghhh mmmmssssim sim sim, gato, sim, bebê, você sabe usar suas mãos e sua língua, isso é certeza. Agora quero que você me dê uma amostra, quero conhecer seu pau, vai, me mostra…"

Tirei a mão direita de entre as pernas dela e, olhando para ela, chupei meus dedos suavemente, saboreando o gosto doce dos sucos dela. Passei a língua pelos meus dedos e depois os ofereci a ela, enquanto continuava apalpando os peitos dela com a esquerda. Ela começou a chupar cada um dos meus dedos, mamando neles como se fossem paus, de um jeito muito sensual, sempre me encarando nos olhos enquanto continuava limpando os restos dos seus deliciosos sucos, então, tirei aquela mão e desci até uma das dela, peguei suavemente e coloquei sobre meu pau duro, tirei a outra mão de entre os peitos dela, ela começou a apalpar meu pau, a passar a palma da mão por cima da calça e me dizia:
“Ai meu amor, como você tá, esse pau que você guarda tá explodindo, quero libertar ele e acalmar um pouco seu desejo, posso?”

Sem dizer uma palavra, ela começou a abaixar meu zíper enquanto, com a cabeça apoiada na altura do meu peito, me olhava pra cima com cara de gata no cio, semicerrando os olhos e franzindo aquela loucura de lábios, desabotoou meu botão, abaixou todo o zíper e, depois de apalpar um pouco meu volume por cima do tecido da cueca, finalmente deu liberdade ao meu pau, que já estava meio molhado, a glande brilhava e toda a pele da minha vara estava tensa e ansiosa pra sentir o contato dela. Na hora, ela puxou a cueca um pouco mais pra baixo e também libertou minhas bolas, começou a pesá-las e massageá-las devagar, voltou pra atração principal e começou a mover meu pau pra cima e pra baixo, batendo uma punheta lenta, suave e sutil, enquanto com a voz meio rouca me dizia:

“Que buceta linda, meu deus, adoro, é tão macia, me enlouquece e eu queria sentir ela agora mesmo. Pelo que você sempre me contava, imaginava que devia ter um belo pedaço de carne guardado aí, agora vou ficar com ciúmes quando souber que outra tá apalpando ou chupando ele…”

Eu respondi:
“Mas você não chupou ele…”

E ela disse:
“Ah, não? E isso é o quê?”

Pegou meu pau ereto e enfiou na boca até onde conseguiu, eu delirava de prazer enquanto passava as mãos pelo cabelo e pelas costas dela, ela dava umas lambidas enormes que me faziam explodir de prazer, depois enfiava na boca e eu achava que estava no céu, ela estava me dando um boquete dos sonhos, já que aqueles lábios carnudos convidavam constantemente a esse tipo de pensamento lascivo. De vez em quando, ela voltava a realidade quando ela dava uns mordiscos suaves no meu bico ou chupava minhas bolas com força, eu fazia ela parar de chupar e a puxava um pouco pra beijar deliciosamente a boca dela e esfregar um pouco os peitos perfeitos dela. numa dessas vezes, abri um pouco mais a camisa dela e, deixando um peito lindo de fora, comecei a chupar e beijar ele com carinho, passava mordiscadas no seu mamilo firme, e ela respondia cravando as unhas nas minhas costas e gemendo de um jeito muito sensual. enquanto eu chupava os peitos dela, ela continuava me masturbando com uma mão que de vez em quando cuspia pra manter meu pau molhado. depois que saciei minha vontade de beijar os peitos e a boquinha dela, ela voltava insistentemente a engolir meu pau ereto. quando ela me mamava, eu dava uma olhada ao redor pra garantir que as pessoas mais próximas não estivessem nos vendo ou simplesmente dormindo. tava numa dessas observações quando, de repente, senti que uma onda de esperma ia vazar. falei na hora:

“Naty, sai que eu vou gozar, não aguento mais”

Ela, em vez de largar meu pau e pegar um lenço ou algo pra segurar minha gozada, continuou me dando uma chupada alucinante que, em só dez segundos a mais, fez meu líquido viscoso encher a boca dela, escapando pelo canto dos lábios lindos dela. ela se levantou um pouco, me olhou, e eu vi ela engolir toda a porra quente que tinha depositado na boca dela, e depois passou a língua nos lábios pra limpar todo o resto de sêmen. na sequência, baixou a boquinha dela de novo até meu pau, que já começava a murchar, e passou a língua uma última vez pra tirar todo o sêmen que tinha sobrado. guardou meu pau dentro da cueca, subiu meu zíper e abotoou minha calça, se sentou de volta, tomou um gole de água da garrafinha que tinha na frente — foi metade pra enxaguar, metade pra matar a sede —, ajeitou a camisa dela e me abraçou, e depois me disse:

“Nunca pensei que” Se a gente pudesse ter algo tão louco, arriscado e delicioso assim, agora não vejo a hora de chegar no hotel pra me entregar completamente aos seus desejos.
Respondi pra ele;
“Quando a gente chegar lá, se prepara porque não vou te deixar em paz, vou fazer de tudo com você.”
E de fato, durante aquele mês, a gente fez de tudo, explorei cada buraquinho dela, beijei cada cantinho daquele corpo gostoso, tudo que você puder imaginar aconteceu, às vezes no quarto dela, outras no meu…
Quem sabe um dia eu conte sobre nossos encontros quentes e outras paradas ardentes que rolaram na nossa estadia naquele hotel…
Aquele mês foi tipo uma licença poética pra nossa amizade, porque quando voltamos pra Buenos Aires, continuamos sendo os melhores amigos do mundo, até hoje somos e nos amamos loucamente, mas desde então, nunca mais rolou nada de sexo entre a gente, a não ser nas nossas conversas normais sobre o assunto. Foi como voltar ao que era antes, só que mais tranquilos e com a satisfação de dever cumprido.Voo com minha amiga gostosa head master

3 comentários - Voo com minha amiga gostosa head master

Rub1t0 +2
Che pero si es verdad por que la expones así?
Falta la pollera y ka camisa. Por lo menos en ese viaje no fue