Nossa empresa tinha se mudado pra uma cidade do interior, a gente ia ficar sem emprego, mas pelo menos por um mês ainda ia receber o salário, já que junto com duas colegas e dois colegas a gente tava indo pra essa cidade treinar o pessoal local que ia ocupar nossos cargos. Era pegar ou largar, e a gente pegou, afinal de contas, ia ser quase férias, já que depois desse mês a gente sabia que tava desempregado. Levamos tudo na maior moleza e curtimos saindo quase toda noite depois do trabalho….
Uma das minas que viajava com a gente era, além da minha colega de trabalho mais próxima, uma grande amiga (até hoje continua sendo), com quem a gente dividia todas as tristezas e alegrias. Mas também tenho que dizer que ela é daquelas mulheres que te tiram o sono. Pra mim, ela é a maior expressão de beleza que existe: 1,76 de altura, cabelo liso castanho escuro até o meio das costas, peitos lindos e médios, bem proporcionais com a figura fina e gostosa dela, uma bunda pequena que dá água na boca por qualquer ângulo que você olhe. Sério, acho que ela é uma gostosa, uma preciosidade viva, mas é minha amiga do coração….
Até aquela viagem de avião, nunca rolou nada entre a gente, embora tivesse um monte de brincadeiras e toques, mas de amigos de verdade, sem tesão nem intenção de ir além. Mas, pra ser sincero, desde que vi ela pela primeira vez, imaginei como seria bom ter uma beleza daquelas como namorada, apreciar aquele corpo incrível pelado. Ela sempre me deixou louco, mas as circunstâncias fizeram a gente ser só amigos muito próximos, sem nunca ter rolado nada sexual entre nós, até aquele dia, quando entramos no avião….
Assim que sentamos, Natália (minha amiga linda) sentou rapidinho do meu lado, enquanto nossos colegas viajavam espalhados em outros assentos. Era um voo noturno que não ia demorar mais de duas horas pra chegar no destino. Nati se aninhou no assento dela e, passando o braço por baixo do meu, se apertou contra mim e me disse:
"Um beijinho de sorte pra o voo terminar bem!"
Na sequência, me deu um beijinho sonoro na boca com os lábios bem fechados, a gente sempre faz isso contra o azar, eu abracei ela e começamos a comentar nossas expectativas sobre o que ia ser aquela experiência de um mês, embora voltássemos pra casa nas sextas à noite e partíssemos de novo nas segundas de madrugada, ficamos um tempão falando sobre isso, até que o avião começou a se posicionar na pista pra decolagem, de repente começou a taxiar, ganhando a cada segundo mais velocidade até que finalmente levantou voo do chão de Buenos Aires.
Uma vez no ar, continuamos conversando enquanto eu passava os dedos pelo couro cabeludo dela, porque sei muito bem que isso relaxa e acalma ela, ela sorria e continuava falando, eu observava ela fascinado pela beleza e graça dela ao falar, além do sentimento de apreço por todas as qualidades dela, era inegável que ninguém conseguia ser neutro diante daqueles olhos capazes de derreter aço.
Então a conversa derivou pros nossos assuntos de sempre, amores, dores do coração e da alma, quem você gosta e quem não gosta, como foi na outra noite com fulano ou sicrano, até que caímos numa conversa bem normal entre nós, sexo! A gente contava detalhes, posições, tudo, tudo, eu sempre invejava os caras que ficavam com ela, porque, embora nenhum tivesse um relacionamento duradouro com ela, eles aproveitavam à vontade aquele corpo e aquela personalidade incrível que eu imaginava espalhada numa cama gozando e isso explodia minha cabeça.
Nenhum dos amantes ocasionais dela a convencia totalmente, um por deficiência de tamanho, outro pelo jeito que fazia ou o pouco gentil que era na cama ou o pouco que se importavam com o prazer dela,
A conversa seguiu por esses caminhos, nessa altura pensando em tudo isso, eu tava louco, morria de vontade de ter algo com ela mas não tentava porque era inútil, Eu era tipo o irmão mais velho dela, segundo as próprias palavras dela. Por outro lado, mal nos conhecemos, eu já tinha tentado umas investidas com ela, mas ela me rejeitou educadamente.
O negócio é que a gente continuou conversando e, sem querer, quando ela mexeu uma das mãos, roçou no meu volume, que tava durasso porque eu tava excitadíssimo com a conversa e com o que passava pela minha cabeça. Ela deu uma risadinha e falou:
“Haha, me desculpa, foi sem querer, mas deixa eu te dizer que notei uma certa rigidez… será? Haha, não é que nossa conversa tá te excitando, né?”
Eu fiquei uns segundos mudo porque não sabia como reagir, mas depois de um instante falei:
“Ah, é inevitável, te imaginar na situação que você tava me contando me deixa doido.”
E ela respondeu:
“Sério? E me diz, depois de todos esses anos de amizade, você ainda me acha tão gostosa quanto no começo, quando queria ficar comigo?”
Todo mundo nos assentos próximos tava cochilando naquele momento em que eu falei:
“Eu gosto mais de você do que antes, porque agora, além de admirar sua beleza, que é imensa, admiro seu coração, seus sentimentos e tudo que você é como pessoa. Mas nunca insisti de novo por respeito a essa amizade e a esse sentimento incrível que tenho no meu coração por você. Você não acreditaria se eu dissesse o quanto me preocupo quando você me conta que tão te fazendo sofrer ou quando tem algum problema, é como se fosse comigo na pele.”
Ela respondeu:
“Nossa amizade vai durar pra sempre, aconteça o que acontecer. Eu também fico excitada quando você me conta alguma das suas aventuras sexuais, mas por isso a gente não deixa de ser amigo. Você sempre me atraiu, mas não quis aceitar sair com você com medo de que acontecesse o mesmo que com todo mundo: o entusiasmo dura só umas semanas e depois eu canso, como você bem sabe. Já com nossa relação, eu garanto que a gente fica junto pra sempre, porque a gente se esquentar um pelo outro não acho que torne menos sincero nosso sentimento de amigos de alma.” Dito isso, ela aproximou a boca da minha e passou a língua sobre meus lábios entreabertos, nos fundimos num beijo profundo, apaixonado e prolongado, durante o qual ambos perdemos a noção do tempo, parecia impossível estar comendo a boca da minha super amiga e tê-la tão, mas tão entregue.
Quando nos separamos, ela disse que amou o beijo, que sou muito doce e que tinha achado estranhíssimo a gente estar se beijando daquele jeito tão louco, enquanto falava isso, eu passava a língua pelos lábios suculentos dela e a beijava de novo, interrompendo as frases dela, estava como num sonho, todos aqueles anos esperando ansiosamente para poder aproveitar pelo menos alguns minutos daquela boca dos sonhos, num momento ela disse:
"Sabia que eu tava pensando? Em todo esse tempo que a gente se conhece, nunca nos vimos pelados completamente, né? Você gostaria de me ver nua? Eu adoraria conhecer seus... segredos, ha ha"
Eu, surpreso, respondi:
"Claro que quero te ver, seu corpo deve ser incrível sem roupa, te sonhei muitas vezes assim..."
Ela sorriu e disse:
"Bom, então, numa dessas noites da nossa estadia no hotel, a gente vê se arranja algo..., quer um adiantamento?"
Eu, quase engasgando de emoção:
"Fechou assim, a gente combina lá, mas obviamente, sim, quero esse adiantamento!"
Na hora, ela olhou ao redor, vendo que todo mundo dormia, começou a desabotoar a camisa cinza escuro dela mais ou menos até a altura do estômago, pegou uma das minhas mãos, enfiou pela abertura e eu pude sentir os lindos peitos dela nus, já que ela não usava sutiã, comecei a beliscar uns mamilos preciosos que começaram a ficar bem duros, depois eu pesava a teta inteira para voltar mais tarde a brincar com o mamilo, enquanto ela dizia:
"Sim, meu bem, assim, sente bem essas tetas, toca elas bem, aproveita"
Eu não tava a mil, mas a mil e quinhentos! A pica explodia na calça e lutava para escapar do cerco da cueca, então, quase Sem pensar, eu disse:
"Como eu faria de tudo por você, meu amor, como eu te desejo, seu corpo tem que ser meu, mesmo que seja por um momento..."
Ela me respondeu:
"Ah, você me deixa muito excitada, quando a gente chegar, acho que ainda essa noite vamos poder nos aproveitar, agora me dá essa mão"
Pegando minha mão livre, ela a levou até a sua entreperna, levantou um pouco a saia e ali deixou minha mão para que eu agisse de acordo. Eu, sem esperar outro sinal, comecei a afastar sua delicada calcinha preta fio-dental e, enfiando meus dedos por um dos lados daquele tecido fino, comecei a acariciar os lábios molhados da sua buceta quente. Depois de um bom tempo percorrendo seus lábios com gosto e prazer, introduzi três dedos na sua vulva, deixando o mindinho de fora enquanto com o polegar acariciava a protuberância pronunciada do seu clitóris. Ela ofegava e gemia bem baixinho, já que o lugar e a circunstância não nos permitiam nos soltar como gostaríamos. Após alguns minutos dando essa massagem intensa na sua buceta dos sonhos, ela mordeu meus lábios, enfiou a língua na minha boca e me beijou intensamente, com desejo e segurança. Com a língua entrelaçada na minha, ela deu a entender que estava prestes a gozar, então acelerei as carícias com o polegar no clitóris dela e, em poucos segundos, ela explodiu com uma gozada notável que molhou ainda mais minha mão. Quando terminou, soltou um gemido prolongado que ainda ecoa nos meus ouvidos:
"Ah ah ahhhhhghhh ghhh mmmmssssim sim sim, gato, sim, bebê, você sabe usar suas mãos e sua língua, isso é certeza. Agora quero que você me dê uma amostra, quero conhecer seu pau, vai, me mostra..."
Tirei a mão direita de entre as pernas dela e, olhando para ela, chupei meus dedos suavemente, saboreando o gosto doce dos seus fluidos. Passei a língua pelos meus dedos e depois os ofereci a ela, enquanto continuava apalpando os peitos dela com a esquerda. Ela começou a chupar cada um dos meus dedos, mamando neles como se fossem paus, de forma muito sensual, sempre me encarando fixamente nos olhos enquanto continuava limpando os restos dos seus deliciosos sucos, então, tirei aquela mão e desci até uma das dela, peguei suavemente e coloquei sobre meu pau duro, tirei a outra mão de entre os peitos dela, ela começou a apalpar meu pau, a passar a mão por cima da calça e me dizia:
“Ai meu amor, como você tá, esse pau que você guarda tá explodindo, quero libertar ele e acalmar um pouco seu desejo, posso?”
Sem dizer uma palavra, ela começou a abaixar meu zíper enquanto, com a cabeça apoiada na altura do meu peito, me olhava pra cima com cara de gata no cio, semicerrar os olhos e franzindo aqueles lábios loucos, desabotoou meu botão, abaixou todo o zíper e, depois de apalpar um pouco meu pacote por cima da cueca, finalmente deu liberdade ao meu pau, que já estava meio molhado, a glande brilhava e toda a pele do meu pedaço estava tensa e ansiosa pra sentir o contato dela. Na hora, ela puxou a cueca um pouco mais pra baixo e libertou também minhas bolas, começou a pesá-las e massageá-las devagar, voltou pra atração principal e começou a mover meu pau pra cima e pra baixo, batendo uma punheta lenta, suave e sutil, enquanto com a voz meio rouca me dizia:
“Que pica linda, meu Deus, adoro, é tão macia, me enlouquece e eu queria sentir ela agora mesmo. Pelo que você sempre me contava, imaginava que devia ter um belo pedaço de carne guardado aí. Agora vou ficar com ciúmes quando souber que outra tá mexendo ou chupando ele…”
Eu respondi:
“Mas você não chupou ele…”
E ela disse:
“Ah, não? E isso é o quê?”
Pegou meu pau duro e enfiou na boca até onde conseguiu, eu delirava de prazer enquanto passava a mão no cabelo e nas costas dela, ela dava umas lambidas enormes que me faziam explodir de prazer, depois enfiava na boca e eu achava que estava no céu, ela tava me dando um boquete dos sonhos, já que aqueles lábios carnudos convidavam constantemente pra esse tipo de pensamento safado. De vez em quando, ela voltava pra realidade, quando ela dava uns mordiscos suaves no meu bico ou chupava minhas bolas com força, eu mandava ela parar de chupar e a puxava um pouco pra beijar ela gostoso na boca e esfregar um pouco os peitos perfeitos dela. Numa dessas vezes, abri um pouco mais a camisa dela e, deixando um peito lindo de fora, comecei a chupar e beijar ele com carinho, passando mordidinhas no mamilo duro dela, enquanto ela respondia cravando as unhas nas minhas costas e gemendo bem sensual. Enquanto eu chupava os peitos dela, ela continuava me masturbando com uma mão, que de vez em quando cuspia pra manter meu pau molhado. Depois que saciei minha vontade de beijar os peitos e a boquinha dela, ela voltava insistentemente a engolir meu pau duro. Quando ela me chupava, eu dava uma olhada ao redor pra garantir que ninguém próximo tivesse nos visto ou estivesse dormindo. Tava nessa de observar, quando de repente senti que uma onda de esperma ia vazar. Falei na hora:
"Naty, sai que vou gozar, não aguento mais."
Ela, em vez de largar meu pau e pegar um lenço ou algo pra segurar minha gozada, continuou me dando uma chupada frenética que, em só mais dez segundos, fez meu líquido viscoso encher a boca dela, escapando pelo canto dos lábios lindos. Ela se levantou um pouco, me olhou, e vi ela engolir toda a porra quente que tinha depositado na boca, depois passou a língua nos lábios pra limpar os restos de sêmen. Em seguida, baixou a boquinha de novo até meu pau, que já começava a murchar, e passou a língua uma última vez pra tirar todo o esperma que ainda tinha. Guardou meu pau dentro da cueca, subiu meu zíper e abotoou minha calça, sentou de volta no banco, tomou um gole d'água da garrafinha que tinha na frente — metade pra enxaguar, metade pra matar a sede —, ajeitou a camisa e me abraçou, pra depois dizer:
"Nunca pensei que Se a gente pudesse ter algo tão louco, arriscado e gostoso assim... agora não vejo a hora de chegar no hotel pra me entregar de corpo e alma pros seus desejos.
Respondi pra ele;
“Quando a gente chegar lá, se prepara porque não vou te deixar em paz, vou fazer de tudo com você.”
E de fato, durante aquele mês, a gente fez de tudo, explorei cada buraquinho dela, beijei cada cantinho daquele corpo maravilhoso, tudo que você puder imaginar aconteceu, às vezes no quarto dela, outras no meu...
Quem sabe um dia eu conte sobre nossos encontros quentes e outros momentos ardentes durante a nossa estadia naquele hotel...
Aquele mês foi como uma licença poética pra nossa amizade, porque quando voltamos pra Buenos Aires, continuamos sendo os melhores amigos do mundo, até hoje somos e nos amamos loucamente, mas desde então, nunca mais rolou nada de teor sexual entre a gente, a não ser pelas nossas conversas normais sobre o assunto. Foi como voltar ao que era antes, só que mais tranquilos e com a sensação de dever cumprido.
Uma das minas que viajava com a gente era, além da minha colega de trabalho mais próxima, uma grande amiga (até hoje continua sendo), com quem a gente dividia todas as tristezas e alegrias. Mas também tenho que dizer que ela é daquelas mulheres que te tiram o sono. Pra mim, ela é a maior expressão de beleza que existe: 1,76 de altura, cabelo liso castanho escuro até o meio das costas, peitos lindos e médios, bem proporcionais com a figura fina e gostosa dela, uma bunda pequena que dá água na boca por qualquer ângulo que você olhe. Sério, acho que ela é uma gostosa, uma preciosidade viva, mas é minha amiga do coração….
Até aquela viagem de avião, nunca rolou nada entre a gente, embora tivesse um monte de brincadeiras e toques, mas de amigos de verdade, sem tesão nem intenção de ir além. Mas, pra ser sincero, desde que vi ela pela primeira vez, imaginei como seria bom ter uma beleza daquelas como namorada, apreciar aquele corpo incrível pelado. Ela sempre me deixou louco, mas as circunstâncias fizeram a gente ser só amigos muito próximos, sem nunca ter rolado nada sexual entre nós, até aquele dia, quando entramos no avião….
Assim que sentamos, Natália (minha amiga linda) sentou rapidinho do meu lado, enquanto nossos colegas viajavam espalhados em outros assentos. Era um voo noturno que não ia demorar mais de duas horas pra chegar no destino. Nati se aninhou no assento dela e, passando o braço por baixo do meu, se apertou contra mim e me disse:
"Um beijinho de sorte pra o voo terminar bem!"
Na sequência, me deu um beijinho sonoro na boca com os lábios bem fechados, a gente sempre faz isso contra o azar, eu abracei ela e começamos a comentar nossas expectativas sobre o que ia ser aquela experiência de um mês, embora voltássemos pra casa nas sextas à noite e partíssemos de novo nas segundas de madrugada, ficamos um tempão falando sobre isso, até que o avião começou a se posicionar na pista pra decolagem, de repente começou a taxiar, ganhando a cada segundo mais velocidade até que finalmente levantou voo do chão de Buenos Aires.
Uma vez no ar, continuamos conversando enquanto eu passava os dedos pelo couro cabeludo dela, porque sei muito bem que isso relaxa e acalma ela, ela sorria e continuava falando, eu observava ela fascinado pela beleza e graça dela ao falar, além do sentimento de apreço por todas as qualidades dela, era inegável que ninguém conseguia ser neutro diante daqueles olhos capazes de derreter aço.
Então a conversa derivou pros nossos assuntos de sempre, amores, dores do coração e da alma, quem você gosta e quem não gosta, como foi na outra noite com fulano ou sicrano, até que caímos numa conversa bem normal entre nós, sexo! A gente contava detalhes, posições, tudo, tudo, eu sempre invejava os caras que ficavam com ela, porque, embora nenhum tivesse um relacionamento duradouro com ela, eles aproveitavam à vontade aquele corpo e aquela personalidade incrível que eu imaginava espalhada numa cama gozando e isso explodia minha cabeça.
Nenhum dos amantes ocasionais dela a convencia totalmente, um por deficiência de tamanho, outro pelo jeito que fazia ou o pouco gentil que era na cama ou o pouco que se importavam com o prazer dela,
A conversa seguiu por esses caminhos, nessa altura pensando em tudo isso, eu tava louco, morria de vontade de ter algo com ela mas não tentava porque era inútil, Eu era tipo o irmão mais velho dela, segundo as próprias palavras dela. Por outro lado, mal nos conhecemos, eu já tinha tentado umas investidas com ela, mas ela me rejeitou educadamente.
O negócio é que a gente continuou conversando e, sem querer, quando ela mexeu uma das mãos, roçou no meu volume, que tava durasso porque eu tava excitadíssimo com a conversa e com o que passava pela minha cabeça. Ela deu uma risadinha e falou:
“Haha, me desculpa, foi sem querer, mas deixa eu te dizer que notei uma certa rigidez… será? Haha, não é que nossa conversa tá te excitando, né?”
Eu fiquei uns segundos mudo porque não sabia como reagir, mas depois de um instante falei:
“Ah, é inevitável, te imaginar na situação que você tava me contando me deixa doido.”
E ela respondeu:
“Sério? E me diz, depois de todos esses anos de amizade, você ainda me acha tão gostosa quanto no começo, quando queria ficar comigo?”
Todo mundo nos assentos próximos tava cochilando naquele momento em que eu falei:
“Eu gosto mais de você do que antes, porque agora, além de admirar sua beleza, que é imensa, admiro seu coração, seus sentimentos e tudo que você é como pessoa. Mas nunca insisti de novo por respeito a essa amizade e a esse sentimento incrível que tenho no meu coração por você. Você não acreditaria se eu dissesse o quanto me preocupo quando você me conta que tão te fazendo sofrer ou quando tem algum problema, é como se fosse comigo na pele.”
Ela respondeu:
“Nossa amizade vai durar pra sempre, aconteça o que acontecer. Eu também fico excitada quando você me conta alguma das suas aventuras sexuais, mas por isso a gente não deixa de ser amigo. Você sempre me atraiu, mas não quis aceitar sair com você com medo de que acontecesse o mesmo que com todo mundo: o entusiasmo dura só umas semanas e depois eu canso, como você bem sabe. Já com nossa relação, eu garanto que a gente fica junto pra sempre, porque a gente se esquentar um pelo outro não acho que torne menos sincero nosso sentimento de amigos de alma.” Dito isso, ela aproximou a boca da minha e passou a língua sobre meus lábios entreabertos, nos fundimos num beijo profundo, apaixonado e prolongado, durante o qual ambos perdemos a noção do tempo, parecia impossível estar comendo a boca da minha super amiga e tê-la tão, mas tão entregue.
Quando nos separamos, ela disse que amou o beijo, que sou muito doce e que tinha achado estranhíssimo a gente estar se beijando daquele jeito tão louco, enquanto falava isso, eu passava a língua pelos lábios suculentos dela e a beijava de novo, interrompendo as frases dela, estava como num sonho, todos aqueles anos esperando ansiosamente para poder aproveitar pelo menos alguns minutos daquela boca dos sonhos, num momento ela disse:
"Sabia que eu tava pensando? Em todo esse tempo que a gente se conhece, nunca nos vimos pelados completamente, né? Você gostaria de me ver nua? Eu adoraria conhecer seus... segredos, ha ha"
Eu, surpreso, respondi:
"Claro que quero te ver, seu corpo deve ser incrível sem roupa, te sonhei muitas vezes assim..."
Ela sorriu e disse:
"Bom, então, numa dessas noites da nossa estadia no hotel, a gente vê se arranja algo..., quer um adiantamento?"
Eu, quase engasgando de emoção:
"Fechou assim, a gente combina lá, mas obviamente, sim, quero esse adiantamento!"
Na hora, ela olhou ao redor, vendo que todo mundo dormia, começou a desabotoar a camisa cinza escuro dela mais ou menos até a altura do estômago, pegou uma das minhas mãos, enfiou pela abertura e eu pude sentir os lindos peitos dela nus, já que ela não usava sutiã, comecei a beliscar uns mamilos preciosos que começaram a ficar bem duros, depois eu pesava a teta inteira para voltar mais tarde a brincar com o mamilo, enquanto ela dizia:
"Sim, meu bem, assim, sente bem essas tetas, toca elas bem, aproveita"
Eu não tava a mil, mas a mil e quinhentos! A pica explodia na calça e lutava para escapar do cerco da cueca, então, quase Sem pensar, eu disse:
"Como eu faria de tudo por você, meu amor, como eu te desejo, seu corpo tem que ser meu, mesmo que seja por um momento..."
Ela me respondeu:
"Ah, você me deixa muito excitada, quando a gente chegar, acho que ainda essa noite vamos poder nos aproveitar, agora me dá essa mão"
Pegando minha mão livre, ela a levou até a sua entreperna, levantou um pouco a saia e ali deixou minha mão para que eu agisse de acordo. Eu, sem esperar outro sinal, comecei a afastar sua delicada calcinha preta fio-dental e, enfiando meus dedos por um dos lados daquele tecido fino, comecei a acariciar os lábios molhados da sua buceta quente. Depois de um bom tempo percorrendo seus lábios com gosto e prazer, introduzi três dedos na sua vulva, deixando o mindinho de fora enquanto com o polegar acariciava a protuberância pronunciada do seu clitóris. Ela ofegava e gemia bem baixinho, já que o lugar e a circunstância não nos permitiam nos soltar como gostaríamos. Após alguns minutos dando essa massagem intensa na sua buceta dos sonhos, ela mordeu meus lábios, enfiou a língua na minha boca e me beijou intensamente, com desejo e segurança. Com a língua entrelaçada na minha, ela deu a entender que estava prestes a gozar, então acelerei as carícias com o polegar no clitóris dela e, em poucos segundos, ela explodiu com uma gozada notável que molhou ainda mais minha mão. Quando terminou, soltou um gemido prolongado que ainda ecoa nos meus ouvidos:
"Ah ah ahhhhhghhh ghhh mmmmssssim sim sim, gato, sim, bebê, você sabe usar suas mãos e sua língua, isso é certeza. Agora quero que você me dê uma amostra, quero conhecer seu pau, vai, me mostra..."
Tirei a mão direita de entre as pernas dela e, olhando para ela, chupei meus dedos suavemente, saboreando o gosto doce dos seus fluidos. Passei a língua pelos meus dedos e depois os ofereci a ela, enquanto continuava apalpando os peitos dela com a esquerda. Ela começou a chupar cada um dos meus dedos, mamando neles como se fossem paus, de forma muito sensual, sempre me encarando fixamente nos olhos enquanto continuava limpando os restos dos seus deliciosos sucos, então, tirei aquela mão e desci até uma das dela, peguei suavemente e coloquei sobre meu pau duro, tirei a outra mão de entre os peitos dela, ela começou a apalpar meu pau, a passar a mão por cima da calça e me dizia:
“Ai meu amor, como você tá, esse pau que você guarda tá explodindo, quero libertar ele e acalmar um pouco seu desejo, posso?”
Sem dizer uma palavra, ela começou a abaixar meu zíper enquanto, com a cabeça apoiada na altura do meu peito, me olhava pra cima com cara de gata no cio, semicerrar os olhos e franzindo aqueles lábios loucos, desabotoou meu botão, abaixou todo o zíper e, depois de apalpar um pouco meu pacote por cima da cueca, finalmente deu liberdade ao meu pau, que já estava meio molhado, a glande brilhava e toda a pele do meu pedaço estava tensa e ansiosa pra sentir o contato dela. Na hora, ela puxou a cueca um pouco mais pra baixo e libertou também minhas bolas, começou a pesá-las e massageá-las devagar, voltou pra atração principal e começou a mover meu pau pra cima e pra baixo, batendo uma punheta lenta, suave e sutil, enquanto com a voz meio rouca me dizia:
“Que pica linda, meu Deus, adoro, é tão macia, me enlouquece e eu queria sentir ela agora mesmo. Pelo que você sempre me contava, imaginava que devia ter um belo pedaço de carne guardado aí. Agora vou ficar com ciúmes quando souber que outra tá mexendo ou chupando ele…”
Eu respondi:
“Mas você não chupou ele…”
E ela disse:
“Ah, não? E isso é o quê?”
Pegou meu pau duro e enfiou na boca até onde conseguiu, eu delirava de prazer enquanto passava a mão no cabelo e nas costas dela, ela dava umas lambidas enormes que me faziam explodir de prazer, depois enfiava na boca e eu achava que estava no céu, ela tava me dando um boquete dos sonhos, já que aqueles lábios carnudos convidavam constantemente pra esse tipo de pensamento safado. De vez em quando, ela voltava pra realidade, quando ela dava uns mordiscos suaves no meu bico ou chupava minhas bolas com força, eu mandava ela parar de chupar e a puxava um pouco pra beijar ela gostoso na boca e esfregar um pouco os peitos perfeitos dela. Numa dessas vezes, abri um pouco mais a camisa dela e, deixando um peito lindo de fora, comecei a chupar e beijar ele com carinho, passando mordidinhas no mamilo duro dela, enquanto ela respondia cravando as unhas nas minhas costas e gemendo bem sensual. Enquanto eu chupava os peitos dela, ela continuava me masturbando com uma mão, que de vez em quando cuspia pra manter meu pau molhado. Depois que saciei minha vontade de beijar os peitos e a boquinha dela, ela voltava insistentemente a engolir meu pau duro. Quando ela me chupava, eu dava uma olhada ao redor pra garantir que ninguém próximo tivesse nos visto ou estivesse dormindo. Tava nessa de observar, quando de repente senti que uma onda de esperma ia vazar. Falei na hora:
"Naty, sai que vou gozar, não aguento mais."
Ela, em vez de largar meu pau e pegar um lenço ou algo pra segurar minha gozada, continuou me dando uma chupada frenética que, em só mais dez segundos, fez meu líquido viscoso encher a boca dela, escapando pelo canto dos lábios lindos. Ela se levantou um pouco, me olhou, e vi ela engolir toda a porra quente que tinha depositado na boca, depois passou a língua nos lábios pra limpar os restos de sêmen. Em seguida, baixou a boquinha de novo até meu pau, que já começava a murchar, e passou a língua uma última vez pra tirar todo o esperma que ainda tinha. Guardou meu pau dentro da cueca, subiu meu zíper e abotoou minha calça, sentou de volta no banco, tomou um gole d'água da garrafinha que tinha na frente — metade pra enxaguar, metade pra matar a sede —, ajeitou a camisa e me abraçou, pra depois dizer:
"Nunca pensei que Se a gente pudesse ter algo tão louco, arriscado e gostoso assim... agora não vejo a hora de chegar no hotel pra me entregar de corpo e alma pros seus desejos.
Respondi pra ele;
“Quando a gente chegar lá, se prepara porque não vou te deixar em paz, vou fazer de tudo com você.”
E de fato, durante aquele mês, a gente fez de tudo, explorei cada buraquinho dela, beijei cada cantinho daquele corpo maravilhoso, tudo que você puder imaginar aconteceu, às vezes no quarto dela, outras no meu...
Quem sabe um dia eu conte sobre nossos encontros quentes e outros momentos ardentes durante a nossa estadia naquele hotel...
Aquele mês foi como uma licença poética pra nossa amizade, porque quando voltamos pra Buenos Aires, continuamos sendo os melhores amigos do mundo, até hoje somos e nos amamos loucamente, mas desde então, nunca mais rolou nada de teor sexual entre a gente, a não ser pelas nossas conversas normais sobre o assunto. Foi como voltar ao que era antes, só que mais tranquilos e com a sensação de dever cumprido.
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