Já contei em outras ocasiões minhas experiências sexuais com a Griselda.
Dessa vez vou contar a primeira vez.
Nos conhecemos numa festa de amigos.
Ela estava esplêndida, com uma calça jeans comum que marcava aquele rabão e uma camiseta simples e sem graça.
Eu adivinhava os peitos dela e fiquei olhando fixo durante a festa. Não nos conhecíamos, só tínhamos conhecidos – nem amigos – em comum.
Num momento, eu tava sentado com uns amigos conversando e falei: "tira uma foto pra gente?" Ela tirou e eu pedi: "me manda pelo zap?"
Assim consegui o número dela.
Quando cheguei em casa, comecei a escrever e comentar umas coisas bestas sobre a festa.
A madrugada nos pegou falando merda e eu soltei: "próxima vez a gente come alguma coisa?" Ela respondeu na hora que sim, antes de um "beijo, boa noite, descansa".
Os dias seguintes foram de conversa no zap até que chamei ela pra sair.
Fomos jantar num bar em Palermo, ela radiante com um vestido que deixava adivinhar aqueles peitos lindos. Tomamos dois malbec inteiros no meio de uma conversa gostosa e sugestiva, onde não faltaram referências de que a gente tava sozinho e meus elogios sutis ao corpo dela. Os dois mais que alegres depois das duas garrafas.
Na saída, nos pegamos na boca na porta e fomos pro carro, onde continuamos nos devorando. Eu acariciava os peitos dela e ela gemia. O carro tinha ficado numa rua escura e, sem eu pedir, ela passou a mão no meu pau por cima da calça enquanto eu enfiava a mão por baixo do vestido dela e acariciava a buceta por cima da calcinha fio dental que ela tava usando.
Num momento, ela abaixou o zíper da minha calça, enfiou a mão e começou a me bater uma por cima da cueca. Meu pau tava ardendo.
"Tira ele", implorei. Ela tirou e se jogou pra chupar. Eu, por trás, enfiava a mão e acariciava a bunda e a buceta dela, enfiava os dedos, o que fazia ela chupar com mais vontade.
Assim, com dois dedos meus na buceta dela e meu pau na boca dela, ela gozou e acelerou a chupada.
Só. Ela me olhou e disse: "vai me dar a porra da gozada?"
Chupou com gosto e, com muito tesão, acariciava minhas bolas até eu me derramar na boca dela, enquanto ela mordia a cabeça do meu pau.
Meu jato de porra foi inteiro na boca dela.
Ela não engoliu; abriu a porta e cuspiu tudo.
Depois eu soube que foi a única vez que ela faria aquilo, mas pra isso vocês precisam ler as outras histórias sobre meu relacionamento com a Griselda, que foi (é?) longo e cheio de novidades e surpresas.
Um primeiro encontro que provocou muitas outras coisas que já relatei e continuarei fazendo.
Dessa vez vou contar a primeira vez.
Nos conhecemos numa festa de amigos.
Ela estava esplêndida, com uma calça jeans comum que marcava aquele rabão e uma camiseta simples e sem graça.
Eu adivinhava os peitos dela e fiquei olhando fixo durante a festa. Não nos conhecíamos, só tínhamos conhecidos – nem amigos – em comum.
Num momento, eu tava sentado com uns amigos conversando e falei: "tira uma foto pra gente?" Ela tirou e eu pedi: "me manda pelo zap?"
Assim consegui o número dela.
Quando cheguei em casa, comecei a escrever e comentar umas coisas bestas sobre a festa.
A madrugada nos pegou falando merda e eu soltei: "próxima vez a gente come alguma coisa?" Ela respondeu na hora que sim, antes de um "beijo, boa noite, descansa".
Os dias seguintes foram de conversa no zap até que chamei ela pra sair.
Fomos jantar num bar em Palermo, ela radiante com um vestido que deixava adivinhar aqueles peitos lindos. Tomamos dois malbec inteiros no meio de uma conversa gostosa e sugestiva, onde não faltaram referências de que a gente tava sozinho e meus elogios sutis ao corpo dela. Os dois mais que alegres depois das duas garrafas.
Na saída, nos pegamos na boca na porta e fomos pro carro, onde continuamos nos devorando. Eu acariciava os peitos dela e ela gemia. O carro tinha ficado numa rua escura e, sem eu pedir, ela passou a mão no meu pau por cima da calça enquanto eu enfiava a mão por baixo do vestido dela e acariciava a buceta por cima da calcinha fio dental que ela tava usando.
Num momento, ela abaixou o zíper da minha calça, enfiou a mão e começou a me bater uma por cima da cueca. Meu pau tava ardendo.
"Tira ele", implorei. Ela tirou e se jogou pra chupar. Eu, por trás, enfiava a mão e acariciava a bunda e a buceta dela, enfiava os dedos, o que fazia ela chupar com mais vontade.
Assim, com dois dedos meus na buceta dela e meu pau na boca dela, ela gozou e acelerou a chupada.
Só. Ela me olhou e disse: "vai me dar a porra da gozada?"
Chupou com gosto e, com muito tesão, acariciava minhas bolas até eu me derramar na boca dela, enquanto ela mordia a cabeça do meu pau.
Meu jato de porra foi inteiro na boca dela.
Ela não engoliu; abriu a porta e cuspiu tudo.
Depois eu soube que foi a única vez que ela faria aquilo, mas pra isso vocês precisam ler as outras histórias sobre meu relacionamento com a Griselda, que foi (é?) longo e cheio de novidades e surpresas.
Um primeiro encontro que provocou muitas outras coisas que já relatei e continuarei fazendo.
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