Clara me perguntou como tinha sido com a Cris, não vou mentir, foi maravilhoso, mas não entrei em detalhes. Só contei que no meio da tarde uma amiga dela apareceu, uma mina muito gostosa, e a gente ficou brincando. Depois fui pro meu quarto preparar a aula do dia seguinte. A semana começou normal, na rotina de sempre, mas no meio da semana, quando cheguei em casa à tarde, notei minha mãe meio diferente. No começo não dei muita importância, pensei que ela só não tava a fim de conversar, mas nos dias seguintes a coisa não melhorou e comecei a me preocupar. Tentei arrancar alguma coisa dela, mas não consegui. Minha cabeça começou a viajar, não fazia ideia do que podia ter acontecido. Fui lembrando de tudo desde o começo, não achava que tinha ofendido minha mãe, também era improvável que ela tivesse descoberto a história com a Ana, e menos ainda a da Cris, mas o fato é que a coisa devia ser séria. De repente, me veio a possibilidade de eu ter engravidado ela. Um arrepio percorreu minhas costas, isso eu não sabia como lidar, seria horrível, pela minha mãe, pela família, e principalmente por mim. Não tava preparado pra ser pai, e muito menos com a minha própria mãe, e depois... meu filho seria meu irmão, que confusão. Perguntei na lata:
— Mãe, você tá me deixando preocupado, te notei diferente há uns dias, o que que tá rolando?
— Nada, Manu, nada. São coisas minhas, não se preocupa, já vai passar.
— Clara, acho que tem bastante intimidade entre a gente pra você me contar seus problemas, tamo juntos na alegria e na tristeza.
— Valeu, Manu, eu sei bem, mas não se preocupa, não é nada.
Me senti impotente com a recusa da Clara em dividir os problemas comigo e me conformei que não fosse grave. Dois dias depois, a situação tava insustentável. Até quando tentei dar um beijinho nela ao chegar em casa, a Clara virou o rosto e me ofereceu a bochecha. Me afundei, pensei que ela tinha se assustado por ter um relacionamento com o próprio filho e tava arrependida. Me deu Vontade de chorar de tristeza, fui dormir sem jantar. Demorei pra pegar no sono, já devia ser tarde quando senti minha mãe ajoelhada do lado da minha cama, me deu um beijo na boca e falou no meu ouvido…
- Manu, queria que você dormisse comigo hoje.
- Claro, lógico. Levantei num pulo, peguei minha mãe pela cintura e levei ela pra cama dela, ela deitou, ficou de lado, virada pra fora da cama, eu subi pelo outro lado e fiquei pensativo, cada vez entendia menos, me chama e depois vira as costas. Depois de um tempo ouvi ela soluçar, me encostei nas costas dela, sentia o calor dela, o cheiro da pele, até o leve aroma do perfume que dei de presente. Abracei ela por trás e encostei meu rosto no pescoço dela, depois de um tempo ela se mexeu e roçou os lábios no ombro dela, beijei o ombro dela, com beijinhos até o pescoço, depois a nuca, ela virou pra mim e com os olhos marejados falou baixinho…
- Manu, por favor, faz amor comigo. Nunca tinha me dito essas palavras, me emocionei, me encostei mais nela e passei as mãos por baixo dos braços dela e apertei os peitos dela, ela tava de camisola curta mas os bicos apareciam mesmo pelo tecido, procurei a beirada da camisola e passei as mãos por baixo, parei no começo dos peitos, meu pau pulsava entre as nádegas dela, tinha escapado do short do pijama, senti que o toque era pele com pele, não devia estar de calcinha, continuei colado por trás enfiando o pau entre as pernas dela, Clara levantou a coxa e consegui passar a cabeça entre os lábios dela, passei várias vezes, numa delas ela arqueou a cintura e encostou a bunda em mim, minha cabecinha entrou na buceta molhada dela, devagar fui penetrando, ela apertava o tronco com os músculos da buceta e eu sentia as dobras, não tinha mais pau pra enfiar e ela ainda encostava a bunda, com uma perna levantada entrava limpinho, afundava e saía com as veias inchadas, minha mãe se apertava contra meu peito, minhas mãos cruzadas sobre os peitos dela, os Meus mamilos escapando entre os dedos, ela virou de barriga pra cima, eu fiquei de lado com as pernas fazendo tesoura, mas sem parar de meter e tirar devagar, minha mão entre os lábios dela acariciando o clitóris duro, ela começou a falar baixinho…
— Manu, meu filho, você sabe que te amo acima de tudo, e agora ainda mais porque você me faz muito feliz. Queria que você entendesse o que vou te dizer. Me dói muito, pensei mil vezes, mas não tenho outra escolha.
Eu estava assustado. Tanto prelúdio não prometia nada de bom.
— A vida inteira vivemos muito felizes, você é um filho exemplar. Desde que seu pai foi embora, me dediquei a você, e agora você me dá o que me faltou todo esse tempo. Minha felicidade é completa, mas algo deu errado.
— O que foi, mãe? Você tá me assustando!
— Calma, também não é tão grave assim. É que sou uma sentimental. Minha irmã Júlia ligou. Sua tia montou um restaurante pequeno na cidade dela. Não é muito grande, mas ela não consegue tocar sozinha. Parece que está indo bem e ela quer que eu vá ajudar.
— Mas como ela lembrou de você agora? Ela não tem a filha dela? A Lisa já tem 20 anos, né? Já pode ajudar a mãe.
— Ah, a Lisa… Nem toda mãe tem a sorte que eu tenho. Sua prima só pensa em gastar dinheiro e viver a vida com os amigos.
— Então ela que obrigue a filha ou arrume outra pessoa.
— Não é tão fácil. Você não sabe, mas quando nos casamos, passamos por uma fase muito difícil, e ela nos ajudou financeiramente. Agora sou obrigada a retribuir.
— Poxa, não sabia disso. Que merda. E por quanto tempo?
— Não sei, mas acho que não vai ser pouco tempo. Vou ter que ir por uma temporada longa, mas não é tão longe. Você pode vir me visitar.
— Que azar do caralho, agora que a gente tava tão bem!
Enquanto a gente conversava, meu pau continuava entrando e saindo devagar. Ela, de pernas abertas, recebia as carícias no clitóris enquanto passava a mão nos pelos do meu peito.
— Bom, não é tão ruim assim. Notícia, mas é melhor do que eu já estava pensando.
- Sério? O que você tinha pensado?
- De tudo: que você não me queria mais na sua cama, que tinha se cansado de mim, além de outras coisas complicadas, até que você tinha engravidado.
- Manu, coitado, nunca vou me perdoar pelo que te fiz passar. A primeira coisa, nem pense nisso, você sempre terá um lugar na minha cama, adoro quando você me faz amor, porque o que você faz comigo é amor, não é só uma foda, entendeu? E sobre engravidar de você, mmm, não pense que não teria gostado em outras circunstâncias, mas não, até agora você não gozou dentro de mim, embora eu sempre tenha desejado, mas precisamos continuar com cuidado, sou mais velha, mas não tanto, e você poderia me deixar de barriga. Um filho e irmão e… ufa, que confusão, ha ha ha.
Minha mãe se acalmou por ter desabafado sua preocupação, mas então fui assimilando o problema. Continuei bombando meu pau na buceta da Clara em silêncio, mas pensei como a vida seria triste sem minha mãe em casa e, pior, sem podermos dormir juntos. De repente, tive uma ideia!
- E quando você iria? Seria logo? Onde você vai morar? E onde vou morar eu? Bom, sei me virar sozinho. Não se preocupe comigo.
- Esse é outro problema. Vou ter que ir logo, ela está sobrecarregada de trabalho. Vou morar na casa dela. Não se preocupe. E você? Pensei em… falar com seus tios. A Ana gosta muito de você, e o Jorge nem se fala. Acho que não vão se importar. Eles não têm filhos, e você vai fazer companhia a eles. Pode aprender muita coisa na casa deles, seu tio é muito inteligente.
- Poxa, não tinha pensado nisso. É um mal menor. Para falar a verdade, também gosto da sua irmã, e o tio não vai ser problema.
Parecia que os problemas estavam se resolvendo bem. Isso dava para perceber porque minha mãe estava mais relaxada. Ela já começava a sentir o efeito do meu pau bombando sem parar e pegou minha mão, apertando.
- Manu, continua, continua assim, não para agora, estou gozando.
Continuei como ela pediu, mas acelerei meu dedo no clitóris da buceta. Ela gozou. tesando, as pernas esticadas e as mãos nos peitos puxando os mamilos, um grito longo saiu da garganta dela e uns tremores sacudiram o corpo dela. Quando se acalmou, me olhou e perguntou…
- E você? Não gozou? Se gozou dentro de mim, não tem problema, eu me viro depois.
- Não, Clara, preferi admirar seu orgasmo, não vou poder ver isso por um tempo.
- Então agora é sua vez, enfia até o fundo, love.
Acelerei meus movimentos enquanto minha mãe massageava minhas bolas, os fluidos da buceta dela molhavam o lençol e, quando a gozada estava chegando, me preparei para encher ela de porra, mas no último segundo me arrependi e, tirando, apoiei entre os lábios, o clitóris, o púbis, até os peitos dela ficaram cobertos de creme leitoso. Dormimos abraçados, não sei a que hora da madrugada a Clara virou por cima de mim e me acordou. Ela estava de bruços, com os braços e a cabeça debaixo do travesseiro. Me levantei e acariciei as costas dela, na altura dos rins se afinava para depois subir num par de nádegas duras e brancas. Admirei, até me aproximei para ver de perto, entre as pernas esticadas brilhavam os lábios da buceta, ainda molhados do meu sêmen. Me ajoelhei entre as pernas dela, abri o suficiente e, passando o braço por baixo da cintura, levantei e coloquei meu travesseiro. A bunda dela ficou elevada. Me apoiei com as mãos dos lados dela e, sem tocar, deixei meu pau deslizar entre as nádegas dela. Por gravidade, foi se alojar na entrada da buceta, preso pelos lábios carnudos. Um leve empurrão e a cabeça entrou. Ela devia estar sentindo algo, porque se mexeu um pouco. No próximo empurrão, metade do pau desapareceu. Ela suspirou e ajustou a cabeça. No terceiro empurrão, minhas bolas estavam entre as pernas dela, apoiadas no lençol. Não quis me mexer, mas meu pau pulsava dentro. Ela só foi abrindo as pernas e levantando a bunda. Não se virou, mas de debaixo do travesseiro ouvi…
- Me fode, enfia até o fundo, goza, faz o que quiser comigo.
Tirei Suavemente e enfiei de uma vez, senti que tocava o útero, meu pau crescia em comprimento e grossura, a buceta me recebia apertando e sugando, Clara levantou mais a bunda, afundou a cabeça e a envolveu no travesseiro…
- Vai! No cu! Cuspi um cuspe entre as nádegas, vi escorrer até o cu, quando senti que ia gozar, tirei e apontei pro buraco, quase não ofereceu resistência, o primeiro jato serviu de lubrificante, a cabeça do pau afundou, as mãos de Clara se cravaram no travesseiro, o segundo jato de porra já entrou dentro e o terceiro já inundou o fundo do cu, meu pau tava enterrado entre as nádegas.
- Foi… maravilhoso, obrigada. Caímos de lado, nem percebi quando meu pau mole saiu do cu de Clara, os lençóis estavam molhados dos nossos sucos. Já tava clareando quando senti frio no pau, tava molhado de esperma, pensei, mas não, era a língua da minha mãe, percorria ele todo, das bolas até a cabecinha, me deixou duro de novo, começou a enfiar na boca até quase engasgar, a ponta tocava a campainha, tava decidida a me dar o boquete do século, mas não me contentei, puxei ela por uma perna e fiz ela passar por cima da minha cabeça, a buceta avermelhada pelo trotão da noite agradeceu a maciez da minha língua, o clitóris endureceu, descobri ele e mordi enquanto balançava com a língua, minha mãe desmaiou entre minha virilha e minhas bolas, enquanto eu continuava chupando a buceta dela, mas ela se recuperou e, enfiando o pau de novo na boca com movimentos rápidos de cabeça, me fez gozar, ao mesmo tempo um orgasmo fulminante a obrigou a colar a buceta na minha boca, nos contorcemos sem controle enquanto durou o êxtase, quando nos olhamos, as caras estavam cheias de fluidos sexuais. Não houve problemas com meus tios, fomos visitá-los, Ana logo adivinhou na cara de Clara que algo rolava e foi tirando aos poucos, minha mãe não tava muito animada, mas tava. Obrigado. Meu tio Jaime se adiantou à Ana, sem querer ouvir mais, disse:
- Não se fala mais nisso, o Manu fica com a gente, claro que sim, não temos filhos e ele é o melhor rapaz que conheço, né Ana?
- Verdade, Jorge.
- Além disso, tenho a intenção de ensinar meu ofício pra ele e no futuro levá-lo comigo pra que um dia me substitua.
Nós, eu e minha mãe, nos olhamos, ficamos surpresos. Minha tia Ana sorria e segurava nossa mão. A partir daí, a coisa acelerou e logo minha mãe arrumou as malas. Uma manhã, minha tia Julia veio – eu não me lembrava dela – acompanhada pela filha Lisa. Eu me encantei até ouvi-la falar. Era uma garota que, com 20 anos, já era bem desenvolvida: uns peitos lindos, decote moreno e brilhante, um clevage apertado, cintura fina e bunda empinada, e um rostinho muito bonito. Mas quando falou… era uma menina mimada, metida, antipática e muito convencida. Não gostei nada dela, e acho que ela também não gostou de mim.
Minha tia Julia, mais ou menos como as outras irmãs, tinha 45 anos, mas com mais peito, mais bunda e mais alta. Não era feia não – uma cabeleira loira a deixava bem atraente e mais jovem. Ela não quis visitar a irmã Ana, disse que precisava cuidar do restaurante. Foram embora rápido. Minha mãe ficou com um nó na garganta, e eu também.
No último momento, combinamos que ela levaria meu cachorro. A verdade é que eu estava meio que negligenciando ele, então era ela quem o levava pra passear quase todo dia, e pra mim seria um problema na casa da minha tia. Até porque a cadela dela já não estava mais – tiveram que sacrificar porque estava muito doente, por causa de um mosquito que a infectou.
No dia seguinte, depois da aula, preparei o essencial e fui pra casa da Ana. Quem abriu foi o Jorge, ele me fez entrar de braços abertos. Minha tia, lá no fundo, esperava sorrindo. Jorge reforçou a intenção de me ensinar tudo sobre o ofício dele e me recomendou que estudasse bastante – era só o que ele pedia. Ah! E que eu cuidasse da Ana. Depois, ele confessou que o trabalho dele não era moleza, que ele estava quase sempre de… Viajar e tal cansava muito, além de não estar em casa com sua mulher gostosa. Minha tia fez uma reverência agradecida. Depois, minha tia entrou em ação, me acompanhou até meu quarto. Estava muito bom, boa luz, janela grande e uma mesa pro computador e estudar. No armário, ela pendurou minhas roupas e voltamos pra sala. Tomamos um aperitivo e meu tio tomou vários vermutes, parecia alegre. Ele confessou que não tava nem um pouco afim de ir pra Londres, mas naquela noite precisava estar lá. Minha tia, por baixo da mesa, tinha tirado os sapatos e roçava o pé entre minhas pernas. Jantamos cedo e meu tio se preparou pra ir. Me ofereci pra acompanhá-lo ao aeroporto, mas ele disse que era melhor pegar um táxi, prometeu ligar quando chegasse. Quando ele saiu, discretamente fui pro meu quarto. De lá, ouvi eles cochichando e meu tio ofegando, minha tia gemendo como num orgasmo. Logo a porta se fechou e fez silêncio. Um tempo depois, minha tia e eu sentamos no sofá, vendo TV. Só conversamos sobre como ia ser bom ficar com eles, mesmo eu sentindo falta da minha mãe. Ela disse que nas férias eu podia visitá-la, me animou. Aos poucos, a conversa foi morrendo, eu não tava com humor e fui dormir. Umas duas da madrugada, minha tia me acordou. Ela tava com um roupão transparente e disse, agitada: — Manu, levanta. O Jorge acabou de ligar do hotel em Londres e me mandou uma foto no quarto dele mostrando a pica. — Ah, é? Que bom. — Como assim, só que bom? Já pode vir pro meu quarto, queria conversar com você. Meio dormido, levantei e ela, aos empurrões, me levou pro quarto dela. Abriu a cama do meu lado e ela entrou pelo lado dela, depois de tirar o roupão e deixar numa poltrona. Eu fiquei olhando pro teto. Minha tia se encostou em mim, enfiou a cabeça no meu ombro. Senti o corpo nu dela junto ao meu, estava morno e macio. Sem me olhar, começou a falar: — Manu, você não sabe como me alegra ter você em casa. Pra gente, é um estímulo ter você aqui. Uma pessoa jovem como você, pra mim e pro Jorge é uma alegria, você já viu, seu tio precisa viajar muito, umas vezes mais dias que outros, mas com frequência. Agora não vou ficar tão sozinha, tenho certeza de que vamos nos dar muito bem. Sinto muito que tenha sido por causa da ausência da sua mãe, se servir de consolo, posso te garantir que a Julia vai tratar ela muito bem. De qualquer forma, não desanime, sempre que puder você pode ir visitá-la. A Julia, mesmo que você não tenha tido tempo de conhecê-la direito, posso te garantir que é uma mulher especial, é a mais gostosa de todas, o melhor corpo, a mais simpática e a mais batalhadora, você vai adorar ela. Sua prima Lisa… bom, é filha dela, mas não se parece em nada, você vai conhecê-la, vai gostar.
- Mas aqui você vai ficar muito bem, vamos te tratar como filho, não vai te faltar nada, e eu disse nada… Quando ela enfatizou a frase, passou a mão no meu pau meio duro e segurou ele firme, depois continuou falando enquanto acariciava devagar todo o meu volume.
- Eu gostaria que a gente se conhecesse melhor, como você vive? Quais são suas vontades? Queria saber como você lida com o lance de garotas, tem alguma namorada? Já ficou com muitas minas?
- Sinto te desapontar, mas minha vida sexual até pouco tempo era bem simples, só estudo e mais estudo.
- E nada mais? Não curte as garotas da sua sala?
- Curto, mas não quero me distrair muito, e pra ser sincero, já vi um pouco de pornô na internet. Falei meio envergonhado, a verdade é que nunca tinha saído com garotas.
- Quer dizer que você nunca ficou com nenhuma garota?
- Bom, sim, outro dia fui ao cinema com um amigo e uma garota, meu amigo foi embora e eu fiquei brincando um pouco com minha amiga.
- Mas vocês chegaram a transar? Me conta.
- A gente ficou se acariciando, ela me chupou o pau e eu acariciei ela toda.
- E não treparam?
- Não, não deu, a gente tava no cinema.
- E mais alguma coisa, só isso? Só essa. Então, quer dizer que eu Fui a primeira mulher na sua vida?
— Sim, e não poderia ser outra melhor.
— É uma honra pra mim, adoro isso.
Ana apertou minha pica, já estava dura, mas ela se levantou e subiu em cima de mim, sentou na minha pica deitada sobre minha barriga, envolveu ela com a buceta dela, só dava pra ver a cabecinha entre os lábios dela.
— Vou te contar minha vida sexual. Eu não virei mulher muito cedo, fui desvirgada com dezessete anos completos, e olha que eu já sabia de tudo. Vou te contar um segredo: quando era pequena, dormia com minha irmã Júlia. Ela, aos 13, já se masturbava. Eu não sabia o que ela fazia, mas ouvia ela gemer e se mexer na cama, até que um dia um primo veio em casa. Ficou dois dias. Uma tarde, vi os dois sumirem no quarto. À noite, vi uma manchinha de sangue no lençol, e ela disse que tinha se cortado. Desde aquele dia, ela se masturbava enfiando de tudo: desde a escova de cabelo até pepinos. Ah! Mas não conta pra ninguém.
Eu fui desvirgada por um garoto da sala. Foi numa festa na casa de uma amiga. Mal tinha enfiado, fomos pegos pelos pais da minha amiga e saímos correndo. Depois ele foi pra outra escola e nunca mais vi. Foi frustrante. Depois, na sala de aula, também fazíamos umas coisinhas. Na última fileira de carteiras, sentávamos meninos e meninas juntos. Fizemos uma aposta com os caras pra ver quem tinha a pica maior. As meninas apostavam pra ver, principalmente dos mais bonitos. Eles tiraram as picas por baixo das mesas, cada um mostrou mais ou menos grande. Alguma menina, querendo que o preferido dela ganhasse, se atreveu a bater uma pra ele ficar mais duro. Quando íamos dar o prêmio, os caras começaram a cochichar entre si. No fim, descobrimos que outro garoto, muito tímido, não tinha participado e, segundo eles, era o melhor. As meninas cercaram ele e insistimos pra ele mostrar. No fim, ele aceitou. Ficamos chocadas: ele tinha uma pica grande, grossa e preta, a cabecinha parecia uma cebola. Só vimos por um momento, mas ele levou o prêmio.
Enquanto ela contava a história toda animada, ela ia... Equilibrando devagar no meu pau que aparecia e sumia entre os lábios molhados dela. - O melhor foi na festa de fim de ano, a gente se reuniu na casa de um cara e bebeu e jogou o jogo da garrafa, no final sorteamos os pares e cada um foi transar num quarto, eu peguei o do pauzão, quando baixei a calça dele um membro do tamanho de um braço apareceu na minha cara, me senti mal de dispensar o cara e sair correndo, criei coragem e tentei de tudo, na boca não cabia, na buceta também não, só consegui lamber e tive a ideia de fazer o que tô fazendo agora, montei no pau dele sem enfiar, parecia que tava montada num cavalo de verdade, quando ele gozou os jatos chegaram até o peito dele. Depois tive uns namorados sem importância, quase todos transavam mal, quando casei com Jorge achei que era normal, ele goza em menos de dois minutos, eu tive orgasmos contados, sempre finjo pra não deixar ele deprimido, mas com você tudo foi diferente, a coisa rolou naturalmente, você sabe, mas não me arrependo, você me faz sentir mulher. Aos poucos ela foi acelerando, meu pau foi ficando vermelho, ela se inclinou sobre mim. - Só queria poder te dar um corpo espetacular, uns peitões grandes, durões e uma bunda incrível, você merece. Como você gosta de peitos? Muito grandes, altos, juntos, separados? De que tamanho? - Eu gosto de todos, mas os seus são especiais, mesmo sendo pequenos são muito sensíveis e esses bicos quase ninguém tem o privilégio de aproveitar. - Obrigada, você é muito cavalheiro, mas tô falando sério, tô pensando em fazer uma cirurgia e colocar peitos pra você. - Por favor Ana, não fala besteira, seus peitos são meu sonho. Ela acelerou os movimentos e se inclinou pra eu poder chupar os bicos, eu mordi e puxei até eles roçarem no meu céu da boca, ela se levantou e deixou meu pau livre por um momento, quando sentou de novo meu pau entrou na buceta dela, a gente tava bem lubrificado, entrou até as bolas, ela continuou rebolando, a bunda dela balançava pra todo lado, ela me perguntou...
- Como cê tá? Eu tô sentindo um orgasmo chegando como uma onda, tô te esperando, mas não demora.
Não fiz ela esperar muito. No ritmo que ela tava me dando, agarrei a cintura dela e meti mais rápido. A gente se mexeu junto, até eu gozar dentro da Ana, não parei. Ela ainda continuou por uns segundos, tava linda demais quando gozava.
- Valeu por esses momentos, cê me faz subir ao céu. Queria que cê ficasse pra dormir comigo toda noite quando o Jorge não tiver. Quando ele tiver, a gente dá um jeito de ficar junto.
- Cê me lisonjeia muito, Ana, mas prefiro que a gente tenha nossos momentos de intimidade só nossos. De qualquer forma, cê sabe que eu sempre quero estar com você e, quando quiser, tô à disposição.
- Beleza, respeito sua privacidade. Tô doida pra te foder de novo.
Ela me beijou demorado, e eu correspondi, acariciando o clitóris dela por um instante. Depois a gente dormiu abraçado.
Dois dias depois, eu tava deitado, já era tarde. Tinha estudado e comecei a brincar com o tablet que meu tio me deu de presente. Já tinha configurado e tava quase dominando ele. Me deu na telha mandar uma mensagem pra minha mãe. Ela demorou pra responder. Quando o WhatsApp tocou, eu já tava quase dormindo. Minha mãe falou que tava bem, mas muito cansada. Disse que o serviço tava pesado e que tinha terminado fazia pouco. Tinha acabado de tomar banho e ido se deitar. Eu falei que já tava com muita saudade dela e pensava muito nela. Ela tentou me animar e disse que também sentia saudade e que ia me provar. Na hora, tocou o som e uma foto começou a baixar. Quando focou, apareceu em close um mamilo da minha mãe. Tava ereto, duro, com um detalhe perfeito. Ela tinha tirado com a luz acesa e bem focada. Imediatamente, a pica reagiu, ficou dura e levantou o lençol. Eu tirei uma foto do lençol empinado e mandei. Na hora ela respondeu...
- Não me faz sofrer, o que cê tá escondendo? Mandei outra foto, dessa vez só mostrando a cabecinha. Em poucos segundos, ela respondeu em maiúsculas…
- Por favor, não seja cruel, deixa eu ver ela toda.
- Você vai ter que mostrar também.
- Em segundos, outra foto dela apareceu, dava pra ver o peito inteiro de perfil, inchado e com o mamilo duro no topo.
Minha foto foi da minha língua pontuda.
A dela, a boca aberta em formato de O.
Minha resposta foi a pica inteira apontando pro teto.
A dela, dois dedos puxando os mamilos.
Minha foto, um close da minha cabecinha.
A dela, a virilha depilada, com o começo dos lábios dela.
Mandei minha pica vista de baixo das minhas bolas, dava pra ver o kit completo.
A dela me chocou: a buceta aberta, segurando os lábios com dois dedos, e um close do clitóris molhado e brilhante.
A minha, minhas mãos uma depois da outra segurando o tronco, com a glande vermelha.
A dela, a buceta aberta com dois dedos na vagina e um dedo no botão.
A minha foi um close da minha mão apertando a glande com a porra saindo.
A última dela eram os dois dedos encharcados com os sucos vaginais dela, e a mensagem de áudio que veio depois dizia:
- Boa noite, amor, dorme bem, eu vou dormir com certeza.
Cheirei minha mão, o cheiro de sêmen me agradou, imaginei que a Clara também teria gostado de sentir o cheiro. Lavei e salvei na Galeria todas as fotos que ela tinha me mandado.
- Desliguei o tablet e dormi.
— Mãe, você tá me deixando preocupado, te notei diferente há uns dias, o que que tá rolando?
— Nada, Manu, nada. São coisas minhas, não se preocupa, já vai passar.
— Clara, acho que tem bastante intimidade entre a gente pra você me contar seus problemas, tamo juntos na alegria e na tristeza.
— Valeu, Manu, eu sei bem, mas não se preocupa, não é nada.
Me senti impotente com a recusa da Clara em dividir os problemas comigo e me conformei que não fosse grave. Dois dias depois, a situação tava insustentável. Até quando tentei dar um beijinho nela ao chegar em casa, a Clara virou o rosto e me ofereceu a bochecha. Me afundei, pensei que ela tinha se assustado por ter um relacionamento com o próprio filho e tava arrependida. Me deu Vontade de chorar de tristeza, fui dormir sem jantar. Demorei pra pegar no sono, já devia ser tarde quando senti minha mãe ajoelhada do lado da minha cama, me deu um beijo na boca e falou no meu ouvido…
- Manu, queria que você dormisse comigo hoje.
- Claro, lógico. Levantei num pulo, peguei minha mãe pela cintura e levei ela pra cama dela, ela deitou, ficou de lado, virada pra fora da cama, eu subi pelo outro lado e fiquei pensativo, cada vez entendia menos, me chama e depois vira as costas. Depois de um tempo ouvi ela soluçar, me encostei nas costas dela, sentia o calor dela, o cheiro da pele, até o leve aroma do perfume que dei de presente. Abracei ela por trás e encostei meu rosto no pescoço dela, depois de um tempo ela se mexeu e roçou os lábios no ombro dela, beijei o ombro dela, com beijinhos até o pescoço, depois a nuca, ela virou pra mim e com os olhos marejados falou baixinho…
- Manu, por favor, faz amor comigo. Nunca tinha me dito essas palavras, me emocionei, me encostei mais nela e passei as mãos por baixo dos braços dela e apertei os peitos dela, ela tava de camisola curta mas os bicos apareciam mesmo pelo tecido, procurei a beirada da camisola e passei as mãos por baixo, parei no começo dos peitos, meu pau pulsava entre as nádegas dela, tinha escapado do short do pijama, senti que o toque era pele com pele, não devia estar de calcinha, continuei colado por trás enfiando o pau entre as pernas dela, Clara levantou a coxa e consegui passar a cabeça entre os lábios dela, passei várias vezes, numa delas ela arqueou a cintura e encostou a bunda em mim, minha cabecinha entrou na buceta molhada dela, devagar fui penetrando, ela apertava o tronco com os músculos da buceta e eu sentia as dobras, não tinha mais pau pra enfiar e ela ainda encostava a bunda, com uma perna levantada entrava limpinho, afundava e saía com as veias inchadas, minha mãe se apertava contra meu peito, minhas mãos cruzadas sobre os peitos dela, os Meus mamilos escapando entre os dedos, ela virou de barriga pra cima, eu fiquei de lado com as pernas fazendo tesoura, mas sem parar de meter e tirar devagar, minha mão entre os lábios dela acariciando o clitóris duro, ela começou a falar baixinho…
— Manu, meu filho, você sabe que te amo acima de tudo, e agora ainda mais porque você me faz muito feliz. Queria que você entendesse o que vou te dizer. Me dói muito, pensei mil vezes, mas não tenho outra escolha.
Eu estava assustado. Tanto prelúdio não prometia nada de bom.
— A vida inteira vivemos muito felizes, você é um filho exemplar. Desde que seu pai foi embora, me dediquei a você, e agora você me dá o que me faltou todo esse tempo. Minha felicidade é completa, mas algo deu errado.
— O que foi, mãe? Você tá me assustando!
— Calma, também não é tão grave assim. É que sou uma sentimental. Minha irmã Júlia ligou. Sua tia montou um restaurante pequeno na cidade dela. Não é muito grande, mas ela não consegue tocar sozinha. Parece que está indo bem e ela quer que eu vá ajudar.
— Mas como ela lembrou de você agora? Ela não tem a filha dela? A Lisa já tem 20 anos, né? Já pode ajudar a mãe.
— Ah, a Lisa… Nem toda mãe tem a sorte que eu tenho. Sua prima só pensa em gastar dinheiro e viver a vida com os amigos.
— Então ela que obrigue a filha ou arrume outra pessoa.
— Não é tão fácil. Você não sabe, mas quando nos casamos, passamos por uma fase muito difícil, e ela nos ajudou financeiramente. Agora sou obrigada a retribuir.
— Poxa, não sabia disso. Que merda. E por quanto tempo?
— Não sei, mas acho que não vai ser pouco tempo. Vou ter que ir por uma temporada longa, mas não é tão longe. Você pode vir me visitar.
— Que azar do caralho, agora que a gente tava tão bem!
Enquanto a gente conversava, meu pau continuava entrando e saindo devagar. Ela, de pernas abertas, recebia as carícias no clitóris enquanto passava a mão nos pelos do meu peito.
— Bom, não é tão ruim assim. Notícia, mas é melhor do que eu já estava pensando.
- Sério? O que você tinha pensado?
- De tudo: que você não me queria mais na sua cama, que tinha se cansado de mim, além de outras coisas complicadas, até que você tinha engravidado.
- Manu, coitado, nunca vou me perdoar pelo que te fiz passar. A primeira coisa, nem pense nisso, você sempre terá um lugar na minha cama, adoro quando você me faz amor, porque o que você faz comigo é amor, não é só uma foda, entendeu? E sobre engravidar de você, mmm, não pense que não teria gostado em outras circunstâncias, mas não, até agora você não gozou dentro de mim, embora eu sempre tenha desejado, mas precisamos continuar com cuidado, sou mais velha, mas não tanto, e você poderia me deixar de barriga. Um filho e irmão e… ufa, que confusão, ha ha ha.
Minha mãe se acalmou por ter desabafado sua preocupação, mas então fui assimilando o problema. Continuei bombando meu pau na buceta da Clara em silêncio, mas pensei como a vida seria triste sem minha mãe em casa e, pior, sem podermos dormir juntos. De repente, tive uma ideia!
- E quando você iria? Seria logo? Onde você vai morar? E onde vou morar eu? Bom, sei me virar sozinho. Não se preocupe comigo.
- Esse é outro problema. Vou ter que ir logo, ela está sobrecarregada de trabalho. Vou morar na casa dela. Não se preocupe. E você? Pensei em… falar com seus tios. A Ana gosta muito de você, e o Jorge nem se fala. Acho que não vão se importar. Eles não têm filhos, e você vai fazer companhia a eles. Pode aprender muita coisa na casa deles, seu tio é muito inteligente.
- Poxa, não tinha pensado nisso. É um mal menor. Para falar a verdade, também gosto da sua irmã, e o tio não vai ser problema.
Parecia que os problemas estavam se resolvendo bem. Isso dava para perceber porque minha mãe estava mais relaxada. Ela já começava a sentir o efeito do meu pau bombando sem parar e pegou minha mão, apertando.
- Manu, continua, continua assim, não para agora, estou gozando.
Continuei como ela pediu, mas acelerei meu dedo no clitóris da buceta. Ela gozou. tesando, as pernas esticadas e as mãos nos peitos puxando os mamilos, um grito longo saiu da garganta dela e uns tremores sacudiram o corpo dela. Quando se acalmou, me olhou e perguntou…
- E você? Não gozou? Se gozou dentro de mim, não tem problema, eu me viro depois.
- Não, Clara, preferi admirar seu orgasmo, não vou poder ver isso por um tempo.
- Então agora é sua vez, enfia até o fundo, love.
Acelerei meus movimentos enquanto minha mãe massageava minhas bolas, os fluidos da buceta dela molhavam o lençol e, quando a gozada estava chegando, me preparei para encher ela de porra, mas no último segundo me arrependi e, tirando, apoiei entre os lábios, o clitóris, o púbis, até os peitos dela ficaram cobertos de creme leitoso. Dormimos abraçados, não sei a que hora da madrugada a Clara virou por cima de mim e me acordou. Ela estava de bruços, com os braços e a cabeça debaixo do travesseiro. Me levantei e acariciei as costas dela, na altura dos rins se afinava para depois subir num par de nádegas duras e brancas. Admirei, até me aproximei para ver de perto, entre as pernas esticadas brilhavam os lábios da buceta, ainda molhados do meu sêmen. Me ajoelhei entre as pernas dela, abri o suficiente e, passando o braço por baixo da cintura, levantei e coloquei meu travesseiro. A bunda dela ficou elevada. Me apoiei com as mãos dos lados dela e, sem tocar, deixei meu pau deslizar entre as nádegas dela. Por gravidade, foi se alojar na entrada da buceta, preso pelos lábios carnudos. Um leve empurrão e a cabeça entrou. Ela devia estar sentindo algo, porque se mexeu um pouco. No próximo empurrão, metade do pau desapareceu. Ela suspirou e ajustou a cabeça. No terceiro empurrão, minhas bolas estavam entre as pernas dela, apoiadas no lençol. Não quis me mexer, mas meu pau pulsava dentro. Ela só foi abrindo as pernas e levantando a bunda. Não se virou, mas de debaixo do travesseiro ouvi…
- Me fode, enfia até o fundo, goza, faz o que quiser comigo.
Tirei Suavemente e enfiei de uma vez, senti que tocava o útero, meu pau crescia em comprimento e grossura, a buceta me recebia apertando e sugando, Clara levantou mais a bunda, afundou a cabeça e a envolveu no travesseiro…
- Vai! No cu! Cuspi um cuspe entre as nádegas, vi escorrer até o cu, quando senti que ia gozar, tirei e apontei pro buraco, quase não ofereceu resistência, o primeiro jato serviu de lubrificante, a cabeça do pau afundou, as mãos de Clara se cravaram no travesseiro, o segundo jato de porra já entrou dentro e o terceiro já inundou o fundo do cu, meu pau tava enterrado entre as nádegas.
- Foi… maravilhoso, obrigada. Caímos de lado, nem percebi quando meu pau mole saiu do cu de Clara, os lençóis estavam molhados dos nossos sucos. Já tava clareando quando senti frio no pau, tava molhado de esperma, pensei, mas não, era a língua da minha mãe, percorria ele todo, das bolas até a cabecinha, me deixou duro de novo, começou a enfiar na boca até quase engasgar, a ponta tocava a campainha, tava decidida a me dar o boquete do século, mas não me contentei, puxei ela por uma perna e fiz ela passar por cima da minha cabeça, a buceta avermelhada pelo trotão da noite agradeceu a maciez da minha língua, o clitóris endureceu, descobri ele e mordi enquanto balançava com a língua, minha mãe desmaiou entre minha virilha e minhas bolas, enquanto eu continuava chupando a buceta dela, mas ela se recuperou e, enfiando o pau de novo na boca com movimentos rápidos de cabeça, me fez gozar, ao mesmo tempo um orgasmo fulminante a obrigou a colar a buceta na minha boca, nos contorcemos sem controle enquanto durou o êxtase, quando nos olhamos, as caras estavam cheias de fluidos sexuais. Não houve problemas com meus tios, fomos visitá-los, Ana logo adivinhou na cara de Clara que algo rolava e foi tirando aos poucos, minha mãe não tava muito animada, mas tava. Obrigado. Meu tio Jaime se adiantou à Ana, sem querer ouvir mais, disse:
- Não se fala mais nisso, o Manu fica com a gente, claro que sim, não temos filhos e ele é o melhor rapaz que conheço, né Ana?
- Verdade, Jorge.
- Além disso, tenho a intenção de ensinar meu ofício pra ele e no futuro levá-lo comigo pra que um dia me substitua.
Nós, eu e minha mãe, nos olhamos, ficamos surpresos. Minha tia Ana sorria e segurava nossa mão. A partir daí, a coisa acelerou e logo minha mãe arrumou as malas. Uma manhã, minha tia Julia veio – eu não me lembrava dela – acompanhada pela filha Lisa. Eu me encantei até ouvi-la falar. Era uma garota que, com 20 anos, já era bem desenvolvida: uns peitos lindos, decote moreno e brilhante, um clevage apertado, cintura fina e bunda empinada, e um rostinho muito bonito. Mas quando falou… era uma menina mimada, metida, antipática e muito convencida. Não gostei nada dela, e acho que ela também não gostou de mim.
Minha tia Julia, mais ou menos como as outras irmãs, tinha 45 anos, mas com mais peito, mais bunda e mais alta. Não era feia não – uma cabeleira loira a deixava bem atraente e mais jovem. Ela não quis visitar a irmã Ana, disse que precisava cuidar do restaurante. Foram embora rápido. Minha mãe ficou com um nó na garganta, e eu também.
No último momento, combinamos que ela levaria meu cachorro. A verdade é que eu estava meio que negligenciando ele, então era ela quem o levava pra passear quase todo dia, e pra mim seria um problema na casa da minha tia. Até porque a cadela dela já não estava mais – tiveram que sacrificar porque estava muito doente, por causa de um mosquito que a infectou.
No dia seguinte, depois da aula, preparei o essencial e fui pra casa da Ana. Quem abriu foi o Jorge, ele me fez entrar de braços abertos. Minha tia, lá no fundo, esperava sorrindo. Jorge reforçou a intenção de me ensinar tudo sobre o ofício dele e me recomendou que estudasse bastante – era só o que ele pedia. Ah! E que eu cuidasse da Ana. Depois, ele confessou que o trabalho dele não era moleza, que ele estava quase sempre de… Viajar e tal cansava muito, além de não estar em casa com sua mulher gostosa. Minha tia fez uma reverência agradecida. Depois, minha tia entrou em ação, me acompanhou até meu quarto. Estava muito bom, boa luz, janela grande e uma mesa pro computador e estudar. No armário, ela pendurou minhas roupas e voltamos pra sala. Tomamos um aperitivo e meu tio tomou vários vermutes, parecia alegre. Ele confessou que não tava nem um pouco afim de ir pra Londres, mas naquela noite precisava estar lá. Minha tia, por baixo da mesa, tinha tirado os sapatos e roçava o pé entre minhas pernas. Jantamos cedo e meu tio se preparou pra ir. Me ofereci pra acompanhá-lo ao aeroporto, mas ele disse que era melhor pegar um táxi, prometeu ligar quando chegasse. Quando ele saiu, discretamente fui pro meu quarto. De lá, ouvi eles cochichando e meu tio ofegando, minha tia gemendo como num orgasmo. Logo a porta se fechou e fez silêncio. Um tempo depois, minha tia e eu sentamos no sofá, vendo TV. Só conversamos sobre como ia ser bom ficar com eles, mesmo eu sentindo falta da minha mãe. Ela disse que nas férias eu podia visitá-la, me animou. Aos poucos, a conversa foi morrendo, eu não tava com humor e fui dormir. Umas duas da madrugada, minha tia me acordou. Ela tava com um roupão transparente e disse, agitada: — Manu, levanta. O Jorge acabou de ligar do hotel em Londres e me mandou uma foto no quarto dele mostrando a pica. — Ah, é? Que bom. — Como assim, só que bom? Já pode vir pro meu quarto, queria conversar com você. Meio dormido, levantei e ela, aos empurrões, me levou pro quarto dela. Abriu a cama do meu lado e ela entrou pelo lado dela, depois de tirar o roupão e deixar numa poltrona. Eu fiquei olhando pro teto. Minha tia se encostou em mim, enfiou a cabeça no meu ombro. Senti o corpo nu dela junto ao meu, estava morno e macio. Sem me olhar, começou a falar: — Manu, você não sabe como me alegra ter você em casa. Pra gente, é um estímulo ter você aqui. Uma pessoa jovem como você, pra mim e pro Jorge é uma alegria, você já viu, seu tio precisa viajar muito, umas vezes mais dias que outros, mas com frequência. Agora não vou ficar tão sozinha, tenho certeza de que vamos nos dar muito bem. Sinto muito que tenha sido por causa da ausência da sua mãe, se servir de consolo, posso te garantir que a Julia vai tratar ela muito bem. De qualquer forma, não desanime, sempre que puder você pode ir visitá-la. A Julia, mesmo que você não tenha tido tempo de conhecê-la direito, posso te garantir que é uma mulher especial, é a mais gostosa de todas, o melhor corpo, a mais simpática e a mais batalhadora, você vai adorar ela. Sua prima Lisa… bom, é filha dela, mas não se parece em nada, você vai conhecê-la, vai gostar.
- Mas aqui você vai ficar muito bem, vamos te tratar como filho, não vai te faltar nada, e eu disse nada… Quando ela enfatizou a frase, passou a mão no meu pau meio duro e segurou ele firme, depois continuou falando enquanto acariciava devagar todo o meu volume.
- Eu gostaria que a gente se conhecesse melhor, como você vive? Quais são suas vontades? Queria saber como você lida com o lance de garotas, tem alguma namorada? Já ficou com muitas minas?
- Sinto te desapontar, mas minha vida sexual até pouco tempo era bem simples, só estudo e mais estudo.
- E nada mais? Não curte as garotas da sua sala?
- Curto, mas não quero me distrair muito, e pra ser sincero, já vi um pouco de pornô na internet. Falei meio envergonhado, a verdade é que nunca tinha saído com garotas.
- Quer dizer que você nunca ficou com nenhuma garota?
- Bom, sim, outro dia fui ao cinema com um amigo e uma garota, meu amigo foi embora e eu fiquei brincando um pouco com minha amiga.
- Mas vocês chegaram a transar? Me conta.
- A gente ficou se acariciando, ela me chupou o pau e eu acariciei ela toda.
- E não treparam?
- Não, não deu, a gente tava no cinema.
- E mais alguma coisa, só isso? Só essa. Então, quer dizer que eu Fui a primeira mulher na sua vida?
— Sim, e não poderia ser outra melhor.
— É uma honra pra mim, adoro isso.
Ana apertou minha pica, já estava dura, mas ela se levantou e subiu em cima de mim, sentou na minha pica deitada sobre minha barriga, envolveu ela com a buceta dela, só dava pra ver a cabecinha entre os lábios dela.
— Vou te contar minha vida sexual. Eu não virei mulher muito cedo, fui desvirgada com dezessete anos completos, e olha que eu já sabia de tudo. Vou te contar um segredo: quando era pequena, dormia com minha irmã Júlia. Ela, aos 13, já se masturbava. Eu não sabia o que ela fazia, mas ouvia ela gemer e se mexer na cama, até que um dia um primo veio em casa. Ficou dois dias. Uma tarde, vi os dois sumirem no quarto. À noite, vi uma manchinha de sangue no lençol, e ela disse que tinha se cortado. Desde aquele dia, ela se masturbava enfiando de tudo: desde a escova de cabelo até pepinos. Ah! Mas não conta pra ninguém.
Eu fui desvirgada por um garoto da sala. Foi numa festa na casa de uma amiga. Mal tinha enfiado, fomos pegos pelos pais da minha amiga e saímos correndo. Depois ele foi pra outra escola e nunca mais vi. Foi frustrante. Depois, na sala de aula, também fazíamos umas coisinhas. Na última fileira de carteiras, sentávamos meninos e meninas juntos. Fizemos uma aposta com os caras pra ver quem tinha a pica maior. As meninas apostavam pra ver, principalmente dos mais bonitos. Eles tiraram as picas por baixo das mesas, cada um mostrou mais ou menos grande. Alguma menina, querendo que o preferido dela ganhasse, se atreveu a bater uma pra ele ficar mais duro. Quando íamos dar o prêmio, os caras começaram a cochichar entre si. No fim, descobrimos que outro garoto, muito tímido, não tinha participado e, segundo eles, era o melhor. As meninas cercaram ele e insistimos pra ele mostrar. No fim, ele aceitou. Ficamos chocadas: ele tinha uma pica grande, grossa e preta, a cabecinha parecia uma cebola. Só vimos por um momento, mas ele levou o prêmio.
Enquanto ela contava a história toda animada, ela ia... Equilibrando devagar no meu pau que aparecia e sumia entre os lábios molhados dela. - O melhor foi na festa de fim de ano, a gente se reuniu na casa de um cara e bebeu e jogou o jogo da garrafa, no final sorteamos os pares e cada um foi transar num quarto, eu peguei o do pauzão, quando baixei a calça dele um membro do tamanho de um braço apareceu na minha cara, me senti mal de dispensar o cara e sair correndo, criei coragem e tentei de tudo, na boca não cabia, na buceta também não, só consegui lamber e tive a ideia de fazer o que tô fazendo agora, montei no pau dele sem enfiar, parecia que tava montada num cavalo de verdade, quando ele gozou os jatos chegaram até o peito dele. Depois tive uns namorados sem importância, quase todos transavam mal, quando casei com Jorge achei que era normal, ele goza em menos de dois minutos, eu tive orgasmos contados, sempre finjo pra não deixar ele deprimido, mas com você tudo foi diferente, a coisa rolou naturalmente, você sabe, mas não me arrependo, você me faz sentir mulher. Aos poucos ela foi acelerando, meu pau foi ficando vermelho, ela se inclinou sobre mim. - Só queria poder te dar um corpo espetacular, uns peitões grandes, durões e uma bunda incrível, você merece. Como você gosta de peitos? Muito grandes, altos, juntos, separados? De que tamanho? - Eu gosto de todos, mas os seus são especiais, mesmo sendo pequenos são muito sensíveis e esses bicos quase ninguém tem o privilégio de aproveitar. - Obrigada, você é muito cavalheiro, mas tô falando sério, tô pensando em fazer uma cirurgia e colocar peitos pra você. - Por favor Ana, não fala besteira, seus peitos são meu sonho. Ela acelerou os movimentos e se inclinou pra eu poder chupar os bicos, eu mordi e puxei até eles roçarem no meu céu da boca, ela se levantou e deixou meu pau livre por um momento, quando sentou de novo meu pau entrou na buceta dela, a gente tava bem lubrificado, entrou até as bolas, ela continuou rebolando, a bunda dela balançava pra todo lado, ela me perguntou...
- Como cê tá? Eu tô sentindo um orgasmo chegando como uma onda, tô te esperando, mas não demora.
Não fiz ela esperar muito. No ritmo que ela tava me dando, agarrei a cintura dela e meti mais rápido. A gente se mexeu junto, até eu gozar dentro da Ana, não parei. Ela ainda continuou por uns segundos, tava linda demais quando gozava.
- Valeu por esses momentos, cê me faz subir ao céu. Queria que cê ficasse pra dormir comigo toda noite quando o Jorge não tiver. Quando ele tiver, a gente dá um jeito de ficar junto.
- Cê me lisonjeia muito, Ana, mas prefiro que a gente tenha nossos momentos de intimidade só nossos. De qualquer forma, cê sabe que eu sempre quero estar com você e, quando quiser, tô à disposição.
- Beleza, respeito sua privacidade. Tô doida pra te foder de novo.
Ela me beijou demorado, e eu correspondi, acariciando o clitóris dela por um instante. Depois a gente dormiu abraçado.
Dois dias depois, eu tava deitado, já era tarde. Tinha estudado e comecei a brincar com o tablet que meu tio me deu de presente. Já tinha configurado e tava quase dominando ele. Me deu na telha mandar uma mensagem pra minha mãe. Ela demorou pra responder. Quando o WhatsApp tocou, eu já tava quase dormindo. Minha mãe falou que tava bem, mas muito cansada. Disse que o serviço tava pesado e que tinha terminado fazia pouco. Tinha acabado de tomar banho e ido se deitar. Eu falei que já tava com muita saudade dela e pensava muito nela. Ela tentou me animar e disse que também sentia saudade e que ia me provar. Na hora, tocou o som e uma foto começou a baixar. Quando focou, apareceu em close um mamilo da minha mãe. Tava ereto, duro, com um detalhe perfeito. Ela tinha tirado com a luz acesa e bem focada. Imediatamente, a pica reagiu, ficou dura e levantou o lençol. Eu tirei uma foto do lençol empinado e mandei. Na hora ela respondeu...
- Não me faz sofrer, o que cê tá escondendo? Mandei outra foto, dessa vez só mostrando a cabecinha. Em poucos segundos, ela respondeu em maiúsculas…
- Por favor, não seja cruel, deixa eu ver ela toda.
- Você vai ter que mostrar também.
- Em segundos, outra foto dela apareceu, dava pra ver o peito inteiro de perfil, inchado e com o mamilo duro no topo.
Minha foto foi da minha língua pontuda.
A dela, a boca aberta em formato de O.
Minha resposta foi a pica inteira apontando pro teto.
A dela, dois dedos puxando os mamilos.
Minha foto, um close da minha cabecinha.
A dela, a virilha depilada, com o começo dos lábios dela.
Mandei minha pica vista de baixo das minhas bolas, dava pra ver o kit completo.
A dela me chocou: a buceta aberta, segurando os lábios com dois dedos, e um close do clitóris molhado e brilhante.
A minha, minhas mãos uma depois da outra segurando o tronco, com a glande vermelha.
A dela, a buceta aberta com dois dedos na vagina e um dedo no botão.
A minha foi um close da minha mão apertando a glande com a porra saindo.
A última dela eram os dois dedos encharcados com os sucos vaginais dela, e a mensagem de áudio que veio depois dizia:
- Boa noite, amor, dorme bem, eu vou dormir com certeza.
Cheirei minha mão, o cheiro de sêmen me agradou, imaginei que a Clara também teria gostado de sentir o cheiro. Lavei e salvei na Galeria todas as fotos que ela tinha me mandado.
- Desliguei o tablet e dormi.
0 comentários - Minha timidez e minhas tias 4