Minha timidez e minhas tias 2

Quando cheguei em casa, minha mãe estava passando roupa na salinha. Ela me perguntou sobre as reformas que a irmã dela estava fazendo. Sem dar muita importância, falei que ela queria mudar um pouco o ambiente, rearrumando os móveis e mais algumas coisas. Sentei perto da minha mãe, vendo TV sem muito interesse, observando ela passar com capricho minhas roupas e as dela, os lençóis e outras peças. Na mesa, um monte de roupas esperava para ser dobrado.

— Manu, você pode me ajudar? Pode ir dobrando a roupa pra guardar.
— Claro, mãe.

Comecei a dobrar minhas roupas: meias, cuecas, camisas, etc. Não era a primeira vez que ajudava e eu até que me virava bem. Quando terminei, minha mãe me passou as dela: as camisas, saias, suéteres — era fácil. Quando cheguei na roupa íntima, minha mãe me olhava de canto. As calcinhas normais eu dobrei sem problemas, mas quando peguei umas de lycra bem pequenas, estendi elas como se imaginasse vestindo. Minha mãe sorria disfarçadamente. Com os sutiãs foi a mesma coisa: os que eu já conhecia não me afetaram, mas com o branco de renda eu me demorei mais do que devia. Enchi ele com as mãos, até testei a transparência. Minha mãe, sem me olhar, disse baixinho:

— O que você acha do presente da sua tia? Não esperava por isso. Eu adorei, e você?
— Se quer a verdade, vou te dizer: o sutiã é lindo, mas… você o torna muito mais gostosa.

Minha mãe largou o ferro de passar de repente. Não esperava tanta sinceridade. Depois se recompôs e tentou disfarçar:

— Que cavalheiro você é, não precisa me bajular. Sei que não tenho um corpo bom, não tenho peito, nem bunda, nem perna, nem nada…
— Mãe, não fala isso. Você é minha mãe e eu não deveria dizer isso, mas acho que você tem tudo que um homem pode desejar. Seus peitos não são grandes, mas são — ou devem ser — bem sensíveis. Suas pernas são ótimas, e a bunda não é grande, mas é pequena e redondinha.
— Ha ha ha, não exagera. Que par de peitos mais ridículos, não sei como você diz isso. Sensíveis… Nada disso. — Eu não exagero, seus peitos não são ridículos, eles são durinhos e os bicos saem como se fossem disparados, pretos e ásperos, pronto, já falei! Ah! Desculpa, mãe, não sei como escapou. — Que imaginação você tem, sensíveis nada, e os bicos já não servem pra nada. — Pois eu já peguei neles com minhas mãos e estavam durinhos, e os bicos pareciam de pedra, de dar vontade de chupar. — Não acredito em você, mas mesmo assim obrigada, gosto que me veja como gostosa. — Outro dia você estava muito gostosa, teria te comido toda, é uma pena que você não se cuide e se arrume mais. — Mmm, você sabe dizer coisas muito bonitas, e tô começando a achar que você tem um pouco de razão, meus bicos tão ficando duros. — Pelo amor, mãe, não me diz isso, já não sou mais um bebê. — Eu sei, Manu, não tinha percebido até outro dia, quando você me deu o perfume, primeiro pelo gesto, depois pelo jeito que me abraçou por trás, depois como segurou meus peitos com suas mãos e como beijou meu pescoço, e por último como enfiou sua pica no meio da minha bunda, aliás, ela é bem grande e bem dura. — Desculpa, mãe, não consegui me controlar, te senti tão próxima, e o cheiro da sua pele e o calor do seu corpo me fizeram perder a cabeça. — Não tem problema, te entendo, você tá na idade ideal pra descobrir coisas, e se quiser saber um segredo, eu gostei muito, me fez sentir viva de novo ao sentir sua pica colada em mim. — Obrigado, mãe, me senti muito mal esses dias, não tinha coragem de olhar na sua cara de novo. — Pode ficar tranquilo, já notei que enquanto você olhava pro meu sutiã, sua pica ficou dura e ainda não baixou. Se quiser, a gente faz um trato: de agora em diante, não vamos ter vergonha um do outro, e além de mãe e filho, vamos ser amigos. O que acha? — Mãe, só posso dizer que além de ser a melhor mãe, você é uma mulher especial, te amo. — Então vamos selar o pacto. Minha mãe desligou o ferro de passar e se aproximou de mim, que estava sentado. Ela se levantou na minha frente, entre as minhas pernas, desabotoou a camisa que estava usando e soltou o fecho do sutiã pelas costas, baixando as alças. Segurou com as mãos as taças que cobriam os peitos dela, com um movimento rápido tirou o sutiã, deixando-os na minha frente. Com as mãos, puxou minha cabeça na direção dela e disse suavemente…
— Chupa meus peitos, faz com meus mamilos o que quiser.
Me joguei de boca aberta neles. Tive a grande surpresa de que, de pé, os peitos dela eram muito maiores e formavam o tão desejado canal. Aspirei com toda a minha boca e enchi ela de peito macio e duro, o mamilo roçava meu céu da boca. Olhava pra cima e via o rosto da minha mãe, ela fechava os olhos e mordia os lábios entre suspiros. Quando já não conseguia respirar e tinha enchido de saliva o peito da minha mãe, ele estava cheio de marcas roxas. Ela se ajoelhou e soltou meu cinto, me empurrou contra o encosto da cadeira e baixou minha calça até o chão, tirou e dobrou em outra cadeira. Minha rola, depois da visita à Ana, não estava no melhor estado, mas ela colocou na boca mesmo assim. Estava mole, mas na base de lambidas e chupadas foi ganhando dureza até ficar do jeito que ela queria, como uma barra de ferro…
— Esse é o meu menino — disse ela.
Lambeu a glande e foi enfiando a rola até engasgar. Olhei e só dava pra ver minhas bolas pra fora. Ela chupou com uma paciência bíblica, com a glande entre os lábios e balançando o tronco com as mãos, até que finalmente gozei. Não parou até ter certeza de que minhas bolas estavam vazias. Depois, me mostrou a boca cheia de porra e engoliu tudo. Levantou e me deu um beijo na boca.
Desde então, a rotina da minha casa mudou bastante. Fui abandonando o costume de ficar no meu quarto quase o tempo todo, já não jogava tanto no videogame, continuava estudando com a mesma dedicação de antes, mas agora aproveitava longas conversas depois do almoço com a minha mãe. Descobri que ela era uma grande… Ela era muito conversadora, eu gostava de ficar com ela, ela me contava coisas interessantes e eu tentava aprender com ela. Curiosamente, nunca mais tocamos no assunto do nosso pacto nem na forma como o selamos, mas o conceito de parentesco foi se diluindo um pouco e deu lugar à amizade. Muitas noites sentávamos no sofá da salinha onde estava a televisão; se o programa era interessante, a gente assistia e comentava. Não ficávamos mais isolados, cada um numa poltrona — agora dividíamos o sofá, muitas vezes de braços dados, encostados um no outro, sempre encontrando um assunto para passar horas conversando e rindo.

Nunca parei pra pensar, mas não nos surpreendia que a proximidade dos nossos corpos não tivesse nada de errado. Muitas vezes minha mãe se deitava ao meu lado e apoiava a cabeça na minha coxa, falava comigo olhando de baixo, a gente ria das nossas bobagens e, sem pensar nem dar importância, ela pegava minha mão e levava até a barriga dela. Eu mantinha ali, sentindo a proximidade e o calor da pele dela, movia sem prestar atenção, às vezes tão perto dos peitos da minha mãe que sentia a maciez da pele e o leve relevo por baixo do sutiã.

Em algumas ocasiões, porque os aros da peça incomodavam, ela tirava o sutiã. Aí mais de uma vez eu passava a mão sobre um dos peitos, e era a própria minha mãe que colocava minha mão sobre um mamilo. Eu, distraidamente, pegava ele com dois dedos e massageava suavemente, sem vergonha. Se por algum motivo eles ficavam duros e ásperos, meu pau instintivamente endurecia, e não era raro que, estando encostado na cabeça dela, roçasse ou até batesse com as pulsações. Ela simplesmente passava a mão na própria cabeça, pegava meu pau e dizia:

— Um dia você vai me deixar um galo.

Depois, quando já era tarde, dava um beijinho na minha barriga e se despedia:

— Já é muito tarde, amanhã tem que acordar cedo.

Esse novo clima me fazia sentir como o homem da casa. De repente, eu tinha deixado de ser o menino, e eu adorava isso. Domingo de manhã, eu tava dormindo, já era tarde. Entre sonhos, vi minha mãe passar na frente da minha porta, foi só uma sombra me chamando…
— Vamo, Manu, levanta, já é tarde.
Não liguei e continuei meio dormindo, mas de repente minha mãe começou a me chamar aos gritos, pedindo ajuda urgente. Pulei da cama, não fazia ideia do que tava rolando nem de onde ela tava me chamando, não enxergava direito. No próximo grito, já me localizei: vinha da cozinha. Corri, tropeçando nas cadeiras, e quando cheguei só vi minha mãe debruçada na janela, com o corpo meio pra fora, me pedindo pra ajudar. A janela era muito estreita. Cheguei perto dela e me inclinei, entendi o problema: minha mãe tinha tomado banho e tentou estender a toalha que a envolvia no varal, mas um lado tinha soltado e os pregadores caíram. Se ela soltasse a toalha molhada, ela cairia na rua. Me afastei dela e avaliei a situação, não parecia tão grave quanto eu pensei, e a cena me deu graça: minha mãe com meio corpo pra fora, os braços segurando a toalha pendurada, as pernas abertas, sem nenhuma roupa, e gritando. Não pensei duas vezes e me aproximei dela. Ao passar pela mesa onde o café da manhã esperava, enfiei os dedos na manteigueira. Fiquei atrás da minha mãe, passei os dedos entre as pernas dela. Os lábios da buceta estavam abertos e a manteiga lubrificou tudo. Abri com dois dedos e apoiei a cabeça da pica na entrada da vagina. Minha mãe já não ligava mais pra toalha, tava preocupada com o que eu tava tentando fazer. Lembrei da minha tia: devagar, bem devagar… Quando eu tinha metade da cabeça dentro, segurei ela pelos quadris e empurrei. Minha mãe esperneava, mandava eu parar, mas quando terminei de enfiar tudo, notei que ela relaxou. Já não gritava mais, só quando comecei a tirar, ela sussurrou…
— Não, por favor, não faz isso, não tira ainda.
Enfiei de novo, pude ouvir o suspiro que escapou dela, e meti outra vez até o fundo. A pica deslizava suave dentro da buceta, os fluidos dela logo… ajudaram ainda mais, com um último esforço conseguiu enfiar a toalha pra dentro de casa, mas com os peitos pendurados ficou apoiada na janela. Os peitos pareciam o dobro do tamanho e eu peguei eles por baixo, o que fez eu meter ainda mais fundo, ela separou as nádegas pra me receber e se virou pra mim sorrindo. Me apontou a cadeira da cozinha e sem tirar o pau, eu sentei, ela com os pés no chão se levantou e quando quase tinha tirado ele fora, sentou de novo de uma vez, enfiou até o talo, suspirou e repetiu várias vezes, meu pau tava duro apontando pra cima e esperava impaciente, minhas mãos acariciavam os bicos dos peitos que pareciam botões de rádio, quis ver ela de frente e ela se virou, enquanto continuava pulando minha mão deslizou pra buceta dela, os lábios abertos recebiam meu tronco como um êmbolo, encontrei o clitóris sem dificuldade, tava duro e molhado e reagiu com alegria quando me reconheceu, pelo meu pau desciam os sucos vaginais até minhas bolas. Minha mãe cravava as unhas nas minhas costas quando sentia meu pau no útero, procurava meu pau e guiava com maestria onde mais sentia prazer, os olhos fechados dela diziam tudo, quando o corpo dela se tensionou, um espasmo junto com um gemido profundo e uns arranhões nas minhas costas me indicaram que ela tinha tido um orgasmo impressionante, talvez como há muito tempo não sentia igual, me abraçou e desabou. Meu pau a tinha empalada, abracei ela e me levantei tirando tudo que tinha em cima da mesa da cozinha, deitei ela nela, passei as pernas inertes dela sobre meus ombros e vi que ainda tinha o pau dentro, fiquei parado até ela começar a reagir, tirava e colocava devagar e ela gemia, com os olhos fechados pegava nos próprios bicos e esticava eles muito mais do que eu ousava, fui acelerando o ritmo e ela suspirava a cada metida, comecei a meter rápido, ela deve ter sentido as pulsações da minha cabeça porque sussurrou… - Não, por favor, Manu, não goza dentro de mim, estou ovulando. Apertei até o último momento, mas tirei e cuspi vários jatos de porra grossa, o primeiro caiu entre as duas tetas, o terceiro encheu o umbigo de sêmen, o púbis recebeu o resto, ela só me disse…
— Obrigada, Manu, você é um bom garoto. Sentamos à mesa, o café da manhã, embora bagunçado, estava pronto. Quando passei manteiga no pão, nos olhamos e caímos na risada, brincamos um pouco passando chantilly no corpo. Quando terminamos, as tetas da minha mãe e meu pau pareciam flocos de neve. Naquela tarde, ficamos no sofá sem ligar a televisão, embora minha mãe tivesse feito pipoca do mesmo jeito, uma tigela grande. Passávamos os flocos um para o outro, de vez em quando eu a enganava dando meu pau ou ela me oferecia um mamilo. Já era muito tarde quando fomos dormir, não estávamos com fome e fomos para nossos quartos. Deitei feliz e dormi logo, sonhei que minha mãe estava comigo, me abracei a ela, mas quando senti umidade no meu pau, não combinava com o abraço que ela me dava. Abri os olhos e, na escuridão, distingui a juba da minha mãe subindo e descendo na altura da minha cintura. Peguei a cabeça dela e a mantive parada enquanto minha bacia tomava o movimento e eu metia e tirava meu pau da boca dela. Quando comecei a soltar longos suspiros, minha mãe se soltou e, me pegando pela mão, disse…
— Vem comigo, vamos ficar melhor. Segui ela até o quarto dela, para mim era como um santuário da minha mãe. Até então, sempre que entrava, fazia com certo respeito; agora, entrava com o pau duro na mão, a mulher que ia me foder. Ela me abraçou e me empurrou de costas, meu pau ereto foi sugado pela boca quente e úmida da mulher que me desejava. Parecia que adivinhava meus desejos e virou sobre mim, sem tirar o pau de entre seus lábios, passou uma perna sobre minha cabeça e foi aproximando a buceta dela até minha boca. Foi uma sensação estranha, ia comer a buceta por onde eu tinha nascido, a proximidade, o cheiro de mulher quente, o O brilho dos lábios dela me convenceu de vez, minha língua entrou na buceta e dali foi separando os lábios até chegar no clitóris, embora já tivesse acariciado ele, a sensação de levantar com a língua a pele que o cobria e prender ele com os lábios fez meu pau endurecer até o limite, minha mãe teve que abrir ao máximo as mandíbulas pra conseguir abarcar a grossura que ele adquiriu, a consequência foi que ela se deixou cair sobre minha boca, uma onda de fluido vaginal inundou minha boca, do púbis até o períneo minha língua não conseguia engolir tudo que jorrava, o corpo da minha mãe serpenteava sobre mim, eu pegava os bicos dos peitos dela que balançavam sobre mim, quando consegui respirar falei… - Por favor me fode você, faz comigo o que quiser. Não precisei insistir, ela subiu sobre meus quadris, com uma mão pegou o tronco do meu pau e apontou ele entre os lábios dela, foi descendo devagar, vi como meu pau ia desaparecendo dentro do corpo da minha mãe, ela olhava pro teto enquanto ia enfiando carne dura nas entranhas dela, quando chegou no fundo vi como os lábios dela estavam colados no meu púbis, ela tinha enfiado toda a minha vara. Devagar começou a se mexer, fazia isso na vertical no começo, mas logo passou a fazer circular, se inclinou sobre mim pra eu chupar os bicos dos peitos dela, eu mordi eles com desespero, peguei ela pelas nádegas e marcava o ritmo, pelo espelho que tinha na frente via como meu pau se incrustava na buceta dela, vi ela cansada e me abraçando nela viramos, sem eu falar nada ela abriu as pernas e levantou elas até quase a cabeça dela, eu por cima dela entrava e saía fazendo um barulho de chapinhar, ela esticava os bicos dos peitos e torcia eles, virou de costas e me ofereceu a bunda ficando de quatro, o buraco da buceta dela ainda não tinha fechado quando eu enchi ele de novo, os barulhos vaginais eram ritmados, da cabeça do pau até as bolas entrava de uma vez, fazendo as tetas penduradas balançarem, a cabeça dela caiu sobre a roupa, as mãos dela crispadas ficaram Agarraram os lençóis, um gemido longo e vitorioso precedeu uns tremores no corpo todo dela, tive que segurá-la pelos quadris, diminuí o ritmo pra ela saborear melhor o orgasmo. Quando acelerei de novo, a ereção tinha baixado um pouco, ela se virou e se deitou debaixo das minhas pernas, rodeou minhas nádegas e me puxou pra boca dela, a pica entrou limpinha, eu me movi como se o mundo fosse acabar e não parei até a porra transbordar no canto dos lábios dela, o pescoço e até os peitos estavam perlados de sêmen, ela recolheu com um dedo e foi lambendo até engolir tudo. De manhã, ela me acordou com um beijo na boca, ao abrir os olhos vi outra mulher, diferente da dos dias anteriores, o sorriso dela era sensual e o olhar parecia sonhar, ela só disse… – Se quiser, depois trago suas roupas pro meu armário. – Não, obrigado, Clara, sabe que eu adoraria, mas acho que é melhor pra nós dois mantermos nossos espaços privados, sabe o quanto te quero e vou estar sempre com você pra tudo que precisar. – Você é muito sensato, Manu, também sabe que sou toda sua, sou muito feliz de ter você ao meu lado. Nos abraçamos, nossos corpos nus e com cheiro de sexo ficaram juntos por um bom tempo. A vida em casa praticamente seguiu igual, agora tínhamos chegado a um grau máximo de intimidade que facilitou ainda mais a convivência. Quando saí do quarto da Clara, me surpreendi com várias coisas, uma delas foi que era a primeira vez na minha vida que chamava minha mãe pelo nome, gostei e resolvi continuar chamando ela assim, mesmo em casa. Também me dei conta de que com minha tia Ana tinha uma relação de sexo-amizade-família que eu teria gostado de contar pra Clara, não descartava, mas por ser irmã dela e casada, poderia não achar legal. Também duvidava se devia contar pra Ana as mudanças que tinham rolado em casa, embora ela tivesse a mente bem aberta, não sabia até onde aceitaria. Por tudo isso, decidi continuar calado e num futuro reconsiderar. Passaram-se dois dias até que o telefone tocou na minha casa, quem atendeu foi a Clara, da sala ela me chamou… — Manu, atende, é sua tia Ana. Depois de me cumprimentar, ela pediu se eu podia dar uma passada lá, queria ajuda pra mover um sofá e um móvel, meu tio chegava no dia seguinte e ela queria deixar tudo pronto. Falei que tava estudando e tinha aula daqui a duas horas, era importante, mas ela insistiu e não consegui recusar. Peguei os livros e saí correndo pra casa dos meus tios, assim que cheguei a Ana abriu a porta, dava pra ver que tava apertada, cabelo bagunçado, suada e sem maquiagem. Ela me fez entrar na sala rápido, nós dois empurramos o sofá até a parede oposta, pesava pra caralho, eu suava pra burro e tirei a camiseta. A Ana, que tava com uma camisa do marido amarrada na cintura e um short, desamarrou a camisa também, nem percebi até ela se abrir com os movimentos, claro que não tava de sutiã em casa, na real nem precisava, mas os bicos eram os bicos dela, me esforcei pra não me distrair. Ela pediu pra mover também o móvel da louça, pesava também, tava cheio, as gotas de suor escorriam pelo meu rosto, no dela também, a camisa incomodava e ela tirou de um tapa, não falei nada e ela também não, continuamos trabalhando. Quando já tínhamos deixado tudo do jeito que ela queria, coloquei a camiseta pra ir embora, mas ela lembrou que faltavam pendurar três quadros. Trouxe uma escada e me implorou com olhos pidões pra trocá-los também, jurou que era a última coisa que pedia. Olhei o relógio, tava apertado de tempo, mas resolvi ficar. Ela perguntou se eu sabia usar a furadeira e fez isso com segundas intenções, eu ri e o mau humor passou. Subi na escada, era fácil, dois quadros mudaram de lugar rápido, mas o terceiro não terminava de agradar ela na posição. Eu olhava pro relógio impaciente, quando passei por ela em cima da escada, ela roçou a mão na minha braguilha e perguntou… — Como é que tá a furadeira hoje? Com a máquina na mão e a outra me segurando na escada, não consegui evitar que ela baixasse minha calça até os tornozelos, no degrau onde eu estava, meu pau ficava na altura do rosto dela, ela não esperou ele ficar duro, enfiou tudo na boca e, conforme foi crescendo com as carícias da língua dela e os apertões nas minhas bolas, ela ia deixando ele sair, não completamente, quando ficou duro ela começou a mexer a cabeça e fazia ele desaparecer quase todo, eu não conseguia me mexer com a calça enroscada nos pés e em cima da escada, Ana continuou me chupando, eu quase tinha esquecido a aula, minha tia, por sorte, não, ela continuou chupando meu pau até que, ignorando meu aviso, tirou a cabeça dos lábios dela e esperou os jatos acertarem o rosto dela, encheram os olhos, o cabelo, os lábios, até um mamilo sumiu debaixo de uma gota de porra, com a língua ela limpou meu pau e minhas bolas, sem se limpar, ela subiu minha calça, me deu os livros e me arrastou até a porta da rua, a última imagem que vi dela foi na porta, toda suja de porra, ela me disse… — Obrigada por tudo, vou tomar outro banho, agora com água. Cheguei bem na hora em que todos os meus colegas estavam sentando, alguns rodeavam as minas, eu sentei perto da professora, era um dos mais adiantados, fiquei feliz por não ter perdido a aula, embora tenha sido difícil escolher. No fim da aula, já estava indo pra rua quando encontrei um amigo, ele me chamou pra ver um filme em 3D com muitos efeitos de ação, não achei ruim e combinamos pro sábado, quando já estávamos nos despedindo, uma mina se aproximou, era amiga do Carlos, ele contou pra ela sobre o cinema, ela se auto-convidou, eu dei de ombros e aceitei. Na sexta, minha tia me ligou, meu tio Jorge tinha chegado na noite anterior e queria me ver, eu já sabia pra quê, ele ia trazer algum presente como sempre, eu podia me gabar de ter os melhores jogos de console graças ao meu tio. Cheguei no meio da manhã, minha tia, bem arrumada, me abriu a porta e me deu um beijinho, estranhei, mas Ele disse que o Jorge tinha acabado de entrar no chuveiro e me contou em segredo que estava muito feliz, tinha adorado não precisar mais usar camisinha e que transaram três vezes durante a noite gozando dentro, até tinham acabado de fazer "um rapidinha" e ele estava se lavando. Perguntei inocente o que era esse tal de "rapidinha", ele cochichou no meu ouvido que era do jeito que ele fazia: metia a pica e em segundos gozava, pronto. A ficha caiu na hora, ou seja, ele não esperava minha tia gozar... Não pensei duas vezes, peguei minha tia pela cintura, virei ela, apoiei contra o encosto do sofá, levantei a saia largona que ela tava usando, puxei a calcinha fio dental pro lado e enfiei a pica. Não precisei lubrificar, ela ainda tava molhada da transa anterior. Ela quase não reclamou, só ficou de olho no barulho do banheiro. Minha pica metia com força dentro dela, talvez tenha sido isso ou a sacanagem no ar da sala que fez ela desabar no sofá tendo um orgasmo louco, as pernas abertas facilitaram pra eu continuar comendo ela até gozar dentro também. Na mesma hora, a água do chuveiro parou. Minha tia, meio tonta, foi pra cozinha e me deu um papel pra me limpar. Limpei e guardei no bolso bem na hora que meu tio saiu do banheiro. Ele me deu um sorriso de orelha a orelha e me abraçou, tava eufórico. Perguntou como iam meus estudos, pela minha mãe, e disse que tava muito feliz por várias coisas, uma pelos móveis novos e outras que não podia contar. Me agradeceu pela ajuda que dei pra Ana na reforma. De trás do sofá, onde há pouco eu tinha comido a mulher dele, ele tirou um pacote, maior que o normal. Mandou eu sentar no sofá e, com toda cerimônia, me entregou. Abri ansioso e descobri que dessa vez tinha mudado: era um tablet, de marca e super completo. Fiquei empolgado, nunca imaginaria, era meu sonho impossível. Abracei ele de verdade. Atrás dele, minha tia saiu da cozinha, e por trás dela, a saia dela levantou. vestido e me mostrou como pelos seus coxas ainda corria meu gozo em direção aos seus joelhos, eu abracei meu tio de novo.

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