À Mercê da Doutora - Parte 2

Nunca tinha me sentido tão exposto como agora, as luzes brilhantes iluminando cada centímetro do meu corpo sob os olhares examinadores sobre mim. Tentei mexer meus membros, testando a firmeza das tiras que prendiam meus pulsos e tornozelos. Toda luta foi em vão, quanto mais tentava, só conseguia me sentir mais indefeso, me sacudindo feito idiota na maca na frente das mulheres. A Doutora, divertida, apoiou suavemente uma mão na parte interna da minha coxa, logo acima do joelho.

— Vamos... vamos... relaxa... Você não vai a lugar nenhum até a gente terminar... Entendeu?

Levantei o olhar para vê-la e descobri a segunda Enfermeira, uma loira gostosa arrumando os instrumentos na bandeja...

— Responde pra Doutora! — ordenou uma Elisa impaciente, fazendo minha mente, nublada pelo sedativo, voltar a focar. Encontrei o olhar da Doutora e assenti com a cabeça rapidamente.

— Mmmm... — ela tinha um olhar tão penetrante que precisei desviar.

— Muito bem... Tenta relaxar. Meus pacientes me conhecem como Dra. Saenz e eu vou cuidar do seu caso... Certo, o prontuário do paciente... Jéssica, por favor...

— Sim, Doutora — a enfermeira que tinha me trazido até o consultório abriu a pasta com meu prontuário e pegou uma caneta.

— Agora vou examinar sua barriga, já que você não pode falar, quero que aperte a mão da Elisa se sentir alguma dor.

Elisa segurou minha mão com cuidado, me dando um olhar compassivo enquanto a Doutora começava o exame. Assim que senti as pontas macias dos dedos dela pressionando alternadamente meu estômago, cometi o erro de olhar para a Dra. Saenz bem na hora em que ela se inclinou para frente para pressionar meu abdômen superior. Tive um vislumbre rápido do decote dela, a imagem dos peitos firmes fez meu pau já meio duro crescer ainda mais. Percebi o efeito na hora, tentando manter um pouco da minha dignidade enquanto ficava ali pelado. Diante de quatro mulheres. Apesar de que, com todas elas paradas ao redor da maca, eu tinha poucos lugares para olhar e tentar me acalmar, exceto as luzes brilhantes sobre mim, então fechei meus olhos. Esperei tranquilamente enquanto os dedos da Dra. Saenz metodicamente percorriam meu estômago, pressionando em cada ponto.

- Hmmmm... sinto ele cheio... quando foi a última vez que você fez uma lavagem intestinal nele?
- Há três noites, Doutora - respondeu Elisa.
- Entendo... E suponho que você dá enemas regularmente antes de submetê-lo analmente...
- Sim, Doutora.

Senti meu coração virar, eu adoro quando Elisa me penetra com o consolo, mas era vergonhoso ouvir a Doutora falando sobre o assunto. O que mais minha namorada tinha contado para essa linda e misteriosa Doutora sobre nossa vida sexual? Eu estava feliz assumindo regularmente o papel de submisso na intimidade com Elisa, mas não era algo que eu quisesse tornar público.

- Bem, se ele está cheio de merda, vamos ter que resolver esse probleminha durante o exame...
- Claro, Doutora - respondeu Elisa.

Nesse exato momento, minha atenção voltou para o exame quando senti as mãos da Doutora se movendo pelo meu baixo ventre. Quando ela levou as pontas dos dedos para onde costumava estar meus pelos pubianos, ela sorriu por trás da máscara.

- Limpinho e depilado... Como você se sente todo macio e limpinho? Não gosta?

Eu realmente não queria responder, mas agora todo o quarto olhava para minha cara e senti que o melhor era concordar com a Doutora nesse ponto, então assenti, complacente.

- Muito bem, muito bem. Simplesmente fica muito melhor e tenho certeza que a Elisa vai apreciar a mudança - a Doutora parecia encantada consigo mesma e com o fato de que agora eu tinha a entreperna depilada e que tudo tinha sido feito seguindo suas instruções. De repente e sem aviso, ela pressionou os dedos na minha entreperna.

- Estou palpando sua artéria femoral, relaxa - enquanto pressionava, não... parecia afetá-la que seus dedos agora estivessem roçando a base do meu pau. Por mim, não podia dizer o mesmo, tentei pensar em outra coisa que não fosse a Doutora e seus dedos enquanto meu pau tremia involuntariamente.
— Certo — disse ela depois de um tempo — Vamos prosseguir. Luvas, por favor.
A Enfermeira entregou um par de luvas de látex e ela começou a vesti-las. Exceto pelo som da Doutora calçando as luvas de látex, o Consultório permanecia em silêncio. Eu suspeitava que todos estávamos pensando no que estava prestes a acontecer. A Doutora terminou de calçar as luvas e apoiou suas mãos frias no interior das minhas coxas, separando-as gentilmente.
— Abre bem as pernas... assim, muito bem... o máximo que conseguir.
Eu obedeci até onde as fitas que prendiam meus tornozelos permitiram. Estava desconfortável.
— Tá bom — disse ela, deixando as mãos tocando minhas pernas — Agora quero que você fique nessa posição enquanto eu examino seu pintinho e suas bolinhas, ok?
Me senti sobrecarregado, mas ela estava me olhando diretamente, então tive que concordar com a cabeça.
— Você está se comportando muito bem — disse a Doutora, e uma das Enfermeiras reposicionou as luzes diretamente na minha virilha, meu pau tremeu ansioso. A Doutora deslizou sua mão enluvada da minha coxa e segurou gentilmente minhas bolas na palma da mão. Apalpou por um momento e apertou suavemente antes de usar o indicador e o polegar da outra mão para apalpar e examinar cada testículo individualmente.
— Seu probleminha não tem a ver com suas bolas, mas câncer testicular pode ser fatal, e pra um menino como você é importante examinar as bolinhas regularmente... e morando com uma Enfermeira como a Elisa, não tem desculpa pra você resistir a ser examinado com frequência.
Eu mordi um pouco a mordaça que tinha na boca, meus joelhos tremiam. Uma vez satisfeita com a inspeção, ela deu um último aperto mais firme nas minhas testíbooties antes de soltá-los.
Depois a Doutora segurou a base do meu pau com dois dedos e começou a apalpar e examinar com a outra mão. O toque delicado das mãos macias dela cobertas pelas luvas de látex era incrível, e eu não consegui evitar um gemido abafado que esperava que ninguém tivesse ouvido. Ela lentamente apalpou meu pau inteiro antes de deixá-lo cair sobre minha barriga pra pegá-lo de novo entre os dedos outra vez. A Doutora então agarrou a cabeça do meu pau, que agora tava totalmente duro, com a mão esquerda. Usando o polegar e o indicador, bem de leve, ela pressionou pra abrir meu buraquinho. Se inclinou pra perto pra observar antes de usar o dedo indicador da mão direita pra pressionar sobre o meu buraco já dilatado. Eu não fazia ideia do que ela tava fazendo, mas a sensação era incrível. Ela pressionou por uns segundos e eu senti uma onda de energia atravessando meu corpo inteiro. Me sacudi na maca e gemi alto o suficiente pra todo mundo ouvir dessa vez, enquanto meu pau pulsava. Eu já tinha desistido completamente de manter a compostura na frente daquelas mulheres e não conseguia pensar em outra coisa senão os dedos enluvados da minha Doutora tocando meu pau. Só queria que ela continuasse me tocando até me fazer gozar, quando de repente ela tirou o dedo do meu buraco. Demorei um momento pra me recompor e devo ter gemido bem alto porque todas no Consultório estavam me olhando.
- Gostou disso, né, bebê?
Eu praticamente conseguia ouvir ela rindo por trás da máscara. Eu tava envergonhado por ter perdido completamente o controle de mim mesmo, mas senti a necessidade de sentir de novo com a cabeça. A Doutora parecia satisfeita consigo mesma e com a reação que tinha provocado em mim. Enquanto olhava pra baixo, percebi que ela ainda segurava meu pau duro na mão esquerda e que eu tava vazando líquido pré-gozo. A Doutora notou meu olhar e me consolou.
- Ah, não fica assim... Vergonha, bebê! Um pouco de porra é a resposta natural e saudável pra um toque tão íntimo. Relaxa que vou te deixar bem limpinho.
Ela pegou um lenço de papel descartável de uma caixa na bandeja de instrumentos e passou na minha glande. Eu ainda me sentia tonto com a experiência enquanto a Doutora soltava meu pau e pegava algo que parecia um termômetro fino na bandeja e começava a cobrir com lubrificante cirúrgico.
— Agora vou medir sua temperatura, então quero que você fique bem quietinho.
No começo não entendi o que ela queria dizer, já que eu estava deitado de costas... mas depois ela pegou meu pau com a outra mão e eu percebi que ia enfiar o termômetro em mim.
— Mmmmmm...!!! — protestei.
— Fica quieto, bebê... Obedece! Vai doer um pouquinho quando eu penetrar sua uretra com o termômetro... Mas vai ver como passa rápido.
Depois ela abriu meu orifício uretral de novo e lentamente enfiou o termômetro pra dentro de mim. Era uma sensação estranha e desagradável enquanto a Doutora colocava o termômetro frio fundo no meu buraco. Deixei escapar um gemido claro enquanto ela encontrava a profundidade certa e segurava o termômetro ali.
— Assim... Agora temos que esperar um pouquinho pra ele fazer a leitura.
Eu apertei forte a mão da Elisa e mordi minha mordaça, implorando pra Doutora tirar o termômetro da minha uretra. Depois do que pareceu uma eternidade, ela finalmente tirou o termômetro antes de estudá-lo com cuidado.
— Hmmm... — ela balançou a cabeça — Sua temperatura tá elevada e isso não é bom... com certeza vamos ter que olhar um pouco mais fundo nessa questão.
Eu não sabia o que ela queria dizer com isso, mas estava aliviado por ela ter tirado o termômetro.
— Agora, se a gente te soltar um pouquinho, você promete que vai se comportar?
Eu assenti com a cabeça.
— Vai ser um menino obediente e fazer exatamente o que sua Doutora mandar?
Eu assenti de novo.
— Muito Bem, senhoritas, soltem as tiras de contenção do paciente. A mordaça fica no lugar.
A Doutora foi tirar e trocar as luvas enquanto as duas Enfermeiras me desamarravam os pulsos e tornozelos. A Doutora terminou de calçar as luvas novas.
— Beleza, bebê, vira de lado. Quero você apoiado nos joelhos e cotovelos.
Eu obedeci, ainda meio sedado, as Enfermeiras me ajudaram a ficar firme enquanto eu assumia a posição que a Dra. Saenz tinha mandado. Ouvi ela derramando lubrificante cirúrgico de novo e olhei pra trás pra ver ela lubrificando os dedos.
— Vou examinar sua próstata — senti a mão molhada dela separando minhas nádegas e o dedo lubrificado deslizando pra cima e pra baixo entre elas — Vou fazer uma massagem leve e depois vou te penetrar com o dedo.
Eu assenti com a cabeça. O dedo dela continuava passando lubrificante cirúrgico entre minhas nádegas, brincando com meu buraquinho anal. Ela massageou por uns segundos antes de começar a fazer pressão.
— Vamos... Relaxadinho, bebê... Respira fundo e se doer um pouquinho, morde a mordaça.
E já estava me penetrando. Senti o dedo dela entrando fundo e remexendo lá dentro.
— Hmmmm... isso não vai dar certo — disse antes de tirar o dedo — Definitivamente tá cheio de merda e não vou conseguir fazer do jeito que quero.
A Doutora tirou as luvas e mandou eu deitar de novo antes de ir nos armários pegar alguma coisa. A Elisa acariciou minhas costas e lembrou que eu ficasse na maca. Logo a Doutora voltou com um copo cheio de um líquido de aparência suspeita.
— Elisa, tira a mordaça dele pra ele poder tomar isso.
A Elisa me deu um olhar de aviso pra eu cuidar dos modos antes de afrouxar a mordaça o suficiente pra ela ficar pendurada no meu pescoço. A Doutora encostou o copo nos meus lábios, tinha um cheiro e uma cor nojentos.
— O... o que... é isso? — perguntei preocupado.
A Elisa me agarrou violentamente do meu queixo e me forçou a olhar nos olhos dela.
— Não ouse questionar a Doutora! Se a Dra. Saenz mandar você tomar o que está no copo, você toma. Entendeu?
Eu assenti com a cabeça e ela me soltou. O copo pressionou meus lábios de novo e eu tomei o conteúdo. Era grosso e tinha um gosto estranho, mas me obrigaram a tomar tudo.
— Muito bem... Amordaça ele de novo — ordenou a Doutora.
Elisa segurou a mordaça na minha frente.
— Abre! — disse severamente e colocou a mordaça de volta na minha boca, prendendo-a.
— Excelente. O laxante vai fazer efeito em alguns minutos — disse a Dra. Saenz e se virou para a Enfermeira de cabelo moreno — Enquanto isso, quero que você aplique um enema nele e depois o leve ao banheiro. Nós vamos discutir como continuar com os procedimentos.
— Sim, Doutora — respondeu a Enfermeira antes de calçar um par de luvas de látex enquanto me ordenava — Assume a posição de novo... cotovelos e joelhos na maca!
A Enfermeira foi até os armários. Eu assumi a posição e esperei enquanto ela preparava meu enema. Elisa e a Enfermeira loira seguiram a Dra. Saenz para uma sala privada com vidros foscos que não me deixavam ver o que tinha do outro lado. A Enfermeira de cabelo castanho voltou e colocou uma mão enluvada nas minhas costas.
— Arqueia as costas... Vamos... Quero essa bunda pra cima...
Eu obedeci e ela começou a lubrificar meu cu.
A Enfermeira apoiou a ponta da cânula no meu ânus antes de empurrar e penetrar fundo. Eu gemi.
— Shhh... Calminha, bebê — disse ela, acariciando minhas costas com a mão enluvada e macia enquanto com a outra pressionava o êmbolo de uma seringa de 150 mililitros. Senti o fluxo de água bem gelada correndo dentro de mim. Fiquei nessa posição por vários minutos enquanto ela esvaziava a seringa nos meus intestinos. E logo senti a cânula deslizando para fora do meu cu.
— Muito bem — disse ela, tirando as luvas — Vamos, desce da maca... Se ainda estiver se sentindo fraco por causa do sedativo, vou te ajudar.
A Enfermeira me ajudou a ficar de pé e me segurou firme pelo braço.
— Agora vamos ao banheiro.
Eu assenti e ela foi até a porta. Parei por um momento, esperando que ela me desse um avental ou algo para me cobrir quando saísse no corredor, mas com a mordaça na boca não podia pedir nada. A Enfermeira já tinha aberto a porta e me empurrou para fora.
— O que você está fazendo? Melhor não fazer a Dra. Saenz esperar!
A Enfermeira me levou pelo corredor completamente nu, enquanto eu tentava desesperadamente cobrir meu pau ereto com as mãos. Ela me conduziu por uma porta e acendeu a luz enquanto me forçava a entrar.
— Entra! E não sai até ter evacuado por completo e limpo essa bunda minúscula. Vou estar esperando aqui fora.
Entrei no banheiro e fiz tudo o que me mandaram. Quando terminei, abri a porta e me deparei com a Enfermeira me esperando. Para minha surpresa, ela me fez voltar para dentro e, desta vez, entrou atrás de mim.
— Inclina na pia.
Eu estava confuso, mas fiz o que ela disse. Olhei pelo espelho e ela estava tirando umas luvas de látex do bolso do uniforme e as colocando.
— Melhor garantir que você esteja bem limpinho antes de te levar de volta pra Doutora — disse enquanto separava minhas nádegas.
Sem usar lubrificante, pressionou o dedo contra meu cu e me penetrou.
— Mmmmmmm...!! — gemi.
Ela era muito mais violenta e agressiva do que a Doutora tinha sido e me penetrou com o dedo rapidamente. Doeu, mas aguentei enquanto a Enfermeira remexia fundo dentro de mim.
— Assim que eu gosto... um menino bem obediente — disse enquanto tirava o dedo do meu cu e o observava cuidadosamente, verificando se não tinha resto de merda — Limpinho!
Tirou as luvas e as descartou num cesto.
— Vamos... De volta ao Consultório!
Caminhei com ela até o mesmo Consultório, muito nervoso com o que a Doutora fosse fazer comigo. Quando voltamos, para minha surpresa, a maca que tinham usado pra me examinar não estava.
- Devem estar nos esperando lá atrás - disse a Enfermeira enquanto me pegava pelo braço e me levava pro particular...

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