Beleza, poringa boys, primeiro de tudo quero dizer que essa é minha primeira história, então se vocês gostarem, não esqueçam de me falar pra eu fazer uma segunda parte. Vale dizer que essa história não é totalmente verdadeira, mas também não é totalmente fictícia — algumas coisas que mencionei aconteceram, outras não. Beleza, depois de falar tudo isso, vamos começar.
INTRODUÇÃO
Beleza, essa história se passa uns anos atrás, quando eu tinha acabado de fazer 18 anos. Consegui classificar pra uma competição nacional em outro estado, junto com meu time e outros do meu estado.
Éramos 13 do meu estado, formados por:
Meu time:
- Eu: altura de 1,75, não tão bonito, mas com um grande "dom"
- Erick: altura de 1,70, moreno, cabelo preto
- Guillermo: altura de 1,65, o mais gato de nós, cabelo meio comprido, magro e trincado (forte)
E os outros:
- Luisa: altura de 1,70, peito meio murcho, mas tinha uma bunda firme, não muito grande
- Arantza H: altura de 1,68, meio gordinha, mas com uns peitões grandes e firmes, mas bunda caída
- Arantza T: altura de 1,67, a mais nova e mais baixa, rosto bonito e uma bunda redonda
- Fernando: altura de 1,77, o "cap", era o líder, corpo meio definido
- Héctor: altura de 1,75, o mais velho, meio feio mas gente boa, cabelo de cogumelo e meio forte
- Lalo: altura de 1,80, o mais alto, forte por causa da academia
- Gaby: altura de 1,78, a mais velha das mulheres. Meio murcha, mas tinha seu valor dos dois lados
- Moni: altura de 1,76, a gostosa do grupo, peitos médios mas firmes, e o que mais tinha era uma bunda enorme e firme
- Bruna: altura de 1,77, a feia do grupo — digo feia porque todas eram bonitas, mas ela nem tanto, era meio gordinha e bunda caída
- Daniela: altura de 1,75, feia de rosto e murcha na frente, mas tinha uma bunda de lascar
E nossos treinadores:
- Luis: esses valem nada
- Ángel
- Cláudia: "a treinadora", tinha uns 22 anos, era alta, bunda firme, mas meio cheinha, bonita Íamos passar uma semana inteira, desde sábado de manhã até sábado de madrugada, então era o momento perfeito para criar "laços" com todo mundo. DIA 1: Finalmente! O dia que eu vinha me preparando o ano inteiro tinha chegado. O torneio nacional. Saí de casa rumo ao centro de treinamento, onde todo mundo ia se encontrar pra ir junto. Quando cheguei no centro, encontrei o capitão, que tinha chegado antes porque ele tinha que receber todo mundo. Ele me mandou ir pro estacionamento do centro. Quando cheguei lá, me deparei com a surpresa de que íamos nos dividir em três caminhonetes, algo estranho, já que sempre íamos de ônibus. Lá encontrei meu time, Erick e Guillermo (vamos chamar ele de Guille), a Moni e a Gaby, que estavam agindo meio estranhas, diferente do normal. Umas 15 minutos depois, chegou o time todo e os treinadores. Nos dividiram em grupos pra ver quem ia em cada caminhonete. Eu fiquei com o capitão, a Mônica e a Arantza T. Quando me falaram que na nossa caminhonete não ia nenhum treinador porque o capitão tava junto, fiquei animado, já que a gente podia fazer o que quisesse. No começo, já imaginei o que ia rolar, porque o capitão tava comendo a Moni, mas duvidava que eles fossem fazer alguma coisa com a Arantzita por perto. Bom, subimos na caminhonete, deixamos nossas malas. Eu sentei lá atrás, porque a caminhonete tinha quatro fileiras de bancos (ou a gente poderia ter cabido todo mundo numa boa, mas o dinheiro falou mais alto). O capitão e a Moni sentaram na segunda fileira, longe o suficiente de mim e do motorista, respectivamente. A Arantzita sentou do meu lado, mas do outro lado, então não tínhamos contato nenhum. Quando saímos do centro em direção à estrada, paramos numa loja. Todo mundo desceu, menos eu, porque não queria nada (e não tinha dinheiro). A Moni foi a primeira a voltar e sentou do meu lado. Ela disse que tinha comprado algo pra mim. Perguntei o que era, e ela tirou e me deu uma caixa de camisinhas. Fiquei meio sem graça e fiquei calado. Ela quebrou o silêncio. dizendo algo que sempre vou lembrar, Moni: Posso ver? Eu: ver o quê? Moni: teu pau. Essas palavras me fizeram engolir seco e ficar pasmo. Ela se aproximou de mim e, devagar, colocou a mão na minha calça, tocando toda a minha coxa sem tirar os olhos de mim. Fazia aquilo de um jeito tão gostoso que meu pau subiu na hora. Ela percebeu e foi subindo a mão devagar até chegar no meu pau, abriu minha calça e tirou ele pra fora. A cara de surpresa dela ao ver meu pau foi nítida, porque mesmo eu não sendo tão bonito, tenho uma arma de 19 cm, que é bem maior que a dos caras do meu grupo. Ela começou só tocando a cabeça, depois passou a mão no tronco e começou a puxar devagar, uma vez e outra. Eu não acreditava no que tava rolando, não conseguia nem falar. Ela começou a bater uma mais rápido e eu tava quase gozando quando ela percebeu e meteu na boca. Sentir meu pau na boca dela me fez gozar na hora. Ela engoliu todo o leite que tinha na boca e começou a limpar meu pau com a língua, passando por todo o tronco e pela cabeça que tava cheia de porra. Também lambeu minhas bolas, porque tinha caído um pouco de leite ali também. Quando ela ia terminar de limpar, apareceu a Arantzita. Só se ouviu o barulho de fora da caminhonete, porque nós três ficamos sem fala. Ela saiu rapidinho da caminhonete e foi com os outros. Moni e eu tentamos segurar ela pra não contar pros outros, porque se contasse, a gente podia ser expulso. Conseguimos pegar ela e tentamos explicar algo que era impossível interpretar de outro jeito, então pedimos pra ela, por favor, não contar pra ninguém. Ela prometeu e saiu correndo pra caminhonete. Moni foi com os outros e eu fiquei fora. Quando todo mundo voltou pra caminhonete, eu sentei de novo atrás, do lado da Arantzita, pra tentar resolver esse assunto o máximo possível. Moni me mandou mensagem dizendo pra continuarmos depois o que a gente tava fazendo, o que me deixou animado, mas não era esse o ponto. O ponto era resolver. O máximo que der, minha amizade com a Arantzita e com o Fer, já que ele era o namorado da Moni. Falei baixinho pra só ela me ouvir, mas ela tava de fone, então mandei mensagem:
Eu: desculpa pelo que você viu
Arantzita: de boa
Eu: mas é que você pareceu meio assustada
Arantzita: só me surpreendeu, mas já tô melhor
Eu: que bom, melhor eu te deixar pra não vacilar de novo
Arantzita: não quer jogar alguma coisa?
Eu: tipo o quê?
Arantzita: verdade ou desafio
Eu: bora, verdade
Arantzita: gostou do que a Moni fez com você?
Eu: sim, e muito. Sua vez
Arantzita: verdade
Eu: você já fez algo assim?
Arantzita: não, o máximo que fiz foram uns amassos meio sem graça
Eu: ok, agora é desafio
Arantzita: Me mostra teu pau............ CONTINUA........... Lembrando que é meu primeiro conto, então tô aberto a críticas construtivas e opiniões pra ver se continuo essa história, já que ainda tenho vários dias de competição e muitas histórias. Também quero saber se querem que essa seja a duração de cada parte ou algo mais longo ou mais curto.
INTRODUÇÃO
Beleza, essa história se passa uns anos atrás, quando eu tinha acabado de fazer 18 anos. Consegui classificar pra uma competição nacional em outro estado, junto com meu time e outros do meu estado.
Éramos 13 do meu estado, formados por:
Meu time:
- Eu: altura de 1,75, não tão bonito, mas com um grande "dom"
- Erick: altura de 1,70, moreno, cabelo preto
- Guillermo: altura de 1,65, o mais gato de nós, cabelo meio comprido, magro e trincado (forte)
E os outros:
- Luisa: altura de 1,70, peito meio murcho, mas tinha uma bunda firme, não muito grande
- Arantza H: altura de 1,68, meio gordinha, mas com uns peitões grandes e firmes, mas bunda caída
- Arantza T: altura de 1,67, a mais nova e mais baixa, rosto bonito e uma bunda redonda
- Fernando: altura de 1,77, o "cap", era o líder, corpo meio definido
- Héctor: altura de 1,75, o mais velho, meio feio mas gente boa, cabelo de cogumelo e meio forte
- Lalo: altura de 1,80, o mais alto, forte por causa da academia
- Gaby: altura de 1,78, a mais velha das mulheres. Meio murcha, mas tinha seu valor dos dois lados
- Moni: altura de 1,76, a gostosa do grupo, peitos médios mas firmes, e o que mais tinha era uma bunda enorme e firme
- Bruna: altura de 1,77, a feia do grupo — digo feia porque todas eram bonitas, mas ela nem tanto, era meio gordinha e bunda caída
- Daniela: altura de 1,75, feia de rosto e murcha na frente, mas tinha uma bunda de lascar
E nossos treinadores:
- Luis: esses valem nada
- Ángel
- Cláudia: "a treinadora", tinha uns 22 anos, era alta, bunda firme, mas meio cheinha, bonita Íamos passar uma semana inteira, desde sábado de manhã até sábado de madrugada, então era o momento perfeito para criar "laços" com todo mundo. DIA 1: Finalmente! O dia que eu vinha me preparando o ano inteiro tinha chegado. O torneio nacional. Saí de casa rumo ao centro de treinamento, onde todo mundo ia se encontrar pra ir junto. Quando cheguei no centro, encontrei o capitão, que tinha chegado antes porque ele tinha que receber todo mundo. Ele me mandou ir pro estacionamento do centro. Quando cheguei lá, me deparei com a surpresa de que íamos nos dividir em três caminhonetes, algo estranho, já que sempre íamos de ônibus. Lá encontrei meu time, Erick e Guillermo (vamos chamar ele de Guille), a Moni e a Gaby, que estavam agindo meio estranhas, diferente do normal. Umas 15 minutos depois, chegou o time todo e os treinadores. Nos dividiram em grupos pra ver quem ia em cada caminhonete. Eu fiquei com o capitão, a Mônica e a Arantza T. Quando me falaram que na nossa caminhonete não ia nenhum treinador porque o capitão tava junto, fiquei animado, já que a gente podia fazer o que quisesse. No começo, já imaginei o que ia rolar, porque o capitão tava comendo a Moni, mas duvidava que eles fossem fazer alguma coisa com a Arantzita por perto. Bom, subimos na caminhonete, deixamos nossas malas. Eu sentei lá atrás, porque a caminhonete tinha quatro fileiras de bancos (ou a gente poderia ter cabido todo mundo numa boa, mas o dinheiro falou mais alto). O capitão e a Moni sentaram na segunda fileira, longe o suficiente de mim e do motorista, respectivamente. A Arantzita sentou do meu lado, mas do outro lado, então não tínhamos contato nenhum. Quando saímos do centro em direção à estrada, paramos numa loja. Todo mundo desceu, menos eu, porque não queria nada (e não tinha dinheiro). A Moni foi a primeira a voltar e sentou do meu lado. Ela disse que tinha comprado algo pra mim. Perguntei o que era, e ela tirou e me deu uma caixa de camisinhas. Fiquei meio sem graça e fiquei calado. Ela quebrou o silêncio. dizendo algo que sempre vou lembrar, Moni: Posso ver? Eu: ver o quê? Moni: teu pau. Essas palavras me fizeram engolir seco e ficar pasmo. Ela se aproximou de mim e, devagar, colocou a mão na minha calça, tocando toda a minha coxa sem tirar os olhos de mim. Fazia aquilo de um jeito tão gostoso que meu pau subiu na hora. Ela percebeu e foi subindo a mão devagar até chegar no meu pau, abriu minha calça e tirou ele pra fora. A cara de surpresa dela ao ver meu pau foi nítida, porque mesmo eu não sendo tão bonito, tenho uma arma de 19 cm, que é bem maior que a dos caras do meu grupo. Ela começou só tocando a cabeça, depois passou a mão no tronco e começou a puxar devagar, uma vez e outra. Eu não acreditava no que tava rolando, não conseguia nem falar. Ela começou a bater uma mais rápido e eu tava quase gozando quando ela percebeu e meteu na boca. Sentir meu pau na boca dela me fez gozar na hora. Ela engoliu todo o leite que tinha na boca e começou a limpar meu pau com a língua, passando por todo o tronco e pela cabeça que tava cheia de porra. Também lambeu minhas bolas, porque tinha caído um pouco de leite ali também. Quando ela ia terminar de limpar, apareceu a Arantzita. Só se ouviu o barulho de fora da caminhonete, porque nós três ficamos sem fala. Ela saiu rapidinho da caminhonete e foi com os outros. Moni e eu tentamos segurar ela pra não contar pros outros, porque se contasse, a gente podia ser expulso. Conseguimos pegar ela e tentamos explicar algo que era impossível interpretar de outro jeito, então pedimos pra ela, por favor, não contar pra ninguém. Ela prometeu e saiu correndo pra caminhonete. Moni foi com os outros e eu fiquei fora. Quando todo mundo voltou pra caminhonete, eu sentei de novo atrás, do lado da Arantzita, pra tentar resolver esse assunto o máximo possível. Moni me mandou mensagem dizendo pra continuarmos depois o que a gente tava fazendo, o que me deixou animado, mas não era esse o ponto. O ponto era resolver. O máximo que der, minha amizade com a Arantzita e com o Fer, já que ele era o namorado da Moni. Falei baixinho pra só ela me ouvir, mas ela tava de fone, então mandei mensagem:
Eu: desculpa pelo que você viu
Arantzita: de boa
Eu: mas é que você pareceu meio assustada
Arantzita: só me surpreendeu, mas já tô melhor
Eu: que bom, melhor eu te deixar pra não vacilar de novo
Arantzita: não quer jogar alguma coisa?
Eu: tipo o quê?
Arantzita: verdade ou desafio
Eu: bora, verdade
Arantzita: gostou do que a Moni fez com você?
Eu: sim, e muito. Sua vez
Arantzita: verdade
Eu: você já fez algo assim?
Arantzita: não, o máximo que fiz foram uns amassos meio sem graça
Eu: ok, agora é desafio
Arantzita: Me mostra teu pau............ CONTINUA........... Lembrando que é meu primeiro conto, então tô aberto a críticas construtivas e opiniões pra ver se continuo essa história, já que ainda tenho vários dias de competição e muitas histórias. Também quero saber se querem que essa seja a duração de cada parte ou algo mais longo ou mais curto.
3 comentários - Viagem da Competição (parte 1-1)