Sexualidade e Família (Parte IV)

Primeira Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3166521/Sexualidad-y-familia-Parte-I.htmlSegunda Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3169260/Sexualidad-y-familia-Parte-II.htmlTerceira Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3171976/Sexualidad-y-familia-Parte-III.html(estava esperando terminar de escrever sobre o primeiro fim de semana na chácara, mas ficou muito longo e não estou tendo tempo de escrever, então por enquanto posto isso pra vocês irem lendo e em breve a continuação... saudações!)

Beleza. Quanto tempo. Sentei pra escrever hoje sobre um verão muito gostoso e muito louco que passamos em família na chácara dos meus avós, um sítio a umas horas da cidade. Os tios se organizaram pra chamar todo mundo pra um fim de semana prolongado no campo, pra bater papo, comer, pular na piscina, pegar sol, jogar bola, essas coisas. Os "tios" são três irmãos (meu pai e as duas irmãs dele), com seus respectivos parceiros e seus respectivos filhos, exceto um filho de um dos casais que não pôde vir, não lembro por quê. Então éramos seis adultos, dois velhos (meus avós), meus três irmãos e eu, dois primos-irmãos, e uma prima (cujo irmão não tinha vindo). De todos eles, de qualquer forma, pelo menos por enquanto, os que importa destacar somos novamente eu e minha irmã, e também um dos meus primos, Gabriel.

Pra ser sincero, tudo que lembro daquele fim de semana são as coisas que fiz com minha irmã e meu primo. Do resto não tenho memória nenhuma. Nem ideia. Talvez pela intensidade das marcas que esses eventos deixaram. Que na verdade foram poucos, ou curtos, mas realmente fizeram uma diferença no que vinha sendo as coisas. De qualquer forma, devo esclarecer que passou um bom tempo desde as coisas relatadas na Parte III até o que vou contar agora. Não saberia precisar quanto, talvez um ano? Todas essas coisas que venho contando aconteceram há mais de dez anos, então realmente não lembro bem das datas e dos tempos. Com certeza algumas das minhas lembranças estão meio alteradas, talvez até tenha esquecido alguma cena vivida com minha irmã que eu adoraria recordar pelo conteúdo. Mas é isso, o que tento fazer aqui é me expressar, dizer as Palavras que guardei por tanto tempo.

Pra começar a contar o que agora quero que leiam, vou apresentar rapidamente meu primo. O nome dele é Gabriel, Gabi, tem a minha idade, naquela época éramos muito amigos, já que minha irmã era a mais nova e ninguém dava bola pra ela, e os outros eram um pouco mais velhos e ficavam entre eles. Então a gente sempre acabava junto, nós dois. Gabi tem mais ou menos a mesma altura que eu, e um corpo bem mais definido que o meu. Jogava rugby desde pequeno (nessa época a gente já era... adolescente, digamos), então o corpo dele era forte e meio marcado. A pele morena, olhos castanhos e puxados, cabelo liso... Normal. Descrevo ele em detalhes porque sempre senti uma certa atração por ele. Não que eu tivesse pensado nisso de um jeito sexual antes, naquela época, mas sabia que ele me atraía de alguma forma, que era gostoso. Digo, antes, naquela época, porque naquele fim de semana mudou, como eu disse, muita coisa. O que eu pensava sobre família, sobre minha família, sobre a Sabri, sobre o Gabi, sobre sexualidade, sobre heterossexualidade, sobre incesto (já tinha aprendido essa palavra, claro), sobre a vida inteira, mudou. Mas já chego lá.

Agora sim, e já que não lembro de outra coisa, vou contar o que foi a primeira tarde, durante a sesta. A gente tinha chegado na noite anterior, pra abrir a casa, eu, minha mãe, meu pai, meus irmãos. O resto chegava no dia seguinte. Naquela noite não rolou nada de verdade, mas lembro de ter dormido com a certeza de que algo ia rolar naquele fim de semana, via isso na minha irmã, nos olhos dela. Fazia tempo que a gente tinha parado de brincar, de se espiar... Pelo menos ela não sabia, haha. De qualquer forma, eu tinha começado a me interessar por outras minas, acho que já tinha uma namorada (que depois, se eu continuar escrevendo, com certeza vai aparecer nessa história), então a gente tinha se afastado um pouco. O normal. Se é que algo entre a gente era normal. Como eu tava dizendo, tinha sentido que algo ia rolar... quando ela entrou na Quarto pra dormir. A gente, os quatro irmãos, dormia junto no sótão (onde depois a gente dormia com todos os primos) e eu já tava deitado na cama, enquanto meus outros dois irmãos viam TV. Ela veio pra se deitar, me viu e me cumprimentou com um beijo na testa. Não que isso tivesse algo de insinuante, porque era normal a gente se dar beijo na testa pra se cumprimentar, mas a regata que ela tava usando deixou eu ver, pelo decote, quando ela se inclinou pra mim, os dois peitos dela, bem maiores do que eu imaginava (embora não fossem enormes, só lindos...), nus, mesmo ela estando de sutiã. Meu cérebro deu um nó, mais ou menos. Por mais que eu pensasse nela (ou neles, nos peitos dela) de vez em quando, não tava preparado pra ver e sentir aquilo. Ela se virou e eu olhei todo o movimento do quadril dela, e depois meu olho foi direto pra bunda dela, coberta pelo tecido da calça jeans azul clara, justa mas não muito. Isso também não era novidade, eu passava o tempo todo olhando a bunda dela, sempre que tinha chance. Só que dessa vez, eu tinha a visão dos peitos dela na cabeça, e o pau bem duro, que fazia uma barraca no lençol. Sabrina deu dois passos em direção à cama que tava do lado da minha, e me falou que ia deitar ali. Não sei quantas coisas ela fez, andando pelo quarto, enquanto eu olhava ela com os olhos semi-cerrados. Ela saiu do quarto por um tempo. Voltou. Fechou a porta. Chegou perto do guarda-roupa. E de costas pra mim, tirou a regata, ficando só de sutiã. Pra me mostrar as costas dela. Fazia tempo que eu não olhava as costas dela, a pele dela, com o desejo que eu tava sentindo naquele momento. Eu via as sombras das costelas, as curvas, a marca da coluna, a carne do quadril, as omoplatas se abrindo e fechando com o movimento dos braços... Eu tava apreciando aquele momento com toda a intensidade que conseguia. Claramente não era normal ela se trocar na minha frente, naquela intimidade. Só tinha uma luz, meio amarela escura, de um Abajur iluminando o quarto. Fazia a pele dela parecer mais gostosa, mais bronzeada. As curvas dela ficavam mais marcadas. Eu pensei que ela ia vestir outra camiseta rapidinho, então tava aproveitando enquanto dava. Mas não foi o que aconteceu. Ao contrário do que eu esperava, ela não pegou nenhuma camiseta; em vez disso, vi ela apoiar os braços na frente da barriga... E ouvi o barulho do zíper. Meus olhos devem ter aberto feito ovos quando percebi que a curvatura das costas dela indicava que ela tava começando a baixar a calça. Não acreditei, mas minha irmã tava se despindo na minha frente, do nada. Logo apareceram as bandas dela, as bandas enormes, as bandas lindas da bunda da minha irmã, minha irmãzinha, cobertas por uma calcinha preta de renda. Na hora virei de lado, virado pra ela, e instintivamente agarrei minha rola e apertei um pouco. Não queria bater punheta na frente dela, porque não entendia direito o que tava rolando, mas precisava responder ao tesão que tava sentindo, à dureza da minha rola. Fiquei parado assim, quieto, em silêncio. Meu movimento fez barulho roçando os lençóis, então com certeza ela percebeu que eu tava olhando. Mesmo assim, ela continuou, também em silêncio. Depois de baixar a calça até os tornozelos, rápido mas muito sensual, ela endireitou a postura e levantou uma perna pra tirar o primeiro pé da calça. Nesse movimento, pude apreciar toda a forma da bunda dela, como as bandas tavam maiores, mais carnudas, mais marcadas. Mil lembranças vieram na hora. Tentei não respirar, nem sei por quê. Daí ela tirou o outro pé. Queria correr e prender ela contra o guarda-roupa. Queria baixar, arrancar a calcinha dela e lamber a bunda inteira. Queria morder as bandas dela. Queria chupar o cu dela várias vezes, saborear os sucos da buceta dela. Imaginava o gosto que teria. Nessa altura, já tava batendo punheta. devagar. Depois... Ela tirou o sutiã. Senti que tava perdendo o controle. Eu ia bater uma por baixo dos lençóis e, mesmo desconfiando, não sabia o que ela tava fazendo. Ela se levantou, de costas, pra pegar a roupa que tinha caído no chão. Assim, semi-nua, sem nem tampar os peitos, virou o corpo na cintura e jogou a roupa do lado da cama. Quando virou, percebi que ela olhou nos meus olhos, enquanto eu tava olhando pro peito direito dela, que dava pra ver de lado. Senti que ela sorriu, mas não tenho certeza — meus olhos, por reflexo, ao captar o movimento dela, foram direto tentar ver algo dos peitos dela. E consegui. E foi lindo. E eu já tava louco. Mas insisto: não tinha nenhuma certeza. Então fiquei ali, enquanto ela pegava uma camisola pra dormir. Vestiu, chegou perto da cama dela, me deu boa noite olhando nos meus olhos, e eu respondi boa noite olhando pra qualquer outro lado, porque quando ela terminou de se trocar, eu já tinha virado pra disfarçar. Meu pau, duríssimo. Minhas bolas, cheias de porra. Minha mente, cheia de pensamentos, lembranças e perguntas. Meu coração, batendo a mil. E a Sabri, deitada, em silêncio. Só dava pra ouvir a respiração dela, profunda e calma. Como ela conseguia ficar calma? Com certeza não teve intenção de me excitar, eu que criei isso na minha cabeça, igual um punheteiro. Não sabia se devia me sentir culpado, não sabia nem o que sentir. Tava meio puto comigo mesmo, confuso, hiper excitado. Decidi ir ao banheiro pra bater uma, gozar, lavar o rosto, tomar um copo d'água... Antes de levantar, virei o pescoço pra olhar pra ela, e o que vi me matou. Ela tava de costas pra mim de novo, de lado, meio coberta. Quer dizer, não dava pra ver as pernas, nem os braços ou o rosto porque tava virada, mas tava descoberta a nuca, as costas e a bunda. A posição dela, vegetativa. A camisola, um pouco levantada, deixando ver a beirada da bunda dela (imagina que eu via como se ela tivesse sentada e de De costas pra mim, tipo, dava pra ver a dobrinha... bom, não sei explicar direito, espero que entendam), os dois glúteos dela aparecendo e também o pano preto da calcinha cobrindo a buceta... Eu imaginava ela bem quente, bem molhada, bem gostosa pra comer, pra chupar e engolir tudo que ela tivesse pra me oferecer. De novo comecei a pensar que ela tava querendo me esquentar, e confirmei quando, ao ouvir o barulho de alguém chegando — que acabou sendo um dos meus irmãos vindo dormir —, ela rapidamente puxou a camisola pra baixo, se cobriu e mudou de posição. Dessa vez, ela ficou virada pro meu lado, ficamos de frente um pro outro. A gente se olhou nos olhos por meio segundo e ela fechou os olhos. Dava pra ver que ela tava se segurando pra não rir. Minha cabeça tava a mil... Eu tava puto de tesão e tive que esperar até horas depois, quando todo mundo já tava dormindo, pra ir me masturbar, o que fez jorrar um monte de porra.

No outro dia, tudo normal, acho... Fui o último a acordar, então quando desci já tinha chegado uma das irmãs do meu pai com o marido e dois filhos, homens, um deles, o Gabi. Os adultos tavam se mexendo, preparando as coisas pro almoço, enquanto os primos jogavam futebol, acho, e minha irmã não sei onde tava. Nem procurei ela porque tava muito confuso sobre a noite anterior. O que rolou depois vou pular rápido, porque não importa, já que a gente comeu e o importante aconteceu quando foram tirar a soneca. Os adultos, pelo menos. Meus irmãos e o irmão do Gabi tinham ido pro povoado lá, fazer coisas de jovens. Então estavam só eu, o Gabi e a Sabrina. Pelo menos no começo, a Sabri e eu, que depois do almoço ficamos juntos. Quando todo mundo já tinha ido (dormir ou pro povoado) — menos o Gabi, mas a gente não sabia —, fomos brincar na piscina. Até aí nada demais, mas eu sabia que a gente tava indo brincar como brincava antes. E foi o que aconteceu. Ela foi trocar de roupa e voltou de biquíni azul. Não vou parar pra falar como ela tava gostosa, nos peitos dela, na cintura, na barriguinha, na bunda dela... Ou vou... Sim, vou sim, porque ela tava um absurdo. Porque ainda tava com o tesão da noite passada, mesmo depois de ter gozado. Porque ela vinha rebolando a cintura, e eu imaginava como a bunda dela ia ficar de costas. Porque ela tinha soltado o cabelo. Porque a cada passo que ela dava, eu sabia mais o que ia rolar. Porque a parte de baixo do biquíni enfiava fundo entre as pernas dela, e eu desenhava a forma dos lábios dela, da buceta dela. Meu pau já tava endurecendo, mas eu já tava dentro da piscina. Só fiquei olhando pra ela, flutuando, esperando ela chegar perto. Nós dois em silêncio, mas nos olhando e sorrindo. Ela pulou de palitinho bem perto de mim, na parte funda, dando um pulinho, com os olhos fechados e tampando o nariz. Caiu tão perto que o pé dela roçou no meu tornozelo. E ela mergulhou e ficou tão perto da minha pélvis que eu fantasiei ela chupando meu pau ali mesmo, debaixo d'água, que ela baixasse meu short e começasse a me chupar. Sempre foi uma fantasia fazer isso debaixo d'água. Claro, não aconteceu, mas ela saiu da água rindo, cuspindo um pouco d'água, e apoiando as mãos nos meus ombros pra não afundar... Tava tudo feito pra mim... Segurei ela pela cintura e encostei no meu corpo. Meu pau, bem, bem duro, se encaixou entre as pernas dela que envolveram minha cintura. Parecíamos namorados prestes a se beijar. Nos olhando bem fixo no roto. Nos mexendo um pouco por causa das ondas da água, mas também porque a gente tava esfregando nossos genitais. Esse momento acabou rápido quando ela viu a Gabi vindo caminhando de longe, também de maiô. Ela me disse meio preocupada que a Gabi tava vindo. Na minha cabeça, xinguei ele pra caralho. Me virei e lá estava ele. Amava ele, mas tinha cortado meu barato. De qualquer forma, hoje eu agradeço ele não ter ido dormir e ter aparecido naquele momento. A gente disfarçou... Ele mergulhou de bombinha e, bom, já éramos três. na piscina. Tudo tinha acabado, eu achava. Mas não foi assim. A Gabi falou pra gente que tinha nos visto na piscina, e que quis pular junto com a gente. Não sei se isso foi uma indireta, mas bem que podia ter sido. Questão que um tempinho depois, a gente tava brincando entre os três, do mesmo jeito que a gente teria brincado se fosse só eu e ela. Ou nem tanto, sei lá, mas a brincadeira em si era nadar, tipo a gente era tubarão e ela uma presa, e a gente nadava pela piscina correndo atrás dela, às vezes passando entre os pés dela, às vezes dando uma rasteira... Não importava, a brincadeira era que eu e a Gabi ficávamos tocando, mordendo, apalpando, beliscando, até chupando a minha irmã a cada passada. Ela fingia que não gostava, mas era parte da brincadeira. Era uma brincadeira claramente incestuosa entre três. Minha irmã tava ficando com tesão e se deixando tocar pelo primo e pelo irmão. Eu e meu primo mal se olhávamos, mas quando olhávamos, sorríamos. A gente mergulhava e brincava com ela, com o corpo dela. Cada um pegava uma perna dela e dava beijos. Cada um pegava uma nádega dela ao mesmo tempo. Ou a gente pegava ela pelos pés e braços e balançava ela na água, enquanto eu roçava meu pau na buceta dela, e ele roçava o pau dele na cabeça dela, que virava pra gritar com ele e ficava com a boca perto. Ou a gente abraçava ela entre os dois e mexia. Os corpos dos três juntos, se roçando. Seis pernas entrelaçadas. Seis braços. Se mexendo pra todo lado.

Não sei se eles já tinham feito ou falado sobre isso alguma vez ou algo assim, mas era claríssimo o jogo sexual que a gente tava fazendo. A água tava fria, mas a gente desprendia calor. Mesmo assim, tudo acabou rápido quando os adultos começaram a acordar porque a última família tinha chegado: a irmã do meu velho, com o marido dela, e a filha deles, que era um pouco mais velha e era uma gostosa do caralho. Tomara que ela fizesse parte dessa história também, mas honestamente esse sonho nunca se realizou. De qualquer forma Dediquei infinitas punhetas pra ela ao longo da minha vida, e cheguei a apoiar e apalpar um pouco a bunda dela uma vez.

Tô tão excitado contando essa história que queria parar aqui pra ir bater uma. Mas vou tentar continuar. Porque aquela noite foi foda. Mesmo assim, vou contar rápido porque realmente não lembro muito disso. Mas enfim, era tarde da noite, os adultos preparavam o jantar e os jovens sei lá, por aí dando voltas. A Gabi também tava por perto, não sei fazendo o quê nem onde. Mas com a Sabri a gente tinha aproveitado pra ir pro sótão sozinhos.

A brincadeira da tarde tinha sido a três, mas a gente precisava ficar sozinho. Não fomos com nenhuma desculpa específica, simplesmente subimos as escadas juntos, ela na frente. Eu olhava pra bunda dela, no short que ela tinha vestido. Não tava excitado ainda, nem nada, mas aquilo começou a me dar umas sensações. Tipo, a situação já tava dando abertura, né? Lá estávamos eu e ela, e não lembro (e queria muito lembrar) como chegamos nisso, mas num ponto a gente tava, e sei que parece bobo, mas eu tava sentado numa cama, com a Sabri de joelhos e inclinada pra frente (quase de quatro), com a cara enfiada no sofá, enquanto eu acariciava ela devagar. A gente não falava, não se olhava... A gente tava ali de novo, tudo tesudo. Ela descalça, com um short preto de florzinha vermelha, e uma regatinha branca curta. De cima pra baixo, eu podia ver a sola dos pés dela, em cima deles a bunda dela, aquela bunda enorme, que toda vez que menciono me deixa louco, por cima um pouco da pele da cintura dela, o tecido da regata cobrindo as costas, depois os ombros descobertos e a nuca. Era tudo que eu via. De qualquer forma, eu focava na cintura dela, na bunda dela, nos pés dela... Meus desejos eram de novo arrancar toda a roupa dela e comer ela, ali, do jeito que tava, de quatro, segurando pela cintura e metendo forte, com a cara dela afundada no colchão. Já tinha visto Já vi pornografia suficiente pra imaginar uma situação dessas com ela. Mas eu não tinha coragem. Nenhum dos dois sabia o que tava fazendo. Mas o calor era intenso, muito intenso. E eu tava tocando a pele da cintura dela... E roçando com a ponta dos meus dedos o tecido do short dela, passava a mão na racha da bunda dela, apertava uma nádega... a outra com a outra mão. Já com as duas mãos no corpo dela, me ajeitei um pouco melhor pra encostar minha pélvis nela. E fazer ela sentir o calor e a dureza do meu pau, que se encaixou entre as bandas dela. Foi aí que a gente começou a se mexer um pouco, nos esfregando, nos roçando... passaram uns dois minutos, até que eu, na puta calentura que tava, instintivamente abaixei o short que eu tinha vestido e encostei direto meu pau, pelado, em cima do short que ela tava usando, na bunda dela. Ela percebeu porque eu ouvi ela gemer um pouquinho, porque o tecido do short dela era bem fininho. Porque sentiu o calor, sentiu a dureza. Sentiu como, no meu movimento, na nossa esfregação, a pele do meu pau subia e descia. Quando eu agarrei ela com as duas mãos na cintura e comecei a fazer de conta que tava comendo ela bem forte. Me masturbando na bunda dela. Já sem disfarce, as duas bandas dela apertavam um pouco meu pau no meio e era como se tivesse transando. Eu ouvia ela gemer bem baixinho, ouvia o barulho da cama rangendo, e sentia que tava num filme pornô, sentia que tava comendo ela. Me perdi nos meus pensamentos e na calentura e gozei nas costas dela inteira. INTEIRA, até no cabelo da nuca. Gozei forte pra caralho e ainda tava com o pau duro. Ela se virou do jeito que tava, encostando as costas e toda minha porra no colchão. A gente se olhou nos olhos e deu risada. Eu ainda com o pau duro, acariciando ele, cheio de sêmen... E senti que ela afastou minha mão e envolveu meu pau com os dedos enquanto ainda me olhava nos olhos. E me masturbava um pouquinho, e mordia o lábio de baixo. De novo em silêncio, nos olhando... Apoiei uma mão no peito dela, e ela riu, enquanto continuei me masturbando muuuuuuuito devagar. Eu, que já não aguentava mais, me joguei em cima dela pra beijar ela feito um louco. Queria comer ela ali mesmo, nem ligava que a gente fosse virgem. Era o momento perfeito, o tesão tava no ar, nós dois ardendo de calor.
Mas quando fiz o movimento pra chegar perto e beijar ela, ela riu, virou a cabeça e me tirou de cima dela. Com as costas, a nuca e a camiseta todas meladas do meu gozo, ela saiu do sótão descendo as escadas. Acho que foi pro banheiro se trocar, sei lá. Mas eu fiquei doido. Lembrando do que tinha rolado. Como a gente tinha chegado até ali. Até o momento de olhar nos olhos dela enquanto ela me masturbava, com o corpo todo manchado do meu leite, depois de ter comido a bunda dela. Era tudo tão novo, tão sujo, tão excitante, tão foda. Abri uma janela por causa do cheiro que ficou, me troquei e desci.

(Quando eu tava escrevendo isso, cheguei nesse ponto e fiquei tão excitado com as lembranças que tive que ir me masturbar... e depois não tive mais energia pra continuar escrevendo... Essa foi a primeira parte daquele fim de semana no sítio... Em breve escrevo o que rolou no dia seguinte, e claro, outras coisas também porque... ainda tem muita história pra contar :B ) Salve e valeu!

7 comentários - Sexualidade e Família (Parte IV)

Muy buen relato, dale metele a la charla que quiero saber como continua la historia. No te demores mucho
esta noche subo la parte V...
Mcmanu +3
Que buena saga de relatos!!! Me tiene explotado! No puedo vreer que no la pudiste besar!!!! Necesito la parte 6 ya! Jajjaja gra iaa por compartir y por la impecable redaccion que transmite las sensaciones increiblemente
esta noche subo la siguiente parte...!!!
Mcmanu
Kpooo quw paso que no seguis la saga?? Estamos esperando un nuevo relato!
Ya esta la quinta y la sexta parte!!
KAUSYA +1
Yo creo q lo ella esperaba era que hicieras el short a un lado y q se la. Metieras de una quería sentirte dentro
Uff...
Más 10, excelente relato de iniciación! Exquisito y caliente