Mama Gostosa: Corpo Violento VII

Minha buceta é sua agora, pode usar quando quiser e onde quiser". Essa frase ficava girando na minha cabeça sem parar, eu não conseguia acreditar, foder minha própria mãe que ainda por cima estava ficando cada dia mais gostosa e voluptuosa, o comportamento dela ia mudando, como se uma mulher radiante, segura e provocadora estivesse saindo dela, e ainda mais com o resultado da academia que ela fazia, conseguia ter um corpo bem definido e sem nada fora do lugar. Agora que me lembro, sempre tive um certo gosto por garotas, gostava da ideia de que tivessem barriga chapada sem nenhum traço de gordura e minha mãe era uma delas, não chegava a ter tanquinho, mas a silhueta era bem marcada. Mas isso sim, o que me obceca e me deixa louco é a raba dela, não sei como não reparei nela antes, talvez porque durante todos esses anos ela usava roupas largas que ficavam grandes demais e não marcavam o corpo dela.

Comecei a ouvir um som familiar, não sabia de onde vinha e estava ficando chato aquela melodia se repetindo toda hora, estava me irritando e eu sentia necessidade de que acabasse. Depois de alguns segundos minha mente caiu na real e percebi que o que estava ouvindo era o despertador, rapidamente estiquei os braços e desliguei. Já era o dia seguinte, meu pau estava me matando, estava durasso como todas as manhãs, abri os olhos e pude ver minha mãe sentada na beira da minha cama me olhando com um sorriso, os cabelos ondulados e bagunçados a deixavam ainda mais atraente, ela estava usando um babydoll preto transparente que mal cobria a calcinha fio dental preta, a pele dela aparecia um pouco através daquele conjunto, minha mãe era magnífica e nem preciso falar dos peitos dela que deixavam grande parte à mostra, só cobrindo o mínimo necessário, só de ver o tamanhão deles dava vontade de apertar e chupar para sempre. O rosto dela fez uma expressão alegre ao ver como eu a devorava com os olhos, ela se aproximou e disse.

- Bebê, Parece que já acordou – Ela disse enquanto acariciava meu cabelo com a mão – já era hora, dorminhoco

- Que horas são?

- 11 horas... seu pai chega daqui a meia hora, então é melhor você ir se levantando

- Ahh, verdade

Fiquei triste ao ouvir isso, ter meu pai em casa estraga todos os planos que tenho em mente com minha mãe, sei que não deveria desejar que meu pai volte pra casa, mas não posso ignorar todas as coisas que ele fez e faz com minha mãe, me dá raiva que ele esteja traindo ela.

- Vou preparar seu café da manhã – Ela acrescentou ao ver a expressão no meu rosto

Ela se levantou de onde estava sentada, ao fazer esse movimento os peitos dela balançaram pra cima e pra baixo várias vezes, minha nossa! Que peitos que minha progenitora tem! Eles balançavam de um lado pro outro. Ela foi em direção à porta me dando as costas e eu pude ver aquela bunda enorme nua, só coberta até a metade pelo babydoll, então metade da bunda pra baixo estava completamente pelada. Imediatamente comecei a babar com tamanho espetáCULO que ela tava me dando, meu pau ficou duro que nem uma pedra de tão tesudo que tava, eu tinha que ter essa bunda à minha disposição agora mesmo.

- Espera – Falei com um tom meio suave

- O que foi, querido? – Me olhando sem mexer o corpo, que ainda estava de costas pra mim

- Quero te comer, mãe

- Agora? .... – Eu assenti com a cabeça – Mas .... seu pai está quase chegando

- Não se preocupa ... a gente faz rápido

- Ah, não sei, filho .... tenho coisas pra fazer antes dele chegar

- Mas olha como eu tô – Tirei o lençol de cima de mim e mostrei pra ela como eu tava duro – Você não pode me deixar com essa dor

Ela pareceu começar a hesitar, dava pra ver no olhar dela, não queria correr o risco do marido chegar bem na hora que a gente tivesse no meio do ato.

Uma coisa que aprendi é que na frente de uma mina não se pode hesitar e tem que mostrar segurança, e isso Foi o que eu fiz, sem mais delongas, me levantei da cama cheio de energia e fui direto pra bunda dela. Estar tão perto, a bunda dela parecia maior e mais redonda, dava pra sentir o calor do corpo dela no meu rosto. Levantei o conjunto transparente dela com as mãos e, diante dos meus olhos, apareceu aquela bunda perfeita, dividida por apenas uma linha gostosa. Por impulso, coloquei a língua pra fora e comecei a lamber os dois lados.

Ela já não dizia mais nada, só me deixava agir, era óbvio que tinha aceitado o que o filho dela pedia, aquelas defesas que ela fazia antes já não estavam mais ali. Ela pegou o cabelo dela, arrumou de lado pra ficar mais confortável e se apoiou na parede do quarto, colocou a bunda pra cima, abrindo um pouco as pernas.

Da minha parte, lá estava eu, de joelhos, lambendo cada milímetro da bunda dela. De vez em quando, eu mordia levemente as nádegas dela, sem machucar. Era incrível ter aquela raba só pra mim, a pele dela era tão macia, quente e bronzeada. Abri um pouquinho as bandas da bunda dela, estavam tão firmes que foi difícil até conseguir, e lá estava escondida a tela fina da tanga no meio, cobrindo o que tinha que cobrir. Dei várias lambidas por cima da tanga, fazendo ela soltar suspiros de prazer. Depois de alguns segundos, quando minha mãe já estava bem excitada, puxei a tanga pro lado e as partes íntimas dela ficaram à mostra. Pude ver a buceta dela, os lábios estavam muito rosados e bem grandes, no meio dava pra ver um líquido meio transparente, definitivamente eram os fluidos dela. Enfiei a cara ali e comecei a chupar aquela buceta divina, passava a língua ao longo da rachinha dela, chegando a tocar o cu dela de vez em quando. O sabor que ela me dava era fascinante, não parava de sugar os lábios e o clitóris dela. Ficar lambendo a boceta dela, de vez em quando me dava vontade de penetrar aquele buraco, mas lembrei que não íamos fazer isso por ali de novo.

Fiquei pensando vários segundos enquanto continuava no meu trabalho, até que me veio à cabeça que podia usar o que comprei no sexshop. Dei uma longa lambida que por um momento minha língua afundou no buraquinho dela, provocando um último gemido, e me preparei para pegar tal objeto.

- O qu... O quê? - Perguntou surpresa ao ver que eu abandonava meu trabalho

Peguei a mochila que estava com todas as coisas que comprei e comecei a revirar todos os objetos lá dentro até achar o que estava procurando.

- Mãe... alguma vez... você usou isso? - Falei tirando um consolo violeta da minha mochila

Minha mãe ficou surpresa ao ver aquele instrumento comprido, não esperava nem de longe que o filho mostrasse uma coisa dessas. Os olhos dela se arregalaram de repente e ela levou a mão à boca, tapando-a de espanto. Não dizia nada, só balançou a cabeça negando diante da pergunta.

- Mas nunca sentiu vontade de... usar isso?

- Hmm... na verdade... - Ela custava a falar essas coisas na frente do filho - já pensei... algumas vezes, mas nunca tive... coragem

Eu achava difícil de acreditar no que ela tava dizendo. Sei que meu pai não toca na minha mãe há um bom tempo, e por isso imaginava que ela tivesse algum brinquedinho escondido por aí, mas pelo visto não. Mamãe sempre foi bem recatada nesse tipo de coisa e sempre foi fiel ao marido, então por um lado faz sentido o que ela falou.

- Tá bem, você só deixa comigo - Falei com um certo carinho

Retomei o caminho de volta pra bunda da mamãe sem esperar resposta. Percebia que ela tava nervosa com o que eu ia fazer. Fui dando beijinhos na bunda dela pra relaxar, enquanto isso coloquei a ponta do consolo na rachinha molhada dela, passando ao longo dos lábios da buceta, cobrindo ele completamente com os fluidos dela. A tensão nas pernas dela foi sumindo conforme o prazer tomava conta. Meu plano era penetrar ela com esse dildo, então abri as bandas dela. com uma mão e o buraquinho do cu dela se abriu ligeiramente, comecei a fazer círculos ao redor com minha língua, me dando o prazer de provar aquela booty enorme, nunca me cansaria de comer essa raba. Continuei com minha façanha e deixei a ponta do instrumento na entrada da pussy dela, fiz pressão com a mão enquanto enfiava.

- Aii... é muito grande... - De uma só estocada, meti até o fundo - Ahhhhhhh

Ao receber tão de repente, por reflexo ela levantou a perna esquerda com a investida imediata, o que deixou a buceta dela mais acessível. Eu metia e tirava na cavidade dela enquanto a ponta da minha língua brincava com a outra cavidade. Ouviu-se um barulho do lado de fora do quarto, mas não demos a menor importância, sempre tem uns gatos miando pelo bairro, então retomei a penetração na minha linda mãe.

- Ahhh... ahhhhhhh... mmmm... ahhhh - Ela gemia sem parar

Mamãe continuava encostada na parede, de olhos fechados e com a raba empinada, mas de repente as pernas dela se tensionaram e a mão apertou minha cabeça contra a booty dela pra eu não parar de lamber o buraquinho dela. Era sinal de que ela tava gostando, por isso aumentei a velocidade do consolo.

- Ohhhhh siiiiiiii - Ela exclamou enquanto gozava, com metade do rosto apoiado na parede

Os gemidos sonoros da minha mãe eram a única coisa presente no quarto até que uma voz rouca se fez ouvir.

- Mas o quê?!?!?!

A voz era familiar, muito grossa e com um tom alto, minha mãe e eu percebemos na hora. Olhamos na direção de onde vinha. Lá estava uma figura alta nos encarando, não consegui distinguir quem era até que, depois de alguns segundos, minha visão ficou mais clara. Era nada mais, nada menos que meu pai, com a mala na mão e em estado de choque. Não podia acreditar no que tava vendo naquele momento, a expressão dele... transformava em raiva conforme o tempo passava.

Meu coração batia a mil por hora, eu nem conseguia me mexer, era como se meu corpo tivesse congelado na hora. Meu pai, por outro lado, reagiu à situação e a única coisa que fez foi sair do quarto levando a mala com ele.

Minha cabeça foi empurrada pra trás pela mão da minha mãe, o que conseguiu me separar da bunda dela. Ela correu pra pegar o roupão no chão e vestiu o mais rápido que pôde.

- Te falei que a gente não devia ter feito isso!!! – Ela me disse me fulminando com o olhar antes de sair do quarto dando um puta portão.

Eu ferrei tudo, realmente ferrei tudo, o barulho que a gente tinha ouvido antes não era de gatos, era meu pai entrando em casa, e como ele tinha ouvido gemidos, com certeza pensou que eu tinha trazido uma mina pra casa ou, o pior que ele podia imaginar, a mulher dele dando chifre nele com outro, mas nem passou pela cabeça dele que o amante da esposa era o próprio filho.

Minha mente ficou em branco, não sabia o que fazer agora, se ia pra cozinha ajudar minha mãe na briga que ela tava tendo com meu pai ou ficava no meu quarto e não atrapalhava ainda mais com minha presença. Tava analisando todas as opções enquanto vestia meu short de novo pra sentar na cama. Depois de tanta espera e de ouvir meus pais discutindo, capotei na cama num sono profundo.

........

Era inacreditável a capacidade que eu tinha de dormir mesmo em situações problemáticas, podia passar um dia inteiro dormindo, mas como todo dia minha mãe era quem me acordava no meio-dia ou tarde dependendo da ocasião, dessa vez meu sono não foi interrompido por ela. Quando acordei, olhei a hora no meu celular e marcava 15:40, caminhei pelo corredor de casa procurando alguém, primeiro passei pelo quarto dos meus pais e não tinha ninguém, depois pelo banheiro mas também não, até chegar na sala de jantar e a única que estava lá era minha mãe, sentada no sofá, cobrindo o rosto com as mãos, chorando.

— Ei, mãe, o que foi? — falei, sentando do lado dela e abraçando ela.

As lágrimas dela não paravam, cada vez chorava mais no meu colo. Fiquei abraçando ela enquanto procurava meu pai com o olhar, mas ele não estava, só a mala dele. A sensação no ar era de preocupação, tristeza. Nós dois tínhamos ido tão longe que trouxe consequências, mas o mais importante é que a gente se tinha um ao outro, cada momento junto era aproveitado. Os minutos passaram até que tudo foi se acalmando e minha mãe falou, com a voz embargada.

— Alex... a gente perdeu... a gente perdeu...

— O quê?? Que perdemos?! Não tô entendendo.

— Seu pai... não nos quer mais... em casa... ele disse que — e ela começou a chorar de novo. Minha mãe, que era uma mulher sempre tão alegre, me partiu o coração ver ela naquele estado. Afastei o cabelo do rosto dela com a mão enquanto ela tentava continuar. — que a gente saia de casa... antes das 6.

Olhei pro relógio da sala e só faltavam menos de 3 horas. Meu pai era um desgraçado. Se antes eu já odiava ele por trair minha mãe, agora odiava ainda mais por nos deixar na rua.

— Ele também me disse que... não ia prestar queixa contra a gente... só que a gente saísse de casa... e que... não queria mais nos ver na vida dele. Me chamou de puta, disse como eu ousava dormir com nosso filho e...

— Já chega, mãe... além do mais, você não é nada disso! Pelo contrário, sou o filho mais sortudo do mundo por ter uma mãe como você. Sabe quantos filhos por aí nem falam com as mães? Não dão nem um "oi", e a gente tem a maior liberdade que existe. Pode ter certeza que vou estar sempre do seu lado, te acompanhando. Vai ver como a gente vai se virar. Vamos lá! Vamos juntar nossas coisas, não queremos mais confusão com aquele homem — Levantei e dei um beijo na bochecha dela pra animar. Mais.
Tinha que entrar no papel de homem forte, tocar ela pra frente, não era hora de ficar deprimido porque se ela me visse mal ia ser pior, ela precisava de alguém pra ajudar nisso.

Enquanto arrumava a mala, igualzinho minha mãe deprimida, tava tentando pensar no que a gente podia fazer, pra onde ir, com quanto dinheiro a gente contava, se dava pra sobreviver uns dias, tudo girava na minha cabeça, nem sei se tô arrumando a mala direito ou o que levar, o que eu sei é que não podia foder mais com meu pai, nem encarar ele de frente.

Depois que a gente terminou de empacotar tudo, entramos no carro que minha mãe tinha e começamos a viagem rumo ao nada, a grana que a gente tinha não dava nem pra pagar uma noite nos hotéis da cidade, não sobrou outra opção a não ser dormir no carro. Nós dois távamos muito tristes, quase nem nos falávamos, ela se deitou no banco de trás do carro como deu, enquanto eu não consegui pregar o olho a noite toda, o corpo voluptuoso da minha mãe não cabia na caminha improvisada que ela fez nos bancos de trás. Ficamos assim por mais dois dias até que chegou uma mensagem no celular do meu amigo Max.

- Axel, cadê você?

- Tô quase fora da cidade.

- Mas o que aconteceu? Hoje fui na sua casa e seu pai me disse que vocês não estavam mais lá, que tinham ido embora, mas pra onde?

- É que deu um problema em casa e a gente saiu de lá com minha mãe, agora tamos procurando algum lugar pra ficar.

Tava com o celular na mão até que apareceu uma janela de aviso "Bateria fraca, por favor recarregue o celular". Merda! Pra piorar, não tinha onde carregar. Passaram cinco minutos até eu receber outra mensagem do Max.

- Não acredito no que você tá me contando, não entendo como seu pai pôde fazer isso com vocês, mas não se preocupa, acabei de perguntar pra minha irmã e ela disse que sim, vocês ficam aqui em casa, tenho um quarto. livre, sem problemas pra usarem, me avisem quando estiverem lá fora que eu abro.

Quando eu achava que tudo ia dar errado, uma luzinha apareceu no fim do túnel, era inacreditável, meu melhor amigo de infância acabou de nos salvar da enrascada que a gente tava, ele sempre tão tímido e na dele, sabia na hora que eu tava mal e não hesitava nem um segundo em vir na minha casa me ajudar.

Avisei minha mãe na maior urgência e ela ficou feliz pra caralho, baixou o espelhinho que tinha na frente pra arrumar o cabelo e a gente partiu pra casa do Max. Menos de 15 minutos depois, já encontramos o Max e a Guili na porta da casa deles com um abraço, a irmã dele, tava vestida com uma camiseta preta decotada em U, mostrando boa parte dos peitos, e uma calça jeans azul bem apertada marcando as curvas enormes e a bunda redonda gigante dela, puta merda! Esse rabo é perfeito!.

- Como você tá, Elizabeth? Faz tempo que não te via. - Disse a Guili terminando de cumprimentar minha mãe.

Ver aqueles corpos divinos se abraçando bem juntinhos era um espetáculo de deusas, quase não dava pra ver diferença entre elas. A gente tava tão besta olhando com o Max que quando terminaram de se abraçar, nós dois nos olhamos com cara de safado e sorrimos, na nossa mente tava rolando algo perverso e a gente sabia.

Depois foi a Guili quem nos convidou pra entrar na casa e mostrou todos os cômodos, no meio do caminho eu via minha mãe tão animada quando a Guili fazia piadas que a gente esqueceu todo o sofrimento e culpa, sentir gente tão amável e bondosa fazia bem. A casa era grande, o que mais a gente gostou foi a piscina e os quartos, nesses dias quentes o melhor que a gente podia fazer era entrar na água.

- Minha nossa, o tesão que ia ser ver sua mãe de biquíni – Disse o Max, me dando um tapinha nas costas

- Hahaha e sua irmã? Nem quero imaginar o quanto ela é gostosa!

Já tava até de pau duro só de pensar, a gente riu e se juntou A conversa que as meninas estavam tendo. O dia foi super normal, elas preparavam o jantar enquanto a gente punha a mesa, batemos um papo bem animado os quatro, depois vimos um filme até dar meia-noite e cada um foi pro seu quarto. No quarto tinha duas camas de solteiro, mas me veio a ideia de juntá-las.

- Eles são muito legais... O Max eu já conhecia, mas a Guili só de vista no aniversário dele, pelo que lembro. - Ela comentou enquanto tirava a roupa pra dormir.

- Sim, a Guili é mais complicada às vezes, mas depois vocês vão se entender. - Falei enquanto admirava o corpão dela de lingerie.

- Ah, eu já simpatizei com a Guili, sei lá, ela tem um senso de humor bem peculiar que me agrada.

Deitamos sem mais enrolação e apagamos na hora. No dia seguinte, acordei sem a minha mãe do lado, ela devia ter levantado mais cedo. Levantei e meu corpo estava todo suado, puta merda! O calor dessa manhã tava me matando. Saí só de short pra procurar os outros. Não achei ninguém na sala, na cozinha nem nos quartos, que estranho, tudo muito silencioso, até que ouvi umas risadas perto do caminho pra piscina. Quando cheguei, encontrei os três dentro d'água. Minha mãe e a Guili estavam numa briga de cócegas pra ver quem ganhava, as duas de biquíni, passando a mão no corpo uma da outra. O mais impressionante eram os peitões da minha mãe, cobertos por um top pequeno que dava a impressão de que, se fizesse um pouco de força, iam se soltar. E os da Guili não ficavam atrás, eram um pouco menores que os da Eli, mas com um bom volume e bem redondinhos.

No canto, o Max estava besta, admirando essa briga divina no auge. Ele fez um sinal pra eu entrar na piscina assim que me viu, e eu topei na hora, fiquei do lado dele pra ver quem ia ser a vencedora desse duelo tão... divertido.

- Uff, isso sim que é uma obra de arte – Ele acrescentou, enquanto passava a mão na própria virilha.

O desgraçado estava se tocando debaixo d'água enquanto observava a irmã e minha mãe naquela briga de cócegas. É que ele tinha razão, ver aqueles corpos enormes grudados um no outro dava um tesão do caralho, em alguns momentos os peitos chegavam a se roçar sem querer, fazendo com que os tops minúsculos das duas quase se soltassem. As risadas saíam das bocas delas, que estavam a poucos centímetros de distância, e numa dessas eu vejo que a Guili começa a tomar o controle e minha mãe não tem escolha a não ser fugir das mãos da adversária, começando a nadar para longe.

- Ahh não... de mim você não vai fugir – Diz Guili, que sai atrás dela nadando, nos deixando com uma vista espetacular da bunda dela coberta por aquela bikini minúscula e tão justa que não cobria quase nada.

Fiquei duro na hora, olhei pro Max que parecia ter acelerado o ritmo ao ver a irmã naquele conjunto e me atrevi a perguntar.

- Sempre que vocês vêm à piscina ela usa esse tipo de bikini?

Minha dúvida era meio patética, mas a curiosidade falou mais alto e, como conheço o Max desde pequeno, sabia que podia perguntar qualquer coisa.

- Sim, pelo que sei todos os biquínis dela são assim, às vezes até quando chego da faculdade encontro ela de roupa íntima.

Deus! Isso sim deve ser foda, encontrar a mina mais popular e gostosa do colégio, ainda mais de roupa íntima na sua própria casa, seria coisa de não acreditar.

- Ahhhh!!!

Um grito do outro lado da piscina chamou nossa atenção, parece que a Guili tinha conseguido o que queria e agarrou minha mãe por trás, que ficou encurralada na borda da piscina. Agora sim, mamãe não tinha escapatória.

Minha mãe começou a tentar se soltar, mas no momento em que a Guili recomeçou as cócegas, ela percebeu que não conseguia. não fazer nada e desistiu de tentar escapar. As cócegas começaram a diminuir e aos poucos se transformavam em carícias.

As mãos de Guili percorriam as costas e a cintura da minha mãe devagar. Com o Max, a gente não conseguia ver nada do que tava rolando e entender pela posição que a gente tava, então na maior velocidade, juntos, nadamos até elas pra ver o que acontecia.

As minas nem perceberam quando a gente chegou, continuavam na delas, minha mãe tava de olhos fechados e boca aberta enquanto Guili continuava na dela, acariciando a pele linda da mamãe. As mãos dela agora foram pra parte da frente, tocando a barriga, enquanto os peitos dela se apertavam contra as costas da oponente, que parecia ter deixado de ser rival no momento em que encurralou a adversária, se consagrando vencedora. Os peitos das duas se apoiavam em algo, fazendo eles se destacarem pros lados e parecerem ainda maiores.

Isso tava ficando bem excitante, ver as minas naquele estado, uma quase se aproveitando da outra. Quando me toquei, minha mão já tava acariciando meu pau por impulso, e o Max tava fazendo o mesmo.

Olhei de novo pra cena e agora a Guili começou a acariciar a parte de baixo dos peitos da minha mãe, e a pélvis dela fazia um movimento de sobe e desce contra a bunda da minha mãe, esfregando aquela parte também. Minha mãe se deixava levar, a respiração dela tava ofegante e ela deixou a cabeça cair pra trás, apoiando no ombro da mina. Minha mãe empurrou levemente o corpo pra trás, se soltando da borda, o que permitiu que as mãos da Guili acariciassem os peitos à vontade, quando ela ia levar as mãos pro objetivo tão desejado, a campainha tocou, alarmando todo mundo.

- A pizza!!! - Exclamou minha mãe, que saiu da piscina rapidinho pra receber o entregador da comida.

Todo mundo ficou com cara de bunda, vendo que aquilo tinha acontecido, minha mãe chamou a gente. Já pra gente ir comer, eu e Max ajeitamos nossos sungões como deu e fomos pra cozinha.

Durante o almoço, a gente conversou sobre tudo, menos o que tinha rolado, como se nada tivesse acontecido. Meus olhos não conseguiam evitar de olhar pros corpos esculturais daquelas mulheres naqueles paninhos minúsculos, sem falar que os peitos delas balançavam quando riam.

- O dia tá quente pra caralho – Fala Guili

- Sem dúvida, que bom que vocês têm piscina – Diz mamãe, olhando pros dois

- Durante o ano nem usava, agora que o verão começou, a gente vai viver enrugado – Comenta Max, se referindo à água, todo mundo riu

- Hahaha, que tal se hoje à noite, depois da janta, a gente jogar um jogo de tabuleiro? – Guili

- Fechou!! A ideia é boa – Responde Max, me olhando como se esperasse que eu concordasse

- Sim, por que não? – Falei, aceitando a proposta

Só faltava minha mãe decidir. Dava pra ver que ela tava meio na dúvida, como se algo pudesse dar errado no que estavam sugerindo. Ela respirou fundo e falou:

- Tá bom, não acho que o jogo seja tão ruim assim

A gente ficou feliz e ficou decidido pra noite. De tarde, fomos no shopping dar uma distraída. Eu tava ansioso pelo que podia rolar essa noite, tinha uma sensação de que algo interessante ia acontecer.

Já de noite, a gente tava terminando de jantar quando Guili falou:

- Imagino que não esqueceram do jogo, né? – Enquanto tirava umas cartas de uma gaveta

- Hmm, depende de como é o jogo, haha – Disse mamãe

- Vamos jogar “Uno”. Quem ganhar vai ter que dar uma aposta pra quem perder, e o tempo do castigo quem decide é o vencedor, se precisar.

Depois de comer, a gente sentou nos sofás da sala de um jeito que dava pra todo mundo se olhar na cara, e na hora Guili começou a distribuir as cartas pra cada um.

Durante o jogo, ninguém falava nada, dava pra ver que tava rolando um clima. certa competição no clima, embora eu saiba o quanto minha mãe é competitiva e não gosta de perder. A primeira rodada quem ganha é a Guili, e quem perde sou eu.

- Te desafio a me dizer o que mais te excita numa garota - Pergunta Guili

Fico surpreso ao ouvir essa pergunta, olho pra minha mãe e pro Alex, e eles estão na mesma vibe que eu, começo a hesitar em responder, mas não nego.

- A bunda, sem dúvida

Fico meio vermelho ao confessar essa resposta.

- Uau! Então a da sua mãe é bem gostosa - Provoca Guili, olhando pra ela

Mamãe fica vermelha na hora e olha pra baixo como se estivesse numa ponte sem saída.

- Hmm, vamos jogar outra, vai! - Ela solta, com aquele descaramento por ter perdido e pela observação da amiga

Dessa vez é o Max quem distribui as cartas, quem ganha a rodada sou eu e a perdedora é a Guili, os papéis se inverteram agora, chegou a hora da minha vingança por ela ter feito aquela pergunta.

- Bom, a aposta é - Faço uma pausa curta pra deixar todo mundo na curiosidade

- E qual é? - Pergunta Guili, nervosa

Queria fazer um desafio que ela não conseguisse cumprir, mas que estivesse no mesmo nível do que ela me perguntou.

- Levanta e tira o short

Todo mundo olha pra Guili, esperando pra ver como ela ia reagir, eu tava certeza absoluta de que ela não aceitaria, mas pra minha surpresa ela se levantou do sofá e com as duas mãos foi puxando ele pra baixo, aos poucos foi aparecendo uma calcinha fio dental rosa com um lacinho na frente. Ela tirou ele completamente, levantando uma perna e depois a outra pra se livrar.

A verdade é que eu já tava meio excitado vendo ela daquele jeito, ela sentou de novo cruzando as pernas, deixando ver o contorno delas, o que deixava as coxas dela ainda mais enormes, que pernas do caralho!

Começamos uma rodada nova, minha mãe ganha primeiro e o Max perde, que fica impaciente pra receber o desafio. Todo mundo sabia que minha mãe ia pedir uma aposta bem leve.
- Pois é... teu castigo vai ser tirar a camiseta e a calça – Minha mãe completa, deixando a gente de boca aberta com o pedido dela.

Max parece não se importar, na verdade, ele tá até mais disposto que os outros, tira tudo que ela pediu e fica só de cueca. As meninas se olham e dão uma risadinha.

Na próxima rodada, Guili ganha e minha mãe perde, que é a primeira vez que ela sente o gosto da derrota.

- Quero que... você tire tudo e fique só de calcinha – Guili fala.

- Qu... queee?!?! – Minha mãe pergunta, toda exaltada.

- Aposta é aposta – ela responde, brincando.

Eu e Max nos olhamos surpresos e viramos a vista pra não perder nenhum detalhe do que ia rolar. Como minha mãe não tinha escolha a não ser aceitar, ela se levantou e começou a tirar a camiseta que tava vestindo, deixando o sutiã à mostra, depois continuou com a calça jeans, desabotoando e descendo até deixar no chão. Enquanto isso, ninguém queria desviar o olhar da minha mãe, dava pra ver aquelas pernas torneadas e a virilha coberta por uma tanga preta. Agora só faltava tirar o sutiã, minha mãe já tava vermelha de nervoso, mas como ela é bem competitiva, sabia que não ia ficar pra trás. Ela se virou, deixando a gente ver aquela bunda enorme e redonda, a tanga bem justinha enfiada no meio das nádegas, deixando o cu dela todo à mostra...

Quase nem percebi, e já tava com o pau duro de novo.

De repente, mamãe desabotoa o sutiã e vira de novo pra gente sem soltar a peça, fica nos encarando por uns segundos, na dúvida se ia terminar o desafio ou não, e de repente tira o sutiã, liberando os peitos sem nada cobrindo. Já vi eles várias vezes, mas ainda assim não deixo de me impressionar com tanta perfeição, são tão grandes e redondos que dá vontade de provar. Olho pros caras... Ficaram pasmos com aquela visão, consegui processar a ereção que o Max tava carregando.

- Que peitos gostosos você tem, Eli – Diz Guili

- É verdade, tô sem palavras – Comenta Max

- Emm, obrigada – Responde minha mãe, ficando cada vez mais vermelha

Voltamos pro jogo, mas é quase impossível não tirar o olho nem 10 segundos sem ver aquelas tetas balançando a cada movimento leve. Por outro lado, o Max tava cada vez mais ansioso pra ganhar.

- Um!! – Diz Max, anunciando que só tinha uma carta na mão

A tão esperada vitória dele finalmente chegou, jogando uma carta verde junto com um grito de empolgação, mas pra azar dele, no final da rodada o perdedor fui eu.

- Porra! – Reclama ele, ao descobrir que era pra um cara que ele tinha que dar a prenda – Bom, se não tem jeito... pelo menos pra todo mundo ficar igual, você tem que ficar igual a mim

Ele tava falando fisicamente, ele tava só de cueca, então eu tinha que tirar quase toda minha roupa. Fiquei meio sem graça de ficar assim, mas não podia reclamar, minha mãe tava exatamente igual e se exibindo ainda mais. Tirei toda a roupa, deixando só a exceção.

Fomos avançando no jogo até ficarmos todos completamente pelados, e com o tempo fomos nos acostumando a ficar naquele estado. De vez em quando, a Guili levantava pra pegar uma bebida ou outra, exibindo todo aquele corpo maravilhoso. A safada sabia que a gente tava olhando e mexia aquela bunda enorme de um jeito tão sexy que era alucinante, nem quero imaginar como seria meter naquele cu. Nisso, minha mãe me lançou um olhar desafiador ao ver eu observando, tava com ciúmes.

Eu mesmo me perguntava quais iam ser os próximos desafios, não tinha mais nenhuma roupa pra tirar. A próxima rodada foi interminável, jogando cartas pra lá e pra cá, até que a Guili ganhou, ficando em primeiro, e minha mãe em último. Quero que… — Ela acrescenta, dando batidinhas com os dedos no queixo, pensativa — você se esfregue no seu filho pelas costas.

Minha mãe arregala os olhos, surpresa.

— Sério? — Pergunta, porque não consegue processar que a Guili seja capaz de cometer ou aceitar algum tipo de incesto.

Pra mim e pra minha mãe, não seria nenhum problema executar isso, mas a gente se surpreende com esses dois irmãos que querem ver algum tipo de incesto ou não se importam com o assunto.

— Sim — Ela acena com a cabeça.

Minha mãe, sem demonstrar repulsa, se levanta e começa a esfregar o corpo no meu. Sinto os peitos macios dela se pressionando nas minhas costas. Depois, ela se coloca ao meu lado e continua fazendo o mesmo, fazendo meu braço roçar levemente nos peitos e na barriga dela. Como se as regras de que era só pelas costas não importassem mais, ela fica na minha frente, se deixando levar, e me dá um beijão gostoso com os peitos dela, no rosto, no peito, e até o massagem chega no meu pau, me fazendo sentir um puta prazer. Ela aproxima os peitos lindos de novo, mas dessa vez meu pau fica rodeado por eles. A maciez e o calor da pele dela são uma delícia, então ela começa a subir e descer enquanto aperta as próprias redondezas com as mãos, me fazendo ver o céu.

— Pronto!! — Grita a Guili.

Minha mãe para a cubana espetacular que estava fazendo no próprio filho ao ouvir o limite que a vencedora da rodada impôs. É verdade, quem ganhava tinha o direito de definir um tempo pro desafio. Mamãe, sem ser grosseira, fica super normal na frente dos espectadores, parece que cansou de se mostrar inferior aos outros. Admito que queria que aquele momento com minha mãe nunca tivesse acabado.

Assim que todos voltamos pros nossos lugares, decidimos continuar o jogo. É inevitável não cruzar olhares e ver mais do que o normal. Por sorte, dessa vez eu ganho a rodada e quem perde é a Guili.

— O castigo pra você será... subir em cima do seu irmão e vocês se esfregarem um no outro – Digo com certa intuição.

Minha mãe me olha como se quisesse saber o que eu estava tramando, mas em vez disso, Guili se levanta sem reclamar, e o surpreso aqui é Max, que não consegue acreditar no que está prestes a acontecer. Ele segura a cintura fina dela e admira como as duas pernas da irmã se posicionam de cada lado do corpo dele, para em seguida sentir todo o corpo da sua irmã divina se deitando sobre ele.

Os dois estavam nus, um em cima do outro; se a gente não soubesse que eram irmãos, não duvidaríamos que eram um casal de namorados felizes.

- Vamos, Guili, o desafio era você se esfregar nele – Falo, querendo ver a ação.

Guili começa a mover o corpo para frente e para trás, fazendo com que os peitos dela fiquem na altura do rosto de Max toda vez que vai para frente, e quando volta o corpo para trás, a pica de Max chega a acariciar o clitóris da irmãzinha, provocando alguns gemidos nela.

Max, diante de tanto erotismo e provocação ao ver os peitos redondos e apetitosos da irmã na frente dele, não aguentou mais e começou a chupar essas preciosas protuberâncias toda vez que chegavam na boca dele.

- Ahhhh... mmmmm... – Gemia Guili pelo prazer que sentia nas tetas e use the word: pussy

A buceta de Guili soltava fluidos que encharcavam a pica de Max, facilitando o contato dos dois sexos.

Meu pau está duro ao ver essa cena, observo minha mãe, que parece estar tão excitada quanto eu. Me aproximo dela e levo minha mão até a entreperna dela, sentindo o quanto está molhada. Ela, ao me ver ao lado, sorri e envolve meu falo com a mão, me masturbando, enquanto contemplamos os irmãos no desafio deles. Adoro o que vejo e decido não dar fim ao castigo.

Max, ao ver que Guili estava cansando, levanta levemente o corpo dela, fazendo com que se separem por um instante, e coloca a pica dele apontando pra cima, deixando agora todo o pau dele em contato com a buceta e o cu da irmãzinha.

O irmão dela começa um movimento leve de cima pra baixo, passando o pau inteiro pela buceta e pelo cu dela, dando um puta prazer pros dois.

Parece que tão transando de verdade, os gemidos deles é a única coisa que se ouve na casa. O corpo da minha mãe começa a arquear por causa do orgasmo iminente que minha mão tá dando pra ela. Ela tá tão gostosa, mãe, com os lábios vermelhos e aqueles olhos maquiados na perfeição, dando um toque ainda mais bonito. Não resisto à beleza dela e me ajoelho pra lamber a buceta dela, passando a língua nos lábios e no clitóris até fazer ela gozar. Engulo todos os sucos que ela me dá, deixando ela num transe.

Volto a olhar pros garotos. Max tá segurando a bunda da irmã e dando umas palmadinhas leves enquanto os sexos deles se esfregam um no outro, até que Guili dá um grito de prazer e goza. Max aumenta a velocidade dos movimentos, dando a entender que tá quase chegando ao clímax, e consegue, soltando todo o esperma na bunda perfeita da irmãzinha.

O único que não tinha gozado era eu. Minha mãe tava lá, recuperando o fôlego. Eu podia gozar nela onde quisesse, mas não me decidia.

Optei por me ajoelhar no sofá, deixando meu pau na altura do rosto dela. Apontei meu pau pra boca dela. Sem dizer nada, ela abriu só um pouco os lábios e colocou a língua pra fora pra lamber meu pau. Quando senti que o orgasmo era iminente, me acomodei bem e coloquei a ponta do pau apontando pra cara linda dela. Comecei a me masturbar rapidamente.

— Ahhh, mãe... vou te encher de porra... ahhhhhh... abre bem a boca...

Os primeiros jatos, mais grossos, caíram na bochecha dela. Mexi um pouco o pau e caíram nos lábios dela e um pouco dentro da boca. Respirei fundo depois de tanta gozada.

Voltei a sentar. Todo mundo tava se recuperando. Fôlego depois do jogo tão inesperado. Passaram-se alguns segundos e Guili se levanta de repente de onde estava com toda aquela bunda e entreperna cheia de porra, caminha até onde minha mãe está e estica a língua, passando por todo o rosto dela, recolhendo minha gozada recente. Quando não tem mais porra pra limpar, com minha gozada já na boca, ela se aproxima dos lábios da minha mãe e dá um beijo, que ela não recusa, muito pelo contrário — suas línguas começam a se entrelaçar, saboreando meu leite.

A cena lésbica que minha mãe e Guili protagonizavam era das mais excitantes, ali sentadas se beijando devagar, como se estivessem curtindo os lábios uma da outra. Só de ver, eu já estava com outra ereção. Então Guili se afasta um momento da minha mãe e diz:

— Amanhã a gente joga outro jogo? — pergunta, fazendo carinha de menina brincalhona.

Continua...

19 comentários - Mama Gostosa: Corpo Violento VII

Excelente relato no tardes tanto esta vez en la continuación van mis 10
Muchas gracias, me alegro que te haya gustado, cuando me haga un tiempito sacare la continuación
Excelentes relatos! Solo hace falta una foto de mama en accion
Maravilloso!!!!
No me puedo aguantar por la continuación!!!
tallo96 +1
Gran relato!! Porfa no te tardes en sacar la siguiente parte.
raa1980 +1
ufff excelente relato, despues de leerlo le tuve hechar un fierrazo a la bruja ojala que estos relatos continuen.
samo24 +1
Esperando con ansias la siguiente parte
Comenzaste bien pero el trasfondo del relato lo perdiste, por completo arruinarse tu saga
Cállate Gil
samo24
Que paso con esta gran realato? Sigo esperando la 8va parte jajaja ojalá algún dia la sigan
Evian
Bro, hace 5 años nos tienes esperando la continuacion de esta gran saga, no nos dejes asi!!!
Que lastima que esta gran historia no continuo, de verdad era muy buena