De como ser mulher de um, passei a ser mulher de três...
Meu nome é Carolina, sou assistente do Doutor Fernandez, meu chefe imediato, que pediu minha transferência de um escritório que tinham fechado antes. Como meu marido é amigo do Doutor Rangel, dono da firma, não teve problema pra trabalhar lá. Na primeira entrevista, ele pede que, pela imagem da empresa, eu sempre vista saia e salto alto. E como eu adoro me vestir assim, não tenho problema nenhum. Uns dias depois, começo a notar os olhares safados dele em cima de mim quando passo na frente dele, e ele começa a se dar a liberdade de me tratar com muita intimidade quando estamos a sós, mas me trata com todo respeito na frente dos outros.
Começando tudo como um jogo simples, ela começa a me perturbar com palavras sobre as saias
Combinam com minhas pernas e saltos, me chamando pro escritório dele só pra me ver sentada na frente dele, e me olhar de costas quando saio, o que percebo e me sinto lisonjeada por provocar isso nele, já que ele não me é indiferente. Ele é mais velho que eu, talvez uns 12 a 15 anos, e isso me atrai muito num homem. Daí em diante, a conversa dele foi ficando cada vez mais direta, dizendo que não entendia como as mulheres gostavam de usar fio-dental sem se incomodar com o barbante entre as nádegas — falando assim pra não me deixar constrangida na hora. Eu só sorri com certa malícia e falei que também não me explicava isso. Depois, ele começou a subir o tom dos comentários, me perguntando se eu depilava entre as pernas e falando que tinha inveja do meu marido por me ter na cama dele toda noite. Mostrei certa indignação, sem parecer brava. Aí ele começou a me mandar no e-mail fotos de mulheres e homens transando, perguntando se eu me incomodava com aquilo. Eu respondia que não, mas que não era certo ele fazer isso. Um dia, ele me convida pra jantar, mas meu marido sempre passa pra me pegar, então não posso sair com ele.
Um dia, enquanto eu arrumava uns arquivos, sem eu perceber, ele se colocou bem atrás de mim pra ver por cima do meu ombro o arquivo que eu revisava. E, colocando as mãos na minha cintura, me pediu pra procurar um em especial. Sem me dar tempo, ele encostou o corpo atrás de mim, e eu senti na hora que o pau dele tava duro. Minha reação foi fazer pressão suavemente pra trás pra me afastar, mas só consegui que ele colocasse o pau entre minhas nádegas, se mexendo um pouco e passando a língua no meu pescoço e na minha orelha, o que me fez soltar um gemidinho involuntário. Meio surpresa, pedi pra ele se afastar, que alguém podia passar e nos ver naquela situação. Ele me disse que não tinha ninguém por perto e que a gente devia aproveitar o momento. Se aproximou de novo e me segurou pela cintura pra eu não me soltar, e eu comecei a sentir uma umidade entre minhas pernas, sem falar nada pra ele. Só repetia: "Não continua, por favor", "Vão chegar e vão nos ver". Ele passou a língua no meu pescoço de novo e, percebendo minha agitação, me levou até uma mesa perto, dizendo: "Que rabo firme você tem, Caro", "Como você me deixa excitado só de te olhar". E já dentro de mim, sem me soltar, ele enfiou a mão pela frente, até tocar minha calcinha fio dental e chegar na minha buceta, me beijando na boca. Depois, passou a mão por trás, dentro da minha saia, e colocou os dedos no meu cu, acariciando e arrancando um gemido baixinho de mim. Eu continuei dizendo: "Não me compromete, meu marido é amigo do doutor Rangel", "Por que você faz isso comigo, se é casado?". Tentei tirar a mão dele que tocava minha buceta, mas ele introduziu um dos dedos suavemente e, com o outro, pressionou meu clitóris, me fazendo perder a vontade aos poucos. E ele disse: "Ninguém vai saber disso. Desde que você chegou, eu te desejo e quero te comer, sua putinha". Com um movimento rápido, ele levantou minha saia com as mãos e puxou minha calcinha fio dental até os joelhos. Surpresa, tentei puxá-la de volta, e quando me inclinei pra levantar a calcinha, ele aproveitou o momento pra colocar o pau entre minhas nádegas. E eu, aos poucos, fui deixando. Pouco resisti, aproveitei pra tirar minha tanga por completo e colocar no bolso dele. Ele começou a apertar minhas nádegas com as mãos e a abri-las enquanto colocava o pau entre elas, sentindo a pressão no meu cu e na minha buceta uma hora e outra pra me excitar. De repente, ouvi o barulho de uma colega se aproximando e, como pude, me afastei e saí dali rápido. Fui direto pra minha mesa, respirando meio ofegante, mas com o gosto daquele momento proibido. Pouco depois, fui pedir pra ele devolver minha tanga, e ele respondeu que eu dissesse ao meu marido pra me buscar mais tarde, porque ia ter trabalho e ele queria minha ajuda, me falando: "Acabei de cheirar sua tanga e saborear o suco que tava nela. Quero te comer hoje, Carolina." Voltei pra minha mesa e senti de novo um desejo intenso dentro de mim, junto com o medo do proibido e atordoada pela proposta dele. Sem pensar, liguei pro meu marido e combinei que ele passaria mais tarde pra me pegar. Só consegui discar pro Doutor pra avisar que meu marido já sabia que eu ia ficar pra fazer um trabalho de última hora. Ele respondeu: "Tá vendo que você quer provar o que sentiu entre as nádegas, né?" Desligou o telefone e deixou um desejo intenso no meu ventre.
e continuei trabalhando e recebendo mensagens dele me dizendo que tem minha calcinha fio dental enroscada no pau dele e que excita ele saber que eu tô trabalhando sem nada por baixo da minha saia e que ninguém sabe que eu vou por todos os lados dos escritórios sem minha calcinha fio dental
No final da tarde, o escritório fecha e todo mundo vai embora, menos ele e eu. Com um pouco de medo, fico parada no meu lugar olhando pela janela pra rua, enquanto ele confere se a porta está trancada. Volta pra mim, fica atrás de novo e enfia a mão por trás, começando a esfregar minha buceta e com o dedo rodeando meu cu, o que me deixa muito puta. Desabotoa minha saia e deixa ela cair, me fazendo gemer enquanto peço pra ele, por favor, ninguém ficar sabendo disso. Ele sussurra no meu ouvido: "Quer que eu te coma, sua putinha gostosa?" E eu digo que sim, que também desejo muito. Então ele manda: "Vira e me chupa pra ver o que você vai ter dentro de você." Me virei e me abaixei pra puxar o pau dele, que sinto bem duro, e sai uma coisa tão grande e desejável que esqueço de tudo e começo a beijar desde as bolas, passando a língua de baixo pra cima até enfiar tudo na minha boca. Com a língua, percorro as bordas da cabecinha dele, tão macia e carnuda, chupando e apertando, sentindo a excitação dele enquanto incha a cada chupada funda. Olhando pra cara dele, ele disse: "Olha quem tá aqui toda séria, mas é uma puta chupando pau." E eu só me concentro no pau dele, saboreando e apertando, excitada com as palavras dele. De repente, ele fala: "Já chega, puta, porque você vai fazer eu gozar rápido. Sobe na mesa e abre bem as pernas." Depois, puxa uma cadeira e coloca a boca na minha buceta pra me comer com movimentos rápidos, passando pro meu cu, o que provoca um tesão danado dentro de mim, me fazendo tremer a cada passo da língua dele entre meus tesouros escondidos. Aí ele se levanta e começa a meter com força, me dando uma excitação enorme, e entre gemidos eu falo: "Assim, assim, forte, forte." Meus fluidos não demoram a molhar completamente aquele pau grande e duro, começando a escorrer pelo meu cu, e ele aproveita pra lubrificar e também penetrar por ali, me dando uma sensação que eu nunca tinha sentido antes. Transando no escritório, termino de tirar a blusa e o sutiã, ficando só de salto alto, e ele me diz: "Quer que eu continue te comendo, foxy?" Eu respondo que sim, que quero sentir ele dentro de mim, e ele fala: "Antes, anda pelada pelo escritório inteiro como se estivesse trabalhando e senta na cadeira do Doutor Rangel." Pegando uma gravata que tinha deixado lá, começou a passá-la entre minha buceta e meu cu, já que eu estava com as pernas abertas em cima da mesa dele. Depois disso, ele me pediu para ir de quatro até ficar colada no pau dele, me levando de volta ao escritório dele, onde me penetrou de novo com tanta força que não aguentei mais, e meus fluidos começaram a jorrar, banhando o pau dele e respingando na mesa, o que o deixou ainda mais excitado, dizendo: "Quero gozar dentro do seu cu gostoso, sua putinha, quer?" "Sim, faz isso", eu respondi. E, me levando no meio do escritório, ele pede para eu ficar de quatro, levanta minhas nádegas com as mãos e manda eu esticar os braços com o rosto no tapete para ter um ângulo melhor. De repente, sinto a língua dele se movendo rápido entre minha buceta e meu cu, lubrificando tudo com os fluidos que saíam de mim, me penetrando devagar e começando a se mexer de um jeito tão gostoso que fecho os olhos, gemendo de dor e de desejo para que ele não tire, apertando bem forte a cada estocada, o que faz ele gozar dentro do meu cu com uma descarga enorme de porra, me deixando tão satisfeita. Sem parar de dar as últimas estocadas suaves, ficamos imóveis no chão por alguns minutos com o pau dele dentro, os dois ofegando de prazer. Continuo mexendo meus quadris, sentindo uma maciez sem dor, com meu cu relaxado, e fico masturbando ele até deixar vazio, sentindo o pau dele perder a dureza, diminuir de tamanho e sair de mim devagar, enquanto ele diz: "Não quero que você tire minha porra pelo resto do dia, e se puder transar com seu marido, pode, mas não deixa ele te penetrar pelo cu." Sorrindo, falo sim no ouvido dele, mas sem evitar que um pouco de... O sêmen saiu no momento em que o pau dele saiu por completo. Pra não molhar o tapete, eu recolhi com os dedos o sêmen que escorria entre minhas nádegas, e ele com a mão levou até minha boca pra eu terminar de saborear. Aí, no chão mesmo, ele me virou de frente pra ele e me empurrou pra baixo, dizendo: "Limpa meu pau com sua boca, sua puta". Colocou ele dentro da minha boca e, com uma leve sucção, saíram as últimas gotas, que recebi com muito prazer, passando minha língua por todo o pau dele, limpando tanto os restos de sêmen quanto meus próprios fluidos. Quando terminou, ele me beijou na boca e disse: "Você fode como uma verdadeira prostituta", "escolheu a profissão errada". Isso me deu muito tesão. Olhei pra ele e falei: "Não imaginava que seria tão gostoso fazer assim, quero repetir outro dia". Ele respondeu: "Meu pau vai ser seu quantas vezes você quiser, com a condição de que, quando estivermos sozinhos, vou te chamar de raposa ou puta, e quando estivermos com os outros, você vai ser a decente Carolina". Cheguei perto do ouvido dele e sussurrei: "Serei o que você quiser". Depois, ele pegou minha calcinha fio dental, passou entre minhas pernas pra encharcar com meus fluidos, e disse que ia ficar com ela porque coleciona as calcinhas das mulheres com quem já comeu. Nisso, o telefone tocou: era meu marido me esperando lá fora. O mais rápido que deu, a gente se vestiu, e ele me acompanhou até onde meu marido estava. Cumprimentou ele e disse: "Obrigado, Carolina, sem sua ajuda eu não teria conseguido fazer esse trabalho sozinho". Meu marido respondeu: "Você sabe que minha esposa tem muitas habilidades no trabalho dela". E ele retrucou: "Sim, claro, já comprovei plenamente". Educadamente, abriu a porta do carro pra eu entrar e, sem meu marido perceber, apertou minhas nádegas e falou bem baixinho: "Puta gostosa, não esquece que tem meu gozo dentro de você. Não deixa seu marido te comer por aí hoje". Eu só virei e sorri, e fomos pra casa. Lá, transei de novo com meu marido, mas só pela vagina, pra terminar a noite dormindo com sêmen de dois homens na minha buceta e no meu cu.
No dia seguinte, chego no trabalho e ele me diz: “E aí, transou com ele como a gente combinou?” Respondi que sim, só pela buceta. “Você é uma putinha mesmo, Caro”, ele disse. Eu sorri, corada. Umas horas depois, o Doutor Rangel me chama no escritório dele e pede pra fechar a porta. Aí ele fala: “Carolina, tenho uma notícia pra te dar, mas não leva a mal.” Me levou até a mesa dele e no computador tava passando um vídeo gravado por uma câmera escondida que ele tinha no escritório, pegando parte do centro da sala. E lá aparecíamos nós transando, tanto na mesa dele quanto no meio do escritório, e eu andando pelada. Sem saber o que dizer de tanta vergonha, só soltei: “Me perdoa, Doutor.” “Não se assusta”, ele falou. “Isso aqui só eu vou ver, e o Ernesto, seu marido, nunca vai saber. Mas depois de ver tudo que você fez, não consigo me segurar de te dizer que você tem um corpo muito gostoso e uma raba dos sonhos. E eu também quero te dar uma boa fodida pra não ficar com essa vontade. Além disso, vou te dar uma gratificação em dinheiro toda vez que você me prestar esses serviços. O que acha?” Aí ele pegou a gravata que o Doutor Fernandez tinha usado pra me limpar, cheirou ela, e sem tirar os olhos da minha bunda, ficou atrás de mim e começou a acariciar minhas nádegas. Levou minha mão até o pau dele por cima da calça e disse: “Avisa seu marido que hoje você vai me acompanhar numa reunião importante e que eu mesma vou te levar em casa depois.” Colocou a gravata entre meus peitos, e eu respondi: “Tá bom, Doutor, como o senhor quiser...” CONTINUA...
Meu nome é Carolina, sou assistente do Doutor Fernandez, meu chefe imediato, que pediu minha transferência de um escritório que tinham fechado antes. Como meu marido é amigo do Doutor Rangel, dono da firma, não teve problema pra trabalhar lá. Na primeira entrevista, ele pede que, pela imagem da empresa, eu sempre vista saia e salto alto. E como eu adoro me vestir assim, não tenho problema nenhum. Uns dias depois, começo a notar os olhares safados dele em cima de mim quando passo na frente dele, e ele começa a se dar a liberdade de me tratar com muita intimidade quando estamos a sós, mas me trata com todo respeito na frente dos outros.
Começando tudo como um jogo simples, ela começa a me perturbar com palavras sobre as saias
Combinam com minhas pernas e saltos, me chamando pro escritório dele só pra me ver sentada na frente dele, e me olhar de costas quando saio, o que percebo e me sinto lisonjeada por provocar isso nele, já que ele não me é indiferente. Ele é mais velho que eu, talvez uns 12 a 15 anos, e isso me atrai muito num homem. Daí em diante, a conversa dele foi ficando cada vez mais direta, dizendo que não entendia como as mulheres gostavam de usar fio-dental sem se incomodar com o barbante entre as nádegas — falando assim pra não me deixar constrangida na hora. Eu só sorri com certa malícia e falei que também não me explicava isso. Depois, ele começou a subir o tom dos comentários, me perguntando se eu depilava entre as pernas e falando que tinha inveja do meu marido por me ter na cama dele toda noite. Mostrei certa indignação, sem parecer brava. Aí ele começou a me mandar no e-mail fotos de mulheres e homens transando, perguntando se eu me incomodava com aquilo. Eu respondia que não, mas que não era certo ele fazer isso. Um dia, ele me convida pra jantar, mas meu marido sempre passa pra me pegar, então não posso sair com ele.
Um dia, enquanto eu arrumava uns arquivos, sem eu perceber, ele se colocou bem atrás de mim pra ver por cima do meu ombro o arquivo que eu revisava. E, colocando as mãos na minha cintura, me pediu pra procurar um em especial. Sem me dar tempo, ele encostou o corpo atrás de mim, e eu senti na hora que o pau dele tava duro. Minha reação foi fazer pressão suavemente pra trás pra me afastar, mas só consegui que ele colocasse o pau entre minhas nádegas, se mexendo um pouco e passando a língua no meu pescoço e na minha orelha, o que me fez soltar um gemidinho involuntário. Meio surpresa, pedi pra ele se afastar, que alguém podia passar e nos ver naquela situação. Ele me disse que não tinha ninguém por perto e que a gente devia aproveitar o momento. Se aproximou de novo e me segurou pela cintura pra eu não me soltar, e eu comecei a sentir uma umidade entre minhas pernas, sem falar nada pra ele. Só repetia: "Não continua, por favor", "Vão chegar e vão nos ver". Ele passou a língua no meu pescoço de novo e, percebendo minha agitação, me levou até uma mesa perto, dizendo: "Que rabo firme você tem, Caro", "Como você me deixa excitado só de te olhar". E já dentro de mim, sem me soltar, ele enfiou a mão pela frente, até tocar minha calcinha fio dental e chegar na minha buceta, me beijando na boca. Depois, passou a mão por trás, dentro da minha saia, e colocou os dedos no meu cu, acariciando e arrancando um gemido baixinho de mim. Eu continuei dizendo: "Não me compromete, meu marido é amigo do doutor Rangel", "Por que você faz isso comigo, se é casado?". Tentei tirar a mão dele que tocava minha buceta, mas ele introduziu um dos dedos suavemente e, com o outro, pressionou meu clitóris, me fazendo perder a vontade aos poucos. E ele disse: "Ninguém vai saber disso. Desde que você chegou, eu te desejo e quero te comer, sua putinha". Com um movimento rápido, ele levantou minha saia com as mãos e puxou minha calcinha fio dental até os joelhos. Surpresa, tentei puxá-la de volta, e quando me inclinei pra levantar a calcinha, ele aproveitou o momento pra colocar o pau entre minhas nádegas. E eu, aos poucos, fui deixando. Pouco resisti, aproveitei pra tirar minha tanga por completo e colocar no bolso dele. Ele começou a apertar minhas nádegas com as mãos e a abri-las enquanto colocava o pau entre elas, sentindo a pressão no meu cu e na minha buceta uma hora e outra pra me excitar. De repente, ouvi o barulho de uma colega se aproximando e, como pude, me afastei e saí dali rápido. Fui direto pra minha mesa, respirando meio ofegante, mas com o gosto daquele momento proibido. Pouco depois, fui pedir pra ele devolver minha tanga, e ele respondeu que eu dissesse ao meu marido pra me buscar mais tarde, porque ia ter trabalho e ele queria minha ajuda, me falando: "Acabei de cheirar sua tanga e saborear o suco que tava nela. Quero te comer hoje, Carolina." Voltei pra minha mesa e senti de novo um desejo intenso dentro de mim, junto com o medo do proibido e atordoada pela proposta dele. Sem pensar, liguei pro meu marido e combinei que ele passaria mais tarde pra me pegar. Só consegui discar pro Doutor pra avisar que meu marido já sabia que eu ia ficar pra fazer um trabalho de última hora. Ele respondeu: "Tá vendo que você quer provar o que sentiu entre as nádegas, né?" Desligou o telefone e deixou um desejo intenso no meu ventre.
e continuei trabalhando e recebendo mensagens dele me dizendo que tem minha calcinha fio dental enroscada no pau dele e que excita ele saber que eu tô trabalhando sem nada por baixo da minha saia e que ninguém sabe que eu vou por todos os lados dos escritórios sem minha calcinha fio dental
No final da tarde, o escritório fecha e todo mundo vai embora, menos ele e eu. Com um pouco de medo, fico parada no meu lugar olhando pela janela pra rua, enquanto ele confere se a porta está trancada. Volta pra mim, fica atrás de novo e enfia a mão por trás, começando a esfregar minha buceta e com o dedo rodeando meu cu, o que me deixa muito puta. Desabotoa minha saia e deixa ela cair, me fazendo gemer enquanto peço pra ele, por favor, ninguém ficar sabendo disso. Ele sussurra no meu ouvido: "Quer que eu te coma, sua putinha gostosa?" E eu digo que sim, que também desejo muito. Então ele manda: "Vira e me chupa pra ver o que você vai ter dentro de você." Me virei e me abaixei pra puxar o pau dele, que sinto bem duro, e sai uma coisa tão grande e desejável que esqueço de tudo e começo a beijar desde as bolas, passando a língua de baixo pra cima até enfiar tudo na minha boca. Com a língua, percorro as bordas da cabecinha dele, tão macia e carnuda, chupando e apertando, sentindo a excitação dele enquanto incha a cada chupada funda. Olhando pra cara dele, ele disse: "Olha quem tá aqui toda séria, mas é uma puta chupando pau." E eu só me concentro no pau dele, saboreando e apertando, excitada com as palavras dele. De repente, ele fala: "Já chega, puta, porque você vai fazer eu gozar rápido. Sobe na mesa e abre bem as pernas." Depois, puxa uma cadeira e coloca a boca na minha buceta pra me comer com movimentos rápidos, passando pro meu cu, o que provoca um tesão danado dentro de mim, me fazendo tremer a cada passo da língua dele entre meus tesouros escondidos. Aí ele se levanta e começa a meter com força, me dando uma excitação enorme, e entre gemidos eu falo: "Assim, assim, forte, forte." Meus fluidos não demoram a molhar completamente aquele pau grande e duro, começando a escorrer pelo meu cu, e ele aproveita pra lubrificar e também penetrar por ali, me dando uma sensação que eu nunca tinha sentido antes. Transando no escritório, termino de tirar a blusa e o sutiã, ficando só de salto alto, e ele me diz: "Quer que eu continue te comendo, foxy?" Eu respondo que sim, que quero sentir ele dentro de mim, e ele fala: "Antes, anda pelada pelo escritório inteiro como se estivesse trabalhando e senta na cadeira do Doutor Rangel." Pegando uma gravata que tinha deixado lá, começou a passá-la entre minha buceta e meu cu, já que eu estava com as pernas abertas em cima da mesa dele. Depois disso, ele me pediu para ir de quatro até ficar colada no pau dele, me levando de volta ao escritório dele, onde me penetrou de novo com tanta força que não aguentei mais, e meus fluidos começaram a jorrar, banhando o pau dele e respingando na mesa, o que o deixou ainda mais excitado, dizendo: "Quero gozar dentro do seu cu gostoso, sua putinha, quer?" "Sim, faz isso", eu respondi. E, me levando no meio do escritório, ele pede para eu ficar de quatro, levanta minhas nádegas com as mãos e manda eu esticar os braços com o rosto no tapete para ter um ângulo melhor. De repente, sinto a língua dele se movendo rápido entre minha buceta e meu cu, lubrificando tudo com os fluidos que saíam de mim, me penetrando devagar e começando a se mexer de um jeito tão gostoso que fecho os olhos, gemendo de dor e de desejo para que ele não tire, apertando bem forte a cada estocada, o que faz ele gozar dentro do meu cu com uma descarga enorme de porra, me deixando tão satisfeita. Sem parar de dar as últimas estocadas suaves, ficamos imóveis no chão por alguns minutos com o pau dele dentro, os dois ofegando de prazer. Continuo mexendo meus quadris, sentindo uma maciez sem dor, com meu cu relaxado, e fico masturbando ele até deixar vazio, sentindo o pau dele perder a dureza, diminuir de tamanho e sair de mim devagar, enquanto ele diz: "Não quero que você tire minha porra pelo resto do dia, e se puder transar com seu marido, pode, mas não deixa ele te penetrar pelo cu." Sorrindo, falo sim no ouvido dele, mas sem evitar que um pouco de... O sêmen saiu no momento em que o pau dele saiu por completo. Pra não molhar o tapete, eu recolhi com os dedos o sêmen que escorria entre minhas nádegas, e ele com a mão levou até minha boca pra eu terminar de saborear. Aí, no chão mesmo, ele me virou de frente pra ele e me empurrou pra baixo, dizendo: "Limpa meu pau com sua boca, sua puta". Colocou ele dentro da minha boca e, com uma leve sucção, saíram as últimas gotas, que recebi com muito prazer, passando minha língua por todo o pau dele, limpando tanto os restos de sêmen quanto meus próprios fluidos. Quando terminou, ele me beijou na boca e disse: "Você fode como uma verdadeira prostituta", "escolheu a profissão errada". Isso me deu muito tesão. Olhei pra ele e falei: "Não imaginava que seria tão gostoso fazer assim, quero repetir outro dia". Ele respondeu: "Meu pau vai ser seu quantas vezes você quiser, com a condição de que, quando estivermos sozinhos, vou te chamar de raposa ou puta, e quando estivermos com os outros, você vai ser a decente Carolina". Cheguei perto do ouvido dele e sussurrei: "Serei o que você quiser". Depois, ele pegou minha calcinha fio dental, passou entre minhas pernas pra encharcar com meus fluidos, e disse que ia ficar com ela porque coleciona as calcinhas das mulheres com quem já comeu. Nisso, o telefone tocou: era meu marido me esperando lá fora. O mais rápido que deu, a gente se vestiu, e ele me acompanhou até onde meu marido estava. Cumprimentou ele e disse: "Obrigado, Carolina, sem sua ajuda eu não teria conseguido fazer esse trabalho sozinho". Meu marido respondeu: "Você sabe que minha esposa tem muitas habilidades no trabalho dela". E ele retrucou: "Sim, claro, já comprovei plenamente". Educadamente, abriu a porta do carro pra eu entrar e, sem meu marido perceber, apertou minhas nádegas e falou bem baixinho: "Puta gostosa, não esquece que tem meu gozo dentro de você. Não deixa seu marido te comer por aí hoje". Eu só virei e sorri, e fomos pra casa. Lá, transei de novo com meu marido, mas só pela vagina, pra terminar a noite dormindo com sêmen de dois homens na minha buceta e no meu cu.
No dia seguinte, chego no trabalho e ele me diz: “E aí, transou com ele como a gente combinou?” Respondi que sim, só pela buceta. “Você é uma putinha mesmo, Caro”, ele disse. Eu sorri, corada. Umas horas depois, o Doutor Rangel me chama no escritório dele e pede pra fechar a porta. Aí ele fala: “Carolina, tenho uma notícia pra te dar, mas não leva a mal.” Me levou até a mesa dele e no computador tava passando um vídeo gravado por uma câmera escondida que ele tinha no escritório, pegando parte do centro da sala. E lá aparecíamos nós transando, tanto na mesa dele quanto no meio do escritório, e eu andando pelada. Sem saber o que dizer de tanta vergonha, só soltei: “Me perdoa, Doutor.” “Não se assusta”, ele falou. “Isso aqui só eu vou ver, e o Ernesto, seu marido, nunca vai saber. Mas depois de ver tudo que você fez, não consigo me segurar de te dizer que você tem um corpo muito gostoso e uma raba dos sonhos. E eu também quero te dar uma boa fodida pra não ficar com essa vontade. Além disso, vou te dar uma gratificação em dinheiro toda vez que você me prestar esses serviços. O que acha?” Aí ele pegou a gravata que o Doutor Fernandez tinha usado pra me limpar, cheirou ela, e sem tirar os olhos da minha bunda, ficou atrás de mim e começou a acariciar minhas nádegas. Levou minha mão até o pau dele por cima da calça e disse: “Avisa seu marido que hoje você vai me acompanhar numa reunião importante e que eu mesma vou te levar em casa depois.” Colocou a gravata entre meus peitos, e eu respondi: “Tá bom, Doutor, como o senhor quiser...” CONTINUA...
15 comentários - De como ser mulher de um, virei mulher de três...
+10
10..... de una!!!!
Yo solo imagene era yo el ganón de todo ese momento tan rico