OBRIGADA PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
Quando cheguei em casa, meu velho já estava deitado, a Anita estava no quarto e a única que ainda estava acordada era minha mãe, me esperando.
M, vem cá, amor. Senta aqui, temos que conversar.
O que foi, gata?
Essa Ana é uma puta, filho.
Por que você diz isso?
Olha, filho, eu devia ficar quieta, mas não consigo, você é mais importante que qualquer um pra mim.
O que foi, já tá com ciúmes dela? É normal.
Que ciúmes o quê, tarado, escuta aqui com atenção, vou te contar o que aconteceu quando você foi pra casa dos seus pais.
O que foi?
Eu entrei no quarto dela para arrumar a roupa, fui tomar banho e quando saí seu pai não estava. Fui até o quarto e não o encontrei, então pensei no pior e não me enganei. Ele estava no seu quarto com a Ana, estava metendo nela com força. A vadia, como uma puta de verdade, gemeu baixinho e até ouvi ela dizer "PELO CU NÃO". Parece que ele não deu a mínima e arrombou ela do mesmo jeito. Não podia acreditar, mais uma vez me traindo na minha cara, o filho da puta, e ainda com a mulher do nosso filho. Seu pai não tem limites, amor. Ele sabe que eu sei porque me viu saindo do seu quarto. Ela não saiu em nenhum momento, então se você for até ela, vai perceber que estou falando a verdade só de tocar na buceta ou na bunda dela.
Mãe, não acredito que tenha sido assim, nós temos um relacionamento bem liberal, vou ser sincero, na noite que vocês deixaram a casa pra gente, foram quatro casais que estivemos e fizemos troca, isso foi uma experiência linda e tem outra coisa, se viemos pra cá é porque com os pais dela tá tudo errado, a mãe dela é mais puta que a porra e eu como ela toda hora e ainda por cima o pai dela adora ver como eu como ela e até me pede pra arrombar o cu dela, coisa que já fizemos muitas vezes e até fizemos uma festinha com o Juan, tudo isso por pedido da Anita. Essa noite mesmo eu comi os dois pra caralho, mas fiz só por pedido da Ana, nada mais. No velho eu dou rola na oficina no meio-dia quando ela vem trazer a comida, por isso mesmo não queríamos ficar lá, a gente tinha chegado num acordo, ninguém comeria ela se eu não permitisse, agora com o que você me conta esse acordo foi quebrado e não tem mais volta, agora vou falar com ela e vou pedir pra ela ir pra casa dos pais, não quero ver ela nunca mais, amo ela com a alma mas mentira e traição não dá pra aguentar, não sei se vou conseguir dormir mas o papai eu pego amanhã bem cedo e se não arrebento ele na porrada, ele que se foda. Desde já vou pra porra dessa casa, sinto muito por você, velha, mas ele não quero ver nunca mais.
Mano, fica tranquilo, primeiro conversa com ela, ela é muito menina. Se ela realmente te ama, ela mesma vai te contar. Talvez aquele filho da puta forçou e ela deixou rolar pra não complicar tudo, tô ligado no que tô falando, filho, mas tinha que te dizer. Se vocês têm um relacionamento tão aberto, tudo bem, mesmo que eu não goste muito, respeito. Mas como você mesmo disse, nada de fazer coisas escondidas, isso é traição, porque os dois concordaram com isso. Agora vai, entra no seu quarto e pensa bem no que vai fazer. Eu amanhã falo com seu pai. Essa eu não perdoo, não culpo tanto ela quanto ele, pelo menos um pouco de respeito por mim. Achei que ele tinha mudado, mas não muda nunca, então ele que siga o caminho dele e eu sigo o meu.
Fica tranquila, gata, vou falar com ele e tudo vai se resolver. Ele não é um cara ruim, e sinceramente não entendo: tendo uma mulher tão gostosa, ele se mete com a primeira que aparece.
Mana é muito mais nova, filho, é o desejo de todo homem de certa idade, mas ele não sabe se controlar e não mede as consequências. Se você larga ela, de quem é a culpa? Dela, em parte, mas a maior culpa é dele, porque não te respeitou nem como filho nem como homem.
Já sei, mãe, mas agora deixa assim, deixa eu falar com ele primeiro e depois você fala. Mas isso não se resolve só na conversa, cheguei no limite e não dá mais, igual com a Ana. Não acho que vou conseguir perdoar ela, tô muito magoado. Se ela tivesse me contado, seria diferente, mas assim não dá, mãe. E agora vai descansar tranquila, que eu resolvo isso aqui.
A porta do meu quarto se abriu e saiu a Anita. Quando nos viu, se aproximou, me olhou nos olhos, me agarrou e tentou me dar um beijo. Eu recusei e disse: TEMOS QUE CONVERSAR. Ela falou: ESTAVA TE ESPERANDO JUSTO PRA ISSO, amor. VAMOS PRO QUARTO. Eu disse que não, que seria melhor a gente resolver isso com a minha mãe também, pra esclarecer tudo de uma vez. O que aconteceu com o meu pai? Você transou com ele como a minha mãe falou?
ANA, sim, papi, é verdade, mas deixa eu te explicar, por favor
Não tem nada pra explicar, Ana, acabou. Se você tem que explicar algo pra alguém, é pra ela, não pra mim. Entre nós já não tem mais nada, você traiu a confiança. A gente conversou sobre ser liberais e consultar tudo, sobre não esconder nada nem fazer nada sem que o outro soubesse, e não foi assim. O primeiro que te apoia te come, no final você é uma puta qualquer. Agora explica pra minha mãe o que aconteceu e depois vai esquecendo de mim, não quero ser um corno que todo mundo zoa e ser o último a saber ou descobrir quando já passou tudo.
ANA não, papi, nãoooo, deixa eu te explicar, amor, eu estava te esperando para te contar, meu bem, não, me entende por favor, seu pai entrou no quarto e me pegou por trás, me abraçou e encostou o pau dele na minha bunda e disse NÃO FALA NADA, puta, NEM ABRE A BOCA, e começou a me apalpar, eu fiquei com muito medo, amor, e como uma idiota deixei ele fazer até que ele levantou minha saia e arrancou minha calcinha, sem me deixar mexer ele meteu até o fundo, ele tem um pau grande, filho da puta, doeu, mas doeu mais o jeito que ele fez, ele deu três bombadas e me encheu e depois quis fazer meu cuzinho, aí eu disse que não, mas ele insistiu muito, amor, eu consegui resistir, mas aí ele me jogou na cama e eu quis me virar, mas ele já estava em cima de mim e disse puta, VOCÊ NÃO ESCAPA, ENTÃO PARA DE FRESCURA, NA MINHA CASA EU QUE MANDO, e ele meteu, amor, ele me comeu o cu, meu bem, o que eu podia fazer? Me diz aí, eu não conheço ele, não sei se ele é violento ou não, se ia me bater se eu falasse alguma coisa, foi isso que aconteceu, eu pensava em te contar quando você chegasse, mas sua mãe me pegou de surpresa, eu não quero mais morar aqui, meu bem, mas por favor não me deixa assim agora.
Eu te entendo, e se esse te deixar, eu vou te apoiar. Se eu estivesse no seu lugar, teria feito a mesma coisa.
Claro que sim, amor
Abracei ela e dei um beijo, mandei ela tomar banho e pedi pra minha mãe acompanhar. Quando entraram no banheiro, fui ver meu pai. Acordei ele e falei: VOCÊ SE LEVANTA, PEGA SUAS COISAS E VAI PRA MERDA AGORA, NÃO QUEREMOS MAIS VER SUA CARA POR AQUI. ENTÃO CAI FORA E AGRADECE POR EU NÃO TE MATAR, PAI. Meu pai percebeu minha fúria e não disse uma palavra, levantou, se trocou e enquanto fazia isso joguei uma bolsa na cama e falei: BOTA TUAS COISAS AQUI, O QUE DEIXAR NUNCA MAIS VAI VER PORQUE AQUI VOCÊ NÃO ENTRA NUNCA MAIS. Fechei a porta do quarto e quando saí, Ana e minha mãe já tinham saído do banho. Levei elas pro meu quarto e dei o tempo necessário pra ele se mandar. Meia hora depois meu pai bateu na porta do meu quarto e eu gritei: VAI EMBORA DE UMA VEZ! Ouvimos o barulho da porta de casa e saímos. Minha mãe checou o quarto e ele tinha ido embora com as roupas e algumas coisas dele. Já era tarde, então decidimos dormir. Eu estava indo pra cama quando Anita me disse: OS TRÊS AQUI NÃO CABEM. Eu falei: CLARO QUE NÃO, SÓ CABEM NÓS DOIS. Minha mãe disse: SE VOCÊS QUISEREM, A GENTE TROCA DE QUARTO, GENTE. Ok, eu disse e fomos pro quarto dela. Anita, me vendo deitar, falou: COITADA, VAI DORMIR SOZINHA DEPOIS DE TUDO QUE ACONTECEU. AQUI SIM, CABEM OS TRÊS. Eu não queria saber de nada, mas ela insistiu tanto que me convenceu - no fim eram duas mulheres contra mim. Minha mãe logo já estava deitada e ficamos elas cada uma de um lado e eu no meio. Sabia que nada ia acontecer aquela noite e imaginei que, como já tinha sido comida pelo meu pai, Anita não queria mais sexo e esse foi o motivo de trazer minha mãe - assim ela escapava. Virei de lado encostado na Anita e logo minha pica cresceu, mesmo não querendo nada já que tinha minha mãe do lado, mas não consegui controlar. Anita me disse: NEM PENSE NISSO, BEBÊ, TÁ TUA MÃE AQUI.
M, não me use de desculpa, vou ao banheiro e pronto.
ANA, nem pensar, você fica aqui não!
Claro, você já teve sua porção, né?
ANA e você também, então é melhor dormir.
Tem razão, é isso que tento fazer.
ANA, seu corpo não tá dizendo isso não
Vou dar um gostoso pra você, Ana. Vou ao banheiro que tá tarde e aí a gente pode dormir.
ANA, nem pensar, já tive demais por hoje. Por que você não acalma ele, já que não teve nada?
Meeeeu, nãooooo
ANA, vai lá, se eu já sei o que aconteceu, além do mais, eu não sou como ele. Pra mim não tem problema nenhum, muito menos com você.
Então não te incomoda que eu transe com outra mulher e não com você?
ANA com outra mulher, sim! Mas com ela não, porque ela não vai me dar.
M, de jeito nenhum, fica tranquila
Tá bom então, fica registrado que você me rejeita
Virei e minha velha estava lá, acho que sabendo o que a esperava ou então já tinha ficado excitada com a permissão da Ana, já estava me esperando. Ela tinha virado de costas pra mim e tinha enfiado a bunda bem fundo na cama. Quando me virei, não pude evitar apoiar nela.
Mano, parece que não te saciaram, gata
Apertei meu pau contra a bunda dela e comecei a me mexer devagar enquanto minhas mãos iam para seus seios, tocando logo seus mamilos eretos. Fiz tudo bem suave, e de repente senti os seios da Anita nas minhas costas e sua boca brincando com minha orelha. Fiz o mesmo com minha mina, que respondeu com um suspiro seguido de um gemido suave e profundo. Minha mão desceu até sua buceta e confirmei que estava encharcada. Continuei esfregando sua bunda e brincando com seu mamilo, mas agora também introduzindo meu dedo em sua vagina, procurando seu clitóris para massageá-lo, o que a fez se contorcer de prazer, bem devagar. A cama já era um vulcão em erupção.
Tirei minha mão do seu seio e levantei sua camisola, deixando suas nádegas semidespidas, enquanto, como se adivinhando minha intenção, Anita abaixou minha cueca, acariciando meu pau e guiando-o até a bocetinha. Quando apoiei a cabeça na entrada, só precisei empurrar um pouco e já estava dentro. Anita disse: "ASSIM, MEU AMOR, ASSIM! COME ELA BEM, BABY! OUVE ELA GEMER, AMOR! COMO ME EXITA TE VER COMENDO MINHA GAROTA!" Minha mina só gemeu com minha cavalgada de colher, e Ana já estava se masturbando com os dedos. Virei ela e terminei de bruços, e pude ver como Anita ofereceu sua buceta para que ela chupasse bem fundo. Ela fez, e ali as vi excitadas como nunca, enquanto a comia suavemente. Não sei por que, mas isso me deixou a mil, e comecei a meter mais forte. Foi então que Ana me disse: "NÃO, MAIS DEVAGAR, AMOR! QUE BEM QUE SUA MINA MAMA! ESTÁ ME FAZENDO VOAR! DÁ PRA VER QUE ESSA PUTINHA TEM EXPERIÊNCIA, HEIN! SE VOCÊ VAI DEVAGAR, ELA SE ESFORÇA MAIS! ASSIM, PUTINHA, ASSIM! ENFIA A LINGUINHA!"
Diminuí o ritmo. Acho que Ana gozou pelo menos três vezes, e minha mina não parava de lamber. De repente, ela passou para a bunda dela, e isso fez Ana explodir de prazer: "COM ELA NÃO PRECISO DE MACHO! QUE PRAZER! QUE PUTINHA QUE ELA É! SIM, ASSIM, PUTINHA, ASSIM!" Não aguentei mais e me desesperei. Minha mina estava mostrando que era uma verdadeira puta, tão safada quanto a Mari ou mais. Cavalguei ela com tudo e ali liberei sua boca para começar a gemer. Eu disse... AGORA É A VEZ DA SUA BUNDA e ela respondeu: SIIIIIII, enfiei bem fundo e enquanto ela se contorcia, beijei a Anita com força enquanto brincava com os peitos dela. Não durou muito e eu enchi ela toda. Saí do cu dela e deixei as duas que, sentindo-se livres, se abraçaram e enquanto se beijavam, se acariciavam por todos os lados. Não havia mais palavras, meu pau estava mais duro que nunca, e quando a Anita ficou por cima eu disse: AGORA É A SUA VEZ. Ela não respondeu nada, abri suas nádegas, apoiei meu pau no buraquinho dela e enfiei de uma vez. A Ana SOLTOU UM GRITO DE DOR — "para, seu bruto!" — minha mina gritou. "Não tá vendo que acabaram de partir ela ao meio?" Isso me fez pirar de vez, aí eu percebi o quanto as duas eram putas. Meu pau não tinha forçado tanto a Ana, ela estava me mostrando que também estava com tesão. Penetrei ela com fúria e força, e muito em breve a bunda dela estava vermelha como nunca. A Ana não conseguia dizer nada, pois a boca da minha mina não deixava. Fiquei assim um bom tempo, era como um castigo pela traição dela. A Ana tinha a mão na buceta da minha mina e a dedava sem piedade, fazendo ela gozar.
Várias vezes, tudo era tesão, muito tesão mesmo e eu já estava exausto de verdade, senti vir um jato de porra, embora achei que não seria muito, e me deixei cair sobre a Anita enfiando bem fundo, ali fiquei paradinho enquanto ela recebia os jatos na sua bunda, senti o corpo dela tremer feito uma folha, a putinha tinha gozado feito uma cadela no cio, me levantei e fui pro banho, tomei um banho e quando voltei elas ainda estavam enroscadas uma na outra, fui pro meu quarto e dormi.
Quando cheguei em casa, meu velho já estava deitado, a Anita estava no quarto e a única que ainda estava acordada era minha mãe, me esperando.
M, vem cá, amor. Senta aqui, temos que conversar.
O que foi, gata?
Essa Ana é uma puta, filho.
Por que você diz isso?
Olha, filho, eu devia ficar quieta, mas não consigo, você é mais importante que qualquer um pra mim.
O que foi, já tá com ciúmes dela? É normal.
Que ciúmes o quê, tarado, escuta aqui com atenção, vou te contar o que aconteceu quando você foi pra casa dos seus pais.
O que foi?
Eu entrei no quarto dela para arrumar a roupa, fui tomar banho e quando saí seu pai não estava. Fui até o quarto e não o encontrei, então pensei no pior e não me enganei. Ele estava no seu quarto com a Ana, estava metendo nela com força. A vadia, como uma puta de verdade, gemeu baixinho e até ouvi ela dizer "PELO CU NÃO". Parece que ele não deu a mínima e arrombou ela do mesmo jeito. Não podia acreditar, mais uma vez me traindo na minha cara, o filho da puta, e ainda com a mulher do nosso filho. Seu pai não tem limites, amor. Ele sabe que eu sei porque me viu saindo do seu quarto. Ela não saiu em nenhum momento, então se você for até ela, vai perceber que estou falando a verdade só de tocar na buceta ou na bunda dela.
Mãe, não acredito que tenha sido assim, nós temos um relacionamento bem liberal, vou ser sincero, na noite que vocês deixaram a casa pra gente, foram quatro casais que estivemos e fizemos troca, isso foi uma experiência linda e tem outra coisa, se viemos pra cá é porque com os pais dela tá tudo errado, a mãe dela é mais puta que a porra e eu como ela toda hora e ainda por cima o pai dela adora ver como eu como ela e até me pede pra arrombar o cu dela, coisa que já fizemos muitas vezes e até fizemos uma festinha com o Juan, tudo isso por pedido da Anita. Essa noite mesmo eu comi os dois pra caralho, mas fiz só por pedido da Ana, nada mais. No velho eu dou rola na oficina no meio-dia quando ela vem trazer a comida, por isso mesmo não queríamos ficar lá, a gente tinha chegado num acordo, ninguém comeria ela se eu não permitisse, agora com o que você me conta esse acordo foi quebrado e não tem mais volta, agora vou falar com ela e vou pedir pra ela ir pra casa dos pais, não quero ver ela nunca mais, amo ela com a alma mas mentira e traição não dá pra aguentar, não sei se vou conseguir dormir mas o papai eu pego amanhã bem cedo e se não arrebento ele na porrada, ele que se foda. Desde já vou pra porra dessa casa, sinto muito por você, velha, mas ele não quero ver nunca mais.
Mano, fica tranquilo, primeiro conversa com ela, ela é muito menina. Se ela realmente te ama, ela mesma vai te contar. Talvez aquele filho da puta forçou e ela deixou rolar pra não complicar tudo, tô ligado no que tô falando, filho, mas tinha que te dizer. Se vocês têm um relacionamento tão aberto, tudo bem, mesmo que eu não goste muito, respeito. Mas como você mesmo disse, nada de fazer coisas escondidas, isso é traição, porque os dois concordaram com isso. Agora vai, entra no seu quarto e pensa bem no que vai fazer. Eu amanhã falo com seu pai. Essa eu não perdoo, não culpo tanto ela quanto ele, pelo menos um pouco de respeito por mim. Achei que ele tinha mudado, mas não muda nunca, então ele que siga o caminho dele e eu sigo o meu.
Fica tranquila, gata, vou falar com ele e tudo vai se resolver. Ele não é um cara ruim, e sinceramente não entendo: tendo uma mulher tão gostosa, ele se mete com a primeira que aparece.
Mana é muito mais nova, filho, é o desejo de todo homem de certa idade, mas ele não sabe se controlar e não mede as consequências. Se você larga ela, de quem é a culpa? Dela, em parte, mas a maior culpa é dele, porque não te respeitou nem como filho nem como homem.
Já sei, mãe, mas agora deixa assim, deixa eu falar com ele primeiro e depois você fala. Mas isso não se resolve só na conversa, cheguei no limite e não dá mais, igual com a Ana. Não acho que vou conseguir perdoar ela, tô muito magoado. Se ela tivesse me contado, seria diferente, mas assim não dá, mãe. E agora vai descansar tranquila, que eu resolvo isso aqui.
A porta do meu quarto se abriu e saiu a Anita. Quando nos viu, se aproximou, me olhou nos olhos, me agarrou e tentou me dar um beijo. Eu recusei e disse: TEMOS QUE CONVERSAR. Ela falou: ESTAVA TE ESPERANDO JUSTO PRA ISSO, amor. VAMOS PRO QUARTO. Eu disse que não, que seria melhor a gente resolver isso com a minha mãe também, pra esclarecer tudo de uma vez. O que aconteceu com o meu pai? Você transou com ele como a minha mãe falou?
ANA, sim, papi, é verdade, mas deixa eu te explicar, por favor
Não tem nada pra explicar, Ana, acabou. Se você tem que explicar algo pra alguém, é pra ela, não pra mim. Entre nós já não tem mais nada, você traiu a confiança. A gente conversou sobre ser liberais e consultar tudo, sobre não esconder nada nem fazer nada sem que o outro soubesse, e não foi assim. O primeiro que te apoia te come, no final você é uma puta qualquer. Agora explica pra minha mãe o que aconteceu e depois vai esquecendo de mim, não quero ser um corno que todo mundo zoa e ser o último a saber ou descobrir quando já passou tudo.
ANA não, papi, nãoooo, deixa eu te explicar, amor, eu estava te esperando para te contar, meu bem, não, me entende por favor, seu pai entrou no quarto e me pegou por trás, me abraçou e encostou o pau dele na minha bunda e disse NÃO FALA NADA, puta, NEM ABRE A BOCA, e começou a me apalpar, eu fiquei com muito medo, amor, e como uma idiota deixei ele fazer até que ele levantou minha saia e arrancou minha calcinha, sem me deixar mexer ele meteu até o fundo, ele tem um pau grande, filho da puta, doeu, mas doeu mais o jeito que ele fez, ele deu três bombadas e me encheu e depois quis fazer meu cuzinho, aí eu disse que não, mas ele insistiu muito, amor, eu consegui resistir, mas aí ele me jogou na cama e eu quis me virar, mas ele já estava em cima de mim e disse puta, VOCÊ NÃO ESCAPA, ENTÃO PARA DE FRESCURA, NA MINHA CASA EU QUE MANDO, e ele meteu, amor, ele me comeu o cu, meu bem, o que eu podia fazer? Me diz aí, eu não conheço ele, não sei se ele é violento ou não, se ia me bater se eu falasse alguma coisa, foi isso que aconteceu, eu pensava em te contar quando você chegasse, mas sua mãe me pegou de surpresa, eu não quero mais morar aqui, meu bem, mas por favor não me deixa assim agora.
Eu te entendo, e se esse te deixar, eu vou te apoiar. Se eu estivesse no seu lugar, teria feito a mesma coisa.
Claro que sim, amor
Abracei ela e dei um beijo, mandei ela tomar banho e pedi pra minha mãe acompanhar. Quando entraram no banheiro, fui ver meu pai. Acordei ele e falei: VOCÊ SE LEVANTA, PEGA SUAS COISAS E VAI PRA MERDA AGORA, NÃO QUEREMOS MAIS VER SUA CARA POR AQUI. ENTÃO CAI FORA E AGRADECE POR EU NÃO TE MATAR, PAI. Meu pai percebeu minha fúria e não disse uma palavra, levantou, se trocou e enquanto fazia isso joguei uma bolsa na cama e falei: BOTA TUAS COISAS AQUI, O QUE DEIXAR NUNCA MAIS VAI VER PORQUE AQUI VOCÊ NÃO ENTRA NUNCA MAIS. Fechei a porta do quarto e quando saí, Ana e minha mãe já tinham saído do banho. Levei elas pro meu quarto e dei o tempo necessário pra ele se mandar. Meia hora depois meu pai bateu na porta do meu quarto e eu gritei: VAI EMBORA DE UMA VEZ! Ouvimos o barulho da porta de casa e saímos. Minha mãe checou o quarto e ele tinha ido embora com as roupas e algumas coisas dele. Já era tarde, então decidimos dormir. Eu estava indo pra cama quando Anita me disse: OS TRÊS AQUI NÃO CABEM. Eu falei: CLARO QUE NÃO, SÓ CABEM NÓS DOIS. Minha mãe disse: SE VOCÊS QUISEREM, A GENTE TROCA DE QUARTO, GENTE. Ok, eu disse e fomos pro quarto dela. Anita, me vendo deitar, falou: COITADA, VAI DORMIR SOZINHA DEPOIS DE TUDO QUE ACONTECEU. AQUI SIM, CABEM OS TRÊS. Eu não queria saber de nada, mas ela insistiu tanto que me convenceu - no fim eram duas mulheres contra mim. Minha mãe logo já estava deitada e ficamos elas cada uma de um lado e eu no meio. Sabia que nada ia acontecer aquela noite e imaginei que, como já tinha sido comida pelo meu pai, Anita não queria mais sexo e esse foi o motivo de trazer minha mãe - assim ela escapava. Virei de lado encostado na Anita e logo minha pica cresceu, mesmo não querendo nada já que tinha minha mãe do lado, mas não consegui controlar. Anita me disse: NEM PENSE NISSO, BEBÊ, TÁ TUA MÃE AQUI.
M, não me use de desculpa, vou ao banheiro e pronto.
ANA, nem pensar, você fica aqui não!
Claro, você já teve sua porção, né?
ANA e você também, então é melhor dormir.
Tem razão, é isso que tento fazer.
ANA, seu corpo não tá dizendo isso não
Vou dar um gostoso pra você, Ana. Vou ao banheiro que tá tarde e aí a gente pode dormir.
ANA, nem pensar, já tive demais por hoje. Por que você não acalma ele, já que não teve nada?
Meeeeu, nãooooo
ANA, vai lá, se eu já sei o que aconteceu, além do mais, eu não sou como ele. Pra mim não tem problema nenhum, muito menos com você.
Então não te incomoda que eu transe com outra mulher e não com você?
ANA com outra mulher, sim! Mas com ela não, porque ela não vai me dar.
M, de jeito nenhum, fica tranquila
Tá bom então, fica registrado que você me rejeita
Virei e minha velha estava lá, acho que sabendo o que a esperava ou então já tinha ficado excitada com a permissão da Ana, já estava me esperando. Ela tinha virado de costas pra mim e tinha enfiado a bunda bem fundo na cama. Quando me virei, não pude evitar apoiar nela.
Mano, parece que não te saciaram, gata
Apertei meu pau contra a bunda dela e comecei a me mexer devagar enquanto minhas mãos iam para seus seios, tocando logo seus mamilos eretos. Fiz tudo bem suave, e de repente senti os seios da Anita nas minhas costas e sua boca brincando com minha orelha. Fiz o mesmo com minha mina, que respondeu com um suspiro seguido de um gemido suave e profundo. Minha mão desceu até sua buceta e confirmei que estava encharcada. Continuei esfregando sua bunda e brincando com seu mamilo, mas agora também introduzindo meu dedo em sua vagina, procurando seu clitóris para massageá-lo, o que a fez se contorcer de prazer, bem devagar. A cama já era um vulcão em erupção.
Tirei minha mão do seu seio e levantei sua camisola, deixando suas nádegas semidespidas, enquanto, como se adivinhando minha intenção, Anita abaixou minha cueca, acariciando meu pau e guiando-o até a bocetinha. Quando apoiei a cabeça na entrada, só precisei empurrar um pouco e já estava dentro. Anita disse: "ASSIM, MEU AMOR, ASSIM! COME ELA BEM, BABY! OUVE ELA GEMER, AMOR! COMO ME EXITA TE VER COMENDO MINHA GAROTA!" Minha mina só gemeu com minha cavalgada de colher, e Ana já estava se masturbando com os dedos. Virei ela e terminei de bruços, e pude ver como Anita ofereceu sua buceta para que ela chupasse bem fundo. Ela fez, e ali as vi excitadas como nunca, enquanto a comia suavemente. Não sei por que, mas isso me deixou a mil, e comecei a meter mais forte. Foi então que Ana me disse: "NÃO, MAIS DEVAGAR, AMOR! QUE BEM QUE SUA MINA MAMA! ESTÁ ME FAZENDO VOAR! DÁ PRA VER QUE ESSA PUTINHA TEM EXPERIÊNCIA, HEIN! SE VOCÊ VAI DEVAGAR, ELA SE ESFORÇA MAIS! ASSIM, PUTINHA, ASSIM! ENFIA A LINGUINHA!"
Diminuí o ritmo. Acho que Ana gozou pelo menos três vezes, e minha mina não parava de lamber. De repente, ela passou para a bunda dela, e isso fez Ana explodir de prazer: "COM ELA NÃO PRECISO DE MACHO! QUE PRAZER! QUE PUTINHA QUE ELA É! SIM, ASSIM, PUTINHA, ASSIM!" Não aguentei mais e me desesperei. Minha mina estava mostrando que era uma verdadeira puta, tão safada quanto a Mari ou mais. Cavalguei ela com tudo e ali liberei sua boca para começar a gemer. Eu disse... AGORA É A VEZ DA SUA BUNDA e ela respondeu: SIIIIIII, enfiei bem fundo e enquanto ela se contorcia, beijei a Anita com força enquanto brincava com os peitos dela. Não durou muito e eu enchi ela toda. Saí do cu dela e deixei as duas que, sentindo-se livres, se abraçaram e enquanto se beijavam, se acariciavam por todos os lados. Não havia mais palavras, meu pau estava mais duro que nunca, e quando a Anita ficou por cima eu disse: AGORA É A SUA VEZ. Ela não respondeu nada, abri suas nádegas, apoiei meu pau no buraquinho dela e enfiei de uma vez. A Ana SOLTOU UM GRITO DE DOR — "para, seu bruto!" — minha mina gritou. "Não tá vendo que acabaram de partir ela ao meio?" Isso me fez pirar de vez, aí eu percebi o quanto as duas eram putas. Meu pau não tinha forçado tanto a Ana, ela estava me mostrando que também estava com tesão. Penetrei ela com fúria e força, e muito em breve a bunda dela estava vermelha como nunca. A Ana não conseguia dizer nada, pois a boca da minha mina não deixava. Fiquei assim um bom tempo, era como um castigo pela traição dela. A Ana tinha a mão na buceta da minha mina e a dedava sem piedade, fazendo ela gozar.
Várias vezes, tudo era tesão, muito tesão mesmo e eu já estava exausto de verdade, senti vir um jato de porra, embora achei que não seria muito, e me deixei cair sobre a Anita enfiando bem fundo, ali fiquei paradinho enquanto ela recebia os jatos na sua bunda, senti o corpo dela tremer feito uma folha, a putinha tinha gozado feito uma cadela no cio, me levantei e fui pro banho, tomei um banho e quando voltei elas ainda estavam enroscadas uma na outra, fui pro meu quarto e dormi.
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