Amigos,
Aqui vou contar o que rolou nesse fim de semana. Faz tempo que não posto nada, porque as coisas tinham acalmado com a minha mulher, mas olha só o que aconteceu nesse fim de semana!!
Fomos convidados pra um casamento durante o dia, lá pros lados de Pilar. Era gente do trabalho, mas mesmo assim começou a rolar muita bebida. Casamento de dia não é muito minha praia, porque a putaria fica mais escondida à noite, mas beleza, estávamos lá e bebendo cada vez mais.
De repente, comecei a ver minha mulher bem bêbada e começando a zoar: nada sério, mas vocês sabem, pedir cigarro pra uns caras se fazendo de putinha, dando corda pra eles rirem, etc. Não me incomodava, embora eu me sentisse um pouco o corno manso do lado, mas não era nada grave.
Aí ela se enganchou num cara pra conversar um pouco, risadinhas, mas nada além.
Depois disso, o casório seguiu normal, e já de noite, decidimos vazar.
Como estávamos meio altos, minha mulher sugeriu irmos pro Sheraton de Pilar, e de quebra transar loucamente (poucas vezes a vi tão tarada). Na real, eu queria ir pra casa, mas beleza, fiz a vontade dela.
Bom, quando estávamos indo pro carro, aparece o cara do cigarro e pede se a gente podia dar uma carona. Aí, sem pensar, minha mulher fala "claro! vem!".
Já no caminho, vi ela toda feliz e excitada... ela fala "a gente ia primeiro pro Sheraton, quer ir tomar um drink com a gente?".
O cara aceita...
Descemos e minha mulher me manda "vai reservar um quarto enquanto a gente pede algo no bar".
Enfim, a burocracia demora, e quando chego no bar, vejo os dois bebendo, meio juntinhos... mas nada estranho.
Me junto e minha mulher fala: "isso é muito desconfortável, que tal a gente tomar algo no quarto mesmo?"
Aí eu já sabia que ela tava afim do cara, mas me fiz de besta.
Subimos e abrimos uma garrafinha de champanhe que tinha, deu pra um pouquinho cada um, passando a garrafa. Mas não tínhamos mais vontade de beber, estávamos mortos...
De repente, me jogo na cama, e o cara fala "bom, vou indo, vou pedir um remise", tudo Bem", minha mulher fala pra ele, "fica pra dormir, tem um divã ali, você não vai embora agora".
Eu não entendia nada... com o cara ali, o que a gente ia fazer!
O cara se manda pro divã e ela deita do meu lado. Tira o vestido, e de calcinha e sutiã entra na cama e fala pro cara "você não olha" com uma risadinha.
Eu via o cara de pau duro, mas disfarçava como podia, e ele foi pro divã. Era de dois lugares e ele não cabia direito. Aí minha mulher fala "coitado, vem pra cá que tem espaço". O cara me olha, como se buscasse aprovação, e eu, sob pressão, falo "bom, se quiser, sem problema".
Ele deita e minha mulher fica no meio.
Apagamos as luzes, menos a do banheiro que dava um pouco de claridade.
Era estranho pra caralho e no começo ninguém fazia nada.
Eu comecei a virar de um lado pro outro e quase dormi, até que comecei a ouvir uns barulhos da minha mulher.
Eram tipo gemidos abafados. Eu fingi que tava dormindo e comecei a espiar, e vi que o cara tava tocando ela por baixo dos lençóis.
Verdade, fiquei com um tesão do caralho.
Deixei eles assim por um tempo, e dava pra ver que não aguentavam mais.
De repente, minha mulher começa a me sacudir e pergunta se eu podia dar "uns beijinhos" no convidado.
Eu, fingindo que tava dormindo, falei "faz o que quiser".
Aí ela vira e vai direto chupar a pica dele.
Tava tipo desenfreada.
Tava um calor do cacete no quarto, muita energia rolando.
O cara depois de um tempo começa a chupar ela.
E aí, de repente, eu levanto e começo a olhar. O cara fica duro, mas eu pisco o olho, tipo "pode continuar". Aí ele fala que não tem camisinha. E minha mulher me manda buscar como se eu fosse a empregada dela!!!!
Não consegui falar não...
Vou e tento voltar rápido.
Quando entro, vejo que o cara tava chupando o cu dela gostoso.
Aí ele fala: "por favor, me dá as camisinhas que não aguento mais, amigo".
Ele coloca a camisinha e começa a meter. Forte. O cara devia ter uns 22 anos (minha mulher 40).
Depois de um tempo, coloca ela de quatro e Pergunta se ela quer a porra, e ela diz que sim. Ele fala pra ela pedir, e ela começa a implorar pela porra dele... aí o cara tira a camisinha e enche a boca dela. Minha mulher depois cospe no pau dele, que ainda tá duro. Eu ali me masturbo e gozo.
Depois a gente se joga na cama, mas o cara fala que é melhor ir embora, que achou tudo muito estranho e não queria confusão...
Minha mulher fala pra ele ficar, que tá tudo bem, mas o cara tava tipo num ataque de pânico e vaza.
A gente fica se olhando e começa a foder mal pra caralho.
A puta da minha mulher queria me dar um beijo na boca e eu virava a cara (ainda tava com porra pendurada).
No final eu gozo.
Ela sussurra no meu ouvido que ficou com vontade de dar o cu pra ele.
Quando ela dorme, até uma punheta eu bati. Fiquei maluco de tesão.
Foi algo MUITO louco, depois fiquei noiado de que o cara fosse dedurar e espalhar entre os conhecidos... mas com certeza eu não ia ficar sabendo!
O que acham? Fiz merda em deixar ele ir?
Abraços!
Aqui vou contar o que rolou nesse fim de semana. Faz tempo que não posto nada, porque as coisas tinham acalmado com a minha mulher, mas olha só o que aconteceu nesse fim de semana!!
Fomos convidados pra um casamento durante o dia, lá pros lados de Pilar. Era gente do trabalho, mas mesmo assim começou a rolar muita bebida. Casamento de dia não é muito minha praia, porque a putaria fica mais escondida à noite, mas beleza, estávamos lá e bebendo cada vez mais.
De repente, comecei a ver minha mulher bem bêbada e começando a zoar: nada sério, mas vocês sabem, pedir cigarro pra uns caras se fazendo de putinha, dando corda pra eles rirem, etc. Não me incomodava, embora eu me sentisse um pouco o corno manso do lado, mas não era nada grave.
Aí ela se enganchou num cara pra conversar um pouco, risadinhas, mas nada além.
Depois disso, o casório seguiu normal, e já de noite, decidimos vazar.
Como estávamos meio altos, minha mulher sugeriu irmos pro Sheraton de Pilar, e de quebra transar loucamente (poucas vezes a vi tão tarada). Na real, eu queria ir pra casa, mas beleza, fiz a vontade dela.
Bom, quando estávamos indo pro carro, aparece o cara do cigarro e pede se a gente podia dar uma carona. Aí, sem pensar, minha mulher fala "claro! vem!".
Já no caminho, vi ela toda feliz e excitada... ela fala "a gente ia primeiro pro Sheraton, quer ir tomar um drink com a gente?".
O cara aceita...
Descemos e minha mulher me manda "vai reservar um quarto enquanto a gente pede algo no bar".
Enfim, a burocracia demora, e quando chego no bar, vejo os dois bebendo, meio juntinhos... mas nada estranho.
Me junto e minha mulher fala: "isso é muito desconfortável, que tal a gente tomar algo no quarto mesmo?"
Aí eu já sabia que ela tava afim do cara, mas me fiz de besta.
Subimos e abrimos uma garrafinha de champanhe que tinha, deu pra um pouquinho cada um, passando a garrafa. Mas não tínhamos mais vontade de beber, estávamos mortos...
De repente, me jogo na cama, e o cara fala "bom, vou indo, vou pedir um remise", tudo Bem", minha mulher fala pra ele, "fica pra dormir, tem um divã ali, você não vai embora agora".
Eu não entendia nada... com o cara ali, o que a gente ia fazer!
O cara se manda pro divã e ela deita do meu lado. Tira o vestido, e de calcinha e sutiã entra na cama e fala pro cara "você não olha" com uma risadinha.
Eu via o cara de pau duro, mas disfarçava como podia, e ele foi pro divã. Era de dois lugares e ele não cabia direito. Aí minha mulher fala "coitado, vem pra cá que tem espaço". O cara me olha, como se buscasse aprovação, e eu, sob pressão, falo "bom, se quiser, sem problema".
Ele deita e minha mulher fica no meio.
Apagamos as luzes, menos a do banheiro que dava um pouco de claridade.
Era estranho pra caralho e no começo ninguém fazia nada.
Eu comecei a virar de um lado pro outro e quase dormi, até que comecei a ouvir uns barulhos da minha mulher.
Eram tipo gemidos abafados. Eu fingi que tava dormindo e comecei a espiar, e vi que o cara tava tocando ela por baixo dos lençóis.
Verdade, fiquei com um tesão do caralho.
Deixei eles assim por um tempo, e dava pra ver que não aguentavam mais.
De repente, minha mulher começa a me sacudir e pergunta se eu podia dar "uns beijinhos" no convidado.
Eu, fingindo que tava dormindo, falei "faz o que quiser".
Aí ela vira e vai direto chupar a pica dele.
Tava tipo desenfreada.
Tava um calor do cacete no quarto, muita energia rolando.
O cara depois de um tempo começa a chupar ela.
E aí, de repente, eu levanto e começo a olhar. O cara fica duro, mas eu pisco o olho, tipo "pode continuar". Aí ele fala que não tem camisinha. E minha mulher me manda buscar como se eu fosse a empregada dela!!!!
Não consegui falar não...
Vou e tento voltar rápido.
Quando entro, vejo que o cara tava chupando o cu dela gostoso.
Aí ele fala: "por favor, me dá as camisinhas que não aguento mais, amigo".
Ele coloca a camisinha e começa a meter. Forte. O cara devia ter uns 22 anos (minha mulher 40).
Depois de um tempo, coloca ela de quatro e Pergunta se ela quer a porra, e ela diz que sim. Ele fala pra ela pedir, e ela começa a implorar pela porra dele... aí o cara tira a camisinha e enche a boca dela. Minha mulher depois cospe no pau dele, que ainda tá duro. Eu ali me masturbo e gozo.
Depois a gente se joga na cama, mas o cara fala que é melhor ir embora, que achou tudo muito estranho e não queria confusão...
Minha mulher fala pra ele ficar, que tá tudo bem, mas o cara tava tipo num ataque de pânico e vaza.
A gente fica se olhando e começa a foder mal pra caralho.
A puta da minha mulher queria me dar um beijo na boca e eu virava a cara (ainda tava com porra pendurada).
No final eu gozo.
Ela sussurra no meu ouvido que ficou com vontade de dar o cu pra ele.
Quando ela dorme, até uma punheta eu bati. Fiquei maluco de tesão.
Foi algo MUITO louco, depois fiquei noiado de que o cara fosse dedurar e espalhar entre os conhecidos... mas com certeza eu não ia ficar sabendo!
O que acham? Fiz merda em deixar ele ir?
Abraços!
7 comentários - Minha esposa putíssima
y si el flaco bate algo, bueno, ya tenes mas carne para seguir emputeciendo a tu mujer. Disfrute los cuernos que quedan divinos.