O dono do telefone - editado e reenviado

O SENHOR DO TELEFONE(Fui infiel e paguei muito caro por isso)

Sou psicóloga, tenho 33 anos, sou casada e tenho dois filhos lindos. Isso que vou contar aconteceu há uns 2 anos. Cometi o pior erro que alguém pode cometer na minha profissão: transei com um paciente.

Não sei se foi porque estava passando por uma fase estranha ou se o garoto me conquistou, mas o fato é que no meu consultório eu transei com ele. Foi aí que começou tudo o que vou contar.

3 semanas depois do ocorrido, tentando esquecer a cagada que fiz, estava em casa preparando o jantar. Meu marido ainda não tinha chegado e os meninos estavam no quarto vendo TV. Eu estava na cozinha quando meu celular tocou. Era um número desconhecido, mas atendi, caso fosse alguma emergência.Boa noite… Dra. Montes?-Se ela fala, quem é?-Doutora, fala alguém que sabe o que aconteceu com Bruno, seu paciente.— Ah… desculpa… não entendi do que você tá falando… quem é você?

— Vamos, doutora, não se faça de sonsa, tenho umas fotos e até um vídeo daquela sessão de sexo que você teve no seu consultório.

— Não… não, o senhor está enganado, boa noite.

— Não desliga, doutora, não é do seu interesse, porque essas fotos podem cair nas mãos do seu marido e acho que você não vai gostar da ideia, né?

— O que você quer???

— Calma, liguei só pra te avisar, nada mais. Amanhã eu ligo de volta pra gente conversar direito sobre como resolver esse assunto. Além disso, não é um bom momento, né? Digo, seu marido deve estar chegando… boa noite, doutora.
Me deixou gelada, sem saber o que fazer, muda, sem reação. Quem mais poderia saber disso, além do Bruno, e ele não estava em posição de me fazer isso (também era casado). Fiquei pensando, tentei disfarçar minha preocupação durante o jantar, não dormi a noite inteira pensando no que aconteceria se meu marido descobrisse isso, nos meninos, na confusão que causaria na família, mas no fim não tinha outra opção a não ser esperar a próxima ligação.

No outro dia, levantei, levei os meninos pra escola, voltei pra casa, arrumei tudo e me troquei pra ir trabalhar no consultório. Geralmente chego por volta do meio-dia e preparo as anotações sobre os pacientes que tenho que atender naquele dia. Lá pelas 12h30, meu celular tocou de novo com número desconhecido e atendi:Bom dia, Doutora. Como vai?- Poderia me dizer quem está falando, por favor?

- Pra você, vou me chamar de senhor do telefone. Me diga, pensou no que eu falei ontem à noite?

- Sim, pensei. Quanto você quer?

- Pelo telefone não, doutora, não fica bem. Anota esse endereço e a gente se encontra pra conversar: Paseo Colón 642, 5º andar, Sala 3.

- OK, então a que horas?

- 15h30, te espero nesse horário... ah... e traz 200 paus.

- OK, combinado então.

- Fechado, doutora. Até mais.
Bom, pensei: ela tá pedindo grana, mas quem sabe conversando eu resolvo. 200? Uma pechincha.

Olhei na agenda e tinha dois pacientes pra atender, liguei pra eles e remaquei a sessão pra outro dia. Fiquei esperando até chegar a hora e parti pro endereço que ela me deu. Enquanto ia de táxi, pensava: "Ela me chamou num escritório, às 15h30, tá suave, não corro perigo porque nesse horário tem gente trabalhando." Vou resolver isso sem maior problema, com certeza ela percebeu a situação e não quer me foder.

Esse era meu pensamento, nada mais distante do que ia rolar.

Cheguei no lugar, um prédio mais ou menos velho. Entrei, peguei o elevador, subi pro 5º andar e, oh surpresa, eram salas vazias. Procurei a sala 3 e tava fechada, tinha luz mas ninguém atendia. Aí, vendo o cenário, voltei pro elevador pra descer e perguntar pro porteiro do prédio, mas o celular tocou de novo.Chegou, Dra.?- Sim, mas aqui não tem ninguém, esse lugar é solitário pra caralho, melhor eu vazar e a gente faz outro dia, tchau.

- Não, Doutora, as coisas não funcionam assim, me escuta direito ou então você já sabe o que pode rolar.

- Não me ameace, senhor, porque eu chamo a polícia, entendeu?
-Sabe, Doutora, eu cansei. Tento ser educado, mas não dá pra lidar com você. A parada é simples: obedece ou seu marido descobre.- Não me ameace mais com meu marido, você não conhece ele.Naquele momento eu não respondi, mas ele começou a me passar o número do celular, o endereço do trabalho, o telefone e até o ramal…….e aí eu calei a boca.— O que a gente faz, Doutora? A senhora vai me obedecer ou eu ligo pro seu marido? — falou com uma voz de raiva.

— Tá bom, tá bom, me diz o que eu faço.

— Muito bem, assim que eu gosto. O plástico da campainha do escritório tá solto, mexe nele que você vai achar a chave. Quando entrar, tranca a porta.

— OK.
Foi assim que fiz: verifiquei a campainha, achei a chave, abri, entrei e tranquei a porta como ela tinha mandado. Quando entrei, o escritório tava vazio, meio sujo, só tinha uma mesa sozinha e, em cima dela, um notebook e um envelope escrito "Dra. Montes". Me aproximei e no notebook tinha uma imagem minha com o Bruno. Apertei o play e, de fato, tava gravada a nossa sessão de sexo. Olhei no envelope e tinha fotos da mesma coisa. Ela tinha material daquele encontro. Depois continuei fuçando no escritório, abri uma porta que dava numa espécie de quartinho e dentro tinha uma caixa média. Nessa hora, o telefone tocou de novo:- Viu que não tava mentindo, Doutora, aqui estão as provas
- Tá bom, vou deixar o dinheiro e levar o CD e as fotos, é que tô com pressa
- Nada disso, Doutora, me surpreende a senhora achar que é tão fácil assim, essas são cópias, Doutora, isso não acaba aqui.
- Olha, eu trouxe o dinheiro, não sei mais o que quer
- Chega, cansei de falar bonito, acabou, a parada é a seguinte, sua puta, você traiu seu marido, não pensou nem nele nem nos seus filhos quando tava chupando a pica do Bruno, então agora vai ter que pagar… por ser puta.
- Mas…
- Sem mas, sua puta, obedece ou dá tchau pra sua família e pra sua carreira, porque você não exerce mais, entendeu??
- Tá bom………
Eu tava encurralada, sem saída, então não tinha outra opção a não ser obedecer.Vai pro quartinho que tem uma caixa com umas paradas pra você, vai lá.Voltei pro quarto, abri a caixa e vi o que tinha dentro: um par de meia-calça preta rendada, uma tanga preta, algemas, uma mordaça com bola, um colar preto, uma venda, um consolo bem grandinho, gel lubrificante e um envelope com um nome: Suárez.

Ai, meu Deus, no que foi que me meti. Peguei o telefone de novo e perguntei:- Mas pra quê isso?
- Quero que você vista essa roupa, coloca as meias, a calcinha fio dental e o colar, se apressa, sem desculpas, vai logo.
Vendo que não tinha saída, comecei a me despir e a vestir aquela roupa. Fiquei então com as meias, a tanga, o colar e meu sutiã. Ele me chamou de novo e disse:- Em 10 minutos vão bater na porta do escritório. Quero que você abra vestida assim e faça o homem entrar, com um sorriso, claro, e vai dar a ele o envelope que está na caixa com o nome Suárez, combinado?

- Sim (já com a voz trêmula só de pensar que teria que ver um homem que não conhecia naquela roupa, que esse homem ia pensar)

- Mais uma coisa, putinha. Tudo o que ele te perguntar, você diz que sim, nada de "mas". E quando ele estiver indo embora, você segura ele na porta e pede, por favor, pra deixar você chupar a pica dele.



Não sabia o que responder, tava muda, gelada e a única coisa que saiu foi um sim com a voz bem baixinha.

- Não esquece de nada, porque eu vou ficar de olho em tudo, ok? Tchau.Espera aqueles minutos eternos até que a campainha tocou. Já entregue, abri a porta e pensei comigo mesma.que seja o que Deus quiserAbri a porta e tinha um homem, um pouco mais alto que eu, forte, barrigudo, grisalho, moreno. Ele entrou e não pude evitar ver a cara dele ao me ver assim.- Upa, que recepçãoEu sorria e mal podia esperar pra ela ir embora.- Sorriso lindo, pernas lindas, uma bunda gostosa, tu é promoter?

- Sim senhor (lembrando do que o senhor do telefone me disse)

- Que buceta gostosa que você é!!!

- Ehhh, tenho um envelope pra você, me espera?
Fui pegar o envelope e entreguei pra ele, ele abriu, leu o papel e encarou a porta, então eu o chamei:- Espera, espera, por favor… posso te pedir um favor?
- Se você me disser- Posso chupar sua pica?
- Como? Repete, por favor.

- Posso chupar sua pica?
- Mas é claro!!Já estava entregue, perdida, sem saída nenhuma, então respirei fundo e continuei.- Beleza, tá bom aqui? (apontando pro meio do escritório) - Não, vamos pra aquele canto, fica de cócoras e se apoia no cantinhoMe agachei naquele canto, ele chegou perto e me disse- Abre minha braguilha, tira ele e coloca na sua boca. - Sim, senhor.Tinha uma piroca grossa, com cheiro de saco, mas não tive escolha a não ser obedecer, então fiz o que ele pediu.- Começa a chupar, puta, vai, chupa
- Sim, senhor, assim?
- Sim, vai, continua
Assim ela me deixou por um tempo até que agarrou minha cabeça e começou a foder minha boca, primeiro devagar e depois mais rápido, fazendo com que eu engasgasse, cuspindo saliva e babando toda a pica dela.- Olha pra mim, puta, olha e chupa essa buceta.

- Sim, senhor.Naquele momento meu celular tocou, atendi e era de novo o senhor do telefone.— Sua putinha gostosa, você não faz ideia da cara de puta barata que tem nessa posição e chupando. Agora levanta e dá os 200 reais.

- BomE aí eu fiz isso, parei, fui até minha carteira, tirei a grana e dei pra ele, pensando que ali acabava a história, mas não foi assim. Ele olhou pra grana, me olhou e disse:- Bom, isso é melhor do que eu esperava. Tira a roupa, toda a roupa, vai.Olhei sem entender nada, mas ela veio pra cima de mim e disse:Vai, vagabunda, tira tudo, vai se dar malMe despi nua na hora por medo de levar uma surra ou coisa pior. Me colocou contra a mesa e enfiou a pica, começou a me comer ali mesmo.

Me bombou sem parar, tampava minha boca e metia com gosto, e aí, já sem vergonha, tenho que admitir que fiquei excitada, queria mais, ele tava me comendo igual um animal, e eu tava adorando. Quando ia gozar, tirou a pica, me fez ajoelhar e jorrou o leite na minha boca.

Fiquei toda suada, ofegante, descabelada, com tesão e a boca escorrendo porra.
— Putinha do caralho, você se mostrou mesmo. Agora tenho que te preparar pro melhor.Aí já me perdi completamente, mas não tava nem aí, fiquei com tesão e queria mais, o medo já tinha sido superado pela excitação. Ele me levou pro quartinho, colocou a mordaça com a bola na minha boca, vendeu meus olhos, algemou minhas mãos pra trás e me fez ajoelhar no chão. Começou a passar gel no meu cu, sentia o líquido frio e os dedos dele empurrando até dilatar minha buceta, e na sequência, enfiou o consolo.- Aaaaaaah!!!!! - Não reclama, puta, se você gosta dissoMe deixou no chão, de olhos vendados, com a mordaça, as algemas e o vibrador no cu. Senti ele se afastar e sair do escritório.

Fiquei ali, esperando sei lá o quê, mas pensando na surra de buceta que o Suárez tinha me dado.

Poucos minutos depois, senti alguém entrar, ouvi os passos se aproximando do quartinho onde eu estava. Parou e disse:
- Reputaresultaste Dra., reputa, você se divertiu, né?Ela começou a andar ao meu redor, e eu ouvi o som da câmera fotográfica.- Lindas fotinhas temos hein, esposada, pelada, amordaçada, vendada e um consolo no cu, tipo, a imagem do que você é, uma puta de respeito.Eu me levanto, ele me puxa pelos cabelos, me leva até a mesa, me faz apoiar o corpo nela e abrir as pernas. Ele tira o consolo e, sem dizer uma palavra, enfia a pica no meu cu. Começou a me comer igual o Suárez, na brutalidade, sem parar, batia na minha bunda e me bombava sem dó. Eu sentia que o cu ia explodir, mas não podia falar nada, só saíam gemidos de prazer. Ele me bombou, me bombou até a hora de gozar, tirou a pica, colocou na minha cara, tirou a mordaça e meteu a pica inteira até as bolas na minha boca, gozou e mandou eu engolir tudo.- Dra. Montes, tão séria que a senhora parece quando anda, quando fala, nos seus gestos... kkkk kkkk... e olha como está agora, nua, com a buceta bem aberta, dilatada, suada, com porra na boca, uma verdadeira puta.

- Você é um filho da puta... um filho da puta.

- Sim, e o melhor é que isso tá só começando. Agora vou embora, vou deixar as chaves das algemas na sua mão pra você se soltar, depois faz o que quiser, por hoje terminamos. Mas fica de olho no celular, puta, porque outra jornada como essa te espera... kkkk... tchau, puta.
Senti que ele tava indo embora, até que fechou a porta e foi. Me soltei das algemas, tirei a venda e me vi... não conseguia acreditar, tava toda bagunçada, dois caras que eu nem conhecia tinham me pegado e ainda por cima... eu tinha gostado. Me limpei, troquei de roupa, deixei tudo na caixa, vesti minha roupa e quando ia sair, vi que o notebook tava em cima da mesa. Cheguei perto, apertei o play e vi tudo que tinha feito naquela tarde, desde que o Suárez chegou até o momento que o cara do telefone foi embora.

Voltei pra casa, tomei banho, esperei o ônibus com os moleques que vinham da escola, fomos pra casa, preparei o jantar e depois, exausta, fui dormir. Com a cabeça no travesseiro, pensava e lembrava de tudo que tinha rolado, como foi que do medo eu passei pro prazer... e acabei curtindo... e dormi.

Esse foi o começo das 3 sessões que eu tinha que passar pra pagar minha infidelidade... então a única coisa que eu podia fazer era esperar a próxima ligação do cara do telefone.

4 comentários - O dono do telefone - editado e reenviado

Del temor al placer que tremenda historia
Chasmat +1
Se me paro la verga me gustaría ver tus fotos