O SENHOR DO TELEFONE(Traí e paguei bem caro por isso)
Sou psicóloga, tenho 33 anos, sou casada e tenho dois filhos lindos. Isso que vou contar aconteceu há uns 2 anos. Cometi o pior erro que alguém pode cometer na minha profissão: transei com um paciente.
Não sei se foi porque estava passando por uma fase estranha ou se o cara me conquistou, mas o fato é que no meu consultório eu transei com ele. Foi aí que começou tudo o que vou contar.
3 semanas depois do ocorrido, tentando esquecer a cagada que fiz, eu estava em casa preparando o jantar. Meu marido ainda não tinha chegado e os meninos estavam no quarto vendo TV. Eu estava na cozinha quando o celular tocou. Era um número desconhecido, mas atendi, caso fosse alguma emergência.
-Boa noite… Dra. Montes?-Se ela fala, quem é?-Doutora, fala alguém que sabe o que aconteceu com Bruno, seu paciente.— Ah… desculpa… não entendi do que você tá falando… quem é você?
— Vamos, doutora, não se faça de sonsa, tenho umas fotos e até um vídeo daquela sessão de sexo que você teve no seu consultório.
— Não… não, o senhor está enganado, boa noite.
— Não desliga, doutora, não é do seu interesse, porque essas fotos podem cair nas mãos do seu marido e acho que você não vai gostar da ideia, né?
— O que você quer???
— Calma, te liguei só pra avisar, nada mais. Amanhã te ligo de volta pra gente conversar direitinho sobre como resolver essa parada. Além do mais, não é um bom momento, né? Digo, seu marido deve estar chegando… boa noite, doutora.Me deixou gelada, sem saber o que fazer, muda, sem reação. Quem mais poderia saber disso além do Bruno, e ele não estava em posição de me fazer isso (também era casado). Fiquei pensando, tentei disfarçar minha preocupação durante o jantar, não dormi a noite inteira pensando no que aconteceria se meu marido descobrisse isso, nos meninos, na confusão que causaria na família, mas no fim não tinha outra opção a não ser esperar a próxima ligação.
No outro dia, levantei, levei os meninos pra escola, voltei pra casa, arrumei tudo e me troquei pra ir trabalhar no consultório. Geralmente chego lá por umas 12h e preparo as anotações sobre os pacientes que tenho que atender naquele dia. Lá pelas 12h30, meu celular tocou de novo com número desconhecido e atendi:Bom dia, Doutora. Como vai?— Poderia me dizer quem está falando, por favor?
— Pra você, vou me chamar de senhor do telefone. Me diga, pensou no que eu falei ontem à noite?
— Sim, pensei. Quanto você quer?
— Pelo telefone não, doutora, não fica bem. Anota esse endereço que a gente se encontra pra conversar: Paseo Colón 642, 5º andar, Sala 3.
— OK, então a que horas?
— 15h30, te espero nesse horário… ah… e traz 200 paus.
— OK, combinado então.
— Fechado, doutora. Até mais.Bom, pensei: ela tá pedindo grana, mas quem sabe conversando eu resolvo isso. 200? Foi pechincha.
Olhei minha agenda e tinha 2 pacientes pra atender, liguei pra eles e adiei a sessão pra outro dia. Fiquei esperando até chegar a hora e fui pro endereço que ela me deu. Enquanto ia de táxi, pensava: "Ela me chamou num escritório, às 15h30, tá de boa, não corro perigo porque nessa hora tem gente trabalhando." Vou resolver isso sem maior problema, com certeza ela percebeu a situação e não quer me foder.
Esse era meu pensamento, nada mais longe do que ia rolar.
Cheguei no lugar, um prédio mais ou menos velho. Entrei, peguei o elevador, subi pro 5º andar e, oh surpresa, eram salas vazias. Procurei a sala 3 e tava fechada, tinha luz mas ninguém atendia. Aí, vendo o cenário, virei de volta pro elevador pra descer e perguntar pro porteiro do prédio, mas o celular tocou de novo.Chegou, Dra.?- Sim, mas aqui não tem ninguém, esse lugar é solitário pra caralho, melhor eu vazar e a gente faz outro dia, tchau.
- Não, Doutora, não é assim que funciona, me escuta direito ou então você já sabe o que pode rolar.
- Não me ameaça, senhor, porque eu chamo a polícia, entendeu?-Sabe, Doutora, cansei. Tento ser educado, mas não dá pra lidar com a senhora. A parada é simples: obedece ou seu marido descobre.- Não me ameace mais com meu marido, você não conhece ele.Nesse momento eu não respondo, mas ele começou a me passar o número do celular, o endereço do trabalho, o telefone e até o ramal…….aí eu calei a boca.- O que a gente faz, Doutora? A senhora vai me obedecer ou eu chamo seu marido? — ele disse com a voz irritada.
- Tá bom, tá bom, me fala o que eu faço.
- Muito bem, assim que eu gosto. O plástico da campainha do escritório tá solto, mexe nele que você vai achar a chave. Quando entrar, tranca a porta.
- OK.Fiz assim: verifiquei a campainha, achei a chave, abri, entrei e tranquei a porta como ela tinha mandado. Quando entrei, a sala tava vazia, meio suja, só tinha uma mesa sozinha e, em cima dela, um notebook e um envelope escrito "Dra. Montes". Cheguei perto e no notebook tinha uma imagem minha com o Bruno. Apertei o play e, de fato, tava gravada a nossa sessão de sexo. Olhei no envelope e tinha fotos da mesma coisa. Ela tinha material daquele encontro. Depois continuei fuçando na sala, abri uma porta que dava pra uma espécie de quartinho e dentro tinha uma caixa média. Nessa hora, o telefone tocou de novo:- Viu que não tava mentindo, Doutora? Aqui estão as provas.
- Tá bom, vou deixar o dinheiro e levar o CD e as fotos, é que tô com pressa.
- Não, Doutora, me surpreende a senhora achar que é tão fácil assim. Essas são cópias, Doutora, isso não acaba aqui.
- Olha, eu trouxe o dinheiro, não sei mais o que quer.
- Chega, cansei de falar bonito com você, acabou. A parada é a seguinte, sua puta: você traiu seu marido, não pensou nem nele nem nos seus filhos quando tava chupando a pica do Bruno, então agora vai ter que pagar... por ser uma puta.
- Mas...
- Sem mas, sua puta. Obedece ou dá tchau pra sua família e pra sua carreira, porque você não exerce mais, entendeu?
- Tá bom...Eu tava encurralada, sem saída, então não tinha outra opção a não ser obedecer.- Vai pro quartinho que tem uma caixa com umas paradas pra você, vai láVoltei pro quarto, abri a caixa e vi o que tinha dentro: um par de meia-calça preta, uma calcinha fio dental preta, algemas, uma mordaça com uma bola, um colar preto, uma venda, um consolo bem grandão, gel lubrificante e um envelope com um nome: Suárez.
Nossa, meu Deus, onde é que eu fui me meter. Peguei o telefone de novo e perguntei:- Mas pra que é isso?
- Quero que você vista essa roupa, coloca as meias, a calcinha fio dental e o colar, se apressa, sem desculpas, vai logo.Vendo que não tinha saída, comecei a me despir e a vestir aquela roupa. Fiquei então com as meias, a tanga, o colar e meu sutiã. Ele me chamou de novo e disse:- Em 10 minutos vão bater na porta do escritório, quero que você abra assim vestida e faça o homem entrar, com um sorriso, claro, e vai dar a ele o envelope que está na caixa com o nome Suárez, combinado?
- Sim (já com a voz embargada só de pensar que teria que ver um homem que não conhecia naquela roupa, que esse homem ia pensar)
- Mais uma coisa, putinha, pra tudo que ele te perguntar você diz que sim, nada de "mas", e quando ele estiver indo embora, você segura ele na porta e pede por favor pra deixar você chupar o pau dele.
Não sabia o que responder, tava muda, gelada e a única coisa que saiu foi um sim bem baixinho.
- Não esquece de nada, porque eu vou ficar de olho em tudo, ok? Tchau.Espera aqueles minutos eternos até que a campainha tocou. Já entregue, abri a porta e pensei comigo mesma.que seja o que Deus quiserAbri a porta e tinha um homem, um pouco mais alto que eu, forte, barrigudo, grisalho, moreno. Entrei e não pude evitar ver a cara dele ao me ver assim.- Upa, que recepçãoEu sorria e mal podia esperar pra ela ir embora.- Sorriso lindo, pernas lindas, uma bunda gostosa, tu é promoter?
- Sim, senhor (lembrando o que o homem do telefone me disse)
- Que buceta gostosa que você é!!!
- Ehhh, tenho um envelope pra você, me espera?Fui pegar o envelope e entreguei pra ele. Ele abriu, leu o papel e encarou a porta. Aí eu chamei ele:- Espera, espera, por favor… posso te pedir um favor?
- Se você me disser- Posso chupar sua pica?
- Como? Repete isso, por favor.
- Posso chupar sua pica?
- Mas é claro!!Já estava entregue, perdida, sem nenhuma saída, então respirei fundo e segui em frente.- Bom, tá bom aqui pra você? (apontando pro meio do escritório)
- Não, vamos pra aquele canto, fica de cócoras e se apoia no cantinho.Me agachei naquele canto, ele chegou perto e me disse- Abaixa minha braguilha, tira ele e enfia na boca - Sim, senhorEu tinha uma piroca grossa, com cheiro de saco, mas não tive escolha a não ser obedecer, então fiz o que ele pediu.- Começa a chupar, puta, vai, chupa
- Sim, senhor, assim?
- Sim, vai, continuaAssim ela me deixou por um tempo até que agarrou minha cabeça e começou a foder minha boca, primeiro devagar e depois mais rápido, me fazendo engasgar, cuspindo saliva e babando toda a pica dela.- Olha pra mim, puta, me olha e chupa essa buceta.
- Sim, senhor.Naquele momento meu celular tocou, atendi e era o senhor do telefone de novo.— Sua putinha linda, você não faz ideia da cara de puta barata que tem nessa posição e chupando. Agora levanta e dá os 200 reais.
- BomE foi assim que eu fiz, me levantei, fui até minha carteira, peguei a grana e dei pra ele, achando que a parada acabava ali, mas não foi bem assim. Ele olhou pra grana, me olhou e disse:- Bom, isso é melhor do que eu esperava. Tira a roupa, toda a roupa, vai.Olhei pra ela sem entender nada, mas ela veio pra cima de mim e disse:Vai, vagabunda, tira tudo, vai se dar mal.Me despi nua na hora, com medo de levar uma surra ou coisa pior. Me colocou contra a mesa e enfiou a pica, começou a me comer ali mesmo.
Me bombou sem parar, tampava minha boca e metia com gosto, e aí, já sem vergonha, tenho que admitir que fiquei excitada, queria mais, ele estava me comendo como um animal, e eu tava adorando. Quando estava quase gozando, ele tirou a pica, me fez ajoelhar e jorrou o leite na minha boca.
Fiquei toda suada, ofegante, descabelada, com tesão e com a boca escorrendo porra.— Putinha boa você se mostrou, agora tenho que te preparar pro melhor.Aí já me perdi completamente, mas não tava nem aí, fiquei com tesão e queria mais, o medo já tinha sido superado pela excitação. Ele me levou pro quartinho, colocou a mordaça com a bola na minha boca, vendeu meus olhos, algemou minhas mãos pra trás e me fez ajoelhar no chão. Começou a passar gel no meu cu, sentia o líquido frio e os dedos dele empurrando até dilatar minha buceta, e na sequência, enfiou o consolo.- Aaaaaaah!!!!!
- Não reclama, putinha, se você gosta dissoMe deixou no chão, de olhos vendados, com a mordaça, as algemas e o vibrador no cu, senti ele se afastar e sair do escritório.
Fiquei assim, esperando sei lá o quê, mas pensando na foda que o Suárez tinha me dado.
Poucos minutos depois, senti alguém entrar, ouvi os passos se aproximando do quartinho onde eu estava, ele parou e disse:- Reputaresultaste Doutora, reputa, você se divertiu, né?Começou a andar ao meu redor, e eu ouvi o som da câmera fotográfica.- Lindas fotinhas temos hein, esposada, pelada, amordaçada, vendada e um consolo no cu, tipo, a imagem do que você é, uma puta de respeito.Me levanto, me agarro pelos cabelos, me leva até a mesa, me faz apoiar o corpo na mesa e abrir as pernas, pega o consolo e sem dizer nada, enfia a pica no meu cu. Começou a me comer igual o Suárez, na brutalidade, sem parar, batia na minha bunda e me bombava sem dó, eu sentia que o cu ia explodir, mas não podia falar nada, só saíam gemidos, de prazer. Me bombou, me bombou até a hora de gozar, tirou de dentro, colocou na minha cara, tirou a mordaça e enfiou a pica inteira até as bolas na minha boca e gozou, mandando eu engolir tudo.- Doutora Montes, tão séria que a senhora parece quando anda, quando fala, nos seus gestos... kkkk... e olha como está agora, pelada, com a buceta bem aberta, dilatada, suada, com gozo na boca, uma verdadeira puta.
- Você é um filho da puta... um filho da puta.
- Sim, e o melhor é que isso tá só começando. Agora vou embora, vou deixar as chaves das algemas na sua mão pra você se soltar, depois faz o que quiser, por hoje terminamos. Mas fica de olho no celular, puta, porque outra jornada como essa te espera... kkkk... tchau, puta.Senti que ele tava indo embora, até que fechou a porta e foi. Me soltei das algemas, tirei a venda e me vi... não dava pra acreditar, tava um bagaço, dois caras que eu nem conhecia tinham me pegado e ainda por cima... eu tinha gostado. Me limpei, me troquei, deixei tudo na caixa, vesti minha roupa e quando ia sair, vi que o notebook tava em cima da mesa. Cheguei perto, apertei o play e vi tudo que tinha feito naquela tarde, desde que o Suárez chegou até o momento que o cara do telefone foi embora.
Voltei pra casa, tomei banho, esperei o ônibus com os moleques que vinham da escola, fomos pra casa, preparei o jantar e depois, exausta, fui dormir. Com a cabeça no travesseiro, pensava e lembrava de tudo que tinha rolado, como é que do medo eu fui pro prazer... e acabei curtindo... e dormi.
Esse foi o começo das 3 sessões que eu tinha que passar pra pagar minha infidelidade... então, o único jeito era esperar a próxima ligação do cara do telefone.
Sou psicóloga, tenho 33 anos, sou casada e tenho dois filhos lindos. Isso que vou contar aconteceu há uns 2 anos. Cometi o pior erro que alguém pode cometer na minha profissão: transei com um paciente.
Não sei se foi porque estava passando por uma fase estranha ou se o cara me conquistou, mas o fato é que no meu consultório eu transei com ele. Foi aí que começou tudo o que vou contar.
3 semanas depois do ocorrido, tentando esquecer a cagada que fiz, eu estava em casa preparando o jantar. Meu marido ainda não tinha chegado e os meninos estavam no quarto vendo TV. Eu estava na cozinha quando o celular tocou. Era um número desconhecido, mas atendi, caso fosse alguma emergência.
-Boa noite… Dra. Montes?-Se ela fala, quem é?-Doutora, fala alguém que sabe o que aconteceu com Bruno, seu paciente.— Ah… desculpa… não entendi do que você tá falando… quem é você?
— Vamos, doutora, não se faça de sonsa, tenho umas fotos e até um vídeo daquela sessão de sexo que você teve no seu consultório.
— Não… não, o senhor está enganado, boa noite.
— Não desliga, doutora, não é do seu interesse, porque essas fotos podem cair nas mãos do seu marido e acho que você não vai gostar da ideia, né?
— O que você quer???
— Calma, te liguei só pra avisar, nada mais. Amanhã te ligo de volta pra gente conversar direitinho sobre como resolver essa parada. Além do mais, não é um bom momento, né? Digo, seu marido deve estar chegando… boa noite, doutora.Me deixou gelada, sem saber o que fazer, muda, sem reação. Quem mais poderia saber disso além do Bruno, e ele não estava em posição de me fazer isso (também era casado). Fiquei pensando, tentei disfarçar minha preocupação durante o jantar, não dormi a noite inteira pensando no que aconteceria se meu marido descobrisse isso, nos meninos, na confusão que causaria na família, mas no fim não tinha outra opção a não ser esperar a próxima ligação.
No outro dia, levantei, levei os meninos pra escola, voltei pra casa, arrumei tudo e me troquei pra ir trabalhar no consultório. Geralmente chego lá por umas 12h e preparo as anotações sobre os pacientes que tenho que atender naquele dia. Lá pelas 12h30, meu celular tocou de novo com número desconhecido e atendi:Bom dia, Doutora. Como vai?— Poderia me dizer quem está falando, por favor?
— Pra você, vou me chamar de senhor do telefone. Me diga, pensou no que eu falei ontem à noite?
— Sim, pensei. Quanto você quer?
— Pelo telefone não, doutora, não fica bem. Anota esse endereço que a gente se encontra pra conversar: Paseo Colón 642, 5º andar, Sala 3.
— OK, então a que horas?
— 15h30, te espero nesse horário… ah… e traz 200 paus.
— OK, combinado então.
— Fechado, doutora. Até mais.Bom, pensei: ela tá pedindo grana, mas quem sabe conversando eu resolvo isso. 200? Foi pechincha.
Olhei minha agenda e tinha 2 pacientes pra atender, liguei pra eles e adiei a sessão pra outro dia. Fiquei esperando até chegar a hora e fui pro endereço que ela me deu. Enquanto ia de táxi, pensava: "Ela me chamou num escritório, às 15h30, tá de boa, não corro perigo porque nessa hora tem gente trabalhando." Vou resolver isso sem maior problema, com certeza ela percebeu a situação e não quer me foder.
Esse era meu pensamento, nada mais longe do que ia rolar.
Cheguei no lugar, um prédio mais ou menos velho. Entrei, peguei o elevador, subi pro 5º andar e, oh surpresa, eram salas vazias. Procurei a sala 3 e tava fechada, tinha luz mas ninguém atendia. Aí, vendo o cenário, virei de volta pro elevador pra descer e perguntar pro porteiro do prédio, mas o celular tocou de novo.Chegou, Dra.?- Sim, mas aqui não tem ninguém, esse lugar é solitário pra caralho, melhor eu vazar e a gente faz outro dia, tchau.
- Não, Doutora, não é assim que funciona, me escuta direito ou então você já sabe o que pode rolar.
- Não me ameaça, senhor, porque eu chamo a polícia, entendeu?-Sabe, Doutora, cansei. Tento ser educado, mas não dá pra lidar com a senhora. A parada é simples: obedece ou seu marido descobre.- Não me ameace mais com meu marido, você não conhece ele.Nesse momento eu não respondo, mas ele começou a me passar o número do celular, o endereço do trabalho, o telefone e até o ramal…….aí eu calei a boca.- O que a gente faz, Doutora? A senhora vai me obedecer ou eu chamo seu marido? — ele disse com a voz irritada.
- Tá bom, tá bom, me fala o que eu faço.
- Muito bem, assim que eu gosto. O plástico da campainha do escritório tá solto, mexe nele que você vai achar a chave. Quando entrar, tranca a porta.
- OK.Fiz assim: verifiquei a campainha, achei a chave, abri, entrei e tranquei a porta como ela tinha mandado. Quando entrei, a sala tava vazia, meio suja, só tinha uma mesa sozinha e, em cima dela, um notebook e um envelope escrito "Dra. Montes". Cheguei perto e no notebook tinha uma imagem minha com o Bruno. Apertei o play e, de fato, tava gravada a nossa sessão de sexo. Olhei no envelope e tinha fotos da mesma coisa. Ela tinha material daquele encontro. Depois continuei fuçando na sala, abri uma porta que dava pra uma espécie de quartinho e dentro tinha uma caixa média. Nessa hora, o telefone tocou de novo:- Viu que não tava mentindo, Doutora? Aqui estão as provas.
- Tá bom, vou deixar o dinheiro e levar o CD e as fotos, é que tô com pressa.
- Não, Doutora, me surpreende a senhora achar que é tão fácil assim. Essas são cópias, Doutora, isso não acaba aqui.
- Olha, eu trouxe o dinheiro, não sei mais o que quer.
- Chega, cansei de falar bonito com você, acabou. A parada é a seguinte, sua puta: você traiu seu marido, não pensou nem nele nem nos seus filhos quando tava chupando a pica do Bruno, então agora vai ter que pagar... por ser uma puta.
- Mas...
- Sem mas, sua puta. Obedece ou dá tchau pra sua família e pra sua carreira, porque você não exerce mais, entendeu?
- Tá bom...Eu tava encurralada, sem saída, então não tinha outra opção a não ser obedecer.- Vai pro quartinho que tem uma caixa com umas paradas pra você, vai láVoltei pro quarto, abri a caixa e vi o que tinha dentro: um par de meia-calça preta, uma calcinha fio dental preta, algemas, uma mordaça com uma bola, um colar preto, uma venda, um consolo bem grandão, gel lubrificante e um envelope com um nome: Suárez.
Nossa, meu Deus, onde é que eu fui me meter. Peguei o telefone de novo e perguntei:- Mas pra que é isso?
- Quero que você vista essa roupa, coloca as meias, a calcinha fio dental e o colar, se apressa, sem desculpas, vai logo.Vendo que não tinha saída, comecei a me despir e a vestir aquela roupa. Fiquei então com as meias, a tanga, o colar e meu sutiã. Ele me chamou de novo e disse:- Em 10 minutos vão bater na porta do escritório, quero que você abra assim vestida e faça o homem entrar, com um sorriso, claro, e vai dar a ele o envelope que está na caixa com o nome Suárez, combinado?
- Sim (já com a voz embargada só de pensar que teria que ver um homem que não conhecia naquela roupa, que esse homem ia pensar)
- Mais uma coisa, putinha, pra tudo que ele te perguntar você diz que sim, nada de "mas", e quando ele estiver indo embora, você segura ele na porta e pede por favor pra deixar você chupar o pau dele.
Não sabia o que responder, tava muda, gelada e a única coisa que saiu foi um sim bem baixinho.
- Não esquece de nada, porque eu vou ficar de olho em tudo, ok? Tchau.Espera aqueles minutos eternos até que a campainha tocou. Já entregue, abri a porta e pensei comigo mesma.que seja o que Deus quiserAbri a porta e tinha um homem, um pouco mais alto que eu, forte, barrigudo, grisalho, moreno. Entrei e não pude evitar ver a cara dele ao me ver assim.- Upa, que recepçãoEu sorria e mal podia esperar pra ela ir embora.- Sorriso lindo, pernas lindas, uma bunda gostosa, tu é promoter?
- Sim, senhor (lembrando o que o homem do telefone me disse)
- Que buceta gostosa que você é!!!
- Ehhh, tenho um envelope pra você, me espera?Fui pegar o envelope e entreguei pra ele. Ele abriu, leu o papel e encarou a porta. Aí eu chamei ele:- Espera, espera, por favor… posso te pedir um favor?
- Se você me disser- Posso chupar sua pica?
- Como? Repete isso, por favor.
- Posso chupar sua pica?
- Mas é claro!!Já estava entregue, perdida, sem nenhuma saída, então respirei fundo e segui em frente.- Bom, tá bom aqui pra você? (apontando pro meio do escritório)
- Não, vamos pra aquele canto, fica de cócoras e se apoia no cantinho.Me agachei naquele canto, ele chegou perto e me disse- Abaixa minha braguilha, tira ele e enfia na boca - Sim, senhorEu tinha uma piroca grossa, com cheiro de saco, mas não tive escolha a não ser obedecer, então fiz o que ele pediu.- Começa a chupar, puta, vai, chupa
- Sim, senhor, assim?
- Sim, vai, continuaAssim ela me deixou por um tempo até que agarrou minha cabeça e começou a foder minha boca, primeiro devagar e depois mais rápido, me fazendo engasgar, cuspindo saliva e babando toda a pica dela.- Olha pra mim, puta, me olha e chupa essa buceta.
- Sim, senhor.Naquele momento meu celular tocou, atendi e era o senhor do telefone de novo.— Sua putinha linda, você não faz ideia da cara de puta barata que tem nessa posição e chupando. Agora levanta e dá os 200 reais.
- BomE foi assim que eu fiz, me levantei, fui até minha carteira, peguei a grana e dei pra ele, achando que a parada acabava ali, mas não foi bem assim. Ele olhou pra grana, me olhou e disse:- Bom, isso é melhor do que eu esperava. Tira a roupa, toda a roupa, vai.Olhei pra ela sem entender nada, mas ela veio pra cima de mim e disse:Vai, vagabunda, tira tudo, vai se dar mal.Me despi nua na hora, com medo de levar uma surra ou coisa pior. Me colocou contra a mesa e enfiou a pica, começou a me comer ali mesmo.
Me bombou sem parar, tampava minha boca e metia com gosto, e aí, já sem vergonha, tenho que admitir que fiquei excitada, queria mais, ele estava me comendo como um animal, e eu tava adorando. Quando estava quase gozando, ele tirou a pica, me fez ajoelhar e jorrou o leite na minha boca.
Fiquei toda suada, ofegante, descabelada, com tesão e com a boca escorrendo porra.— Putinha boa você se mostrou, agora tenho que te preparar pro melhor.Aí já me perdi completamente, mas não tava nem aí, fiquei com tesão e queria mais, o medo já tinha sido superado pela excitação. Ele me levou pro quartinho, colocou a mordaça com a bola na minha boca, vendeu meus olhos, algemou minhas mãos pra trás e me fez ajoelhar no chão. Começou a passar gel no meu cu, sentia o líquido frio e os dedos dele empurrando até dilatar minha buceta, e na sequência, enfiou o consolo.- Aaaaaaah!!!!!
- Não reclama, putinha, se você gosta dissoMe deixou no chão, de olhos vendados, com a mordaça, as algemas e o vibrador no cu, senti ele se afastar e sair do escritório.
Fiquei assim, esperando sei lá o quê, mas pensando na foda que o Suárez tinha me dado.
Poucos minutos depois, senti alguém entrar, ouvi os passos se aproximando do quartinho onde eu estava, ele parou e disse:- Reputaresultaste Doutora, reputa, você se divertiu, né?Começou a andar ao meu redor, e eu ouvi o som da câmera fotográfica.- Lindas fotinhas temos hein, esposada, pelada, amordaçada, vendada e um consolo no cu, tipo, a imagem do que você é, uma puta de respeito.Me levanto, me agarro pelos cabelos, me leva até a mesa, me faz apoiar o corpo na mesa e abrir as pernas, pega o consolo e sem dizer nada, enfia a pica no meu cu. Começou a me comer igual o Suárez, na brutalidade, sem parar, batia na minha bunda e me bombava sem dó, eu sentia que o cu ia explodir, mas não podia falar nada, só saíam gemidos, de prazer. Me bombou, me bombou até a hora de gozar, tirou de dentro, colocou na minha cara, tirou a mordaça e enfiou a pica inteira até as bolas na minha boca e gozou, mandando eu engolir tudo.- Doutora Montes, tão séria que a senhora parece quando anda, quando fala, nos seus gestos... kkkk... e olha como está agora, pelada, com a buceta bem aberta, dilatada, suada, com gozo na boca, uma verdadeira puta.
- Você é um filho da puta... um filho da puta.
- Sim, e o melhor é que isso tá só começando. Agora vou embora, vou deixar as chaves das algemas na sua mão pra você se soltar, depois faz o que quiser, por hoje terminamos. Mas fica de olho no celular, puta, porque outra jornada como essa te espera... kkkk... tchau, puta.Senti que ele tava indo embora, até que fechou a porta e foi. Me soltei das algemas, tirei a venda e me vi... não dava pra acreditar, tava um bagaço, dois caras que eu nem conhecia tinham me pegado e ainda por cima... eu tinha gostado. Me limpei, me troquei, deixei tudo na caixa, vesti minha roupa e quando ia sair, vi que o notebook tava em cima da mesa. Cheguei perto, apertei o play e vi tudo que tinha feito naquela tarde, desde que o Suárez chegou até o momento que o cara do telefone foi embora.
Voltei pra casa, tomei banho, esperei o ônibus com os moleques que vinham da escola, fomos pra casa, preparei o jantar e depois, exausta, fui dormir. Com a cabeça no travesseiro, pensava e lembrava de tudo que tinha rolado, como é que do medo eu fui pro prazer... e acabei curtindo... e dormi.
Esse foi o começo das 3 sessões que eu tinha que passar pra pagar minha infidelidade... então, o único jeito era esperar a próxima ligação do cara do telefone.
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