Oi, galera! Tudo bem? Continuando com os contos, esse aqui quem descreve sou eu, Camila. Vai ser um pouco diferente do do Nahuel, já que sou escritora. ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM.
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Eu não parava de pensar nas mãos dele e no jeito que a gente se amou lá no fundo. Com o Nahuel, a gente já tava decidido, queria fazer direito, mas esperamos o Dante dar o sinal verde e fomos. Naquele dia, menti que tinha torneio de handebol e fui pra casa de uma amiga que mora perto do Dante. Ela, toda empolgada, não deixou escapar nada em só 20 minutos (no dia anterior) me ajudou a depilar tudo e minha bucetinha rosada ficou um pouco irritada, isso me deu medo, mas quando chegamos naquele lugar tão especial, o medo foi embora e a safadeza tomou conta. Só de lembrar o que a gente tinha feito semanas antes, já comecei a ficar excitada e falei: "Camila, vamos fazer isso!". Entramos e nos cumprimentamos. O Nahuel, acho que tava igual a mim, nos olhos dele dava pra ver a safadeza, mas isso não se conteve por muito tempo. Assim que o Dante e minha amiga pisaram pra fora de casa, peguei o Nahuel pelo pescoço e comecei a beijá-lo, nossas línguas dançavam um delicioso balé enquanto minhas mãos desciam devagarzinho até a calça dele, onde aquele pau que me deixa louca tava duro igual um pedaço de madeira, foi isso que derramou o copo.
Entre beijos, fomos pra um dos quartos e nos trancamos, a roupa não durou muito. Entre beijos, fui descendo até o pau ereto do meu namorado, ele gemia e isso continuou quando coloquei na minha boca. Eu não era boa nisso, mas saber que ele tava excitado me deixava louca, e enquanto com uma mão me ajudava, com a outra eu me tocava no clitóris. O Nahuel não aguentou e em segundos já tava na cama, mas ele não me penetrou, ele foi deixando um caminho de beijos até chegar na minha buceta. Um detalhe importante que pra ele não importou naquele dia: eu tava menstruada. Na minha cabeça, o medo ecoava, não queria que ele fizesse, mas quando a língua experiente dele se apoderou do meu clitóris, mil sensações tomaram conta. Eles chegaram no meu corpo, enquanto ele brincava com a minha buceta, minhas costas arquearam sentindo o clímax. Sorrindo, a gente se beijou e em questão de segundos o Nahuel me penetrou. Falo pra vocês, foi melhor que a primeira vez, as estocadas dele me deixavam louca e ainda mais a boca dele, que lambia, mordia e chupava meus peitos. De repente, enquanto a música mudava, decidi ficar por cima dele, e enquanto me mexia como já tinha feito antes, a gente gozou junto com um gemido alto que fez nossos amigos, que estavam ouvindo, reclamarem. A gente riu, eu pensei que tinha acabado, mas eu ainda tava com vontade, e ele, nem se fala, com um só olhar eu soube o que ele queria, e mesmo tendo prometido pra mim mesma nunca dar o cu, eu dei, enquanto ele passava mais lubrificante, eu me preparava de quatro. Ele ficou atrás de mim e com um "eu cuido de você, love" me meteu. Dor e prazer, nunca senti nada igual, o Nahuel batia na minha bunda e isso me deixava mais tesuda, eu comecei a rebolar, sabia dançar e pensei: e se a gente fizer uns movimentos? Ele continuava me penetrando enquanto eu me mexia delicadamente, mas a luxúria daquele momento não pôde terminar porque nossos amigos apressaram a gente, já que o pai do Dante chegaria a qualquer momento, e foi assim, mal saímos do quarto depois de três horas transando feito coelhos, o dono da casa chegou e a gente foi embora, mas logo essa aventura ia se repetir.
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Eu não parava de pensar nas mãos dele e no jeito que a gente se amou lá no fundo. Com o Nahuel, a gente já tava decidido, queria fazer direito, mas esperamos o Dante dar o sinal verde e fomos. Naquele dia, menti que tinha torneio de handebol e fui pra casa de uma amiga que mora perto do Dante. Ela, toda empolgada, não deixou escapar nada em só 20 minutos (no dia anterior) me ajudou a depilar tudo e minha bucetinha rosada ficou um pouco irritada, isso me deu medo, mas quando chegamos naquele lugar tão especial, o medo foi embora e a safadeza tomou conta. Só de lembrar o que a gente tinha feito semanas antes, já comecei a ficar excitada e falei: "Camila, vamos fazer isso!". Entramos e nos cumprimentamos. O Nahuel, acho que tava igual a mim, nos olhos dele dava pra ver a safadeza, mas isso não se conteve por muito tempo. Assim que o Dante e minha amiga pisaram pra fora de casa, peguei o Nahuel pelo pescoço e comecei a beijá-lo, nossas línguas dançavam um delicioso balé enquanto minhas mãos desciam devagarzinho até a calça dele, onde aquele pau que me deixa louca tava duro igual um pedaço de madeira, foi isso que derramou o copo.
Entre beijos, fomos pra um dos quartos e nos trancamos, a roupa não durou muito. Entre beijos, fui descendo até o pau ereto do meu namorado, ele gemia e isso continuou quando coloquei na minha boca. Eu não era boa nisso, mas saber que ele tava excitado me deixava louca, e enquanto com uma mão me ajudava, com a outra eu me tocava no clitóris. O Nahuel não aguentou e em segundos já tava na cama, mas ele não me penetrou, ele foi deixando um caminho de beijos até chegar na minha buceta. Um detalhe importante que pra ele não importou naquele dia: eu tava menstruada. Na minha cabeça, o medo ecoava, não queria que ele fizesse, mas quando a língua experiente dele se apoderou do meu clitóris, mil sensações tomaram conta. Eles chegaram no meu corpo, enquanto ele brincava com a minha buceta, minhas costas arquearam sentindo o clímax. Sorrindo, a gente se beijou e em questão de segundos o Nahuel me penetrou. Falo pra vocês, foi melhor que a primeira vez, as estocadas dele me deixavam louca e ainda mais a boca dele, que lambia, mordia e chupava meus peitos. De repente, enquanto a música mudava, decidi ficar por cima dele, e enquanto me mexia como já tinha feito antes, a gente gozou junto com um gemido alto que fez nossos amigos, que estavam ouvindo, reclamarem. A gente riu, eu pensei que tinha acabado, mas eu ainda tava com vontade, e ele, nem se fala, com um só olhar eu soube o que ele queria, e mesmo tendo prometido pra mim mesma nunca dar o cu, eu dei, enquanto ele passava mais lubrificante, eu me preparava de quatro. Ele ficou atrás de mim e com um "eu cuido de você, love" me meteu. Dor e prazer, nunca senti nada igual, o Nahuel batia na minha bunda e isso me deixava mais tesuda, eu comecei a rebolar, sabia dançar e pensei: e se a gente fizer uns movimentos? Ele continuava me penetrando enquanto eu me mexia delicadamente, mas a luxúria daquele momento não pôde terminar porque nossos amigos apressaram a gente, já que o pai do Dante chegaria a qualquer momento, e foi assim, mal saímos do quarto depois de três horas transando feito coelhos, o dono da casa chegou e a gente foi embora, mas logo essa aventura ia se repetir.
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