3 horas de putaria

Olá, pessoal! Tudo bem? Continuando com os contos, esse aqui quem escreve sou eu, Camila. Vai ser um pouco diferente do do Nahuel, já que sou escritora. ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM.
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Eu não parava de pensar nas mãos dele e no jeito que a gente se amou lá no fundo. Com o Nahuel, a gente já tinha decidido que queria fazer direito, esperamos o Dante dar o sinal verde e fomos. Naquele dia, menti que tinha um torneio de handebol e fui pra casa de uma amiga que mora perto do Dante. Ela, toda empolgada, não deixou escapar nada — em apenas 20 minutos (no dia anterior), me ajudou a depilar tudo e minha bucetinha rosada ficou um pouco irritada. Isso me deu medo, mas quando chegamos naquele lugar tão especial, o medo foi embora e a luxúria tomou conta. Só de lembrar o que a gente tinha feito semanas antes, comecei a ficar excitada e pensei: "Camila, vamos fazer isso!". Entramos e nos cumprimentamos. O Nahuel, acho, estava igual a mim — dava pra ver a luxúria nos olhos dele, mas isso não se segurou por muito tempo. Assim que o Dante e minha amiga pisaram pra fora de casa, peguei o Nahuel pelo pescoço e comecei a beijá-lo. Nossas línguas dançavam um delicioso bailado enquanto minhas mãos desciam devagar até a calça dele, onde aquele pau que me deixa louca estava duro igual a um pedaço de madeira. Foi isso que fez o copo transbordar.
Entre beijos, fomos para um dos quartos e nos trancamos. A roupa não durou muito. Entre beijos, fui descendo até o pau ereto do meu namorado. Ele gemia, e isso continuou quando coloquei ele na minha boca. Eu não era boa nisso, mas saber que ele ficava excitado me deixava louca, e enquanto com uma mão me ajudava, com a outra eu me tocava no clitóris. O Nahuel não aguentou e, em segundos, já estava na cama, mas ele não me penetrou. Ele foi descendo, deixando um rastro de beijos até chegar na minha buceta. Um detalhe importante que não importou pra ele naquele dia: eu estava menstruada. Na minha cabeça, o medo ecoava — eu não queria que ele fizesse aquilo —, mas quando a língua experiente dele dominou meu clitóris, mil sensações tomaram conta. Chegaram ao meu corpo, enquanto ele brincava com a minha buceta, minhas costas arquearam sentindo o clímax. Sorrindo, nos beijamos e em questão de segundos o Nahuel me penetrou. Falo pra vocês, foi melhor que a primeira vez, as estocadas dele me deixavam louca e ainda mais a boca dele, que lambia, mordia e chupava meus peitos. De repente, enquanto a música mudava, decidi ficar por cima dele, e enquanto me rebolava como tinha feito antes, gozamos juntos com um gemido alto que fez nossos amigos, que estavam ouvindo, reclamarem. Rimos, eu achava que tinha acabado, mas eu ainda queria mais, e ele nem se fala, com um olhar só eu soube o que ele queria e, mesmo tendo prometido a mim mesma nunca dar o cu, eu dei, enquanto ele passava mais lubrificante, eu me preparava de quatro. Ele ficou atrás de mim e com um "eu cuido de você, amor" me penetrou. Dor e prazer, nunca senti nada igual, o Nahuel batia na minha bunda e isso me deixava mais tesuda, eu comecei a rebolar, sabia dançar e pensei: e se eu fizer uns movimentos? Ele continuava me penetrando enquanto eu me mexia delicadamente, mas a luxúria daquele momento não pôde terminar porque nossos amigos nos apressaram, já que o pai do Dante chegaria a qualquer momento, e foi assim, mal saímos do quarto depois de três horas transando feito coelhos, o dono da casa chegou e nós fomos embora, mas logo essa aventura se repetiria.

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