Outro relato encontrado por aí.
Sou uma mina de 22 anos e meu marido tem 23, me chamo Cláudia, a gente acabou de casar faz só 6 meses. Onde a gente mora tem uma loja atendida por um cara gordo e feio, ele sempre aproveita que eu compro lá pra me encher o saco. Eu naturalmente ignoro, não dou bola pra esses comentários dele, até que uma vez essas merdas passaram do "normal".
Sou uma mina de 22 anos e meu marido tem 23, me chamo Cláudia, a gente acabou de casar faz só 6 meses. Onde a gente mora tem uma loja atendida por um cara gordo e feio, ele sempre aproveita que eu compro lá pra me encher o saco. Eu naturalmente ignoro, não dou bola pra esses comentários dele, até que uma vez essas merdas passaram do "normal".
...Ai, dona Claudia, como a senhora é gostosa, tem um rabão bem suculento, dá vontade de ficar beijando e acariciando o dia inteiro...
...Como você ousa me dizer isso... eu sou uma mulher decente e, além disso, casada, saiba disso...
Esses comentários grosseiros se repetiram toda vez que eu ia na loja dele, não conseguia entender como, mesmo assim, eu continuava indo naquela loja. Será que eu tava gostando das grosserias dele? Não sabia, até que um dia, quando estávamos sozinhos na loja, aquele velho falou que a mercadoria que eu queria estava nos fundos, e pra eu segui-lo até lá. Quando entrei naquele lugar, só coberto por uma cortina, ele já estava lá dentro, de costas pra mim. Quando ele se virou, pude ver entre as pernas dele o maior pau que já vi na vida. Era enorme, grosso, com uma cabeçona descomunal. Ele segurava ele com as mãos enquanto dizia.
...Você gosta... será que nunca tinha visto uma assim...?
Eu não sabia o que fazer, tava hipnotizada por aquela pica enorme que aquele homem tinha entre as pernas. Fingi raiva e tentei sair dali, mas ele me segurou, dizendo.
Vamos tocar ela... eu sei que você gosta... seu marido não tem nem metade disso... toca ela...
...Não, senhor, por favor... sou casada e amo meu marido... não posso fazer o que o senhor tá pedindo... não, por favor... não...
Falei sem muita convicção, me aproximei e comecei a tocar aquela porra enorme com minhas mãozinhas, mal conseguia segurar ela com as mãos, era enorme e dura, além de cheia de veias.
...Assim, mamacita...assim...é sua...toca ela...assim...ahhh...que gostosa!..cê gosta, né..?
...Sim... quero dizer, não... não... por favor, Seu Toño... não faça isso comigo... nãããooo...
...Ajoelha e enfia na boca... vai, sê bonitinha... chupa ela... chupa ela...
...Não, isso não... por favor... eu não sei... não... não... não seja assim comigo, por favor... sou uma moça direita... aaaaaiii... nããão... ahhhh....
E aí chupei, chupei o pau de outro pela primeira vez, comecei a chupar o pau até que ele me levantou e disse.
...Já, mamacita... senão vai fazer eu gozar na sua boquinha e aí não vou mais poder meter em você...
...Por favor, Seu Toño... não vai comer não... não vai meter em mim não... isso vai me matar e eu grito muito... podem nos ouvir... pode vir alguém e nos ver assim... melhor outro dia... tá?
...Não, mamãe... você se fez de difícil e daqui não sai até que esteja bem comida...
Ele saiu dos fundos da loja e fechou a porta da frente, voltando comigo.
...Agora sim, mamacita... vou te dar a foda da sua vida... pode gritar à vontade...
...Por favor, Seu Toño, vai me matar... o negócio é muito grande e eu nunca comi nada assim... não seja ruim comigo... me deixa ir, pelo amor de Deus...
Ele chegou perto de mim e puxou minha calça junto com a calcinha pra baixo, me curvou sobre uns sacos e colocou a cabeça daquela pica enorme na minha bucetinha já molhada. Empurrou devagar, e eu senti aquela pica abrindo caminho pelos lábios da minha xereca, esticando eles ao máximo. Continuou empurrando até que aquela monstruosidade toda tivesse dentro de mim, e aí começou a bombar. Eu sentia que ia morrer a cada metida de pau e comecei a gritar e gemer.
Aayyyy, me mata... por favor... aahhhh... que bárbaro... tá me matando com essa pica enorme... aahhh... assim... assim... mete tudo... aahhhhh...
Fora de controle com aquela sentada gostosa, gozei uma e outra vez na pica do Seu Toño.
....Isso, puta... assim... assim... te falei que você ia gostar....aaahhhhh... toma... toma..!
...Já sou sua... sou sua putinha... aahhh... bruto... selvagem... aahhhh...
...Vou gozar, gostosa... vou jogar tudo dentro de você, puta... aaahhhh...
...Não...não, por favor, dentro não!...não tô tomando nada e pode me deixar barriguda...melhor na boca...goza na minha boca...aahhhh!
E com muito pesar, tirei a pica enorme dele da minha bucetinha dolorida e abri a boca pra receber a porra dele.
Quando ele terminou de me foder, fiquei toda cheia de porra na cara e com minha buceta aberta do jeito normal, lá estava eu de calça arriada e calcinha também, ainda de pernas abertas e bem comida. Me vesti e saí da loja, tava dolorida e quase não conseguia andar, ia com o gosto da porra dele na cara e assim cheguei em casa, onde tomei banho pra esperar meu marido.
Esse foi o começo de uma série de fodas que o dono da venda me dava toda vez que ele queria. Fui a putinha dele, chupei o pau dele, ele me comeu, me macetou estreando minha bunda, essa que nem pro meu marido eu dei. Fui amante dele por uns três anos, onde ele me comeu quantas vezes quis.
Me fazia chupar o pau dele nos fundos da loja e, quando chegava um cliente, ele atendia e voltava pra eu continuar comendo aquele pauzão dele.
Um dia que eu tava empalada no cu, meu marido chegou pra me buscar na loja. Ele saiu e disse que eu já tinha ido embora, contou pro meu esposo que tava com uma bucetinha lá dentro e que tava comendo ela. Meu marido sorriu e foi embora, nunca imaginou que era a mulher dele que tava de quatro e empalada no cu. Naquele dia, cheguei em casa sem calcinha e bem fudida, cheia de porra do meu amante, e meu marido me contou que o dono da loja comia as donas do bairro nos fundos. Eu falei que ele era bem feio, mas nunca disse que o que ele tinha de feio, tinha de peludo e bom de foder, nem que eu não era comida por ele.
4 comentários - El Señor De La Tienda Me Hizó Suya