Desculpa pela ausência tão longa, mas já tô de volta, tava te devendo o relato do meu aniversário e puta que me diverti, espero que vocês curtam, lindos 😘😍.
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Tinham me dado o dia no hospital por causa do meu aniversário, e eu tinha passado super bem com minha família, meu marido e alguns amigos que foram em casa comemorar. No dia seguinte, fui trabalhar, meus colegas de plantão me parabenizaram e ganhei uns presentes; a noite foi passando e, como de costume, chegou um monte de acidentados na emergência, e isso significava que eu ia ver o doutor de novo, e aquilo me dava uma animação danada. Pouco depois, ele chegou mesmo.
– Oi, boa noite, doutora, como cê tá?
– Tô bem, obrigada, e o senhor?
– Com saudade da senhora, doutora, hehe, ontem cê não tava e eu queria te ver.
– Foi meu aniversário, então me deram o dia de folga.
– Que bom, doutora, era por isso que eu tava te procurando, queria te dar seu presente – ele colocou em cima da minha mesa uma caixinha muito linda com um laço vermelho.
– Não precisava ter se incomodado, doutor.
– Imagina, não é incômodo não, abre aí e depois me fala sobre a proposta que tem no cartão. Vou indo, mas volto mais tarde, porque pelo visto tem serviço.
– Ok, beleza, mais tarde eu te falo o que achei.
– Até mais tarde, doutora.
– Tchau.
O doutor foi embora e eu abri o presente, desatei o laço e abri a caixa. Veio o cartão, do lado dele um pacote de camisinhas e, embrulhado em papel, um body preto de renda. Era um presente bem provocante, quando vi soltei um sorriso, e no cartão dizia: "Espero que cê goste do mimo, adoraria te ver gostosa. Será que a gente podia ir pro motel hoje?"
O doutor voltou pro meu consultório pra ver umas coisas do trabalho e me perguntou se eu aceitava a proposta, óbvio que eu disse que sim, e ele falou que ia me buscar de manhã quando o plantão acabasse. Chegou perto, me deu um beijo na boca, passou a mão num peito e foi embora.
Quando o plantão terminou, fui pro estacionamento e vi que ele tava esperando. Entrei no carro dele e fomos pro motel. Chegando lá, ele mandou eu me trocar, e foi o que eu fiz. Fui no banheiro, me despi, coloquei o body e os saltos, arrumei o cabelo e saí. Ele já estava pelado na cama, com uma puta ereção. — Que gostosa você tá, vem cá, quero ver você melhor. — Obrigada — me aproximei dele, desfilando o body — Vira, que delícia — ele falava enquanto apertava minha bunda. Deitei do lado dele, a gente se beijou um tempão, enquanto eu batia uma punheta pra ele com a mão, sentindo o pau dele ficar mais duro. Tava morrendo de vontade de chupar aquela rola, ter ela na minha boca, então desci até lá e chupei com tudo, minha língua percorria o pau inteiro, enfiava tudo, enquanto minhas mãos brincavam com os ovos dele. Ele falou pra gente fazer um 69, me posicionei, ele afastou a tanga e começou a chupar minha buceta, abriu minhas nádegas e me deu um beijo grego gostoso, que delícia, isso me deixou ainda mais tesuda. Não aguentava mais, queria que ele me metesse, mas ele não parava de me chupar. Daí a pouco não aguentei e gozei. Ele não me deixou descansar, me deitou de costas, abriu minhas pernas e meteu aquele pauzão, umas enfiadas deliciosas, isso fez eu gozar de novo, e logo ele gozou dentro de mim, foi uma delícia sentir aquele jato de porra quente do meu macho me enchendo. Ele saiu de dentro de mim, e eu senti minha buceta escorrendo porra. O pau do meu macho não amolecia, e eu tive vontade de limpar a rola dele com a boca. A gente descansou um pouco, depois entrou no banho, se vestiu, e enquanto voltávamos pra casa, ele perguntou se a gente podia ser amantes fixos. Ele era casado, mas adorava ficar comigo. Eu aceitei. Chegamos em casa, vi que ninguém estava por perto e a gente se deu um beijo.
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Tinham me dado o dia no hospital por causa do meu aniversário, e eu tinha passado super bem com minha família, meu marido e alguns amigos que foram em casa comemorar. No dia seguinte, fui trabalhar, meus colegas de plantão me parabenizaram e ganhei uns presentes; a noite foi passando e, como de costume, chegou um monte de acidentados na emergência, e isso significava que eu ia ver o doutor de novo, e aquilo me dava uma animação danada. Pouco depois, ele chegou mesmo.
– Oi, boa noite, doutora, como cê tá?
– Tô bem, obrigada, e o senhor?
– Com saudade da senhora, doutora, hehe, ontem cê não tava e eu queria te ver.
– Foi meu aniversário, então me deram o dia de folga.
– Que bom, doutora, era por isso que eu tava te procurando, queria te dar seu presente – ele colocou em cima da minha mesa uma caixinha muito linda com um laço vermelho.
– Não precisava ter se incomodado, doutor.
– Imagina, não é incômodo não, abre aí e depois me fala sobre a proposta que tem no cartão. Vou indo, mas volto mais tarde, porque pelo visto tem serviço.
– Ok, beleza, mais tarde eu te falo o que achei.
– Até mais tarde, doutora.
– Tchau.
O doutor foi embora e eu abri o presente, desatei o laço e abri a caixa. Veio o cartão, do lado dele um pacote de camisinhas e, embrulhado em papel, um body preto de renda. Era um presente bem provocante, quando vi soltei um sorriso, e no cartão dizia: "Espero que cê goste do mimo, adoraria te ver gostosa. Será que a gente podia ir pro motel hoje?"
O doutor voltou pro meu consultório pra ver umas coisas do trabalho e me perguntou se eu aceitava a proposta, óbvio que eu disse que sim, e ele falou que ia me buscar de manhã quando o plantão acabasse. Chegou perto, me deu um beijo na boca, passou a mão num peito e foi embora.
Quando o plantão terminou, fui pro estacionamento e vi que ele tava esperando. Entrei no carro dele e fomos pro motel. Chegando lá, ele mandou eu me trocar, e foi o que eu fiz. Fui no banheiro, me despi, coloquei o body e os saltos, arrumei o cabelo e saí. Ele já estava pelado na cama, com uma puta ereção. — Que gostosa você tá, vem cá, quero ver você melhor. — Obrigada — me aproximei dele, desfilando o body — Vira, que delícia — ele falava enquanto apertava minha bunda. Deitei do lado dele, a gente se beijou um tempão, enquanto eu batia uma punheta pra ele com a mão, sentindo o pau dele ficar mais duro. Tava morrendo de vontade de chupar aquela rola, ter ela na minha boca, então desci até lá e chupei com tudo, minha língua percorria o pau inteiro, enfiava tudo, enquanto minhas mãos brincavam com os ovos dele. Ele falou pra gente fazer um 69, me posicionei, ele afastou a tanga e começou a chupar minha buceta, abriu minhas nádegas e me deu um beijo grego gostoso, que delícia, isso me deixou ainda mais tesuda. Não aguentava mais, queria que ele me metesse, mas ele não parava de me chupar. Daí a pouco não aguentei e gozei. Ele não me deixou descansar, me deitou de costas, abriu minhas pernas e meteu aquele pauzão, umas enfiadas deliciosas, isso fez eu gozar de novo, e logo ele gozou dentro de mim, foi uma delícia sentir aquele jato de porra quente do meu macho me enchendo. Ele saiu de dentro de mim, e eu senti minha buceta escorrendo porra. O pau do meu macho não amolecia, e eu tive vontade de limpar a rola dele com a boca. A gente descansou um pouco, depois entrou no banho, se vestiu, e enquanto voltávamos pra casa, ele perguntou se a gente podia ser amantes fixos. Ele era casado, mas adorava ficar comigo. Eu aceitei. Chegamos em casa, vi que ninguém estava por perto e a gente se deu um beijo.
5 comentários - Presente de aniversário