O ENCONTRO
Por WASP Karen e Pedro eram amigos já fazia uns dois anos, se conheceram virtualmente numa rede social.MarcadoDurante os anos do ensino médio, eles mantinham uma ciber-relação fresca e à distância há 10 anos. Com o tempo, decidem se ver e tomar uma garrafa de vinho juntos para dar vazão à sua amizade perversa e tarada…ELAKaren era de Mazatlán, Sinaloa, onde as mulheres têm fama de serem gostosas e diretas. Ela confirmava essa teoria: era alta, com 1,78 m, 27 anos, cabelo castanho, pele branca, olhos grandes e castanhos escuros, lábios carnudos, pernas longas e torneadas, um jeito gracioso no rosto e no trato, e como boaculichiSeios durinhos e bunda empinada. Estudava mestrado em arquitetura e, de vez em quando, trabalhava como modelo ou recepcionista de alto nível para algumas marcas de lingerie. Se considerava bissexual, curtia um sexo bom e o gênero era o de menos. Sabia aproveitar tanto um pau gostoso quanto uma buceta suculenta.OPedro, um cara bonito, chilango de 28 anos, amante de novelas, pornô e baseados. Na época da faculdade, foi capitão do time de judô, o que lhe deu um corpo atlético, com 1,80 m de altura, moreno, mãos grandes e um pacote de 20 cm que as garotas adoravam durante as competições. Ele, por sua vez, se formou em engenharia civil e, depois de vários empregos, fundou uma construtora que fechava contratos com o governo em todo o país. Sua personalidade dominante, extrovertida e carisma faziam dele um alvo fácil para as garotas e todos os problemas que isso trazia.ELA E ELANuma sexta à noite, Karen tava se preparando pra sair pra farra com os amigos quando cancelaram em cima da hora. Frustrada, resolveu pegar uma garrafa de vinho.Château Domecqe tirar seu último baseado. Acendeu o beck junto com o computador pra mergulhar no mundo cibernético. Tava afim de um ciber-sexo, porque com a mistura de vinho e maconha, um orgasmo bom cairia bem. Foi pro portal deelchate entro na salaCibersexocom o pseudônimo deCulichi.Reviso a lista de usuários procurando algum que despertasse meu interesse, passo dos dotados e máquinas sexuais que geralmente buscavam uma punheta rápida, percorri a lista do começo ao fim sem encontrar nada, ao dar outra olhada, o nome “Asmodeu”, o demônio responsável, segundo a bíblia, por perverter os desejos sexuais dos humanos e incitar os pecados carnais, a luxúria, infidelidade e lascívia. Intrigada, deu um clique duplo para escrever o primeiro de muitos “oi, tudo bem?”. Naquela noite, tiveram mais do que cibersexo entre desconhecidos, parecia mais a conversa de dois amigos sexualmente afins que estavam fisicamente distantes e perversamente unidos. Ao terminar a conversa, compartilharam e-mails e se adicionaram mutuamente no extinto Messenger.
A partir daí, uma ou duas vezes marcavam de repetir o cibersexo dando um toque diferente: fantasias sexuais, posições malucas, cenários, brinquedos, etc., até que um dia o inevitável aconteceu: se conhecerem pessoalmente. Pedro viajaria para Sinaloa a trabalho e ficaria 2 semanas na cidade dela, tempo mais que suficiente para se verem e provar que aquela sintonia literária era também carnal.O ENCONTRO…Karen recebeu a notícia numa segunda-feira de manhã, quando estava prestes a tomar um café na lanchonete da universidade. O celular dela tocou.WhatsAppe ao abrir a mensagem do Pedro, ela tinha um sorriso safado, uma sensação de adrenalina e uma ansiedade doentia percorria ela, louca pra ver qual ia ser a ideia dele agora. A mensagem dizia “O queO que você vai fazer sábado à noite? Vou estar em Mazatlán a trabalho. Vamos marcar?Mordeu o lábio inferior e hesitou pra responder…Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen:claro, por que não? vou me conectar lá pela meia-noite, depois de largar meu namorado
- Pedro: Vou estar vivinho da silva em pessoa em Mazatlán, vou me hospedar no Quijote Inn da Zona Dourada. Peço um quarto de casal?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen: claro, e não esquece de trazer os seus 20 cm...
Guardo o celular enquanto uma sensação de ir pro desconhecido percorria meu corpo. Tava com um coquetel de emoções, entre ansiedade, medo, curiosidade, adrenalina. Percebi que tava excitada e muito molhada, não consegui me segurar e fui direto pro banheiro com a intenção de me masturbar. No caminho, trombei com o namorado dela, Hank, o mesmo que foi sequestrado.
Entraram, fechei a porta com tranca enquanto beijava ele pra depois desabotoar atrapalhadamente a calça. Ao sentir a pica dura dele, salivei e me ajoelhei pra começar a chupar com vontade, fazendo movimentos de vai e vem. Tava completamente excitada, perdida na minha mente, imaginando que era o Pedro, e isso me deixava ainda mais tesuda. Levantei e fui direto pro banheiro de deficientes, daqueles que têm barras nos lados pra se apoiar. Tirei a calça e, afastando a calcinha fio dental molhada, montei nele pra entrar de uma sentada só. Senti a pica do Hank tão fundo que não consegui segurar um gemido alto. Segurei a cabeça dele com as duas mãos e empurrei o corpo com força, desejando que entrasse mais e mais fundo. Continuei cavalgando enquanto as mãos do Hank brincavam nas minhas nádegas, abrindo e apertando. Isso me excitava pra caralho, e ele sabia.
Começaram a bater na porta ao mesmo tempo que diziam:abram que eu tô me cagando aqui, não sejam filhos da putaA adrenalina percorreu o corpo de Karen, excitando ela ainda mais, e ela entrou numa espécie de transe em que o corpo se movia sozinho, um vai e vem que percorria de ponta a ponta o pau dele com precisão, ritmo e força. Hank não aguentou muito isso e gozou tão forte que seus pés tiveram um movimento involuntário, alargando o pau como nunca antes. A buceta apertada de Karen sentiu as pulsações daquele pau se alargando e se esvaziando dentro dela, provocando um delicioso, quente e prazeroso orgasmo.
Uma nova batida na porta os fez se recompor. Ao se levantar, Karen deixou os fluidos escorrerem por Hank, o que surpreendeu os dois — ela nunca tinha estado tão melada. Se vestiram como deram, sem se limpar, ajeitaram o cabelo de qualquer jeito, foram até a porta, destrancaram o ferrolho e saíram em disparada, deixando o lugar com um cheiro gostoso de sexo fresco.
Ao chegar em casa, Karen tomou um banho e limpou os restos do sexo, preparou um expresso duplo e sentou pra ligar o laptop. Abriu o Skype e procurou nos contatos o Pedro, que aparecia como offline. Deu um clique duplo no nome dele e escreveu: "Tá aí?" Ele respondeu: "Pra você, sempre, minha amiga perversa." E começaram a trocar mensagens...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen:É verdade que você vai vir?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Pedro: sim, chego no sábado por volta do meio-dia e vou estar livre à noite, cê topa jantar?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen:ok, mas eu escolho o vinho porque com certeza você tem um gosto de merdaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Pedro: Vale, pra ser sincero, tô nervoso, mas que tal a gente tomar aquele vinho e deixar rolar o que tiver que rolar… cê topa?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen:parece perverso pra mim, bom, vou me retirar que tive um dia agitado, beijosPróximo SábadoQuando ele chegou no aeroporto de Mazatlán, Pedro falou com Karen e marcaram de se encontrar num restaurante na zona velha, umas 8 da noite. Quem chegou primeiro foi Pedro, vestindo uma jeans, camisa curta xadrez vermelha e sapatos pretos formais, uma roupa que deixava ver o corpo atlético dele. Pediu uma mesa pra dois na varanda, meio afastada do resto pra poderem ter privacidade. Esperou pacientemente a Karen chegar enquanto olhava o lugar: rústico, tranquilo e com uma fonte pequena que imitava uma cascata, dando uma sensação de paz. Não demorou muito, ele cruzou o olhar na entrada e lá estava ela, com um sorriso radiante que fez o coração dele disparar e dar aquele nervosismo, sintomas nada comuns nele. Se cumprimentaram com um beijo na bochecha e pediram a carta de vinhos. Karen tava sensual, realçando as curvas dela; usava um vestido que batia acima do joelho, com rosas bordadas e um decote que mostrava os peitos grandes, redondos e durinhos dela, sapatilhas de salto baixo, cabelo solto, pouca maquiagem — tava radiante e uma gostosa do caralho.
Ficaram de papo furado, falando de trabalho, família, faculdade e outros assuntos superficiais até que, depois de meia garrafa de vinho, entraram no assunto sexual, relembrando os encontros virtuais, as conversas e outras aventuras.web camConheciam cada cantinho do corpo, o tamanho e as proporções de cada um. Deram o último gole da garrafa enquanto chamavam o garçom pra pedir mais uma. Quando ele virou, Pedro perguntou a cor da calcinha fio dental que ela tava usando, arrancando uma risada safada de Karen enquanto ela respondia…Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen: Quer ver ela?Desculpe, não posso realizar essa tradução. Pedro: Não, quero sentir o cheiro dela. Capaz ou incapaz?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen: Capaz!
Ela se levantou do banco, sem olhar pros lados, levantou o vestido deixando à mostra uma fio dental preta de renda e tiro duplo, com um lacinho vermelho que revelava uma linda, depilada e estética vulva. Pegou ela pelos lados pra puxar pra baixo enquanto mexia os quadris de um lado pro outro pra jogar ela igual uma calcinha no rosto do acompanhante. Pedro segurou ela e respirou fundo ali, tinha um perfume encantador e, como era de esperar, tava molhada, isso excitou ele pra caralho e fez o pau enorme dele acordar dentro da calça. Ao notar, Karen se molhou na hora, mordeu o lábio inferior e voltou o olhar pros olhos dele pra dizer: "vamos embora?" Pagaram a conta e saíram pra pegar um táxi.
Ao sair do lugar, se pegaram pelas mãos e, sem mais, começaram a se beijar tão apaixonada e intensamente que nem ligavam pra quem tava vendo. Subiram no banco de trás do táxi, dando instruções pra ir até o...Pousada Quixotee continuar se beijando. Tinham o ritmo de um casal de amantes de anos, Karen montou em Pedro pra continuar beijando ele enquanto ele a abraçava na cintura e apalpava a firmeza das nádegas dela, ela tinha uma bunda enorme. Karen estava excitada, como naquela vez na escola que acabou com o namorado no banheiro, sentia a firmeza dos braços dele, as costas largas e o pauzão pulsando na bunda dela, querendo se libertar da amarra da calça, o contexto era perfeito, se deixou levar pela mente alimentando aquela cócega entre as pernas. Beijou o pescoço dele e lambeu até chegar na orelha direita enquanto passava as mãos no cabelo dele e sussurrou: "quero que você me chupe!". Pedro a afastou, sentindo o peso dos peitões enormes dela liberando o peito dele, "de verdade, aqui?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen: claro, nosso amigo taxista não vai se importar de você chupar minha buceta, né?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Taxista: hmm, claro que não, contanto que me deixem uma boa gorjeta e vocês não se importem de eu fumar um baseado.- Karen: Fechado negócio.
Karen se desmontou pra deitar de lado e passar uma perna por cima do pescoço dele, convidando ele pra comer. Soltou um perfume vindo dos sucos da buceta dela. Na hora, Pedro virou pra receber a perna, levantou o vestido e notou que os sucos tinham escorrido até os joelhos dela. Quando se mexeu, sentiu a calça dele molhada — nessa altura, não sabia se era líquido pré-seminal ou a lubrificação dela, coisa que tanto fazia.
Começou a lamber o caminho deixado pelos sucos dela, percorrendo as pernas, coxas até chegar nos lábios e finalmente no clitóris dela.
Pedro tinha uma língua ágil, que mexia habilmente alternando pra cima e pra baixo e pra esquerda e direita. Lembrou do filme "Jogos Sexuais", ondeSebastiãodesenhou com a língua o alfabeto na buceta ardente da Annette, então achou que era uma boa hora de repetir a odisseia do Sebastião. Abriu aquelas nádegas lisas com as mãos enquanto a língua desenhava o "A", continuou com o B, C, D... ao chegar no "L", Karen apertava os cabelos dele com força, mexendo a bunda contra ele e mordendo o lábio inferior enquanto segurava os gemidos. Ao completar o alfabeto pela segunda vez, percebeu que a língua estava dormente, custando a contrair de novo. Tentou se levantar no banco, mas foi parado pela mão de Karen enquanto ela dizia "quero mais, mas dessa vez começando pelo Z", ordem que foi cumprida direitinho.
A um quarteirão de chegar no hotel, o taxista sugeriu que se arrumassem pra descer com decência e avisou que a corrida era 200 reais. Karen concordou na hora, abriu a bolsa e deu 1.000 conto pro motorista, com um sorrisinho maroto. Saíram do carro e foram pra recepção.
Pedro reservou a melhor suíte do hotel, no terceiro andar, com janelões que davam uma vista foda pro mar escuro. A suíte tinha dois quartos contíguos com piso xadrez que dava um toque vintage, um banheiro com banheira que parecia outro cômodo e, no final, um terraço com vista pro mar e uma jacuzzi branca enorme. O quarto principal tinha uma cama de casal com futon montado numa base de madeira, um sofá cinza com mesinha de centro e uma TV pendurada na parede. Na mesinha de centro, chamava atenção um cooler com duas garrafas de vinho.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.acompanhado de uvas, morangos, queijos e mais um monte. Karen pegou a mesa inteira do centro e levou pra jacuzzi, pegou a bolsa dela e foi pro banheiro enquanto falou:Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Engenheiro, por favor, liga essa jacuzzi e fica à vontade que tenho uma surpresa pra você…
Pedro ligou a jacuzzi num instante, abriu uma garrafa de vinho e serviu duas taças, cortou o queijo curado num prato e esperou pacientemente na varanda, perdendo o olhar na escuridão do mar. Karen tomou um banho rápido pra se refrescar, passou creme no corpo inteiro e abriu a bolsa pra pegar uma lingerie.agente provocadorTinha um bom repertório delas, graças a filhos da puta exploradores que não pagavam o salário completo por desfile e, como compensação, deixavam elas levarem a lingerie que quisessem, coisa que seus parceiros sexuais adoravam.Ela vestiu uma cinta-liga de renda preta que combinava com uma tanga, meias e ligas da mesma cor. Por fim, calçou os sapatos e deixou o cabelo solto pra sair. Ela se via mais alta que o normal e, sem dúvida, a tanga destacava as curvas do quadril dela...
FIM PRIMEIRA PARTE....
Por WASP Karen e Pedro eram amigos já fazia uns dois anos, se conheceram virtualmente numa rede social.MarcadoDurante os anos do ensino médio, eles mantinham uma ciber-relação fresca e à distância há 10 anos. Com o tempo, decidem se ver e tomar uma garrafa de vinho juntos para dar vazão à sua amizade perversa e tarada…ELAKaren era de Mazatlán, Sinaloa, onde as mulheres têm fama de serem gostosas e diretas. Ela confirmava essa teoria: era alta, com 1,78 m, 27 anos, cabelo castanho, pele branca, olhos grandes e castanhos escuros, lábios carnudos, pernas longas e torneadas, um jeito gracioso no rosto e no trato, e como boaculichiSeios durinhos e bunda empinada. Estudava mestrado em arquitetura e, de vez em quando, trabalhava como modelo ou recepcionista de alto nível para algumas marcas de lingerie. Se considerava bissexual, curtia um sexo bom e o gênero era o de menos. Sabia aproveitar tanto um pau gostoso quanto uma buceta suculenta.OPedro, um cara bonito, chilango de 28 anos, amante de novelas, pornô e baseados. Na época da faculdade, foi capitão do time de judô, o que lhe deu um corpo atlético, com 1,80 m de altura, moreno, mãos grandes e um pacote de 20 cm que as garotas adoravam durante as competições. Ele, por sua vez, se formou em engenharia civil e, depois de vários empregos, fundou uma construtora que fechava contratos com o governo em todo o país. Sua personalidade dominante, extrovertida e carisma faziam dele um alvo fácil para as garotas e todos os problemas que isso trazia.ELA E ELANuma sexta à noite, Karen tava se preparando pra sair pra farra com os amigos quando cancelaram em cima da hora. Frustrada, resolveu pegar uma garrafa de vinho.Château Domecqe tirar seu último baseado. Acendeu o beck junto com o computador pra mergulhar no mundo cibernético. Tava afim de um ciber-sexo, porque com a mistura de vinho e maconha, um orgasmo bom cairia bem. Foi pro portal deelchate entro na salaCibersexocom o pseudônimo deCulichi.Reviso a lista de usuários procurando algum que despertasse meu interesse, passo dos dotados e máquinas sexuais que geralmente buscavam uma punheta rápida, percorri a lista do começo ao fim sem encontrar nada, ao dar outra olhada, o nome “Asmodeu”, o demônio responsável, segundo a bíblia, por perverter os desejos sexuais dos humanos e incitar os pecados carnais, a luxúria, infidelidade e lascívia. Intrigada, deu um clique duplo para escrever o primeiro de muitos “oi, tudo bem?”. Naquela noite, tiveram mais do que cibersexo entre desconhecidos, parecia mais a conversa de dois amigos sexualmente afins que estavam fisicamente distantes e perversamente unidos. Ao terminar a conversa, compartilharam e-mails e se adicionaram mutuamente no extinto Messenger.
A partir daí, uma ou duas vezes marcavam de repetir o cibersexo dando um toque diferente: fantasias sexuais, posições malucas, cenários, brinquedos, etc., até que um dia o inevitável aconteceu: se conhecerem pessoalmente. Pedro viajaria para Sinaloa a trabalho e ficaria 2 semanas na cidade dela, tempo mais que suficiente para se verem e provar que aquela sintonia literária era também carnal.O ENCONTRO…Karen recebeu a notícia numa segunda-feira de manhã, quando estava prestes a tomar um café na lanchonete da universidade. O celular dela tocou.WhatsAppe ao abrir a mensagem do Pedro, ela tinha um sorriso safado, uma sensação de adrenalina e uma ansiedade doentia percorria ela, louca pra ver qual ia ser a ideia dele agora. A mensagem dizia “O queO que você vai fazer sábado à noite? Vou estar em Mazatlán a trabalho. Vamos marcar?Mordeu o lábio inferior e hesitou pra responder…Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen:claro, por que não? vou me conectar lá pela meia-noite, depois de largar meu namorado
- Pedro: Vou estar vivinho da silva em pessoa em Mazatlán, vou me hospedar no Quijote Inn da Zona Dourada. Peço um quarto de casal?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen: claro, e não esquece de trazer os seus 20 cm...
Guardo o celular enquanto uma sensação de ir pro desconhecido percorria meu corpo. Tava com um coquetel de emoções, entre ansiedade, medo, curiosidade, adrenalina. Percebi que tava excitada e muito molhada, não consegui me segurar e fui direto pro banheiro com a intenção de me masturbar. No caminho, trombei com o namorado dela, Hank, o mesmo que foi sequestrado.
Entraram, fechei a porta com tranca enquanto beijava ele pra depois desabotoar atrapalhadamente a calça. Ao sentir a pica dura dele, salivei e me ajoelhei pra começar a chupar com vontade, fazendo movimentos de vai e vem. Tava completamente excitada, perdida na minha mente, imaginando que era o Pedro, e isso me deixava ainda mais tesuda. Levantei e fui direto pro banheiro de deficientes, daqueles que têm barras nos lados pra se apoiar. Tirei a calça e, afastando a calcinha fio dental molhada, montei nele pra entrar de uma sentada só. Senti a pica do Hank tão fundo que não consegui segurar um gemido alto. Segurei a cabeça dele com as duas mãos e empurrei o corpo com força, desejando que entrasse mais e mais fundo. Continuei cavalgando enquanto as mãos do Hank brincavam nas minhas nádegas, abrindo e apertando. Isso me excitava pra caralho, e ele sabia.
Começaram a bater na porta ao mesmo tempo que diziam:abram que eu tô me cagando aqui, não sejam filhos da putaA adrenalina percorreu o corpo de Karen, excitando ela ainda mais, e ela entrou numa espécie de transe em que o corpo se movia sozinho, um vai e vem que percorria de ponta a ponta o pau dele com precisão, ritmo e força. Hank não aguentou muito isso e gozou tão forte que seus pés tiveram um movimento involuntário, alargando o pau como nunca antes. A buceta apertada de Karen sentiu as pulsações daquele pau se alargando e se esvaziando dentro dela, provocando um delicioso, quente e prazeroso orgasmo.
Uma nova batida na porta os fez se recompor. Ao se levantar, Karen deixou os fluidos escorrerem por Hank, o que surpreendeu os dois — ela nunca tinha estado tão melada. Se vestiram como deram, sem se limpar, ajeitaram o cabelo de qualquer jeito, foram até a porta, destrancaram o ferrolho e saíram em disparada, deixando o lugar com um cheiro gostoso de sexo fresco.
Ao chegar em casa, Karen tomou um banho e limpou os restos do sexo, preparou um expresso duplo e sentou pra ligar o laptop. Abriu o Skype e procurou nos contatos o Pedro, que aparecia como offline. Deu um clique duplo no nome dele e escreveu: "Tá aí?" Ele respondeu: "Pra você, sempre, minha amiga perversa." E começaram a trocar mensagens...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen:É verdade que você vai vir?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Pedro: sim, chego no sábado por volta do meio-dia e vou estar livre à noite, cê topa jantar?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen:ok, mas eu escolho o vinho porque com certeza você tem um gosto de merdaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Pedro: Vale, pra ser sincero, tô nervoso, mas que tal a gente tomar aquele vinho e deixar rolar o que tiver que rolar… cê topa?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen:parece perverso pra mim, bom, vou me retirar que tive um dia agitado, beijosPróximo SábadoQuando ele chegou no aeroporto de Mazatlán, Pedro falou com Karen e marcaram de se encontrar num restaurante na zona velha, umas 8 da noite. Quem chegou primeiro foi Pedro, vestindo uma jeans, camisa curta xadrez vermelha e sapatos pretos formais, uma roupa que deixava ver o corpo atlético dele. Pediu uma mesa pra dois na varanda, meio afastada do resto pra poderem ter privacidade. Esperou pacientemente a Karen chegar enquanto olhava o lugar: rústico, tranquilo e com uma fonte pequena que imitava uma cascata, dando uma sensação de paz. Não demorou muito, ele cruzou o olhar na entrada e lá estava ela, com um sorriso radiante que fez o coração dele disparar e dar aquele nervosismo, sintomas nada comuns nele. Se cumprimentaram com um beijo na bochecha e pediram a carta de vinhos. Karen tava sensual, realçando as curvas dela; usava um vestido que batia acima do joelho, com rosas bordadas e um decote que mostrava os peitos grandes, redondos e durinhos dela, sapatilhas de salto baixo, cabelo solto, pouca maquiagem — tava radiante e uma gostosa do caralho.
Ficaram de papo furado, falando de trabalho, família, faculdade e outros assuntos superficiais até que, depois de meia garrafa de vinho, entraram no assunto sexual, relembrando os encontros virtuais, as conversas e outras aventuras.web camConheciam cada cantinho do corpo, o tamanho e as proporções de cada um. Deram o último gole da garrafa enquanto chamavam o garçom pra pedir mais uma. Quando ele virou, Pedro perguntou a cor da calcinha fio dental que ela tava usando, arrancando uma risada safada de Karen enquanto ela respondia…Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen: Quer ver ela?Desculpe, não posso realizar essa tradução. Pedro: Não, quero sentir o cheiro dela. Capaz ou incapaz?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen: Capaz!
Ela se levantou do banco, sem olhar pros lados, levantou o vestido deixando à mostra uma fio dental preta de renda e tiro duplo, com um lacinho vermelho que revelava uma linda, depilada e estética vulva. Pegou ela pelos lados pra puxar pra baixo enquanto mexia os quadris de um lado pro outro pra jogar ela igual uma calcinha no rosto do acompanhante. Pedro segurou ela e respirou fundo ali, tinha um perfume encantador e, como era de esperar, tava molhada, isso excitou ele pra caralho e fez o pau enorme dele acordar dentro da calça. Ao notar, Karen se molhou na hora, mordeu o lábio inferior e voltou o olhar pros olhos dele pra dizer: "vamos embora?" Pagaram a conta e saíram pra pegar um táxi.
Ao sair do lugar, se pegaram pelas mãos e, sem mais, começaram a se beijar tão apaixonada e intensamente que nem ligavam pra quem tava vendo. Subiram no banco de trás do táxi, dando instruções pra ir até o...Pousada Quixotee continuar se beijando. Tinham o ritmo de um casal de amantes de anos, Karen montou em Pedro pra continuar beijando ele enquanto ele a abraçava na cintura e apalpava a firmeza das nádegas dela, ela tinha uma bunda enorme. Karen estava excitada, como naquela vez na escola que acabou com o namorado no banheiro, sentia a firmeza dos braços dele, as costas largas e o pauzão pulsando na bunda dela, querendo se libertar da amarra da calça, o contexto era perfeito, se deixou levar pela mente alimentando aquela cócega entre as pernas. Beijou o pescoço dele e lambeu até chegar na orelha direita enquanto passava as mãos no cabelo dele e sussurrou: "quero que você me chupe!". Pedro a afastou, sentindo o peso dos peitões enormes dela liberando o peito dele, "de verdade, aqui?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Karen: claro, nosso amigo taxista não vai se importar de você chupar minha buceta, né?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Taxista: hmm, claro que não, contanto que me deixem uma boa gorjeta e vocês não se importem de eu fumar um baseado.- Karen: Fechado negócio.
Karen se desmontou pra deitar de lado e passar uma perna por cima do pescoço dele, convidando ele pra comer. Soltou um perfume vindo dos sucos da buceta dela. Na hora, Pedro virou pra receber a perna, levantou o vestido e notou que os sucos tinham escorrido até os joelhos dela. Quando se mexeu, sentiu a calça dele molhada — nessa altura, não sabia se era líquido pré-seminal ou a lubrificação dela, coisa que tanto fazia.
Começou a lamber o caminho deixado pelos sucos dela, percorrendo as pernas, coxas até chegar nos lábios e finalmente no clitóris dela.
Pedro tinha uma língua ágil, que mexia habilmente alternando pra cima e pra baixo e pra esquerda e direita. Lembrou do filme "Jogos Sexuais", ondeSebastiãodesenhou com a língua o alfabeto na buceta ardente da Annette, então achou que era uma boa hora de repetir a odisseia do Sebastião. Abriu aquelas nádegas lisas com as mãos enquanto a língua desenhava o "A", continuou com o B, C, D... ao chegar no "L", Karen apertava os cabelos dele com força, mexendo a bunda contra ele e mordendo o lábio inferior enquanto segurava os gemidos. Ao completar o alfabeto pela segunda vez, percebeu que a língua estava dormente, custando a contrair de novo. Tentou se levantar no banco, mas foi parado pela mão de Karen enquanto ela dizia "quero mais, mas dessa vez começando pelo Z", ordem que foi cumprida direitinho.
A um quarteirão de chegar no hotel, o taxista sugeriu que se arrumassem pra descer com decência e avisou que a corrida era 200 reais. Karen concordou na hora, abriu a bolsa e deu 1.000 conto pro motorista, com um sorrisinho maroto. Saíram do carro e foram pra recepção.
Pedro reservou a melhor suíte do hotel, no terceiro andar, com janelões que davam uma vista foda pro mar escuro. A suíte tinha dois quartos contíguos com piso xadrez que dava um toque vintage, um banheiro com banheira que parecia outro cômodo e, no final, um terraço com vista pro mar e uma jacuzzi branca enorme. O quarto principal tinha uma cama de casal com futon montado numa base de madeira, um sofá cinza com mesinha de centro e uma TV pendurada na parede. Na mesinha de centro, chamava atenção um cooler com duas garrafas de vinho.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.acompanhado de uvas, morangos, queijos e mais um monte. Karen pegou a mesa inteira do centro e levou pra jacuzzi, pegou a bolsa dela e foi pro banheiro enquanto falou:Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Engenheiro, por favor, liga essa jacuzzi e fica à vontade que tenho uma surpresa pra você…
Pedro ligou a jacuzzi num instante, abriu uma garrafa de vinho e serviu duas taças, cortou o queijo curado num prato e esperou pacientemente na varanda, perdendo o olhar na escuridão do mar. Karen tomou um banho rápido pra se refrescar, passou creme no corpo inteiro e abriu a bolsa pra pegar uma lingerie.agente provocadorTinha um bom repertório delas, graças a filhos da puta exploradores que não pagavam o salário completo por desfile e, como compensação, deixavam elas levarem a lingerie que quisessem, coisa que seus parceiros sexuais adoravam.Ela vestiu uma cinta-liga de renda preta que combinava com uma tanga, meias e ligas da mesma cor. Por fim, calçou os sapatos e deixou o cabelo solto pra sair. Ela se via mais alta que o normal e, sem dúvida, a tanga destacava as curvas do quadril dela...
FIM PRIMEIRA PARTE....
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