Uma experiência inesperada....
Entre minhas muitas experiências, tem uma que vou lembrar pra sempre. Foi uma experiência que nem eu mesma entendo como aconteceu, mas no final foi muito gostosa.
Sempre sigo o mesmo caminho pra casa depois da academia à tarde. Às vezes encontro cada figura, porque tenho que passar por uma praça que fica do lado de uma avenida, onde tem um canteiro central cheio de gente correndo à tarde.
Então não é raro o parque e o canteiro estarem lotados de homens que, toda vez que passo, me cantam e falam um monte de besteira. Mas entre tanto homem, um velhinho me chamou a atenção.
Era um senhor de idade que eu sempre encontrava no mesmo horário. Ele tentava atravessar a avenida com muita dificuldade, porque não conseguia andar direito, mancava da perna direita e usava uma bengala. Se mexia com esforço, era meio gordinho, cabelo ralo e grisalho, moreno, com uns 1,70 de altura, mas todo encurvado pela idade.
A avenida tinha tanto trânsito que ele não conseguia passar, e mal e mal conseguia atravessar. Todo dia a cena se repetia, e eu ficava puta porque ninguém respeitava ele.
Um dia, cansada daquilo, parei e perguntei se podia ajudar ele a atravessar – Obrigado, mocinha, você é um anjo – ele disse, e se apoiando no meu braço começamos a atravessar. Eu fiquei do lado do trânsito, e quando os motoristas me viam, paravam hahahahahahaha.
Assim atravessamos, e eu acompanhei ele até a casa dele, deixando na porta. Nos despedimos, e todo dia a cena se repetia: eu ajudando ele e deixando na casa dele. Às vezes, por causa da dificuldade pra andar, ele me abraçava pela cintura. Aí eu sentia a mão dele me acariciando, porque sempre uso top que deixa a cintura de fora. Achando que era coisa da minha cabeça, deixava pra lá, porque não imaginava ou podia acreditar que um velhinho como ele ainda pensasse nisso hehehehe.
Às vezes, enquanto caminhávamos, ele falava que eu tinha uns olhos bonitos, muito expressivos, que minha pinta na boca era linda, que me deixava muito gostosa, e eu agradecia pelos elogios. Cantadas, mas nem por isso passou nada pela minha cabeça.
Ele às vezes me falava da família dele, que tinha ficado viúvo, os filhos não o visitavam, morava sozinho, enfim.
Assim fomos nos conhecendo, até que um dia, enquanto eu o acompanhava, antes de entrar na casa dele, ele escorregou. Ao tentar segurá-lo, o rosto dele ficou entre meus peitos e as mãos dele me agarraram firme pela cintura. O contato das mãos dele com minha pele naquele momento despertou em mim a mulher ardente.
Ficamos assim por um instante, ele com o rosto entre meus peitos segurando minha cintura, senti ele inspirar fundo meu perfume, até que começou a tentar se endireitar com minha ajuda. Mas ao tentar, escorregou de novo e, ao buscar apoio, a mão dele foi direto na minha bunda, onde agarrou minha nádega com força. Instintivamente, meu coelhinho começou a ficar molhado com aquele contato e eu sentia ele pulsar, mas na minha mente eu pensava que tudo era acidental.
Talvez tenha sido acidental aquele contato, mas percebi que também nele o toque da minha pele o fez tremer. Ele se endireitou, mas não disse nada. Entramos na casa dele e ele perguntou se eu queria um café, e eu disse que sim.
Entramos, fiz ele sentar, pois eu mesma prepararia. Me aproximei do fogão e coloquei água para ferver. Enquanto preparava, de costas para ele, ele dizia que eu era muito linda, um anjo, que graças a mim os dias dele tinham se alegrado. Quando terminei de fazer o café, me virei para servi-lo, mas o olhar dele tinha mudado. Percebi que ele estava olhando pra minha bunda, o olhar já não era mais de ternura, era um olhar cheio de desejo que percorria meu corpo, um arrepio subiu pelas minhas costas.
Naquele dia eu estava usando um sutiã rosa, minha calça de lycra preta e meus tênis de exercício. Não pensei que aquela roupa o tivesse excitado, mas acho que o contato antes de entrar fez com que ele sentisse uma excitação que seu olhar revelava, pois agora ele me olhava como homem, como macho.
Tomamos o café, continuamos conversando e ele me disse que, antes de eu ir embora, se eu podia ajudá-lo a... deitar-se, apoiando-se em mim, eu o acompanhei até o quarto dele, ele aproveitou pra passar o braço em volta da minha cintura e voltou a acariciar com a mão, me deixando toda arrepiada.
Quando chegamos na cama, eu ia segurar ele pelos braços pra deitar, mas ele, rápido, me segurou pela cintura e foi direto na minha boca, conseguiu porque a surpresa me travou, ele tomou conta da minha boca enquanto as mãos dele apertavam minha cintura num abraço forte, e aí as mãos dele foram pro meu rabo, começando a amassar minhas nádegas desesperadamente, enquanto eu sentia um pau duro pra caralho debaixo da calça dele.
Mesmo com a idade, o abraço dele era forte, eu tentava resistir enquanto a boca dele percorria meu pescoço e a respiração dele ficava cada vez mais ofegante, o braço dele me segurava firme na cintura enquanto a outra mão amassava violentamente minhas nádegas, ele me prendia com força e o volume dele se esfregava na minha bucetinha.
A respiração pesada dele queimava minha pele, ele me beijava com violência e eu não conseguia evitar que a minha também começasse a acelerar…
- AAHHH, AH, AH, AH, NÃO, NÃO, SEU RICARDO, AH, AH, AH, AAAHHHH!
- GAROTA, GAROTA, EU TE QUERO, TE QUERO!
- AAHHH, AH, AH, AH, SEU RICARDO, AH, AH, AH, AAAHHHH!
- VOCÊ NÃO SABE O QUE É FICAR TANTO TEMPO SEM UMA MULHER AQUI, AGORA QUE TE TENHO AQUI VOU METER MINHA PIROCA EM VOCÊ!
- NÃO, NÃO, NÃO, AH, AH, AH!
- DESDE QUE VOCÊ COMEÇOU A ME ACOMPANHAR EU TE DESEJEI, VOCÊ ME EXCITOU E EU PLANEJEI TE COMER, AGORA VOU REALIZAR ISSO, GOSTOSA!
- AAAAAHHH, NÃO, NÃO, NÃO, AH, AH, AH!
A situação e a excitação que eu já tava sentindo desde a porta, por causa do contato anterior, me deixaram num tesão danado, mesmo assim eu tentava me debater, mas na luta a gente caiu na cama, ali, a força e o peso dele me dominaram, segurando minhas mãos contra o colchão, ele foi de novo na minha boca e no meu pescoço, minha respiração era só gemido ofegante, de pé eu podia ter escapado, mas na cama ele me tinha na mão e não ia me deixar fugir.
As mãos dele, habilidosas, enfiaram debaixo do meu sutiã, onde Empurrando meu sutiã para o lado, ele apalpava meus peitos desesperadamente, acariciava meus mamilos me fazendo gemer e me contorcer.
- AAAAAHHHHHH! NÃOOOO! AAAAAHHHH!
Num movimento rápido, ele segurou minha lycra e puxou pra baixo sem que eu pudesse evitar, deixando à disposição dele minha bucetinha coberta só pela calcinha fio dental que já tava encharcada naquela hora, e começou a passar os dedos por cima, arrancando gemidos intensos de mim. Tremendo muito, parei de resistir e ele aproveitou pra puxar a calcinha de lado e enfiar os dedos.
- OOOOHHHH! AH, AH, AH, AH!
Agora, levantando o corpete, a boca dele começou a chupar meus peitos enquanto os dedos me enlouqueciam entrando e saindo da minha periquita. Ele sugava meus mamilos, lambia e mordia com uma desesperação de animal. Chupava meus peitos me deixando louca, não aguentava mais e, segurando a cabeça dele, apertei contra meus peitos.
Aí tirei o corpete e o sutiã pra deixar ele me lamber à vontade, enquanto isso, com as duas mãos, ele apertava meus peitos e a língua lambia meus mamilos. Enquanto ele fazia isso, tirei os tênis, a lycra e a calcinha fio dental, ficando completamente nua e totalmente entregue nas mãos dele. Agora as mãos dele percorriam meu corpo todo enquanto eu me abraçava nele, ele apertava minha bunda enfiando os dedos no meu cu - OOOOHHH! - e me percorria inteira.
Enquanto isso, eu desabotoei a camisa dele e o cinto. Por causa do peso do corpo dele, não consegui tirar a camisa, só abrir, mas não ligava, queria lamber a barriga dele, o peito cheio de pelos. Enquanto fazia isso, puxei a calça dele pra baixo e, ao baixar a cueca, o pau dele saltou como uma mola! Era grosso e comprido, muito vigoroso pra idade dele!
Deitei ele, peguei o pau dele nas minhas mãos e, sob o olhar cheio de luxúria dele, levei à minha boca, começando a lamber. Ele gemia de olhos fechados. Quando enfiei a cabecinha na minha boca, senti ele pulsando, queria gozar. Então tirei e comecei a lamber a haste pra ele se acalmar, porque eu queria montar nele. Quando senti que não tinha mais perigo de ele gozar, enfiei de novo o Coloquei a glande na minha boca e comecei a chupar enquanto ele segurava minha cabeça e gemia.
Lambi o tronco e as bolas dele, enfiei na boca o máximo que pude, chupando desesperada. Tinha gosto de porra, de mijo, mas era uma delícia. Chupei até ele começar a gritar, gozando na minha boca em jatos.
Assim que ele terminou de gozar, continuei chupando pra ele não perder a ereção. Agora eu deitei do lado dele e, me virando, ele me abraçou, esfregando o pau na minha bucetinha, enquanto mordia meu pescoço e peitos desesperadamente.
Aí, levantando minha perna, o velho colocou o pau na minha bucetinha e começou a me penetrar. Ele meteu devagar, me fazendo tremer porque, do tamanho que era, raspava as paredes da minha boceta. Quando enfiou tudo, me beijou selvagemente, mordendo meus lábios e enfiando a língua, começando a bombar com força.
Apesar da idade, ele me bombava igual um animal. Metia e tirava com tanta força que me arrancava gritos de prazer. Eu tava de frente pra ele, então enquanto apertava minha bunda, a boca dele devorava meus peitos. Ele me deixou louca, gritando…
— AAAAAHHHH! AAAAHHHHH! SEU RICARDO! AAAAAAHHHHHH!
Mas ele não falava nada, só bufava, lambia meu pescoço e minha boca, especialmente minha pinta. E toda vez que lambia, eu gemia. Quando percebeu que me excitava ele lamber, fazia com mais intensidade enquanto continuava bombando minha bucetinha igual um bicho. Nunca pensei que aquele velho que parecia tão fofo fosse um animal na cama. As estocadas me arrancaram um orgasmo violento. Meus sucos encharcavam a cama e o pau dele, que continuava entrando e saindo, fazendo aquele barulho de chaca chaca com a umidade dos meus fluidos.
— AAAAAHHH! ME COME, ME COME, ME COMEEEEEE!
Gritei no meio de um orgasmo enlouquecedor enquanto ele continuava na missão de me enlouquecer com as lambidas nos meus peitos, boca e pinta, enquanto bombava minha bucetinha e enfiava os dedos no meu cu.
Aí ele aumentou as estocadas, cada vez mais fortes. Ia me encher de porra, então, com os músculos da minha buceta apertei o pau dele pra que a excitação fizesse ele gozar, o que aconteceu, enchendo minha buceta de porra, me fazendo tremer de um jeito selvagem.
Ele ficou parado enquanto a mão dele segurando minha bochecha me puxou pra perto e ele enfiou a língua na minha boca.
-DESDE QUE VOCÊ COMEÇOU A ME ACOMPANHAR EU TE DESEJEI, QUERIA METER EM VOCÊ!
-OOOHHHHHHHH... EU, EU NÃO SABIA...!
-AGORA ESSE SONHO SE TORNOU REALIDADE, VOCÊ É MINHA, É MINHA VADIA! VIRA ESSA BUNDA!
Me excitou ele me chamar assim! Sem dizer nada, virei, mostrando a visão da minha bunda, que ele começou a acariciar, e me deu um tapa fortíssimo -OOOOHHHHHH! – e agora, abrindo minha bunda, aproximou o pau grosso dele do meu cu, esfregava, me fazendo gemer.
Agora, me empurrando pra trás, coloquei ele no meu cu e, segurando minha cintura firmemente, começou a pressionar até meter tudo, o que não foi difícil porque eu tava encharcada dos meus fluidos. Quando ele meteu, começou a arremeter de novo selvagemente enquanto a mão dele segurava meu cabelo e, como ele tava com uma coleira de cavalo, puxava ela esticando, e a outra mão segurava minha cintura pra aumentar as investidas, fazendo a pélvis dele bater na minha bunda.
-QUE GOSTOSO SUA BUNDA REBATE, GATINHA, AAAAHHHHH, QUE BUNDA GOSTOSA!
-PORRA, PAPAI, AAAAHHHHH!
A pélvis dele investia no meu cu selvagemente, batendo na minha bunda. Cada investida fazia meus peitos balançarem, e eu apertava eles enquanto enfiava meus dedos no meu clitóris.
-VOCÊ GOSTA, VADIA, GOSTA QUE EU RASGUE SEU CU?
-SIIIIM, SIIIIIM, PORRA, ME COME, ME COME!
Ele metia e tirava o pau sem piedade, meus gritos eram de prazer, de loucura. Tive vários orgasmos com a putaria selvagem que esse velho me dava até que ele mesmo gozou, enchendo meu cu e minhas entranhas de porra.
Quando terminou de despejar a porra no meu cu, sem tirar o pau, me abraçou por trás e eu podia sentir o pau dele pulsando dentro do meu cu. A gente dormiu. Quando acordei, ele ainda tava dormindo. Levantei, tomei banho e me vesti. Antes de ir, ele já tinha acordado, me Aproximei e nos beijamos.
Depois daquele encontro quente, toda vez que eu levava ele pra casa, minha bucetinha ficava molhada e pulsando, antecipando o prazer que íamos sentir — prazer que explodia assim que a porta se fechava. Ele me fez dele sentado na cozinha, na sala e na cama dele.
Continua.
Entre minhas muitas experiências, tem uma que vou lembrar pra sempre. Foi uma experiência que nem eu mesma entendo como aconteceu, mas no final foi muito gostosa.
Sempre sigo o mesmo caminho pra casa depois da academia à tarde. Às vezes encontro cada figura, porque tenho que passar por uma praça que fica do lado de uma avenida, onde tem um canteiro central cheio de gente correndo à tarde.
Então não é raro o parque e o canteiro estarem lotados de homens que, toda vez que passo, me cantam e falam um monte de besteira. Mas entre tanto homem, um velhinho me chamou a atenção.
Era um senhor de idade que eu sempre encontrava no mesmo horário. Ele tentava atravessar a avenida com muita dificuldade, porque não conseguia andar direito, mancava da perna direita e usava uma bengala. Se mexia com esforço, era meio gordinho, cabelo ralo e grisalho, moreno, com uns 1,70 de altura, mas todo encurvado pela idade.
A avenida tinha tanto trânsito que ele não conseguia passar, e mal e mal conseguia atravessar. Todo dia a cena se repetia, e eu ficava puta porque ninguém respeitava ele.
Um dia, cansada daquilo, parei e perguntei se podia ajudar ele a atravessar – Obrigado, mocinha, você é um anjo – ele disse, e se apoiando no meu braço começamos a atravessar. Eu fiquei do lado do trânsito, e quando os motoristas me viam, paravam hahahahahahaha.
Assim atravessamos, e eu acompanhei ele até a casa dele, deixando na porta. Nos despedimos, e todo dia a cena se repetia: eu ajudando ele e deixando na casa dele. Às vezes, por causa da dificuldade pra andar, ele me abraçava pela cintura. Aí eu sentia a mão dele me acariciando, porque sempre uso top que deixa a cintura de fora. Achando que era coisa da minha cabeça, deixava pra lá, porque não imaginava ou podia acreditar que um velhinho como ele ainda pensasse nisso hehehehe.
Às vezes, enquanto caminhávamos, ele falava que eu tinha uns olhos bonitos, muito expressivos, que minha pinta na boca era linda, que me deixava muito gostosa, e eu agradecia pelos elogios. Cantadas, mas nem por isso passou nada pela minha cabeça.
Ele às vezes me falava da família dele, que tinha ficado viúvo, os filhos não o visitavam, morava sozinho, enfim.
Assim fomos nos conhecendo, até que um dia, enquanto eu o acompanhava, antes de entrar na casa dele, ele escorregou. Ao tentar segurá-lo, o rosto dele ficou entre meus peitos e as mãos dele me agarraram firme pela cintura. O contato das mãos dele com minha pele naquele momento despertou em mim a mulher ardente.
Ficamos assim por um instante, ele com o rosto entre meus peitos segurando minha cintura, senti ele inspirar fundo meu perfume, até que começou a tentar se endireitar com minha ajuda. Mas ao tentar, escorregou de novo e, ao buscar apoio, a mão dele foi direto na minha bunda, onde agarrou minha nádega com força. Instintivamente, meu coelhinho começou a ficar molhado com aquele contato e eu sentia ele pulsar, mas na minha mente eu pensava que tudo era acidental.
Talvez tenha sido acidental aquele contato, mas percebi que também nele o toque da minha pele o fez tremer. Ele se endireitou, mas não disse nada. Entramos na casa dele e ele perguntou se eu queria um café, e eu disse que sim.
Entramos, fiz ele sentar, pois eu mesma prepararia. Me aproximei do fogão e coloquei água para ferver. Enquanto preparava, de costas para ele, ele dizia que eu era muito linda, um anjo, que graças a mim os dias dele tinham se alegrado. Quando terminei de fazer o café, me virei para servi-lo, mas o olhar dele tinha mudado. Percebi que ele estava olhando pra minha bunda, o olhar já não era mais de ternura, era um olhar cheio de desejo que percorria meu corpo, um arrepio subiu pelas minhas costas.
Naquele dia eu estava usando um sutiã rosa, minha calça de lycra preta e meus tênis de exercício. Não pensei que aquela roupa o tivesse excitado, mas acho que o contato antes de entrar fez com que ele sentisse uma excitação que seu olhar revelava, pois agora ele me olhava como homem, como macho.
Tomamos o café, continuamos conversando e ele me disse que, antes de eu ir embora, se eu podia ajudá-lo a... deitar-se, apoiando-se em mim, eu o acompanhei até o quarto dele, ele aproveitou pra passar o braço em volta da minha cintura e voltou a acariciar com a mão, me deixando toda arrepiada.
Quando chegamos na cama, eu ia segurar ele pelos braços pra deitar, mas ele, rápido, me segurou pela cintura e foi direto na minha boca, conseguiu porque a surpresa me travou, ele tomou conta da minha boca enquanto as mãos dele apertavam minha cintura num abraço forte, e aí as mãos dele foram pro meu rabo, começando a amassar minhas nádegas desesperadamente, enquanto eu sentia um pau duro pra caralho debaixo da calça dele.
Mesmo com a idade, o abraço dele era forte, eu tentava resistir enquanto a boca dele percorria meu pescoço e a respiração dele ficava cada vez mais ofegante, o braço dele me segurava firme na cintura enquanto a outra mão amassava violentamente minhas nádegas, ele me prendia com força e o volume dele se esfregava na minha bucetinha.
A respiração pesada dele queimava minha pele, ele me beijava com violência e eu não conseguia evitar que a minha também começasse a acelerar…
- AAHHH, AH, AH, AH, NÃO, NÃO, SEU RICARDO, AH, AH, AH, AAAHHHH!
- GAROTA, GAROTA, EU TE QUERO, TE QUERO!
- AAHHH, AH, AH, AH, SEU RICARDO, AH, AH, AH, AAAHHHH!
- VOCÊ NÃO SABE O QUE É FICAR TANTO TEMPO SEM UMA MULHER AQUI, AGORA QUE TE TENHO AQUI VOU METER MINHA PIROCA EM VOCÊ!
- NÃO, NÃO, NÃO, AH, AH, AH!
- DESDE QUE VOCÊ COMEÇOU A ME ACOMPANHAR EU TE DESEJEI, VOCÊ ME EXCITOU E EU PLANEJEI TE COMER, AGORA VOU REALIZAR ISSO, GOSTOSA!
- AAAAAHHH, NÃO, NÃO, NÃO, AH, AH, AH!
A situação e a excitação que eu já tava sentindo desde a porta, por causa do contato anterior, me deixaram num tesão danado, mesmo assim eu tentava me debater, mas na luta a gente caiu na cama, ali, a força e o peso dele me dominaram, segurando minhas mãos contra o colchão, ele foi de novo na minha boca e no meu pescoço, minha respiração era só gemido ofegante, de pé eu podia ter escapado, mas na cama ele me tinha na mão e não ia me deixar fugir.
As mãos dele, habilidosas, enfiaram debaixo do meu sutiã, onde Empurrando meu sutiã para o lado, ele apalpava meus peitos desesperadamente, acariciava meus mamilos me fazendo gemer e me contorcer.
- AAAAAHHHHHH! NÃOOOO! AAAAAHHHH!
Num movimento rápido, ele segurou minha lycra e puxou pra baixo sem que eu pudesse evitar, deixando à disposição dele minha bucetinha coberta só pela calcinha fio dental que já tava encharcada naquela hora, e começou a passar os dedos por cima, arrancando gemidos intensos de mim. Tremendo muito, parei de resistir e ele aproveitou pra puxar a calcinha de lado e enfiar os dedos.
- OOOOHHHH! AH, AH, AH, AH!
Agora, levantando o corpete, a boca dele começou a chupar meus peitos enquanto os dedos me enlouqueciam entrando e saindo da minha periquita. Ele sugava meus mamilos, lambia e mordia com uma desesperação de animal. Chupava meus peitos me deixando louca, não aguentava mais e, segurando a cabeça dele, apertei contra meus peitos.
Aí tirei o corpete e o sutiã pra deixar ele me lamber à vontade, enquanto isso, com as duas mãos, ele apertava meus peitos e a língua lambia meus mamilos. Enquanto ele fazia isso, tirei os tênis, a lycra e a calcinha fio dental, ficando completamente nua e totalmente entregue nas mãos dele. Agora as mãos dele percorriam meu corpo todo enquanto eu me abraçava nele, ele apertava minha bunda enfiando os dedos no meu cu - OOOOHHH! - e me percorria inteira.
Enquanto isso, eu desabotoei a camisa dele e o cinto. Por causa do peso do corpo dele, não consegui tirar a camisa, só abrir, mas não ligava, queria lamber a barriga dele, o peito cheio de pelos. Enquanto fazia isso, puxei a calça dele pra baixo e, ao baixar a cueca, o pau dele saltou como uma mola! Era grosso e comprido, muito vigoroso pra idade dele!
Deitei ele, peguei o pau dele nas minhas mãos e, sob o olhar cheio de luxúria dele, levei à minha boca, começando a lamber. Ele gemia de olhos fechados. Quando enfiei a cabecinha na minha boca, senti ele pulsando, queria gozar. Então tirei e comecei a lamber a haste pra ele se acalmar, porque eu queria montar nele. Quando senti que não tinha mais perigo de ele gozar, enfiei de novo o Coloquei a glande na minha boca e comecei a chupar enquanto ele segurava minha cabeça e gemia.
Lambi o tronco e as bolas dele, enfiei na boca o máximo que pude, chupando desesperada. Tinha gosto de porra, de mijo, mas era uma delícia. Chupei até ele começar a gritar, gozando na minha boca em jatos.
Assim que ele terminou de gozar, continuei chupando pra ele não perder a ereção. Agora eu deitei do lado dele e, me virando, ele me abraçou, esfregando o pau na minha bucetinha, enquanto mordia meu pescoço e peitos desesperadamente.
Aí, levantando minha perna, o velho colocou o pau na minha bucetinha e começou a me penetrar. Ele meteu devagar, me fazendo tremer porque, do tamanho que era, raspava as paredes da minha boceta. Quando enfiou tudo, me beijou selvagemente, mordendo meus lábios e enfiando a língua, começando a bombar com força.
Apesar da idade, ele me bombava igual um animal. Metia e tirava com tanta força que me arrancava gritos de prazer. Eu tava de frente pra ele, então enquanto apertava minha bunda, a boca dele devorava meus peitos. Ele me deixou louca, gritando…
— AAAAAHHHH! AAAAHHHHH! SEU RICARDO! AAAAAAHHHHHH!
Mas ele não falava nada, só bufava, lambia meu pescoço e minha boca, especialmente minha pinta. E toda vez que lambia, eu gemia. Quando percebeu que me excitava ele lamber, fazia com mais intensidade enquanto continuava bombando minha bucetinha igual um bicho. Nunca pensei que aquele velho que parecia tão fofo fosse um animal na cama. As estocadas me arrancaram um orgasmo violento. Meus sucos encharcavam a cama e o pau dele, que continuava entrando e saindo, fazendo aquele barulho de chaca chaca com a umidade dos meus fluidos.
— AAAAAHHH! ME COME, ME COME, ME COMEEEEEE!
Gritei no meio de um orgasmo enlouquecedor enquanto ele continuava na missão de me enlouquecer com as lambidas nos meus peitos, boca e pinta, enquanto bombava minha bucetinha e enfiava os dedos no meu cu.
Aí ele aumentou as estocadas, cada vez mais fortes. Ia me encher de porra, então, com os músculos da minha buceta apertei o pau dele pra que a excitação fizesse ele gozar, o que aconteceu, enchendo minha buceta de porra, me fazendo tremer de um jeito selvagem.
Ele ficou parado enquanto a mão dele segurando minha bochecha me puxou pra perto e ele enfiou a língua na minha boca.
-DESDE QUE VOCÊ COMEÇOU A ME ACOMPANHAR EU TE DESEJEI, QUERIA METER EM VOCÊ!
-OOOHHHHHHHH... EU, EU NÃO SABIA...!
-AGORA ESSE SONHO SE TORNOU REALIDADE, VOCÊ É MINHA, É MINHA VADIA! VIRA ESSA BUNDA!
Me excitou ele me chamar assim! Sem dizer nada, virei, mostrando a visão da minha bunda, que ele começou a acariciar, e me deu um tapa fortíssimo -OOOOHHHHHH! – e agora, abrindo minha bunda, aproximou o pau grosso dele do meu cu, esfregava, me fazendo gemer.
Agora, me empurrando pra trás, coloquei ele no meu cu e, segurando minha cintura firmemente, começou a pressionar até meter tudo, o que não foi difícil porque eu tava encharcada dos meus fluidos. Quando ele meteu, começou a arremeter de novo selvagemente enquanto a mão dele segurava meu cabelo e, como ele tava com uma coleira de cavalo, puxava ela esticando, e a outra mão segurava minha cintura pra aumentar as investidas, fazendo a pélvis dele bater na minha bunda.
-QUE GOSTOSO SUA BUNDA REBATE, GATINHA, AAAAHHHHH, QUE BUNDA GOSTOSA!
-PORRA, PAPAI, AAAAHHHHH!
A pélvis dele investia no meu cu selvagemente, batendo na minha bunda. Cada investida fazia meus peitos balançarem, e eu apertava eles enquanto enfiava meus dedos no meu clitóris.
-VOCÊ GOSTA, VADIA, GOSTA QUE EU RASGUE SEU CU?
-SIIIIM, SIIIIIM, PORRA, ME COME, ME COME!
Ele metia e tirava o pau sem piedade, meus gritos eram de prazer, de loucura. Tive vários orgasmos com a putaria selvagem que esse velho me dava até que ele mesmo gozou, enchendo meu cu e minhas entranhas de porra.
Quando terminou de despejar a porra no meu cu, sem tirar o pau, me abraçou por trás e eu podia sentir o pau dele pulsando dentro do meu cu. A gente dormiu. Quando acordei, ele ainda tava dormindo. Levantei, tomei banho e me vesti. Antes de ir, ele já tinha acordado, me Aproximei e nos beijamos.
Depois daquele encontro quente, toda vez que eu levava ele pra casa, minha bucetinha ficava molhada e pulsando, antecipando o prazer que íamos sentir — prazer que explodia assim que a porta se fechava. Ele me fez dele sentado na cozinha, na sala e na cama dele.
Continua.
3 comentários - 25. Una experiencia inesperada... (SexyAracely)