O final da história. Como cada um dos personagens está agora.
Voltando ao capítulo um. Aqui estou eu no sofá do meu quarto, na frente da televisão, enquanto cheiro meu dedo, que acabei de tirar da buceta da mamãe, e me toco a pica que a foxy acabou de chupar e ainda tá dura. Meu pai, no corredor ao lado, bate na porta do banheiro, onde a putinha tá se arrumando. O velho grita pra ela se apressar, que precisam sair. Agora ele tá em casa full time, rompeu o menisco e tá de licença. E a parada vai demorar, porque a reabilitação, com a bola de gordura que ele é, vai se prolongar por um tempão, com certeza. Eu e a foxy tamos nem aí, já que temos o andar de cima e o velho continua com o costume inveterado de viver na base da TV e dos ataques de comida que a minha mãe dá pra ele, pra manter o sedentarismo no nível necessário (pra gente poder fazer nossas safadezas, entende...). Na real, é até divertido fazer a galhada crescer bem debaixo do nariz dele. De vez em quando, largados no sofá, enquanto ele baba meio dormindo depois do jantar, a gente se pega com tudo, escondidos por uma cobertinha leve. De qualquer forma, também não é como se a gente estivesse atrasado na foda. Acho que nos últimos dois anos, já fizemos tudo que era humanamente possível. Não tô reclamando. E se agora, em algum momento, tivermos alguma restrição, não nos preocupa muito, sempre sobra a Paróquia pra gente se aliviar. Bebo um gole de cerveja e escuto as chamadas do cuck, cada vez mais impaciente. E eu sorrio, pensando em como as coisas mudaram nos últimos dois anos, desde que tudo começou.
Chegou a hora de recapitular e, pra finalizar essa história, vou contar como tá a vida de cada um dos protagonistas.
Meus sócios, o Moja e o Óscar, se tornaram, respectivamente, a mão direita e esquerda do negócio. Eles fazem tudo rodar perfeitamente, que as minas estejam felizes e que a ordem (e a paz) se mantenha no local. E, mesmo quando tiveram que intervir lá fora, como quando tivemos que ir resolver a merda em que a chata da minha tia Fina se meteu, eles agiram com eficiência e precisão (considerando que não são nenhuns gênios...)
O Moja continua vidrado na mãe dele, embora ela também não dê muita bola pra ele e esteja procurando uma namorada pra ele por aí, pra ver se consegue que ele pare de encher o saco dela. No trabalho, ele se tornou o colaborador mais fiel, quem diria! E dá pra contar com ele pra quase tudo, desde que ele não se distraia com alguma das bucetinhas que andam pela Paróquia... A Fátima, que já era uma profissional antes de tudo começar, se comporta como tal e foca no trabalho e em consolidar a posição dela na vida: quitar a hipoteca e ir juntando uma graninha pra montar, no futuro, um negócio próprio. Vou ficar feliz quando ela alcançar os objetivos dela, claro, mas não vou negar que vamos sentir falta dela. Ela foi fundamental no começo da Paróquia e, se no final ela nos deixar, sempre vai ter um cantinho reservado nos nossos corações... E, sempre que vier nos visitar, também uma boa porção de cock, claro!
O Óscar passou um tempo com a tia Fina, mas depois cansou e preferiu explorar novos alvos. Ficou dando umas bicadas por aí. Primeiro, molhando o biscoito com uma irmã do pai dele de 54 anos que tinha acabado de se separar e ido morar no mesmo prédio dos pais. Ficou comendo ela por um tempo, até perceber que o melhor tava em casa e, seguindo a onda do negócio, começou a dar em cima da mãe dele, que, mesmo tendo 55 anos e sendo uma coroa comum, meio gordinha, ainda dava uma boa trepada, principalmente pelo tesão da relação familiar entre os dois. Quando ele me contou, perguntei como é que não tinha pensado nisso antes antes. Pela explicação confusa que recebi, parece que o Óscar ainda mantinha um pouco de moralidade e não tinha se tornado um cínico sem respeito como eu. Por isso, ele era incapaz de ver a própria mãe como um alvo sexual apetitoso. Esse pensamento simplesmente não passava pela cabeça dele. A Venância, que era o nome da boa mulher, também era avó (o Óscar tinha duas irmãs mais velhas que já eram casadas). Ela usava roupas antiquadas e aventais de ficar em casa. Toda essa parafernália antiluxúria que impedia que ela parecesse uma mulher desejável (embora para alguns pervertidos, entre os quais me incluo, se a égua merece, esse tipo de roupa realça o tesão da mulher...). E, além disso, sempre tinha um ou dois netos em casa, que as filhas deixavam para ela cuidar. Por último, tinha a presença onipresente, no minúsculo apartamento, do pai do Óscar, já aposentado.
Por causa de uma contratura nas costas que afetou a Venância, justamente por levantar os netos de jeito errado ou algo assim, o médico recomendou repouso e massagens nas costas com uma pomada de farmácia. O Óscar, que tinha feito um curso de quick massagem no passado, se viu obrigado a fazer os "curativos" na mãe: as irmãs trabalhavam praticamente o dia todo e nunca tinham tempo. Só apareciam para largar os netos. E o pai não estava lá pra dar massagens... Então, toda tarde, voltando da Paróquia a caminho do apartamento dele, o Óscar fazia uma parada no apartamento dos pais. E, logo no primeiro dia, o pai dele avisou que a mãe já estava esperando. Ele entrou no quarto dos pais e se deparou com a coroa de bruços na cama de casal, nua da cintura pra cima e com os peitões se espalhando pros lados. Gordinha, mas apetitosa. Ela usava uma saia fina, que deixava transparecer umas calcinhas antiquadas cobrindo a rabeta enorme e, por baixo da saia, dava pra ver duas pernas grossas e lindas. Ao entrar no quarto, o Óscar ficou impactado com a Cena e, depois de montar na bunda enorme da mãe, passou a pomada nas costas brancas dela e deu uma massagem que deixou a mulher tremendo. Ao mesmo tempo, esquecendo os laços familiares, não conseguiu evitar esfregar a ereção naquele rabão materno. Embora Oscar tenha ficado na dúvida se a mãe tinha percebido, mais tarde ela confirmou que, sim, sabia muito bem que aquela sensação de dureza que sentiu naquele pandeiro gordo era a pica dura do filho. E esse fato foi um dos fatores que levaram ao comportamento dela nos dias seguintes. Venância, que, como eu disse, também não era burra, sacou a parada, mas em vez de cortar o barato, no dia seguinte, mesmo já tendo resolvido o problema das costas, pediu outra massagem, só que dessa vez já foi sem saia. "Tô mais à vontade, filho", disse ela. Oscar, ao se deparar com a mãe de calcinha, se surpreendeu, mas ela insistiu que estava mais confortável assim e que ficasse tranquilo, que a massagem do dia anterior tinha feito muito bem. Além disso, tinha vestido uma calcinha de renda, gigante, mas de renda, que ela devia achar sexy. E embora o visual da mulher oscilasse entre o cafona e o brega, para o bom Oscar, que de reflexos (sexuais) estava mais que sobrando, a pica ficou dura na hora por causa da situação excitante. Um detalhe que passou despercebido pela mãe, até então santa, que o observava pelo espelho do armário. Ali, o orgulho materno e o desejo de mulher se alimentaram, e foi quando Venância queimou os navios e decidiu deixar a coisa rolar. O garoto, ao ouvir o "Tô mais à vontade, filho", entendeu as palavras como uma aprovação para seus avanços e, mais ousado que no dia anterior, resolveu prolongar a massagem para os peitos caídos e ir descendo para a bunda e as coxas... Obviamente, dessa vez, a ereção já era mais que Claro, e sem se fazer de rogado, puxou o pau pra fora pela braguilha e deixou a mãe sentir o calor da rola no pano. Mas, dessa vez, nem bateu uma, nem tentou mais nenhuma aproximação... No terceiro dia, a mãe, que já tava se mostrando mais grudenta, dengosa e carinhosa do que o normal assim que ele entrou no apartamento, pediu outra massagem nas costas. E olha que dava pra ver claramente que de costas não tinha nada, porque ela tava fresca igual uma alface. O Óscar não teve mais dúvida de que o que a mulher precisava era de uma boa dose de pica. Ele imaginou (e acertou) que a mãe devia ter uma vida sexual bem precária, então achou lógico. Na terceira vez que entrou no quarto, a mãe, que ia na frente, tirou o roupão e ficou só de calcinha, igual no dia anterior. Pela primeira vez ele conseguiu reparar no corpo dela. Embora a mãe tenha se virado rápido antes de deitar na cama, o Óscar conseguiu ver, pelo espelho do armário, o corpo rechonchudo, mas firme, da progenitora, com duas tetonas bem grandes e caídas, que se espalhavam pela barriga já saliente. E lá no fundo, a calcinha de renda do dia anterior, que deixava escapar alguns pelinhos. Por trás, ela tinha enfiado a calcinha pra dentro da bunda, formando uma espécie de fio dental vagabundo que nosso protagonista achou uma delícia e já ficou de pau duro na hora. Além disso, pra completar a jogada, ela pediu pra ele fechar a porta com o trinco. "Pra nenhum dos meninos vir encher o saco..." Os netos estavam no quarto ao lado com o avô, vendo desenhos. O Óscar viu a chance e dessa vez foi pra matar. Deixo os detalhes pra sua imaginação. Só vou dizer que foi uma transa violenta, mas bem clássica. E com o fundo musical dos desenhos animados da TV que tava do outro lado da parede. Os amantes tentaram não fazer muito barulho. Não teve sexo oral, anal, nem posições estranhas. A mãe dele ainda não tava pronta pra conhecer os gostos do filho. Mas as "massagens" continuam e, aos poucos, Óscar está introduzindo a mãe em todas as práticas sexuais que ele gosta. Embora, pelo que me contou, ainda seja cedo para incluí-la no quadro do clube de La Parroquia... mas ele não descarta nada. Rosa, a ex-sogra de Óscar, se tornou um dos pilares do negócio. Entre ela e nossa adorável ex-freira, Teresa, elas conquistam metade dos clientes. São umas entusiastas da putaria. Embora com a Rosa ele vá com cuidado e sempre se preocupe em ver a aparência dos clientes antes de trepar com eles. Considerando que ela continua "felizmente" casada, não quer que nenhuma indiscrição coloque o marido policial na pista das suas infidelidades. Em casa, ninguém desconfia de nada, e Rosita, a filha dela, depois de superar a ruptura traumática com nosso Óscar, começou um relacionamento com um colega jovem do pai, também policial. Um cara sério e formal, mas a quem a foxy da Rosa já deu em cima e, segundo contou pra minha mãe, já tinha feito uma aposta com sua parceira Teresa de que, antes de duas semanas, ia estar fodendo com ele. Conhecendo ela um pouco, tenho certeza de que vai conseguir. Que arpia que ela é. Quanto à minha tia Fina, o mais marcante é que a muito idiota não teve ideia mais brilhante do que retomar o relacionamento com o sexy do genro, o cuzão do Gustavo, que a gente tinha assustado entre meus colegas e eu. Fiquei sabendo por acaso e fiquei puto da vida. Era um dia de semana de manhã, uma terça, acho. E assim que recebi a dica, a primeira coisa que fiz foi chamar minha mãe no meu escritório em La Parroquia. Ela veio rápido, naquele momento não estava atendendo nenhum cliente. Ao vê-la entrar, vestida com o traje de trabalho (meia arrastão, salto alto, liga e corset sem sutiã, bem pintada no estilo foxy...), fiquei com tesão, como costumava acontecer comigo normalmente. Mas naquele dia não estava pra putaria. então fui direto ao assunto: —Ei, mãe, cê sabe se a puta da sua irmã tá trampando hoje? Ela se assustou com a agressividade da pergunta, mas já tava acostumada a não me contrariar quando eu tava puto, então respondeu curta e neutra: —Tá sim, Marcos, agora tá com um cliente... aconteceu alguma coisa? —Pois é, aconteceu sim... descobri que a burra do caralho se envolveu de novo com o imbecil do genro dela... cê sabia de alguma coisa? Minha mãe me olhou surpresa, era óbvio que não sabia de nada: —Não... não... — gaguejou — Não sabia de nada... quer que eu ligue pra ela e pergunte? —Quero que ligue e mande ela vir pra cá na maior puta pressa! Mãe, vendo minha raiva, saiu correndo, balançando a bunda enorme como um pudim, pra buscar a tia Fina. Cinco minutos depois as duas entraram. A tia, que tinha acabado de atender o cliente, entrou suada e com o cabelo grudento, suponho que cheia de porra seca. Quando se virou pra fechar a porta, pude ver as nádegas vermelhas dela. Imagino que tinham acabado de dar uma surra de cinto na bunda dela. O sutiã de renda, que ela tinha acabado de colocar, mal conseguia esconder os peitões e, corada, porque a mãe tinha avisado, baixou a cabeça submissa e se preparou pra aguentar a bronca. Comecei a gritar com ela como um possesso e ela continuou assim, de cabeça baixa, enquanto duas lágrimas grossas escorriam pelo rosto, se misturando com o rímel borrado e o esperma seco que tinha espalhado pela cara. Mãe, enquanto isso, ficou calada ao lado dela, segurando a pobrezinha da irmã pelo braço, quando ela começou a soluçar desconsolada. Finalmente, amoleci um pouco e decidi perguntar por que caralhos ela tinha voltado com o imbecil do genro. E ela, atrapalhada, entre choros, começou uma explicação confusa. Do que consegui entender da lengalenga dela, tirei várias coisas claras. Primeiro, Óscar, que tinha sido o suposto “herói” do resgate da extorsão que ela tava sofrendo, cansou de seu excessivo tesão. E parei de dar a quantidade de rola que ela precisava. Depois, conversando com ele, descobri que o que realmente aconteceu é que o Óscar tinha encontrado outra gostosa separada, a irmã do pai dele de 54 anos, que eu já mencionei antes, que era uma delícia e consumia quase toda a energia dele, mas, como eu disse, isso é outra história. O fato é que a tia Fina não se contentava mais com as rolas do puteiro ou com algum rolo esporádico que ela levava pra casa "pra aprender informática", como ainda dizia pro bonzão do tio Blas. Ela continuava sentindo falta de um pouco de "carinho". Carinho do jeito que ela entendia, claro. Bom, no fundo ela era uma sentimental: queria uma boa dose de rola nos buracos dela, temperada com bastante agressividade, e depois receber do amante uns beijinhos carinhosos e emoticons de WhatsApp com coraçõezinhos pra desejar boa noite... Enfim, uma brega do caralho! O fato é que a coitada começou a achar que as humilhações do genro também não eram tão ruins assim. Se ela conseguisse controlá-las e depois obter um mínimo de respeito do cara. No fim das contas, elas vinham temperadas com boas doses de pau duro e litros de esperma. E, quase sem perceber, ela começou a sentir falta dele. Quando havia encontros de família, ela se aproximava dele, tentando fazer ele reagir. Mas o cuzão do Gustavo tinha ficado bem escaldado depois da surra que demos nele pra obrigá-lo a parar de foder a coroa da minha tia, então ele fugia dela como da peste... Também não ajudava o fato de que ele tinha começado a dar em cima de uma vizinha, também madura do condomínio. A mulher de um militar, uns quarenta anos, com filhos adolescentes e o marido destacado em outra província. Ou seja, um achado... desde que o corno não descobrisse e/ou alguma greve de estudantes inesperada fizesse os filhos aparecerem em casa antes do tempo. De resto, era super cômodo. A puta tinha as manhãs livres: o marido fora e as crianças no colégio. Então nosso herói, depois de trocar o turno no trabalho, só precisava descer alguns andares e começar a meter a pica quente. Mas, enfim, tô me perdendo nos detalhes. Então vamos continuar com o assunto que interessa. A tia Fina, quando a buceta tá pingando, é bem insistente, e tanto se esfregou no genro que ele, no fim, correspondeu aos agarramentos dela e voltou a apalpar a bunda dela. Fez isso timidamente, sem saber se ia levar um tapa ou uma foda. Felizmente (pra ele), conseguiu a segunda opção. E, a partir daí, as visitas diárias depois do trabalho ao apartamento da sogra "pra ensinar informática" voltaram, com a passividade do tio Blas. É inacreditável que o coitado nunca tenha se perguntado como, depois de tantas aulas de informática e tantos professores diferentes, a mulher dele nunca teve a iniciativa de ligar o computador sozinha e fazer algo por conta própria. Na real, a única coisa que ela sabia era entrar no YouTube pra procurar os clipes musicais que colocava de fundo nas sessões de "aprendizado" com seus vários professores. Gustavo, bem no papel de genro perfeito, às vezes até trazia o bebê, que já tinha uns meses, e deixava com o velhote no carrinho na sala, enquanto ia, rápido e ligeiro, encher a buceta da tia Fina. E ela só dava atenção pro neto quando as necessidades dela estavam satisfeitas: uma avó e tanto. Dessa vez, a relação entre os dois tomou outros rumos, e, como era ela quem controlava a parada, dificilmente a coisa podia sair do controle. Embora com a esperteza da tia Fina, nunca se sabe. A galhada do tio Blas crescia num ritmo constante, mas é claro que não ia chegar aos extremos que Gustavo tinha planejado, de fazer ele ver alguma exibição de sexo acrobático (ou não) praticamente na cara dele. No máximo, chegava às humilhações de sempre da tia Fina, mas que o corno já tava acostumado: passear Quase pelada e com chupões pelo corpo ou manchas suspeitas no rosto ou no cabelo (diante do que o corno manso era obrigado a se fazer de bobo, como bem podia), apalpadas mal disfarçadas no pau do genro, como quem não quer nada, ou acompanhá-lo abraçada na cintura, com a mãozona do Gus amassando a bunda dela, passando a um metro do marido impassível. Sem contar os berros de sempre quando trepavam com a porta aberta ou os beijos babados na hora da despedida na entrada de casa, que faziam o marido aumentar o volume da TV e tentar não tirar os olhos da tela. Gustavo, no entanto, acho que cagado de medo pela nossa investida do ano passado, e com receio de que o tio Blas pudesse falar alguma coisa, tentava manter um perfil baixo e sempre cumprimentar educadamente o sogro... mesmo que no instante em que dissesse "Bom dia, seu Blas" já estivesse com o dedo enfiado no cu da Fina, enquanto caminhava pro quarto da menina. A educação, sempre em primeiro lugar. O fato é que, enquanto a tia Fina me contava essa história toda, entre lágrimas e com o apoio silencioso da irmãzinha querida que a acariciava de leve, não pude deixar de sentir uma certa pena da coitada, e decidi perdoar seus deslizes. No fim das contas, que importa o que ela fazia, se continuava trabalhando tão bem e com tanta dedicação em A Paróquia. Então, depois de um boquete a duas em desagravo por parte das irmãs, absolvi a cabra louca da minha tia dos seus pecados e disse pra ela fazer o que bem entendesse, contanto que fosse ela quem mandasse e não se deixasse levar pelo espertinho do genro. E, por enquanto, parece que a coisa tá funcionando. Quanto à minha mãe, que agora deve estar se arrumando pra sair, com uma roupa bem mais recatada do que a que eu obrigo ela a usar, tá radiante desde que, há dois anos, começamos a foder e eu iniciei o processo de putaria que ela tanto gosta. Um processo, aliás, que é como uma avaliação contínua, tem que se manter ao longo do tempo e, com pequenos desafios que deem um certo estímulo à nossa vida sexual. Como a visita da querida Sor Teresa outro dia ou a orgia que organizamos há pouco com as putas veteranas da Paróquia e seus respectivos machos. Um dia, mamãe, tão gostosa ela, teve uma ideia especialmente tarada: organizar o dia dos cornos. O plano era simples: fazer um jantar de todas as vadias com seus respectivos maridos corno, as que tivessem, e seus respectivos machos, filhos, sobrinhos ou conhecidos. A ideia era dopar os cornos com algum sonífero durante o jantar, colocá-los nas cadeiras e botar todas as vadias pra foder até não aguentar mais, na frente dos broxas dormindo, como convidados de pedra. "Até que as galhadas não deixem eles passarem pela porta", ela chegou a me dizer entre risadas... Claro, colocaríamos câmeras pra filmar a cena. No final, embora o plano me parecesse supertarado, eu baixei as expectativas e organizei uma orgia um pouco mais convencional no fim de semana passado, num chalé com piscina, bem isolado, que alugamos. Só compareceram algumas das putas (mamãe, claro, a tia Fina, Fátima, Rosa, Teresa e a tia do Óscar; ele não quis convidar a Venância, a mãe dele, que ele tava começando a comer pra não assustar ela antes do tempo...). Quanto aos caras, estavam o Jorge, sobrinho da Teresa, o Óscar, o Moja, o novo namorado da filha da Rosa, um tal Carlos que ela já começou a comer, e eu mesmo, com meu equipamento, claro. Deixamos de convidar o Gustavo, apesar da insistência da chata da tia Fina. Suponho que cada uma das vadias inventaria sua respectiva desculpa pro corno dela. No nosso caso, pro broxa do papai, mamãe e eu dissemos que ela tinha que levá-lo numa sexta à tarde pra uns exercícios espirituais com umas senhoras da paróquia e que eu aproveitaria pra passar o Fim de semana em Andorra e eu ia buscá-la no domingo à tarde na volta. Esse foi o nosso fim de semana, e o show que a gente armou daria uns dois capítulos que talvez eu conte no futuro. Foi memorável. Seis jacas milf, o fim de semana inteiro peladas ou de lingerie dentro e fora de casa, babando de tão taradas que estavam e sendo fodidas à vontade durante um fim de semana intenso de sexo, rock’n’roll... e litros e litros de cerveja, pra animar a tropa. O show foi se completando com várias coreografias pelo chalé inteiro. Com diabinhos safados que enrabavam umas putas de quatro, com uma maldade extrema, enquanto elas se beijavam com a Promíscua que tava na frente e todo tipo de show dessa laia. Tudo muito porco e cheio de luxúria. Um gang bang de proporções bíblicas. Bem do estilo que a gente curte. Eu acho que todas as bocas provaram meu pau e todas as bucetas e rabos das gostosas receberam, num momento ou outro, um pouco do meu sêmen... por isso que no final, quando ontem, domingo à tarde, chegamos em casa, a gente tava com uma cara de cachorro surrado, o que fez o cuck exclamar: — Porra, que cara de cansados vocês dois tão! Olheiras enormes! — Eu não sei o que esse daqui fez — disse minha mãe, indo rapidinho pro banheiro, pra lavar a buceta que eu tinha acabado de encher no carro minutos antes, como gran finale — Minhas olheiras são de rezar o tempo todo... — Bom... — respondeu papai, virando a vista pra TV — Se você diz... Eu olhava a xota da mamãe, escondida pela saia plissada que ela tinha acabado de vestir no estacionamento, depois de trocar o vestidinho de puta que usava no carro, e ficava de cara com a cara de pau dela na hora de mentir, mas, no fundo, me sentia orgulhoso por ter ajudado a transformá-la nisso. — Papai, eu vou pra cama também — completei —. Foi um finde bem pesado, de excursões e tal... — Tá bom, tá bom. — disse o cuck — Descansa, mas fala com sua mãe antes dela dormir. que amanhã ela tem que me acompanhar na seguradora à tarde, por causa do menisco. — Claro, claro, já vou falar com ela. Aí fui até o banheiro onde a mamãe estava, e bati quatro vezes seguidas, que era o sinal pra ela saber que era eu, e não o corno, e abrir a porta. Ela tinha acabado de mijar e tava limpando a buceta, já tinha jogado a saia plissada num canto. Eu olhei pra ela com tesão, mas, com a correria que eu tava, não tava afim de muitas putarias sexuais, então só passei o recado do suposto homem da casa. Ela concordou e me prometeu que, antes de levar ele pra seguradora, ia passar pra me ver no andar de cima. E olha se não fez isso. Lá pelo meio da manhã ela apareceu aqui, até que o corno veio buscá-la. Essa puta é uma Promíscua de marca maior, não cansa de pica. Criei um monstro! He, he, he... Enfim, essa é a história que eu queria contar. Uma história suja, cheia de luxúria, sem moral nenhuma e que não é exemplo pra ninguém. Ou será que é? FIM
Voltando ao capítulo um. Aqui estou eu no sofá do meu quarto, na frente da televisão, enquanto cheiro meu dedo, que acabei de tirar da buceta da mamãe, e me toco a pica que a foxy acabou de chupar e ainda tá dura. Meu pai, no corredor ao lado, bate na porta do banheiro, onde a putinha tá se arrumando. O velho grita pra ela se apressar, que precisam sair. Agora ele tá em casa full time, rompeu o menisco e tá de licença. E a parada vai demorar, porque a reabilitação, com a bola de gordura que ele é, vai se prolongar por um tempão, com certeza. Eu e a foxy tamos nem aí, já que temos o andar de cima e o velho continua com o costume inveterado de viver na base da TV e dos ataques de comida que a minha mãe dá pra ele, pra manter o sedentarismo no nível necessário (pra gente poder fazer nossas safadezas, entende...). Na real, é até divertido fazer a galhada crescer bem debaixo do nariz dele. De vez em quando, largados no sofá, enquanto ele baba meio dormindo depois do jantar, a gente se pega com tudo, escondidos por uma cobertinha leve. De qualquer forma, também não é como se a gente estivesse atrasado na foda. Acho que nos últimos dois anos, já fizemos tudo que era humanamente possível. Não tô reclamando. E se agora, em algum momento, tivermos alguma restrição, não nos preocupa muito, sempre sobra a Paróquia pra gente se aliviar. Bebo um gole de cerveja e escuto as chamadas do cuck, cada vez mais impaciente. E eu sorrio, pensando em como as coisas mudaram nos últimos dois anos, desde que tudo começou.
Chegou a hora de recapitular e, pra finalizar essa história, vou contar como tá a vida de cada um dos protagonistas.
Meus sócios, o Moja e o Óscar, se tornaram, respectivamente, a mão direita e esquerda do negócio. Eles fazem tudo rodar perfeitamente, que as minas estejam felizes e que a ordem (e a paz) se mantenha no local. E, mesmo quando tiveram que intervir lá fora, como quando tivemos que ir resolver a merda em que a chata da minha tia Fina se meteu, eles agiram com eficiência e precisão (considerando que não são nenhuns gênios...)
O Moja continua vidrado na mãe dele, embora ela também não dê muita bola pra ele e esteja procurando uma namorada pra ele por aí, pra ver se consegue que ele pare de encher o saco dela. No trabalho, ele se tornou o colaborador mais fiel, quem diria! E dá pra contar com ele pra quase tudo, desde que ele não se distraia com alguma das bucetinhas que andam pela Paróquia... A Fátima, que já era uma profissional antes de tudo começar, se comporta como tal e foca no trabalho e em consolidar a posição dela na vida: quitar a hipoteca e ir juntando uma graninha pra montar, no futuro, um negócio próprio. Vou ficar feliz quando ela alcançar os objetivos dela, claro, mas não vou negar que vamos sentir falta dela. Ela foi fundamental no começo da Paróquia e, se no final ela nos deixar, sempre vai ter um cantinho reservado nos nossos corações... E, sempre que vier nos visitar, também uma boa porção de cock, claro!
O Óscar passou um tempo com a tia Fina, mas depois cansou e preferiu explorar novos alvos. Ficou dando umas bicadas por aí. Primeiro, molhando o biscoito com uma irmã do pai dele de 54 anos que tinha acabado de se separar e ido morar no mesmo prédio dos pais. Ficou comendo ela por um tempo, até perceber que o melhor tava em casa e, seguindo a onda do negócio, começou a dar em cima da mãe dele, que, mesmo tendo 55 anos e sendo uma coroa comum, meio gordinha, ainda dava uma boa trepada, principalmente pelo tesão da relação familiar entre os dois. Quando ele me contou, perguntei como é que não tinha pensado nisso antes antes. Pela explicação confusa que recebi, parece que o Óscar ainda mantinha um pouco de moralidade e não tinha se tornado um cínico sem respeito como eu. Por isso, ele era incapaz de ver a própria mãe como um alvo sexual apetitoso. Esse pensamento simplesmente não passava pela cabeça dele. A Venância, que era o nome da boa mulher, também era avó (o Óscar tinha duas irmãs mais velhas que já eram casadas). Ela usava roupas antiquadas e aventais de ficar em casa. Toda essa parafernália antiluxúria que impedia que ela parecesse uma mulher desejável (embora para alguns pervertidos, entre os quais me incluo, se a égua merece, esse tipo de roupa realça o tesão da mulher...). E, além disso, sempre tinha um ou dois netos em casa, que as filhas deixavam para ela cuidar. Por último, tinha a presença onipresente, no minúsculo apartamento, do pai do Óscar, já aposentado.
Por causa de uma contratura nas costas que afetou a Venância, justamente por levantar os netos de jeito errado ou algo assim, o médico recomendou repouso e massagens nas costas com uma pomada de farmácia. O Óscar, que tinha feito um curso de quick massagem no passado, se viu obrigado a fazer os "curativos" na mãe: as irmãs trabalhavam praticamente o dia todo e nunca tinham tempo. Só apareciam para largar os netos. E o pai não estava lá pra dar massagens... Então, toda tarde, voltando da Paróquia a caminho do apartamento dele, o Óscar fazia uma parada no apartamento dos pais. E, logo no primeiro dia, o pai dele avisou que a mãe já estava esperando. Ele entrou no quarto dos pais e se deparou com a coroa de bruços na cama de casal, nua da cintura pra cima e com os peitões se espalhando pros lados. Gordinha, mas apetitosa. Ela usava uma saia fina, que deixava transparecer umas calcinhas antiquadas cobrindo a rabeta enorme e, por baixo da saia, dava pra ver duas pernas grossas e lindas. Ao entrar no quarto, o Óscar ficou impactado com a Cena e, depois de montar na bunda enorme da mãe, passou a pomada nas costas brancas dela e deu uma massagem que deixou a mulher tremendo. Ao mesmo tempo, esquecendo os laços familiares, não conseguiu evitar esfregar a ereção naquele rabão materno. Embora Oscar tenha ficado na dúvida se a mãe tinha percebido, mais tarde ela confirmou que, sim, sabia muito bem que aquela sensação de dureza que sentiu naquele pandeiro gordo era a pica dura do filho. E esse fato foi um dos fatores que levaram ao comportamento dela nos dias seguintes. Venância, que, como eu disse, também não era burra, sacou a parada, mas em vez de cortar o barato, no dia seguinte, mesmo já tendo resolvido o problema das costas, pediu outra massagem, só que dessa vez já foi sem saia. "Tô mais à vontade, filho", disse ela. Oscar, ao se deparar com a mãe de calcinha, se surpreendeu, mas ela insistiu que estava mais confortável assim e que ficasse tranquilo, que a massagem do dia anterior tinha feito muito bem. Além disso, tinha vestido uma calcinha de renda, gigante, mas de renda, que ela devia achar sexy. E embora o visual da mulher oscilasse entre o cafona e o brega, para o bom Oscar, que de reflexos (sexuais) estava mais que sobrando, a pica ficou dura na hora por causa da situação excitante. Um detalhe que passou despercebido pela mãe, até então santa, que o observava pelo espelho do armário. Ali, o orgulho materno e o desejo de mulher se alimentaram, e foi quando Venância queimou os navios e decidiu deixar a coisa rolar. O garoto, ao ouvir o "Tô mais à vontade, filho", entendeu as palavras como uma aprovação para seus avanços e, mais ousado que no dia anterior, resolveu prolongar a massagem para os peitos caídos e ir descendo para a bunda e as coxas... Obviamente, dessa vez, a ereção já era mais que Claro, e sem se fazer de rogado, puxou o pau pra fora pela braguilha e deixou a mãe sentir o calor da rola no pano. Mas, dessa vez, nem bateu uma, nem tentou mais nenhuma aproximação... No terceiro dia, a mãe, que já tava se mostrando mais grudenta, dengosa e carinhosa do que o normal assim que ele entrou no apartamento, pediu outra massagem nas costas. E olha que dava pra ver claramente que de costas não tinha nada, porque ela tava fresca igual uma alface. O Óscar não teve mais dúvida de que o que a mulher precisava era de uma boa dose de pica. Ele imaginou (e acertou) que a mãe devia ter uma vida sexual bem precária, então achou lógico. Na terceira vez que entrou no quarto, a mãe, que ia na frente, tirou o roupão e ficou só de calcinha, igual no dia anterior. Pela primeira vez ele conseguiu reparar no corpo dela. Embora a mãe tenha se virado rápido antes de deitar na cama, o Óscar conseguiu ver, pelo espelho do armário, o corpo rechonchudo, mas firme, da progenitora, com duas tetonas bem grandes e caídas, que se espalhavam pela barriga já saliente. E lá no fundo, a calcinha de renda do dia anterior, que deixava escapar alguns pelinhos. Por trás, ela tinha enfiado a calcinha pra dentro da bunda, formando uma espécie de fio dental vagabundo que nosso protagonista achou uma delícia e já ficou de pau duro na hora. Além disso, pra completar a jogada, ela pediu pra ele fechar a porta com o trinco. "Pra nenhum dos meninos vir encher o saco..." Os netos estavam no quarto ao lado com o avô, vendo desenhos. O Óscar viu a chance e dessa vez foi pra matar. Deixo os detalhes pra sua imaginação. Só vou dizer que foi uma transa violenta, mas bem clássica. E com o fundo musical dos desenhos animados da TV que tava do outro lado da parede. Os amantes tentaram não fazer muito barulho. Não teve sexo oral, anal, nem posições estranhas. A mãe dele ainda não tava pronta pra conhecer os gostos do filho. Mas as "massagens" continuam e, aos poucos, Óscar está introduzindo a mãe em todas as práticas sexuais que ele gosta. Embora, pelo que me contou, ainda seja cedo para incluí-la no quadro do clube de La Parroquia... mas ele não descarta nada. Rosa, a ex-sogra de Óscar, se tornou um dos pilares do negócio. Entre ela e nossa adorável ex-freira, Teresa, elas conquistam metade dos clientes. São umas entusiastas da putaria. Embora com a Rosa ele vá com cuidado e sempre se preocupe em ver a aparência dos clientes antes de trepar com eles. Considerando que ela continua "felizmente" casada, não quer que nenhuma indiscrição coloque o marido policial na pista das suas infidelidades. Em casa, ninguém desconfia de nada, e Rosita, a filha dela, depois de superar a ruptura traumática com nosso Óscar, começou um relacionamento com um colega jovem do pai, também policial. Um cara sério e formal, mas a quem a foxy da Rosa já deu em cima e, segundo contou pra minha mãe, já tinha feito uma aposta com sua parceira Teresa de que, antes de duas semanas, ia estar fodendo com ele. Conhecendo ela um pouco, tenho certeza de que vai conseguir. Que arpia que ela é. Quanto à minha tia Fina, o mais marcante é que a muito idiota não teve ideia mais brilhante do que retomar o relacionamento com o sexy do genro, o cuzão do Gustavo, que a gente tinha assustado entre meus colegas e eu. Fiquei sabendo por acaso e fiquei puto da vida. Era um dia de semana de manhã, uma terça, acho. E assim que recebi a dica, a primeira coisa que fiz foi chamar minha mãe no meu escritório em La Parroquia. Ela veio rápido, naquele momento não estava atendendo nenhum cliente. Ao vê-la entrar, vestida com o traje de trabalho (meia arrastão, salto alto, liga e corset sem sutiã, bem pintada no estilo foxy...), fiquei com tesão, como costumava acontecer comigo normalmente. Mas naquele dia não estava pra putaria. então fui direto ao assunto: —Ei, mãe, cê sabe se a puta da sua irmã tá trampando hoje? Ela se assustou com a agressividade da pergunta, mas já tava acostumada a não me contrariar quando eu tava puto, então respondeu curta e neutra: —Tá sim, Marcos, agora tá com um cliente... aconteceu alguma coisa? —Pois é, aconteceu sim... descobri que a burra do caralho se envolveu de novo com o imbecil do genro dela... cê sabia de alguma coisa? Minha mãe me olhou surpresa, era óbvio que não sabia de nada: —Não... não... — gaguejou — Não sabia de nada... quer que eu ligue pra ela e pergunte? —Quero que ligue e mande ela vir pra cá na maior puta pressa! Mãe, vendo minha raiva, saiu correndo, balançando a bunda enorme como um pudim, pra buscar a tia Fina. Cinco minutos depois as duas entraram. A tia, que tinha acabado de atender o cliente, entrou suada e com o cabelo grudento, suponho que cheia de porra seca. Quando se virou pra fechar a porta, pude ver as nádegas vermelhas dela. Imagino que tinham acabado de dar uma surra de cinto na bunda dela. O sutiã de renda, que ela tinha acabado de colocar, mal conseguia esconder os peitões e, corada, porque a mãe tinha avisado, baixou a cabeça submissa e se preparou pra aguentar a bronca. Comecei a gritar com ela como um possesso e ela continuou assim, de cabeça baixa, enquanto duas lágrimas grossas escorriam pelo rosto, se misturando com o rímel borrado e o esperma seco que tinha espalhado pela cara. Mãe, enquanto isso, ficou calada ao lado dela, segurando a pobrezinha da irmã pelo braço, quando ela começou a soluçar desconsolada. Finalmente, amoleci um pouco e decidi perguntar por que caralhos ela tinha voltado com o imbecil do genro. E ela, atrapalhada, entre choros, começou uma explicação confusa. Do que consegui entender da lengalenga dela, tirei várias coisas claras. Primeiro, Óscar, que tinha sido o suposto “herói” do resgate da extorsão que ela tava sofrendo, cansou de seu excessivo tesão. E parei de dar a quantidade de rola que ela precisava. Depois, conversando com ele, descobri que o que realmente aconteceu é que o Óscar tinha encontrado outra gostosa separada, a irmã do pai dele de 54 anos, que eu já mencionei antes, que era uma delícia e consumia quase toda a energia dele, mas, como eu disse, isso é outra história. O fato é que a tia Fina não se contentava mais com as rolas do puteiro ou com algum rolo esporádico que ela levava pra casa "pra aprender informática", como ainda dizia pro bonzão do tio Blas. Ela continuava sentindo falta de um pouco de "carinho". Carinho do jeito que ela entendia, claro. Bom, no fundo ela era uma sentimental: queria uma boa dose de rola nos buracos dela, temperada com bastante agressividade, e depois receber do amante uns beijinhos carinhosos e emoticons de WhatsApp com coraçõezinhos pra desejar boa noite... Enfim, uma brega do caralho! O fato é que a coitada começou a achar que as humilhações do genro também não eram tão ruins assim. Se ela conseguisse controlá-las e depois obter um mínimo de respeito do cara. No fim das contas, elas vinham temperadas com boas doses de pau duro e litros de esperma. E, quase sem perceber, ela começou a sentir falta dele. Quando havia encontros de família, ela se aproximava dele, tentando fazer ele reagir. Mas o cuzão do Gustavo tinha ficado bem escaldado depois da surra que demos nele pra obrigá-lo a parar de foder a coroa da minha tia, então ele fugia dela como da peste... Também não ajudava o fato de que ele tinha começado a dar em cima de uma vizinha, também madura do condomínio. A mulher de um militar, uns quarenta anos, com filhos adolescentes e o marido destacado em outra província. Ou seja, um achado... desde que o corno não descobrisse e/ou alguma greve de estudantes inesperada fizesse os filhos aparecerem em casa antes do tempo. De resto, era super cômodo. A puta tinha as manhãs livres: o marido fora e as crianças no colégio. Então nosso herói, depois de trocar o turno no trabalho, só precisava descer alguns andares e começar a meter a pica quente. Mas, enfim, tô me perdendo nos detalhes. Então vamos continuar com o assunto que interessa. A tia Fina, quando a buceta tá pingando, é bem insistente, e tanto se esfregou no genro que ele, no fim, correspondeu aos agarramentos dela e voltou a apalpar a bunda dela. Fez isso timidamente, sem saber se ia levar um tapa ou uma foda. Felizmente (pra ele), conseguiu a segunda opção. E, a partir daí, as visitas diárias depois do trabalho ao apartamento da sogra "pra ensinar informática" voltaram, com a passividade do tio Blas. É inacreditável que o coitado nunca tenha se perguntado como, depois de tantas aulas de informática e tantos professores diferentes, a mulher dele nunca teve a iniciativa de ligar o computador sozinha e fazer algo por conta própria. Na real, a única coisa que ela sabia era entrar no YouTube pra procurar os clipes musicais que colocava de fundo nas sessões de "aprendizado" com seus vários professores. Gustavo, bem no papel de genro perfeito, às vezes até trazia o bebê, que já tinha uns meses, e deixava com o velhote no carrinho na sala, enquanto ia, rápido e ligeiro, encher a buceta da tia Fina. E ela só dava atenção pro neto quando as necessidades dela estavam satisfeitas: uma avó e tanto. Dessa vez, a relação entre os dois tomou outros rumos, e, como era ela quem controlava a parada, dificilmente a coisa podia sair do controle. Embora com a esperteza da tia Fina, nunca se sabe. A galhada do tio Blas crescia num ritmo constante, mas é claro que não ia chegar aos extremos que Gustavo tinha planejado, de fazer ele ver alguma exibição de sexo acrobático (ou não) praticamente na cara dele. No máximo, chegava às humilhações de sempre da tia Fina, mas que o corno já tava acostumado: passear Quase pelada e com chupões pelo corpo ou manchas suspeitas no rosto ou no cabelo (diante do que o corno manso era obrigado a se fazer de bobo, como bem podia), apalpadas mal disfarçadas no pau do genro, como quem não quer nada, ou acompanhá-lo abraçada na cintura, com a mãozona do Gus amassando a bunda dela, passando a um metro do marido impassível. Sem contar os berros de sempre quando trepavam com a porta aberta ou os beijos babados na hora da despedida na entrada de casa, que faziam o marido aumentar o volume da TV e tentar não tirar os olhos da tela. Gustavo, no entanto, acho que cagado de medo pela nossa investida do ano passado, e com receio de que o tio Blas pudesse falar alguma coisa, tentava manter um perfil baixo e sempre cumprimentar educadamente o sogro... mesmo que no instante em que dissesse "Bom dia, seu Blas" já estivesse com o dedo enfiado no cu da Fina, enquanto caminhava pro quarto da menina. A educação, sempre em primeiro lugar. O fato é que, enquanto a tia Fina me contava essa história toda, entre lágrimas e com o apoio silencioso da irmãzinha querida que a acariciava de leve, não pude deixar de sentir uma certa pena da coitada, e decidi perdoar seus deslizes. No fim das contas, que importa o que ela fazia, se continuava trabalhando tão bem e com tanta dedicação em A Paróquia. Então, depois de um boquete a duas em desagravo por parte das irmãs, absolvi a cabra louca da minha tia dos seus pecados e disse pra ela fazer o que bem entendesse, contanto que fosse ela quem mandasse e não se deixasse levar pelo espertinho do genro. E, por enquanto, parece que a coisa tá funcionando. Quanto à minha mãe, que agora deve estar se arrumando pra sair, com uma roupa bem mais recatada do que a que eu obrigo ela a usar, tá radiante desde que, há dois anos, começamos a foder e eu iniciei o processo de putaria que ela tanto gosta. Um processo, aliás, que é como uma avaliação contínua, tem que se manter ao longo do tempo e, com pequenos desafios que deem um certo estímulo à nossa vida sexual. Como a visita da querida Sor Teresa outro dia ou a orgia que organizamos há pouco com as putas veteranas da Paróquia e seus respectivos machos. Um dia, mamãe, tão gostosa ela, teve uma ideia especialmente tarada: organizar o dia dos cornos. O plano era simples: fazer um jantar de todas as vadias com seus respectivos maridos corno, as que tivessem, e seus respectivos machos, filhos, sobrinhos ou conhecidos. A ideia era dopar os cornos com algum sonífero durante o jantar, colocá-los nas cadeiras e botar todas as vadias pra foder até não aguentar mais, na frente dos broxas dormindo, como convidados de pedra. "Até que as galhadas não deixem eles passarem pela porta", ela chegou a me dizer entre risadas... Claro, colocaríamos câmeras pra filmar a cena. No final, embora o plano me parecesse supertarado, eu baixei as expectativas e organizei uma orgia um pouco mais convencional no fim de semana passado, num chalé com piscina, bem isolado, que alugamos. Só compareceram algumas das putas (mamãe, claro, a tia Fina, Fátima, Rosa, Teresa e a tia do Óscar; ele não quis convidar a Venância, a mãe dele, que ele tava começando a comer pra não assustar ela antes do tempo...). Quanto aos caras, estavam o Jorge, sobrinho da Teresa, o Óscar, o Moja, o novo namorado da filha da Rosa, um tal Carlos que ela já começou a comer, e eu mesmo, com meu equipamento, claro. Deixamos de convidar o Gustavo, apesar da insistência da chata da tia Fina. Suponho que cada uma das vadias inventaria sua respectiva desculpa pro corno dela. No nosso caso, pro broxa do papai, mamãe e eu dissemos que ela tinha que levá-lo numa sexta à tarde pra uns exercícios espirituais com umas senhoras da paróquia e que eu aproveitaria pra passar o Fim de semana em Andorra e eu ia buscá-la no domingo à tarde na volta. Esse foi o nosso fim de semana, e o show que a gente armou daria uns dois capítulos que talvez eu conte no futuro. Foi memorável. Seis jacas milf, o fim de semana inteiro peladas ou de lingerie dentro e fora de casa, babando de tão taradas que estavam e sendo fodidas à vontade durante um fim de semana intenso de sexo, rock’n’roll... e litros e litros de cerveja, pra animar a tropa. O show foi se completando com várias coreografias pelo chalé inteiro. Com diabinhos safados que enrabavam umas putas de quatro, com uma maldade extrema, enquanto elas se beijavam com a Promíscua que tava na frente e todo tipo de show dessa laia. Tudo muito porco e cheio de luxúria. Um gang bang de proporções bíblicas. Bem do estilo que a gente curte. Eu acho que todas as bocas provaram meu pau e todas as bucetas e rabos das gostosas receberam, num momento ou outro, um pouco do meu sêmen... por isso que no final, quando ontem, domingo à tarde, chegamos em casa, a gente tava com uma cara de cachorro surrado, o que fez o cuck exclamar: — Porra, que cara de cansados vocês dois tão! Olheiras enormes! — Eu não sei o que esse daqui fez — disse minha mãe, indo rapidinho pro banheiro, pra lavar a buceta que eu tinha acabado de encher no carro minutos antes, como gran finale — Minhas olheiras são de rezar o tempo todo... — Bom... — respondeu papai, virando a vista pra TV — Se você diz... Eu olhava a xota da mamãe, escondida pela saia plissada que ela tinha acabado de vestir no estacionamento, depois de trocar o vestidinho de puta que usava no carro, e ficava de cara com a cara de pau dela na hora de mentir, mas, no fundo, me sentia orgulhoso por ter ajudado a transformá-la nisso. — Papai, eu vou pra cama também — completei —. Foi um finde bem pesado, de excursões e tal... — Tá bom, tá bom. — disse o cuck — Descansa, mas fala com sua mãe antes dela dormir. que amanhã ela tem que me acompanhar na seguradora à tarde, por causa do menisco. — Claro, claro, já vou falar com ela. Aí fui até o banheiro onde a mamãe estava, e bati quatro vezes seguidas, que era o sinal pra ela saber que era eu, e não o corno, e abrir a porta. Ela tinha acabado de mijar e tava limpando a buceta, já tinha jogado a saia plissada num canto. Eu olhei pra ela com tesão, mas, com a correria que eu tava, não tava afim de muitas putarias sexuais, então só passei o recado do suposto homem da casa. Ela concordou e me prometeu que, antes de levar ele pra seguradora, ia passar pra me ver no andar de cima. E olha se não fez isso. Lá pelo meio da manhã ela apareceu aqui, até que o corno veio buscá-la. Essa puta é uma Promíscua de marca maior, não cansa de pica. Criei um monstro! He, he, he... Enfim, essa é a história que eu queria contar. Uma história suja, cheia de luxúria, sem moral nenhuma e que não é exemplo pra ninguém. Ou será que é? FIM
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