Entregando minha esposa 7

Entregando minha esposa 7

E eu não acreditava que fosse acontecer, mas estava acontecendo naquele exato momento.
Nico ligou pra gente no domingo de manhã, queria que a gente fosse buscá ele na porta do rolê onde ele tava, pra vir em casa comer a Deborah na minha frente. Parecia meio altinho, como se tivesse tomado alguma coisa, me ligou no meu cel, falei que a mina tava em casa e que a gente não podia ir.
-Você não pode... Manda a minha putinha que vou comer ela em casa... hoje você perdeu a vez...
-Vou ver com ela...
—Vai logo... não me faz perder tempo... com certeza ela tá toda gostosa... ajuda ela a se vestir pra mim...
Ela me passou os dados de onde estava, Deborah se levantou na hora e começou a se arrumar, tomou um banho rápido, e só de calcinha e salto alto começou a andar pela casa, tava uma delícia.
—Gostou do conjuntinho, papai... é novo... pra estrear com o Nico... acho que ele vai gostar... falou dando uma volta pra mim...
Depois colocou os brincos, foi se maquiando aos poucos, passou a chapinha... escolheu um vestido bem curtinho e decotado, vestiu e me perguntou de novo se tava gostosa, eu falei que sim, ela chegou perto de mim.
—Me dá um beijinho na bochecha pra não borrar o batom... espero chegar perto do meio-dia... que pena que você não pode estar... adoro quando você vê como me comem...
Ela se virou e foi andando, rebolando a bunda exageradamente.
Fiquei descansando na cama, virando de um lado pro outro um tempão sem conseguir dormir. Lá pelas 9, a pequena levantou, preparei o café dela. Como o dia tava bonito, levei ela um pouco na praça. Depois, comprei umas coisas pra cozinhar e fui preparar o almoço. Perto do meio-dia, a Deborah chegou. Primeiro, cumprimentou a menina, que tava na sala brincando com as coisas dela. Depois, veio pra cozinha, com uma cara feliz, relaxada. Me olhou sorrindo e levantou um pouco o vestido — não tava de calcinha. Sorriu e se virou.
-Vou deitar um pouco... me chama pra comer...
Comemos em silêncio, a menina cantava o tempo todo, tava felizona, depois do almoço ela apagou, a Deborah queria que a gente fosse pro quarto pra ela me contar, deitou na cama e falou
-Tira a roupa... quero que você se masturbe assim... pelado no meio do quarto enquanto eu conto...
Em seguida, eu já estava pelado, minha pica dura pra caralho, Deborah sorria, ela tava adorando o que via.
- Não se masturba... eu aviso quando você puder se tocar um pouco...
—Que sacana que você é... nem um pouquinho eu posso me tocar...
—Não quero que você goze logo de cara... — disse sorrindo. — Assim que subiu no carro, me falou que queria ir pra Palermo... ali onde tem os travecas do lado do lawn tennis... falei que já tava bem na cara, mas ele não ligou... paramos ali na beira e começamos a nos agarrar, aí ele tirou aquela cock linda que tem e comecei a chupar... brincava com a cabecinha passando a língua... engolia um pouco mais... chupava as bolas dele... toda vez que dava, olhava nos olhos dele com cara de puta... ele colocou uma camisinha que trouxe... me disse...
-Vai me montar um pouquinho agora, hein, putinha...?
-Mas eles podem nos ver...
—E você adoraria que te vissem... que vissem o quão puta você é, hein...?
—É... que eles se aqueçam me olhando... que batam uma vontade de me comer... — me acomodei em cima dele, puxando a calcinha fio dental só pro lado, tirei meus peitos pra fora do sutiã e ele chupava com gosto, tava de frente pra ele e me pareceu que umas travecas que estavam ali riam. — Acho que as travecas tão rindo... — falei.
—Não... tão acostumados a ver puta que nem tu... sendo comida aqui... nas costas do marido...
—Meu marido sabe... —me disse pra me tocar um pouco. Dei só umas duas roçadas porque meu pau já tava pulando e eu tava ficando muito excitado com a história dela.
Depois me disse que queria me comer sem camisinha, que era verdade que não comia mais ninguém sem camisinha. Falei que queria pensar... ele tava perto e queria gozar na minha boca, chupei ele que nem uma louca.
Toma cuidado pra não cair nada e sujar o carro", o mano falou enquanto enchia minha boca de porra e beliscava meus bicos. Depois, eu beijei a boca dele e ele aguentou, mesmo com restos da própria porra, me devolveu o beijo com paixão, e isso me deixou mais tesuda do que já tava. Depois, fui dirigindo pra casa dele.
-Que pena que o cuck não veio... adoro que ele veja como eu te como... tem que acostumar ele a te comer menos... pra não viciar... deixar ele mais punheteiro...
—Toca mais um pouco, papai... cê gosta de ser punheteiro...?
Quero te comer...
-Outro dia... hoje tô cansada...
—Quando chegamos no apartamento, os dois tavam no fogo... a gente se acabou no elevador, num instante ele rasgou minha fio dental, encostou minha cara no espelho do elevador e começou a me comer por trás bem forte, na buceta... enquanto me chamava de puta que eu era...
-Tira ela pra fora que você não tem camisinha... me deu mais duas metidas e tiro ela... você gosta de sentir assim, né...? sim, eu falei... adoro seu pau... e aí? por que a gente não aproveita... na próxima... na frente do meu marido... quero que ele veja como você me enche com esse pau lindo que você tem... não falamos mais, depois ela ficou me montando um monte na cama com a camisinha, virou e ficou por baixo e começou a preparar meu cu com os dedinhos, me deu um pra eu chupar e eu besuntei bem... gozei como uma putinha enquanto me comia gostoso e me dedilhava... me colocou de quatro na cama... quero enfiar um pouco sem camisinha no seu cu...
—Só um pouquinho eu falei... ele ficou maluco... me deu uma chupada daquelas enquanto brincava com os dedos na frente e atrás... depois ajeitou minha cabeça e meteu fundo... ia e vinha, deixava um tempão e fazia o caminho todo de volta, me puxou pelo cabelo e me virou pra gente se beijar... que delícia que é, falei... quer que eu tire...? não... falei, quero que você me coma muito... quando for gozar, joga tudo nas minhas nádegas... na primeira vez que meter dentro tem que ser com meu marido... ele ficou doido... me bombava bem forte, me agarrava pelos peitos... pela cintura... me dava tapas na bunda... que rabão gostoso você tem, puta linda... pra você me comer... ele ficou mais excitado e senti que saía e me jorrava jatos de porra na bunda... espalhou com as mãos, acariciando e brincando com meus buracos... —Deborah fez uma pausa... quer que eu te ajude com essa punheta...
—Adoraria...
Assim vestida como estava, ela se colocou atrás de mim e, com a mão esquerda, começou a acariciar minhas bolas; a direita envolvia meu pau. Ela começou a mexer devagar... bem devagar...
— Vai vir na terça... quando a menina dormir...
-Mas, amor...
-Que meu céu...?
—E se a mina acordar...?
-Já vamos ver, seu bobinho... você vai jogar futebol, não vai?
—Posso ficar...?
—Claro, seu bobinho... como é que não vai conseguir... mas acho que vou convidar ele toda terça-feira... e na próxima ele vai me encher de porra pela primeira vez... e você vai ficar se punhetando igual agora, hein...? — disse enquanto meu pau começava a cuspir porra, a mão esquerda dela foi pro meu cu e enfiou o dedo do meio enquanto eu gozava, jatos de porra sujaram o chão todo.
-Epa... que tesão, sua buceta... parece que você gosta que eu seja tão puta, hein...?
—Te amo...
- Mas você gosta de ser corno... fala... me fala... quero que você me faça cada vez mais corno, meu amor... por favor...
- me faz cada vez mais corno, meu amor, por favor...
—Claro, meu bem... a festa de fim de ano da empresa tá chegando... vou trazer alguma gostosa pra casa... você tem que dar um jeito na menina pra esse dia...
Meu pau moreno deu uns pulinhos no ar com o sorriso da Deborah...
- Vou no cinema com a Lupe... vou chamar uns amigos... pra ver qual é... nada sério... me ajuda a me arrumar...
-Claro, meu bem...
-Mas primeiro limpa essa porra do chão... porquinho... depois me ajuda a tomar banho...
No banho, ensaboei ela com calma, tinha marcas nos bicos dos peitos.
—Cê ainda gosta de mim, papi... sabe o que eu falei pra Lupe...?
—Não...
-Ontem eu falei pra ela que você quase nem me olhava... que sua barriguinha te incomodava... que você não me dava aquela trepada gostosa...
-Que tesão...
- Por isso convidei uns amigos hoje... tem um que se separou faz pouco... tem quarenta... diz que tá fortão.
Meu pau tava duro de novo.
-Que lindo como você fica tesuda... Vamos ver se tem química... ele sabe que sou casada... e a Lupe disse pra ele que achava que meu marido não me dava atenção direito... quer bater uma de novo...?
— Não tô com tesão... mas quero ficar gostosa te esperando...
—Se a gente só vai se conhecer... pra ver se rola uma química... quero que você escolha minha roupa... me vista bem provocante... se o senhor gostar, vou deixar você meter um pouquinho, quer...?
-Claro, minha deusa...
-Capricha então... me escolhe roupa bonita... de puta...
Não sabia o que fazer, tinha comprado um catsuit preto cheio de transparências pra ela, pensei em colocar por baixo do vestido, mas achei que era demais. Quando ela viu, amou, me deu uns beijos de língua bem safados, me empurrou pra uma cadeira e sentou em cima de mim.
—Lembra que você me comia uma vez por semana antes disso... e olha como você tá agora... adoro isso pra colocar por baixo do vestido... vou parecer uma putinha... — ela saiu de cima de mim e meu pau ficou pulando no ar.
Escolhi pra ela um vestido bem curtinho que marca a bunda dela, uma delícia, e uns saltos brancos que ficam uma gostosura nela.
—Você está uma delícia...
-Até mais tarde... cuida da gatinha...
Foi embora com o carro, lá pelas nove horas meu celular tocou...
Oi, amor... como cê tá... a Lupe tá meio pra baixo... vou acompanhar ela até em casa... se eu chegar um pouco mais tarde, não se preocupa..." — ela me disse.
Meu pau tava bem duro de novo, deitei a mina e tentei dormir.

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