Aprendendo sobre o love 9

Continuamos!!! Trouxemos mais dessa história que nos deixa a mil!


E EU TENHO UMA NOTÍCIA MUITO, MUITO BOA PRA VOCÊS! VOU TRAZER UMAS IMAGENS DAS MINHAS AMIGAS GOSTOSAS!
MAS POSSIVELMENTE SEJA NO OUTRO POST!!


SAUDAÇÕES! E BOA LEITURA!!!!


Parte 6:http://www.poringa.net/posts/relatos/3162323/Aprendiendo-sobre-el-amor-6.html


Parte 7:http://www.poringa.net/posts/relatos/3165014/Aprendiendo-sobre-el-amor-7.html


Parte 8:http://www.poringa.net/posts/relatos/3165203/Aprendiendo-sobre-el-amor-8-flashback.html


M: Por que sou sempre eu quem tem que buscá-la — falei irritada — agora sou eu quem precisa de ajuda, quem precisa dela, só — soltei um pequeno suspiro — preciso que ela me salve — sussurrei
 
Depois de ter uma longa conversa com o José, beber e dar uma olhada nuns pegação das minas, as horas passaram voando, como quase sempre quando vou naquele lugar.
 
R: Já terminei meu turno — sussurrou no meu ouvido — vamos pro meu apê — disse me pegando pelo braço.
 
Eu, bem dócil, me deixei levar. Chegamos no apartamento dela, e assim que cruzamos a porta, ela me encurralou contra ela, me beijando com paixão. Peguei ela pela cintura, levantei uma das pernas dela e coloquei na minha cintura, enquanto minha outra mão deslizava pela outra perna. Ela entendeu o recado e levou a outra perna pra minha cintura também. Segurei ela pelas nádegas e avancei, empurrando ela com um pouco de força contra a parede, fazendo ela gemer no meio do beijo. Ela passava as mãos pela minha nuca e minhas costas, cravando as unhas na minha pele.
 
Tiro minha blusa e meu sutiã, ficando nua da cintura pra cima. A posição já tava me incomodando, então fui andando até uma mesa, coloquei ela em cima e deixei ali. Minhas mãos deslizaram por baixo da blusa dela, cravando as unhas nas costas dela enquanto eu mordia o lábio dela, arrancando um gemido. Tirei a blusa dela e comecei a desabotoar a calça. Renata segurou minhas mãos, se afastou de mim e deu uns passos pra trás, com um olhar safado. Começou a dançar devagar pra mim, passando as mãos pelas pernas até a cintura, rebolando devagar sem tirar os olhos de mim. Foi se aproximando sem parar de mexer o quadril, levando as mãos até a barriga, passando entre os peitos e subindo até o pescoço, jogando a cabeça pra trás. Colocou as mãos na minha cintura, girando ao meu redor, sem parar de tocar meu corpo.
 
Peguei ela pela cintura e encostei meu corpo nas costas dela, passando minha língua do ombro até o pescoço.
 
M: Continua dançando - sussurrei no ouvido dela.
 
Nota como ela se arrepiou, mas não parou de rebolando de um jeito sensual. Pegou minhas mãos e colocou na cintura dela, se movendo devagar, colando a bunda no meu corpo, subindo e descendo, uma vez e outra. Jogou a cabeça pra trás, apoiando no meu ombro. A Renata tava me deixando louco. Tirei minha calça e a dela rapidão. Os lábios vermelhos e meio inchados de tanto beijar eram provocantes, o olhar dela era hipnotizante.
 
M: Te desejo — falei sem tirar os olhos do corpo gostoso dela
 
R: ..-mordendo o lábio dela e com aquele olhar safado me disse - quanto você me deseja? - enquanto passava a língua nos meus lábios
 
M: Muito - enquanto acariciava a barriga dela, minhas mãos iam pros peitos dela, pegando eles, apertando
 
R: mmm me prova — sussurra no meu ouvido, mordendo minha orelha, a mão dela apertou minha buceta, arrancando um gemidinho. Ela se afastou do meu corpo pela segunda vez naquela noite, as mãos foram para a última peça de roupa que ainda tinha, tirou e ficou totalmente nua. Eu fiz o mesmo e fui atrás dela. Sem aviso, peguei ela no colo e bati contra a parede, colando nossas bucetas, começando a rebolar, mordendo e chupando o pescoço dela, deixando minhas marcas. Não demorou muito pra gente gozar. Ficamos transando por mais umas horas, até a Renata cair no sono no chão.
 
Peguei minhas coisas, me vesti e saí do apartamento dele rumo ao meu. Fui andando até em casa, não tava a fim de pegar um táxi. Quando cheguei na frente do meu prédio, fiquei um tempão lá fora, sem querer entrar. Depois de um tempo, criei coragem e entrei.
 
Olhei o relógio, eram 6:45 da manhã de uma sexta-feira. Caminhei sem vontade até a cozinha, peguei a primeira coisa que encontrei e me servi um pouco de cereal e leite. Ia para a sala ver um pouco de TV, mas qual não foi minha surpresa ao encontrar a Luna dormindo no sofá. Foi ali, naquele momento em que olhei pra ela, que a culpa bateu.
 
Imbecil, mas você não se sente culpado quando dá prazer pra outra mulher", pensei.
 
Fiquei olhando pra ela por um tempo. Quando vejo ela dormindo, sempre me lembro do primeiro dia que fiz isso, que vi ela dormindo, num dos jardins vazios da reitoria, sempre com aquela carinha de anjo. Sentei num dos sofás individuais e comecei a comer enquanto observava ela. Depois de um tempão olhando pra ela, me perguntei: será que ela fica desconfortável dormindo no sofá? Será que ela ia se incomodar se eu levasse ela pra cama?
 
Levei meu prato pra cozinha, pensando se carregava ela ou não até a cama. Quando voltei, decidi levar ela pro quarto. Peguei ela no colo, tentando não acordar, levei pro quarto e coloquei na cama. Beijei a testa dela e ia sair do quarto quando algo chamou minha atenção: eram umas malas arrumadas do lado da porta. Antes eu não tinha reparado nelas. Pressentindo o que ia rolar, minhas lágrimas começaram a cair aos montes.
 
Eu tava perdendo ela, perdendo aos poucos, ou pior, já tinha perdido ela: o amor dela, os sorrisos, as preocupações, tudo. Perdi tudo dela. Fui até o closet pra ver se tinha uma chance mínima de que o que passou pela minha cabeça fosse só um mau pressentimento, mas não foi. Vi no closet só roupas minhas, nada dela. Saí do quarto e fui pro do Roman, e foi a mesma coisa, só que no quarto dele as malas já não estavam mais.
 
Entre soluços, voltei pro que já não seria mais nosso quarto. Sem parar de chorar, aproveitei pra olhar ela e observar, porque acho que não vou ter essa chance de novo. Sem querer, com meus soluços, acabei acordando a Luna. Lá da cama, ela me olhou com cara de confusão, como se não soubesse por que eu tava chorando. Ela se levantou da cama, eu fechei os olhos, sem querer ver o que ela ia fazer — se ia sair pela porta e me deixar. Não queria ver, não queria ouvir, não queria sentir o que tava sentindo naqueles momentos.
 
L: O que você tem? — ela me perguntou
 
M: Tô te perdendo?


Luna ficou muda, não saiu mais uma palavra dela. Em vez disso, ela se afastou, pegou as malas e saiu do quarto. Fiquei em choque, não conseguia me mexer. Foi quando ouvi a porta da frente que consegui me mover rápido. Corri atrás da Luna e fiz a primeira coisa que veio na minha cabeça: peguei as malas dela e corri de volta pro quarto, escondendo as malas debaixo da cama.
 
Voltei pra porta e a Luna com cara de confusão.
 
M: Por que você faz isso? — perguntei — quer dizer, por que você quer ir embora?
 
L: - com uma risadinha respondeu - Por que não? - a resposta dela me surpreendeu
 
Luna entrou de novo em casa, foi sentar no sofá, levou as mãos ao rosto e deu um suspiro, sinal claro de frustração.
 
L: Por que você complica tanto?
 
Toma coragem e fui pro sofá, sentando do lado dela.
 
M: Você ainda me ama?
 
L: Não
 
M: Não? Ah... - não sabia mais o que dizer sobre isso.
 
L: Você já não é nem metade da mulher por quem me apaixonei.
 
M: Você também não é a mesma - meio que reclamei - e mesmo assim eu continuo te amando - soltei uma risadinha
 
L: haha, sério? — disse em tom irônico
 
M: O que é engraçado?
 
L: Seu jeito de me amar, isso é engraçado
 
M: Sempre te amei assim, antes você não achava graça – tava começando a me irritar.
 
L: Não! Antes você me amava - dessa vez ela se virou pra me olhar
 
M: E agora não faço do seu jeito?
 
L: Não, agora não — os olhos dela começaram a ficar marejados — Agora só se agarra a mim, pra se sentir firme.
 
M: Estável? Uma merda! — já não aguentava mais — VOCÊ MUDOU!!, ficou distante, não falou comigo quando aconteceu o acidente, me ignorou e continua me ignorando, não me toca, não me beija, não faz NADA! não tem mais interesse em mim, nada, e a culpada sou EU??!!
 
Luna, com cara séria, se levantou do sofá e com passo decidido foi em direção à saída.
 
L: Pensa o que quiser.
 
M: NÃO!! agora quero saber o que você pensa, quero saber por que, por que você foi do jeito que foi durante todo esse tempo - falei enquanto a seguia em direção à porta.
 
L: Não te amo mais, por isso
 
As palavras dela não me convenciam, mas doíam pra caralho.
 
M: Não acredito em você — falei firme — me dá um beijo.
 
L: O quê?
 
M: O que você ouviu, um beijo.
 
L: Cê tá louca? Não vou te beijar.
 
M: Você não faz isso porque ainda me ama — eu disse a ela — você tem medo de perder o controle na hora de me beijar — eu a desafiei
 
L: - Luna chegou perto de mim, me pegou pela cintura e levou os lábios bem perto dos meus, o mais perto que estiveram em muito tempo - pensa o que quiser, não vou te beijar, sabe por quê? Porque só de pensar em te beijar de novo me dá nojo - disse me olhando com raiva
 
As palavras dela me deixaram ainda mais puto. Aproveitando que a gente tava perto, peguei ela pela nuca e esmaguei meus lábios nos dela, beijando com raiva, com ódio. Ela não devolveu o beijo, senti os punhos dela apertados na minha cintura. Tava pouco me fodendo se ela me batesse, sentir os lábios dela de novo vale cada porrada que ela quisesse me dar. Como vi que ela não ia responder, separei meus lábios da boca dela.
 
L: já te... — não deixei ela terminar, aproveitando que abriu a boca, beijei ela de novo, minha língua se enroscou na boca dela, se encontrando com a da Luna, dessa vez ela não se segurou e respondeu meus beijos, sentia falta deles, sentia falta do jeito dela aprofundar o beijo quando eu fazia algo que ela gostava, como ela enterrava as unhas na minha pele na hora de morder a língua dela, sentia falta dela, sentia muita falta dela.
 
M: Te amo — sussurrei nos lábios dela.
 
L: Te amo... — Não deixei ela continuar falando, beijei ela de novo, tinha que recuperar todo o tempo que passei sem beijar aquela buceta gostosa.
 
M: Você é minha, Luna — eu disse entre um beijo e outro — só minha.
 
L: Sou sua... - continuei beijando ela
 
Passei minhas mãos por baixo da blusa dela, tocando com adoração suas costas, começando a tirar a blusa, mas Luna se afastou de mim e me deu um tapa.
 
M: Mas que porra é essa? — falei esfregando minha bochecha — Por que você me bate?
 
L: Porque me dá na telha — disse arrumando a blusa — vou vazar daqui!!
 
M: ah não, isso não! - falei segurando o braço dela - agora quero que me diga o verdadeiro motivo de estar indo embora!!
 
L: Com que cara você vem me cobrar!! – disse ela se soltando – Você, tão cínica, vem me cobrar!!
 
M: que... - não deixei ela falar e ela continuou falando
 
L: Agora você cala a boca e me deixa falar!! - fiquei muda deixando ela falar - Que sem-vergonha, você vem e me beija como se tudo estivesse bem, o pior de tudo é que você ainda reclama!! quando chega cheirando a álcool e sexo - fiquei pálida com as palavras dela - SIM! eu sei que você transa com qualquer puta que te der na telha, e depois de se esfregar com uma dessas vadias você vem e quer transar comigo! - ela já não falava, eram gritos o que ela dizia - eu não tenho culpa se elas não te satisfazem como deveriam, e ainda me pergunta por que eu mudei?!!
 
M: VOCÊ MUDOU DESDE MUITO ANTES DE TUDO ISSO ACONTECER!! VOCÊ!! – gritei – A CULPA É SUA, SÓ SUA!!
 
L: "Ah, claro, joga a culpa em mim" — disse com ironia — "Se eu tenho culpa, mas do jeito que eu sou culpado, você também é.
 
M: Eu não tenho culpa que você sentiu pena de mim quando fiquei inválida!
 
L: Você não me deu pena, foi você quem me afastou, ou não lembra?! Quando você estava no hospital, depois que acordou, me proibiu de entrar, mas mesmo assim, quando dormia, eu me enfiava no quarto pra te ver dormindo, isso você nunca soube. Quando as terapias começaram, eu queria me aproximar, mas você estava tão irritada e brava porque ainda não conseguia andar, que não me deixou chegar perto. Sabe como é sentir que a pessoa que você ama não quer que você se aproxime? — as lágrimas já escorriam pelo rosto dela — Achei que você queria espaço, e te dei. Comecei a me afastar de você. Parei de tentar fazer você falar comigo, parei de te beijar de manhã, parei de fazer o jantar pra nós duas nos dias que era minha vez de cozinhar. Uma parte de mim esperava que você percebesse que eu estava me afastando e que faria algo pra impedir. E sabe o que você fez? — nessa altura, eu já estava chorando tanto quanto ela, ou até mais — Você não fez nada.
 
Fico quieto por um tempo até que ela continuou.
 
L: Você só percebeu quando viu que eu tava indo embora do seu lado. — deu um suspiro — sei que foi difícil pra você, mas pra mim também foi. Fui eu que recebi a ligação dizendo que minha namorada e meu irmãozinho estavam no hospital por causa de um acidente de carro. Fui eu que segurei o Roman chorando por dias com a dor do braço queimado. Fui eu que rezava toda noite esperando você acordar. Fui eu que fiquei sozinha em casa enquanto você saía pra afogar as mágoas em álcool e mulher. Procurei e procurei uma solução, e agora encontrei.
 
M: Não me deixe, não — dizia entre soluços — me dá uma chance
 
L: "Você realmente acha que merece uma?" — eu não respondi — "Em mim você não encontrou o apoio que precisava, é melhor eu ir embora e você decidir o que quer fazer da sua vida" — disse ele me olhando — "Agora é sua vez de escolher: se quer continuar vivendo como estava ou se decide mudar e ser a mesma Mariangel de antes" — ele deu um pequeno suspiro — "Eu te amo, mas também preciso curar minhas feridas" — acariciando minha bochecha — "mas sem você.

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