Foder a que não gosto + Fotos

Nunca fui atraído pela minha colega de trabalho Marcela, já que ela era daquelas minas que vivia em festa, falava mal e às vezes era pouco feminina (algo que não curto numa mulher), mas apesar disso, ela sabe rebolar na cama e, principalmente, chupar gostoso. Numa das festas com meus colegas de trabalho, fiquei batendo papo com uma das amigas da Marcela, a Sarahi; eu gostava dela e de vez em quando a chamava pra sair, e naquele dia da festa sempre arrumava uma desculpa pra puxar ela, seja pra dançar, conversar ou nos beijar (embora nunca tivesse pedido ela em namoro). De vez em quando, via a cara da Marcela meio irritada, talvez por eu não deixar ela falar com a amiga. Já era quase meia-noite e a maioria tinha ido pra casa, só ficamos 4 caras, contando comigo, e a Marcela e a Sarahi. Já na bebedeira, eu tava meio tarado com a Sarahi, que também tava a fim, e a gente partiu pra putaria; então fomos pra um quarto sozinhos, não sem antes ver a cara fechada da Marcela. Na cama, a gente foi logo pros beijos e pra ficar pelado, sem saber se eu tinha fechado a porta. Não tava nem aí, só que, meio bêbado e com tesão, só queria foder, e sei que ela também queria, pelo jeito que me beijava e acariciava meu volume. Ainda assim, tava consciente, e antes de partirmos pra ação, ela me perguntou se eu tinha camisinha, e eu neguei. Então ela mandou eu ir buscar uma ou arrumar de algum lugar, que ela me esperava. Meio contrariado, aceitei, vesti a camisa de novo e fiquei só de calça pra ir numa farmácia perto. Quando saí, só vi na sala 3 dos caras que ficaram (um já tava dormindo com a garrafa, e os outros dois cantavam umas modas de viola, era uma cena engraçada) e deduzi que a Marcela e o outro cara já tinham ido embora. Tava quase saindo quando um dos caras que cantava disse que, se eu queria camisinha, no quarto dele tinha várias e que eu podia pegar quantas quisesse (a casa era de um deles). Entre risadas, piadas e uma Outra indireta: fui pro quarto onde eu tinha os preservativos e eles continuavam na deles. Ao entrar, percebi que a pouca bebedeira que eu tinha tava passando, e começou a me dar um leve sono. Achei os camisinhas numa gaveta da cômoda dela, tinha um monte, de vários tipos e marcas, literalmente dava pra enfiar em mais de 200 pessoas. Peguei 3 e me virei pra voltar, mas pra minha surpresa notei a Marcela parada ali, já meio bêbada. Não dei muita importância e só falei que pensei que ela já tinha ido embora, mas ela se coloca rapidamente na minha frente, me pega pela camisa e me empurra pra cama (apesar de ser meio baixinha, ela tem uma certa força, embora não comparável à de um homem médio). Os dois estávamos agora deitados, ela em cima de mim, e começou a me beijar enquanto tentava desabotoar minha calça. E, sinceramente, eu impedi, me afastando dela. Falei que não sentia atração por ela e que, além disso, gostava da amiga dela, que tava me esperando no outro quarto. Não disse mais nada e me preparei pra sair do quarto, até que senti uma dor nojenta e terrível nos meus testículos. Exatamente quando peguei na maçaneta da porta, vi o punho pequeno da Marcela se cravar nas minhas bolas. Até hoje não sei como ela conseguiu me dar um soco tão forte que me jogou no chão; parecia que todo o ar e a consciência iam embora, a ponto de minha visão ficar embaçada. Mas, apesar disso, isso não impediu ela de desabotoar minha calça à vontade, tirar meus sapatos e baixar minha calça junto com a cueca. Eu ainda não tinha saído da minha dor, tampando meu pau e minhas bolas, fechando as pernas pra diminuir a dor, sem sucesso. Mas Marcela pega minhas mãos, afastando elas do meu pau, e sem vergonha nenhuma começa a me fazer um boquete. Minha cabeça mal tava processando o que aconteceu: uma mina que eu não gosto me joga na cama primeiro pra me beijar, depois me dá um puta soco nas bolas e agora tá me chupando quase de garganta profunda; a duras penas... Mal consigo ver ela lambendo meu pau gostosamente, a ponto de toda a saliva dela estar banhando meu pau, mas parecia que estava dando resultado, já que a dor estava diminuindo, mas meu corpo ainda parecia dobrado por aquele golpe. Já sentia meu pau duro, com o clímax prestes a chegar, e sim, chegou rápido, notando como eu banhava o rosto da Marcela sem parar de tocar. Não gozei muito, mas ainda sentia meu pau duro. Em seguida, ela se levanta sobre mim e tira a calça até tirá-la, afastando a calcinha fio dental verde que estava usando. Ela pega meu pau de novo enquanto fazia um agachamento leve, posicionando a buceta dela no meu pau e depois sentando mais devagar, enfiando ele lentamente. Sua buceta molhada se sentia muito bem, ainda mais quando o rosto dela mostrava sinais de excitação e prazer ao enfiar meu pau; as reboladas eram incríveis, de um lado para o outro, enquanto as pernas dela se esticavam para eu poder ver meu pau entrando e saindo dela a cada sentada que dava. Os gemidos dela eram penetrantes nos meus ouvidos, aumentando minha libido. De repente, alguém abre a porta rapidamente e, para minha má sorte, era a Sarahi, que via toda a cena: a amiga dela dando sentadas e eu, bom... aproveitando, mas naquele momento eu sabia que tinha ferrado com tudo. Afastei a Marcela de mim para me levantar e seguir a Sarahi, que estava prestes a ir embora, mas ela se virou para me dar um tapa e me encher de maldições, deixando claro que não queria mais nada comigo. Não percebi os olhares dos caras que ainda estavam lá, mas algo estranho aconteceu naquele momento: senti raiva e excitação, algo difícil de descrever, mas o que sei é que voltei para o quarto com a Marcela para estrangular ela... literalmente. Minhas duas mãos se fecharam no pescoço dela, empurrando-a na cama, mas agora eu estava por cima dela, que ainda estava de calça arriada. Em seguida, tirei uma das mãos do pescoço dela para tirar completamente a calça. calças e, depois disso, separei as pernas dela e enfiei meu pau com violência sem parar de enforcá-la. Os gemidos dela mal eram audíveis, mas parecia que ela gostava, sentia como os quadris dela se moviam no ritmo das minhas estocadas; soltei o sufoco dela para levar as pernas dela pros meus ombros e segurar os pulsos dela com minhas mãos pra dar mais estocadas frenéticas que eu podia. Os gemidos dela eram mais gritos, mas ela dizia que gostava e pedia mais e mais com um rosto de excitação e fúria. Não aguentei mais e gozei inteiro dentro dela, mas ainda tava excitado e meu pau parecia que tava mais duro que doía. Deixei minha primeira carga de porra terminar pra depois levantar ela da cama e colocar ela na parede perto de uma das janelas do quarto, afastei um pouco as pernas dela e rasguei a blusa dela deixando as tetas expostas, com as duas mãos me agarrei nelas e de novo entrei na pussy dela pra foder ela de novo. Enquanto fazia isso, beliscava os biquinhos moreninhos dela e apertava os peitos dela cada vez que parava um pouco, a pussy dela tava agora mais quente e molhada e as reboladas dela não demoravam, eu não queria parar de sentir a buceta gostosa com meu pau e ela me mostrava isso. Segurando agora os quadris dela, minhas penetradas ficavam mais profundas e ela sentia, pedia mais, até se chamava de puta e gostosa... palavras tipo: "sou uma gostosa, papai, me dá pau", ou "me viola, me dá todo o teu pau e me viola". Ela era uma gostosa 100%, não parava de penetrar ela, o som do choque entre as coxas dela e minha pélvis era sensacional. Paramos um pouco, mas de novo peguei ela, dessa vez sentei na cama e ela se posicionou, montou em mim e enfiou meu pau de uma vez, agora eu tava sentindo as reboladas frenéticas dela enquanto a gente se beijava, chupava e mordia os biquinhos dela. Ela sabia muito bem como se mexer sem problemas, os palavrões que a gente falava nos excitavam mais e cada tapa na bunda era um som glorioso de ouvir. Notei como de novo a pussy dela ficava molhada, encharcando tudo. Levemente, não saberia dizer se ela gozou ou não, já que continuava se mexendo igual uma puta. Eu estava prestes a gozar, mas dessa vez não queria dentro dela. Me levantei, coloquei ela de joelhos no chão, pus meu pau na cara dela e, como uma boa garota, sem eu falar nada, ela começou a chupar tudo, igual uma faminta. A boca dela era quase tão quente quanto a pussy dela, o rosto dela era tão lindo quanto perverso, ela não parava de olhar nos meus olhos, nem eu nos dela, mas eu precisava terminar. Coloquei as mãos dela nas minhas laterais e segurei a cabeça dela pra começar a foder a boca babada dela. Ela parecia não se importar de ir até o fundo, não reclamou, e eu descobri que ela tinha garganta profunda. O que mais me encantava naquele momento é que toda vez que eu tirava meu pau, já todo banhado na saliva dela misturada com meus fluidos, ela ainda lambia como se um cachorro lambesse um osso. Fiquei assim por uns minutos até gozar completamente. Minha rajada de sêmen entrava pela garganta dela, eu sentia as mãos dela se agarrando na minha cintura, tentando aguentar, e via de relance ela engolindo sem problema. Terminei seco, com o pau mole e meio escorrendo, e ela, semi-nua, com parte da blusa ainda no pescoço e as meias, com a pussy ainda cheia de restos do meu esperma e a boca cheia da mesma coisa. Peguei minha calça e fui embora pra casa de uma vez. O mais irônico disso tudo é que nos dias e meses seguintes não nos tolerávamos, a gente se odiava e nunca tentávamos nos dar bem, mas mesmo assim, por um tempo, a gente teve o sexo mais brutal que podíamos experimentar. A gente se detestava, mas transava sempre que dava. Que coisa, né?Sexo con la que no me cae bien + Fotos




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4 comentários - Foder a que não gosto + Fotos

12eman
yo me la quiero coger esta bueno ese culo le voya destrosar
Esta hermosa esa Putita que suerte de cojertela