Quadra de putas 8

Dois meses depois, após alguns litros de porra derramada, meu pequeno negócio ia de vento em popa. Eu tinha minhas duas putinhas (minha mãe e a Fátima) trabalhando a todo vapor e vivia como um rei, me aproveitando do suor das bucetas delas. O Moja tinha virado um ajudante fiel e cuidava de controlar o rendimento da mãe dele, que ele começou a comer com frequência, para a alegria dos dois. A Fátima continuava com os clientes antigos e com uns novos que eu ia arrumando pra ela através de um site de contatos na internet, em troca de uma comissão. Ela trabalhava no apartamento dela e também fazia uns programas em domicílio. A verdade é que ela tava adorando o aumento de trabalho desde que eu comi ela pela primeira vez e propus fazermos negócio juntos. Minha mora favorita tinha dado uma boa acelerada na hipoteca e já podia se dar a alguns luxos. Além disso, contava com o apoio do filho, que tratava ela como uma rainha, e, claro, com a minha proteção... e umas transinhas que eu ia dando pra ela, pelo menos uma vez por semana. Quanto à minha mãe, ela mostrou ser uma fera em arrumar clientes por conta própria e, só na academia, já tinha conseguido uns quatro ou cinco clientes fixos. Todos caras jovens e sarados, do jeito que ela gosta, que metiam uma porrada violenta. Toda manhã ela ia pra academia malhar e manter o corpão, e não voltava sem ter feito uns boquetes no chuveiro ou dado uma rapidinha no banheiro. Eu, por minha vez, também ia arrumando uns bicos pra ela de tarde, naqueles horários em que ela não ia pra igreja ou pro clube cristão que ela frequentava (onde, aliás, ela já tava de olheira pra conseguir mais uma buceta pro harém). Eu achava os clientes pela internet ou entre os parceiros das minhas antigas farras quando eu ia pra putaria, como o Óscar, um velho amigo do exército por quem minha mãe ficou bem apaixonada e que, no fim, acabei cedendo pra minha tia, porque ele me deu a sensação de que ela estava se apegando muito à minha progenitora. Mas isso é outra história. As gozadas da tarde com os clientes, mamãe colava na casa da Fátima, assim eu ficava por perto caso ela tivesse algum probleminha, embora sempre tentasse que, quando marcava um encontro, o Moja estivesse no apartamento, discretamente escondido, caso surgisse algo. Em casa, a vida corria feliz e tranquila. O cabrão do papai passava a maior parte do tempo no trabalho, então eu virava o homem da casa. Quando o corno não estava, eu ficava de boa coçando o saco (metaforicamente, tipo: lendo, vendo TV, assistindo pornô, ou sentado sem fazer nada admirando o corpanzil da minha mãe enquanto ela fazia as tarefas de casa com sua roupa de puta doméstica) ou comendo a minha mãe vagabunda. Não passava um dia sem ela levar um par de gozadas. Todo dia, quando chegava, tinha que me entregar a grana que ganhava e me dar um relatório detalhado de como tinha sido o expediente, com todos os detalhes. Isso já começava a me deixar duro. E aí, vê-la andar pela casa, balançando aquele rabão, terminava de deixar meu pau duro que nem pedra. No fim, inevitavelmente, acabava pegando ela num momento ou outro e enfiando ela na primeira esquina enquanto comia ela feito um animal. Ou fazia ela me chupar como se não houvesse amanhã. Ela parecia feliz como nunca. Mesmo que viesse de levar o cu arrombado e ter engolido cinco paus, toda vez que via minha virilha começar a escorrer, corria ligeira ao chamado do dever e consumia sua ração de leite familiar. De noite, dormíamos juntos na cama de casal. Costumávamos ver algum filme putaria ou vídeos safados da internet. Também gravava nossas gozadas em vídeo e, depois, nos divertíamos vendo nossas façanhas sexuais. Inevitavelmente, acabávamos nos pegando, para, depois, dormir como anjos. No dia seguinte, a rotina se repetia inalterada, até que, a cada três semanas, O cuck chegava em casa e a coisa esquentava, porque a gente tinha que foder escondido, com uma dose extra de tesão. Fazia ela vestir aqueles pijaminhas ridículos e aguentar os comentários absurdos do velho: “Mari, você tá engordando demais...”, Haha! Que otário... não sacava nada. Porra de leite não engorda, imbecil! É baixo em calorias! Quando o cabrão tava em casa, eu gostava de deixar ela sempre com tesão e provocar o dia inteiro, só pra ver a mancha de umidade crescer na virilha dela. Mandava ela deixar as calcinhas cheias de lubrificação na cesta de roupa suja do banheiro e eu batia uma punheta gostosa com elas, deixando tudo encharcado de porra. Depois mandava ela lamber, de porta aberta, enquanto eu observava do meu quarto, esfregando o pau. Aí, já limpinhas de sêmen, ela vestia de novo. Ela, feliz da vida, me obedecia em tudo. De manhã, quando a gente tomava café, eu de pijama, pronto pra vagabundear o dia todo, o velho com a roupa de ver TV (não fazia mais nada, o trouxa), e a mamãe, com a legging de academia e a camisetinha técnica, marcando os peitões, costumava dar escondido um camisinha cheia de porra extraída que a puta Promíscua derramava no café dela sem o cuck ver. Mamãe bebia ansiosa e depois soltava um “Aaaah, vitaminas!”, cheia de satisfação. Eu ria, e o cuck, distraído, olhava pra gente com cara de bobo, sem saber do que se tratava. Assim que dava chance, a gente se beijava de língua, e, quando o velho tava largado no sofá vendo TV, pelas costas dele, a gente se pegava com tudo, se apalpando como loucos. Também costumava ir na cozinha, “dar uma ajuda pra mamãe”, eu falava pro velho. Metia uma rapidinha ou ela me chupava enquanto a gente ouvia a TV ao fundo. Mais de uma vez o viado quase nos pegou, mas é claro que a deusa sorte ajuda os audaciosos. Na real, eu me divertia muito mais quando o Velho em casa, era mais divertido e mais putaria. E o melhor era de noite. Não toda noite, mas pelo menos uma ou duas vezes, enquanto ele dormia, minha mãe escapava da cama de casal e vinha me fazer uma visita. Aproveitava os dias em que cozinhava um jantar pesado e indigesto, bem regado de vinho, daqueles que pedem uma boa digestão. Meu pai apagava no sofá, e a gente aproveitava ali mesmo, cobertos por uma mantinha leve, pra começar a esquentar. A gente se punhetava um ao outro e, às vezes, eu fazia ela me chupar, enquanto enfiava um dedo no cu dela, de olho no velho pra ele não acordar. Mais de uma vez gozei assim e fiz ela engolir tudo, mais pra não sujar o sofá, haha... Ela adorava. Teve até uma vez que meu pai parecia catatônico, tinha bebido sozinho quase uma garrafa de Rioja e devorado um entrecot de meio quilo, eu comi ela ali mesmo no sofá na frente do corno dormindo a bebedeira. Silenciosamente, fiz a puta sentar no meu pau e, marcando o ritmo, enchi a buceta dela de porra em cinco minutos. Mas o normal era que no sofá a gente só se esquentasse. O bom vinha depois. Primeiro eu ia pra cama, depois ela se virava, com dificuldade, pra acordar o corno e arrastar ele pra cama de casal. Lá, depois de ver que ele começava a roncar, ela saía do quarto, que era colado no meu, e, deixando a porta um pouco aberta pra ouvir qualquer barulho se ele acordasse, aparecia no meu quarto, pelada e com o pijaminha na mão pra vestir na saída. Quando eu via ela, meu pau ficava duro que nem pescoço de cantor de flamenco e, em menos de cinco segundos, já tava com ela de quatro e com a rola enterrada no cu dela. Ela gemia baixinho, mas às vezes escapava um gritinho... Por sorte o velho nunca acordou. Uma ou duas horas depois, eu mandava ela de volta pro quarto dela dormir, com todos os buracos bem cheios de porra. A nutrição é muito importante pra quem faz muito esforço. esporte. Com o tempo, fui pensando em fazer umas propagandas pra expandir o negócio. Tava pensando em criar um blog e anunciar as putas lá, e me veio a ideia de filmar um vídeo bem pornô das duas líderes da futura galera, a Fátima e a mamãe. Depois eu faria uma edição caprichada, pixelaria um pouco os rostos e postaria na net, com os preços, os telefones de contato e tal. Uma manhã, numa das semanas que meu pai não tava, comecei a contar pra minha mãe enquanto a gente se pegava na cama. Ela me ouvia atenta enquanto começava a se esfregar na buceta. Tá claro que o assunto deixava ela com tesão. Contei meus planos completos. Sobre o apê pra montar o puteiro eu já tinha falado. Tinha uma boa grana guardada e ia instalar as duas vadias lá, mas sempre de olho em expandir o negócio. Ia ser mais tranquilo ter um lugar mais discreto que o apê da Fátima. E menos arriscado. Uns vizinhos já tavam começando a desconfiar com aquele vai e vem de caras na escada. Na real, eles tavam meio perdidos; uma vez ouvi um falando no elevador e ele achava que era tráfico de droga ou algo assim. Tá claro que suspeitavam do Moja e não da Fátima, sempre com o lenço na cabeça e aquele sorriso de santa, quem ia imaginar que era uma chupadora de primeira e tinha uma raba que valia um império... O apê eu já tinha de olho, tinha encomendado as camas e pensava em montar um bom antro pra putas amadoras. Agora era só jogar a isca pra mais alguma porca e botar o negócio pra rodar. Mas também precisava fazer propaganda de verdade, e aí entrava o vídeo que eu tinha proposto pra minha mãe. Com a Fátima eu já tinha falado e ela tava toda feliz com a ideia; me contou que um dia, enquanto esperavam um cliente pra minha mãe no apê dela, já tinham ficado se pegando de leve pra fazer um aquecimento. Pelo visto, minha mãe pediu pra ela dar uma boa olhada na buceta, pra ver se não tava mal depilada (ela ainda tava naquela de fazer laser). e ainda tinha áreas sem depilar, que fazia com cera). A Fátima, claro, diante de um bolinho daquele porte, decidiu aproveitar a oportunidade e dar uma boa chupada de buceta. E a mamãe, mais feliz que tudo, retribuiu o favor depois de gozar como uma leoa. Elas tinham acabado de terminar a primeira trepada lésbica e estavam abraçadas, se beijando de língua e compartilhando o gosto das respectivas bocetas, quando o cliente da mamãe bateu na porta e cortou o clima. Desde aquele dia, as duas tinham esse assunto pendente. Minha ideia era mais completa: fazer um quarteto comigo, o Moja e as duas vadias. Eu filmaria com quatro câmeras fixas, uma em cada canto do quarto, e uma pequena que iria usando de vez em quando para alguns closes. Depois faria uma montagem longa de uma hora, para consumo interno, e outra de quinze minutos com os rostos pixelados para postar na web e atrair clientes entre os fãs de milf gordinhas. Quando deixei o apartamento mais ou menos arrumado, preparei a gravação e marquei uma tarde lá com o Moja e a mãe dele. Eu levaria a mamãe no carro e faríamos a filmagem. Coincidiu com uma das semanas em que tínhamos o corno em casa e tivemos que inventar uma mentira: que eu ia levar a mamãe de carro até um centro social nos arredores para um assunto da paróquia e que depois a buscaria quando terminasse. O velho devia viver nas nuvens, como de costume. Ou melhor, ele não tirava os olhos da TV. Porque o fato é que ele não percebeu a pinta de puta autêntica que a rabuda da mulher dele tinha quando saiu de casa. Uma roupa que não era a mais adequada para fazer caridade. A menos que a caridade em questão seja chupar um pau ou dar o cu para alguém que precise esvaziar as bolas. O fato é que mandei a minha Promíscua vestir uma mini bem curtinha, daquelas que se você se abaixa um pouquinho já aparece a raba. Algo que no caso dela era bem fácil, porque ela usava uma Fio dental que se enfiava na bunda até esticar naquele furinho marrom. Uns sapatos de salto agulha que faziam as bundas dela balançarem de um jeito insinuante e um top bem justo que as tetonas dela lutavam pra estourar. Tipo, ela tava parecendo uma freirinha. Descendo no elevador, dei um baita beijão nela, falando:

- Mas que pinta de puta promíscua você tem, porca!

Ela sorria feito um anjo e enfiava a língua até a garganta, apertando meu pacote e abrindo bem as pernas pra eu apalpar a bundona dela de verdade. Já no estacionamento, continuamos o show e tive que dar uns tapas nela pra parar.

- Porra, puta, segura um pouco que você vai me fazer gozar antes do tempo!

Ela se acalmou um pouco, mas quando eu tava dirigindo, nem morta, nem nada, tirou o cinto de segurança e, se inclinando sobre mim, abaixou minha calça e começou a chupar meu pau com gosto. Qualquer um diria que fazia meses que não transávamos! E eu tinha comido ela duas vezes no dia anterior...

- Para, porra, que a gente vai se matar!

Mas nada, ela insistia teimosa, até que, finalmente, tive que achar um lugar discreto e parar no acostamento pra deixar ela terminar o serviço. Tenho que admitir que tratei ela com um pouco de dureza, porque fiquei de mal humor por ter que parar. Mas ela não pareceu se importar, no fim das contas, ela curtia o papo de pegada forte e de levar porrada. Então comecei a apertar bem a cabeça dela enquanto ela chupava minha pica, até a boca encostar nas minhas bolas e ela começar a babar igual uma porca.

- É isso que você quer! Não é, puta? Então chupa, porca, chupa, até as bolas! Porca nojenta! Olha só me fazer parar... Você é uma puta do caralho...

Eu levantava e abaixava a cabeça dela como se fosse uma boneca, puxando o cabelo sem piedade. Ela gemia e babava ao mesmo tempo e se deixava fazer. Enquanto isso, ela tinha descido uma das mãos e começado a se acariciar a bucetinha.

- Você gosta, hein? Gosta de ser uma putinha, sua vadiazinha? Isso?

—Mmmmmm... —ela gemia sem conseguir falar, com a pica na garganta.
Comecei a mover a cabeça dela com uma mão e com a outra batia na bunda dela e enfiei um dedinho no cu, quando estava quase gozando, como fazia de costume. Ela percebeu e soube que a porra tava vindo. Começou a se mexer mais rápido, esperando o leite. Gozei igual um bicho, apertando a cabeça dela e deixando o esperma escorrer direto pela garganta dela até o estômago. Depois esperei um minuto, enquanto o pau ia perdendo a grossura na boca dela. Ela se deixou levar, relaxando, também tinha acabado de gozar e já parecia mais calma.

—Já foi —falei, soltando ela.— Já teve o que queria, raposinha.

—Valeu, Marcos! —respondeu, limpando a boca com a mão. Com a cara e o cabelo uma bagunça.— Você é um anjo... Depois tenho uma surpresa pra você... Fiquei meio intrigado, mas tava tarde e não perguntei. Levantei a cabeça dela, puxando pelo cabelo, e aproximei a cara babada dela pra cuspir umas duas vezes. Ela se deixou fazer, submissa. Esfreguei bem a cusparada no rosto dela e, depois, empurrei ela de volta pro banco enquanto fechava a calça.

—Porra, vaca, você é foda! Sério, se não fosse minha mãe, ia te largar nesse puto descampado, que é o que você merece... —tava meio puto, mas no fundo me sentia orgulhoso de ter transformado ela numa puta tão animada. Ela limpava o rosto com um lenço, se olhando no espelhinho do carro e sorrindo com minhas palavras.

—Para com isso, seu filho da puta... Se você se divertiu mais do que eu. —disse.— Nunca ia conseguir largar sua pobre mamãe... Quem ia chupar seu pau melhor do que eu, hein? No fim, não consegui evitar de rir e aproximei meu rosto pra dar um selinho, que virou um amasso intenso que, inacreditavelmente, deixou meu pau duro de novo.

—Para, Porquinha, para já! No fim, vou ficar sem leite pra filmagem... – falei pra ela, me afastando e ligando o carro. – Vamos pro apê, na maior pressa, que aqueles dois tão esperando e são capazes de começar sem a gente...

- Duvido... – respondeu mamãe – A Fátima sabe bem que se começar sem mim, fica sem a buceta que eu tô devendo...

Liguei o carro e partimos pro apê. Quando chegamos, recebemos as reclamações da Fátima e do Moja, mas quando viram o cabelo bagunçado da mamãe, já sacaram o que tinha rolado no caminho e, sorrindo, a Fátima falou:

- Pô, tava com pressa de começar, hein!

A Fátima nos esperava vestida com um sutiã de renda preta, meia arrastão e uma calcinha fio dental de renda, também preta. Tava maquiada, bem putona, e balançava aquele rabão no ritmo de uns saltos de matar. O Moja, que já tava pelado, tinha a pica pendurada e começando a crescer. Parece que eles também tinham feito um aquecimento. Na televisão, tava passando um pornô que parecia uma coletânea de gozadas na cara de atrizes pornô mais velhas. Um fundo de tela maneiro pra ir entrando no clima.

Depois dos cumprimentos de praxe e dos beijinhos de apresentação, mamãe tirou o vestido e ficou também com um conjunto de lingerie adequado pra ocasião. Eu me despi e preparei os equipamentos de gravação. Montei um par de câmeras com tripé dos dois lados do sofá, pra fazer a primeira parte do vídeo, e comecei com uma espécie de apresentação que queria que as putinhas fizessem. A princípio, pensei em elas usarem um apelido profissional, pra trabalhar como Promíscuas, mas depois pensei que, no fim das contas, Mari e Fátima são nomes tão comuns e vulgares que têm mais graça do que Sandra ou Vanessa... e, além disso, assim a gente não se confundia durante a filmagem se chamasse uma delas pelo nome errado, eu ou o Moja. O caso é que sentei as duas putas no sofá e fiz elas se apresentarem:

- Oi, amigos, eu me chamo Mari, tenho 48 anos e sou uma puta. Sou uma puta vocacional. Não é questão de necessidade, nem nada parecido. Faço isso porque gosto. Gosto de foder, gosto de chupar paus e engolir porra. Gosto que me comam a buceta e que me fodam forte e com vontade. Gosto que me arrebentem o cu com um pau grosso e bonito, como o do meu macho. Gosto que cuspam em mim quando tão me fodendo e que me esquentem a xereca e a cara. Gosto de me encher com a baba de um boquete bem dado e que meu macho esfregue na minha cara. Gosto que ele passe a mão na minha bunda e meta os dedos no meu cu. Gosto de chupar eles depois e dividir o gosto com a Fátima, a outra puta do meu macho. Gosto de botar chifre no meu marido e ganhar dinheiro comendo paus ou fodendo pra deixar meu macho feliz e ele me presentear com o rabo dele... Gosto de tudo isso e mais... E agora, minha amiga Fátima e eu vamos dar uma demonstração do que somos capazes e do que sabemos fazer. E pra isso, vamos contar com a ajuda do filho dela, o Mohamed, um ex-amante meu, e do meu macho, o Marcos. Meu macho, meu amante e meu filho. A apresentação ficou show. Enquadrei a mãe num close da cara dela que depois fui abrindo pra mostrar o corpo todo, sentada no sofá de pernas abertas se esfregando a xota por cima da calcinha e, do lado, uma Fátima sorrindo que imitava ela. Depois, a Fátima se apresentou do mesmo jeito e, quando terminou, começaram a se beijar. Foram se despindo uma à outra e começaram um show lésbico de alto nível que deixou eu e o Moja de coração na boca. Não demoramos pra entrar na festa. Depois de deixar elas gozarem juntas, fomos pro sofá, pau duro na mão, pra dar de mamar pras nossas mães. Elas, felizes da vida, agarraram o piru e fomos alternando de uma puta pra outra por uns minutos. Depois, mandei o Moja sentar e a gente se acomodou no sofá, colocando as vadias de joelhos e fodemos a cara delas no estilo pancadão. Quando já estávamos com os rabos bem babados, resolvi dar uma pausa e mandei minha mãe buscar umas cervejas.
— Hora de comer buceta, enquanto vemos esse vídeo. — falei pra ela. Na tela, tava passando um compilado de anal com negonas de rabão, bem excitante, e resolvi ir com calma. Na real, nem meia hora tinha passado desde que eu tinha gozado e não tava com pressa de repetir. Mamãe voltou com as brejas, entreguei uma pra Moja, e depois de nos acomodarmos no sofá, colocamos as putas pra chupar nosso cu. Elas eram umas verdadeiras viciadas em cuzinho de macho e, enquanto lambiam, iam masturbando nossas picas com as mãozinhas. A gente comentava as imagens da TV, bebendo de boa e, de vez em quando, trocávamos de parceira. Minha mãe era muito boa chupando rabos, mas, sinceramente, nesse quesito, a Fátima era sensacional. Ela punha vontade, interesse e carinho. Mexia a linguinha igual uma minhoca e saboreava tudo por completo: o cu, as bolas e a base da pica. Enfiava a língua dura e tentava foder o cuzinho. Uma sensação muito gostosa e agradável. Na real, até cuspi umas duas vezes em agradecimento, e ela engoliu tudo com gosto.
— Muito bem, Fátima! Você é a melhor... nisso. Se continuar assim, depois vou te arrombar o cu. Que eu sei bem como você adora minha pica. Ela me olhava agradecida e redobrava o esforço. Minha mãe, ao ouvir, ficava com ciúme e, quando era a vez dela, imitava a Fátima. Compensava a falta de técnica com esforço e empolgação, o que é sempre de se agradecer. Eu, claro, tava encantado e saboreava feliz a cerveja. E o Moja, nem te conto.
Depois de um tempo, peguei minha mãe pelos cabelos e mandei o Moja fazer o mesmo com a dele e, no grito de “Troca de posição!”, arrastamos elas pro quarto onde eu tinha montado as câmeras. Uma em cada canto da cama king size de 2 por 2 metros.
— Vamos, vadias, de quatro e com o rabo pra cima! — gritei. As duas, obedientes e com gritos de satisfação se deitaram na cama exatamente como eu tinha pedido e começamos a foder elas, cada um na sua respectiva mãe, ambos de pé e com elas ajoelhadas na cama. Enquanto metíamos nelas, elas, carinha com carinha, gemiam com as estocadas e, depois de um tempo, se viraram e começaram a se beijar de língua. Pra facilitar, falei pro Moja mudar a posição da mãe dele e fomos cada um pra um lado da cama, assim as caras delas ficavam de frente. Num dado momento, peguei a juba da minha mãe e, puxando pelos cabelos, descobri algo na nuca. Era uma tatuagem linda de uma rola dura. Na hora entendi qual era a surpresa, quando dias atrás ela tirou uma foto da minha pica dura. Eu soltei um berro de satisfação e orgulho e, enfiando o rabo até o talo naquele cuzão, puxei a cabeça dela até arquear o corpo e aproximei o pescoço pra mordiscar com vontade, igual uma loba pegando os filhotes. Ela gritou quando enfiei o rabo, mas logo começou a ronronar satisfeita e falou, contente:                -Sabia que você ia amar, Marcos! Continuamos furando, eu e o Moja. As putas começaram a gemir que nem possessas. Elas, ao mesmo tempo, se acariciavam a bucetinha. Acho que gozaram umas duas vezes. Eu já tava começando a cansar e queria gozar, mas antes queria arrombar o cu da Fátima, como tinha prometido, então mandei o Moja foder a mamãe:                -Moja, seu filho da puta, sobe na cama e fode o cu da minha mãe puta, que ela tá morrendo de vontade.                -Siiim... -ela disse, ansiosa. -Vai, filho da puta! O Moja subiu na cama e enfiou com tudo, enquanto ela soltava um grito. Eu fiz o mesmo com a Fátima e me vi metendo bruto no cu dela, com a cara da minha mãe colada, enquanto o Moja fazia o mesmo com ela. Vendo ela ali, ofegante, resolvi tampar de vez em quando a boca dela com a pau. Eu tirava ela do cu da morena, pra ela me chupar de poucos em poucos minutos.
               -Toma, sua puta nojenta! Sente o gosto do cu da sua amiga, porca! Ela chupava com gula e, quando eu tirava, babava pra caralho, aí eu enfiava os dedos na boca dela ou puxava os cabelos pra levantar a cabeça e cuspir na cara dela. O Moja não demorou pra me imitar. A gente continuou nessa brincadeira por um tempo até que eu decidi que era hora de dar o prêmio pras nossas princesinhas. Aí apontei a pau pra cara da minha mãe e comecei a regar ela com uma porrada de porra quentinha e recém-tirada.
               -Nem pensa em engolir uma gota, porca! Quero você bem suja pro vídeo... Peguei a câmera e filmei a cara dela cheia de baba e esperma, com os olhos vidrados e um sorriso de idiota.
               -Dá um alô pra câmera! Fala oi, puta porca...!
               -Oii...! – ela falou, tímida e com a voz trêmula. A Fátima tava na mesma situação, e eu peguei as duas pelos cabelos e coloquei elas juntas na beira da cama, com as carinhas coladas, todas lambuzadas de porra, suadas e com os cabelos bagunçados.
               -Agora, porquinhas, podem limpar a cara uma da outra! E não quero nem uma gota sobrando. Porra de macho não pode ser desperdiçada! Rápido, enquanto eu filmava a cena pra posteridade, câmera na mão, elas se viraram e começaram a lamber as caras uma da outra. Tanto a minha mãe quanto a Fátima pareciam felizes, e eu e o Moja ficamos olhando a cena, orgulhosos do nosso excelente trabalho cinematográfico.
               -Depois disso a gente ganha um Oscar... – o Moja falou.
               -Com certeza, parceiro, com certeza. – respondi. Elas ficaram se lambendo por um bom tempo e, depois de deixar as caras limpinhas, continuaram com um beijo de língua profundo e um abraço, enquanto se tocavam as bucetas.
               -Que putas! Parece que não tiveram o suficiente... – eu falei, entre risadas de todo mundo. Fui na geladeira pegar outra cerveja e deixei o Mão na câmera enquanto as minas finalizavam o lésbico. Felizmente não demoraram muito, porque já tava ficando tarde. Depois de um banho revigorante, nos vestimos e cada casal foi pra sua doce morada. Mamãe e eu, ao chegar, encontramos o cuck exatamente como deixamos, largado no sofá, com as pernas na mesinha e olhando programas de auditório na TV. Ele nos cumprimentou sem quase tirar a cara da tela. Eu, vendo o cenário, aproveitei pra apalpar a bunda da foxy, por baixo da saia, e tentei enfiar o dedo no cu dela. Ela respondeu com um pulinho e uma risadinha. O viadinho olhou por um momento, mas não percebeu nada porque da cintura pra baixo o sofá escondia da visão dele. Mesmo quando o velho olhava pra gente, insisti e enfiei o dedo até o fundo na minha puta de mãe. Ela segurou a onda e olhou pro infinito, enquanto ouvia o amado e cuck marido:                - Ah, uma coisa, Mari! Sua irmã Fina ligou, é sobre o casamento da sua sobrinha...                - Quando era mesmo? Não lembro direito... – respondeu ela rebolando a raba pra enfiar o dedo até o talo. Eu disfarçava olhando pro celular na outra mão.                - Sábado que vem, num restaurante-hotel de estrada no cu do mundo. Ela disse pra você ligar, que quer confirmar quantos vão, se nós dois ou se o Marquinhos também vem.                - Uffa, sábado! Que rápido... – ela virou pra mim e perguntou. - Marcos, você quer vir com a gente?                - Sei não... – respondi na dúvida. Não tava muito afim de perder um sábado à tarde no fim do mundo. Principalmente se tivesse algum plano alternativo, tipo comer a Fátima ou alguma outra foxy. Mas meu pai interrompeu meus pensamentos:                - Pô, Marcos, seria melhor você ir, porque aí podemos ir com os dois carros. Você leva sua mãe e depois traz ela de volta, e eu saio da festa direto pra Zaragoza, que a Semana que vem eu vou trabalhar lá... Pensa nisso, vai. Depois daquelas palavras, já tava mais que decidido. Se a puta e eu fossemos juntos no carro, podia ser divertido. Talvez eu pudesse mandar ela me chupar na estrada, ou fazer uma parada pra dar uma trepadinha em algum posto... ou obrigar ela a vender a buceta pra algum caminhoneiro... Tava me vindo um monte de sacanagem na cabeça. E, acho que a mamãe também, porque não demorou nem dois segundos pra pegar a deixa e afirmar categórica:                -Então você vem, Marcos, porque senão vou ter que arrumar alguém pra me trazer de volta e é um saco.                -Bom, tá bom... – eu falei.- E assim eu vejo os tios e a prima, que faz tempo que não vejo eles. – Isso também era verdade, fazia anos que eu não via minha tia, ela era dois anos mais velha que a mamãe e, pelo que lembro, também era bem gostosa. Mas acho que não devia ser tão puta.                -Pois é, Alberto, resolvido. – concluiu a mamãe- Vou pra dentro fazer o jantar, que já tá na hora. Meu pai virou pra tela e eu tirei o dedo da buceta da mamãe e, quando o velho não tava olhando, levei até a boca dela. Ela chupou fundo e saiu rapidinho pra cozinha, enquanto eu sentava no sofá pra fazer companhia pro papai e seus chifres, enquanto passava o dedo babado no meu nariz.

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