Sete Mães Desesperadas: Morris, Jane

Morris, JaneDizem que uma mãe faria qualquer coisa pelo filho, eu digo que uma mãe realmente faria, mesmo tendo que pagar um preço alto por isso.

Hoje é sábado e já estou pensando no que vai rolar esta noite, mas não vamos nos adiantar, vamos por partes.

Sou viúva há cinco anos, cinco longos anos em que a vida mudou completamente pra mim. Meu marido era caminhoneiro, vivia indo e vindo em viagens internacionais. Ele adorava, porque era apaixonado por viajar. Nos verões, a gente pegava nosso trailer e ia pros países nórdicos, e ele era nosso guia, pra mim e pro meu filho, John.

Mas aí chegou aquele dia, o dia fatídico em que me ligaram da empresa dele pra dizer que o Mike tinha sofrido um acidente fatal. O caminhão dele capotou numa ribanceira depois de bater em outro veículo, e ele não sobreviveu.

Na hora, eu não soube como reagir, fiquei parada ali, no telefone, enquanto a secretária do outro lado da linha me perguntava, com a voz embargada, se eu tava bem. Sem dúvida, ela também tava muito aflita, mas eu não reagia, demorei pra cair em mim.

Mas, enfim, depois daquilo, fiquei com meu filho, que na época tinha dezesseis anos, e tivemos que reconstruir nossas vidas.

Eu tive que começar a trabalhar, porque, embora a gente tenha recebido o dinheiro do seguro, tínhamos um monte de dívidas acumuladas entre a casa e o caminhão, que ainda estavam sendo pagos. Então, a indenização foi toda pros bancos que nos emprestaram o dinheiro.

Assim, voltei a ser secretária de diretoria, enquanto meu filho ia pro colégio e se preparava pra faculdade.

John era um filho maravilhoso, bom atleta e bom aluno, tudo que qualquer mãe deseja pro filho. Mas um belo dia, ele começou a se comportar de um jeito estranho. Ele tinha um olhar vazio, parecia perdido, e me ligaram do centro onde ele estudava porque ele tava causando brigas constantes, não só com os monitores, mas também com os professores, que ele chegou a insultar. ameaçou.
Comigo, o comportamento dele também tinha ficado agressivo, embora até então eu não desse muita importância, achando que podia ser por causa da perda do pai dele.
Até que chegou o dia do ataque epiléptico dele. Me ligaram enquanto eu tava trabalhando e saí correndo pro hospital pra onde a ambulância tinha levado ele. Ele ficou semanas naquele hospital enquanto os médicos faziam todo tipo de exame sem saber o motivo do comportamento agressivo.
Finalmente chegaram ao diagnóstico. Segundo me disseram, era a primeira vez que viam aqueles sintomas combinados num paciente: de um lado, ele tinha ataques de epilepsia; do outro, se sentia perseguido pelas pessoas e ouvia vozes. Então diagnosticaram esquizofrenia.
No começo, ele começou a tomar a medicação e parecia que tava funcionando, mas depois de alguns meses ele teve uma recaída e começou a ficar cada vez mais agressivo, tanto comigo quanto com as amigas e professoras dele, especialmente com as mulheres. Não se sabia bem por quê, mas as paranóias dele giravam em torno de conspirações das mulheres contra ele.
Aumentaram a medicação, e ele começou a não querer sair da cama. Eu via que ele não tava bem, mas precisava trabalhar pra pagar as contas, então ia pra empresa e voltava já tarde. Ele dormia quase o tempo todo durante o dia, então à noite ficava acordado e não me deixava dormir: acendia as luzes, andava pelos corredores da casa e aparecia no meu quarto. A gente discutia direto, porque ele me deixava nervosa e, quando perdia o controle, às vezes me batia.
Eu evitava falar qualquer coisa no trabalho e escondia os hematomas com lenços e roupas de gola alta. O que mais eu podia fazer?
Até que um sábado eu peguei ele me espionando enquanto eu tomava banho. Vi ele simplesmente me olhando enquanto eu saía do chuveiro pelada. Rapidamente me cobri com a toalha e sorri pra ele, tentando não dar importância ao incidente. Aí ele arrancou a toalha de mim e ficou me encarando.
Eu dei um tapa na cara dele. então ele me devolveu e eu caí no chão. Por sorte minha, ele pareceu ter um momento de lucidez e, me vendo ali, foi pro quarto dele e se trancou. Depois de um tempo, levei o jantar pra cama dele e, quando entrei, peguei ele vendo vídeos pornô enquanto se masturbava. Ele se cobriu rápido e, bom, eu fiz de conta que não vi nada e entrei pra ver ele. Coloquei a bandeja em cima da cama e a gente conversou. Pelo visto, ele me confessou que ver pornô relaxava ele e se masturbar também. Naquela noite, ele estava muito lúcido e disse que não queria mais tomar os remédios, e eu reagi me assustando, mas tentei não deixar transparecer. Depois do incidente, ele continuou com os vídeos pornô, via a toda hora no quarto dele e não ligava se eu tava lá ou não. Eu ouvia aqueles gemidos, aquelas vozes e, sinceramente, depois de anos sem transar, comecei a ficar excitada e, secretamente, me masturbava algumas noites enquanto ouvia os gemidos de fundo. Aquilo era coisa de louco! Lembro que outro sábado entrei no quarto dele e ele também tava se masturbando, só que naquele dia ele não parou. — Ah, querido, desculpa! Tava te trazendo o jantar — falei, bem envergonhada, sem querer olhar pro pau dele duro. — Não tô com fome, mãe, só quero foder! — ele exclamou enquanto me olhava. — Mas filho, pelo amor de Deus, não seja grosso! — falei, tentando manter a calma. — Você podia foder comigo! — ele exclamou de repente. — Não, filho, eu sou sua mãe, como é que vou fazer uma coisa dessas? Continuei tentando não dar importância às palavras dele, enquanto deixava a bandeja com o lanche na mesinha de cabeceira, perto da cama dele. — Olha meu pau, mãe, cê não gosta? — Ah, John, não fala essas coisas! Exclamei enquanto não conseguia evitar de cravar o olhar naquele pauzão duro dele. Mesmo escandalizada, a verdade é que achei bonito, mas pelo amor de Deus! Aquilo me superava! Lembro que então ele levantou minha saia e eu senti a mão dele tocar minha virilha e subir até minha calcinha, me tocando no lugar mais íntimo. Aí dei um pulo pra trás e Corri desesperada saindo do quarto.
— Vamos, fode comigo, sei que você quer! — ele gritou enquanto eu fugia.
Já de madrugada não conseguia dormir, estava tensa pensando no comportamento dele e não sabia o que fazer, passei a noite toda acordada.
No dia seguinte, porém, ele parecia não se lembrar de nada, então pensei que tudo aquilo tinha sido como um pesadelo e fiquei feliz em acreditar que fosse algo passageiro.
A doença dele era assim: quando discutia comigo e me batia, depois não lembrava de nada. Então, de alguma forma, conseguimos seguir com nossas vidas.
Mas nos dias seguintes ele voltou à carga, passava a mão em mim enquanto eu cozinhava e se aproximava por trás. E quando eu o rejeitava, me chamava de puta, vagabunda, biscate e coisas do tipo. Se eu desse um tapa nele, ele devolvia, e à noite mal dormia de medo pensando que ele poderia entrar no meu quarto, mesmo eu sempre trancando a porta.
Naquela semana no trabalho, fiquei estranha, como mal dormia à noite e não rendia no escritório, tinha que ficar até tarde para terminar minhas tarefas.
Lembro que naquela tarde estava sozinha no escritório, bom, sozinha não, estava também o homem da limpeza. Um homem jovem, negro. E pensando que tinha que voltar para casa e ouvir os insultos do meu filho, me desesperei e comecei a chorar como uma louca.
— Senhora, o que a senhora tem? — disse o homem se aproximando de mim com boa vontade.
— Ah, nada, nada! — me desculpei, tentando me acalmar.
O garoto ficou ao meu lado, e acho que fiquei vermelha, pois não sabia nem o que dizer a ele, então me preparei para ir embora. Foi quando ele me disse que pelo menos tomasse um café com ele na máquina e assim o acompanhasse. Então não pude recusar o convite depois de ele ter sido tão gentil comigo.
Na máquina de café, ele me contou que estava estudando medicina, mas que como precisava de dinheiro, trabalhava limpando aquele escritório. Era muito jovem e sorria o tempo todo, a verdade é que adorei a gentileza dele e sua sorriso.
— Geral, cê tem namorada por acaso? — perguntei na lata.
— Namorada não, só amigas — ele sorriu sem dar mais detalhes.
— Ah, só amigas, seu safado! Então eu também queria ser sua amiga, cê me aceitaria? — me insinuei.
Não acreditava no que tava fazendo, tava dando em cima daquele cara que eu nem conhecia.
A gente continuou conversando, eu já tava em pé bem perto dele e comecei a ficar muito excitada.
— Então, Geral, a noite não fica longa limpando? — perguntei bem pertinho, roçando meus peitos nele e enfiando minha coxa entre as pernas dele.
— Ah, dona, olha, eu…! — ele disse assustado, se afastando.
— Desculpa, Geral, não queria te ofender! Claro, cê me acha muito velha pra você — concordei, olhando pro chão, me sentindo realmente ofendida.
Aí ele chegou perto de mim e pegou meu braço devagar.
— Não, dona, não me entenda mal, a senhora é muito gostosa, é que eu vi a senhora chorando antes e agora faz essa proposta, e a verdade é que acho que a senhora tem problemas e não queria que se enganasse, entende?
Sem dúvida o moleque era sincero, com aquela frase ele me conquistou de vez.
— Não tô me enganando, acredita, agora só quero chupar sua pica, vamos, me satisfaz! — falei, me ajoelhando na frente dele como uma puta raivosa.
A cara dele já foi resposta suficiente, meti a mão no cinto dele e desabotoei, depois baixei a calça jeans e finalmente tirei a ferramenta preta dele pela abertura da cueca. Lá estava ela, uma bela pica preta! Que admirei enquanto acariciava com as mãos, ainda não tava totalmente dura, mas com minhas carícias não demorou pra reagir.
Quando entrou na minha boca, senti ela macia e grande, muito grande, a cabecinha encheu minha boca toda e quase não consegui passar daí. O garoto fechou os olhos e eu afastei a calcinha pra acariciar minha boceta lá embaixo.
Me senti tão quente e tão puta como meu filho dizia, aí lembrei das palavras dele e não soube o que pensar, o fato é que continuei chupando aquela pica preta grossa até que ele... decidiu me recompensar me aliviando e chupando minha buceta com a língua comprida, ajoelhado também na minha frente.
Gozei na boca dele logo no começo, estava tão tensa que não consegui evitar, depois ele passou a me foder ali mesmo, de pé, me inclinei pra frente me segurando na máquina de café e senti ele entrar em mim por trás e me foder com gosto. Dava pra ver que o cara estava tão carente quanto eu.
A gozada dele não demorou a chegar e senti o esperma dele entrar na minha buceta enquanto pensava que não tínhamos tomado nenhum cuidado, mas já era tarde demais, ele gozou dentro de mim e eu aproveitei cada instante daquelas últimas investidas.
Quando ele saiu de mim, senti o esperma escorrer da minha xereca e pingar no chão, naquele momento me senti uma puta, mas não me importei nem um pouco, pela primeira vez estava satisfeita, cheia de prazer!
Depois o clima ficou meio estranho entre nós, nos despedimos sem saber se beijávamos ou apertávamos as mãos. No final, optei por me aproximar e dar um beijo casto na bochecha dele, que idiota, depois de foder e vou dar um simples beijo de prima! Depois disso fui pra minha mesa, peguei minha bolsa e saí correndo do escritório.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Eu tinha transado com o cara da limpeza, e ia imersa nos meus pensamentos enquanto dirigia de volta pra casa: "Será que você é uma puta?" — me perguntei enquanto acelerava.
Não sabia, mas tinha adorado a rapidinha na máquina de café e mordia os lábios de forma sensual lembrando daquilo.
Enquanto dirigia, desci a mão e me acariciei a buceta, ainda estava bem lubrificada, diria que até talvez insatisfeita. Ela teria gostado de uma segunda fodida.
Parei no caminho pra casa e comprei uma pílula do dia seguinte e uma caixa de anticoncepcionais, e tomei a primeira ali mesmo. Afinal, a última coisa que eu precisava era engravidar daquele preto.
Estacionei na frente da porta e entrei decidida na nossa casa. Sem medo pela primeira vez nos últimos meses. Lá no sofá estava o John.
— E aí, puta, por que chegou tão tarde? Transou com alguém no caminho? — ele disse como recepção.
— Sim, transei com o cara da limpeza, e adorei, sabia? — falei de volta, me aproximando desafiadora.
John se levantou e veio na minha direção, tentando me intimidar.
— E você gostou, puta? — ele perguntou enquanto se aproximava do meu rosto até sentir o hálito dele na minha boca.
— Sim, adorei ser a puta que você diz que eu sou! — gritei ainda mais desafiadora.
Então ele me deu um tapa e na sequência me pegou pelo pescoço e apertou até eu não conseguir respirar. Aí eu me assustei pra caralho, e por uns momentos pensei que seria meu fim. Mas então ele enfiou a mão na minha saia, levantou, e afastando minha calcinha, enfiou o dedo na minha buceta e começou a me foder com ele enquanto sentia a pressão no meu pescoço diminuir.
— Vamos, filho da puta! Tira essa pica pra fora que eu vou chupar, não é isso que você quer? — perguntei empurrando ele com violência, fazendo ele tropeçar pra trás e cair no sofá.
Me ajoelhei e, diante de um John atônito, desabotoei a calça jeans dele, abaixei o zíper, enfiei a mão e procurei a pica dele até tirar pela braguilha, ela já estava dura. Dura pra caralho, o filho da puta.
Enfiei ele na minha boca e chupei com força. Continuei chupando com gosto enquanto batia uma pra ele ao mesmo tempo com a mão.
John se segurava no sofá com as mãos e não ousava me tocar.
— Que bonitinho! Já tá feliz, né? Quer que eu chupe todo dia, é? Assim você trata melhor sua mamãe, tá? — comecei a falar enquanto batia uma pra ele, ajoelhada na frente dele.
— Ah, mãe, nunca pensei que você fosse dar esse passo! — exclamou John num momento de lucidez.
Feito uma possessa, soltei meus peitos e John beliscou meus mamilos enquanto eu trabalhava ajoelhada na frente dele. Mais ainda, cheguei a afastar minha calcinha de lado e comecei a me masturbar de novo, mesmo tendo dado praquele preto na mesma noite, e senti um puta tesão fazendo isso enquanto a pica do John entrava fundo em mim.
Me senti ainda mais puta do que quando dei pro preto naquela noite, aquilo já foi longe demais, mas vi que John tava tão calmo enquanto eu fazia aquilo que soube que seria o remédio perfeito pra manter ele na linha em casa e assumi meu papel.
Toda noite que ele precisasse, eu faria um boquete e assim ele me deixaria em paz, ele seria feliz e eu também.
Chupei e chupei até que a gozada dele me surpreendeu na boca. Nunca tinha feito aquilo, mas tava tão puta naquela noite com ele e a atitude dele que a raiva me fez fazer sem pensar.
John se contraiu enquanto gozava e eu continuei chupando a cabeça dele, terrivelmente inchada e vermelha como um pimentão. A pica dele era branca, de um branco perolado, bem diferente da preta que eu tinha chupado um tempo atrás.
Quando terminei, me levantei e ele ficou sentado lá, com cara de êxtase depois do meu boquete com final feliz, mas decidi não deixar ele ali. Peguei ele pela mão e levei até o quarto dele, onde eu mesma coloquei ele na cama e ele, como um menino, se deixou cobrir, terrivelmente calmo e relaxado…
— Boa noite… — sussurrei no ouvido dele pra me despedir.
No fundo, John ainda era meu filho, com esquizofrenia. Sem ela, e o que eu fiz, fiz por ele e não me arrependo, porque deu certo! Depois disso, o John não encheu mais o meu saco nos dias seguintes.2Logo no dia seguinte cheguei radiante no escritório, tinha dormido como uma pedra, a primeira vez em meses que dormia assim! Acho que até meus colegas perceberam.

Do meu lado estava o Frank, a mulher dele tinha largado ele há uns meses, embora aparentemente não tivesse afetado ele. Frank sempre estava de bom humor e era muito prestativo comigo, se oferecendo pra me ajudar em todo momento. Eu gostava dele, então naquele dia decidi que já era hora de retribuir tantos favores.

— Frank, preciso de ajuda no arquivo — falei.

— E pra quê? — perguntou ele, sorrindo como sempre.

— É que tem uns arquivos pesados e tenho medo de cair da escada se for pegar sozinha.

— Beleza, então "Super Frank salva o dia" — disse ele, batendo no peito como se fosse o Tarzan.

Já no arquivo, me certifiquei de levá-lo pra área mais discreta, cercados por pastas e estantes, só tinha um corredor de entrada que dava pra controlar pra ninguém nos ver.

Subi numa escada e pedi pra ele segurar ela, pra que pudesse ver minha calcinha se quisesse, com a saia curta que eu tava usando isso não era difícil.

— Então Frank, como cê tá lidando com a Evelyn? — perguntei.

— Ah, já passou! — respondeu ele, todo sorridente.

— Qual é, Frank, pode ser sincero comigo, como cê se sente? — insisti, subindo o mais alto que pude pra garantir que ele tava vendo minha calcinha.

Frank tentava não olhar, mas deu uma espiada discreta, nenhum homem resistiria a uma coisa dessas.

— Bom, já tô lidando melhor, Jane, sinceramente. Valeu por perguntar.

— Cê sabe que pode contar comigo pro que precisar — falei, descendo uns degraus e colocando minha bunda gostosa na altura da boca dele.

Meu colega pareceu ficar incomodado com a minha ação e tossiu nervoso.

— Qual é, Frank, não fica nervoso, cara! Aqui ninguém pode nos ver, sabia? — falei enquanto me virava e colocava minha buceta na altura da boca dele, abrindo as pernas e levantando a saia pra ele ver minha calcinha de renda. que ela estava vestindo.
— Ah, Jane, não sei o que dizer! — exclamou ele, nervoso, ajustando os óculos no nariz fino.
— Então não diz nada e come minha buceta! — gritei, puxando a cabeça dele e batendo-a contra minha calcinha.
Senti a língua dele lambendo o tecido, bem debaixo da minha buceta. Frank estava tão nervoso que tive que afastar a calcinha pra ele lamber meu clitóris em vez de babar mais o pano. Então senti a língua dele, ávida por sucos, entrar na minha xereca e lamber e beber tudo que saía de mim. Passei um bom tempo assim, enquanto ele me comia, lá em cima na escada, sem dar um minuto de descanso, tudo pra mim! Enquanto eu gemia e dizia: — Isso, continua chupando, que gostoso! — e coisas do tipo.
Quando ele começou a cansar de comer minha buceta gostosa, desci os degraus que faltavam e me virei de quatro, me agarrando na escada pra ele me pegar por trás.
— Vai, garanhão, me fode! — ordenei com pressa.
Frank, meio atrapalhado, tirou a calça e se aproximou de mim com o pau grosso e curto. Vi ele de relance enquanto fazia isso, e com aquela barriga grande, pensei que talvez ele não conseguisse me alcançar, mas no fim conseguiu e senti ele entrar na minha flor. Ele se agarrou nas minhas cadeiras e me apertou com vontade, me fodendo com frenesi ali mesmo, enquanto eu me sentia fora de mim, a maior puta do escritório, sem dúvida. Mas aí descobri que isso já não me importava mais…
Senti ele gozar enquanto cravava as unhas nas minhas cadeiras, e esse detalhe me enlouqueceu. Espremi o pau dele até a última gota, gozando com ele dentro de mim, e quando tirei, senti o leite cair de novo no chão, num déjà vu maravilhoso!3Uma tarde, o amigo do John, o Kevin, veio visitá-lo. Ele jogava basquete com ele antes de ele ficar doente. Veio até a casa dele pra saber como ele tava, já que ele tinha largado os treinos e eles quase não se viam desde que ele recebeu alta do hospital.

Preparei uns sanduíches pra eles e dei uns refrigerantes enquanto eles batiam papo. O John tava bem lúcido naquela tarde, pra variar. Eu só fiquei ali com eles, mas achei que eles se sentiam meio desconfortáveis com a minha presença, então perguntei se eles queriam que eu ficasse.

— Ah, não, senhora Morris! A senhora não atrapalha, pode ficar com a gente se quiser — disse o Kevin, todo educado.

— É, não atrapalha, mãe.

— Beleza, garotos. Então, Kevin, você tem namorada?

Minha pergunta o pegou de surpresa, porque ele tava tomando um gole do refri dele e o líquido escorreu pelos lábios dele de susto. No fundo, eu sorri, porque me divertia deixar um jovem tão gato quanto o amigo do meu filho nervoso.

— Ah, senhora Morris, desculpa! — ele disse, lamentando que parte da bebida tivesse ido parar no chão da sala.

— Desculpa, Kevin! Fui indiscreta? — falei, sorrindo, enquanto estendia um guardanapo pra ele da mesinha que a gente tinha na frente, onde eu tinha deixado os lanches.

— Bom, não tem problema! É, sim, a Daisy é minha mina. A gente tá junto faz uns seis meses.

— E ela é gostosa?

— Ah, sim, ela é muito gostosa! — exclamou o Kevin, todo solícito.

Eu cruzei as pernas e me certifiquei de que o Kevin visse minha calcinha quando fiz isso, virando os joelhos na direção onde ele tava sentado. Ele se surpreendeu de novo e ficou com os olhos arregalados, me olhando igual um bichinho esperando entender a dona.

— Você também é muito gato, Kevin! — exclamei, enquanto pousava a mão delicadamente na perna dele e dava umas palmadinhas, ao mesmo tempo que fazia uma cara de dengosa.

Eu me senti meio idiota, mas era muito divertido flertar com o amigo do meu filho.

— Obrigado, senhora Morris! — ele respondeu, ficando vermelho.

A tensão foi aumentando com minhas insinuações. Minhas perguntas para Kevin e John começaram a irritá-los por causa daquele meu flerte com o amigo deles.
— Bom, Kevin, é melhor você ir embora, acho que minha mãe não está se sentindo bem — ele disse em um momento da conversa.
— Mas John, a gente tá se divertindo pra caralho, filho! — protestei. — Bom, vou fazer um xixi, porque vejo que o clima tá tenso por aqui.

Levantei e, de forma sensual, pisquei um olho para Kevin. Quando voltei, a situação não tinha melhorado, então sentei ao lado de Kevin no sofá, enquanto John nos encarava com raiva refletida no preto profundo das pupilas dele.

Minhas mãos continuaram incomodando Kevin, enquanto uma delas estava sobre a calça dele, beliscando delicadamente entre as pernas, fazendo com que ele percebesse. Ele foi se sentindo cada vez mais desconfortável com a situação, e meu filho também foi aumentando gradualmente a irritação dele.

— Já chega, mãe. Kevin, vai embora, por favor! — explodiu John, talvez com ciúmes das minhas investidas no amigo dele.
— Por que, John? Isso é só conversa! Se você expulsar ele, não vou te dar mais nenhum agrado como o do fim de semana passado, lembra? — falei, olhando fixamente para ele para garantir que entendia do que eu tava falando.

John deve ter lembrado da sessão de sexo que a gente teve dias atrás, e ao fazer isso, a atitude dele mudou. Já Kevin continuava bem desconfortável entre nós dois por causa da nossa discussão e do meu flerte com ele.

— Bom, senhora Morris! Acho que é melhor eu ir embora — ele disse, se levantando.

Eu fiz o mesmo e me coloquei na frente dele, no caminho para a porta, parando ele com a minha mão no peito dele. Ali, senti a dureza dos peitorais definidos e bem proporcionados dele.

— Vamos, Kevin, fica mais um pouquinho! — falei com voz doce. — Você vai ver como a coisa acalma e as tensões vão embora.
— Vamos, Kevin, não tá vendo como ela tá tesuda? Fica aí e fode ela! Você vai gostar, pode ter certeza — rosnou John do assento dele.
— Vamos, John, não seja grosso com nosso convidado. Mamãe não é nenhuma puta, lembra? — falei. Virando-me e cravando meus olhos ardentes na cara idiota dele, sentado ali.
Mas Kevin, já muito nervoso, me empurrou de lado e saiu disparado em direção à porta. Eu o segui e, puxando a mão dele, tentei dissuadi-lo a ficar.
— Perdoa o John, Kevin, ele ainda não está bem! — exclamei antes que ele abrisse a porta. — E eu também não estou bem! — acrescentei, desabando em lágrimas diante do olhar atônito dele.
— Tá bom, senhora Morris, não fique assim, também não foi pra tanto, eu fico — disse ele por fim, e minhas lágrimas de crocodilo cumpriram seu objetivo.
Tenho que admitir que me tornei uma boa atriz.
— Ótimo, Kevin! — falei, abraçando ele e apertando-o contra meus peitos com força, enquanto minhas mãos se cruzavam na nuca dele. — Você é a única visita do John em meses! — disse, soluçando.
— Tá bem, senhora Morris, vou ficar mais um tempo com vocês — repetiu ele, convincente.
De volta à sala, colocaram um filme e apagaram as luzes; eu me sentei na frente da TV, no meio dos dois. O filme não me agradava nada, algo sobre robôs assassinos, mas eles pareciam se divertir. Trouxe uma pipoca da cozinha e todos pegavam da tigela grande que eu segurava entre minhas coxas abertas. Esse gesto pareceu divertir o Kevin, e eu me certificava de soltar um suspiro leve toda vez que ele pegava pipoca.
O jogo foi avançando, e eu deixava cair uma pipoca ou outra no meu decote — porque, se não for outra coisa, em peitos, sou uma mulher nota dez!
— Ah, Kevin, quer pegar essa que caiu aqui? — dizia eu, divertida, enquanto ele sorria e não ousava pegá-la. — Vai, pega, bobo!
Então ele, timidamente, colocava os dedos em pinça e tirava a pipoca de entre meus seios, roçando-os de leve.
Já cansada dos joguinhos, decidi atacar e, colocando minhas mãos em cada pacote, acariciei os dois ao mesmo tempo. Kevin se assustou um pouco, mas não o deixei escapar. Segurando-o com meu antebraço, desabotoei a calça dele e abaixei a braguilha, acessando... o pau dele, e fiquei batendo uma até ele ficar duro.
Depois virei pro John e fiz a mesma coisa, de modo que no final eu tinha os dois paus nas minhas mãos enquanto batia uma pra eles, e os dois caras ficavam extasiados olhando o filme, mais ligados nos meus carinhos do que nas cenas de ação.
— Beleza, machões, vamos ver se vocês conseguem satisfazer a mamãe!
Eu me ajoelhei e baixei as calças dos dois, e depois pedi pra eles se aproximarem um pouco e comecei a chupar os paus deles alternadamente, enquanto chupava um, batia uma pro outro, e depois trocava.
Eu me despi completamente e sentei no pau do Kevin enquanto ele chupava meus peitos, fodi devagar sem esquecer do John, pra quem eu batia uma com a mão livre. Kevin chupava meus mamilos muito bem.
John, ao me ver ali fodendo com o amigo, começou a passar a mão em mim e a puxar meu corpo na direção dele, me incentivando a trocar e sentar no pau dele, como tinha feito com o Kevin. Isso me pareceu demais, então decidi me levantar e, ficando de quatro, comecei a chupar o pau do John, enquanto disfarçadamente convidava o Kevin a me comer por trás.
Ele se posicionou atrás de mim e eu senti o pau dele, grosso e duro, cravar na minha buceta e grudar a pélvis dele na minha bunda, começando uma série de metidas rápidas que me deixaram louca, enquanto eu literalmente engolia o pau do John, que parou de reclamar e começou a ficar satisfeito com minha atitude.
Depois trocamos de posição: eu me deitei no sofá e o Kevin se acomodou entre minhas coxas, enquanto o John continuava me oferecendo o pau dele por cima. Assim continuamos fodendo que nem uns loucos até que a gozada do Kevin me surpreendeu, e a do John encheu minha garganta de novo com o leite dele, e eu não tive escolha a não ser engolir.
Naquela altura, eu ainda não tinha gozado, então coloquei o Kevin pra chupar minha buceta e o John pra chupar meus mamilos, e com os dois sobre meu corpo quente no sofá, me dediquei a esfregar meu clitóris até ter um orgasmo devastador.
Depois troquei de cavalo e me Coloquei por cima do John, comendo ele por um tempo enquanto chupava a boca do Kevin. A língua dele era deliciosa e parecia que ele também gostava da minha.
Pedi pra eles me comerem por trás, então me ajoelhei no sofá, abaixei as costas até deixar paralelas ao chão, e eles se revezaram sem brigar. Kevin foi o primeiro de novo e me comeu com gosto enquanto beliscava meus peitões gordos. Quase desmaiei com o pau dele enfiado por trás.
Enquanto isso, John ficou na minha frente, pegou minha cabeça e colocou a cabeçona dele na minha boca pra eu chupar. Não tive escolha senão abrir e engolir, o que me manteve bem ocupada nos minutos seguintes. Depois foi a vez do John, e Kevin não perdeu a chance de ficar na frente e me forçar a engolir o dele também.
Mudamos de posição na orgia que estávamos tendo. Os dois me deitaram e me cobriram na posição de missionário, enquanto um continuava me oferecendo o pau pra chupar.
Primeiro, John gozou, e depois Kevin ocupou o lugar dele, que me empurrou com vontade até gozar dentro de mim também. Eles me deixaram tão ocupada satisfazendo os instintos baixos deles que eu me esqueci de mim mesma. Quando Kevin já tinha ido embora e John foi pra cama, eu me deitei no sofá e me masturbei.
Naquela noite, refleti e cheguei à conclusão de que talvez eu fosse ninfomaníaca. Então decidi que já era hora de dar vazão às minhas fantasias mais obscuras. Desde então, deixo o John me comer, principalmente nos sábados. Agora mesmo ele tá me comendo por trás enquanto eu me pergunto até quando vamos ficar assim. Mas, fazer o quê, pelo menos ele tá calmo e tá bem comigo. Voltou pro colégio, continua os estudos dentro dos transtornos que ele tem, e acho que nós dois somos mais ou menos felizes.
Então, agora vocês sabem até onde uma mãe está disposta a ir pelo filho dela.P.S.:Sou Zorro Branco 2003, se você curte minhas histórias e quer saber mais sobre mim, dá uma olhada no meu blog.

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