Sexo numa tarde chuvosa

Olá, como vocês estão? Sou a D! E tô há pouco tempo na comunidade Poringa Girl, e tô amando os relatos que contam aqui, dá até pra fazer um livro, kkk. Bom, vou contar meu relato de um encontro pegando fogo com a melhor morena que eu já pude ficar. Tudo começa no fim de fevereiro, um daqueles dias de umidade e calor infernal no auge do verão, ainda mais que era um daqueles dias com tempestade forte anunciada. O dia tava chato pra caralho, porque não dava vontade de fazer quase nada. Aí me bateu a ideia de sair pra levar minhas duas cachorras pra se refrescar numa lagoa que fica mais ou menos a 5 km de casa.

Quando tô me trocando, chega um WhatsApp da Sofia, uma morena linda como poucas, com um carisma encantador, além de uma delicadeza e um jeito bem feminino de andar que me cativou desde a primeira vez. A Sofia, como era de se esperar, tava na época com um cara bem gato, o que, pra ser sincero, acabava com qualquer chance real de eu chegar nela ou ter algo, porque não sou dos que têm muita sorte com mulher muito gostosa. Mas tudo ia mudar naquela tarde. Eu tinha o número de telefone dela, que um amigo me passou quando comentei que tava afim, mas nunca tinha mandado mensagem. Aí chega uma mensagem dela dizendo: "Oi, como cê tá? É a Sofia." Demorei uns minutos pra responder porque não sabia se era uma zoeira do meu amigo ou se era ela mesmo. Respondi com um áudio falando que tava bem, mas meio entediado, e ela respondeu com outro áudio, uma voz tão sensual que confirmou que era ela. Meu coração tava batendo forte no peito. Falei pra mim mesmo: "Vai, D! Essa é sua chance." Ela disse que tava entediada e morrendo de calor, e que tinha pedido meu número pra uma amiga porque a gente já tinha se cruzado algumas vezes enquanto eu corria com meus cachorros e ela caminhava, mostrando toda a sensualidade dela com o Golden Retriever. Contei meus planos de ir até a Laguna e mandei um convite, apostando no dobro ou nada, já que não tinha nada a perder (aquela gostosa devia ter umas 3 ou 4 cantadas de caras querendo pegar ela, fora o namorado bombado). Pra minha surpresa, ela falou: — Sim, bora! Posso levar meu cachorro? — Claro, respondi, tenho uma caixa sobrando e na traseira da caminhonete cabe de boa. Tive que deixar uma das minhas cachorras e dar o lugar pro cachorro dela. Fui buscá-la e, enquanto espero sem descer da caminhonete (uma Saveiro das antigas 96), vejo ela. Que morena gostosa!! Vinha trocada com uma legging roxa que marcava toda a silhueta delicada, deixando ver uma bunda bem empinada e as pernas atléticas de tanto treinar na academia, uma blusa roxa mostrando os peitos de tamanho médio, mas bem durinhos, cabelo comprido e um sorriso divino. Desci da caminhonete, cumprimentei com um beijo e senti o perfume doce dela, tipo rosas. Coloquei o cachorro na gaiola e fomos embora. Na viagem, que deve ter durado uns 20 minutos, no começo tava meio tenso e em silêncio. Coloquei um pendrive com um rock pra quebrar o gelo e comecei a puxar assunto: — Quanto tempo que não te vejo andar com teu cachorro? — Sim, haha, é que tô estudando e acabei deixando umas coisas de lado, não tenho tempo. A conversa seguiu normal, colocando a rotina em dia. Chegamos, soltamos os cachorros e começamos a andar por um caminho ao redor da lagoa, continuando a conversa de boa, sem ainda insinuar minha vontade de comer ela. Também não queria cair na friendzone por vacilo, então perguntei: — Ainda tá com aquele gorila? Haha Ela deu uma risada cúmplice, me olhou, fez uma pausa e falou: — Tô, mas a gente tá mal. A confissão dela abriu minhas veias e dilatou minhas artérias, fazendo a testosterona correr e meio que travando minha fala. Na minha cabeça, só imaginava de que cor seria a calcinha fio dental que se desenhava na legging dela. desenho de um grande pintor. Fez uma pausa, e eu disse que esperava que não lhe trouxesse problemas ter vindo comigo até ali. —Não, de jeito nenhum, sem problema nenhum. Nisso, levanta um vento muito forte e começa a aparecer a tempestade que vinha, então já tínhamos nos afastado bastante da caminhonete e eu digo pra ela voltarmos porque a chuva já estava prestes a cair, e não demorou nada: quando estávamos a uns 500 ou 600 metros, desabou uma chuva torrencial morna por causa do calor do dia e, sinceramente, muito agradável e aliviadora. Quase chegando, começamos a brincar pisando em poças no asfalto, nos molhando e soltando gargalhadas como duas crianças. Na hora de subir, notei que os mamilos dela se destacavam como duas cerejas na camiseta molhada, que se ajustava ao corpo dela por causa da água. Entramos na cabine da caminhonete enquanto olhávamos os cachorros brincando na chuva, e eu falo: —Eles é que sabem se divertir com a chuva. Vou até a cabine, pego uma toalha, uma camiseta e um moletom que guardava. Quando volto, dou a toalha pra ela se secar, como um bom cavalheiro, e ela diz: —Me ajuda? Haha. Estico minha mão e ajudo ela a tirar a camiseta toda molhada da chuva, deixando à mostra o corpo lindo dela, só coberto por um sutiã preto com renda. O corpo dela se arrepiou com o vento que entrava. Estávamos sentados, um de frente pro outro, e eu falo: —Desde que te vi, você me interessou. E dei um beijo nela, segurando seu rosto com a mão direita, um beijo tão apaixonado que um fogo percorreu meu corpo. Meu pau, que já estava duro desde que entramos, armou a barraca na minha calça. Continuamos nos beijando de todas as formas, nossas línguas se cruzavam, percorriam nossas bocas, ela mordia meu lábio inferior. Joguei a toalha, a camiseta e o moletom no chão da caçamba da Saveiro, e comecei a percorrer todo o corpo macio dela com minhas mãos. A pele dela, lisa como seda, ainda exalava um suave aroma de rosas que me excitava pra caralho. Acariciei o lado do corpo dela, da cintura pra baixo. até o topo do sutiã dela, enfio minha mão por baixo e pego aqueles peitos lindos. Ela começa a respirar mais fundo, fica excitada, para de me beijar só pra beijar meu pescoço. Nessa hora, ela tenta tirar minha camiseta, que estava grudada no meu corpo por causa da água, e eu custo um pouco. Solto um palavrão e uma risada porque não saía, nós dois rimos, como se estivéssemos tomando fôlego pro que vinha. Já sem a camiseta, começamos a nos acariciar, beijo o pescoço dela e começo a beijar todo o corpo dela, e com habilidade desabotoo o sutiã, deixando à mostra aqueles peitos incríveis, com uns mamilos rosados e durinhos de tesão. Chupo eles, aperto um pouco com os dentes, dou uma soprada quente e depois um pouco de ar frio naqueles bicos gostosos. Ela arqueia um pouco a cintura, mostrando que aquela chupada de peito tava adorando. A gente se beija de novo, e ela enfia a mão dentro da minha calça de moletom e agarra meu pau, totalmente duro e já molhado de tesão. — Que pau gostoso, quero ele já na minha boca! Ela se levanta, me deita e me deixa pelado, mostrando meu pau duro feito osso e com a cabeça vermelha de sangue. Com uns movimentos lentos, ela me masturba com a mão e com a língua brinca com meu pau inteiro, como se tivesse comendo um sorvete. Aquele momento foi o máximo, ver ela brincando com meu pau, que babava todo. Apoiei minha mão na nuca dela, e ela começa a chupar, enche de saliva, chupa até o fundo, chupa de novo e, pra falar a verdade, era maravilhoso do jeito que ela fazia. Mas meu pau tava prestes a explodir de porra, e pra gozar na boca dela (vontade não faltava), eu disse, com a voz cortada pelo boquete foda: — Sofi, deixa eu chupar sua buceta. Ela, igual uma gata submissa, para de chupar e se deita no colchão improvisado de toalha e roupa. Vou devagar até a perna dela, beijo a barriga dela e a respiração dela começa a acelerar. Enquanto beijo, tiro a legging dela e vejo uma calcinha fio dental linda, que combinava com o corpo dela, e vejo um dos... seus lábios da buceta, já que a tanga dela estava meio enrolada. Sem tirar a tanga, afasto ela de lado e começo a chupar a buceta dela (vocês não imaginam como já estava molhada naquele momento). Passo minha língua pela buceta dela, percorro tudo, beijo o clitóris, chupo ele, aperto suavemente com meus lábios e, enquanto isso, enfio 2 dedos na buceta dela, e começo a chupar e masturbar ela com meus dedos e com a outra mão agarrada nos peitos dela. Ela geme de prazer, me agarra e puxa meu cabelo, a respiração dela dá pra ouvir, ela geme mais forte e continua arqueando o corpo cada vez mais até cravar as unhas na minha nuca e gozar. Sinto todo o suco vaginal dela na minha boca, engulo um pouco e volto a beijar ela. Nesse momento, ela ainda gemendo um pouco, enfio meu pau quente na buceta dela. Não consigo explicar em palavras como aquela buceta estava macia e gostosa pro meu pau. Começo a transar gostoso com ela na posição de missionário, primeiro com movimentos suaves pra depois entrar naquele ritmo frenético, mas tão gostoso, até que não aguentei mais. Ela percebeu pela minha respiração e me diz: — Deixa eu engolir toda sua porra? Como eu ia negar esse capricho de uma mulher tão gostosa? Sentei, apoiando minhas costas no teto da saveiro, e comecei a chupar ela com intensidade até que não aguentei mais e descarreguei toda minha porra na boca dela, que deixou escapar um pouco pelos cantos. Ela engoliu a porra e continuou chupando até não sair mais. Ela me olha e diz que queria que eu comesse ela mais um pouco, que estava muito excitada. Sem dizer nada, dou um beijo nela (precisava de alguns minutos pra recuperar o fôlego e ficar como novo) e continuo enfiando os dedos nela. Ela me masturba, me puxa e faz um boquete no meu pau, que estava meio mole e meio duro, até que consegue e deixa ele duro de novo. Ela fica de quatro e me diz: — Me come forte, D! Olho pra ela e contemplo aquela figura gostosa. O cheiro de sexo tomou conta da saveiro. Acariciei ela pra confirmar que não era um sonho. Molhado, bati com meu pau no clitóris dela e ela sentou em mim enquanto eu segurava sua cintura, dando o que ela pediu: sexo duro. Continuamos assim por alguns minutos até que, com ela de quatro, comecei a tocar o cu dela com o polegar (só tocando, sem penetrar) enquanto continuava metendo na buceta dela. Depois de passar a mão na bunda dela várias vezes, ela começou a relaxar, tipo me dando beijinhos, até que tirei meu pau da buceta dela e, sem dizer nada, puxei ela, cuspi no meu pau e apoiei na bunda dela, que já estava se abrindo de tanto toque. Com um pouco de pressão, entrou, e eu deitei meu tronco nas costas dela e abracei ela com meu pau dentro do cu dela. Ela disse: — Ai, cara, você me fez a bunda! Minha excitação foi tanta que só aguentei umas metidas até não segurar mais e gozei tudo dentro do cu dela. Ficamos abraçados, completamente suados. Continuamos nos beijando por alguns minutos, nos secamos e torcemos a roupa para tirar um pouco da água, e fomos para a cabine. Saí, chamei os cachorros, que estavam todos molhados da chuva, coloquei eles nas gaiolas e voltamos para a cidade cantando rock. Deixei ela em casa e voltei devagar para a minha, tipo extasiado com o sexo do caralho. Não acreditava, até que meu celular tocou com uma mensagem: "Se eu soubesse que você comia tão gostoso, tinha te chamado antes". E depois daquela vez, a gente se fala de vez em quando só pra foder. Esse é meu primeiro relato desse encontro tão lindo. Espero que tenham gostado. Abraços!!!

1 comentários - Sexo numa tarde chuvosa

Muy bueno, me calentó pensando en semejante hembra, la próxima pone una foto , te doy puntos para que sigas contando
Gracias crack!. Gracias por el consejo!