Pt 4:
http://m.poringa.net/posts/relatos/3149410/Peligros-que-correr-Pt-4.html
ANTES DE COMENZAR, QUERIA AGRADECERLES EL APOYO. ADEMAS DECIR QUE ESTOY EN BUSCA DE UNA CHICA PARA QUE ILUSTRE LAS ESCENAS DEL RELATO, LAS INTERESADAS MANDAR UNA FOTO (NO SE NECESITA QUE SE VEA SU CARA) POR MENSAJE PRIVADO. GRACIAS.
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Así pasamos al rededor de un mes, jugando a escondidas, con mucha lujuria y morbo de ser pillados. Ambos aún teníamos el recuerdo de la fiesta familiar y, aunque estábamos un poco ebrios, de lo que se no pudimos hacer en aquel baño por culpa de lo que nos llevó a hacerlo, el alcohol (que ironía verdad).
Era Domingo y todos estaban en casa cada uno ocupado en lo suyo, dos mujeres mayores preparaban el almuerzo, la otra estaba en el salón viendo televisión junto a mi hermana; mientras mi hermano mayor trabajaba en su cuarto. Estaba aburrido viendo el móvil cuando por mi puerta pasó Andrea con dirección a su cuarto no sin antes subirse el sujetador y la remera y enseñarme las hermosas tetas que poseía, lo que no esperaba es que tenía la cámara preparada para sumar una imagen más a mi galería de ella.
Algumas horas se passaram e chegou a hora do almoço. Avisaram a todos e nos dirigimos ao refeitório. Andrea passou pela minha porta, então agarrei sua mão e puxei-a para mim. Deslizei minha mão por toda a sua bunda empinada e seus peitos se apertaram contra mim. Nos seus olhos, a luxúria acendeu como uma chama. Ela pegou um anel que estava sobre a mesa, foi ao seu quarto e, em alguns minutos, saiu com um vestido que chegava até as coxas. Aproximando-se, disse: "Não estou usando calcinha, então venha buscar o que perdeu. E não esqueça de procurar nos cantos mais escuros". Em seguida, foi ao refeitório com os outros. Eu saí depois de alguns minutos, esperando a ereção baixar. Disseram-nos para levar à mesa o que faltava enquanto os outros estavam sentados. Andrea foi pegar algo para beber na geladeira, e eu fui buscar os copos ou qualquer coisa — no fim, precisava de uma desculpa para ir atrás dela. Assim que ficamos fora da vista de todos, puxei seus peitos com violência, achando que estava entre eles, mas não estava lá. No entanto, havia algo escrito nos peitos: "Lugar errado" (em um peito) e "Tente em outro lugar" (no outro). Ela riu como uma menina, mas a risada acabou quando chupei e mordi um mamilo, fazendo com que escapasse um pequeno gemido. Ela colocou os peitos de volta no vestido e voltou para os outros. Sabia que estávamos brincando com fogo, mas às vezes é prazeroso se queimar um pouco. Ela estava sentada ao meu lado, e ao lado dela estava minha irmã, uma das mulheres mais velhas na cabeceira da mesa, e as outras duas na minha frente, junto com meu irmão. Seus pés roçavam minha perna durante todo o almoço. Então, tive a ideia de levar minhas mãos até lá. Baixei as mãos disfarçadamente e peguei um de seus pés, massageando-o com as mãos, e depois o outro. Ela era tão flexível que parecia não sentir nada naquela posição. Também não estava lá, mas reparei nos pés lindos que ela tinha — pequenos, finos e com as unhas perfeitamente pintadas. O próximo lugar era o... definitivo, sua buceta; mas pra isso eu tinha que esperar a oportunidade certa; e ela chegou quando minha irmã mostrou um daqueles vídeos que a gente encontra no facebook, demos risada pra caralho e aí ela se levantou e foi pro outro lado mostrar pros outros, então eu soube que era minha chance; eu já tinha um dos pés dela na mão, então com uma mão levantei a saia e fui direto na virilha dela, enfiei os dedos de uma vez fazendo ela suspirar fundo; fui procurando cada vez mais lá dentro mas não achava nada, então por vingança procurei o clitóris dela, toquei e uma descarga elétrica percorreu o corpinho dela, brinquei uns segundos com ele até que escapou um gemido que transformou as risadas em silêncio e no meio desse silêncio a porta bateu, fomos salvos pela visita inesperada.
Depois de longos minutos conversando, todos se levantaram para fazer coisas diferentes. Ela foi para o quarto pegar o celular, e eu fui ao banheiro escovar os dentes, mas acabei seguindo-a até o quarto. Peguei ela por trás e sussurrei:
Aldair: «Cadê a aliança, safadinha?»
Andrea: «É um jogo, você tem que encontrar sozinho.»
Aldair: «Você trapaceou.»
Andrea: «Não. Você não procurou direito.»
Então me veio à mente que, depois de comer, ela poderia ter colocado na boca, já que ela adora ter coisas enfiadas ali dentro. Eu tinha que procurar, mas dessa vez seria diferente. Ajoelhei-a, e ela já sabia o que vinha em seguida: pegou meu pau e levou à boca para brincar (nem o melhor detetive procura coisas com o pênis ali). Acabei me concentrando mais na língua dela percorrendo meu pau e quase esqueci da aliança. Levantei-a pelo braço e enfiei meus dedos na boca dela, mas não encontrei nada.
Aldair: «Não está aqui.»
Andrea: «Estou com ela, e a cada movimento eu sinto.»
Aldair: «Me dá uma dica.»
Andrea: «Vai ser fácil, mas… o que você gosta de bater até ficar vermelhinho?»
Aí eu soube. Virei-a e joguei na cama, levantei sua saia e separei sua bunda. A muito safada tinha colocado a aliança num pequeno plug anal que estava enterrado no seu cuzinho. Tirei o plug, admirando de perto como seu cuzinho voltava aos poucos ao tamanho normal, removi a aliança e enfiei o plug na boca dela como recompensa por ter jogado tão bem. Juntei saliva e dei uma lambida enorme naquele cu lindo que ela tinha. Ela não resistiu ao primeiro contato e gemeu como uma puta no cio, então continuei enquanto ela cobria a boca com um travesseiro para não ser ouvida. Sabia que ela adorava estimular a bunda pelos pequenos pulsares que sentia e pelo fato de não voltar ao tamanho normal, mas sim dilatar cada vez que a ponta da minha língua roçava o contorno do seu cu. Levei fluxos da sua buceta inundada até o cu com minha língua. O prazer que sentia a impediu de prever minhas intenções, e quando já estava… bastante lubrificado com saliva e seus fluidos, enfiei dois dedos de uma vez, fazendo ela gritar de prazer.
Eu estava hipnotizado pela forma como seu cuzinho ia se dilatando aos poucos, dando mais espaço pros meus dedos, quando percebemos que minha prima de 15 anos, que tinha chegado de visita, estava parada nos observando. Seus olhos estavam cheios de desejo, e com uma mão ela acariciava leve e disfarçadamente a virilha por cima do jeans que vestia. Andrea, logicamente, se assustou e entrou em pânico. Eu fiquei olhando pra ela e disse:
Aldair: "Não é o que parece, Diana."
Ela não respondia, estava petrificada.
Andrea: "Não diga nada, não está acontecendo nada aqui."
Aldair: "Só deixei meu anel cair e estava pegando", enquanto me levantava e me aproximava dela.
Diana, tomando coragem e recuando, respondeu:
Diana: "Não sou idiota, posso ter 15 anos, mas sei muito bem o que vocês estavam fazendo... doentios."
Andrea: "Não diga isso!"
Diana: "Vi claramente o Aldair com os dedos dentro da sua bunda." Naquele momento, Andrea e eu sabíamos que a coisa estava realmente fodida.
Aldair: "Não importa, Andrea. Deixa ela dizer o que quiser. No final, quem vai acreditar numa adolescente? Além disso, é a palavra de nós dois contra a dela."
Diana: "Vocês realmente querem se arriscar a ver o que acontece?"
Andrea: "Não precisamos chegar a isso. Podemos fingir que isso nunca aconteceu, não é, Diana?"
Diana: "Claro que sim, prima... só vou precisar que você me dê 100 dólares."
Era de não acreditar. Estávamos sendo chantageados por uma garotinha safada de 15 anos.
Aldair: "Você está louca? De onde vamos tirar tanto dinheiro, e como vamos te dar sem parecer suspeito?"
Diana: "A Andrea vai me pagar, mas você vai me dar outra coisa, prima. Pode me dar no dia do meu aniversário." Tudo isso com um sorriso largo enquanto nos chantageava.
Andrea e eu só nos olhávamos com rostos desconcertados, até que o flash de uma câmera nos trouxe de volta ao momento. Diana tinha tirado uma foto nossa e disse:
"Que lindos vocês estão!"
Para então nos mostrar o celular, onde estava a Andrea sentada na cama com a calcinha pela metade e a saia levemente levantada, eu estava com a... boca e os dedos brilhantes pelos fluidos da Andrea. Diana riu um pouco e sumiu como um sorriso angelical.
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O FINAL ESTÁ CHEGANDO E SE ESTE CAPÍTULO FOR APOIADO, TEREMOS UM CAPÍTULO BÔNUS.
TODAS AS FOTOS SÃO ILUSTRATIVAS PARA AJUDAR A MERGULHAR NA HISTÓRIA.
ESPERO QUE VOCÊS CURTAM, COMPARTILHEM E ME DEIXEM SUGESTÕES.
A PRÓXIMA PARTE VOU POSTAR NA SEMANA QUE VEM, OU ANTES SE ESSA ATINGIR 70 PONTOS.
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ANTES DE COMENZAR, QUERIA AGRADECERLES EL APOYO. ADEMAS DECIR QUE ESTOY EN BUSCA DE UNA CHICA PARA QUE ILUSTRE LAS ESCENAS DEL RELATO, LAS INTERESADAS MANDAR UNA FOTO (NO SE NECESITA QUE SE VEA SU CARA) POR MENSAJE PRIVADO. GRACIAS.
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Así pasamos al rededor de un mes, jugando a escondidas, con mucha lujuria y morbo de ser pillados. Ambos aún teníamos el recuerdo de la fiesta familiar y, aunque estábamos un poco ebrios, de lo que se no pudimos hacer en aquel baño por culpa de lo que nos llevó a hacerlo, el alcohol (que ironía verdad).
Era Domingo y todos estaban en casa cada uno ocupado en lo suyo, dos mujeres mayores preparaban el almuerzo, la otra estaba en el salón viendo televisión junto a mi hermana; mientras mi hermano mayor trabajaba en su cuarto. Estaba aburrido viendo el móvil cuando por mi puerta pasó Andrea con dirección a su cuarto no sin antes subirse el sujetador y la remera y enseñarme las hermosas tetas que poseía, lo que no esperaba es que tenía la cámara preparada para sumar una imagen más a mi galería de ella.
Algumas horas se passaram e chegou a hora do almoço. Avisaram a todos e nos dirigimos ao refeitório. Andrea passou pela minha porta, então agarrei sua mão e puxei-a para mim. Deslizei minha mão por toda a sua bunda empinada e seus peitos se apertaram contra mim. Nos seus olhos, a luxúria acendeu como uma chama. Ela pegou um anel que estava sobre a mesa, foi ao seu quarto e, em alguns minutos, saiu com um vestido que chegava até as coxas. Aproximando-se, disse: "Não estou usando calcinha, então venha buscar o que perdeu. E não esqueça de procurar nos cantos mais escuros". Em seguida, foi ao refeitório com os outros. Eu saí depois de alguns minutos, esperando a ereção baixar. Disseram-nos para levar à mesa o que faltava enquanto os outros estavam sentados. Andrea foi pegar algo para beber na geladeira, e eu fui buscar os copos ou qualquer coisa — no fim, precisava de uma desculpa para ir atrás dela. Assim que ficamos fora da vista de todos, puxei seus peitos com violência, achando que estava entre eles, mas não estava lá. No entanto, havia algo escrito nos peitos: "Lugar errado" (em um peito) e "Tente em outro lugar" (no outro). Ela riu como uma menina, mas a risada acabou quando chupei e mordi um mamilo, fazendo com que escapasse um pequeno gemido. Ela colocou os peitos de volta no vestido e voltou para os outros. Sabia que estávamos brincando com fogo, mas às vezes é prazeroso se queimar um pouco. Ela estava sentada ao meu lado, e ao lado dela estava minha irmã, uma das mulheres mais velhas na cabeceira da mesa, e as outras duas na minha frente, junto com meu irmão. Seus pés roçavam minha perna durante todo o almoço. Então, tive a ideia de levar minhas mãos até lá. Baixei as mãos disfarçadamente e peguei um de seus pés, massageando-o com as mãos, e depois o outro. Ela era tão flexível que parecia não sentir nada naquela posição. Também não estava lá, mas reparei nos pés lindos que ela tinha — pequenos, finos e com as unhas perfeitamente pintadas. O próximo lugar era o... definitivo, sua buceta; mas pra isso eu tinha que esperar a oportunidade certa; e ela chegou quando minha irmã mostrou um daqueles vídeos que a gente encontra no facebook, demos risada pra caralho e aí ela se levantou e foi pro outro lado mostrar pros outros, então eu soube que era minha chance; eu já tinha um dos pés dela na mão, então com uma mão levantei a saia e fui direto na virilha dela, enfiei os dedos de uma vez fazendo ela suspirar fundo; fui procurando cada vez mais lá dentro mas não achava nada, então por vingança procurei o clitóris dela, toquei e uma descarga elétrica percorreu o corpinho dela, brinquei uns segundos com ele até que escapou um gemido que transformou as risadas em silêncio e no meio desse silêncio a porta bateu, fomos salvos pela visita inesperada.
Depois de longos minutos conversando, todos se levantaram para fazer coisas diferentes. Ela foi para o quarto pegar o celular, e eu fui ao banheiro escovar os dentes, mas acabei seguindo-a até o quarto. Peguei ela por trás e sussurrei: Aldair: «Cadê a aliança, safadinha?»
Andrea: «É um jogo, você tem que encontrar sozinho.»
Aldair: «Você trapaceou.»
Andrea: «Não. Você não procurou direito.»
Então me veio à mente que, depois de comer, ela poderia ter colocado na boca, já que ela adora ter coisas enfiadas ali dentro. Eu tinha que procurar, mas dessa vez seria diferente. Ajoelhei-a, e ela já sabia o que vinha em seguida: pegou meu pau e levou à boca para brincar (nem o melhor detetive procura coisas com o pênis ali). Acabei me concentrando mais na língua dela percorrendo meu pau e quase esqueci da aliança. Levantei-a pelo braço e enfiei meus dedos na boca dela, mas não encontrei nada.
Aldair: «Não está aqui.»
Andrea: «Estou com ela, e a cada movimento eu sinto.»
Aldair: «Me dá uma dica.»
Andrea: «Vai ser fácil, mas… o que você gosta de bater até ficar vermelhinho?»
Aí eu soube. Virei-a e joguei na cama, levantei sua saia e separei sua bunda. A muito safada tinha colocado a aliança num pequeno plug anal que estava enterrado no seu cuzinho. Tirei o plug, admirando de perto como seu cuzinho voltava aos poucos ao tamanho normal, removi a aliança e enfiei o plug na boca dela como recompensa por ter jogado tão bem. Juntei saliva e dei uma lambida enorme naquele cu lindo que ela tinha. Ela não resistiu ao primeiro contato e gemeu como uma puta no cio, então continuei enquanto ela cobria a boca com um travesseiro para não ser ouvida. Sabia que ela adorava estimular a bunda pelos pequenos pulsares que sentia e pelo fato de não voltar ao tamanho normal, mas sim dilatar cada vez que a ponta da minha língua roçava o contorno do seu cu. Levei fluxos da sua buceta inundada até o cu com minha língua. O prazer que sentia a impediu de prever minhas intenções, e quando já estava… bastante lubrificado com saliva e seus fluidos, enfiei dois dedos de uma vez, fazendo ela gritar de prazer.
Eu estava hipnotizado pela forma como seu cuzinho ia se dilatando aos poucos, dando mais espaço pros meus dedos, quando percebemos que minha prima de 15 anos, que tinha chegado de visita, estava parada nos observando. Seus olhos estavam cheios de desejo, e com uma mão ela acariciava leve e disfarçadamente a virilha por cima do jeans que vestia. Andrea, logicamente, se assustou e entrou em pânico. Eu fiquei olhando pra ela e disse:Aldair: "Não é o que parece, Diana."
Ela não respondia, estava petrificada.
Andrea: "Não diga nada, não está acontecendo nada aqui."
Aldair: "Só deixei meu anel cair e estava pegando", enquanto me levantava e me aproximava dela.
Diana, tomando coragem e recuando, respondeu:
Diana: "Não sou idiota, posso ter 15 anos, mas sei muito bem o que vocês estavam fazendo... doentios."
Andrea: "Não diga isso!"
Diana: "Vi claramente o Aldair com os dedos dentro da sua bunda." Naquele momento, Andrea e eu sabíamos que a coisa estava realmente fodida.
Aldair: "Não importa, Andrea. Deixa ela dizer o que quiser. No final, quem vai acreditar numa adolescente? Além disso, é a palavra de nós dois contra a dela."
Diana: "Vocês realmente querem se arriscar a ver o que acontece?"
Andrea: "Não precisamos chegar a isso. Podemos fingir que isso nunca aconteceu, não é, Diana?"
Diana: "Claro que sim, prima... só vou precisar que você me dê 100 dólares."
Era de não acreditar. Estávamos sendo chantageados por uma garotinha safada de 15 anos.
Aldair: "Você está louca? De onde vamos tirar tanto dinheiro, e como vamos te dar sem parecer suspeito?"
Diana: "A Andrea vai me pagar, mas você vai me dar outra coisa, prima. Pode me dar no dia do meu aniversário." Tudo isso com um sorriso largo enquanto nos chantageava.
Andrea e eu só nos olhávamos com rostos desconcertados, até que o flash de uma câmera nos trouxe de volta ao momento. Diana tinha tirado uma foto nossa e disse:
"Que lindos vocês estão!"
Para então nos mostrar o celular, onde estava a Andrea sentada na cama com a calcinha pela metade e a saia levemente levantada, eu estava com a... boca e os dedos brilhantes pelos fluidos da Andrea. Diana riu um pouco e sumiu como um sorriso angelical.
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TODAS AS FOTOS SÃO ILUSTRATIVAS PARA AJUDAR A MERGULHAR NA HISTÓRIA.
ESPERO QUE VOCÊS CURTAM, COMPARTILHEM E ME DEIXEM SUGESTÕES.
A PRÓXIMA PARTE VOU POSTAR NA SEMANA QUE VEM, OU ANTES SE ESSA ATINGIR 70 PONTOS.
1 comentários - Perigos que Correr. Pt 5