Travesuras en la carretera. II (Los visitantes de mamá)

Depois que os móveis e caixas foram arrumados, começaram a desempacotar tudo. A mãe deles já estava pelada, limpando a entrada e o estacionamento. Já era noite, deixaram três caixas para desempacotar depois, estavam exaustos. Tomaram um banho, os irmãos dançaram juntos no banheiro. Mario se masturbava ao lado de Andrea. Saindo do banho, Mario ainda estava excitado, não parava de pensar na Camila. A irmã dele estava secando o cabelo e viu ele se masturbando na cama. — Agora você vai descontar o tempo sem bater uma numa noite só? — perguntou Andrea, debochando. — Não, mas a Camila não para de me seguir, queria comer ela de novo. — Andrea tirou o roupão e se deitou ao lado do irmão, pegou o pau dele e começou a masturbar enquanto ele chupava um peito dela. — Você queria fazer comigo? — perguntou ela com carinho. — Queria, mas sinto que se a gente fizer, vou me sentir culpado no final. — respondeu ele, afetuoso. Saíram três jatos longos que acalmaram mais o Mario. — Se sente melhor? — perguntou ela. — Sim... — respondeu ele, exausto.Travesuras en la carretera. II (Los visitantes de mamá)Na manhã seguinte, Andrea acordou às 9 da manhã, Mario ainda estava dormindo. Ela deu um beijo de bom dia nele, vestiu o roupão e desceu para a sala de jantar, onde havia uma mala com dinheiro e um bilhete. "Meus amores, volto tarde da noite. Aqui está o dinheiro para contratar a empregada. Deixei o café da manhã pronto. Se forem sair, fechem bem a porta. Amo vocês! Yacqui." Mario desceu pouco depois de Andrea preparar o café da manhã. Ele estava mais relaxado, mas meio cansado. — Como você amanheceu? — Bem, e você? — Também. Mamãe deixou o dinheiro para a empregada e mais um trocado caso a gente queira ir a algum lugar. — Depois do café, se vestiram, pegaram o dinheiro e foram para uma agência de putas perto do centro da cidade. Uma agência no escuro de um beco. Mario entrou com a maleta e a irmã. Uma mulher estava encostada na soleira da porta. Mostraram o catálogo da agência, e Mario gostou de duas modelos. Ofereceram um bom pagamento por elas, exatamente o valor que estava na maleta. O contrato já estava pronto. Com grana na mão e muito tempo livre, Andrea e Mario foram para o centro da cidade. Comeram, beberam, dançaram, andaram por tudo quanto era canto. Já era noite quando voltaram, e Mario estava meio cansado, assim como Andrea — os pés deles doíam pra caralho. Quando chegaram em casa, viram o carro da mãe na entrada principal. A porta traseira esquerda do carro estava aberta. Tinha um homem parado, olhando pra cima. Pararam um pouco antes pra ver quem era, apagaram os faróis, abriram o portão da garagem. Andrea se preparou pra dar ré e entrar. Quando estavam entrando, o homem entrou no carro. Ele estava com a calça arriada. Foi a última coisa que viram. Fecharam a porta, saíram do carro com a dúvida de quem era aquele homem no carro da mãe. Entraram em casa, tiraram a roupa na sala. Tinha roupões pendurados na parede da sala, outro na cozinha. outras na garagem e no andar de cima, de repente ouviram alguém entrando em casa, vestiram os roupões e desceram pra garagem. O carro da mãe deles estava entrando, viram o mesmo homem saindo, mas com a mãe deles pelada. Eles ficaram na escada sem serem vistos, a mãe foi até a adega, pegou uma garrafa e duas taças, o homem tirou o resto da roupa, serviu a taça dela e beberam. Aí o homem começou a chupar os peitos dela, encostou a mãe no sofá e começou a meter no cu dela. Ela gemia de tesão, ele metia tão forte que as pernas batendo na bunda dela ecoavam pela casa toda. Quanto mais rápido ele metia, mais altos eram os estalos e os gemidos. Subiram pro quarto e se trancaram. —Viu isso?— disse a Andrea. —Sim, não sei quem é, mas a mãe gosta dele, não julgo, eu faria o mesmo.— A Andrea ficou meio preocupada, mas o Mario não ligou muito e foi ver TV. A Andrea pegou o celular e deitou do lado do Mario, enquanto via TV, mostrava fotos de mulheres peladas pra ele e perguntava se achava elas gostosas. Algumas eram, não tinha nada de bom na TV, ele disse. —Vou bater uma.— Abriu a internet na TV e entrou num site pornô, botou um vídeo, tirou o roupão, a irmã dele largou o celular de lado e também tirou o roupão. Deram play no vídeo e o Mario começou a se masturbar, comentavam cada cena e cada coisa que aparecia. A Andrea passava a mão nas pernas dele pra ele gozar mais rápido, e em 15 minutos ele soltou um jato tão longo que respingou na cama e no chão. A irmã limpou com um papel, se prepararam pra dormir e ainda dava pra ouvir os gemidos. Na manhã seguinte, o Mario acordou e não viu a Andrea do lado. Desceu pra sala e ela estava se arrumando pra sair pra malhar. Decidiu acompanhá-la. Saíram às 9 da manhã e voltaram às 10:30. Quando chegaram, o Mario começou a tirar a roupa e a irmã foi na cozinha pegar água. No geladeira tinha um bilhete. "Meus amores, desculpa não ter deixado o café da manhã, me atrasei, deixei mais dinheiro pra vocês saírem se quiserem, vou voltar bem tarde hoje. Amo vocês! Yacqui." — Que que é isso? — perguntou Mario. — Elas se atrasaram hoje, e deixaram mais dinheiro pra gente. Onde você quer ir? — Ele subiu pro quarto e Mario leu o bilhete. Andrea já tava tirando a roupa no banheiro, Mario chegou e abraçou a irmã por trás, esfregando o pau na bunda dela. Ela estranhou um pouco. — O que cê tá fazendo? — ela falou suave. — ...só quero fazer... você disse que se eu quisesse fazer com você, e é isso que eu quero... — Ela se virou pra olhar ele e beijou ele, devagar foi descendo até o pau dele, até os lábios dela chegarem e ela começar a lamber, chupando devagar, até enfiar tudo. A boca dela era quente, o cheiro de suor nos peitos da irmã dele deixava ele mais excitado. Andrea chupava mais e mais o pau dele até tirar, virou pro espelho e Mario enfiou no cu dela, lento mas forte, eles transavam. Andrea sentia dor, gemia baixinho, ele acelerava, apertava os quadris dela, apertava os peitos dela, se beijavam na frente do espelho, a cara de dor da Andrea excitava mais o Mario. Ele tirou o pau e levou ela pro quarto, no pé da cama, colocou ela de quatro e começou a meter no cu dela. Ela deu um grito de dor que fez ele gozar, molhando o chão com os fluidos dela. — Cê gosta? — falou Mario. — ...ssssiiiiiiiii aaaaaaaahhhhhhh aaaaaaaaayyyyyyyyyy — Ele batia mais e mais as pernas dele na bunda dela, apertava os peitos e o quadril dela, a cara da Andrea era mais de sofrimento do que de dor. Ele tirou o pau e gozou nas costas e na bunda dela, muito leite. Mario se apoiou no pé da cama, olhando o pau dele ainda duro e a bunda da irmã cheia de porra. Andrea não conseguia se mexer de dor, mas foi se levantando aos poucos, limpando a porra da bunda. — Da próxima a gente usa camisinha, ok? — Por que toda mulher quer usar camisinha? — Bom, se você quer que a gente faça isso direto, tem que ser. Com camisinha, senão só te faço um boquete e uma punheta.porno—Tá bom.— Entraram no banheiro e abriram o chuveiro, tomaram banho, se beijando e se acariciando, saíram, se secaram, se vestiram, o Mario preparou o café da manhã pra irmã dele e ela agradeceu com um beijão...

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