Sou enfermeira, não puta - Parte 5

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Parte 5
(5) EU SOU ENFERMEIRA, NÃO PUTA!

 

Na manhã seguinte, meu marido saiu sem se despedir. Eu me sentia a pior das mulheres, a mais suja e infiel que já existiu. Meus olhos estavam vermelhos de tanto chorar e de noites mal dormidas. Nem sequer tomei café da manhã, tomei banho e me preparei para enfrentar mais um dia da minha vida atormentada. Antes de sair, descobri um bilhetinho sobre a mesa da sala de jantar que dizia: "PEDE DEMISSÃO OU NUNCA MAIS VOLTE". O que era aquilo? O que eu ia fazer?... Passei no banco para depositar minhas economias, não queria que meu marido percebesse que eu tinha dinheiro que não podia justificar. Por que eu mentia para mim mesma? Não eram economias, eram produto da minha vida libertina, eram o que eu ganhava com o suor do meu corpo. Isso só tinha um nome: puta!
Como era possível que em menos de uma semana minha vida desabasse em pedaços? Eu precisava tomar uma decisão se quisesse retomar minha existência, então caminhei apressada até a porta do meu trabalho decidida a pedir demissão. Dona Laura me atendeu, estava elegantérrima. Disse que queria falar com ela, mas ela me respondeu que estava saindo correndo porque ela e o marido tinham uma audiência no fórum, que eu entrasse e que em algumas horas o senhor Rolo voltaria. Não me deu nem tempo de reagir. Antes de sair, ela disse: "Na minha cama deixei um presentinho pra você", me deu uma palmada na bunda e foi embora. O que tinha sido aquilo?
Eu nunca tinha subido para o segundo andar, então corri para abrir meu presentinho. Ao entrar, pude ver um quarto enorme, o dobro do tamanho do do senhor Rolo, lindo. E realmente, sobre a cama dele estava o presentinho. Abri e era um biquíni de marca, mas minúsculo, aquilo não ia cobrir nada em mim. Me despi e experimentei. Ao me ver no espelho, o triângulo mal cobria minha buceta, a parte de cima eram duas tirinhas como o sutiã que ela usou ontem. Me virei e parecia que eu estava pelada, o fiozinho sumia entre minhas nádegas. Eu nunca usaria isso na frente das pessoas, embora deva admitir que adorei, mas era muito ousado pro meu gosto. Guardei dentro da minha maletinha e coloquei meu uniforme.
Fuçando por aí, achei uma gaveta com a lingerie mais linda e sexy que já vi na vida. A gaveta da parceira não consegui abrir, tinha um porta-joias em cima da cama com umas joias divinas, com certeza valiam uma fortuna. Ao esvaziar o porta-joias, avistei uma chave. Testei na gaveta e ela abriu. Havia uma coleção de DVDs, todos com data. Peguei o mais antigo e coloquei no DVD, sentei e apertei play. O que era aquilo?!
Don Rolo estava um gato, devia ser de uns dez anos atrás, aí apareceu dona Laura com um vestido de noite super elegante, estavam nesse mesmo quarto, a câmera devia estar em cima desse móvel porque dava pra ver a cama toda, Don Rolo entrou no banheiro enquanto dona Laura se despia, que corpo, meu Deus! Parecia uma modelo, uma miss, uma amazona linda, ficou só de calcinha fio-dental e pude admirar aquela bunda que já tinha tido nas minhas mãos, depois saiu don Rolo e ela entrou no banheiro, ele veio só de cueca preta, dava pra ver o volume do pau duro, mexeu na câmera aproximando mais a imagem da cama, botou uma música e deitou, na hora saiu dona Laura e tirou a calcinha sem nenhum pudor, jogou na cara dele e ele cheirou, curtindo o aroma da buceta da mulher.
Ela engatinhou sobre a cama, era impossível não ver aquela bunda que se abria a cada rastejo, mostrando sua boceta molhada. Ela tirou a cueca dele e chupou o pau dele. Dava pra ver de perto como a língua dela envolvia aquele pedaço de carne bem duro. Ele lambeu as bolas com muito prazer. Pena que a música não deixava ouvir os gemidos que eles soltavam. O senhor Rolo segurava a cabeça dela, guiando na velocidade e profundidade que ele queria ser chupado. Ela engolia tudo e deixava até o fundo, fazendo o senhor Rolo deformar o rosto, tomado de prazer.
Dona Laura fez algo que ela nem imaginava que daria tanto prazer a um homem: enquanto chupava o pau dele, ela passou seus peitos enormes pelos ovos dele. Ele deve ter sentido uma delícia com os mamilos roçando nas suas bolas. Ele levantava a pélvis para enfiar o pau mais fundo na boca dela e, ao mesmo tempo, aproveitava o atrito daqueles mamilos nos seus ovos. Depois, foi ele quem a deitou e aproveitou para comer aquela buceta apetitosa. Ele chupava o clitóris com vontade, enquanto ela se tocava os peitos de olhos fechados e boca aberta.
Depois, ele a virou e enfiou o rosto inteiro entre aqueles montes enormes que ela tinha como bunda, meteu a língua no cu dela e ela se contorcia de prazer. Que cena erótica linda eu estava curtindo! Meti minha mão direita dentro da minha calcinha molhada, empurrei de lado e me perfurei com um dedinho, metendo e tirando enquanto via aqueles corpos lindos dançando no ritmo do prazer. Depois, eles fizeram um 69 onde ela curtia chupar aquela pica que me deixava louca, eu a invejava. Que delícia era chupar aquela pica! Ela tirou o pau da boca e esfregou por todo o rosto, dava pra ver os brilhos de saliva no seu rosto lindo.
Ela se sentou de costas e enfiou aquele monumento de pau na sua buceta apertada, cavalgava o marido enquanto chupava os mamilos alternadamente e esfregava o clitóris com a outra mão. Eu nunca tinha feito isso, com certeza aqueles DVDs iam me ensinar muito sobre sexo. O que eu tinha com meu marido era totalmente rotineiro, enquanto eles realmente sabiam aproveitar um ao outro. Meus dedos continuavam perfurando meu buraquinho da frente, tentando imitá-la, tirei um seio e lambi meu próprio mamilo. Que delícia sentir minha língua na pontinha, eles ficaram durinhos de tanta excitação.
Ela se virou e montou ele de frente, eu estava com ciúmes vendo aquele corpo suado pulando na pica que me atormentava, como eu queria ser eu a aproveitar aquela pica maravilhosa. De repente, ela tirou a pica, se lubrificou e guiou até o cu dela, era incrível ver aquele pedaço de carne invadindo o buraquinho traseiro dela. Gotinhas de suor escorriam das costas dela, molhando a bunda, eu não conseguia entender como as mulheres gostavam de levar por trás, eu sempre preferia pela buceta, mas dona Laura certamente estava curtindo, porque jogava a cabeça pra trás subindo e descendo naquela pica deliciosa.
Ele a colocou de quatro e a enfiou de uma só vez, ela se tocava no clitóris e pelos seus gestos pude ver que teve um grande orgasmo, ele tirou o pau, se masturbou e banhou o rosto e os peitos dela de porra, o mais curioso foi que ela pegou com os dedos uns grumos de sêmen e eles se beijaram na boca, meu marido nunca me deixaria beijá-lo com a boca cheia de gozo, mas o mais incrível é que ela se enfiou debaixo dos lençóis sem nem se limpar, com certeza dava tesão ver as crostas secas de porra no corpo dela no dia seguinte, o senhor Rolo se dirigiu à câmera e a desligou, não consegui chegar ao meu orgasmo de tanta tensão que estava, deixei tudo como estava e saí para ver o que ele estava fazendo.
Fiquei entediada o resto da manhã. Depois do almoço, o advogado trouxe o Don Rolo, levei ele para o quarto para medicar, mas ele não quis. Disse que o remédio obrigava ele a dormir e que antes queria falar comigo. Me deu o comprovante de depósito e, minha nossa! Realmente tinha uma quantia com quatro zeros. Eu queria dizer que ia pedir demissão, mas ele parecia tão feliz que não tive coragem. Ia contar para a senhora antes de ir embora. Ele pediu para eu despir ele e colocar o roupão. Tentei fazer o mais rápido possível, mas era impossível não ver aquele pau que saltou quando tirei a cueca dele. Coloquei o roupão e ele me contou sobre o julgamento. Parecia que as coisas estavam favoráveis para ele. Fizeram um exame psiquiátrico e ele achava que os resultados iam ajudar. Mediquei ele e ele dormiu.
Ouvi um portão terrível, era a senhora que tinha voltado, parecia muito irritada. Ela me pediu para massageá-la, que estava muito tensa, me levou ao quarto dela, passei óleo nas minhas mãos e ela se despiu sem nenhum pudor. Comecei a massagem um pouco nervosa:
DOÑA LAURA: Que foi, Lola? Tá se sentindo desconfortável de me ver pelada?
Não, dona Laura, não é isso… o que acontece é que você tem um corpo de modelo, é impossível não admirar.
DOÑA LAURA: Me conta, Lola... você já ficou com outra mulher?
Nossa, dona Laura, que pergunta é essa? Nunca, não.
DOÑA LAURA: O que teria de errado? Estamos no pleno século vinte e um.
Eu não curto mulher.
DOÑA LAURA: Eu também não gostava de camarão até experimentar.
EU: Agora você gosta?
DOÑA LAURA: Eu adoro!... assim, Lola... que mãos boas você tem... assim... hum... por toda as costas... dói, mas é gostoso... ahg... Você gostou do presentinho que eu te fiz?
Sim, obrigada senhora, mas não precisava se incomodar.
DOÑA LAURA: Eu adoraria ver você usando isso.
Eu já experimentei... gostei... mas é muito pequeno... eu teria vergonha de usar na frente das pessoas.
DOÑA LAURA: …assim, Lola, assim… que delícia… eu precisava dessa massagem… assim… assim… aperta minha bunda… que mãos você tem… quando terminar a massagem, você experimenta a roupa?
Ai, senhora, não sei…
DOÑA LAURA: Somos mulheres as duas… Nunca tomou banho com uma prima ou alguma amiga?
Sim, mas… eles eram de confiança… a senhora é minha patroa…
DOÑA LAURA: Para de falar besteira e experimenta, aquele traje que você tinha era horrível, esse vai ficar espetacular em você.
Ela se levantou da cama, nua como estava, com o corpo brilhando por causa do óleo, era uma cena digna de capa de revista. Ela me pediu para experimentar o biquíni, e eu, com medo, tive que fazer. Me despi com muita vergonha na frente dela e o coloquei.
DONA LAURA: Já vi que você também depila a buceta… tem uns peitos muito lindos… e essa bundinha… você deve fazer seu marido muito feliz na cama. Você se considera uma boa amante?
Não sei, senhora… nunca perguntei isso pro meu marido… mas até agora ele não reclamou de nada…
DOÑA LAURA: Desfila pra mim, como se estivesse numa passarela.
Ah, dona Laura, não sei como fazer isso…
DOÑA LAURA: Com esse corpitcho que Deus te deu, você deve fazer maravilhas na cama... assim, anda cruzando as pernas... exato... agora dá uma volta... que bunda linda você tem... você parece muito delicada, como se fosse quebrar... assim, Lola... muito bem...
Ai, senhora… tô me sentindo desconfortável com tudo que você tá falando… você tá pelada me olhando… e…
DOÑA LAURA: Não tem problema, Lola, somos mulheres admirando nossos corpos... Sabe o que eu gostaria?... Te dar uma massagem com minhas próprias mãos.
Eu não me atreveria, dona Laura. A senhora é minha chefe, sou eu quem devo atendê-la, não o contrário.
DOÑA LAURA: Vem, tira a roupa que vou te retribuir o favor.
Não tive outra escolha senão fazer isso, ele me deitou na cama onde momentos antes tinha visto ela transando com o Seu Rolo, me colocou de bruços e sentou nas minhas nádegas, eu podia sentir a boceta molhada e quente dele no meu corpo, ele começou a massagear meu pescoço:
YO: Senhora, me dá muita pena dizer isso, mas tenho que me demitir.
DOÑA LAURA: Por quê?! O besta do Rolando fez alguma coisa com você?
Não, senhora, ele me trata com muito respeito, é meu marido que não quer mais que eu trabalhe.
DOÑA LAURA: Traga ele aqui que eu vou convencer ele do contrário.
Eu: Ele não vai querer vir… agora ele ganha mais e eu não preciso trabalhar.
Foi quando ele disse isso que senti as mãos dele nas minhas nádegas. Mesmo sem experiência como massagista, ele sabia como excitar meu corpo. Eu estava muito nervosa.
DONA LAURA: Vejo que você gostou da minha massagem…
Por que você tá falando isso?
DOÑA LAURA: Você tá com a buceta molhada.
Não é o que você tá pensando, deve ser o óleo.
DOÑA LAURA: Deixa eu ver.
O que você está fazendo?!
DOÑA LAURA: Tô enfiando um dedinho pra ver se é óleo ou se são seus sucos.
Ai, dona Laura, não faça isso senão eu saio correndo e você nunca mais me vê.
DOÑA LAURA: Tá bom, Lolita… mas me promete que você não vai pedir demissão.
Eu prometo, mas tira esse dedo daí, por favor.
DOÑA LAURA: Vou fazer... confio na sua promessa.
Tirei ela de cima de mim como pude, peguei minhas coisas e, antes de sair do quarto dela, ela disse chupando o dedo:
DOÑA LAURA: … não era óleo… era sua buceta molhada.
Por que isso estava acontecendo comigo? Saí correndo até o jardim, lá me vesti como pude, sentei no banquinho para refletir. Por que eu tinha permitido que dona Laura me humilhasse daquela maneira? Por que não a empurrei quando ela enfiou o dedo? Me examinei e a buceta estava encharcada. Como era possível eu ter ficado excitada nas mãos de outra mulher? Isso nunca tinha acontecido comigo... o que mais me torturava era que eu tinha que pedir demissão... não podia voltar para casa sem ter tomado essa decisão... PEDE DEMISSÃO OU NUNCA MAIS VOLTE... essas palavras se amontoavam na minha cabeça... me ocorreu tirar fotos do dono Rolo com meu celular para meu marido ver que ele era um paraplégico, fui até o quarto dele e tirei várias, principalmente do rosto dele, todo torto e cheio de baba.
Poucos minutos depois ele acordou e me pediu para limpar a baba dele. Estava fazendo isso quando ouvimos um baita portasso — era dona Laura que tinha saído. Me aproximei para limpá-lo direito e qual não foi minha surpresa quando senti a boca dele beijando meus lábios. Joguei ele longe num impulso que saiu da minha consciência negra. Ele se assustou e perguntou o que tinha acontecido. Entre lágrimas, contei sobre a briga com meu marido e a ameaça dele. Ele ficou um momento refletindo:
DON ROLO: Você tem razão, eu tinha dito que se você fosse minha mulher não deixaria você ir trabalhar… mas vamos pensar em como fazer seu marido te dar permissão… não sei… dê a ele algo que ele deseje…
O que eu queria já dei e foi justamente isso que causou a briga.
Foi assim que passamos um tempão discutindo sem achar uma solução. Eu disse que o mais provável era que eu teria que me demitir, mesmo querendo continuar sendo a enfermeira dele. Ele começou a chorar, foi muito emocionante ver aquele homemzão derramando lágrimas por minha causa. Eu o abracei e, de caso pensado, encaixei o rosto dele entre meus peitos. Senti a língua dele lambendo-os, e com suas mãos artríticas ele me agarrava pela bunda. Eu procurei sua boca e o beijei com amor e desejo. Não precisamos de palavras. Me despi e entrei debaixo dos lençóis para fazermos amor. Eu não queria só transar, queria dar amor a ele, queria que nossa despedida fosse inesquecível.
Foi uma dança deliciosa, parecia que cada um adivinha o que nossos corpos precisavam, nos chupamos com ternura, lambemos todo o corpo um do outro, o pau dele pulsava luxurioso, minha buceta destilava tantos fluidos que a boca dele saboreava, depois me coloquei entre suas pernas e apliquei o que aprendi no DVD, chupei seu pau enquanto esfregava meus mamilos em suas bolas, ele ergueu a pélvis para aproveitar minhas carícias, o rosto dele estava totalmente desfigurado de prazer, eu me sentia orgulhosa de satisfazê-lo, sentei em seu pau poderoso e o enfiei até o fundo, deslizava como faca na manteiga, lambi meus próprios mamilos e toquei meu clitóris, ele disse que estava prestes a gozar mas que não tinha camisinha e não queria me causar mais problemas, eu disse que era estéril, que ele me banhasse por dentro, ele me penetrou com vontade e nós dois gozamos ao mesmo tempo.
Levei ele ao banheiro e tomamos banho juntos pela primeira e última vez, deixei-o em sua cama e o beijei como despedida, ele me olhou com seus olhos marejados, beijou minha mão e eu me despedi quando a substituta chegou, chorei o caminho todo até minha casa, ao chegar troquei de roupa e esperei meu marido para dar a notícia da minha renúncia definitiva, jantei sozinha porque meu marido não chegava. O que teria acontecido? Será que ele tinha me abandonado? Quando estava quase dormindo, o vi na soleira da porta.
CONTINUARÁ…

13 comentários - Sou enfermeira, não puta - Parte 5

Mmmmm que intriga nos mantenes calientes y expectantes, van 10
nidabo +1
llego todos los dias esperando que subas el proximo!!..
Esto esta para una re porno mal una re pelicula porno
Me calienta muchísimo, siempre la termino de leer quedo empapada y termino colandome los dedos...Gracias😘
Que rico te aviso cuando esté la siguiente!!
Ahora que le abra pasado al cornudo ese, otra vez le va ha pegar, jajajajajajaj perdon me emosionee un poco , gracias por compartir
Jajajaja y va ya casi el otro
Me tienes muy preocupado semejante mujeron, enfermera, preciosa, capacitada y ese maltrato por parte del marido
Si hay hombres que no saben lo que tienen
Y me aventuro a pensar que se va ha dar cuenta por las malas y ella se va a dar cuenta de cuanto vale por las buenas
Que digo buenas,da la manera mas deliciosa jejejejejeje
colt45
Doña Laura se agarro al marido....
Marc_2
ya está flaca, te lo garchaste al lisiado o no te lo garchaste???? no dá para 6 partes nena, la historia se agotó en la tercera, no me quiero imaginar si tenés que contar un gangbang haces 23 capítulos...
regio22 -1
muy buen relato, a la espera del proximo capitulo, tengo la verga dura
pfff ahora se va a garchar a doña Laura... me deja al recontra palo mal! obviamente +10! y reco
Que lindo sigue el relato un boludo tu marido por hacerte eso y bien por vos que no te privaste de poder tener esa verga que tanto deseaste y a la mujer tocarla tambien. Espero el proximo saber como sigue. Besos