Meu primeiro amor com a Pat

Olá, hoje quero compartilhar com vocês uma história que aconteceu comigo quando eu tinha 14 anos, mas as imagens são tão nítidas como se tivesse sido ontem, e claro, foi minha primeira experiência sexual. Meu nome é Isaac e vou contar sobre a Pat (vou chamá-la assim para evitar qualquer suspeita). A Pat era minha vizinha no condomínio onde eu morava quando era criança. Os apartamentos da Pat e da minha família ficavam lado a lado no mesmo andar, e algumas janelas se encaixavam uma de frente para a outra. Eu era (e ainda sou) amigo dos dois filhos dela, Josué e David, e até hoje a gente se encontra de vez em quando. A Pat era uma mulher de uns 30 anos, com um corpo muito bem cuidado (ela era instrutora de aeróbica), 1,65 m de altura e no máximo 55 kg. Era uma mulher linda pra caralho, com uns peitos que eu diria pequenos, mas durinhos e bem formados, e uma bunda que até hoje é motivo de excitação em uma punheta ou outra, e quando transo com minha esposa e não olho na cara dela. Como várias das nossas janelas ficavam de frente, se alguém fosse bisbilhoteiro, dava pra ver o que rolava no apartamento da Pat. Um dia, de férias em casa, sem nada pra fazer, eu ia chamar meus amigos pra sair e jogar uma bola, mas o que eu vi foi a mãe deles fazendo exercício no quarto dela, com a cortina entreaberta e completamente nua. Foi aí que vi pela primeira vez aquele corpo maravilhoso. Aproveitei cada segundo pra olhar e bati uma punheta enquanto observava. Obviamente, meus amigos não estavam em casa. Depois descobri que eles estavam num curso de verão e só voltavam depois das 3 da tarde todos os dias. Então, vários dias se passaram entre o tédio de não ter nada pra fazer além de ver TV ou ouvir música, mas sempre chegava a hora do exercício da Pat, e seu primeiro e único espectador estava na primeira fila. Três quartos de hora de movimentos que pareciam deliciosos pra mim, embora pra ela fosse só exercício, e sempre com A janela ficava ou entreaberta ou totalmente aberta (depois descobri que ela me observava através de um espelho em que nunca reparei, ela adorava que eu a observasse). A Pat era casada, mas por algum motivo nunca conheci o marido dela, porque ele viajava muito, o que acabou levando ao divórcio alguns anos depois. Antes do verão acabar, o Josué, um dos filhos dela, fez aniversário e organizaram uma festinha para a qual fui convidado. Como já tinha entrado na casa dela um montão de vezes, cheguei bem cedo na casa da Pat e ajudei com os preparativos, sabe como é, balões, decoração e tal. Lá pelas 2 da tarde, a Pat pediu pro Josué e pro irmão dele irem ao shopping comprar uma lista enorme de coisas pendentes. Pela lista, vi que iam demorar pelo menos duas horas no local, então resolvi ficar em casa com a Pat, porque ir fazer compras me entedia e, conhecendo meus amigos, eles iam ficar pelo menos uma hora a mais nos videogames do shopping, então iam ficar fora um bom tempo. Tava ajudando a Pat com algumas coisas na cozinha, indo e vindo pra pegar uma coisa ou outra. A Pat já estava vestida pra ocasião, com um vestido preto bem justinho no corpo, o que me fazia, mais de uma vez, ser pego olhando ou pras tetas ou pro rabo dela, e ela só soltava um sorrisinho e continuava o que tava fazendo. Eu ficava todo vermelho quando era pego no flagra olhando pra ela, mas não conseguia parar de olhar. Ela me pediu pra picar alguns legumes na mesa da cozinha, o que fiz rapidinho, porque significava ter ela à vista praticamente o tempo todo. Tava na minha tarefa quando ela se inclinou pra pegar não sei o quê num armário que tinha à minha direita, e a bunda dela ficou a poucos centímetros de mim. Não resisti e, por impulso, coloquei minha mão naquela bunda gostosa que já tinha visto sem aquela barreira de pano preto. Sem hesitar, a Pat se deixou fazer, passei minha mão... por suas nádegas e descia até suas pernas muito bem torneadas e subia de novo, passando meus dedos pela junção das nádegas e fazendo um pouco de pressão onde deveria estar o ânus dela, ela só soltava uns gemidinhos quase inaudíveis, me assustei com o fato de que ela estava me observando e eu nem tinha percebido, estava hipnotizado pela bunda da Pat, sorrindo maliciosamente e com certa lascívia me perguntou se eu gostava das nádegas dela, eu afirmei com um movimento de cabeça, ela se levantou e passando atrás de mim roçando o corpo dela no meu me disse -vem-. Me levou até o quarto dela de mão dada e ao entrar fechou a porta e fechou a janela, embora eu tivesse 14 anos eu era um pouco mais alto que ela, ela ficou na minha frente e me disse -quer ver elas-, eu afirmei de novo e em seguida levantou o vestido até a cintura e me deixou ver a bunda dela, ela estava usando uma calcinha de corte francês de um tecido super transparente preta, as nádegas dela eram firmes como pedra e empinadinhas muito bem formadas, ela me disse -vem e toca elas, faz elas tuas-, me ajoelhei atrás dela e comecei a tocar elas, acariciar com as duas mãos, beijei elas e ela estremeceu e disse -continua- beijei elas, comecei a morder e a meter meus dedos por baixo da calcinha dela e ela soltava uns gemidos bem suaves e profundos (ela nessa época estava separada do ex- fazia cerca de um ano e eu pelo menos no apartamento dela nunca vi outro homem, não tô dizendo que não teve outros, mas pelo menos na casa dela não), comecei a acariciar as pernas dela por dentro e ela abriu as pernas um pouco, o suficiente para meus dedos alcançarem a bucetinha dela, já estava molhada a calcinha dela, afastei ela de lado e comecei a acariciar os lábios e o clitóris dela, ela começou a ofegar ainda mais forte, acho que pela safadeza da situação ela gozou pela primeira vez com um gemido profundo e oco, as pernas dela tremiam e ela quase caía, antes de sentar na beirada da cama eu abaixei lentamente a calcinha dela deixando ver a bunda dela em toda sua expressão, Já sentada na cama, ela me disse: — Vem me ajudar, tira meu vestido, ainda não me recuperei, tô meio sem fôlego. Tirei o vestido dela e deixei ver aquele par perfeito de peitos, que como eu disse, não eram grandes, mas muito bem formados e durinhos como poucos que já encontrei. Ela começou a desabotoar minha camisa, e eu comecei a acariciar os peitos dela, parando nos mamilos que já estavam eretos e durinhos. Ela só semicerrava os olhos e continuava com a tarefa de me livrar da camisa. Continuou com minha calça e minha cueca. Ao ver meu pau, ela se surpreendeu, achava que eu ainda era um garoto, pois aos meus catorze anos, meu pau já media uns 17cm totalmente ereto. Entre risadas e surpresa, ela só conseguiu dizer: — Você já não é mais um menino! Nem meu marido tinha um assim!!! Pegou ele com as mãos e levou até a boca, começou a beijá-lo e percorrer com os lábios e língua toda a minha extensão. Com as mãos, acariciava minhas bolas e minha bunda. Colocou ele dentro da boca e começou a me fazer um boquete que até hoje me arrepia o corpo só de lembrar. Ela engolia como uma verdadeira puta, entrava e saía da boca dela, fazendo eu arquear as costas de tanto prazer que estava me dando. Em várias ocasiões, colocou ele até o fundo, até o nariz dela bater na minha pélvis, e segurava ele lá dentro. A pressão da garganta dela me fazia perder o equilíbrio, porque me deixava a visão turva. Não aguentei mais e gozei dentro dela. Empurrei a cabeça dela contra mim e me esvaziei na garganta dela. Sentia jorros e jorros de porra saindo, pensei que nunca ia parar. Ela se afastou e, com um sorrisão no rosto, se jogou na cama e abriu completamente as pernas e disse: — Delicioso, agora é sua vez. Come toda a minha buceta, destrói ela e me mostra que você não é mais um garoto. Me inclinei e mergulhei minha cabeça na bocetinha dela, que lambi como se fosse o doce mais gostoso (e de fato é). Separei os lábios externos e comecei a lamber os internos, a dar pequenas mordidas, e quando cheguei no clitóris, mal... Umas lambidas e ela se esvaziou, jorros de sucos saíam da buceta dela, que eu lambi e engoli, e continuei fazendo ela se contorcer de prazer, gemendo e uivando, tentando abafar os sons pra que os vizinhos (meus pais) não pensassem que algo errado tava rolando, o que tornava tudo ainda mais gostoso pelo tesão que eu sentia de meus pais descobrirem que eu tava comendo a vizinha deles. Ela gozou mais uma vez na minha boca e a cama já tava com uma mancha enorme de sucos e saliva, mas nenhum de nós dois tinha intenção de parar. Assim que pareceu que ela tinha se recuperado do último orgasmo, eu me levantei ao lado da cama dela e coloquei as pernas lindas dela sobre meus ombros, e meu pau, que já tava com uma dureza que eu nunca tinha visto até então, penetrei a buceta dela e ela soltou da boca uma série de putarias que eu nunca tinha ouvido – "me fode até me matar, filho da puta", – "não para senão eu arranco teu pau", – "rasga minha xota como o puto do meu ex nunca conseguiu" – e uma ladainha enorme que seria chato contar, mas que me excitava a meter com mais força cada vez que ela falava alguma coisa. O vai e vem durou um bom tempo, cada vez mais forte, cada vez mais bestial, a cama balançava violentamente a cada estocada, ela uivava de prazer, já não tentava mais abafar os sons – "mais forte, filho da puta, tu não é homem???" – "me parte no meio, me destrói por dentro como nunca fizeram" – isso me deixava a mil e eu descarregava toda minha força em cada empurrão, já meu pau tava doendo de tanta força que eu usava pra penetrar ela. Ela começou a ofegar, a rebolar, e um orgasmo bestial chegou na Pat e em mim também, gozei ainda mais violentamente dentro dela do que da primeira vez. Me joguei do lado dela e ela não parava de tremer por cada espasmo do orgasmo que tinha sentido. Mas não parou por aí, ela mal se recuperou e começou a chupar meu pau de novo, meu pau começou a ganhar vida novamente, ela se virou pra mim e disse com uma cara cheia de tesão – "rasga minha xota Cu, nunca fiz por aí, você vai ser minha primeira vez, é todo seu — mal terminei de falar isso quando meu pau, ainda mais dilatado que antes, começou a se mexer a cada pulsação do sangue que corria por ele. Pat se colocou de quatro e disse: — Vai, filho da puta, me arrebenta toda, desvirgina essa puta experiente. Enfiei umas duas vezes meu pau na bucetinha dela pra lubrificar com os sucos dela e comecei a lamber o cu dela, enfiava a língua e depois um dedo, depois dois. Ela bufava cada vez que eu enfiava um dedo. Quando consegui enfiar três dedos, fiquei atrás dela, encostei a cabeça do meu pau no buraquinho dela e investi na primeira vez — nada! Na segunda vez, a cabeça do meu pau começou a abrir caminho, e na terceira tentativa, meu pau entrou até a metade. Ela gritou com uma mistura de prazer e dor e murmurou: — Me arrebenta, filho da puta, me arrebenta logo!!! Puxei ela pelos quadris e, com um empurrão violento, meu pau se alojou completamente no cu dela. Ela começou a mexer o quadril pra frente e pra trás, rebolando, gemendo escandalosamente. Eu comecei a meter e tirar meu pau do cu dela, primeiro bem devagar e, aos poucos, aumentando a velocidade. O esfíncter dela estava cedendo à sodomia. Quando meu pau conseguia entrar e sair completamente do cu dela, comecei a meter com força. Ela se masturbava a buceta como uma louca com uma mão e, com a outra, puxava uma das nádegas pra abrir mais o cu. Eu tava quase gozando quando ela começou a gozar de um jeito escandaloso, começou a se mijar porque já não tinha controle de nada, e eu, prestes a ejacular dentro daquele cu maravilhoso, me deixei cair sobre ela e, com o pau dentro do cu dela e nós dois deitados, eu por cima, me descarreguei, deixando meu pau dentro dela. Ela apertou forte meu corpo contra o dela. Não sei quanto tempo ficamos assim, ligados, cansados, suados e cheios dos nossos sucos e da urina dela. Quando acordamos, eu me separei dela e me deitei ao lado. Ela me deu um beijão e disse: — Agora você não é mais um menino, é meu homem. E foi assim, por 4 anos. A gente ficava transando sempre que dava, sempre tinha uma oportunidade. A Pat foi pra Cd. Juárez, Chihuahua, com os pais, levando os filhos dela junto, embora eles tenham voltado anos depois pra Cidade do México pra terminar os estudos. Por coincidência, a gente se encontrou numa festa e eles me contaram que a Pat ficou por lá. Meus amigos me falaram que ela tinha começado um novo relacionamento, tava morando com o parceiro e já tinha um novo irmãozinho. A Pat vai ficar na minha memória, acho que pra sempre, porque raramente consigo tirar ela da minha cabeça por muito tempo. Ela foi minha professora e, ao mesmo tempo, a gente aprendeu junto. A Pat sempre vai ser a primeira love sexual.

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