Dançando com minha irmã

Esses dias frios de inverno acendem minha libido e minha mente começa a fantasiar.
Nada mais erótico que sexo proibido.

Dançando agarrados, talvez demais, para o resto dos clientes da balada.
Eu observo ela de longe, rodeada das amigas. Ela é a mais gostosa de longe. Alta, corpão, pernas torneadas, peitos perfeitos pra altura e compleição dela, uma juba selvagem e preta, compridíssima, batendo na cintura.
Nunca sai de casa sem passar sombra nos olhos, o delineador e batom brilhante, com um aspecto molhadinho que dá vontade de pular nela pra morder e chupar, mas tenho que me segurar.

Além disso, hoje ela tinha vestido um vestido florido, de alcinha, bem delicado, que marcava cada curva do corpo adolescente espetacular dela.
Apesar dos 18 anos, a carinha angelical dela parecia uma lolita de pele branca e sedosa.
Mesmo sendo minha irmã, eu desejo ela pra caralho. Eu sei que é pecado, ou como se fala, mas não consigo evitar, não sou eu que decido. Toda vez que a gente se cruza em casa, eu sigo ela com o olhar, saboreando o andar sensual dela, o rebolado sexy. Inevitavelmente, eu bato uma sonhando com ela, nas vezes que aguento. Ainda bem que os sonhos são livres, pelo menos por enquanto.

Além disso, eu aproveito a vantagem de que, de vez em quando, vejo ela saindo do banho com uma toalhinha cobrindo só a cintura e o peito, com aquelas pernas enormes, molhadas e apetitosas, passando do meu lado, indo pro quarto dela, onde imagino que ela fica passando hidratante corporal no corpo angelical todo, como se precisasse. Quem sabe um dia desses ela me pede ajuda e eu passo a mão nas costas dela, e no resto também.

— Oi, Asier — ela me diz. — Chegou faz tempo? Tô com umas amigas, mas meu namorado não sei onde tá. Esse filho da puta não aparece quando eu mais preciso. Tô com um tesão danado.

— Então, se quiser, a gente pode dançar junto um pouco, até ele chegar. Essa música do Pink Floyd é linda, mas menos que você.

Ana sorriu e se aproximou de mim, me agarrando pelo pescoço. e se aproximando pra deixar eu apertar a cintura dela.
Começou a balançar, conversando animada. Eu sussurrava coisas no ouvido dela, bem pertinho, pra que o calor da minha respiração fizesse efeito. Ela se aproximava, encostando o rosto de lado, roçando a bochecha em mim. De vez em quando, com a desculpa do balanço, eu beijava a orelha dela, chupando o lóbulo.
Ela sorriu, – O que cê tá fazendo, porco? Lambeu minha orelha? Isso não se faz, senão depois acontece o que acontece.
– Então me diz, esse perfume que você usa é super excitante, Azur de Puig, e me lembra a primeira mina que chupou minha pica.
– Puxa, não sabia, ela disse sorrindo, encostando o rosto no meu ombro.
– Eu dançava com ela assim, o pescoço dela era parecido com o seu, delicado e apetitoso.
– É mesmo? Cê acha desejável?
– Não me fode, Ana, vou te comer todinha, escondido, pra você aproveitar o que merece. E dei uma mordida na jugular dela, saboreando com a língua enquanto sugava o gosto delicioso por vários minutos, intermináveis.
– Caralho, irmão, que gostosura, esse beijo me deixou louca, você é um sem-vergonha, disse enquanto virava a cabeça pro outro lado. Claro que eu parti pro pescoço com mais frenesi ainda, lambendo enquanto a música nos envolvia e o Police marcava os primeiros acordes.
Puxei ela pra perto, curtindo o corpo jovem dela, os peitos pontudos e a bunda dura e empinada, que comecei a apalpar. Minha pica parecia explodir, sair do esconderijo, e comecei a me esfregar na barriga da minha irmã.
Ela não disse nada, se agarrou em mim com mais força e os peitos dela pareciam querer furar enquanto minhas mãos percorriam a bunda dela toda e minha boca, depois de marcar o pescoço dos dois lados, dava prazer e saliva pros lábios dela. Do jeito que deu, enfiei meus dedos entre o elástico da calcinha dela, o máximo que o vestido deixava, puxando a calcinha pra baixo até que Ana, sorrindo, me mandou parar.
A gente continuava rodando abraçados, Nos devorando e passando a mão em tudo que o lugar e a discrição permitiam, empurrando a bunda contra a pélvis dela, pra fazer sentir o tamanho e a grossura do meu desejo por ela.
Separamos os lábios e ela encostou o rosto no meu ombro, enquanto o doce balanço no ritmo das notas do Phil Collins nos fazia curtir nossos corpos em contato, separados pelo tecido delicado e suave do vestido dela, esperando pra repetir a operação sem os impedimentos do momento.
– Porra, maninho, como você beija bem, e também não é manco dançando, no estilo polvo. Você deixou minha calcinha encharcada, e acho que sua namorada te viu pegando na minha bunda, por um bom tempo que pareceu curto pra mim.
Acho que não cola a desculpa do acidente. Mas esse pedaço de pau que você esconde na calça precisa de um tratamento adequado. Se sua namorada Silvia não sabe ou não quer dar conta, quando chegar em casa a gente pode resolver o assunto, se você não tiver dormido.
Ela me deu um beijo molhado, de língua, na boca, rápido mas intenso, e se mandou pra encontrar as amigas. Eu fui até a Silvia, dei um beijo carinhoso e fiquei observando o pessoal dançando, pensando em como despistar ela pra chegar logo em casa e finalizar o serviço.
Com certeza a Ana vai me fazer uma punheta longa e sensual, e talvez eu consiga que ela chupe minha rola até eu gozar. Já vou pensar em como convencê-la, embora tenha que dar algo em troca, porque nada é de graça. As gostosas sempre saem caras pra agradar e satisfazer, mesmo que durma na sua casa, no quarto ao lado, e seja sua irmãzinha.

3 comentários - Dançando com minha irmã

Van mis puntos por tu relato y a.la espera de continuación. Mientras tanto una rica paja releyendo todo
VAN 10 Y ESPERO LA CONTINUACIÓN!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!