Eu caminhava pela trilha da vila como se não fosse eu quem movia as pernas. Me sentia estranhamente leve, como se minha consciência tivesse se descolado do meu corpo e estivesse flutuando a um metro de altura, observando de cima aquele cara pálido e atordoado que caminhava ao lado de uma mulher gostosa. Era uma sensação de estar no piloto automático; meus pés se moviam, meus pulmões respiravam, mas por dentro eu estava anestesiado, num vazio absoluto onde o barulho do mundo soava distante, como se eu estivesse debaixo d'água. Sofia segurava minha mão com uma ternura que me sufocava. Eu sentia o calor dos dedos dela entrelaçados nos meus e, num lampejo de memória, meu cérebro me projetou a imagem daquela mesma mão apertando a pica do Camilo enquanto eles se esfregavam no chuveiro. A dissonância era tão violenta que senti uma tontura. Ela parou na frente de uma casa antiga com um vinhedo que se estendia até o horizonte e me olhou com uns olhos que brilhavam com uma ilusão tão sincera que me dava medo. **SOFIA:** Olha, meu amor... Que lugar lindo. Quando a gente casar, quero que a festa seja num lugar assim. Morro de vontade de te ver de terno de noivo, Julián... Você é o homem da minha vida, o que vai me dar meus filhos. Eu não disse nada. Não consegui. Só assenti com a cabeça como um boneco de pano. Enquanto ela falava de um futuro comigo, de uma família e de um altar, eu só conseguia pensar que aquela mulher era uma puta insaciável que se deixava arrebentar pelo amigo de casa enquanto eu era o otário que segurava a mão dela. Mas o pior era que, quanto mais eu me sentia humilhado, mais eu sentia minha pica acordando na minha bermuda. Era uma traição do meu próprio corpo; o nojo e a excitação tinham se fundido num sentimento só que me deixava paralisado. Voltamos pra casa e a noite caiu com uma calma que parecia falsa, como a quietude que precede uma tempestade. Jantamos com os sogros e com o Camilo numa atmosfera estranhamente pacífica. Ninguém dizia nada, ninguém gritava; só se ouvia o som dos talheres e risadas casuais. Quando fomos dormir, não teve sexo. Sofia se aninhou contra mim, colando a bunda na minha virilha e me dando beijinhos curtos e doces no pescoço. Adormeci achando que, talvez, o pesadelo tivesse parado, que a ordem tivesse sido restaurada. Que otário eu fui com essa esperança. No dia seguinte, acordei com a luz do sol batendo na minha cara. Sofia já não estava na cama. Vesti a bermuda e saí pro corredor ainda com a cabeça zonza, procurando o banheiro pra terminar de acordar. Mas quando passei na frente do quarto de hóspedes, meu coração parou. A porta estava escancarada, sem nenhum pudor. Em plena luz do dia, no centro do quarto, Sofia estava de cócoras, montada em cima do Camilo. Estava suada, com o cabelo solto e bagunçado caindo sobre os ombros enquanto quicava ritmicamente em cima da pica do cara. A bunda dela batia nas coxas do Camilo com um som seco e violento que ecoava pelo corredor inteiro. **SOFIA:** (Gemendo sem vergonha, quicando pra cima e pra baixo com uma força animal) Ah... ah... ah...! Isso, Cami! Mete tudo em mim, uff... que pica gostosa!... Continua assim, não para!
**CAMILO:** (Agarrando as cadeiras dela com violência, afundando a cada estocada) Olha como essa puta quica! Ela adora que enfie bem fundo!... Sente como eu te arrebento, gostosa! *PLAS, PLAS, PLAS / PLOC, PLOC, PLOC* O som da carne batendo era ensurdecedor. Fiquei ali parado, duro como uma pedra na porta. Senti o sangue todo descer pra minha pica, que marcava obscenamente na bermuda enquanto o choque erótico me tirava o ar. Naquele momento, a Sofia virou a cabeça e os olhos dela encontraram os meus. Ela não se cobriu. Não se assustou. Não tentou sair de cima do Camilo. Pelo contrário, sorriu com uma safadeza gelada, mantendo o ritmo da quicada, fazendo a buceta dela engolir cada centímetro da pica do amigo enquanto me encarava bem nos olhos. **SOFIA:** (Ofegando forte, com a voz trêmula pelo esforço do sexo) Oi, meu amor... ah... ah... bom dia, meu gordinho... Olha como eu tô aproveitando o Cami... ahhh... Me faz um favor, meu bem... vai descendo pra cozinha e vai me preparando o café da manhã com o café bem quentinho... ah... ah... que eu já tô quase terminando de atender ele aqui e desço pra ficar com você, tá, meu anjo? **CAMILO:** (Rindo entre gemidos enquanto dava um tapa forte na bunda dela) Isso, irmão... vai fazendo o café que a sua namorada vai descer com fome depois que eu deixar ela bem servida. Minha mente colapsou por completo. Não teve gritos, não teve briga, não teve drama. Simplesmente deixei de ser o protagonista da minha vida pra virar um espectador. Virei as costas em transe absoluto, me sentindo um robô. Desci as escadas enquanto o som do *plas, plas, plas* ainda ecoava lá em cima, marcando o ritmo da minha humilhação. Entrei na cozinha, peguei a cafeteira e coloquei a água pra esquentar pra minha namorada e pro amante que tava fazendo ela gemer no quarto ao lado. Fiquei ali, olhando o vapor do café, ouvindo o eco da traição e aceitando que agora meu único propósito naquela casa era servir o café da manhã enquanto eles se serviam da minha mulher.
**CAMILO:** (Agarrando as cadeiras dela com violência, afundando a cada estocada) Olha como essa puta quica! Ela adora que enfie bem fundo!... Sente como eu te arrebento, gostosa! *PLAS, PLAS, PLAS / PLOC, PLOC, PLOC* O som da carne batendo era ensurdecedor. Fiquei ali parado, duro como uma pedra na porta. Senti o sangue todo descer pra minha pica, que marcava obscenamente na bermuda enquanto o choque erótico me tirava o ar. Naquele momento, a Sofia virou a cabeça e os olhos dela encontraram os meus. Ela não se cobriu. Não se assustou. Não tentou sair de cima do Camilo. Pelo contrário, sorriu com uma safadeza gelada, mantendo o ritmo da quicada, fazendo a buceta dela engolir cada centímetro da pica do amigo enquanto me encarava bem nos olhos. **SOFIA:** (Ofegando forte, com a voz trêmula pelo esforço do sexo) Oi, meu amor... ah... ah... bom dia, meu gordinho... Olha como eu tô aproveitando o Cami... ahhh... Me faz um favor, meu bem... vai descendo pra cozinha e vai me preparando o café da manhã com o café bem quentinho... ah... ah... que eu já tô quase terminando de atender ele aqui e desço pra ficar com você, tá, meu anjo? **CAMILO:** (Rindo entre gemidos enquanto dava um tapa forte na bunda dela) Isso, irmão... vai fazendo o café que a sua namorada vai descer com fome depois que eu deixar ela bem servida. Minha mente colapsou por completo. Não teve gritos, não teve briga, não teve drama. Simplesmente deixei de ser o protagonista da minha vida pra virar um espectador. Virei as costas em transe absoluto, me sentindo um robô. Desci as escadas enquanto o som do *plas, plas, plas* ainda ecoava lá em cima, marcando o ritmo da minha humilhação. Entrei na cozinha, peguei a cafeteira e coloquei a água pra esquentar pra minha namorada e pro amante que tava fazendo ela gemer no quarto ao lado. Fiquei ali, olhando o vapor do café, ouvindo o eco da traição e aceitando que agora meu único propósito naquela casa era servir o café da manhã enquanto eles se serviam da minha mulher.
1 comentários - Jogo psicológico 11