La amiga de mi abuela 17

E foi assim que cheguei em casa depois de acompanhar a Carmen pra ver aqueles novos fornecedores, li um pouco antes de jantar, e depois o de sempre: esperar todo mundo ir pra cama, e por último ver se tava tudo certo pra poder ir dar aquela foda prometida pela vó. Fui pro meu quarto, me despi, fiquei só de cueca, abri a porta de leve, olhei se tava tudo tranquilo e me mandei pro quarto da vó Clara. Entrei, o abajur tava aceso, e na cama me esperava minha amante incestuosa, de bruços, pelada, com o lençol cobrindo da cintura pra baixo. "Neném, como você se faz de difícil, sabe quanto tempo tô te esperando?" "Sim", eu disse, "tava esperando tudo ficar calmo pra vir." "Bom, então se apressa", ela falou, jogando o lençol pro lado. "Prepara bem meu cu pra eu comer essa pica que tô esperando desde a tarde." Sem precisar repetir, me joguei do lado dela, comecei a abrir as nádegas dela com as mãos, até que o buraquinho dela ficou exposto na minha frente. Beijei ele de leve, alternando os beijos com mordidinhas suaves na parte de dentro das bundas dela. "Vagabundo, onde você aprendeu isso? Nunca tinha feito antes." "Shh! Cala a boca, puta, que nessa bunda quem manda sou eu, e faço o que quiser", falei, e comecei a molhar o cu dela com minha língua. Nisso, ela abriu os esfíncteres, fazendo minha língua entrar o máximo possível lá dentro. "Isso, mexe assim e vai dilatando o canal pra eu passar creme e entrar o mais fundo que der." Continuei por mais uns momentos, até tirar a língua, me levantei e tirei a cueca. Nessa hora, a vó esticou a mão e me passou um creme que tinha deixado preparado no criado-mudo pra lubrificar antes de comer a bunda dela. Peguei, me posicionei atrás dela, mandei ela colocar um travesseiro embaixo pra deixar a raba mais alta e poder penetrar melhor. Destampei o creme e parei. Deixei ele de lado e pensei: "Ela queria que eu arrombasse o cu dela?" Vou arrebentar. romper, peguei outro travesseiro e coloquei na boca dela, Clara, se doer, morde isso, mas não grita, ha,ha,ha, ela riu, então vai doer mesmo, não me faz rir, só tô avisando por precaução, me ajeitei atrás dela, mandei ela abrir bem as pernas e menti, vou passar o creme, com a mão direita guiei minha pica bem dura pro que ia fazer, apoiei a mão esquerda no começo da racha dela, aproximei meu pau do cu dela e enfiei de uma vez, minha rola molhada pelos próprios sucos dela deslizou dentro do cu apertado da avó, que soltou um começo de grito que logo calou mordendo o travesseiro, ela mordia com tanta força a cada estocada minha dentro do rabo dela que o travesseiro acabou rasgado, quase igual ao cu dela, que embora eu já tivesse visitado outras vezes, dessa vez pareceu mais fechado e apertado, me dando a sensação de ter metido meu membro dentro de uma luva de seda, quando tirei e me deitei ao lado dela, passando o braço pela cintura, do cu dela começou a escorrer parte da porra que eu tinha gozado dentro, safado, hoje você realmente fodeu bem meu cu, juro que tá doendo, mas me deixou cheia, fico feliz, falei enquanto beijava a boca dela com um beijo de língua apaixonado, depois, de supetão, perguntei: o que houve entre a Carmen e a mamãe? porque hoje ela disse no carro que um dia me contaria, olha, filho, eu não sei o que houve entre elas, só sei que eram muito amigas, saíam sempre juntas, até que um dia pararam de se ver do nada, acho que por causa de algum cara, e sempre tive a impressão de que seu pai tinha comido ela, quando já tava namorando sua mãe, mas nunca consegui descobrir, então agora é sua vez de descobrir, agora vai lavar e dormir, que mais tarde, quando essa dor no cu passar, eu vou me lavar e colocar gelo no rabo.

3 comentários - La amiga de mi abuela 17

wow, alto relato. Me pareció tan bueno que te voy a dejar +10 y a leer desde la parte 1 esta historia