Este relato me aconteceu ontem à noite e fiquei tão tesudo que precisava contar!
Quando a gente menos espera, o sexo bate na sua porta. Eram 10 da noite, eu estava chegando em casa, estressado depois de um dia puxado de trabalho. Já tinha guardado o carro e me preparava pra comer alguma coisa, deitar, pra ir trabalhar no dia seguinte, quando Mario, um amigo meu, aparece de surpresa pra me visitar. Mario é aquele amigo típico que sempre está lá quando você precisa, amigo de infância, amigo da farra, das mulheres e da cachaça. Baixinho, mal chega no meu ombro, tem a minha idade, 38 anos, meio gordinho, sem muita sorte com as mulheres e com um sério problema com álcool. Sempre que a gente se encontrava, ele tinha que beber e na maioria das vezes acabava bêbado. Quando chegou, já vinha com bafo de quem tinha tomado algo e, depois de ficar uns minutos na minha casa, ofereci uma dose pra ele e outra pra mim, pra bater um papo sobre a vida e relaxar daquele dia pesado de trabalho. Obviamente, ele aceitou.
Meu amigo é separado há dois anos e foi morar com a mãe dele a duas quadras da minha casa. O casamento dele, por causa da bebida, terminou num fracasso total e, depois disso, com ainda mais força, ele não se afastava do álcool. Já na hora de beber na minha casa, mostrava claros sinais de que estava bêbado. Ele me pediu outra dose, mas neguei, falei que não tinha mais, que além disso era tarde e que, pelo estado dele, era melhor eu acompanhá-lo até a casa dele. Ele não queria ir, mas aceitou e a gente caminhou essas duas quadras conversando e fumando até chegar na casa dele. A mãe dele sai pra nos receber, me cumprimentando e rindo do estado do filho, que era daqueles bêbados simpáticos, risonho, alegre e ficava ainda mais conversador. Ele abraçou ela forte, deu um beijão nela chamando de "Silvia", rindo do próprio estado.
Ele entrou em casa, supostamente no banheiro, enquanto eu trocava uma breve conversa com a mãe do Mario, que eu conhecia há muitos anos e que... ela sempre me recebeu muito bem na casa dela. Pouco depois, aparece o Mario com dois copos, um pra mim e outro pra ele, pra continuar a conversa que a gente tava tendo. A dona Silva perguntou se a gente ia beber sozinhos, pra ele passar aquele copo pra ela e ir buscar outro pra ele. Em muitas outras vezes, ela também compartilhou desses tragos noturnos com a gente, dando pra ver de onde vinha o gosto pela bebida do meu amigo, porque a dona sempre bebia junto com a gente.
A dona Silvia, assim como o filho, era bem baixinha e meio gordinha. Já tava na idade, tinha se aposentado de um cargo municipal, separada há muitos anos. Desde que conheci o filho dela, aos 15 anos, ela já era separada e sempre sem companheiro. Assim como o filho, ela era muito conversadeira e alegre, boa pra piadas e brincadeiras de duplo sentido, ainda mais quando bebia. Eu, sinceramente, tava me divertindo pra caralho, era exatamente o que eu precisava pra relaxar daquele dia fedorento no escritório. Sentados os três na frente da casa dela, a gente bebeu e bebeu, até que o Mario acabou dormindo, morto de bêbado na cadeira. Nós dois pegamos ele com muita dificuldade, porque ele tava um peso morto, e entre risadas e tropeços, fomos jogar ele na cama, deixando um balde do lado, caso desse vontade de vomitar. Nessa altura, eu e a mãe do meu amigo também já estávamos bem altos e ríamos de qualquer merda. A dona tirou os sapatos dele e jogou uma coberta por cima, deixando ele com a luz apagada.
Eu já tava indo embora, quando a dona encheu os copos de novo. Falei que já tava de boa, que já tinha bebido o suficiente, mas que pra não desprezar, ia tomar aquele pra acompanhar ela. Ela disse que eu não podia ir embora e deixar ela bebendo sozinha, que seria uma falta de respeito e que dava pra ver que eu era um cavalheiro com as damas. Como de costume, toda vez que bebo demais, minha libido acorda e, sem querer, comecei a ver a Mãe do meu amigo com outros olhos. Apesar de ser velha, baixinha, feia e gorda, também é verdade que aquela mulher, além daquele corpo rechonchudo e pequeno, vinha acompanhado de uma bunda gorda e umas tetas bem grandes, o que não era ruim naquela altura da noite. Enquanto bebia, eu olhava pra ela e ria das coisas que ela falava, claramente bêbada, pensando em fazer alguma loucura com a mãe do meu amigo.
Sentados do lado de fora da casa dela, num banco que tinha ali, a toda hora ela ria e colocava a mão no meu joelho, apertando, até que numa brincadeira, eu falei pra ela ter cuidado, que a qualquer momento a mão ia passar do ponto e que não ia ser o joelho que eu ia deixar tocar. Ela riu e tocou agora na minha perna, pra dizer que não tinha achado nada naquela apalpada. Os dois rindo do que tava rolando, eu falei que por pouco ela não tinha encontrado "a surpresa", que se tivesse encontrado, não ia conseguir dormir de susto. Ela morrendo de rir, me disse que já tinha chegado uns rumores do filho dela que eu era um mulherengo e que com certeza tinha com o que me defender. Ela se aproxima da mesinha pra pegar o copo e de novo coloca a mão na minha perna, mas dessa vez me dando um apertãozinho, pra depois pedir desculpa por ter colocado a mão ali de novo. Falei que não tinha problema, mas que o justo era justo e colocando a mão na perna dela, eu também apertei. Ela riu de novo, dizendo que tinha feito cócegas, o que me fez repetir, causando mais risada e fazendo ela derrubar um pouco da bebida no chão.
Nesse momento de descuido dela, enfiei a mão na calça e ajustei meu pau já meio duro, por cima da perna, e se o jogo continuasse, mais cedo ou mais tarde, a dona Silvia ia encontrar "a surpresa". E foi assim, mais umas duas apalpadas dela em mim, quando a mão dela, ao pegar na minha perna, encontra um volume generoso dentro da minha calça. Na hora ela percebeu que Ela se tratava e, puxando rapidamente, morrendo de rir, me disse que era verdade que de tanto brincar ela ia acabar encontrando “a surpresa”.
Isso tinha sido um grande avanço, eu tava tesudo e se a senhora me desse chance, eu sentiria pelo meu amigo, mas não hesitaria em foder ela. A apalpadela da veterana tinha me deixado com o pau ainda mais duro, e eu deixei ele ali, aparecendo sem muito esforço por baixo da minha calça. Entre risadas da dona Silvia, o olhar dela encontrou o volume generoso na minha calça, me dizendo que parecia que a surpresa tinha acordado. Falei que infelizmente tinha esse problema, que o álcool acordava ele. Rindo e olhando pra ele, ela falou:Já deu a surpresa, vai se deitar.… eu ria dizendo pra ela que ela tinha vontade própria, que eu não a controlava e coisas do tipo, até que com um copo na mão e com a que ainda estava livre, deu um tapinha nele, dizendoJá vai, menina, vai dormir., rindo da própria piada.
Mas aquelas batidinhas só estavam me deixando mais duro ainda, e eu falei que aquilo era pior, que em vez de fazer ela dormir, estava acordando ela ainda mais, e que se não parasse, ela ia acabar saindo da embalagem. Ela riu, dizendo "que ela ia sair pra tomar um ar" e outras brincadeiras do tipo, dando uns tapinhas de vez em quando. Eu com a perna esticada, mostrando o volume pra mãe do meu amigo, que não tirava os olhos do meu pau, até que ela parou de bater e deu um apertãozinho, falando que parecia que a surpresa estava com fome. Eu disse que sim, que parecia que estava com muita fome, quando a coroa, tocando de novo, me pergunta, num tom mais baixo, se eu gostaria que a gente desse de comer pra ela.
Era o que eu esperava. Falei que sim. Já com mais confiança, ela passou a mão no meu pau por cima da calça, sem vergonha nenhuma, e disse pra gente entrar que ela ia dar de comer.
Sem pensar muito, levantei e entrei com a senhora na casinha. No escuro, fomos pelo corredor estreito, percebendo o estado de embriaguez da mãe do meu amigo, que se apoiava na parede pra andar, passando na frente do quarto do Mário, onde dava pra ouvir os roncos altos, sinal claro de que ele não ia acordar. Entramos no quarto dela, ela acendeu o abajur, sentou na cama e, como se fosse a coisa mais natural do mundo, mandou eu mostrar. Não hesitei nem um segundo e tirei a pica na hora, deixando ela toda exposta na altura do rosto dela. A dona Silvia fez um comentário que não consegui ouvir por causa do estado dela, e na mesma hora, minha pica já estava sendo chupada. Ali estava eu, de pé, com a pica enfiada na boca da dona Silvia, enquanto meu amigo roncava forte no quarto ao lado. Me deixei ser tratado por um bom tempo, aproveitando o boquete espetacular que a coroa me dava, dava pra ver que fazia tempo que ela não provava uma pica boa, ainda mais de um novinho. jovem como eu.
Aí eu levantei ela, segurando firme pra não cair, e rapidamente tirei a roupa dela, deixando ela só de sutiã e calcinha. Avancei nela, e enquanto apalpava a bunda dela, me curvei e chupei os peitos dela à vontade, aproveitando o corpo gostoso da mãe do meu amigo. Minha mão, depois de passar um tempão apalpando os peitos e a bunda, separou as pernas dela e comecei a masturbar ela com força. A dona Silvia, de pé com as pernas bem abertas, deixava o amigo do filho acariciar a buceta peluda dela, começando a gemer baixinho pelo prazer que tava sentindo.
Não demorou muito e eu tirei aquela última peça, deixando ela pelada deitada na cama, e terminei de me despir completamente. Me certificando de que a porta tivesse trancada, por precaução, avancei nela, abrindo as pernas dela, mergulhando minha boca entre as pernas dela, saboreando uma buceta molhada, velha e peluda. A dona Silvia não acreditava. Anos me conhecendo e nunca na mente dela, bom, nem na minha também, tinha imaginado que aquele amigo do filho dela daria tanto prazer. Ela se contorcia de prazer, sentindo a buceta invadida pela minha língua, esfregando a boca por todos os lados, gemendo de prazer, até que quase implorando, ela pede pra eu meter de uma vez. Sem preâmbulo, montei nela, apertando as bundonas dela e de uma só enfiada, toda minha virilidade foi parar dentro da coroa.
Comecei um vai e vem lento, fazendo a velhinha tremer, que me apertava com toda força e gemia no meu ouvido, exalando aquele cheiro de cachaça, que na hora não me importava. Uma e outra vez meu pau mergulhou naquelas carnes volumosas, cada vez mais fundo, ouvindo mil elogios ao meu pau e ao meu corpo, me dizendo que eu era gostoso, pra meter mais fundo, que eu preenchia ela por completo e outras coisas mais.
Depois de um bom tempo, trocamos de posição e montei ela em cima de mim. Cansei de chupar os peitos dela uma e mil vezes, enquanto ela se mexia pra frente e pra trás, enfiando no meu pau, com o rosto ainda mais enrugado, segurando a vontade de gritar, enquanto a cama não parava de ranger no meio da luta que a gente tava. Me dava um pouco de medo que meu amigo ouvisse o rangido da cama da mãe dele, que quase quebrava com nossos movimentos, mas com o tesão que eu tava, não dava pra parar. Depois mandei ela ficar de quatro, eu de pé e ela em cima da cama, mas de lado, onde a cama já não rangia tanto, e aí eu meti com tudo. Segurando ela pela bunda, com fortes estocadas, enfiava sem pena todo o meu pau na Dona Sílvia, que mordia o travesseiro pra ninguém ouvir os gritos dela.
Com toda a minha vontade, aquela buceta velha foi vítima de todo o meu tesão e em menos de 10 minutos fiz a velhinha gozar, gritando no travesseiro, enquanto eu, apoiado pelo álcool no corpo, duro como uma pedra, continuava metendo sem pena na veterana. Virei pro outro lado e de quatro ela teve que me chupar, pedindo pra eu acabar, que tava morta, mas eu ainda tava imune e não parava de foder a boca dela agora. Depois meti por trás de novo, uma e outra vez, e já depois de um tempo, a veterana não aguentou mais e caiu rendida, dizendo que não dava mais, que as forças tinham acabado. Deitei do lado dela e mandei ela me chupar até eu gozar numa punheta — ela deu o melhor, mas vítima do álcool e do cansaço, acabou dormindo com meu pau na mão dela, exausta de tão cansada. Mas eu não tava a fim de ir embora assim.
A mãe do meu amigo tava como morta, já não sabia de nada. Ajeitei ela do meu jeito, deitando de barriga pra baixo, abri as pernas dela e comecei a foder ela de novo por trás, enquanto ela jazia morta de cansaço, sem perceber nada nem reclamar. Por isso mesmo, quis enfiar no cu dela, mas não consegui, por mais que tentasse creme no criado-mudo dela e passando no cu dela, não consegui, então continuei metendo por trás, já mais calmo, me deliciando com o cu pelado e gordo da mãe do meu amigo por um bom tempo.
Já cansado, e pronto pra gozar, com minha parceira completamente bêbada, me ajoelho do lado dela e abro a boca dela, enfiando a ponta da pica com intenção de gozar ali. Era um sonho estar abusando assim da Dona Silvia, me masturbando, batendo a pica na boca dela, até que não aguentei mais, ela com a boca aberta, comecei a gozar tentando jogar o máximo de porra na boca dela.
Já tinha acabado, olhando com tesão como minha porra que tinha ficado na boca da Dona Silvia, estava escorrendo sujando a cama, sem ela perceber o que tava rolando, completamente dormindo. Me vesti, e como pude arrumei ela na cama, cobrindo com o edredom, pra depois sair em silêncio do quarto. Meu amigo roncava forte no quarto dele, não tinha percebido que, de castigo, eu tinha fodido a mãe dele. Saí de casa e comecei a andar pra minha, fumando um cigarro, lembrando do quanto tinha me divertido e adicionando mais uma vítima na minha lista negra.
Espero que tenham gostado! Saudações pra todos!!!!
Quando a gente menos espera, o sexo bate na sua porta. Eram 10 da noite, eu estava chegando em casa, estressado depois de um dia puxado de trabalho. Já tinha guardado o carro e me preparava pra comer alguma coisa, deitar, pra ir trabalhar no dia seguinte, quando Mario, um amigo meu, aparece de surpresa pra me visitar. Mario é aquele amigo típico que sempre está lá quando você precisa, amigo de infância, amigo da farra, das mulheres e da cachaça. Baixinho, mal chega no meu ombro, tem a minha idade, 38 anos, meio gordinho, sem muita sorte com as mulheres e com um sério problema com álcool. Sempre que a gente se encontrava, ele tinha que beber e na maioria das vezes acabava bêbado. Quando chegou, já vinha com bafo de quem tinha tomado algo e, depois de ficar uns minutos na minha casa, ofereci uma dose pra ele e outra pra mim, pra bater um papo sobre a vida e relaxar daquele dia pesado de trabalho. Obviamente, ele aceitou.
Meu amigo é separado há dois anos e foi morar com a mãe dele a duas quadras da minha casa. O casamento dele, por causa da bebida, terminou num fracasso total e, depois disso, com ainda mais força, ele não se afastava do álcool. Já na hora de beber na minha casa, mostrava claros sinais de que estava bêbado. Ele me pediu outra dose, mas neguei, falei que não tinha mais, que além disso era tarde e que, pelo estado dele, era melhor eu acompanhá-lo até a casa dele. Ele não queria ir, mas aceitou e a gente caminhou essas duas quadras conversando e fumando até chegar na casa dele. A mãe dele sai pra nos receber, me cumprimentando e rindo do estado do filho, que era daqueles bêbados simpáticos, risonho, alegre e ficava ainda mais conversador. Ele abraçou ela forte, deu um beijão nela chamando de "Silvia", rindo do próprio estado.
Ele entrou em casa, supostamente no banheiro, enquanto eu trocava uma breve conversa com a mãe do Mario, que eu conhecia há muitos anos e que... ela sempre me recebeu muito bem na casa dela. Pouco depois, aparece o Mario com dois copos, um pra mim e outro pra ele, pra continuar a conversa que a gente tava tendo. A dona Silva perguntou se a gente ia beber sozinhos, pra ele passar aquele copo pra ela e ir buscar outro pra ele. Em muitas outras vezes, ela também compartilhou desses tragos noturnos com a gente, dando pra ver de onde vinha o gosto pela bebida do meu amigo, porque a dona sempre bebia junto com a gente.
A dona Silvia, assim como o filho, era bem baixinha e meio gordinha. Já tava na idade, tinha se aposentado de um cargo municipal, separada há muitos anos. Desde que conheci o filho dela, aos 15 anos, ela já era separada e sempre sem companheiro. Assim como o filho, ela era muito conversadeira e alegre, boa pra piadas e brincadeiras de duplo sentido, ainda mais quando bebia. Eu, sinceramente, tava me divertindo pra caralho, era exatamente o que eu precisava pra relaxar daquele dia fedorento no escritório. Sentados os três na frente da casa dela, a gente bebeu e bebeu, até que o Mario acabou dormindo, morto de bêbado na cadeira. Nós dois pegamos ele com muita dificuldade, porque ele tava um peso morto, e entre risadas e tropeços, fomos jogar ele na cama, deixando um balde do lado, caso desse vontade de vomitar. Nessa altura, eu e a mãe do meu amigo também já estávamos bem altos e ríamos de qualquer merda. A dona tirou os sapatos dele e jogou uma coberta por cima, deixando ele com a luz apagada.
Eu já tava indo embora, quando a dona encheu os copos de novo. Falei que já tava de boa, que já tinha bebido o suficiente, mas que pra não desprezar, ia tomar aquele pra acompanhar ela. Ela disse que eu não podia ir embora e deixar ela bebendo sozinha, que seria uma falta de respeito e que dava pra ver que eu era um cavalheiro com as damas. Como de costume, toda vez que bebo demais, minha libido acorda e, sem querer, comecei a ver a Mãe do meu amigo com outros olhos. Apesar de ser velha, baixinha, feia e gorda, também é verdade que aquela mulher, além daquele corpo rechonchudo e pequeno, vinha acompanhado de uma bunda gorda e umas tetas bem grandes, o que não era ruim naquela altura da noite. Enquanto bebia, eu olhava pra ela e ria das coisas que ela falava, claramente bêbada, pensando em fazer alguma loucura com a mãe do meu amigo.
Sentados do lado de fora da casa dela, num banco que tinha ali, a toda hora ela ria e colocava a mão no meu joelho, apertando, até que numa brincadeira, eu falei pra ela ter cuidado, que a qualquer momento a mão ia passar do ponto e que não ia ser o joelho que eu ia deixar tocar. Ela riu e tocou agora na minha perna, pra dizer que não tinha achado nada naquela apalpada. Os dois rindo do que tava rolando, eu falei que por pouco ela não tinha encontrado "a surpresa", que se tivesse encontrado, não ia conseguir dormir de susto. Ela morrendo de rir, me disse que já tinha chegado uns rumores do filho dela que eu era um mulherengo e que com certeza tinha com o que me defender. Ela se aproxima da mesinha pra pegar o copo e de novo coloca a mão na minha perna, mas dessa vez me dando um apertãozinho, pra depois pedir desculpa por ter colocado a mão ali de novo. Falei que não tinha problema, mas que o justo era justo e colocando a mão na perna dela, eu também apertei. Ela riu de novo, dizendo que tinha feito cócegas, o que me fez repetir, causando mais risada e fazendo ela derrubar um pouco da bebida no chão.
Nesse momento de descuido dela, enfiei a mão na calça e ajustei meu pau já meio duro, por cima da perna, e se o jogo continuasse, mais cedo ou mais tarde, a dona Silvia ia encontrar "a surpresa". E foi assim, mais umas duas apalpadas dela em mim, quando a mão dela, ao pegar na minha perna, encontra um volume generoso dentro da minha calça. Na hora ela percebeu que Ela se tratava e, puxando rapidamente, morrendo de rir, me disse que era verdade que de tanto brincar ela ia acabar encontrando “a surpresa”.
Isso tinha sido um grande avanço, eu tava tesudo e se a senhora me desse chance, eu sentiria pelo meu amigo, mas não hesitaria em foder ela. A apalpadela da veterana tinha me deixado com o pau ainda mais duro, e eu deixei ele ali, aparecendo sem muito esforço por baixo da minha calça. Entre risadas da dona Silvia, o olhar dela encontrou o volume generoso na minha calça, me dizendo que parecia que a surpresa tinha acordado. Falei que infelizmente tinha esse problema, que o álcool acordava ele. Rindo e olhando pra ele, ela falou:Já deu a surpresa, vai se deitar.… eu ria dizendo pra ela que ela tinha vontade própria, que eu não a controlava e coisas do tipo, até que com um copo na mão e com a que ainda estava livre, deu um tapinha nele, dizendoJá vai, menina, vai dormir., rindo da própria piada.
Mas aquelas batidinhas só estavam me deixando mais duro ainda, e eu falei que aquilo era pior, que em vez de fazer ela dormir, estava acordando ela ainda mais, e que se não parasse, ela ia acabar saindo da embalagem. Ela riu, dizendo "que ela ia sair pra tomar um ar" e outras brincadeiras do tipo, dando uns tapinhas de vez em quando. Eu com a perna esticada, mostrando o volume pra mãe do meu amigo, que não tirava os olhos do meu pau, até que ela parou de bater e deu um apertãozinho, falando que parecia que a surpresa estava com fome. Eu disse que sim, que parecia que estava com muita fome, quando a coroa, tocando de novo, me pergunta, num tom mais baixo, se eu gostaria que a gente desse de comer pra ela.
Era o que eu esperava. Falei que sim. Já com mais confiança, ela passou a mão no meu pau por cima da calça, sem vergonha nenhuma, e disse pra gente entrar que ela ia dar de comer.
Sem pensar muito, levantei e entrei com a senhora na casinha. No escuro, fomos pelo corredor estreito, percebendo o estado de embriaguez da mãe do meu amigo, que se apoiava na parede pra andar, passando na frente do quarto do Mário, onde dava pra ouvir os roncos altos, sinal claro de que ele não ia acordar. Entramos no quarto dela, ela acendeu o abajur, sentou na cama e, como se fosse a coisa mais natural do mundo, mandou eu mostrar. Não hesitei nem um segundo e tirei a pica na hora, deixando ela toda exposta na altura do rosto dela. A dona Silvia fez um comentário que não consegui ouvir por causa do estado dela, e na mesma hora, minha pica já estava sendo chupada. Ali estava eu, de pé, com a pica enfiada na boca da dona Silvia, enquanto meu amigo roncava forte no quarto ao lado. Me deixei ser tratado por um bom tempo, aproveitando o boquete espetacular que a coroa me dava, dava pra ver que fazia tempo que ela não provava uma pica boa, ainda mais de um novinho. jovem como eu.
Aí eu levantei ela, segurando firme pra não cair, e rapidamente tirei a roupa dela, deixando ela só de sutiã e calcinha. Avancei nela, e enquanto apalpava a bunda dela, me curvei e chupei os peitos dela à vontade, aproveitando o corpo gostoso da mãe do meu amigo. Minha mão, depois de passar um tempão apalpando os peitos e a bunda, separou as pernas dela e comecei a masturbar ela com força. A dona Silvia, de pé com as pernas bem abertas, deixava o amigo do filho acariciar a buceta peluda dela, começando a gemer baixinho pelo prazer que tava sentindo.
Não demorou muito e eu tirei aquela última peça, deixando ela pelada deitada na cama, e terminei de me despir completamente. Me certificando de que a porta tivesse trancada, por precaução, avancei nela, abrindo as pernas dela, mergulhando minha boca entre as pernas dela, saboreando uma buceta molhada, velha e peluda. A dona Silvia não acreditava. Anos me conhecendo e nunca na mente dela, bom, nem na minha também, tinha imaginado que aquele amigo do filho dela daria tanto prazer. Ela se contorcia de prazer, sentindo a buceta invadida pela minha língua, esfregando a boca por todos os lados, gemendo de prazer, até que quase implorando, ela pede pra eu meter de uma vez. Sem preâmbulo, montei nela, apertando as bundonas dela e de uma só enfiada, toda minha virilidade foi parar dentro da coroa.
Comecei um vai e vem lento, fazendo a velhinha tremer, que me apertava com toda força e gemia no meu ouvido, exalando aquele cheiro de cachaça, que na hora não me importava. Uma e outra vez meu pau mergulhou naquelas carnes volumosas, cada vez mais fundo, ouvindo mil elogios ao meu pau e ao meu corpo, me dizendo que eu era gostoso, pra meter mais fundo, que eu preenchia ela por completo e outras coisas mais.
Depois de um bom tempo, trocamos de posição e montei ela em cima de mim. Cansei de chupar os peitos dela uma e mil vezes, enquanto ela se mexia pra frente e pra trás, enfiando no meu pau, com o rosto ainda mais enrugado, segurando a vontade de gritar, enquanto a cama não parava de ranger no meio da luta que a gente tava. Me dava um pouco de medo que meu amigo ouvisse o rangido da cama da mãe dele, que quase quebrava com nossos movimentos, mas com o tesão que eu tava, não dava pra parar. Depois mandei ela ficar de quatro, eu de pé e ela em cima da cama, mas de lado, onde a cama já não rangia tanto, e aí eu meti com tudo. Segurando ela pela bunda, com fortes estocadas, enfiava sem pena todo o meu pau na Dona Sílvia, que mordia o travesseiro pra ninguém ouvir os gritos dela.
Com toda a minha vontade, aquela buceta velha foi vítima de todo o meu tesão e em menos de 10 minutos fiz a velhinha gozar, gritando no travesseiro, enquanto eu, apoiado pelo álcool no corpo, duro como uma pedra, continuava metendo sem pena na veterana. Virei pro outro lado e de quatro ela teve que me chupar, pedindo pra eu acabar, que tava morta, mas eu ainda tava imune e não parava de foder a boca dela agora. Depois meti por trás de novo, uma e outra vez, e já depois de um tempo, a veterana não aguentou mais e caiu rendida, dizendo que não dava mais, que as forças tinham acabado. Deitei do lado dela e mandei ela me chupar até eu gozar numa punheta — ela deu o melhor, mas vítima do álcool e do cansaço, acabou dormindo com meu pau na mão dela, exausta de tão cansada. Mas eu não tava a fim de ir embora assim.
A mãe do meu amigo tava como morta, já não sabia de nada. Ajeitei ela do meu jeito, deitando de barriga pra baixo, abri as pernas dela e comecei a foder ela de novo por trás, enquanto ela jazia morta de cansaço, sem perceber nada nem reclamar. Por isso mesmo, quis enfiar no cu dela, mas não consegui, por mais que tentasse creme no criado-mudo dela e passando no cu dela, não consegui, então continuei metendo por trás, já mais calmo, me deliciando com o cu pelado e gordo da mãe do meu amigo por um bom tempo.
Já cansado, e pronto pra gozar, com minha parceira completamente bêbada, me ajoelho do lado dela e abro a boca dela, enfiando a ponta da pica com intenção de gozar ali. Era um sonho estar abusando assim da Dona Silvia, me masturbando, batendo a pica na boca dela, até que não aguentei mais, ela com a boca aberta, comecei a gozar tentando jogar o máximo de porra na boca dela.
Já tinha acabado, olhando com tesão como minha porra que tinha ficado na boca da Dona Silvia, estava escorrendo sujando a cama, sem ela perceber o que tava rolando, completamente dormindo. Me vesti, e como pude arrumei ela na cama, cobrindo com o edredom, pra depois sair em silêncio do quarto. Meu amigo roncava forte no quarto dele, não tinha percebido que, de castigo, eu tinha fodido a mãe dele. Saí de casa e comecei a andar pra minha, fumando um cigarro, lembrando do quanto tinha me divertido e adicionando mais uma vítima na minha lista negra.
Espero que tenham gostado! Saudações pra todos!!!!
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