p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica}
p.p2 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px}Já tinha passado muito tempo desde aquela noite infernal.
embora nada fosse igual, a vida continuou bem normal. as relações familiares não tinham se desgastado.
Todo mundo disfarçou muito bem e achou melhor esquecer o que rolou.
Com a minha mulher, a gente continuava transando do jeito mais sem graça, já no nível de obrigação.
eu me via obrigado de vez em quando a trair ela com alguma outra mulher, porque o sexo que a gente tinha não me satisfazia.
Não entendia como ela não me cobrava nada, porque claramente não tava curtindo.
embora ela sempre tivesse sido muito fechada pra sexo, essa situação era totalmente desconhecida pra mim.
Uma tarde, vendo ela entediada no sofá, comentei que se ela decidisse ficar com alguém, eu não ia reclamar de nada. Não aguentava vê-la tão triste assim.
Ela me olhou com desgosto; _Já chega disso… não quero falar sobre o assunto.
Ela me cortou na hora e eu não falei mais uma palavra sobre o assunto.
A dúvida continuou corroendo minha cabeça por semanas.
Um dia, quando fui pra garagem, percebi que o carro tinha ficado sem bateria…
Tentei arrancar, mas não consegui, e fiquei esperando o socorro mecânico.
meia hora depois, vi minha mulher saindo para o trabalho, ela tinha que andar um quarteirão até a avenida pra pegar o ônibus.
mas peguei o caminho contrário, pensei que ela tinha me visto e vinha me ajudar… mas não.
passo pelo apartamento do Carlos, o marido da Vitória. a janela da sala de jantar dava pra rua.
passei uma vez… ela parou e passou de novo mais uma vez.Naquele momento, lembrei do que o Carlos tinha me falado... sobre como ela mudava o jeito de andar toda vez que passava pelo apartamento dele... e era verdade;A bunda dela se mexia de outro jeito naquela breve caminhada na frente da janela dela.
achei que ia desmaiar e fui atrás de uma explicação pro que aconteceu… fui me aproximando sem que ele me visse e vi que a persiana da janela tava subindo, vi meio corpo do carlossaindo por ela, quando uma buzinada me trouxe de volta à realidade… o socorro mecânico.Não sabia o que fazer, fiquei observando e fazendo sinal pro mecânico que já tava indo, quando me virei, minha mulher já não tava mais lá e a janela tinha fechado.
meu coração tava batendo a mil.
Atendi o mecânico que, com uma simples carga na bateria, fez o carro pegar.
Dei uma gorjeta pra ela e ela foi embora rapidinho… agora a pergunta era o que fazer…
Tinha me dito que nunca faria uma coisa dessas... mas e o Carlos??? ele tinha acabado com ela da vez que ficou junto. Foi estuprada por ele... como é que ia querer ficar com aquele monstro?...
Subi no carro e vi o Carlos saindo com um amigo do apartamento… talvez eu tenha imaginado a história toda por ser tão tarado… talvez ele foi pra casa da irmã… talvez…
decidi ligar pra ela.
Oi, Cris?? tudo bem?
_sim, por que você pergunta?
não soava tão segura como de costume… ouvi uns murmúrios e a voz dela começou a falhar.
_Ale, o ônibus tá um inferno. Depois a gente fala.
_ok, eu só falei.
Naquele dia, não consegui me concentrar nem um pouco.
À noite, propus fazermos um love, ela topou e comecei com uns carinhos suaves.
Os bicos dos peitos dela ficaram duros, lambi eles e um gemido escapou da boca dela… _devagar, por favor, tô muito sensível hoje.
continuei apoiando meu pau na entrada da buceta dela e meti rápido.
não estava tão molhada, mas a pica entrou quase até o fundo de uma só enfiada.
_aaahhggg!!, devagar…devagar, dói, pelo amor de Deus!!!
Qual é a boa?" perguntei pra ela.
_nada, já te falei, tô muito sensível hoje, só vai com cuidado.
foi a melhor foda em meses.
depois de uns dias, quando a ideia de que o cris tava me traindo já tinha começado a sair da minha cabeça, de novo o acaso fez minha bateria pifar outra vez
e aí tive que chamar o mecânico de novo… demorou mais do que devia.
me deixou ver que o Carlos voltava com uns amigos, sabe Deus de onde, às 9 da manhã.
entrando no apê vazio dela, já que a mulher dele trabalha desde bem cedo.
Poucos minutos depois, minha mulher de novo se exibindo na janela do Carlos… a janela subiu e ela foi direto pra porta do prédio.
Fiquei pálido… até que dava pra aguentar uma traição como Deus manda, mas isso já era demais.
Fui até a janela, na surdina e sem ninguém me ver, tentei espiar o que tava rolando lá dentro.
O estrondo da música foi a primeira coisa que percebi. A cumbia villera no talo e os gritos dos caras lá dentro se cagando de rir e cantando que nem bichos.
e finalmente vi ela.
Parada com a bolsa e o vestido no meio da sala.
O rosto dela não expressava emoção alguma. Não mostrava medo, não mostrava alegria… nem desejo, só o olhar fixo no chão.
2 dos homens baixaram as calças e as cuecas, ficando só de camiseta e pau.
balançava o pau sacudindo ele e a cada sacudida ganhava mais grossura e comprimento até ficar totalmente ereto e cheio de veias.
ambas as picas eram enormes.
Vi que o Carlos chegou perto da janela e, de repente, a cortina desceu completamente.
O que eu devia fazer??…fiquei duro de choque…devia intervir? tirar ela dali? chamar a polícia.
O tesão pesou bastante na decisão, mas fui pro meu carro torcendo pra não acontecer nada com ela, depois eu conversaria com ela.
Ao meio-dia, recebi uma ligação dela.
_Ale lembrou que hoje vou ao ginecologista… vou chegar mais tarde.
_só falei ok.
À tarde, já de volta do trampo, deixei o carro na garagem e, por acaso, trombei com o Carlos.
—Oi, falei com um sorriso.Fala mano, beleza?Tudo bem… Carlos… tem algo que você queira me dizer?
O urso perdeu o sorriso na cara…_Tem algo que você queira saber?, ele perguntou como quem diz…na real você quer saber???
Agachou a cabeça e disse: — Olha, mano, eu não entendo essas gostosas… só como elas.
Tua mulher eu tô comendo faz uns 2 meses só… umas 1 ou 2 vezes por semana.
Já quando eu tava ficando entediado porque já era tipo comer minha mulher, apareci com um cara e depois com dois. Me excitava mais ver como devoravam ela do que eu mesmo comer.
E não foi na força… só falei pra ela que se quisesse que eu continuasse fodendo ela, tinha que fazer o que eu mandasse.
Ela, a princípio, não disse nem sim nem não, então trouxe um amigo taxista… se ela ficasse difícil, eu entrava nela à força… mas ela não disse nada e aconteceu.
O estranho é como ela goza… só fica excitada quando é humilhada… muito louco… não quero ter problemas com você, se quiser, eu paro.
Pensei por uns instantes e falei: — Posso ver?
Ela me respondeu…:_Olha…eu pensei em ganhar uma grana com isso, não vou mentir, marquei pra amanhã com 2 primos que acabaram de sair da cadeia depois de 6 anos…
Expliquei a situação pra ela… se quiser, você se esconde e fica de olho, senão a gente cancela tudo…
_Quero ver ele, eu falei.
Bárbaro!!!, sabe que ela tá no ginecologista, né?
respondi sim, por quê??
_Tá meio machucada… foi se cuidar… os caras às vezes vão pro caralho… leva isso em conta.
_ok, falei timidamente.
No dia seguinte, com a desculpa de terminar trabalho atrasado, saí de casa mais cedo e me enfiei num armário da casa do Carlos.
Dava pra ver perfeitamente o cenário onde a ação ia rolar.
Pouco depois, a porta se abriu e entraram os primos do Carlos, Gabriel e Guille.
Uns morenos com cara de torcedor violento, folgados pra caralho. A primeira coisa que fizeram foi cheirar umas carreiras na mesa de vidro enquanto o Carlos abria uma garrafa de cerveja.
Já com os 3 caras vestidos, a campainha tocou. Carlos abriu na hora e minha mulher entrou.
Rapaziada, essa é a Cris… a coroa casada daqui da frente que precisa de pica pra caralho, kkkkk!!! gritou Carlos enquanto enfiava um dedo na buceta dela por cima do vestido.
Minha mulher não disse nada… olhou espantada pros outros dois e fez uma careta de nojo e medo na cara dela.
Toda de vocês, rapazes — disse Carlos e se jogou no sofá… ah, mas antes… a grana…
Os caras disseram, para!! que ela fique pelada primeiro pra ver se vale a pena…
_Putinha, tira essa roupa e não me faz passar vergonha, disse Carlos.Ela, bem submissa, começou pelos sapatos… o vestido dela ficou só com o sutiã, a calcinha fio dental, os óculos e o cabelo preso.A roupa íntima dela era transparente. A verdade é que ela tava uma gostosa… do jeito que eu nunca tinha visto.
Uauuu, disseram os dois. Colocaram o dinheiro em cima da mesa e falaram… Vamos detonar essa buceta!!!
Arrancaram o sutiã e a fio dental dela…
Beijavam o corpo todo dela, ela começou a se defender timidamente com as mãos… isso excitava ainda mais os pervertidos.
Quando chegou a vez de pelar o pau… pensei que a Cris ia desmaiar… as duas eram maiores que a do Carlos.
Você gosta dessa merda, sua filha da puta? — disse um deles. Deitou ela sobre a mesa com a buceta toda exposta. Enfiou de uma vez um dedo na buceta dela… tirou molhado, passou na merda e colocou na boca da Cris.
evidentemente isso tava indo pra merda.
Carlos disse… espera aí, pra que eu coloco a música….agora entendi o porquê…os gemidos não podiam ser ouvidos.
p.p2 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px}Já tinha passado muito tempo desde aquela noite infernal.
embora nada fosse igual, a vida continuou bem normal. as relações familiares não tinham se desgastado.
Todo mundo disfarçou muito bem e achou melhor esquecer o que rolou.
Com a minha mulher, a gente continuava transando do jeito mais sem graça, já no nível de obrigação.
eu me via obrigado de vez em quando a trair ela com alguma outra mulher, porque o sexo que a gente tinha não me satisfazia.
Não entendia como ela não me cobrava nada, porque claramente não tava curtindo.
embora ela sempre tivesse sido muito fechada pra sexo, essa situação era totalmente desconhecida pra mim.
Uma tarde, vendo ela entediada no sofá, comentei que se ela decidisse ficar com alguém, eu não ia reclamar de nada. Não aguentava vê-la tão triste assim.
Ela me olhou com desgosto; _Já chega disso… não quero falar sobre o assunto.
Ela me cortou na hora e eu não falei mais uma palavra sobre o assunto.
A dúvida continuou corroendo minha cabeça por semanas.
Um dia, quando fui pra garagem, percebi que o carro tinha ficado sem bateria…
Tentei arrancar, mas não consegui, e fiquei esperando o socorro mecânico.
meia hora depois, vi minha mulher saindo para o trabalho, ela tinha que andar um quarteirão até a avenida pra pegar o ônibus.
mas peguei o caminho contrário, pensei que ela tinha me visto e vinha me ajudar… mas não.
passo pelo apartamento do Carlos, o marido da Vitória. a janela da sala de jantar dava pra rua.
passei uma vez… ela parou e passou de novo mais uma vez.Naquele momento, lembrei do que o Carlos tinha me falado... sobre como ela mudava o jeito de andar toda vez que passava pelo apartamento dele... e era verdade;A bunda dela se mexia de outro jeito naquela breve caminhada na frente da janela dela.
achei que ia desmaiar e fui atrás de uma explicação pro que aconteceu… fui me aproximando sem que ele me visse e vi que a persiana da janela tava subindo, vi meio corpo do carlossaindo por ela, quando uma buzinada me trouxe de volta à realidade… o socorro mecânico.Não sabia o que fazer, fiquei observando e fazendo sinal pro mecânico que já tava indo, quando me virei, minha mulher já não tava mais lá e a janela tinha fechado.
meu coração tava batendo a mil.
Atendi o mecânico que, com uma simples carga na bateria, fez o carro pegar.
Dei uma gorjeta pra ela e ela foi embora rapidinho… agora a pergunta era o que fazer…
Tinha me dito que nunca faria uma coisa dessas... mas e o Carlos??? ele tinha acabado com ela da vez que ficou junto. Foi estuprada por ele... como é que ia querer ficar com aquele monstro?...
Subi no carro e vi o Carlos saindo com um amigo do apartamento… talvez eu tenha imaginado a história toda por ser tão tarado… talvez ele foi pra casa da irmã… talvez…
decidi ligar pra ela.
Oi, Cris?? tudo bem?
_sim, por que você pergunta?
não soava tão segura como de costume… ouvi uns murmúrios e a voz dela começou a falhar.
_Ale, o ônibus tá um inferno. Depois a gente fala.
_ok, eu só falei.
Naquele dia, não consegui me concentrar nem um pouco.
À noite, propus fazermos um love, ela topou e comecei com uns carinhos suaves.
Os bicos dos peitos dela ficaram duros, lambi eles e um gemido escapou da boca dela… _devagar, por favor, tô muito sensível hoje.
continuei apoiando meu pau na entrada da buceta dela e meti rápido.
não estava tão molhada, mas a pica entrou quase até o fundo de uma só enfiada.
_aaahhggg!!, devagar…devagar, dói, pelo amor de Deus!!!
Qual é a boa?" perguntei pra ela.
_nada, já te falei, tô muito sensível hoje, só vai com cuidado.
foi a melhor foda em meses.
depois de uns dias, quando a ideia de que o cris tava me traindo já tinha começado a sair da minha cabeça, de novo o acaso fez minha bateria pifar outra vez
e aí tive que chamar o mecânico de novo… demorou mais do que devia.
me deixou ver que o Carlos voltava com uns amigos, sabe Deus de onde, às 9 da manhã.
entrando no apê vazio dela, já que a mulher dele trabalha desde bem cedo.
Poucos minutos depois, minha mulher de novo se exibindo na janela do Carlos… a janela subiu e ela foi direto pra porta do prédio.
Fiquei pálido… até que dava pra aguentar uma traição como Deus manda, mas isso já era demais.
Fui até a janela, na surdina e sem ninguém me ver, tentei espiar o que tava rolando lá dentro.
O estrondo da música foi a primeira coisa que percebi. A cumbia villera no talo e os gritos dos caras lá dentro se cagando de rir e cantando que nem bichos.
e finalmente vi ela.
Parada com a bolsa e o vestido no meio da sala.
O rosto dela não expressava emoção alguma. Não mostrava medo, não mostrava alegria… nem desejo, só o olhar fixo no chão.
2 dos homens baixaram as calças e as cuecas, ficando só de camiseta e pau.
balançava o pau sacudindo ele e a cada sacudida ganhava mais grossura e comprimento até ficar totalmente ereto e cheio de veias.
ambas as picas eram enormes.
Vi que o Carlos chegou perto da janela e, de repente, a cortina desceu completamente.
O que eu devia fazer??…fiquei duro de choque…devia intervir? tirar ela dali? chamar a polícia.
O tesão pesou bastante na decisão, mas fui pro meu carro torcendo pra não acontecer nada com ela, depois eu conversaria com ela.
Ao meio-dia, recebi uma ligação dela.
_Ale lembrou que hoje vou ao ginecologista… vou chegar mais tarde.
_só falei ok.
À tarde, já de volta do trampo, deixei o carro na garagem e, por acaso, trombei com o Carlos.
—Oi, falei com um sorriso.Fala mano, beleza?Tudo bem… Carlos… tem algo que você queira me dizer?
O urso perdeu o sorriso na cara…_Tem algo que você queira saber?, ele perguntou como quem diz…na real você quer saber???
Agachou a cabeça e disse: — Olha, mano, eu não entendo essas gostosas… só como elas.
Tua mulher eu tô comendo faz uns 2 meses só… umas 1 ou 2 vezes por semana.
Já quando eu tava ficando entediado porque já era tipo comer minha mulher, apareci com um cara e depois com dois. Me excitava mais ver como devoravam ela do que eu mesmo comer.
E não foi na força… só falei pra ela que se quisesse que eu continuasse fodendo ela, tinha que fazer o que eu mandasse.
Ela, a princípio, não disse nem sim nem não, então trouxe um amigo taxista… se ela ficasse difícil, eu entrava nela à força… mas ela não disse nada e aconteceu.
O estranho é como ela goza… só fica excitada quando é humilhada… muito louco… não quero ter problemas com você, se quiser, eu paro.
Pensei por uns instantes e falei: — Posso ver?
Ela me respondeu…:_Olha…eu pensei em ganhar uma grana com isso, não vou mentir, marquei pra amanhã com 2 primos que acabaram de sair da cadeia depois de 6 anos…
Expliquei a situação pra ela… se quiser, você se esconde e fica de olho, senão a gente cancela tudo…
_Quero ver ele, eu falei.
Bárbaro!!!, sabe que ela tá no ginecologista, né?
respondi sim, por quê??
_Tá meio machucada… foi se cuidar… os caras às vezes vão pro caralho… leva isso em conta.
_ok, falei timidamente.
No dia seguinte, com a desculpa de terminar trabalho atrasado, saí de casa mais cedo e me enfiei num armário da casa do Carlos.
Dava pra ver perfeitamente o cenário onde a ação ia rolar.
Pouco depois, a porta se abriu e entraram os primos do Carlos, Gabriel e Guille.
Uns morenos com cara de torcedor violento, folgados pra caralho. A primeira coisa que fizeram foi cheirar umas carreiras na mesa de vidro enquanto o Carlos abria uma garrafa de cerveja.
Já com os 3 caras vestidos, a campainha tocou. Carlos abriu na hora e minha mulher entrou.
Rapaziada, essa é a Cris… a coroa casada daqui da frente que precisa de pica pra caralho, kkkkk!!! gritou Carlos enquanto enfiava um dedo na buceta dela por cima do vestido.
Minha mulher não disse nada… olhou espantada pros outros dois e fez uma careta de nojo e medo na cara dela.
Toda de vocês, rapazes — disse Carlos e se jogou no sofá… ah, mas antes… a grana…
Os caras disseram, para!! que ela fique pelada primeiro pra ver se vale a pena…
_Putinha, tira essa roupa e não me faz passar vergonha, disse Carlos.Ela, bem submissa, começou pelos sapatos… o vestido dela ficou só com o sutiã, a calcinha fio dental, os óculos e o cabelo preso.A roupa íntima dela era transparente. A verdade é que ela tava uma gostosa… do jeito que eu nunca tinha visto.
Uauuu, disseram os dois. Colocaram o dinheiro em cima da mesa e falaram… Vamos detonar essa buceta!!!
Arrancaram o sutiã e a fio dental dela…
Beijavam o corpo todo dela, ela começou a se defender timidamente com as mãos… isso excitava ainda mais os pervertidos.
Quando chegou a vez de pelar o pau… pensei que a Cris ia desmaiar… as duas eram maiores que a do Carlos.
Você gosta dessa merda, sua filha da puta? — disse um deles. Deitou ela sobre a mesa com a buceta toda exposta. Enfiou de uma vez um dedo na buceta dela… tirou molhado, passou na merda e colocou na boca da Cris.
evidentemente isso tava indo pra merda.
Carlos disse… espera aí, pra que eu coloco a música….agora entendi o porquê…os gemidos não podiam ser ouvidos.
4 comentários - Depois do Baralho de Cartas...
ABRAZOS!!