Bom, aí vem a continuação. A gente tinha combinado que terminaria o primeiro da noite, e como ela gozou primeiro — ficou tão excitada quando eu acariciava a bunda pequena dela com o polegar enquanto metia bem fundo — ela acabou antes, e me fez gozar na boca! Uma fera, além de ser gostosa de rosto, usava óculos. Você já sabe, né? Quando elas olham pra você de baixo com aqueles olhos grandes, te deixam louco. Quem nunca teve a fantasia de encher a cara delas de porra? Bom, isso não rolou, pelo menos não agora. Tomamos uns copos de fernet. Pelados na sala de jantar, e eu comentei que ainda não tava satisfeito, queria fazer direito deitado na cama (o resto foi tudo na sala). Ela topou, então levantamos, apoiei ela por trás, ela começou a se esfregar, comecei a beijar as costas dela, ela se curvou e eu entrei de vez — ela tava tão molhada que já era. Então começamos de novo, dessa vez bem forte. Segurava ela pelos ombros, dava pra ouvir o barulho da batida, áspero. O dedo já entrava mais na bunda dela, e a gente metia duro. Deitei ela de lado na mesa e comecei a meter de lado, roçando em tudo. De lado você sente ela mais apertada, e ficamos uns 5 minutos enquanto ela lambia meus dedos — queria ter todos os buracos preenchidos. Eu tava preocupado em ir pro quarto, já era o segundo na sala, e tinha tomado quase um fernet, mas beleza. Abri as pernas dela e enfiei a cara lá dentro pra brincar com o clitóris dela até minha mandíbula travar. Depois brinquei com o dedo lá enquanto lambia a bunda toda dela até fazer ela gozar e poder descer. Bom, chegou a hora. Eu já tinha bolado (com medo de não conseguir). Descemos, pedi pra ela esperar, subi no banheiro e tomei um viagra mastigável que deixou um gosto de menta áspero. Então, mais um copinho de fernet e desci. Por favor, foi uma das primeiras vezes que tomei. Deixou ela duríssima por 4 horas, com o pau duro pra caralho, uma loucura, e duro como poucas vezes. Essas pastilhas são mágicas quando você não abusa. Essa experiência não terminou nota 10, pelo menos pra mim. já que quando eu tava com as pernas dela nos meus ombros e metia até o talo, comecei a viajar com o álcool e a bala e me deu uma arritmia (ela nem percebeu), porque com a bala podiam me esfaquear que o pau continuava a mil, então a gente passou a noite toda até cair no sono. Eu dormi de pau duro e acordei do mesmo jeito, ainda tava em pé. Tentei uma manhã gostosa, mas ela me cortou o barato. Ela me ligou à tarde falando que ia no médico porque tava com dor e irritada (fiquei parecendo um campeão), mas era óbvio, ninguém fica de pau duro dormindo... Depois disso, a gente se viu pelo menos mais umas cinco vezes até a coisa ficar meio complicada.
1 comentários - Cunhada gostosa (real) parte 2