Na quarta-feira à tarde, tive uma consulta com o médico, só um check-up de rotina por causa do novo trampo que tô. O tempo passou voando e, na hora do rush na capital, o dia ficou mais curto pra mim. Tive que pegar o metrô pra encurtar o caminho, foi um dia quente e eu tava como vocês tão vendo na foto!
Eram 18:20 na Plaza Miserere, indo pra San Pedrito. Deixei passar uma formação porque não conseguia subir. Fazia tempo que não entrava numa. Até que veio a próxima e consegui embarcar, mas só até ali... todos os homens me olhavam, e só um teve a grande oportunidade!
Eu estava entre o corrimão e, atrás de mim, um cara, e à minha direita quase encostando na porta. Mas no pouco espaço que a gente tinha, sentia uma empurradinha na minha bunda que se mexia até entre minhas nádegas... sim, ele estava se apoiando! Sentia aquela coisa dura e rija, e pra sentir mais gostoso e saboroso, optei por jogar todo o cabelo pra um lado (como na foto). O cara de trás, além de se apoiar em mim, deve ter visto a minha frente que eu tenho, ainda mais pelo suspiro e o "Ufffff" notei que eu agradei.
Fiquei assim desde Plaza Miserere até Primera Junta, bem apoiada! Até que desceram e o inevitável tinha que aparecer. Me afastei uns centímetros do lugar e fiquei quase de frente pro cara. E me fiz de desentendida, me segurando no corrimão que tinha na minha frente, brinquei um pouco pra ele sacar o que eu queria que fizesse. E sim... o cara colocou a mão no corrimão que tinha na minha frente, me aproximei e consegui enfiar a mão dele no meu decote. E a mão dele não só roçou meus peitos, como os apalpou em público!
Chegamos no fim da linha. E eu saí atrás do cara, ele já tava sumindo da minha vista e resolvi segui-lo até que, antes de chegar na rua, toquei no ombro dele e perguntei se podia falar com ele enquanto a gente caminhava junto. Já meio escurecendo, andamos umas quadras, não quis que ele pagasse um hotel, mas quando vi a oportunidade, falei na lata... "quero chupar sua pica". Estávamos debaixo de uma árvore entre dois carros, me ajoelhei e tirei a pica meio dura da braguilha dele e, sem perder tempo, meti na boca... foi muito gostoso o momento, olhar ele excitado e sentir ele excitado, entre boquete e esfregação de peitos sem tirar as tetas, mas elas foram bem amassadas, foi lindo aquele momento! E não terminou aí... isso terminou obviamente na minha boca depois de um bom tempo e já sendo 19:40.
O ruim é que nem ele nem eu lembramos de trocar os números de telefone.
Eram 18:20 na Plaza Miserere, indo pra San Pedrito. Deixei passar uma formação porque não conseguia subir. Fazia tempo que não entrava numa. Até que veio a próxima e consegui embarcar, mas só até ali... todos os homens me olhavam, e só um teve a grande oportunidade!Eu estava entre o corrimão e, atrás de mim, um cara, e à minha direita quase encostando na porta. Mas no pouco espaço que a gente tinha, sentia uma empurradinha na minha bunda que se mexia até entre minhas nádegas... sim, ele estava se apoiando! Sentia aquela coisa dura e rija, e pra sentir mais gostoso e saboroso, optei por jogar todo o cabelo pra um lado (como na foto). O cara de trás, além de se apoiar em mim, deve ter visto a minha frente que eu tenho, ainda mais pelo suspiro e o "Ufffff" notei que eu agradei.
Fiquei assim desde Plaza Miserere até Primera Junta, bem apoiada! Até que desceram e o inevitável tinha que aparecer. Me afastei uns centímetros do lugar e fiquei quase de frente pro cara. E me fiz de desentendida, me segurando no corrimão que tinha na minha frente, brinquei um pouco pra ele sacar o que eu queria que fizesse. E sim... o cara colocou a mão no corrimão que tinha na minha frente, me aproximei e consegui enfiar a mão dele no meu decote. E a mão dele não só roçou meus peitos, como os apalpou em público!
Chegamos no fim da linha. E eu saí atrás do cara, ele já tava sumindo da minha vista e resolvi segui-lo até que, antes de chegar na rua, toquei no ombro dele e perguntei se podia falar com ele enquanto a gente caminhava junto. Já meio escurecendo, andamos umas quadras, não quis que ele pagasse um hotel, mas quando vi a oportunidade, falei na lata... "quero chupar sua pica". Estávamos debaixo de uma árvore entre dois carros, me ajoelhei e tirei a pica meio dura da braguilha dele e, sem perder tempo, meti na boca... foi muito gostoso o momento, olhar ele excitado e sentir ele excitado, entre boquete e esfregação de peitos sem tirar as tetas, mas elas foram bem amassadas, foi lindo aquele momento! E não terminou aí... isso terminou obviamente na minha boca depois de um bom tempo e já sendo 19:40.
O ruim é que nem ele nem eu lembramos de trocar os números de telefone.
14 comentários - Un dia de suerte
Gracias