13. Minhas Férias 2ª Parte (Aracely Gostosa)

Depois do meu encontro de Natal com meu primo Mike (relato anterior das minhas férias), não teve mais chance de nada, meu marido não me largava, pra onde a gente ia, ele tava do meu lado. Mas a atitude dele era de carinho, não parecia desconfiar de nada sobre as intenções dos primos dele nem do que rolou entre eu e Mike na noite de Natal.

Chegou o fim das férias, a gente tinha que voltar pra casa, mas meus primos e tios ficavam falando pra gente ficar mais uns dias, mas por causa do trabalho dele, a gente tinha que voltar.
– Fiquem – disse o tio – que pressa pra voltar? Não gostaram de estar aqui?
– Até que sim – respondeu meu marido – mas tenho que voltar a trabalhar.
– Por que você não deixa a Aracely ficar mais uns dias? O Mike pode levar ela de volta até aí, que tal?
Meu marido ficou pensativo e me perguntou:
– Minha rainha, você curtiu bastante? Quer ficar mais uns dias?
– O que você quiser, pussy – respondi – mas se quiser, a gente vai.
– Não, meu amor, se quiser pode ficar e depois me alcança, vou sentir sua falta, mas se assim você é feliz, eu posso esperar você voltar depois.

Abracei ele e beijei cheia de alegria, verdade seja dita, eu não queria ir embora, queria foder com o Mike de novo e, ficando, podia ser dele quando a gente quisesse, mas mal imaginava eu as intenções do meu tio escondidas por trás da proposta. Assim, meu marido foi embora e eu fiquei pra continuar com minhas fantasias quentes.

Meu quarto agora ficava do lado do quarto dos tios, na frente do do Mike. Mal chegamos em casa, meus primos me convidaram pra ir a uma balada dançar, todo mundo queria ir, então aceitei. Enquanto a gente dançava, com a ausência do meu marido, cada um deles ficava mais ousado, começavam me segurando pela cintura normal, pra depois ir descendo as mãos devagar pra tocar minha bunda, eu, claro, parava eles ou mandava ficar quietos.
– Mamãe, como é que vou ficar quieto com uma mulher dessas nos meus braços? – falavam, me fazendo corar.

Às vezes, aproximavam a boca de... Meu ouvido pra me dizer: "Que bom que seu marido foi embora, assim a gente pode te atender só pra você..." — e ficavam beijando meu pescoço, enquanto eu tentava evitar. Mas tanta cantada me esquentava, minha calcinha tava encharcada, todos gostosos, lindos, corpos atléticos, jovens da minha idade e alguns mais velhos, o sonho de toda mulher, como não iam me excitar?

Mas eu tava morrendo de vontade de chegar em casa pra ser do Mike de novo, então quando a gente ia embora, cada um quis dançar comigo mais uma vez. Enquanto dançávamos, cada um ficava mais ousado, passando a mão na minha bunda, e eu, por causa da excitação, já não resistia mais ao toque suave das mãos deles no meu rabo e à sensação que o contato deles e o cheiro da loção masculina me davam.

Assim, cada um, encorajado por isso, beijava minha bochecha com delicadeza e depois no canto dos lábios, fazendo eu fechar os olhos e me deixar levar. Já em casa, Mike foi pro quarto dele, meus tios já estavam no deles há um tempão quando a gente chegou, então Mike me deixou na porta do meu quarto.

— Vou vir daqui a pouco, mamacita, tô morrendo de vontade de te possuir de novo.
— Eu também, te espero — falei com paixão.

Ele se despediu me beijando com luxúria, entrei no meu quarto, procurei o que vestir e encontrei a tanga preta que Mike me deu quando a gente chegou e uma camisola curta transparente que só cobria meus peitos. Me arrumei toda gostosa, queria impressionar ele, enlouquecer ele. Deixei a luz acesa pra ele me ver e me fazer dele, e me deitei de costas pra porta, queria que a primeira coisa que ele visse fosse minha bunda, totalmente à disposição dele. A porta abriu e fechou de novo, meu coração acelerou e minha respiração ficou ofegante, antecipando os momentos quentes que a gente ia viver.

Senti ele deitar atrás de mim e as mãos dele acariciarem minha bunda, os lábios dele beijavam minhas nádegas, subindo devagar até minha nuca e pescoço. Ele não falava nada, só me tocava e beijava. Tentei me virar pra beijar ele, mas ele segurou meu ombro e não deixou, e continuou mordendo de leve minhas nádegas, separando elas. às vezes pra enfiar a língua no meu cu.
—AH, AH, AH, JÁ, PUTA, ME DEIXA TE ENCHER DE BEIJOS, MEU AMOR!

Mas ele continuava lambendo meu cu, arrancando gemidos de mim, e agora as mãos dele me viraram de bruços e puxaram minha calcinha pra baixo, tiraram ela, e a mão dele abriu minhas pernas pra brincar com minha buceta, enfiando os dedos ao mesmo tempo que a outra mão também penetrava meu cu.
—AAAAAHHHH! AAAAAHHHH!

Eu tava enlouquecendo de um jeito diferente da outra vez, meu corpo se contorcia com a invasão no meu cu, e eu me retorcia com a loucura que ele despertava em mim. Enquanto fazia isso, continuava mordendo minhas nádegas e de vez em quando lambia meu cu. Depois, pegou uma das minhas mãos e levou até o pau dele, duro e ereto, mas dessa vez senti diferente, mais comprido, mas menos grosso, isso me fez virar de susto com a estranheza da situação:
—TIO! O QUE CÊ TÁ FAZENDO?

Era meu tio, completamente pelado! Ele tapou minha boca, e a boca dele foi direto pros meus peitos, mordendo meus seios enquanto os dedos ainda remexiam na minha buceta molhada, encharcada. Ao ver que ele não me soltava, eu tentava me debater, mas ele se deitou sobre mim, me impedindo de escapar, continuava tentando me beijar, aproximava a boca da minha, eu tentava evitar, virava o rosto pra fugir dos lábios dele, mas por mais que tentasse, a boca dele conseguia tomar a minha de vez em quando e enfiava a língua na minha —“NÃO, NÃO, NÃO TIO, ME SOLTA, ME SOLTA PELO AMOR DE DEUS!”— mas ele não buscava só minha boca, meus seios ficavam à mercê dele, não tinha como me proteger, então se não conseguia enfiar a língua na minha boca, ia pros meus seios, mordendo, chupando, lambendo, apertava meus mamilos com os lábios e puxava eles, arrancando gemidos de prazer que eu tentava esconder sem sucesso —OOOOHHHH! OOOOOOHHHHHH!— enquanto as mãos dele continuavam tentando dedilhar minha buceta, eu fechava as pernas numa tentativa de escapar, a respiração dele era ofegante, as mãos fortes não me soltavam e o peso dele sobre mim impedia escapar, a mão dele lutava pra se enfiar entre minhas pernas na minha pussy, quando eu levantava a perna pra tentar afastar a mão dele, ele rapidamente desviava pra minha bunda, apertando minhas nádegas e enfiando o dedo no meu cu com rapidez -¡AAAAHHHHH! ¡AAAAHHHH! ¡AH, AH, AH, NÃO, NÃO, NÃO!- e quando eu baixava a perna pra tentar evitar essas penetrações quentes, minha pussy ficava exposta, o que ele aproveitava na hora pra enfiar os dedos de novo, assim ele alternava entre meu cu e minha pussy, minha boca e meus peitos, quebrando minha resistência aos poucos: -¡NÃO TIO, ME SOLTA POR FAVOR!- supliquei entre gemidos, perdia aos poucos a vontade de lutar por causa do tesão da situação e dos ataques habilidosos dele nas minhas zonas erógenas. -¡MAMACITA, COMO VOCÊ É GOSTOSA! CÊ ACHA QUE SÓ O MIKE TEM DIREITO DE TE COMER, sua puta? -¡OOOOOHHHH! ¡NNNÃOOO, NÃO, NÃO, ME DEIXA, NÃO! Essas palavras estavam me quebrando, as mãos dele estavam me enchendo de luxúria, de fogo, mesmo assim eu continuava tentando resistir, desviando da boca dele, embora cada vez que ele conseguia enfiar a língua, cada vez que conseguia, os beijos eram mais longos e quando ele enfiava os dedos no meu cu ou na minha pussy, meus movimentos pra me soltar ou rejeitar eram mais fracos, inúteis, moles. Quando ele percebeu, se levantou e apagou a luz, deixando acesa uma luminária da penteadeira e voltando, enfiou a língua com força na minha boca, eu não aguentei mais, me entreguei aos beijos dele cheios de luxúria, abracei ele pra prolongar o beijo e abri minhas pernas pra ele poder aproveitar bem da minha buceta e do meu cu. -¡MMMMMMMMMM! ¡OOOOOHHHH TIOOOO! -Je je je je je, sabia que você era uma puta muito safada, dá pra ver pelas roupas que veste, pelo jeito que anda, pelo olhar de puta que você tem, não me chama mais de tio. -¡AAAAHHH! ¡AH, AH, AH! ¡SIM, meu amor! ¡AH, AH, AH! ¡SIM, pussy! ¡AAAAHHH! Ele foi descendo da minha boca, lambendo meu pescoço até meus peitos, continuou descendo até minha barriga, minhas mãos seguravam a cabeça dele pra aproximá-lo mais, eu me arrepiava ao saber para onde sua língua estava indo — AAAHHHH! AH, AH, AH, AH! — e ele continuou percorrendo minha barriga até chegar na minha buceta…

Beijando minhas coxas, ele afastou suavemente minhas pernas, deixando minha buceta à disposição dele. Agora, com total liberdade, ele enfiou a língua, lambendo meus sucos que já jorravam em abundância. Depois de lamber minha buceta, arrancando-me gritos de prazer, ele se levantou, puxou minhas pernas para me colocar no centro da cama e se posicionou em cima de mim, direcionando o pau dele para minha boca.

— Beija, sua puta, beija meu pau, beija minhas bolas, sua vadia…

Ele não precisou falar duas vezes. Peguei e beijei a glande dele, beijei todo o tronco até chegar nos testículos, que também beijei, e então comecei a lamber até voltar ao pau dele. Agora, eu mesma batia com ele nas minhas bochechas e usava a glande para esfregar nos meus lábios, enquanto ele contemplava a cena com um sorriso de triunfo, pois ia se beneficiar do corpo da sobrinha como se fosse uma puta qualquer.

Então ele se ajeitou para fazer um 69, e eu enfiei o pau dele na minha boca, inteiro, enquanto ele enfiava a língua na minha buceta e os dedos no meu cu. Ele começou a bombear minha boca enquanto a língua dele fodiam minha buceta e os dedos sodomizavam meu cu, meus gemidos abafados pelo pau dele faziam ele intensificar as penetrações.

— Você gosta, gostosa? Gosta do meu pau e de como eu como sua buceta? — ele dizia, fazendo uma pausa.

Eu concordava com gemidos, não conseguia falar com aquela barra de carne na minha boca. Ele perguntava de novo:

— Quer mais? Quer que eu continue te comendo pela boca? — Eu concordava de novo com gemidos.

Então ele voltava a atacar minha boca e minha buceta com a língua dele. Aí, tanto prazer fez minha buceta explodir, parecia que eu estava me mijando, era abundante, porque a excitação me dominava de uma forma animal, sem limites, desenfreada. Ele se endireitou, me dando um tempo, então pegou minhas mãos e me arrastou. até a beira da cama, deixando minha cabeça pendurada pra cima, e enfiou o pau de novo na minha boca, começou a me foder violentamente, metendo até a garganta, enquanto as mãos dele massageavam meus peitos e se enfiavam na minha buceta.

Aumentando as investidas, ele disse: —Ô, MAMACITA, COMO VOCÊ É GOSTOSA, QUE CORPAÇO, AÍ VAI SEU GOZO! QUER NA SUA BOCA? — Com gemidos, eu assenti, e ele acelerou, enchendo minha boca de porra, gemendo, quase gritando, encheu minha boca. Tirou o pau e eu continuei lambendo.

Aí ele me fez levantar, me ajoelhar na beira da cama e me fez empinar igual uma puta, sem tempo pra nada, colocou o pau no meu cu, deu dois tapas fortes na minha bunda que me arrancaram gemidos, então, sem dizer mais nada, enfiou o pau devagar no meu cu, até meter tudo, ficou parado um momento, mas eu queria mais, então comecei a me mexer sozinha.

—HAHAHAHAHAHAHAHA! VOCÊ É INSACIÁVEL MESMO!
—SIM, VOCÊ ME DEIXOU ASSIM, FILHO DA PUTA! AGORA ARREBENTA MEU CU, JÁ É SEU!

Assim, nessa posição, pegando minha cintura, ele começou a meter, cada estocada fazia meus peitos balançarem e arrancava gritos da minha boca, gemidos descontrolados. Ele esticou a mão, me segurou pelo cabelo e puxou como se estivesse puxando as rédeas de uma gostosa, me fazendo sentir submissa, totalmente dele. Alternava as penetrações com tapas na minha bunda.

Eu tive outro orgasmo violento, meus fluidos escorriam pelas minhas pernas até a cama, meus gritos eram altos, os espasmos do orgasmo eram intensos e eu já não ligava se minha tia, Peter ou Mike estavam ouvindo, só queria sentir todo o prazer possível sem limites nem freio. Aí ele tirou o pau do meu cu… —NÃO TIRA! O QUE VOCÊ VAI FAZER, AMOR? — Ele não respondeu, pegou uma das minhas pernas e, assim empinada, levantou, segurando, deixando minha buceta totalmente à disposição dele, e do jeito que estava, o pau dele cravou na minha buceta…

—AAAAHHHH! AAAAAAAAAAAAHHHH! AH, AH, AH, AH, AH!

Ele me bombava, me penetrava. violentamente, me fazia sentir que eu era só dele, sua mulher, suas penetrações continuavam fazendo meus peitos balançarem, ele continuava puxando meu cabelo, continuava montando na sua gostosa que não parava de gritar, de gemer.
- ASSIM, MAMACITA, GRITA, PRA TE OUVirem, PRA OUVirem COMO VOCÊ É MINHA puta, MINHA puta, MINHA AMANTE!
- AAAAAAGGGHHHHH! AAAAAHHHHH! AAGGGHH, AH, AH, AH, AH, AHHHHHHH!
- VOCÊ É MINHA puta! JEJEJEJEJEJEJE VOCÊ É MINHA VAGABUNDA! TODA VEZ QUE GOZAR VOU TE MONTAR, MAMITA, E VOCÊ VAI ME PROCURAR NO MEU QUARTO TODAS AS NOITES ATÉ IR EMBORA! OUVIU, puta?
- SIM, SIM, SIIIIIIM, SOU SUA puta, SUA, VOU TE PROCURAR TODA NOITE, PRA VOCÊ ME COMER, ME FODER, ME FAZER SUA, MEU amor!
- SIM, VOCÊ É MINHA, E DO MIKE E DO PETER!
- AAAAAGGGHHHHH! AAAAAHHHHH! AAGGGHH, AH, AH, AH, AH, AHHHHHHH!
- HAHAHAHAHAHAHA, QUE otário MEU SOBRINHO, NEM IMAGINA QUE O TIO DELE TÁ COMENDO A MULHERZINHA DELE HAHAHAHAHAHAHA, POBRE corno, ME DÁ PENA, HAHAHAHAHAHAHAHA.
- AAAAAGGGHHHHH! AAAAAHHHHH! AAGGGHH, AH, AH, AH, AH, AHHHHHHH!

As palavras dele me faziam arder, ouvi-lo falar assim do meu marido me tirava do controle, me excitava mais do que tudo, o pau dele na minha buceta me enlouquecia, cada puxão de cabelo, cada tapa na bunda, cada penetração me fazia sentir escrava dele, brinquedo sexual dele, puta dele, propriedade exclusiva dele... Agora ele tirou de novo, mas eu não perguntei, sabia que vinha outra coisa excitante. Ele me fez deitar, pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele, então colocou o pau dele na minha buceta e de uma vez enfiou tudo...
- AAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH!

Continuou metendo na mulher dele à vontade, cada estocada eu sentia os colhões dele batendo na minha bunda, o pau dele chegava até minhas entranhas, eu cravava as unhas no lençol, gritava que nem louca, suava e gemia, e as gotas de suor dele caíam na minha barriga, que já não era mais minha, era totalmente dele, assim como todo meu corpo pertencia inteiramente a ele.
- VOU TE DAR MEU leite, VOU TE DAR UM FILHO, puta!

E ele avançou com mais força ferocidade nas investidas, então, nós dois gozamos ao mesmo tempo, eu derramando meus sucos no pau dele e ele inundando minha buceta. Quando terminamos, ficamos ofegantes, ele não tirou o pau, eu apertava com minha buceta para espremer, mas eu ainda queria mais, então pedi…

— Me dá mais buceta, mais meu amor, quero montar em você agora!

— Hehehe, claro, putinha, claro.

— Mas e a TIA? Ela não vai nos ouvir?

— Hehehehe, claro que sim, claro que ela ouviu…

Aí a luz acendeu e ela estava numa poltrona, tinha assistido a cena toda gravando com uma câmera, completamente nua, se masturbando e tendo gozado várias vezes (Aliás, minha tia é muito gostosa, alta, loira e tem um corpo muito sensual e bem conservado ainda). Por causa da transa e da excitação, nem percebi quando ela entrou, só de ver que ela nos viu e gravou, tive um orgasmo. Nisso, a porta abriu e entraram Peter e Mike, ao ver a cena, caíram na gargalhada.

— HAHAHAHAHAHA! OLHA SÓ, TAVAM NA FESTA E NÃO CONVIDARAM! HEIN, PAI?

— Sim, filhos, uma putinha dessas tem que ser aproveitada ao máximo…

— MENOS PALAVRAS! — Gritou a tia — AGORA JUNTEM-SE À "FESTA" ENQUANTO EU CONTINUO GRAVANDO COMO OS TRÊS ARREBENTAM O RABO DESSA PUTA!

E os dois se despem, juntando-se ao pai para me comer entre os três enquanto a tia me gravava e se masturbava, para no final me fazer dela também, sob o olhar dos filhos e do marido….

Continua….13. Minhas Férias 2ª Parte (Aracely Gostosa)

2 comentários - 13. Minhas Férias 2ª Parte (Aracely Gostosa)

mrblow +1
WOOOW QUE DELICIA

TREMENDA PUTITA TRAGA LECHE..PIDELE EL VIDEO A LA PUTA DE TU TIA MALDITA ZORRA QUE NO SE LO QUEDE PARA ELLA

+10
SIGUE CON LA PARTE 3 MI REYNA