O Chefe do Meu Marido
Aqui está a continuação dos meus relatos, um pouco atrasada por causa das minhas muitas ocupações, jijijijiji.
O jeito que Juan e Paco usavam meu corpo me deixava completamente nas mãos deles. As fodas deles me enlouqueciam, despertavam sensações em mim toda vez que me possuíam, me deixando rendida aos apetites sexuais deles.
Mas também, o fato de que eles dispunham do meu corpo como se fossem meus donos, me alugando como uma puta para os vizinhos, me fazia sentir que eu era completamente deles.
Toda vez que queriam me comer ou me alugar, eles convidavam meu marido para beber, drogavam ele e assim tinham tempo livre para me possuir na minha própria cama, ou para que algum vizinho me comesse ali mesmo. Cada vizinho aproveitou meu corpo, minha buceta, e teve vezes que até dois ou três me possuíam. Até uma vizinha lésbica pagou para me ter.
Se não fosse por um evento inesperado, eu continuaria sendo a puta da rua, ou melhor, do bairro…
Meu marido era muito querido na empresa onde trabalhava. Ele era muito habilidoso no trabalho, a ponto de subir de cargo rapidamente, o que fez com que fosse muito elogiado na frente dos donos da empresa.
No fim do ano, teve um jantar na empresa, uma confraternização. Para essa ocasião especial, convidaram os donos, que vinham de outra cidade. Quando souberam que eles viriam, mandaram os funcionários levarem suas esposas.
Então meu marido me disse para ficar gostosa para a ocasião. Ele queria que minha beleza impactasse todo mundo. Me comprou um vestido azul lindo, justo no corpo. O decote era generoso, deixando ver boa parte dos meus peitos na frente e minhas costas atrás, indo até a cintura. A saia ia abaixo dos joelhos, mas tinha uma abertura que subia até mais da metade da coxa, deixando ver minhas pernas. Como o vestido era sem mangas, só com alças, coloquei umas luvas brancas que cobriam até acima do cotovelo e, para finalizar, meus sapatos de salto dourados.
Ele pagou uma sessão no salão para me maquiar e arrumar o cabelo, finalizando com… Uma corrente de ouro que ele me deu no nosso casamento e um cinto dourado que pendia na minha cintura. Quando fiquei pronta, me olhei no espelho, estava radiante, e meu marido disse: — “Só porque vamos pra festa, não te jogo na cama pra te foder agora” — e eu respondi mandando um beijo pra ele pelo espelho.
Ao sair, Paco e Juan nos cumprimentaram; quando meu marido se virou pra abrir a porta do táxi, os dois me olharam com cara de safados e esticaram a língua, como se estivessem se lambendo pensando no que iam comer quando voltássemos da festa.
Aquele olhar me molhou na hora, mas não deixei transparecer e fomos pra festa. Quando chegamos, meu marido me apresentou pros colegas e superiores dele, todos elogiavam minha beleza, os olhares deles entregavam o que sentiam ao me ver, eu ficava envergonhada com tanta atenção e às vezes baixava os olhos, o que me deixava ver as ereções que minha presença provocava.
Quando os donos chegaram, o chefe do meu marido chamou ele pra apresentá-lo. Mal ele saiu, os colegas dele sentaram ao meu redor e falaram:
— Uau! Nunca pensei que esse cara tivesse uma boneca dessas em casa.
— É, a senhora é um tesão, hein.
— Kkkkk, obrigada, vocês são muito gentis — respondi, corando.
— É — disse outro — Que inveja que deu, que noites você deve proporcionar pra ele, eu pelo menos não deixaria você dormir.
Fiquei vermelha e baixei o olhar, os olhares deles estavam cheios de luxúria. Nisso, meu marido voltou e disse:
— Vem, os senhores querem te conhecer.
Isso me ajudou a escapar daqueles lobos que queriam me devorar. Levantei e senti os olhares deles cravados na minha bunda, então me requebrei de propósito pra deixar eles com água na boca.
Quando cheguei, meu marido me apresentou pros senhores. Eram homens mais velhos, um um pouco mais novo que o outro, bonitos, com modos muito finos. Ao me apresentar, cada um pegou minha mão e beijou, se curvando.
— É um prazer conhecê-los — falei.
— Ao contrário — disse um deles — Obrigado por nos conceder o prazer de admirar tanta... Beleza angelical.
Fiquei corada e agradeci.
—Seu marido é um homem muito sortudo — ele continuou — Não só é um dos nossos melhores funcionários, como também é o felizardo dono de uma mulher tão gostosa. — As palavras dele me fizeram tremer. — E não só isso, ele vai longe na empresa.
Então se desculparam porque precisavam continuar atendendo outras pessoas — Nos perdoe, esperamos cruzar com vocês de novo nesta noite.
Voltamos pra mesa e meu marido estava feliz com o impacto que causei neles. A música começou, era a que a gente mais gosta de dançar, era salsa, então meu marido, todo contente, me perguntou se eu queria dançar, aceitei e levantamos.
Meus movimentos no ritmo da música atraíam olhares masculinos, eu percebia e notava que os olhos deles seguiam meu quadril e minha silhueta a cada passo que eu dava. Aí fizeram uma roda enquanto a gente dançava, de repente um casal entrava e trocava de lugar com a gente, meu marido dançava com ela enquanto o homem aproveitava pra dançar comigo. Às vezes, por causa da dança, ele se encostava em mim, roçando a ereção no meu corpo, e aproveitava pra chegar a boca no meu ouvido e sussurrar — Mamacita, você é muito gostosa, como eu queria te fazer gozar a noite inteira — e a gente continuava trocando de parceiros, então recebi várias propostas indecentes durante a dança. O que, confesso, me excitou pra caralho.
Num certo momento da festa, meu marido quis sentar pra descansar e tomar cerveja, e eu quis aproveitar pra ir ao banheiro. Nessa altura, ele já estava meio bêbado e não queria mais dançar.
Quando cheguei no banheiro, vi que estava tão cheio que não tinha chance de entrar logo, o que me deixou meio angustiada. Aí ouvi atrás de mim:
— Aconteceu alguma coisa, senhora? — Era um dos donos, o mais novo, que tinha falado mais antes.
— Sim, preciso ir ao banheiro, mas está lotado.
— Não se preocupe, senhora, tem um no escritório, posso levar a senhora. — Não, como cê pensa, que pena, o que vai dizer.
— Não se preocupa, é um prazer ajudar a senhora.
Então eu acompanhei ele até o escritório, a porta por onde saímos ficava do lado do banheiro feminino, então ninguém notou quando a gente foi embora. Quando chegamos, era um privado no segundo andar, de onde dava pra ver a festa inteira.
— É ali, senhora. — Ele apontou, e eu agradeci e entrei.
Quando saí, ele tava sentado na escrivaninha dele, olhando a festa por uma janela através da persiana entreaberta. Me aproximei e, sim, dava pra ver todo o ambiente. De lá, vi meu marido bem animado, bebendo e conversando com os colegas.
— Tão bem animados, eu tô aqui há um tempão, não sou muito de festas. Aliás, daqui eu curti sua dança, você tem um corpo maravilhoso e sabe usar muito bem. — Ele disse, me varrendo com o olhar de cima a baixo.
Não consegui evitar ficar vermelha e sentir um arrepio percorrer meu corpo. Aí ele se levantou, ficou atrás de mim, colocou as mãos nos meus ombros e começou a acariciar de leve, fazendo minha pele se arrepiar toda.
— Não, por favor, alguém pode vir e vão pensar mal da gente.
— Não se preocupa. — Ele respondeu sem parar de acariciar meus ombros e pescoço. — Onde a gente tá, ninguém consegue chegar aqui, e ninguém sabe que a gente tá aqui.
Aí as mãos dele desceram as alças do meu vestido até quase descobrir meus peitos. Minha respiração ficou ofegante, e nisso ele beijou de leve meus ombros até meu pescoço. Eu sentia o hálito dele no meu pescoço, a respiração dele tava me excitando.
Segurando meus ombros, ele me puxou pra perto da escrivaninha, onde terminou de soltar meu vestido, que caiu no chão, e me fez apoiar as mãos nela, ficando inclinada. Minha respiração já era só gemidos.
Ele colou o corpo dele no meu enquanto me acariciava de um jeito suave, passava a mão nas minhas costas. Eu fechei os olhos e me deixei levar. Por causa do vestido que eu tava usando, não usava sutiã, então quando o vestido caiu no chão, meus peitos ficaram livres pra ele. Acariciou, os mamilos já estavam duríssimos, e ele os massageava suavemente.
A delicadeza dele me fazia sentir coisas novas, tão acostumada estava ao sexo selvagem que me deram que tinha esquecido como me sentir uma mulher na intimidade em vez de uma foxy.
Ele continuava me acariciando sem tirar a ereção da minha bunda e eu curtindo aquele momento, então as mãos dele desceram pelas minhas costas até meus quadris, pegou a calcinha fio dental e foi descendo devagar enquanto acariciava minhas pernas, no momento em que começou a baixar foi beijando minhas nádegas, minhas pernas de um jeito suave, delicado, quando terminou de tirar começou a acariciar cada perna separadamente, alternava as carícias em cada perna, o que me fez abri-las para ele não penar, diante disso ele, que estava ajoelhado, começou a subir beijando cada uma até se posicionar no meio das minhas nádegas, ali a língua dele começou a brincar com meu ânus, percorria desde meu cu até minha buceta totalmente molhada.
- MMMMMMM… OOOOHHH!
Foi meu primeiro gemido audível. Ao ver isso, ele continuou com o prazer que sua língua me dava ao percorrer desde minha buceta até meu cu. Abri mais minhas pernas para que a língua dele chegasse mais fundo na minha buceta.
Então ele aproveitou para me dar um tapa na bunda que arrancou um gemido e aproveitou para enfiar um dedo no meu ânus. O entra e sai combinado com as lambidas na minha buceta me fizeram ter um orgasmo diferente, prazeroso, único.
Minhas pernas fraquejaram e ele se levantou para me segurar, me pegou nos braços e me virou, pela primeira vez estávamos de frente, nos olhamos fixamente e então ele me beijou, primeiro suavemente, ao que eu correspondi, e então começou a morder minha boca com suavidade e depois com mais paixão.
Então me fez sentar na escrivaninha enquanto continuava beijando minha boca, aproveitou para se despir, o corpo dele não era muito atlético nem nada do tipo, apesar da idade estava muito bem conservado, mas o pau dele era lindo, grande e Totalmente depilada, ela voltou com tudo, beijando minha boca, colando a nudez dela na minha. Dali, desceu até meu pescoço, mordendo de leve. A boca dela continuou a viagem de prazer, do meu pescoço até meus peitos. Parou por ali, e a língua começou a brincar com meus mamilos.
Cada lambida arrancava gemidos de mim. As mãos dela não paravam quietas, percorrendo meu corpo inteiro, enquanto eu segurava a cabeça dela pra que as lambidas me fizessem gozar ainda mais forte.
Me joguei pra trás, deixando ela me lamber à vontade, apoiando as mãos na escrivaninha e jogando a cabeça pra trás. Ela aproveitou pra descer pela minha barriga até minha buceta, enfiando a língua de novo — "MMMMM, que delícia que é sua buceta, mamita" — ela disse.
Aí ela se levantou, segurou minha cintura, colocou o pau na minha buceta e me penetrou de um jeito diferente, devagar, como se quisesse que eu sentisse cada centímetro entrando em mim.
— AH, AH, AH, AH, AH
Só desse jeito que ela fez já me deu um arrepio nas costas que me fez ter um orgasmo. Ela começou a bombar devagar e foi aumentando o ritmo aos poucos até estar me comendo com força, segurando minha cintura.
Me tendo daquele jeito, eu tava completamente na mão dela. Ela alternava lambidas nos meus mamilos com mordidas na minha boca, e eu só envolvia ela com minhas pernas enquanto minhas mãos se agarravam nas costas dela.
— AH, AH, AH, AH, AH, PAPI, AH, AH, AH, AH, AH.
— MMMM, QUE GOSTOSA VOCÊ É, MAMACITA, ACHO QUE VOU TE DAR UM PRESENTE.
Ela falou isso, e aí eu senti o pau dela tremer, prestes a gozar. Quando senti isso, eu também comecei a tremer, então apertei ela com minhas pernas e mãos, grudando ela em mim, e a gente gozou junto, ofegando.
Aí, sem tirar o pau, ela me levantou da escrivaninha, me deixando totalmente empalada, sentou no sofá e continuou me penetrando. Desse jeito, agora era eu quem montava nela. Meus movimentos faziam ela gemer, enquanto eu aproveitava pra continuar chupando meus peitos e minha boca, cada movimento que eu fazia me fazia gozar, então ele arrancou o prendedor do meu cabelo e meu penteado se desmanchou completamente, meu cabelo solto dançava no ritmo da foda, e ele aproveitou pra puxar ele pra trás, enquanto mordia meus peitos com mais selvageria.
Comecei a ofegar mais intensamente, avisando ele de outro orgasmo que tava chegando, então ele segurou minha cintura me fazendo aumentar o ritmo da cavalgada de um jeito frenético e eu não aguentei mais, dessa vez meu orgasmo foi tão intenso que parecia que eu tava mijando nele, meus fluidos eram tão fortes que deixei o pau e as pernas dele completamente encharcados.
Eu pensei que tudo ia acabar ali, mas ele me levantou e me levou até a escrivaninha, me virou e fez eu me apoiar nela, ficando toda empinada, deixando minha bunda completamente à disposição dele, ele me deu um tapa na bunda, e voltou a meter a língua no meu cu.
-Mmmmmm, que delícia, quero provar isso.
-O que você quiser, papai, é seu.
Então ele se levantou, começou a esfregar o pau dele na minha bunda, percorrendo do cu até a minha buceta, me fazendo tremer e gemer.
-Já, papai, me dá, me dá logo.
-Você quer, minha rainha? Pode doer, amor.
-Não importa, papai, me dá.
Então ele pegou meus próprios fluidos pra lubrificar meu cu, e me penetrou devagar, mesmo já tendo feito antes, o tamanho do pau dele me causou um pouco de dor, eu apertei meus punhos e mordi a gravata dele, ele me disse:
-Se tiver doendo, eu posso parar.
-Não, papai, continua, eu aguento.
E ele continuou a penetração até enfiar tudo dentro. Quando terminou, esperou eu me acostumar, quando me senti melhor comecei a me mexer pra ele entender que eu tava pronta, e ele respondeu metendo com mais força do que antes, parecia que minha bunda enlouquecia ele porque do homem carinhoso não sobrou nada, as estocadas dele eram selvagens, de repente ele deu um tapa na minha bunda e uma das mãos dele começou a puxar meu cabelo.
-AAAAHHHH! ¡AAAAAGGGGHHHHH! ¡AH, AH, AH, AH, AH!
Já não queria que ele me soltasse, queria ser dele pra sempre, aproveitar aquela experiência por mais tempo. As estocadas dele faziam um som de chaca chaca toda vez que o corpo dele batia na minha bunda e as bolas dele batiam na minha buceta molhada.
-¡AH, AH, AH, PAPIIII!
-¡MMMM, QUEM DIRIA QUE ESSA FESTA IA SER TÃO BOA!
-¡AAAAHHH! ME FAZ TUA PRA SEMPRE! ¡AAAAAGGGGHHHH!
As estocadas dele arrancaram mais orgasmos de mim e ficamos assim até o pau dele explodir de novo, enchendo minhas entranhas de porra. Quando terminamos, ele sentou no sofá e eu subi em cima dele, beijando ele e agradecendo por me tratar daquele jeito.
-Não, pelo contrário, eu é que tenho que te agradecer, gatinha, por essa sessão de sexo tão gostosa como há muito tempo não tinha.
-Preciso me vestir, meu marido pode sentir minha falta.
Me vesti e arrumei meu cabelo o melhor que pude. O que agradecia era que meu marido ia estar tão bêbado que não notaria que meu penteado não era o mesmo. Me despedi dele com um beijo longo e intenso. Fui embora achando que não ia vê-lo de novo. Saí pela mesma porta e ninguém percebeu minha ausência, já que meu marido e os amigos dele estavam totalmente bêbados naquela hora. Quando cheguei, ele nem notou. Fiquei sentada vendo ele se embebedar até que, entediada, falei que queria ir embora, e ele concordou.
Ajudei ele a se levantar e fomos pra casa. Quando chegamos, tomei cuidado pra não fazer barulho. Não tava a fim de aguentar as besteiras do Paco e do Juan e, graças a Deus, eles não perceberam nossa chegada.
Na segunda-feira seguinte, meu marido foi trabalhar, mas antes já tinha pedido pra ele colocar uns cadeados nas portas, porque falei que tava com medo de alguém invadir. Então, quando ele saiu, tranquei tudo por dentro.
O jeito tão diferente que o Chefe do meu marido me comeu me deu um pouco de lucidez, uma vontade de escapar das mãos do Paco.
Quando meu marido saiu, meia hora depois ouvi o Paco tentando abrir a porta. escutava a chave tentando abrir, meu pulso acelerou instintivamente mas me segurei pra não abrir, ele começou a bater de leve, mas não respondi.
—Mami, me abre, aqui está a cock que você tanto gosta.
Mas não respondi. Meu pulso disparava, minha respiração ficava mais ofegante, ouvir a voz dele fez minha buceta ficar toda molhada, ele continuava me chamando, sem responder me encostei na porta pra ouvir a respiração dele, enquanto a minha era só gemido, pela porta dava pra ouvir a respiração dele e isso me excitava cada vez mais —Mami, aqui está sua yummy cock, tô com ela na mão, tá escorrendo de vontade de entrar no seu cu— As palavras dele me faziam tremer, só de imaginar a cock dele me dava vontade de abrir. Fiz um esforço e me afastei dali, corri pra minha cama e me cobri a cabeça com um travesseiro tentando tirar da minha mente e do meu corpo as palavras dele e as imagens da cock dele penetrando minha pussy.
—Não, não, não!— Comecei a murmurar presa do tesão, me levantei e desesperada fui pro banheiro, abri o chuveiro e entrei na água tentando assim esquecer o que sentia.
Mas foi pior, as palavras dele ecoando na minha mente, o tesão que tomava meu corpo e o contato da água na minha pele como se fossem mãos me percorrendo fizeram meu tesão aumentar de forma incontrolável, comecei a me acariciar sozinha, apertava meus peitos gemendo, num movimento minha mão tocou minha pussy e eu não aguentei mais…
Corri pro meu quarto, peguei meu dildo e me jogando na cama comecei a me masturbar de forma selvagem, gemia, ofegava, tentava acalmar meu tesão, arrancar aquela voz da minha cabeça, aquela voz que dizia —“Você é uma foxy, adora ser comida, quer que o Paco meta a cock dele em você”— e eu respondia entre gemidos —Não, não, não, me deixa, me deixa, jáaaaaa!
O orgasmo que veio depois foi tão forte que minhas convulsões não paravam, mas antes de me deixar calma, me deixou pior, super quente.
Não aguentei mais, me levantei e fui até a porta. Precisava do Paco e da pica dele. Quando abri a porta, ele ainda estava lá. O olhar dele ao me ver nua foi o de um animal prestes a cruzar com a sua mulher.
— Sabia que você ia me abrir, putinha. Você é totalmente minha, vagabunda. Eu sou seu dono. — Ele me pegou no colo e me levou pra minha cama enquanto eu tremia nos braços dele e gemia baixinho.
Aí o Paco fez algo que nunca tinha feito: se despiu enquanto me olhava gemer feito uma gatinha e se deitou do meu lado. A mão dele começou a percorrer meu corpo, me fazendo arrepiar com cada toque. Foi das minhas pernas, subindo pela minha cintura até meus peitos, e dali pro meu rosto, que ele acariciou.
Depois, segurou minha cara com as mãos e me beijou. Primeiro foi um beijo suave, que foi aumentando de tesão até terminar mordendo meus lábios. Ele mordia meu lábio inferior, puxando de leve, me deixando louca.
— AAAAAAAHHHH!
Meus olhos estavam fechados, eu não queria abrir. Só queria me entregar nas mãos dele. Minhas mãos tocaram ele, acariciando o peito dele, a barriga, a pica, enquanto ele acariciava meus peitos, segurava meu rosto de novo e me beijava, me puxando pela nuca.
— Você é minha! Eu sou seu dono!
— AAAAAH! Sim, papai, você é meu dono…
Eu grudei meu corpo no dele, precisava sentir minha nudez colada na dele. Agora as mãos dele começaram a me tocar do jeito que só ele sabe: com luxúria, de forma animal. Ele agarrava minha bunda, me apertando contra ele, esfregando a pica no meu corpo.
Sem falar nada, me soltei e fiz ele deitar. Minha língua percorreu o corpo dele. Minha viagem começou na boca dele, descendo até chegar na pica dele… Comecei a acariciar ela, a admirar, e beijei a cabeça. Agora minha língua começou a lamber de cima pra baixo enquanto massageava as bolas dele. Não aguentei mais e meti tudo na boca, fazendo um boquete como nunca. Eu queria ela toda. Chupei, mordisquei, arrancando gemidos dele. Chupei e lambi as bolas dele. Era totalmente minha.
Aí ele segurou minha cabeça pra começar a foder minha boca. Mmmmmm, ele me fodia brutalmente, quase me engasgando. A pica dele comecei a boquear, aumentei minhas mamadas pra aproveitar o cum dele, mmmm, que gostoso sabe…
Então, sem dar tempo dele se recuperar, me joguei na boca dele pra compartilhar o gosto do cum dele na minha. Beijei ele assim como ele me beijou com meus sucos na boca dele. Depois voltei a masturbar ele pra que o cock dele não perdesse a ereção, quando tava do jeito que eu queria, montei nele de costas, queria que ele aproveitasse a vista da minha buceta quicando no cock dele.
Comecei minha cavalgada, pra frente, pra trás, em círculos, Paco só bufava, tava surpreso com o que eu fazia, até que ele reagiu e me deu um tapa na bunda que me fez gemer. Então ele enfiou os dedos no meu cu, se levantou um pouco e começou a puxar meu cabelo enquanto me sodomizava.
-VAMOS slut, MAIS, QUE GOSTOSO QUICA ESSA BUNDA!
-AAAAHHHH! AH, AH, AH, AH, AH!
Ele mordeu minhas costas, eu gritei, me agarrou pelos peitos com as duas mãos me puxando contra o corpo dele enquanto eu continuava me movendo no cock dele. Então tive meu primeiro orgasmo daquele dia.
Ao me ver tremer de orgasmo, ele me deixou um momento e depois, sem tirar, me fez virar, a gente se comia de boca, eu segurava a cabeça dele enquanto ele me segurava pelos cabelos. Então, me tendo enfiada pela buceta, ele se levantou e assim começou a me comer de pé, minhas pernas estavam em volta dele, assim de pé as penetrações dele eram totalmente selvagens, até o fundo, arrancando outro orgasmo meu imediatamente. Ele se virou e me jogou na cama sem tirar o cock dele, ficando ele de pé e assim como tava me bombava animalmente, bombava e bufava, não falava, só me comia.
Depois ele tirou enquanto eu gemia, colocou na entrada do meu cu e empurrou, até que o cock dele tivesse totalmente dentro do meu cu. Agarrou minhas pernas pra abraçá-las contra o peito dele e começou a bombear meu cu arrancando gritos de mim, enquanto eu me masturbava esfregando meu clitóris com minha própria mão.
-AAAAAAGGGHH! AHAAAAAHHH!
Bombava e bombava, não parava, outro orgasmo, mais um, e outro! Eu me sentia morrendo, mas ao mesmo tempo não queria que parasse, até que ele começou a acelerar as estocadas. Mas aí, antes de explodir, ele tirou e se aproximou do meu rosto se masturbando. Quando vi aquilo, abri minha boca e o pau dele explodiu, jorrando o leite na minha cara, no meu cabelo, nos meus peitos.
Depois ele se deitou do meu lado enquanto eu ainda saboreava o leite dele e espalhava nos meus peitos, e me disse:
— Mamacita, não sei o que deu em você, mas você esteve incrível, uma verdadeira putinha. Vai ficar assim com meu leite na sua cara e no seu corpo até ter que tomar banho pra ir pra academia.
Eu concordei, não queria tirar o gosto do leite dele nem o cheiro de macho. Ele se vestiu, foi embora e eu acabei dormindo. Depois me levantei pra ir pra academia. No mesmo dia, meu marido voltou muito feliz à noite.
— Amor, que sorte você me trouxe! Desde que meus chefes te viram, te elogiaram tanto e disseram que sou tão sortudo por ter você que me promoveram de cargo. Agora vou ser supervisor de toda a linha de produção na matriz. Mas isso significa mudar de residência de novo.
— Claro, meu amor — falei enquanto o abraçava, cheia de alegria. — E pra onde dessa vez, meu amor? Pra onde for, vou com você, gostosa.
— Bom, está decidido. Deixei minha resposta pendente até perguntar pra você. Amanhã vou dar a resposta positiva. Aliás, a matriz fica no norte do país. Vai ser questão de uns meses enquanto me treinam aqui para o novo cargo, o que vai implicar mudarmos de casa pra uma mais perto da fábrica, mas já é certo.
— Sério? — falei, surpresa. — Pensei que seria aqui mesmo no DF.
— Não, amor, a matriz fica lá. Além disso, meus chefes dizem que os donos estão tão contentes comigo que querem que a gente comece a socializar mais.
Pra mim foi uma surpresa agradável. Não só me afastaria do Paco e do Juan, mas agora estaria perto da pessoa que mais me fez gozar.
Continua…
Aqui está a continuação dos meus relatos, um pouco atrasada por causa das minhas muitas ocupações, jijijijiji.
O jeito que Juan e Paco usavam meu corpo me deixava completamente nas mãos deles. As fodas deles me enlouqueciam, despertavam sensações em mim toda vez que me possuíam, me deixando rendida aos apetites sexuais deles.
Mas também, o fato de que eles dispunham do meu corpo como se fossem meus donos, me alugando como uma puta para os vizinhos, me fazia sentir que eu era completamente deles.
Toda vez que queriam me comer ou me alugar, eles convidavam meu marido para beber, drogavam ele e assim tinham tempo livre para me possuir na minha própria cama, ou para que algum vizinho me comesse ali mesmo. Cada vizinho aproveitou meu corpo, minha buceta, e teve vezes que até dois ou três me possuíam. Até uma vizinha lésbica pagou para me ter.
Se não fosse por um evento inesperado, eu continuaria sendo a puta da rua, ou melhor, do bairro…
Meu marido era muito querido na empresa onde trabalhava. Ele era muito habilidoso no trabalho, a ponto de subir de cargo rapidamente, o que fez com que fosse muito elogiado na frente dos donos da empresa.
No fim do ano, teve um jantar na empresa, uma confraternização. Para essa ocasião especial, convidaram os donos, que vinham de outra cidade. Quando souberam que eles viriam, mandaram os funcionários levarem suas esposas.
Então meu marido me disse para ficar gostosa para a ocasião. Ele queria que minha beleza impactasse todo mundo. Me comprou um vestido azul lindo, justo no corpo. O decote era generoso, deixando ver boa parte dos meus peitos na frente e minhas costas atrás, indo até a cintura. A saia ia abaixo dos joelhos, mas tinha uma abertura que subia até mais da metade da coxa, deixando ver minhas pernas. Como o vestido era sem mangas, só com alças, coloquei umas luvas brancas que cobriam até acima do cotovelo e, para finalizar, meus sapatos de salto dourados.
Ele pagou uma sessão no salão para me maquiar e arrumar o cabelo, finalizando com… Uma corrente de ouro que ele me deu no nosso casamento e um cinto dourado que pendia na minha cintura. Quando fiquei pronta, me olhei no espelho, estava radiante, e meu marido disse: — “Só porque vamos pra festa, não te jogo na cama pra te foder agora” — e eu respondi mandando um beijo pra ele pelo espelho.
Ao sair, Paco e Juan nos cumprimentaram; quando meu marido se virou pra abrir a porta do táxi, os dois me olharam com cara de safados e esticaram a língua, como se estivessem se lambendo pensando no que iam comer quando voltássemos da festa.
Aquele olhar me molhou na hora, mas não deixei transparecer e fomos pra festa. Quando chegamos, meu marido me apresentou pros colegas e superiores dele, todos elogiavam minha beleza, os olhares deles entregavam o que sentiam ao me ver, eu ficava envergonhada com tanta atenção e às vezes baixava os olhos, o que me deixava ver as ereções que minha presença provocava.
Quando os donos chegaram, o chefe do meu marido chamou ele pra apresentá-lo. Mal ele saiu, os colegas dele sentaram ao meu redor e falaram:
— Uau! Nunca pensei que esse cara tivesse uma boneca dessas em casa.
— É, a senhora é um tesão, hein.
— Kkkkk, obrigada, vocês são muito gentis — respondi, corando.
— É — disse outro — Que inveja que deu, que noites você deve proporcionar pra ele, eu pelo menos não deixaria você dormir.
Fiquei vermelha e baixei o olhar, os olhares deles estavam cheios de luxúria. Nisso, meu marido voltou e disse:
— Vem, os senhores querem te conhecer.
Isso me ajudou a escapar daqueles lobos que queriam me devorar. Levantei e senti os olhares deles cravados na minha bunda, então me requebrei de propósito pra deixar eles com água na boca.
Quando cheguei, meu marido me apresentou pros senhores. Eram homens mais velhos, um um pouco mais novo que o outro, bonitos, com modos muito finos. Ao me apresentar, cada um pegou minha mão e beijou, se curvando.
— É um prazer conhecê-los — falei.
— Ao contrário — disse um deles — Obrigado por nos conceder o prazer de admirar tanta... Beleza angelical.
Fiquei corada e agradeci.
—Seu marido é um homem muito sortudo — ele continuou — Não só é um dos nossos melhores funcionários, como também é o felizardo dono de uma mulher tão gostosa. — As palavras dele me fizeram tremer. — E não só isso, ele vai longe na empresa.
Então se desculparam porque precisavam continuar atendendo outras pessoas — Nos perdoe, esperamos cruzar com vocês de novo nesta noite.
Voltamos pra mesa e meu marido estava feliz com o impacto que causei neles. A música começou, era a que a gente mais gosta de dançar, era salsa, então meu marido, todo contente, me perguntou se eu queria dançar, aceitei e levantamos.
Meus movimentos no ritmo da música atraíam olhares masculinos, eu percebia e notava que os olhos deles seguiam meu quadril e minha silhueta a cada passo que eu dava. Aí fizeram uma roda enquanto a gente dançava, de repente um casal entrava e trocava de lugar com a gente, meu marido dançava com ela enquanto o homem aproveitava pra dançar comigo. Às vezes, por causa da dança, ele se encostava em mim, roçando a ereção no meu corpo, e aproveitava pra chegar a boca no meu ouvido e sussurrar — Mamacita, você é muito gostosa, como eu queria te fazer gozar a noite inteira — e a gente continuava trocando de parceiros, então recebi várias propostas indecentes durante a dança. O que, confesso, me excitou pra caralho.
Num certo momento da festa, meu marido quis sentar pra descansar e tomar cerveja, e eu quis aproveitar pra ir ao banheiro. Nessa altura, ele já estava meio bêbado e não queria mais dançar.
Quando cheguei no banheiro, vi que estava tão cheio que não tinha chance de entrar logo, o que me deixou meio angustiada. Aí ouvi atrás de mim:
— Aconteceu alguma coisa, senhora? — Era um dos donos, o mais novo, que tinha falado mais antes.
— Sim, preciso ir ao banheiro, mas está lotado.
— Não se preocupe, senhora, tem um no escritório, posso levar a senhora. — Não, como cê pensa, que pena, o que vai dizer.
— Não se preocupa, é um prazer ajudar a senhora.
Então eu acompanhei ele até o escritório, a porta por onde saímos ficava do lado do banheiro feminino, então ninguém notou quando a gente foi embora. Quando chegamos, era um privado no segundo andar, de onde dava pra ver a festa inteira.
— É ali, senhora. — Ele apontou, e eu agradeci e entrei.
Quando saí, ele tava sentado na escrivaninha dele, olhando a festa por uma janela através da persiana entreaberta. Me aproximei e, sim, dava pra ver todo o ambiente. De lá, vi meu marido bem animado, bebendo e conversando com os colegas.
— Tão bem animados, eu tô aqui há um tempão, não sou muito de festas. Aliás, daqui eu curti sua dança, você tem um corpo maravilhoso e sabe usar muito bem. — Ele disse, me varrendo com o olhar de cima a baixo.
Não consegui evitar ficar vermelha e sentir um arrepio percorrer meu corpo. Aí ele se levantou, ficou atrás de mim, colocou as mãos nos meus ombros e começou a acariciar de leve, fazendo minha pele se arrepiar toda.
— Não, por favor, alguém pode vir e vão pensar mal da gente.
— Não se preocupa. — Ele respondeu sem parar de acariciar meus ombros e pescoço. — Onde a gente tá, ninguém consegue chegar aqui, e ninguém sabe que a gente tá aqui.
Aí as mãos dele desceram as alças do meu vestido até quase descobrir meus peitos. Minha respiração ficou ofegante, e nisso ele beijou de leve meus ombros até meu pescoço. Eu sentia o hálito dele no meu pescoço, a respiração dele tava me excitando.
Segurando meus ombros, ele me puxou pra perto da escrivaninha, onde terminou de soltar meu vestido, que caiu no chão, e me fez apoiar as mãos nela, ficando inclinada. Minha respiração já era só gemidos.
Ele colou o corpo dele no meu enquanto me acariciava de um jeito suave, passava a mão nas minhas costas. Eu fechei os olhos e me deixei levar. Por causa do vestido que eu tava usando, não usava sutiã, então quando o vestido caiu no chão, meus peitos ficaram livres pra ele. Acariciou, os mamilos já estavam duríssimos, e ele os massageava suavemente.
A delicadeza dele me fazia sentir coisas novas, tão acostumada estava ao sexo selvagem que me deram que tinha esquecido como me sentir uma mulher na intimidade em vez de uma foxy.
Ele continuava me acariciando sem tirar a ereção da minha bunda e eu curtindo aquele momento, então as mãos dele desceram pelas minhas costas até meus quadris, pegou a calcinha fio dental e foi descendo devagar enquanto acariciava minhas pernas, no momento em que começou a baixar foi beijando minhas nádegas, minhas pernas de um jeito suave, delicado, quando terminou de tirar começou a acariciar cada perna separadamente, alternava as carícias em cada perna, o que me fez abri-las para ele não penar, diante disso ele, que estava ajoelhado, começou a subir beijando cada uma até se posicionar no meio das minhas nádegas, ali a língua dele começou a brincar com meu ânus, percorria desde meu cu até minha buceta totalmente molhada.
- MMMMMMM… OOOOHHH!
Foi meu primeiro gemido audível. Ao ver isso, ele continuou com o prazer que sua língua me dava ao percorrer desde minha buceta até meu cu. Abri mais minhas pernas para que a língua dele chegasse mais fundo na minha buceta.
Então ele aproveitou para me dar um tapa na bunda que arrancou um gemido e aproveitou para enfiar um dedo no meu ânus. O entra e sai combinado com as lambidas na minha buceta me fizeram ter um orgasmo diferente, prazeroso, único.
Minhas pernas fraquejaram e ele se levantou para me segurar, me pegou nos braços e me virou, pela primeira vez estávamos de frente, nos olhamos fixamente e então ele me beijou, primeiro suavemente, ao que eu correspondi, e então começou a morder minha boca com suavidade e depois com mais paixão.
Então me fez sentar na escrivaninha enquanto continuava beijando minha boca, aproveitou para se despir, o corpo dele não era muito atlético nem nada do tipo, apesar da idade estava muito bem conservado, mas o pau dele era lindo, grande e Totalmente depilada, ela voltou com tudo, beijando minha boca, colando a nudez dela na minha. Dali, desceu até meu pescoço, mordendo de leve. A boca dela continuou a viagem de prazer, do meu pescoço até meus peitos. Parou por ali, e a língua começou a brincar com meus mamilos.
Cada lambida arrancava gemidos de mim. As mãos dela não paravam quietas, percorrendo meu corpo inteiro, enquanto eu segurava a cabeça dela pra que as lambidas me fizessem gozar ainda mais forte.
Me joguei pra trás, deixando ela me lamber à vontade, apoiando as mãos na escrivaninha e jogando a cabeça pra trás. Ela aproveitou pra descer pela minha barriga até minha buceta, enfiando a língua de novo — "MMMMM, que delícia que é sua buceta, mamita" — ela disse.
Aí ela se levantou, segurou minha cintura, colocou o pau na minha buceta e me penetrou de um jeito diferente, devagar, como se quisesse que eu sentisse cada centímetro entrando em mim.
— AH, AH, AH, AH, AH
Só desse jeito que ela fez já me deu um arrepio nas costas que me fez ter um orgasmo. Ela começou a bombar devagar e foi aumentando o ritmo aos poucos até estar me comendo com força, segurando minha cintura.
Me tendo daquele jeito, eu tava completamente na mão dela. Ela alternava lambidas nos meus mamilos com mordidas na minha boca, e eu só envolvia ela com minhas pernas enquanto minhas mãos se agarravam nas costas dela.
— AH, AH, AH, AH, AH, PAPI, AH, AH, AH, AH, AH.
— MMMM, QUE GOSTOSA VOCÊ É, MAMACITA, ACHO QUE VOU TE DAR UM PRESENTE.
Ela falou isso, e aí eu senti o pau dela tremer, prestes a gozar. Quando senti isso, eu também comecei a tremer, então apertei ela com minhas pernas e mãos, grudando ela em mim, e a gente gozou junto, ofegando.
Aí, sem tirar o pau, ela me levantou da escrivaninha, me deixando totalmente empalada, sentou no sofá e continuou me penetrando. Desse jeito, agora era eu quem montava nela. Meus movimentos faziam ela gemer, enquanto eu aproveitava pra continuar chupando meus peitos e minha boca, cada movimento que eu fazia me fazia gozar, então ele arrancou o prendedor do meu cabelo e meu penteado se desmanchou completamente, meu cabelo solto dançava no ritmo da foda, e ele aproveitou pra puxar ele pra trás, enquanto mordia meus peitos com mais selvageria.
Comecei a ofegar mais intensamente, avisando ele de outro orgasmo que tava chegando, então ele segurou minha cintura me fazendo aumentar o ritmo da cavalgada de um jeito frenético e eu não aguentei mais, dessa vez meu orgasmo foi tão intenso que parecia que eu tava mijando nele, meus fluidos eram tão fortes que deixei o pau e as pernas dele completamente encharcados.
Eu pensei que tudo ia acabar ali, mas ele me levantou e me levou até a escrivaninha, me virou e fez eu me apoiar nela, ficando toda empinada, deixando minha bunda completamente à disposição dele, ele me deu um tapa na bunda, e voltou a meter a língua no meu cu.
-Mmmmmm, que delícia, quero provar isso.
-O que você quiser, papai, é seu.
Então ele se levantou, começou a esfregar o pau dele na minha bunda, percorrendo do cu até a minha buceta, me fazendo tremer e gemer.
-Já, papai, me dá, me dá logo.
-Você quer, minha rainha? Pode doer, amor.
-Não importa, papai, me dá.
Então ele pegou meus próprios fluidos pra lubrificar meu cu, e me penetrou devagar, mesmo já tendo feito antes, o tamanho do pau dele me causou um pouco de dor, eu apertei meus punhos e mordi a gravata dele, ele me disse:
-Se tiver doendo, eu posso parar.
-Não, papai, continua, eu aguento.
E ele continuou a penetração até enfiar tudo dentro. Quando terminou, esperou eu me acostumar, quando me senti melhor comecei a me mexer pra ele entender que eu tava pronta, e ele respondeu metendo com mais força do que antes, parecia que minha bunda enlouquecia ele porque do homem carinhoso não sobrou nada, as estocadas dele eram selvagens, de repente ele deu um tapa na minha bunda e uma das mãos dele começou a puxar meu cabelo.
-AAAAHHHH! ¡AAAAAGGGGHHHHH! ¡AH, AH, AH, AH, AH!
Já não queria que ele me soltasse, queria ser dele pra sempre, aproveitar aquela experiência por mais tempo. As estocadas dele faziam um som de chaca chaca toda vez que o corpo dele batia na minha bunda e as bolas dele batiam na minha buceta molhada.
-¡AH, AH, AH, PAPIIII!
-¡MMMM, QUEM DIRIA QUE ESSA FESTA IA SER TÃO BOA!
-¡AAAAHHH! ME FAZ TUA PRA SEMPRE! ¡AAAAAGGGGHHHH!
As estocadas dele arrancaram mais orgasmos de mim e ficamos assim até o pau dele explodir de novo, enchendo minhas entranhas de porra. Quando terminamos, ele sentou no sofá e eu subi em cima dele, beijando ele e agradecendo por me tratar daquele jeito.
-Não, pelo contrário, eu é que tenho que te agradecer, gatinha, por essa sessão de sexo tão gostosa como há muito tempo não tinha.
-Preciso me vestir, meu marido pode sentir minha falta.
Me vesti e arrumei meu cabelo o melhor que pude. O que agradecia era que meu marido ia estar tão bêbado que não notaria que meu penteado não era o mesmo. Me despedi dele com um beijo longo e intenso. Fui embora achando que não ia vê-lo de novo. Saí pela mesma porta e ninguém percebeu minha ausência, já que meu marido e os amigos dele estavam totalmente bêbados naquela hora. Quando cheguei, ele nem notou. Fiquei sentada vendo ele se embebedar até que, entediada, falei que queria ir embora, e ele concordou.
Ajudei ele a se levantar e fomos pra casa. Quando chegamos, tomei cuidado pra não fazer barulho. Não tava a fim de aguentar as besteiras do Paco e do Juan e, graças a Deus, eles não perceberam nossa chegada.
Na segunda-feira seguinte, meu marido foi trabalhar, mas antes já tinha pedido pra ele colocar uns cadeados nas portas, porque falei que tava com medo de alguém invadir. Então, quando ele saiu, tranquei tudo por dentro.
O jeito tão diferente que o Chefe do meu marido me comeu me deu um pouco de lucidez, uma vontade de escapar das mãos do Paco.
Quando meu marido saiu, meia hora depois ouvi o Paco tentando abrir a porta. escutava a chave tentando abrir, meu pulso acelerou instintivamente mas me segurei pra não abrir, ele começou a bater de leve, mas não respondi.
—Mami, me abre, aqui está a cock que você tanto gosta.
Mas não respondi. Meu pulso disparava, minha respiração ficava mais ofegante, ouvir a voz dele fez minha buceta ficar toda molhada, ele continuava me chamando, sem responder me encostei na porta pra ouvir a respiração dele, enquanto a minha era só gemido, pela porta dava pra ouvir a respiração dele e isso me excitava cada vez mais —Mami, aqui está sua yummy cock, tô com ela na mão, tá escorrendo de vontade de entrar no seu cu— As palavras dele me faziam tremer, só de imaginar a cock dele me dava vontade de abrir. Fiz um esforço e me afastei dali, corri pra minha cama e me cobri a cabeça com um travesseiro tentando tirar da minha mente e do meu corpo as palavras dele e as imagens da cock dele penetrando minha pussy.
—Não, não, não!— Comecei a murmurar presa do tesão, me levantei e desesperada fui pro banheiro, abri o chuveiro e entrei na água tentando assim esquecer o que sentia.
Mas foi pior, as palavras dele ecoando na minha mente, o tesão que tomava meu corpo e o contato da água na minha pele como se fossem mãos me percorrendo fizeram meu tesão aumentar de forma incontrolável, comecei a me acariciar sozinha, apertava meus peitos gemendo, num movimento minha mão tocou minha pussy e eu não aguentei mais…
Corri pro meu quarto, peguei meu dildo e me jogando na cama comecei a me masturbar de forma selvagem, gemia, ofegava, tentava acalmar meu tesão, arrancar aquela voz da minha cabeça, aquela voz que dizia —“Você é uma foxy, adora ser comida, quer que o Paco meta a cock dele em você”— e eu respondia entre gemidos —Não, não, não, me deixa, me deixa, jáaaaaa!
O orgasmo que veio depois foi tão forte que minhas convulsões não paravam, mas antes de me deixar calma, me deixou pior, super quente.
Não aguentei mais, me levantei e fui até a porta. Precisava do Paco e da pica dele. Quando abri a porta, ele ainda estava lá. O olhar dele ao me ver nua foi o de um animal prestes a cruzar com a sua mulher.
— Sabia que você ia me abrir, putinha. Você é totalmente minha, vagabunda. Eu sou seu dono. — Ele me pegou no colo e me levou pra minha cama enquanto eu tremia nos braços dele e gemia baixinho.
Aí o Paco fez algo que nunca tinha feito: se despiu enquanto me olhava gemer feito uma gatinha e se deitou do meu lado. A mão dele começou a percorrer meu corpo, me fazendo arrepiar com cada toque. Foi das minhas pernas, subindo pela minha cintura até meus peitos, e dali pro meu rosto, que ele acariciou.
Depois, segurou minha cara com as mãos e me beijou. Primeiro foi um beijo suave, que foi aumentando de tesão até terminar mordendo meus lábios. Ele mordia meu lábio inferior, puxando de leve, me deixando louca.
— AAAAAAAHHHH!
Meus olhos estavam fechados, eu não queria abrir. Só queria me entregar nas mãos dele. Minhas mãos tocaram ele, acariciando o peito dele, a barriga, a pica, enquanto ele acariciava meus peitos, segurava meu rosto de novo e me beijava, me puxando pela nuca.
— Você é minha! Eu sou seu dono!
— AAAAAH! Sim, papai, você é meu dono…
Eu grudei meu corpo no dele, precisava sentir minha nudez colada na dele. Agora as mãos dele começaram a me tocar do jeito que só ele sabe: com luxúria, de forma animal. Ele agarrava minha bunda, me apertando contra ele, esfregando a pica no meu corpo.
Sem falar nada, me soltei e fiz ele deitar. Minha língua percorreu o corpo dele. Minha viagem começou na boca dele, descendo até chegar na pica dele… Comecei a acariciar ela, a admirar, e beijei a cabeça. Agora minha língua começou a lamber de cima pra baixo enquanto massageava as bolas dele. Não aguentei mais e meti tudo na boca, fazendo um boquete como nunca. Eu queria ela toda. Chupei, mordisquei, arrancando gemidos dele. Chupei e lambi as bolas dele. Era totalmente minha.
Aí ele segurou minha cabeça pra começar a foder minha boca. Mmmmmm, ele me fodia brutalmente, quase me engasgando. A pica dele comecei a boquear, aumentei minhas mamadas pra aproveitar o cum dele, mmmm, que gostoso sabe…
Então, sem dar tempo dele se recuperar, me joguei na boca dele pra compartilhar o gosto do cum dele na minha. Beijei ele assim como ele me beijou com meus sucos na boca dele. Depois voltei a masturbar ele pra que o cock dele não perdesse a ereção, quando tava do jeito que eu queria, montei nele de costas, queria que ele aproveitasse a vista da minha buceta quicando no cock dele.
Comecei minha cavalgada, pra frente, pra trás, em círculos, Paco só bufava, tava surpreso com o que eu fazia, até que ele reagiu e me deu um tapa na bunda que me fez gemer. Então ele enfiou os dedos no meu cu, se levantou um pouco e começou a puxar meu cabelo enquanto me sodomizava.
-VAMOS slut, MAIS, QUE GOSTOSO QUICA ESSA BUNDA!
-AAAAHHHH! AH, AH, AH, AH, AH!
Ele mordeu minhas costas, eu gritei, me agarrou pelos peitos com as duas mãos me puxando contra o corpo dele enquanto eu continuava me movendo no cock dele. Então tive meu primeiro orgasmo daquele dia.
Ao me ver tremer de orgasmo, ele me deixou um momento e depois, sem tirar, me fez virar, a gente se comia de boca, eu segurava a cabeça dele enquanto ele me segurava pelos cabelos. Então, me tendo enfiada pela buceta, ele se levantou e assim começou a me comer de pé, minhas pernas estavam em volta dele, assim de pé as penetrações dele eram totalmente selvagens, até o fundo, arrancando outro orgasmo meu imediatamente. Ele se virou e me jogou na cama sem tirar o cock dele, ficando ele de pé e assim como tava me bombava animalmente, bombava e bufava, não falava, só me comia.
Depois ele tirou enquanto eu gemia, colocou na entrada do meu cu e empurrou, até que o cock dele tivesse totalmente dentro do meu cu. Agarrou minhas pernas pra abraçá-las contra o peito dele e começou a bombear meu cu arrancando gritos de mim, enquanto eu me masturbava esfregando meu clitóris com minha própria mão.
-AAAAAAGGGHH! AHAAAAAHHH!
Bombava e bombava, não parava, outro orgasmo, mais um, e outro! Eu me sentia morrendo, mas ao mesmo tempo não queria que parasse, até que ele começou a acelerar as estocadas. Mas aí, antes de explodir, ele tirou e se aproximou do meu rosto se masturbando. Quando vi aquilo, abri minha boca e o pau dele explodiu, jorrando o leite na minha cara, no meu cabelo, nos meus peitos.
Depois ele se deitou do meu lado enquanto eu ainda saboreava o leite dele e espalhava nos meus peitos, e me disse:
— Mamacita, não sei o que deu em você, mas você esteve incrível, uma verdadeira putinha. Vai ficar assim com meu leite na sua cara e no seu corpo até ter que tomar banho pra ir pra academia.
Eu concordei, não queria tirar o gosto do leite dele nem o cheiro de macho. Ele se vestiu, foi embora e eu acabei dormindo. Depois me levantei pra ir pra academia. No mesmo dia, meu marido voltou muito feliz à noite.
— Amor, que sorte você me trouxe! Desde que meus chefes te viram, te elogiaram tanto e disseram que sou tão sortudo por ter você que me promoveram de cargo. Agora vou ser supervisor de toda a linha de produção na matriz. Mas isso significa mudar de residência de novo.
— Claro, meu amor — falei enquanto o abraçava, cheia de alegria. — E pra onde dessa vez, meu amor? Pra onde for, vou com você, gostosa.
— Bom, está decidido. Deixei minha resposta pendente até perguntar pra você. Amanhã vou dar a resposta positiva. Aliás, a matriz fica no norte do país. Vai ser questão de uns meses enquanto me treinam aqui para o novo cargo, o que vai implicar mudarmos de casa pra uma mais perto da fábrica, mas já é certo.
— Sério? — falei, surpresa. — Pensei que seria aqui mesmo no DF.
— Não, amor, a matriz fica lá. Além disso, meus chefes dizem que os donos estão tão contentes comigo que querem que a gente comece a socializar mais.
Pra mim foi uma surpresa agradável. Não só me afastaria do Paco e do Juan, mas agora estaria perto da pessoa que mais me fez gozar.
Continua…
2 comentários - 10. El jefe de mi marido (Sexy Aracely)