10. O chefe do meu marido (Sexy Aracely)

O Chefe do Meu Marido

Aqui está a continuação dos meus relatos, um pouco atrasada por causa das minhas muitas ocupações, jijijijiji.

A forma como Juan e Paco dispunham do meu corpo me deixava rendida nas mãos deles, as fodas deles me enlouqueciam, despertavam sensações em mim cada vez que me possuíam, me deixando completamente entregue aos apetites sexuais deles.

Mas também, o fato de disporem do meu corpo como se fossem meus donos, me alugando como uma puta para os vizinhos, me fazia sentir que era totalmente deles.

Cada vez que queriam me comer ou me alugar, convidavam meu marido para beber para drogá-lo e assim ter tempo livre para me possuir na minha própria cama, ou para que algum vizinho me comesse ali mesmo. Cada vizinho aproveitou meu corpo, minha bunda, e houve ocasiões em que até dois ou três me possuíam, até uma vizinha lésbica pagou para me ter.

Se não fosse por um evento inesperado, eu continuaria sendo a puta da rua, ou melhor, do bairro…

Meu marido era muito querido na empresa onde trabalhava, era muito habilidoso no trabalho, a ponto de subir rapidamente, o que lhe rendeu muitos elogios na frente dos donos da empresa.

No fim do ano, havia um jantar na empresa, uma confraternização. Para essa ocasião em particular, convidaram os donos, que vinham de outra cidade, e ao saber que eles viriam, disseram aos funcionários para convidarem suas esposas.

Então meu marido me disse para me arrumar bem para a ocasião, ele queria que minha beleza os impactasse. Ele me comprou um lindo vestido azul justo ao corpo. O decote era generoso, deixando ver boa parte dos meus peitos na frente e minhas costas atrás, chegando até a cintura. A saia ia abaixo dos joelhos, mas tinha uma abertura que chegava acima da metade da perna, permitindo ver minhas coxas. Como o vestido era sem mangas, só alças, coloquei umas luvas brancas que cobriam acima do cotovelo e, para finalizar, meus sapatos de salto dourados.

Ele pagou uma sessão num salão para me maquiar e pentear, finalizando com… uma corrente de ouro que ele me deu no nosso casamento e um cinto dourado que pendia dos meus quadris. Quando fiquei pronta, me olhei no espelho, estava radiante e meu marido me disse: — "Só porque vamos pra festa, não te jogo na cama pra te comer agora" — ao que respondi mandando um beijo pra ele pelo espelho.

Ao sair, Paco e Juan nos cumprimentaram, quando meu marido virou pra abrir a porta do táxi, os dois me olharam com um olhar sujo e esticaram as línguas como se estivessem se lambendo pensando no que iam comer quando voltássemos da festa.

Aquele olhar me molhou na hora, mas não deixei transparecer e fomos pra festa. Quando chegamos, meu marido me apresentou pros colegas e superiores dele, todos elogiavam minha beleza, os olhares deles entregavam o que sentiam ao me ver, eu ficava envergonhada com tanta atenção e às vezes baixava os olhos, o que me permitia ver as ereções que minha presença provocava.

Quando os donos chegaram, o chefe do meu marido chamou ele pra apresentá-lo aos donos, assim que ele foi embora, os colegas dele sentaram logo ao meu redor pra me dizer:
— Uau! Nunca pensei que esse cara tivesse uma boneca dessas em casa.
— É, a senhora é um tesão, dona.
— Kkkkkkk, obrigada, vocês são muito gentis — respondi corando.
— É — disse outro — Que inveja que deu, que noites você deve proporcionar pra ele, eu pelo menos não deixava você dormir.

Eu corei e baixei o olhar, os olhares deles estavam cheios de luxúria, nisso meu marido voltou e me disse:
— Vem, os senhores querem te conhecer.

Isso me ajudou a escapar daqueles lobos que queriam me devorar. Levantei e senti os olhares deles cravados na minha bunda, então me remexi de propósito pra deixar eles com água na boca.

Quando cheguei, meu marido me apresentou pros senhores, eram homens mais velhos, um deles um pouco mais novo que o outro, bonitos, com modos muito finos, ao me apresentar, cada um pegou minha mão e beijou se curvando.
— É um prazer conhecê-los — falei.
— Pelo contrário — disse um deles — Obrigado por nos conceder o prazer de admirar tanta Beleza angelical.
Fiquei ruborizada e agradeci.
—Seu marido é um homem de muita sorte — ele continuou — Não só é um dos nossos melhores funcionários, como também é o felizardo dono de uma mulher tão gostosa. — As palavras dele me fizeram tremer. — E não só isso, ele vai longe na empresa.

Então eles se desculparam, porque precisavam atender outras pessoas — Nos perdoem, esperamos cruzar com vocês de novo nesta noite.

Voltamos pra mesa e meu marido estava feliz com o impacto que causei neles. A música começou, era a que a gente mais gosta de dançar, era salsa, então meu marido, todo animado, me perguntou se eu queria dançar, aceitei e levantamos.

Meus movimentos no ritmo da música atraíam olhares masculinos, eu percebia e notava que os olhos deles seguiam minha cintura e minha silhueta a cada passo que eu dava. Aí fizeram uma roda em volta da gente enquanto dançávamos, de repente um casal entrava e trocava de lugar com a gente, meu marido dançava com ela enquanto o homem aproveitava pra dançar comigo. Às vezes, por causa da dança, ele se encostava em mim, roçando a ereção no meu corpo, e aproveitava pra chegar a boca no meu ouvido e sussurrar — Mamacita, você é muito gostosa, como eu queria te fazer gozar a noite inteira — e a gente continuava trocando de parceiros, então recebi várias propostas indecentes durante a dança. O que, confesso, me excitou pra caralho.

Em certo momento da festa, meu marido quis sentar pra descansar e tomar cerveja, e eu aproveitei pra ir ao banheiro. Nessa altura, ele já estava meio bêbado e não queria mais dançar.

Quando cheguei no banheiro, vi que estava tão cheio que não tinha chance de entrar logo, o que me deixou meio angustiada. Aí ouvi atrás de mim:
— Aconteceu alguma coisa, senhora? — Era um dos donos, o mais novo, que tinha falado mais antes.
— Sim, preciso ir ao banheiro, mas está lotado.
— Não se preocupe, senhora, tem um no escritório, posso levá-la. — Não, como cê pensa, que pena, o que vai dizer.
— Não se preocupe, é um prazer ajudar a senhora.

Então fui com ele até o escritório, a porta por onde saímos ficava do lado do banheiro feminino, então ninguém percebeu quando fomos embora. Ao chegar, era um privê no segundo andar, de onde dava pra ver a festa inteira.
— É aqui, senhora. — Ele apontou, e eu agradeci e entrei.

Quando saí, ele estava sentado na escrivaninha dele, olhando a festa por uma janela através da persiana entreaberta. Me aproximei e, sim, dava pra ver todo o ambiente. De lá, vi meu marido bem animado, bebendo e conversando com os colegas.
— Tão bem animados, eu já tô aqui há um tempo, não sou muito de festas. Aliás, daqui aproveitei sua dança, você tem um corpo maravilhoso e sabe usar muito bem — disse ele, me olhando de cima a baixo.

Não consegui evitar ficar vermelha e sentir um arrepio percorrer meu corpo. Então ele se levantou, ficou atrás de mim, colocou as mãos nos meus ombros e começou a acariciá-los suavemente, fazendo minha pele se arrepiar.
— Não, por favor, alguém pode vir e vão pensar mal de nós.
— Não se preocupe — respondeu ele, sem parar de acariciar meus ombros e pescoço. — Onde estamos, ninguém chega aqui, e ninguém sabe que estamos aqui.

Então as mãos dele desceram as alças do meu vestido até quase descobrir meus peitos. Minha respiração ficou ofegante. Nisso, ele beijou suavemente meus ombros até meu pescoço, senti o hálito dele no meu pescoço, a respiração dele estava me excitando.

Segurando meus ombros, me puxou até a escrivaninha, onde terminou de soltar meu vestido, que caiu no chão, e me fez apoiar as mãos nela, ficando inclinada. Minha respiração já era só gemidos.

Ele colou o corpo dele no meu enquanto me acariciava de forma suave, acariciava minhas costas. Fechei os olhos e me deixei levar. Por causa do vestido que eu usava, não estava de sutiã, então quando o vestido caiu no chão, meus peitos ficaram livres pra ele. Acariciou, os mamilos já estavam duríssimos, e ele os massageava suavemente.

A delicadeza dele me fazia sentir coisas novas, tão acostumada estava ao sexo selvagem que me deram que tinha esquecido como me sentir uma mulher na intimidade em vez de uma foxy.

Continuava me acariciando sem tirar a ereção da minha bunda e eu curtindo aquele momento, então as mãos dele desceram pelas minhas costas até meus quadris, pegou a tanga e foi descendo devagar enquanto acariciava minhas pernas, na hora de começar a baixar foi beijando minhas nádegas, minhas pernas de um jeito suave, delicado, quando terminou de baixar começou a acariciar cada perna separadamente, alternava as carícias em cada perna, o que me fez abri-las pra ele não penar, diante disso ele, que estava ajoelhado, começou a subir beijando cada uma até se posicionar no meio da minha bunda, ali a língua dele começou a brincar com meu cu, percorria desde minha bunda até minha buceta totalmente molhada.
- MMMMMMM… OOOOHHH!

Foi meu primeiro gemido audível. Ao ver isso ele continuou com o prazer que a língua dele me dava ao percorrer desde minha buceta até meu cu. Abri mais minhas pernas pra língua dele chegar mais fundo na minha buceta.

Então ele aproveitou pra me dar um tapa na bunda que arrancou um gemido e aproveitou pra meter um dedo no meu cu. O vai e vem combinado com as lambidas na minha buceta me fizeram ter um orgasmo diferente, prazeroso, único.

Minhas pernas fraquejaram e ele se levantou pra me segurar, me pegou nos braços e me virou, pela primeira vez estávamos de frente, nos olhamos fixamente e então ele me beijou, primeiro suavemente, e eu correspondi, e então ele começou a morder minha boca com suavidade e depois com mais paixão.

Então me fez sentar na escrivaninha enquanto continuava beijando minha boca, aproveitou pra se despir, o corpo dele não era muito atlético nem nada do tipo, apesar da idade estava muito bem conservado, mas o pau dele era lindo, grande e Totalmente depilada, ela voltou com tudo, beijando minha boca, encostando a nudez dela na minha, e dali desceu até meu pescoço, mordendo de leve. A boca dela continuou a viagem de prazer, do meu pescoço até meus peitos, onde parou, e a língua começou a brincar com meus mamilos.

Cada lambida arrancava gemidos de mim, as mãos dela não paravam quietas, percorrendo meu corpo inteiro, enquanto eu segurava a cabeça dela pra que as lambidas me fizessem gozar ainda mais forte.

Me joguei pra trás pra deixar ela me lamber à vontade, apoiando as mãos na escrivaninha e jogando a cabeça pra trás, e ela aproveitou pra descer pela minha barriga até minha buceta, enfiando a língua de novo – MMMMM, que delícia que é sua buceta, mamãe – ela falou.

Aí ela se levantou, segurou minha cintura, colocou o pau na minha buceta e me penetrou de um jeito diferente, devagar, como se quisesse que eu sentisse cada centímetro que entrava em mim.
– AH, AH, AH, AH, AH

Só desse jeito que ela me fez já me deu um arrepio nas costas que me fez ter um orgasmo. Ela começou a bombar devagar e foi aumentando o ritmo aos poucos até estar me comendo com força, segurando minha cintura.

Me tendo daquele jeito, eu tava completamente na mão dela, ela alternava lambidas nos meus mamilos com mordidas na minha boca, e eu só envolvia ela com minhas pernas enquanto minhas mãos se agarravam nas costas dela.
– AH, AH, AH, AH, AH, PAPI, AH, AH, AH, AH, AH.
– MMMMM, QUE GOSTOSA VOCÊ É, MAMACITA, ACHO QUE VOU TE DAR UM PRESENTE.

Ela falou isso e eu senti o pau dela tremer, prestes a gozar, e quando senti isso, eu também comecei a tremer, então apertei ela com minhas pernas e mãos contra mim, e a gente gozou junto, ofegante.

Aí, sem tirar de dentro, ela me levantou da escrivaninha, me deixando totalmente empalada, sentou no sofá e continuou me penetrando. Assim, agora era eu quem começou a cavalgar ela, meus movimentos faziam ela gemer, enquanto eu aproveitava pra continuar chupando meus peitos e minha boca, cada movimento que eu fazia me fazia gozar, então ele arrancou o prendedor do meu cabelo e meu penteado se desmanchou completamente, meu cabelo solto dançava no ritmo da foda, e ele aproveitou pra puxar ele pra trás, enquanto mordia meus peitos com mais selvageria.

Comecei a ofegar mais intensamente, avisando ele de outro orgasmo que tava chegando, então ele segurou minha cintura, me fazendo aumentar o ritmo da cavalgada de um jeito frenético, e eu não aguentei mais. Dessa vez meu orgasmo foi tão intenso que parecia que eu tava mijando nele, meus fluidos eram tão fortes que deixei o pau e as pernas dele completamente encharcados.

Eu pensei que tudo ia acabar ali, mas ele me levantou e me levou até a escrivaninha, me virou e fez eu me apoiar nela, ficando toda empinada, deixando minha bunda completamente à disposição dele. Ele me deu um tapa na bunda e voltou a atacar com a língua no meu cu.
— Mmmmmm, que delícia, quero provar isso.
— O que você quiser, papai, é seu.

Então ele se levantou, começou a esfregar o pau dele na minha bunda, percorrendo desde o ânus até minha buceta, me fazendo tremer e gemer.
— Já, papai, me dá, me dá logo.
— Você quer, minha rainha? Pode doer, amor.
— Não importa, papai, me dá.

Então ele pegou meus próprios fluidos pra lubrificar meu cu, e me penetrou devagar. Mesmo já tendo feito isso antes, o tamanho do pau dele me causou um pouco de dor. Eu apertei os punhos e mordi a gravata dele, e ele disse:
— Se tiver doendo, eu posso parar.
— Não, papai, continua, eu aguento.

E ele continuou a penetração até enfiar tudo lá dentro. Quando terminou, esperou eu me acostumar. Quando me senti melhor, comecei a me mexer pra mostrar que já tava pronta, e ele respondeu atacando com mais força do que antes. Parecia que minha bunda enlouquecia ele, porque do homem meigo não sobrou nada, as estocadas eram selvagens. De repente, ele deu um tapa na minha bunda e uma das mãos começou a puxar meu cabelo.
— AAAAAHHHH! ¡AAAAAGGGGHHHHH! ¡AH, AH, AH, AH, AH!
Já não queria que ele me soltasse, queria ser dele pra sempre, aproveitar aquela experiência por mais tempo. As estocadas dele faziam um som de chaca chaca toda vez que o corpo dele batia na minha bunda e as bolas dele batiam na minha buceta molhada.
-¡AH, AH, AH, PAPIIII!
-¡MMMM, QUEM DIRIA QUE ESSA FESTA IA SER TÃO BOA!
-¡AAAAHHH! ME FAZ TUA PRA SEMPRE! ¡AAAAAGGGGHHHH!

As estocadas dele arrancaram mais orgasmos de mim e ficamos assim até o pau dele explodir de novo, enchendo minhas entranhas de porra. Quando terminamos, ele sentou no sofá e eu subi em cima dele, beijando ele e agradecendo por me tratar daquele jeito.
-Não, pelo contrário, eu que tenho que te agradecer, gatinha, por essa sessão de sexo tão gostosa como não tinha há muito tempo.
-Preciso me vestir, meu marido pode sentir minha falta.

Me vesti e arrumei meu cabelo o melhor que pude, o que agradecia era que meu marido estaria tão bêbado que não notaria que meu penteado não era o mesmo. Me despedi dele com um beijo longo e intenso. Fui embora achando que não o veria de novo. Saí pela mesma porta e ninguém percebeu minha ausência, já que meu marido e os amigos dele estavam totalmente bêbados naquela hora. Quando cheguei, ele nem notou, fiquei sentada vendo ele se embriagar até que, já entediada, falei que queria ir embora, e ele concordou.

Ajudei ele a se levantar e fomos pra casa. Quando chegamos, tomei cuidado pra não fazer barulho, não estava com paciência pra aguentar as besteiras do Paco e do Juan, e graças a Deus eles não perceberam nossa chegada.

Na segunda-feira seguinte, meu marido foi trabalhar, mas antes já tinha pedido pra ele colocar uns cadeados nas portas, porque falei que tinha medo de alguém invadir. Então, quando ele foi embora, tranquei tudo por dentro.

O jeito tão diferente de me comer do Chefe do meu marido me deu um pouco de lucidez, de querer escapar das mãos do Paco.

Quando meu marido saiu, meia hora depois ouvi o Paco tentando abrir a porta. escutava a chave tentando abrir, meu pulso acelerou instintivamente mas me segurei pra não abrir, ele começou a bater de leve, mas não respondi.
—Mami, abre pra mim, aqui está a cock que você tanto gosta.

Mas não respondi. Meu pulso disparava, minha respiração ficava mais pesada, ouvir a voz dele fez minha buceta ficar toda molhada, ele continuava me chamando, sem responder me encostei na porta pra ouvir a respiração dele, enquanto a minha era só gemido, através da porta dava pra ouvir ele respirando e isso me excitava cada vez mais —Mami, aqui está sua yummy cock, tô com ela na mão, tá escorrendo pra entrar no seu cu— As palavras dele me faziam tremer, só de imaginar a cock dele já dava vontade de abrir. Me forcei e me afastei dali, corri pra minha cama e me cobri a cabeça com um travesseiro tentando tirar da minha mente e do meu corpo as palavras dele e as imagens da cock dele penetrando minha pussy.

—Não, não, não!— Comecei a murmurar dominada pelo tesão, levantei e desesperada fui pro banheiro, abri o chuveiro e entrei na água tentando assim esquecer o que sentia.

Mas foi pior, as palavras dele ecoando na minha mente, o tesão que tomava meu corpo e o contato da água na minha pele como se fossem mãos me percorrendo fizeram meu tesão aumentar de um jeito incontrolável, comecei a me acariciar sozinha, apertava meus peitos gemendo, num movimento minha mão tocou minha pussy e eu não aguentei mais…

Corri pro meu quarto, peguei meu dildo e me jogando na cama comecei a me masturbar de um jeito selvagem, gemia, ofegava, tentava acalmar meu tesão, arrancar aquela voz da minha cabeça, aquela voz que dizia —“Você é uma foxy, adora ser comida, quer que o Paco meta a cock dele em você”— e eu respondia entre gemidos —Não, não, não, me deixa, me deixa agorrrra!

O orgasmo que veio em seguida foi tão forte que minhas convulsões não paravam, mas ao invés de me acalmar, me deixou pior, super quente.

Não aguentei mais, levantei e fui até a porta. Precisava do Paco e da pica dele. Quando abri a porta, ele ainda estava lá. O olhar dele ao me ver nua foi o de um animal prestes a cruzar com sua fêmea.
— Sabia que você ia me abrir, putinha. Você é totalmente minha, vagabunda. Eu sou seu dono. — Ele me pegou no colo e me levou até minha cama, enquanto eu tremia nos braços dele e gemia baixinho.

Aí o Paco fez algo que nunca tinha feito: se despiu enquanto me olhava gemer feito uma gatinha e deitou do meu lado. A mão dele começou a percorrer meu corpo, me fazendo arrepiar com cada toque. Descia das minhas pernas, subia pela minha cintura até meus peitos e daí pro meu rosto, que ele acariciou.

Depois, segurou minha cara com as mãos e me beijou. Primeiro foi um beijo suave, que foi aumentando de tesão até ele morder meus lábios. Mordia meu lábio inferior, puxando de leve, me deixando louca.
— AAAAAAAHHHH!

Meus olhos estavam fechados, não queria abrir, só me entregar nas mãos dele. Minhas mãos tocaram ele, acariciando o peito dele, a barriga, a pica, enquanto ele acariciava meus peitos, segurava meu rosto de novo e me beijava, me puxando pela nuca.
— Você é minha, eu sou seu dono!
— AAAAAH! Sim, papai, você é meu amo…

Grudei meu corpo no dele, precisava sentir minha nudez colada na dele. Agora as mãos dele começaram a me tocar do jeito que só ele sabe: com luxúria, de forma animal. Agarrou minha bunda, me apertando contra ele, esfregando a pica no meu corpo.

Sem falar nada, me soltei e fiz ele deitar. Minha língua percorreu o corpo dele. Minha viagem começou na boca dele, descendo até chegar na pica dele… Comecei a acariciar ela, a contemplar, e beijei a cabeça. Agora minha língua começou a lamber de cima pra baixo enquanto massageava os ovos dele. Não aguentei mais e enfiei tudo na boca, fazendo um boquete como nunca. Queria ela toda, chupava, mordiscava arrancando gemidos dele, chupava e lambia os ovos dele. Era minha por completo.

Aí ele segurou minha cabeça pra começar a foder minha boca. Mmmmmm, ele me fodia brutalmente, quase me engasgando. A pica dele… Comecei a babar, aumentei minhas mamadas pra aproveitar o gozo dele, mmmm, que gostoso que é... Aí, sem dar tempo dele se recuperar, me joguei na boca dele pra compartilhar o gosto do gozo dele na minha. Beijei ele igual ele me beijou com meus sucos na boca dele. Depois voltei a masturbar ele pra que a pica dele não perdesse a ereção, quando tava do jeito que eu queria, montei nela de costas, queria que ele curtisse a vista da minha bunda quicando na pica dele. Comecei minha cavalgada, pra frente, pra trás, em círculos, Paco só bufava, tava surpreso com o que eu fazia, até que ele reagiu e me deu um tapa na bunda que me fez gemer. Aí ele enfiou os dedos no meu cu, se levantou um pouco e começou a puxar meu cabelo enquanto me sodomizava. - VAI, VADIA, MAIS, QUE GOSTOSO ESSA BUNDA QUICA! - AAAAAHHHH! AH, AH, AH, AH, AH! Ele mordeu minhas costas, eu gritei, me agarrou pelos peitos com as duas mãos me colando no corpo dele enquanto eu continuava me mexendo na pica dele. Aí tive meu primeiro orgasmo daquele dia. Ao me ver tremer de orgasmo, ele me deixou um momento e depois, sem tirar a pica, me fez virar, a gente se comia de boca, eu segurava a cabeça dele enquanto ele me puxava pelos cabelos. Então, me tendo enfiada na buceta, ele se levantou e assim começou a me comer de pé, minhas pernas enroladas nele, assim de pé as penetrações dele eram totalmente selvagens, até o fundo, arrancando outro orgasmo meu na hora. Ele se virou e me jogou na cama sem tirar a pica, ficando ele de pé e assim, do jeito que tava, me bombava igual um animal, bombava e bufava, não falava, só me comia. Aí ele tirou a pica enquanto eu gemia, colocou na entrada do meu cu e empurrou, até que a pica dele tivesse totalmente dentro do meu cu. Agarrou minhas pernas pra abraçá-las contra o peito dele e começou a bombear meu cu arrancando gritos de mim, enquanto eu me masturbava esfregando meu clitóris com minha própria mão. - AAAAAAGGGHH! AHAAAAAHHH! Bombava e bombava, não parava, outro... orgasmo, mais um, e outro! Eu me sentia morrendo, mas ao mesmo tempo não queria que parasse, até que ele começou a acelerar as estocadas. Mas aí, antes de gozar, ele tirou o pau e se aproximou do meu rosto se masturbando. Quando vi aquilo, abri a boca e o pau dele explodiu, jorrando o leite na minha cara, no meu cabelo, nos meus peitos.

Depois ele se deitou do meu lado enquanto eu ainda saboreava o leite dele e passava nos meus peitos, e me disse:
— Mamacita, não sei o que deu em você, mas você esteve incrível, uma verdadeira putinha. Vai ficar assim com meu leite na sua cara e no seu corpo até ter que tomar banho pra ir pra academia.

Eu concordei, não queria tirar o gosto do leite dele nem o cheiro de macho. Ele se vestiu, foi embora e eu acabei dormindo. Depois me levantei pra ir pra academia. No mesmo dia, meu marido voltou muito feliz à noite.
— Amor, que sorte você me trouxe! Desde que meus chefes te viram, te elogiaram tanto e disseram que sou tão sortudo por ter você que me promoveram de cargo. Agora vou ser supervisor de toda a linha de produção na matriz. Mas isso significa mudar de residência de novo.
— Claro, meu amor — falei enquanto o abraçava, cheia de alegria — E pra onde dessa vez, meu amor? Pra onde for, vou com você, gostosa.
— Bom, está decidido. Deixei minha resposta pendente até te perguntar. Amanhã vou dar a resposta positiva. Aliás, a matriz fica no norte do país. Vai ser questão de uns meses enquanto me treinam aqui para o novo cargo, o que vai implicar mudarmos de casa pra uma mais perto da fábrica, mas já é certo.
— Sério? — falei surpresa — Pensei que seria aqui mesmo no DF.
— Não, amor, a matriz fica lá. Além disso, meus chefes dizem que os donos estão tão contentes comigo que querem que a gente comece a socializar mais.

Pra mim foi uma surpresa agradável. Não só me afastaria do Paco e do Juan, mas agora estaria perto da pessoa que mais me fez gozar.

Continua…10. O chefe do meu marido (Sexy Aracely)

2 comentários - 10. O chefe do meu marido (Sexy Aracely)

Tan así ss leí un par d tus relatos tan puta ss m mandas fotos a ver si ss tan asy x fabor