Adrián corno...

A culpa é do Adrián por me enganar, ela dizia pra amiga Sandra enquanto se arrumava pra ir passar uma noite louca no Retro, um lugar em Avellaneda que é pra maiores de 25 anos. Tava puta, mas tinha certeza do que ia fazer. Vestiu uma minissaia, uma regata branca, prendeu o cabelo num coque, tênis porque não queria salto naquela noite, e falou pra Sandra: "Vamos que hoje a gente descontrola". Sandra tentou segurar, conversou, quis fazer ela pensar, mas foi só tentativa. "A culpa é do Adrián", ela disse. E quando saíram, passaram numa esquina, ela ligou pra um cara e pediu um baseado. O traficante falou que ela tava linda, e ela mandou ele tomar no cu. Aí ele disse: "Se quiser mais, a gente transa e nem te cobro, total teu maridinho não vai saber. Até te apresento a merda boa". Ela chegou perto e falou: "Me dá a boa e te pago amanhã com especiarias". Ele respondeu: "Primeiro me paga". Ela disse: "Me dá pra mim e pra minha amiga, e quando eu sair da balada de madrugada, te pago tudo que quiser". Aí ele falou: "Não moro sozinho, gata. Cê acha que a vida é de graça? O que cê pensa?" Ela respondeu: "Me dá e eu faço o que você quiser quando voltar". Ele disse: "Tá bom, mas se segura, porque a gente é mais de um". Ela falou: "Hoje não tô nem aí pra nada". Ele olhou pra ela e disse: "Me dá o baseado, fuck you. Três doses disso, não abusa". Ela nunca tinha usado, mas já tinha visto gente usar, e a Sandra ia cuidar dela. Foram andando as duas até que uma caminhonete parou numa esquina. Ela já tinha dado um belo trago e a euforia tava pintando. Três caras gritaram pra ela, e ela, toda puta, respondeu: "Por que você não chupa bem minha buceta, filho da puta? E sua puta de merda, se você adora tanto uma pica, puta". E ela disse: "Adoro sim, e o que cê vai fazer? Vou te foder", falou o cara do lado. Ela respondeu: "Então, o que cê tá esperando?" Eles ficaram pasmos, abriram a porta de trás, e ela pulou de uma vez. Sandra ficou lá embaixo, não queria subir. Mas ela tava tão louca que se jogou pra dentro. A pica do cara que tava atrás, sozinho, ele tirou pra fora e começou a chupar gostoso. O motorista arrancou e falou: "vou levar pra minha casa, essa a gente enfesta". Gritaram pra Sandra, mas Sandra não topou. Quando chegaram na casa do mano, a Melisa já tava engolindo a porra do vagabundo de trás. Mal fechou o portão da garagem, desceram ela e ela já se ajoelhou sozinha pra chupar os outros dois. Era uma chupadora profissional, de carteirinha. Perguntaram: "mina, tu trabalha com isso?" Ela tirou a boca da pica e respondeu: "Não... Pior, sou dona de casa e tô desesperada por pica." Os caras caíram na risada, ela deu um belo trago pra cada um e falaram pra subir no prédio que iam passar melhor. Ela perguntou pela amiga, e disseram que ela foi pra casa. No elevador, passaram a mão nela toda, enfiaram dedo, apertaram um peito, arrancaram a calcinha fio dental. Ela tava tão doida de droga que queria foder, não ligava pra nada. Abriu o elevador e tava um dos vizinhos dela. Ele viu algo, mas não reparou direito, cumprimentou e entraram no apartamento. Colocaram ela de joelhos no sofá, e enquanto ela chupava um, o outro comia ela com gosto. Foram se revezando até quase duas da manhã. Ela pediu pra ir no banheiro, levou a bolsa, e lá dentro deu mais um tiro. Saiu com a porta do banheiro aberta, o rabo no ar, só de tênis, a regata subida na barriga. Falou: "Vocês não vão me comer o cu, ou vão chamar alguém pra fazer esse serviço?" O dono do apê, excitado, chamou o vizinho que sempre tem gente. Enquanto os outros dois começaram a chupar o cu dela pra arrombar sem dó, penetraram com bastante dificuldade e perguntaram: "Tá bem apertadinho, linda?" Ela respondeu: "Falei, sou uma dona de casa desesperada por pica." A resposta deixou eles mais loucos ainda. Trouxeram óleo e creme e começaram a foder ela. Num momento, eram só gritos e gritos. Não dava pra saber se era de prazer ou de dor. Ela gritava e enfiavam a pica na boca dela. Pau na boca, tomou a porra dos três, vomitou duas vezes, e já tava começando a ficar com o cu totalmente aberto, quando tocam a campainha. O dono do apê manda: "Abre, deve ser o José, o vizinho." E era o José com mais dois amigos. Lá se juntaram às 5 da manhã. Melissa não aguentava mais, tinha porra até na orelha, os lábios todos machucados de tanto chupar, as pernas todas roxas, e a buceta vermelha. Os caras foram se ajeitando um por um porque não aguentavam mais. Comeram ela à vontade, fizeram o cu dela todo com o pau bem duro, sem piedade. Gozaram na cara, no cabelo, nos peitos, tava um nojo. Melissa se levanta como pode, vai no banheiro, se olha e grita: "Sou uma puta de merda." Pega a última dose, toma, e pergunta se eles não iam mais foder ela, que levassem ela pra casa dela. Aí colocam ela de quatro no chão e estouram o cu dela de pica, um por um, deixam toda a porra lá dentro, e ela fala que adorou, que não quer perder nada do que tem dentro. Aí vem um deles, pega um desodorante, começa a bater uma no cu dela até ela ter um orgasmo. Já eram umas 6 da manhã, ninguém aguentava mais. E ele enfia o desodorante no cu dela e manda: "Não tira até chegar na sua casa." E ela, como pode, veste a fio dental, a minissaia, a regata. Tem sêmen na cara e no cabelo, mas não liga pra nada. Liga pro motorista, passa o telefone pra ele, e ela dorme. Quando acorda, tá amarrada, pelada, na casa do chefe do tráfico. Três paus apontam pra cara dela. Tem um cheiro forte de maconha, são quase 4 da tarde, e eles percebem que ela tem a fio dental empurrando o desodorante que os caras colocaram. O chefe fala: "Se divertiu com os playboys? Quebraram o cu com um desodorante, esses viados. Nós vamos te ensinar a foder como deve ser, como se come putas. Mas agora descansa que à noite a gente começa tudo..." Continua...

3 comentários - Adrián corno...

Que envidia a esos chetos y a adrian porque quisiera ser el cornudo de Melissa 😏😏😏✊✊💦💦💦