Volto depois de muito tempo sem postar nada, dessa vez com uma fanfic que escrevi há um tempo e não me decidia a publicar. O título original era "Hermione Granger. E a determinação da harpia", mas mudei pra ter mais apelo. Considerem o título que acabei de mencionar como o original.
Esclarecimento: Todos os personagens são maiores de 18 anos, e esta história não respeita o cânone dos livros e/ou filmes. Acontece em uma versão alternativa.
Por último, deixo pra vocês algumas imagens falsas da protagonista dessa edição, Hermione Granger. Espero que os fãs da saga e os amantes casuais de histórias picantes achem gostoso. Aproveitem! ;)
Só mais um esclarecimento, desculpa pelas palavras grudadas. Quando eu subi, tava perfeito, sem erros, e não teve jeito de, ao passar do Word pra pré-visualização, ficar certo.






Pra uma ex-trouxa como ela, se meter no mundo mágico não tinha sido fácil como muitos pensavam. A amiga dogaroto escolhidoEla tinha se virado nos trinta pra encontrar os materiais escolares, aprender as regras e a história do mundo mágico e, claro, fazer amigos.
Depois de superar várias barreiras e deixar seu passado trouxa cada vez mais pra trás, só faltava uma porta pra ele desvendar, uma que nunca imaginou que fosse despertar tanto interesse tão cedo.
Parvati Patil tava rodeada de alunas no banheiro feminino uma noite, numa semana típica em Hogwarts, e ela, mesmo não sendo lá muito boa naquilo que chamavam de amizades, dominada pela curiosidade, se enfiou na roda, abrindo caminho a duras penas, empurrando Lavender Brown e Katie Bell.
O que as jovens feiticeiras observavam entre risadinhas histéricas e gritinhos marcou um antes e depois na vida delas: elas se deliciavam com material de entretenimento adulto do mundo dos magos.
Fotos de magos fortes e gostosos em poses provocantes piscavam o olho e posavam como se fossem homenzinhos em miniatura presos no papel fotográfico. Recortes de anúncios de objetos sexuais para bruxas, como paus móveis, esferas expansíveis e todo tipo de loucura que Hermione não entendia.
— Me passa essa foto…mmmÉ uma delícia. — Exclamou Levander, observando o teto ao receber a foto de um jogador de Quadribol seminu que lentamente puxava a túnica... Hermione ficou horrorizada com a ação das colegas, pareciam piranhas rasgando pedaços de carne, passando de uma para a outra sem deixar um pedaço inteiro... Até a Gina, bem disfarçada, dava uma espiada pelas brechas entre as colegas.
— Olha, Hermione, esse aqui parece o Harry. — Disse Spinnet, rindo. Ela quase soltou a foto de um bruxo parecidíssimo com o amigo. — Cê acha que pelado ele vai ter o mesmo corpo? — Horrorizada com os pensamentos tarados que a sacudiram, ela largou a foto, mas umas mãos habilidosas a pegaram assim que ela soltou.
Naquela noite, algo mudou em Hermione. Uma fronteira se expandiu diante dela, uma que ela desconhecia, e era a do sexo no mundo mágico. Não que ela fosse uma expert em sexo "muggle", mas o que viu e sentiu naquela noite abriu sua mente pra um novo mundo de prazer.trouxamas pelo menos já tinha ouvido falar dele. E ela odiava não saber de algo, tinha que saber tudo. Naquela mesma noite não conseguiu dormir, nem conter a umidade que a tomou no silêncio da escuridão.
Desde aquela noite, ela sempre se despedia do Harry e do Ron correndo pra chegar cedo no quarto. Se rolasse outra exibição de alegria juvenil igual à anterior, queria ver de perto. Pra sorte dela, não demorou pra presenciar outra exposição — dessa vez era a Lavender mostrando a coleção mais íntima dela.
Uma das fotos que mais chamou a atenção da Hermione foi a de um jovem Gilderoy Lockhart de sunga, anos antes de publicar seu primeiro livro.Recreio com a bansheeO atual, famoso e gostoso professor de Defesa Contra as Artes das Trevas não poderia estar mais perfeito pra ela. Pela primeira vez, sentiu o sangue ferver e seus cabelos exuberantes se arrepiarem só de ver o cara que via várias vezes por semana, que dava aulas pra eles, com um porte elegante e atraente… um homem que, quando viu mais jovem, acabou gostando ainda mais.
—Passa pra cá, Granger, não vai sujar com essa sua baba. — implicou Lavender. — É minha foto favorita.
- Não tava sujando ela! Só… me surpreendi como ele era gostoso.
—Que é isso! Sacrílega! — corrigiu Levander, pela primeira e última vez que pôde corrigi-la em algo.
— Ele curte loiras ou ruivas, então tu não tem chance, comedora de livros.
- Bom, sim, é verdade. Ele é um homem extremamente gostoso, mas não acho que… - Ninguém estava ouvindo. Entre gritinhos e exclamações, a voz e os pensamentos dela se perderam. Aquele homem, naquela foto, tinha deixado ela hipnotizada. O pensamento obsceno de dar um rala e rola selvagem com uma celebridade como ele tomou conta dela e não a deixou mais ir embora. Nem durante as aulas.
Chegar até ele era difícil, todas flertavam com Gilderoy Lockhart, alunas mais velhas e mais gostosas que ela tinham mais chances de dividir o quarto com ele, mas Hermione era teimosa. Tava cansada de ser tratada como uma idiota, como a típicacomedores de bucetafilha de trouxas que não conseguia surpreender ninguém. Gilderoy ia descobrir a obsessão que ela sentia, ou morreria tentando.
Para a sorte dela, as aulas do Lockarth não eram as ideais pra ela se exibir com seus conhecimentos; na verdade, ela só precisava saber detalhes biográficos da vida dele pra brilhar. Desde o incidente com os duendes da Cornualha, parecia que nada era um verdadeiro desafio pra ela.
O verdadeiro desafio pra ela era botar pra fora todo seu charme juvenil e mostrar pro Lockarth suas intenções. Decidida e cheia de coragem, ela se levantou na aula com o livro na mão.Férias com as bruxas, de forma decidida para se dirigir ao professor. Pigarreou pra fazer o homem levantar os olhos das cartas que ele tava assinando.
-Senhora Granger, sim, o orgulho da Grifinória, pode levantar a mão que eu vou ouvir, não precisa vir até aqui...
- Sim, eu sei, mas preciso consultar algo com o senhor. - A moça se aproximou dele, tentando não olhar para os colegas para não se acovardar. - Respondi todas as perguntas do questionário, Senhor Lockarth. - Disse com a voz mais melosa que conseguiu. - Minha preocupação é outra. - É sobre sua incrível aventura narrada aqui, seu encontro com as harpias, mais precisamente.
Mostrando um pedaço do livro pra ela.
—Sim, sim, criaturas horrendas. Todos os detalhes estão no livro, páginas duzentas e sete até… ah, bem, a senhorita Granger vai encontrar.
—Já sei, já li. — Falou erguendo a voz. Todo mundo olhava, embora a maioria aproveitasse pra conversar e quebrar a monotonia da aula chata, só o Harry e o Ron observavam o comportamento dela, estranhando. — É que diz que ela mantém a determinação da harpia que arrasou a vila de Argopólia — Sussurrou sem desviar o olhar.
-Sim… mais que correto. E daí?
- Eu adoraria ver ela. Pessoalmente, mais tarde, quando tiver um tempinho. - Vendo que todo mundo conversava cada vez mais alto e até seus amigos trocavam ideias (ou respostas) com Seamus Finnigan, partiu pro contato físico, pousando a mão sobre a do professor narcisista (uma mão anormalmente lisa e macia).
—Não entendo, é só… uma lembrança da minha façanha incrível. — Disse ele, consternado, entrando na brincadeira de sussurros.
- É só pra confirmar uma coisa. - Disse ela, nervosa, já que tava inventando uma desculpa pra vê-lo em particular na marcha. - Acho que tenho uma que guardo desde a infância, e pode ser um item mágico nas mãos de, bem,trouxas- Mentiu.
- Sempre achei que era uma pata de águia.
- Ah, entendi, você precisa da opinião de um especialista.
-Exato. Alguém que olhou nos olhos daquelas bruxas aladas- Ele assentiu sem desviar o olhar dos olhos azuis do professor, esperando que suas intenções fossem claras- Se pudesse vê-lo depois da aula e tirar essa dúvida.
—Tá bom. Deixa eu pensar, senhorita Granger, no fim da aula eu te passo um horário. — O professor, sem dúvida um fera com as mulheres, piscou um olho cúmplice. A missão estava cumprida.
Transbordando de felicidade, com o peito estufado de orgulho, ela se sentou entre os amigos, que a encheram de perguntas.
- Só queria perguntar sobre uma das suas aventuras, só isso. Acho que seus livros não fazem justiça ao seu heroísmo. – Harry soltou uma gargalhada que não conseguiu segurar. Ron engoliu a risada, sufocando-a com a gola da túnica. Eles não entendiam como alguém podia considerar o inútil do Gilderoy para uma consulta depois do fiasco com os duendes.
- Vocês não entendem. Nada, nadinha. - Falo corada. Eles não faziam ideia.
Harry e Ron saíram da aula como se tivessem sido lançados por um feitiço, Hermione ficou para trás esperando uma resposta. Sentada, de braços cruzados, sem tirar os olhos dele.
—Muito bem, senhorita, amanhã às nove e meia vou esperar pela senhora. Vai ser tempo suficiente pra você… encontrar a determinação e resolver esse seu aperto.
- Perfeito, então até amanhã, Gilderoy. - E foi embora mal segurando a vontade de sair correndo de felicidade. Quando contar pras metidas das minhas colegas, elas não vão nem acreditar, todas as aventuras delas não vão ser nada comparadas a um encontro com o famoso Gilderoy Lockhart.
Decidiu não contar pra ninguém sobre o seu empreendimento, como o pai dela dizia,Não se conta os pintinhos antes deles saírem do ovo.Finalmente, Hermione foi chamada pra entrar na sala de Defesa Contra as Artes das Trevas, com a porta se abrindo sozinha. Tinha uma escadaria de pedra que levava a uma sacada, por onde se entrava no escritório do professor. A sala em si tava praticamente vazia desde que os duendinhos tinham causado aquele caos todo.
- Oi,EmmHermione Granger, né? Sobe. Mas tenho más notícias. – Disse ele da sacada, vestindo um colete acolchoado sobre uma camisa creme. Ela, obediente, depois de acenar pra ele, entrou se sentindo Romeu e Julieta com os papéis trocados.Só espero que termine melhor., pensou.
-Olá, senhor Lockarth, obrigado por me dar um tempinho do seu dia.
—Não é incômodo nenhum. Sempre tenho tempo para admiradoras — disse ele, resoluto. Infelizmente, não encontrei essa tal pata de harpia, sabe como é, a gente pega tantos troféus das aventuras, como pode ver, meus aposentos estão cheios deles. Este aqui, por exemplo — falou, indo em direção a uma de suas várias vitrines e começando um monólogo que a deixava invisível. As coisas não estavam saindo bem…
—Isso que parece um cogumelo deformado é nada mais, nada menos que o gorro ensanguentado de um gorro vermelho. Eu derrotei ele com minhas habilidades supremas no castelo de Eileen Donan, mas, se o que você quer é saber sobre harpias — ah, sim, eu vejo na sua cara, você não tá nem aí pra esses canalhas de gorros vermelhos — então me segue que eu tenho…
—Não importa, senhor, não é a pata de harpia nem nada disso que me preocupava de verdade…
- Ah, claro, minha pequena, agora entendi tudo. Você queria ouvir mais sobre minhas aventuras pelo mundo. Sempre acontece comigo. Todo mundo quer ouvir mais sobre minhas aventuras…
- Não exatamente. - Sussurrou, se aproximando dele. No caminho, sobre uma mesa, havia retratos de parentes do Lockarth, que ela abaixou com a varinha. Não queria que vissem o que estava prestes a fazer. Nem os quadros, que ela derrubou com um feitiço.
- O que você tá fazendo?
- Não tá afim de ter uma nova aventura em vez de ficar falando das antigas?
Hermione deixou cair a túnica padrão pra mostrar o uniforme nada padrão. Ela tava com a camisa e saia típicas de Hogwarts, mas a primeira amarrada na cintura, mostrando a barriga lisa, enquanto a saia ficava obscenamente curta.
—Pensei que minhas intenções fossem óbvias, tipo, isso deve acontecer com você toda hora… — levantando a saia pra mostrar uma calcinha minúscula e transparente — de mulheres virem até você loucas pra te conhecer. — se aproximando, meio nervosa por não ter costume nessa arte da sedução. Mas funcionou na hora.
- Claro que percebi, só que não esperava isso de você, quer dizer, você é a Hermione Granger. Talvez a Lavender se encaixe mais nesse perfil...
—Você não sabe quando calar a boca. — Disse ela, cansada, e ficando na ponta dos pés, abraçou ele e beijou com gosto.
Quando ela começava a se arrepender e achar que talvez Gilderoy não fosse o que parecia (devia ter homossexuais no mundo mágico), o homem baixou toda a defesa e segurou o rosto dela para multiplicar o entusiasmo do beijo.
Quase sem perceber, como numa dança bem pervertida, ela acabou contra a escrivaninha. O homem varreu todas as pilhas de cartas e rolos de pergaminho com um tapa e sentou ela em cima pra beijar com perversão, na altura dele. A língua dele vasculhou dentro dela, enrolando na dela e passando saliva.
Não demorou pra acionar todos os interruptores de homem quando se colou nele, virilha com virilha, deixando a calça dele molhada com os fluidos prematuros de mulher dela.
-Puxa, você vinha preparada. - Comentou entre um beijo e outro, cada vez com as bocas mais molhadas.
- Consigo tudo que eu quero.
—Espero que você saiba a quantidade de regulamentos que estamos violando nessa…
-É claro que sei! Senão, não teria graça. - Disse como se estivesse possuída, estranhando que um aventureiro desses, herói de mil batalhas, tivesse tanto receio. - Só tem perigo se alguém dedurar, e isso... - Enfiando a mão dentro da calça dele. - ...não vai rolar.
Envalentonado pela rapidez da garota que massageava o pau dele, deitou ela em cima da mesa e, sem dizer uma palavra (finalmente), abriu a camisa dela de um puxão, fazendo os botões voarem pra todo lado.
Exposta daquele jeito pela primeira vez na vida, ela conheceu o que era sentir os bicos dos peitos em brasa se derretendo na boca de um homem. Sem piedade, ele os chupava como um adolescente enquanto eles endureciam até doer. Uma teta era atacada pela boca e, com a mão aveludada e suada, ele esticava e beliscava a próxima, como se estivesse ordenhando.
-OoohSenhor Lockarth, vai me esvaziar todinha…ohhh– Embora diante da reclamação falsa dela, ele só recebeu mais do mesmo som obsceno.
-Chuiik… schuiiik… smch… chuiiik…- O homem passava de uma teta pra outra como se fossem pratos diferentes, até que, enchendo a barriga dela de beijos, escondeu o rosto atrás da saia, admirando a buceta molhada dela.
-Puxa, não demorou nada pra gozar igual uma putinha.- Sussurrou admirando as curvinhas que os lábios molhados dela desenhavam. Ao puxar a peça, admirou a buceta por uma eternidade.- Adoro essa…naturalidadeSua buceta é uma delícia, toda molhada e gostosa.
Hermione tinha uma pequena penugem no nascimento da buceta. Discreta e gostosa, da mesma cor dos cabelos abundantes dela.
- Não conheço os métodos de depilação das bruxas, e não trouxe ostrouxas, então…
— Adoro. — Em seguida, passou a língua de norte a sul com discrição, delicado, percorreu o clitóris, o meato, a vulva e todos os lábios, para abordá-la por inteiro sem aviso prévio, enfiando a língua fundo, fazendo sons ainda mais safados. Especialmente quando separou o pequeno clitóris com os dedos e o chupou com a mesma força que mamou nos peitos dela.
-Puxa, puxa, você é virgem. Até agora há pouco eu teria acreditado, agora me parece estranho.
- Não sou uma puta. Só quero transar com você...
- O que você mandar. - Respondo sem interesse, tirando a calcinha dela encharcada. - Se é isso que você quer.
Enquanto a boca dele se perdia na buceta, as mãos voltaram a brincar com os pezões durinhos dela, fazendo-a gemer de prazer. Ele esfregava o rosto por toda a xota, bagunçando o cabelo impecável.
-Ahhh… ahhh… ahhh… ahhh…… Senhor… Lockarth tem uma língua de prata…
Perdida, com os neurônios famosos que tinha todos loucos, gemeu sem se importar com nada nem ninguém até sentir mais do seu suco ardente chegar ao fim do caminho, suco que Gilderoy sorveu e espalhou na boca sem cerimônia.
- Muito bem, vamos ver como você lida com a varinha. - Desembainhando numa velocidade impressionante seu sabre curvo, que Hermione admirou de boca aberta.
Deitada, de lado, levou o pauzinho até a boquinha dela devagar, abraçando o tronco venoso com os lábios e lambendo a cabecinha com delicadeza, pra depois enfiar a ponta na boca dela até o fundo. As mãos inquietas do professor não paravam de brincar com o corpo dela, enfiando três dedos na buceta, fazendo um barulho de chafurdar com os fluidos dela.
-OhhhSim, até o fundo, bruxinha, até o fundo.
— Segurando ela pelos cabelos pra acelerar a cabeçada. Os lábios dela formavam um anel onde o pau encaixava certinho, e a cabeça, a cada estocada, batia no fundo do céu da boca molhado dela.
O homem exibiu truques fruto de sua experiência e viagens pelo mundo, babando o pau com pontaria uma vez após a outra. Hermione quase que bebia aquela baba abençoada.
Hermione mudou de posição, de bruços, raba pra cima, pra arquear o pescoço como um cisne e enfiar a perna do homem na boca dela. Uma cortina de cabelos castanhos bagunçados escondia a ação oral que tava rolando.
Gilderoy se inclinou pra frente, penetrando ela mais fundo, pra alcançar a bunda dela, nua, que ele apertou, acariciou e abriu pra olhar o cu. Esfregou um dedo com força no buraquinho, sentindo a textura, forçando o anel a ceder, ela se perguntou até onde ele iria, se era capaz de soltar algum fetiche. Enquanto apertava as bundinhas dela, dava estocadas com o quadril, fazendo ela engasgar. Não demorou pra ela cuspir saliva por toda a mesa, sufocada.
- Se quiser, pode provar um aperitivo menor. - Disse ele, todo safado, levantando o rabo pra mostrar as bolas.
—O que o senhor quiser, senhor Lockarth. — Disse ela, submissa, com os lábios e o queixo brilhando. Estranhamente, ele era um mago muito limpo, em todos os sentidos, nada parecido com o que ela tinha visto de outros magos em fotografias.
-OhhSim, isso mesmo, gatinha, chupa bem elas. — Sussurrou, levantando o cabelo dela pra ver como ela sugava os testículos e lambia a linha do meio que os dividia. Gilderoy apoiou uma perna na escrivaninha pra facilitar o trabalho, e Hermione continuou, toda gulosa, provando cada cantinho do escroto.
A chupada de bolas continuou enquanto ele se masturbava, cada vez mais incapaz de segurar a porra.
-Vamos, tenho a cura pra esse hímem que cê tem entre as pernas, minha varinha mágica vai te curar. - Disse ele, persuasivo, vendo a garota se levantar. Ele colocou as pernas da Hermione nos ombros enquanto olhava pra baixo, vendo a varinha entrar na cavidade molhada. - Não acredito, vou perder a virgindade com o GilderoyLockarth.
- Hermione se empolgou, beijando o professor, mas mais que um beijo foi uma lambida de línguas. Lá embaixo, a glande inchada se esfregava contra a umidade da buceta, como que tomando coragem, até que, com uma estocada seca e sonora, ele a enfiou pra dentro, expandindo toda a xereca como uma meia quando entra um pé.
-Hmmmnggg… Aaahhhh…Gritou com os olhos virados, se soltando do beijo com um fio de baba balançando, quando as cadeiras do senhor, feito as rodas de uma locomotiva, começaram a pegar ritmo, penetrando ela com um fervor crescente.
Sentiu cada milímetro da sua cavidade como nunca tinha sentido antes, se expandindo, se dilatando, e o único vestígio da sua virgindade, sumindo a cada estocada, escorrendo misturado em direção à escrivaninha.
Gilderoy, possuído como um troll da montanha, metia nela contra sua escrivaninha (fazendo a madeira ranger) e, sem que ela percebesse quando, a levantou para pegá-la de pé, segurando-a pela bunda. A garota começava a acreditar que uma estreia com o refinado professor não estava saindo como ela imaginava; aquele homem experiente mostrava que sabia extrair o melhor de sua fama, e de outras coisas também.
Quando os gemidos dela começaram a soar como um sofrimento profundo, o homem anunciou que ia gozar dentro dela.
-Vai ter o que… queria… sua putinha…
Contra a parede, as unhas dela se cravaram no colete ainda vestido do professor quando ele deu as últimas estocadas, entre bufos masculinos impróprios pra uma figura como a dele. Quando Gilderoy gozou junto com ela (o quinto orgasmo dela), a língua do homem vasculhou a dela, num beijo tão apaixonado quanto obsceno.
Entrelaçados, o homem a beijou por vários minutos, e ela, entregue, se deixou devorar por aqueles lábios famintos de carne jovem, fascinada por ter conseguido seu objetivo com um homem muito mais velho que ela, uma celebridade, um cavalheiro do mundo mágico. A primeira vez dela tinha sido imbatível…
Apesar da fineza do Lockarth, o sexo tinha sido incrivelmente sujo. Tinha gotas de porra e fluido pra todo lado, e quando se separaram, ele percebeu que as gotas da substância branca dele, e vermelha dela, sujavam as bucetas deles.
- Bom, acho que o senhor vai ter que usar algum feitiço pra limpar tudo isso. – Ao se deixar cair, limpou a saliva da boca com a camisa, mas percebeu que ia doer pra andar.
—Desculpa, tô… esgotado, acho que vai ficar pra próxima, senhorita Granger. — Disse ele, claramente perturbado, mais do que esgotado. Vestiu as calças, ajeitou o colete e, por último, arrumou o cabelo loiro impecável na frente de um enorme espelho emoldurado.
—Senhor, isso aqui tá um caos, tem tinta no tapete, papel pra todo lado, ele rasgou minha camisa e eu tô… suja. E nem comecei a falar do estado da mesa. — Reclamou, estranhando, ainda ofegante depois do ato amoroso. — O senhor não pode limpar tudo só com um aceno da varinha?
Desculpa, umaaventuraComo é que tá, tão atrevida e inesquecível… me deixa os pensamentos todos bagunçados, conheço tantos feitiços que é perigoso eu fazer magia… pode se vestir e ir embora, gostosa. – Em seguida, entregou um bilhete quase rabiscado que a desculpava caso fosse pega por ter passado a noite.
Hermione leu o bilhete e o encarou nos olhos, meio decepcionada por se sentir jogada fora como um lenço usado, quando Gilderoy abriu a porta para ela sair.
—Não me olha assim, Hermione, o senhor Lockhart sempre vai te arrumar um cantinho quando você quiser… — Beijando a testa dela, bem desconfortável. — Acredita em mim, eu precisava disso, e se você também precisar…
— Vou precisar disso. — Exigiu.
- Beleza, então é um trato.
Feita uma aberração, com a camisa rasgada, dolorida, toda suja, os cabelos bagunçados feito um leão e manchas de porra nas meias, chegou ao banheiro mais próximo (depois de desviar perigosamente do Pirrau no corredor) e se olhou no espelho. Mesmo assim, sorriu que nem uma psicopata. Viu uma nova Hermione que nunca iria embora, a cadelinha dos livros que todo mundo desprezava, que achavam sem graça, chata, e que tinha feito amigos na sorte, conseguiu o impossível. As aventuras de Hermione estavam só começando.
Na sala comunal da Grifinória, ela se surpreendeu ao ver vários rostos esperando por ela. Suas colegas, Lavender Brown, Parvati Patil, Gina Weasley e Katie Bell, a observaram de forma penetrante, dos pés à cabeça. Quando a viram, sorriram em uníssono e correram para abraçá-la. Eram três da manhã, e se tivesse sido descoberta, poderia ter se metido em uma baita enrascada.
Harry e Ron esperavam no pé da escada que levava aos dormitórios, com a incerteza estampada em seus rostos. Ela pensou que ninguém deveria saber da sua aventura, mas, naquela longa noite, suas colegas não a deixaram dormir até que ela confessasse.
§§§§
— Senhorita Granger. — Ele disse. Ainformaçãoque solicitou chegou, espero ela no meu escritório às nove. As desculpas pra ela estavam cada vez menos disfarçadas.
- Como o senhor quiser, senhor Lockarth. - Piscando o olho. Ron fez um gesto de ânsia de vômito ao vê-la. Ele não sabia de nada. Harry já não ria mais, desconfiava de algo…
— Esse cara aí pode ter informação de alguma coisa? — Ron sussurrou no ouvido dela, inclinando-se, dada a mediocridade das aulas. — É um desastre!
- Sabe umas coisas, Rony. Umas coisas.
Gilderoy cumpriu a promessa depois do primeiro encontro, e para surpresa de Hermione, não perdia o foco no uso da buceta dela.varinhanem um pouco a deixou de lado. A moça não demorou a se acostumar com a falta de magia dele no sexo, embora o estilo dele tãotrouxade foder não incomodava ela nem um pouco.
Os encontros furtivos e proibidos seguintes (que, se viessem à tona, seria uma hecatombe monumental) tinham acontecido em cenários totalmente diferentes… ela já tinha feito isso em cima de uma carteira, no mesmo lugar onde os alunos respondiam suas provas, ela recebeu uma cachoeira de porra no rosto e nos cabelos leoninos… também já tinha deixado ele montá-la nos sofás largos e vermelhos do escritório dele, fazendo o couro chiar com a fricção dos corpos nus. Foi a primeira vez que Hermione assumiu o controle do sexo e adorou, principalmente porque as tetas dela ficavam expostas para o homem apalpar e beijar à vontade.
Depois, Gilderoy se vingou e, sentado na poltrona, com os pés em cima da mesa, se deliciou com o melhor boquete que já tinha levado na vida, profundo e constante. Ele nem viu o rosto dela por vinte minutos, só aquele cabelo bagunçado e grudado da gozada anterior, o cabelo que ele agarrava com violência para enfiar o pau até a garganta, gozando até a última gota na boca de uma Hermione de joelhos, que, pela primeira vez, engoliu tudo.
Outra história tinha sido fazer na cama pessoal do Gilderoy, onde ela foi colocada de quatro pela primeira vez, e com a bunda bem tensa, foi penetrada com selvageria na buceta depois de uma longa sessão de sexo oral, onde os dois se destacavam. A novinha não aguentou o peso do homem em cima dela e se deitou, mas isso não parou o cavaleiro selvagem, que meteu de lado, levantando uma perna com extrema velocidade.
—Senhor… Lockarth… Que jeito é esse de tratar sua aluna? — falei enquanto a penetrava e, com uma mão, esfregava o clitóris dela.
- As respondonas… precisam aprender a respeitar… a autoridade. - Sussurrou, mordendo a orelha dela antes de gozar dentro. Seguindo o jogo óbvio da aluna inocente e do professor autoritário.
As aventuras teriam continuado do mesmo jeito, mesmo com tudo que rolava em Hogwarts naquele ano (parece que desde a chegada do Harry, o colégio tinha virado um caos), eu ainda arrumava tempo pra aprender uns truques que não se aprendia em aula nenhuma. Mas, tipo, tudo em Hogwarts parecia se desandar de um jeito foda, como se fosse uma lei inevitável.
Desta vez, o cenário mudou drasticamente. A jovem bruxa guardou o caldeirão onde preparava a poção polissuco e combinou um encontro no banheiro vazio do primeiro andar, depois de expulsar a Murta.A Llorona(coisa fácil, dada a instabilidade mental do tal fantasma). Gilderoy avisou que a entrada tava proibida pra um grupinho de alunas da Lufa-Lufa porque ele precisava consertar uma cagada nos canos, e entrou. Hermione já tava esperando ele lá dentro.
— Senhor Lockarth, este banheiro é de moças. — Disse ela, sedutora, ao vê-lo entrar tropeçando, muito mais experiente nessa arte do que da primeira vez. — Espero que tenha um bom motivo para invadir aqui.
- Uma muito boa, bem aqui. - Disse ele, abaixando a braguilha e liberando a pica.
Hermione se ajoelhou e sentiu a mão do homem pegando seus cabelos, guiando-a até o pau oleoso dele, que ela engoliu com a boca como um funil, sem desviar o olhar dos olhos dele.
Nunca se sentiu tão objeto como naquela tarde. Não passava de uma ferramenta de prazer pra aquele pau longo e cheio de veias que o professor exibia com orgulho, enfiando sem piedade na boquinha dela. Depois de se deliciar com o imenso prazer do cunnilingus em cada encontro, ela entendeu que agora era a vez dela ser subjugada, tratada como uma boqueteira de quinta, daquelas que por uns trocados um anônimo podia despejar suas frustrações no trato digestivo dela.
Ela fez sinais com o corpo para Gilderoy colocar um pé em cima de uma das pias, ela se moveu para trás para chupar as bolas dele, e entre beijos e lambidas, subiu até o cu, que lambeu gostoso como uma puta bem safada.
-OoohhhSenhorita Granger, isso é um gesto e tanto. – Ela pôde ver de relance o rosto do homem transtornado de prazer refletido num espelho, antes de mergulhar por minutos entre as nádegas dele, enquanto com uma mão abria o buraco dele, e com a outra o masturbava.
Em seguida, como se ficasse melhor a cada segundo, passou a masturbá-lo com as duas mãos enquanto a boca continuava grudada na bunda dele, inundando-o de prazer num lugar onde as moças geralmente não praticavam devoção, pelo menos não daquele jeito, tão entregue, tão devota, tão preocupada em satisfazer o homem e despreocupada consigo mesma. Esfregou os lábios e o nariz na zona mais austral da humanidade de Gilderoy por minutos, entregue totalmente à mera função de um órgão de prazer, uma boca e duas mãos anexas a um homem, nada mais. O rosto dela ficou sujo de saliva, que grudava no cabelo e nas nádegas do cara.
Quando o professor estava prestes a gozar, segurou o rosto dela e cuspiu na boca dela, pra depois beijá-la como um possesso enquanto enfiava dois dedos na buceta dela. A Hermione ficava louca com o jeito dele, a aparência tão madura e as atitudes tão irresponsáveis e obscenas.
-OohhGilderoy.— Disse num gemido.fade-outO homem começou a dar palmadas na bunda dela até que ele indicou que era hora de consumar o encontro. Era uma loucura o berreiro que eles faziam, considerando que lá fora estavam vários alunos no recreio, além do som das palmadas.
Contra a pia do banheiro, ela foi penetrada como de costume, enquanto os lábios deles se encontravam de vez em quando. A buceta mais treinada da aluna ficava cada vez melhor, mais molhada. As pernas do homem batiam nela cada vez mais forte, fazendo um som seco e monótono:toc toc toc toc toc…
Gilderoy não demorou a agarrá-la pelas nádegas e gozar toda a sua luxúria em pé, bem no fundo da sua cavidade molhada, mostrando que ele tinha força, a força que faltava em cada uma das suas aulas.
—Será que ela tá cada vez melhor? — sussurrou Hermione enquanto o pau escorria esperma por uma grade no chão, que vai saber pra onde levava.
- A prática leva à perfeição, assim como a gente precisa se superar pra vencer o mal no mundo todo também... - Mas, como se ela fosse mais madura que ele, jogou toda a sabedoria na cara dele, colocando um dedo na boca dele. Não precisava das histórias dele.
O professor de Defesa Contra as Artes das Trevas saiu do banheiro feminino em silêncio, todo mundo tava nas suas respectivas aulas, Hermione ficou se vestindo, tomando muita água e limpando o rosto. Depois arrumou o cabelo e tirou os apetrechos da poção polissuco pra, junto com os amigos, continuar o trampo secreto.
Tava pronta pra sair quando percebeu um barulho atrás dela que a fez se virar. Puxou a varinha e apontou pra um dos cantos do banheiro, o oposto da porta. Lá, com horror, uma figura se formou de baixo pra cima. Viu aparecer uns pés, uma túnica com o brasão da Grifinória e um rosto sorridente por trás de uns cabelos pretos como carvão, bagunçados, e uns óculos redondos emoldurando uns lindos olhos verdes.
- Harry! O que cê tá fazendo aqui? – De vergonha, a pele dela ficou vermelha que nem tomate e a varinha caiu (quase escorregou pelas frestas da grade de metal no centro). O amigo dela, escondido com a capa da invisibilidade, tinha ficado de olho nas sacanagens dela, era um absurdo.
- Ron te achou estranha e não estava errado. Falei pra ele que ia te seguir porque a gente tava com medo de você provar a poção sozinha e se infiltrar na Sala Comunal da Sonserina.
—Não conseguiria fazer isso… embora não tenha certeza do que poderia ou não fazer. — Disse ela, consternada. — Quanto você viu?
—Tudo.— Harry viu a amiga soluçar enquanto dava explicações e implorava pra ele ficar de boca fechada. O amigo abraçou ela compreensivo, e ela achou que tudo ia ficar bem, que ele só tinha conhecido um lado oculto dela. Tinha sido só uma aventura, um agarro secreto, nada que um amigo como ele merecesse ficar sabendo. O que podia dar de errado?
- Vou guardar teu segredo, Hermione, não precisa chorar. - Disse ele compreensivo, enquanto ela beijava sua bochecha ao sussurrar um agradecimento. - Contanto que... faça algo por mim.
- Faz o quê? - Perguntou enxugando as lágrimas, consternada.
-Em troca de um favorzinho, nem o Ron vai ficar sabendo... cê me entende. Algo que feche minha boca pra sempre.
-OohHarry, eu não conhecia esse seu lado. —Admitiu ela, sufocada pelo vai e vem de surpresas. Depois de uma risadinha nervosa, olhou nos olhos dele, aqueles lindos olhos verdes. —Acho que vai ser um prazer pagar pelo seu silêncio, Harry.
Com o pacto de um novo romance sob o céu estrelado de Hogwarts, Hermione deu um beijo discreto nos lábios dele e saiu do banheiro escondida pela capa da invisibilidade junto com seu melhor amigo. Se despediram na Sala Comunal (Harry disse pro Ron que só tava controlando a poção) e, sorrindo, ela foi se deitar.
Hermione tinha certeza de que estava tirando o máximo proveito daquela escola, aprendendo tanto dos livros quanto da vida, aprendendo mais do que qualquer um jamais aprendeu.
Muito obrigado por ler! Espero que tenham gostado, se sim, uns pontinhos e comentários me ajudariam a saber se continuo ou não! 😉

Esclarecimento: Todos os personagens são maiores de 18 anos, e esta história não respeita o cânone dos livros e/ou filmes. Acontece em uma versão alternativa.
Por último, deixo pra vocês algumas imagens falsas da protagonista dessa edição, Hermione Granger. Espero que os fãs da saga e os amantes casuais de histórias picantes achem gostoso. Aproveitem! ;)
Só mais um esclarecimento, desculpa pelas palavras grudadas. Quando eu subi, tava perfeito, sem erros, e não teve jeito de, ao passar do Word pra pré-visualização, ficar certo.






Pra uma ex-trouxa como ela, se meter no mundo mágico não tinha sido fácil como muitos pensavam. A amiga dogaroto escolhidoEla tinha se virado nos trinta pra encontrar os materiais escolares, aprender as regras e a história do mundo mágico e, claro, fazer amigos.
Depois de superar várias barreiras e deixar seu passado trouxa cada vez mais pra trás, só faltava uma porta pra ele desvendar, uma que nunca imaginou que fosse despertar tanto interesse tão cedo.
Parvati Patil tava rodeada de alunas no banheiro feminino uma noite, numa semana típica em Hogwarts, e ela, mesmo não sendo lá muito boa naquilo que chamavam de amizades, dominada pela curiosidade, se enfiou na roda, abrindo caminho a duras penas, empurrando Lavender Brown e Katie Bell.
O que as jovens feiticeiras observavam entre risadinhas histéricas e gritinhos marcou um antes e depois na vida delas: elas se deliciavam com material de entretenimento adulto do mundo dos magos.
Fotos de magos fortes e gostosos em poses provocantes piscavam o olho e posavam como se fossem homenzinhos em miniatura presos no papel fotográfico. Recortes de anúncios de objetos sexuais para bruxas, como paus móveis, esferas expansíveis e todo tipo de loucura que Hermione não entendia.
— Me passa essa foto…mmmÉ uma delícia. — Exclamou Levander, observando o teto ao receber a foto de um jogador de Quadribol seminu que lentamente puxava a túnica... Hermione ficou horrorizada com a ação das colegas, pareciam piranhas rasgando pedaços de carne, passando de uma para a outra sem deixar um pedaço inteiro... Até a Gina, bem disfarçada, dava uma espiada pelas brechas entre as colegas.
— Olha, Hermione, esse aqui parece o Harry. — Disse Spinnet, rindo. Ela quase soltou a foto de um bruxo parecidíssimo com o amigo. — Cê acha que pelado ele vai ter o mesmo corpo? — Horrorizada com os pensamentos tarados que a sacudiram, ela largou a foto, mas umas mãos habilidosas a pegaram assim que ela soltou.
Naquela noite, algo mudou em Hermione. Uma fronteira se expandiu diante dela, uma que ela desconhecia, e era a do sexo no mundo mágico. Não que ela fosse uma expert em sexo "muggle", mas o que viu e sentiu naquela noite abriu sua mente pra um novo mundo de prazer.trouxamas pelo menos já tinha ouvido falar dele. E ela odiava não saber de algo, tinha que saber tudo. Naquela mesma noite não conseguiu dormir, nem conter a umidade que a tomou no silêncio da escuridão.
Desde aquela noite, ela sempre se despedia do Harry e do Ron correndo pra chegar cedo no quarto. Se rolasse outra exibição de alegria juvenil igual à anterior, queria ver de perto. Pra sorte dela, não demorou pra presenciar outra exposição — dessa vez era a Lavender mostrando a coleção mais íntima dela.
Uma das fotos que mais chamou a atenção da Hermione foi a de um jovem Gilderoy Lockhart de sunga, anos antes de publicar seu primeiro livro.Recreio com a bansheeO atual, famoso e gostoso professor de Defesa Contra as Artes das Trevas não poderia estar mais perfeito pra ela. Pela primeira vez, sentiu o sangue ferver e seus cabelos exuberantes se arrepiarem só de ver o cara que via várias vezes por semana, que dava aulas pra eles, com um porte elegante e atraente… um homem que, quando viu mais jovem, acabou gostando ainda mais.
—Passa pra cá, Granger, não vai sujar com essa sua baba. — implicou Lavender. — É minha foto favorita.
- Não tava sujando ela! Só… me surpreendi como ele era gostoso.
—Que é isso! Sacrílega! — corrigiu Levander, pela primeira e última vez que pôde corrigi-la em algo.
— Ele curte loiras ou ruivas, então tu não tem chance, comedora de livros.
- Bom, sim, é verdade. Ele é um homem extremamente gostoso, mas não acho que… - Ninguém estava ouvindo. Entre gritinhos e exclamações, a voz e os pensamentos dela se perderam. Aquele homem, naquela foto, tinha deixado ela hipnotizada. O pensamento obsceno de dar um rala e rola selvagem com uma celebridade como ele tomou conta dela e não a deixou mais ir embora. Nem durante as aulas.
Chegar até ele era difícil, todas flertavam com Gilderoy Lockhart, alunas mais velhas e mais gostosas que ela tinham mais chances de dividir o quarto com ele, mas Hermione era teimosa. Tava cansada de ser tratada como uma idiota, como a típicacomedores de bucetafilha de trouxas que não conseguia surpreender ninguém. Gilderoy ia descobrir a obsessão que ela sentia, ou morreria tentando.
Para a sorte dela, as aulas do Lockarth não eram as ideais pra ela se exibir com seus conhecimentos; na verdade, ela só precisava saber detalhes biográficos da vida dele pra brilhar. Desde o incidente com os duendes da Cornualha, parecia que nada era um verdadeiro desafio pra ela.
O verdadeiro desafio pra ela era botar pra fora todo seu charme juvenil e mostrar pro Lockarth suas intenções. Decidida e cheia de coragem, ela se levantou na aula com o livro na mão.Férias com as bruxas, de forma decidida para se dirigir ao professor. Pigarreou pra fazer o homem levantar os olhos das cartas que ele tava assinando.
-Senhora Granger, sim, o orgulho da Grifinória, pode levantar a mão que eu vou ouvir, não precisa vir até aqui...
- Sim, eu sei, mas preciso consultar algo com o senhor. - A moça se aproximou dele, tentando não olhar para os colegas para não se acovardar. - Respondi todas as perguntas do questionário, Senhor Lockarth. - Disse com a voz mais melosa que conseguiu. - Minha preocupação é outra. - É sobre sua incrível aventura narrada aqui, seu encontro com as harpias, mais precisamente.
Mostrando um pedaço do livro pra ela.
—Sim, sim, criaturas horrendas. Todos os detalhes estão no livro, páginas duzentas e sete até… ah, bem, a senhorita Granger vai encontrar.
—Já sei, já li. — Falou erguendo a voz. Todo mundo olhava, embora a maioria aproveitasse pra conversar e quebrar a monotonia da aula chata, só o Harry e o Ron observavam o comportamento dela, estranhando. — É que diz que ela mantém a determinação da harpia que arrasou a vila de Argopólia — Sussurrou sem desviar o olhar.
-Sim… mais que correto. E daí?
- Eu adoraria ver ela. Pessoalmente, mais tarde, quando tiver um tempinho. - Vendo que todo mundo conversava cada vez mais alto e até seus amigos trocavam ideias (ou respostas) com Seamus Finnigan, partiu pro contato físico, pousando a mão sobre a do professor narcisista (uma mão anormalmente lisa e macia).
—Não entendo, é só… uma lembrança da minha façanha incrível. — Disse ele, consternado, entrando na brincadeira de sussurros.
- É só pra confirmar uma coisa. - Disse ela, nervosa, já que tava inventando uma desculpa pra vê-lo em particular na marcha. - Acho que tenho uma que guardo desde a infância, e pode ser um item mágico nas mãos de, bem,trouxas- Mentiu.
- Sempre achei que era uma pata de águia.
- Ah, entendi, você precisa da opinião de um especialista.
-Exato. Alguém que olhou nos olhos daquelas bruxas aladas- Ele assentiu sem desviar o olhar dos olhos azuis do professor, esperando que suas intenções fossem claras- Se pudesse vê-lo depois da aula e tirar essa dúvida.
—Tá bom. Deixa eu pensar, senhorita Granger, no fim da aula eu te passo um horário. — O professor, sem dúvida um fera com as mulheres, piscou um olho cúmplice. A missão estava cumprida.
Transbordando de felicidade, com o peito estufado de orgulho, ela se sentou entre os amigos, que a encheram de perguntas.
- Só queria perguntar sobre uma das suas aventuras, só isso. Acho que seus livros não fazem justiça ao seu heroísmo. – Harry soltou uma gargalhada que não conseguiu segurar. Ron engoliu a risada, sufocando-a com a gola da túnica. Eles não entendiam como alguém podia considerar o inútil do Gilderoy para uma consulta depois do fiasco com os duendes.
- Vocês não entendem. Nada, nadinha. - Falo corada. Eles não faziam ideia.
Harry e Ron saíram da aula como se tivessem sido lançados por um feitiço, Hermione ficou para trás esperando uma resposta. Sentada, de braços cruzados, sem tirar os olhos dele.
—Muito bem, senhorita, amanhã às nove e meia vou esperar pela senhora. Vai ser tempo suficiente pra você… encontrar a determinação e resolver esse seu aperto.
- Perfeito, então até amanhã, Gilderoy. - E foi embora mal segurando a vontade de sair correndo de felicidade. Quando contar pras metidas das minhas colegas, elas não vão nem acreditar, todas as aventuras delas não vão ser nada comparadas a um encontro com o famoso Gilderoy Lockhart.
Decidiu não contar pra ninguém sobre o seu empreendimento, como o pai dela dizia,Não se conta os pintinhos antes deles saírem do ovo.Finalmente, Hermione foi chamada pra entrar na sala de Defesa Contra as Artes das Trevas, com a porta se abrindo sozinha. Tinha uma escadaria de pedra que levava a uma sacada, por onde se entrava no escritório do professor. A sala em si tava praticamente vazia desde que os duendinhos tinham causado aquele caos todo.
- Oi,EmmHermione Granger, né? Sobe. Mas tenho más notícias. – Disse ele da sacada, vestindo um colete acolchoado sobre uma camisa creme. Ela, obediente, depois de acenar pra ele, entrou se sentindo Romeu e Julieta com os papéis trocados.Só espero que termine melhor., pensou.
-Olá, senhor Lockarth, obrigado por me dar um tempinho do seu dia.
—Não é incômodo nenhum. Sempre tenho tempo para admiradoras — disse ele, resoluto. Infelizmente, não encontrei essa tal pata de harpia, sabe como é, a gente pega tantos troféus das aventuras, como pode ver, meus aposentos estão cheios deles. Este aqui, por exemplo — falou, indo em direção a uma de suas várias vitrines e começando um monólogo que a deixava invisível. As coisas não estavam saindo bem…
—Isso que parece um cogumelo deformado é nada mais, nada menos que o gorro ensanguentado de um gorro vermelho. Eu derrotei ele com minhas habilidades supremas no castelo de Eileen Donan, mas, se o que você quer é saber sobre harpias — ah, sim, eu vejo na sua cara, você não tá nem aí pra esses canalhas de gorros vermelhos — então me segue que eu tenho…
—Não importa, senhor, não é a pata de harpia nem nada disso que me preocupava de verdade…
- Ah, claro, minha pequena, agora entendi tudo. Você queria ouvir mais sobre minhas aventuras pelo mundo. Sempre acontece comigo. Todo mundo quer ouvir mais sobre minhas aventuras…
- Não exatamente. - Sussurrou, se aproximando dele. No caminho, sobre uma mesa, havia retratos de parentes do Lockarth, que ela abaixou com a varinha. Não queria que vissem o que estava prestes a fazer. Nem os quadros, que ela derrubou com um feitiço.
- O que você tá fazendo?
- Não tá afim de ter uma nova aventura em vez de ficar falando das antigas?
Hermione deixou cair a túnica padrão pra mostrar o uniforme nada padrão. Ela tava com a camisa e saia típicas de Hogwarts, mas a primeira amarrada na cintura, mostrando a barriga lisa, enquanto a saia ficava obscenamente curta.
—Pensei que minhas intenções fossem óbvias, tipo, isso deve acontecer com você toda hora… — levantando a saia pra mostrar uma calcinha minúscula e transparente — de mulheres virem até você loucas pra te conhecer. — se aproximando, meio nervosa por não ter costume nessa arte da sedução. Mas funcionou na hora.
- Claro que percebi, só que não esperava isso de você, quer dizer, você é a Hermione Granger. Talvez a Lavender se encaixe mais nesse perfil...
—Você não sabe quando calar a boca. — Disse ela, cansada, e ficando na ponta dos pés, abraçou ele e beijou com gosto.
Quando ela começava a se arrepender e achar que talvez Gilderoy não fosse o que parecia (devia ter homossexuais no mundo mágico), o homem baixou toda a defesa e segurou o rosto dela para multiplicar o entusiasmo do beijo.
Quase sem perceber, como numa dança bem pervertida, ela acabou contra a escrivaninha. O homem varreu todas as pilhas de cartas e rolos de pergaminho com um tapa e sentou ela em cima pra beijar com perversão, na altura dele. A língua dele vasculhou dentro dela, enrolando na dela e passando saliva.
Não demorou pra acionar todos os interruptores de homem quando se colou nele, virilha com virilha, deixando a calça dele molhada com os fluidos prematuros de mulher dela.
-Puxa, você vinha preparada. - Comentou entre um beijo e outro, cada vez com as bocas mais molhadas.
- Consigo tudo que eu quero.
—Espero que você saiba a quantidade de regulamentos que estamos violando nessa…
-É claro que sei! Senão, não teria graça. - Disse como se estivesse possuída, estranhando que um aventureiro desses, herói de mil batalhas, tivesse tanto receio. - Só tem perigo se alguém dedurar, e isso... - Enfiando a mão dentro da calça dele. - ...não vai rolar.
Envalentonado pela rapidez da garota que massageava o pau dele, deitou ela em cima da mesa e, sem dizer uma palavra (finalmente), abriu a camisa dela de um puxão, fazendo os botões voarem pra todo lado.
Exposta daquele jeito pela primeira vez na vida, ela conheceu o que era sentir os bicos dos peitos em brasa se derretendo na boca de um homem. Sem piedade, ele os chupava como um adolescente enquanto eles endureciam até doer. Uma teta era atacada pela boca e, com a mão aveludada e suada, ele esticava e beliscava a próxima, como se estivesse ordenhando.
-OoohSenhor Lockarth, vai me esvaziar todinha…ohhh– Embora diante da reclamação falsa dela, ele só recebeu mais do mesmo som obsceno.
-Chuiik… schuiiik… smch… chuiiik…- O homem passava de uma teta pra outra como se fossem pratos diferentes, até que, enchendo a barriga dela de beijos, escondeu o rosto atrás da saia, admirando a buceta molhada dela.
-Puxa, não demorou nada pra gozar igual uma putinha.- Sussurrou admirando as curvinhas que os lábios molhados dela desenhavam. Ao puxar a peça, admirou a buceta por uma eternidade.- Adoro essa…naturalidadeSua buceta é uma delícia, toda molhada e gostosa.
Hermione tinha uma pequena penugem no nascimento da buceta. Discreta e gostosa, da mesma cor dos cabelos abundantes dela.
- Não conheço os métodos de depilação das bruxas, e não trouxe ostrouxas, então…
— Adoro. — Em seguida, passou a língua de norte a sul com discrição, delicado, percorreu o clitóris, o meato, a vulva e todos os lábios, para abordá-la por inteiro sem aviso prévio, enfiando a língua fundo, fazendo sons ainda mais safados. Especialmente quando separou o pequeno clitóris com os dedos e o chupou com a mesma força que mamou nos peitos dela.
-Puxa, puxa, você é virgem. Até agora há pouco eu teria acreditado, agora me parece estranho.
- Não sou uma puta. Só quero transar com você...
- O que você mandar. - Respondo sem interesse, tirando a calcinha dela encharcada. - Se é isso que você quer.
Enquanto a boca dele se perdia na buceta, as mãos voltaram a brincar com os pezões durinhos dela, fazendo-a gemer de prazer. Ele esfregava o rosto por toda a xota, bagunçando o cabelo impecável.
-Ahhh… ahhh… ahhh… ahhh…… Senhor… Lockarth tem uma língua de prata…
Perdida, com os neurônios famosos que tinha todos loucos, gemeu sem se importar com nada nem ninguém até sentir mais do seu suco ardente chegar ao fim do caminho, suco que Gilderoy sorveu e espalhou na boca sem cerimônia.
- Muito bem, vamos ver como você lida com a varinha. - Desembainhando numa velocidade impressionante seu sabre curvo, que Hermione admirou de boca aberta.
Deitada, de lado, levou o pauzinho até a boquinha dela devagar, abraçando o tronco venoso com os lábios e lambendo a cabecinha com delicadeza, pra depois enfiar a ponta na boca dela até o fundo. As mãos inquietas do professor não paravam de brincar com o corpo dela, enfiando três dedos na buceta, fazendo um barulho de chafurdar com os fluidos dela.
-OhhhSim, até o fundo, bruxinha, até o fundo.
— Segurando ela pelos cabelos pra acelerar a cabeçada. Os lábios dela formavam um anel onde o pau encaixava certinho, e a cabeça, a cada estocada, batia no fundo do céu da boca molhado dela.
O homem exibiu truques fruto de sua experiência e viagens pelo mundo, babando o pau com pontaria uma vez após a outra. Hermione quase que bebia aquela baba abençoada.
Hermione mudou de posição, de bruços, raba pra cima, pra arquear o pescoço como um cisne e enfiar a perna do homem na boca dela. Uma cortina de cabelos castanhos bagunçados escondia a ação oral que tava rolando.
Gilderoy se inclinou pra frente, penetrando ela mais fundo, pra alcançar a bunda dela, nua, que ele apertou, acariciou e abriu pra olhar o cu. Esfregou um dedo com força no buraquinho, sentindo a textura, forçando o anel a ceder, ela se perguntou até onde ele iria, se era capaz de soltar algum fetiche. Enquanto apertava as bundinhas dela, dava estocadas com o quadril, fazendo ela engasgar. Não demorou pra ela cuspir saliva por toda a mesa, sufocada.
- Se quiser, pode provar um aperitivo menor. - Disse ele, todo safado, levantando o rabo pra mostrar as bolas.
—O que o senhor quiser, senhor Lockarth. — Disse ela, submissa, com os lábios e o queixo brilhando. Estranhamente, ele era um mago muito limpo, em todos os sentidos, nada parecido com o que ela tinha visto de outros magos em fotografias.
-OhhSim, isso mesmo, gatinha, chupa bem elas. — Sussurrou, levantando o cabelo dela pra ver como ela sugava os testículos e lambia a linha do meio que os dividia. Gilderoy apoiou uma perna na escrivaninha pra facilitar o trabalho, e Hermione continuou, toda gulosa, provando cada cantinho do escroto.
A chupada de bolas continuou enquanto ele se masturbava, cada vez mais incapaz de segurar a porra.
-Vamos, tenho a cura pra esse hímem que cê tem entre as pernas, minha varinha mágica vai te curar. - Disse ele, persuasivo, vendo a garota se levantar. Ele colocou as pernas da Hermione nos ombros enquanto olhava pra baixo, vendo a varinha entrar na cavidade molhada. - Não acredito, vou perder a virgindade com o GilderoyLockarth.
- Hermione se empolgou, beijando o professor, mas mais que um beijo foi uma lambida de línguas. Lá embaixo, a glande inchada se esfregava contra a umidade da buceta, como que tomando coragem, até que, com uma estocada seca e sonora, ele a enfiou pra dentro, expandindo toda a xereca como uma meia quando entra um pé.
-Hmmmnggg… Aaahhhh…Gritou com os olhos virados, se soltando do beijo com um fio de baba balançando, quando as cadeiras do senhor, feito as rodas de uma locomotiva, começaram a pegar ritmo, penetrando ela com um fervor crescente.
Sentiu cada milímetro da sua cavidade como nunca tinha sentido antes, se expandindo, se dilatando, e o único vestígio da sua virgindade, sumindo a cada estocada, escorrendo misturado em direção à escrivaninha.
Gilderoy, possuído como um troll da montanha, metia nela contra sua escrivaninha (fazendo a madeira ranger) e, sem que ela percebesse quando, a levantou para pegá-la de pé, segurando-a pela bunda. A garota começava a acreditar que uma estreia com o refinado professor não estava saindo como ela imaginava; aquele homem experiente mostrava que sabia extrair o melhor de sua fama, e de outras coisas também.
Quando os gemidos dela começaram a soar como um sofrimento profundo, o homem anunciou que ia gozar dentro dela.
-Vai ter o que… queria… sua putinha…
Contra a parede, as unhas dela se cravaram no colete ainda vestido do professor quando ele deu as últimas estocadas, entre bufos masculinos impróprios pra uma figura como a dele. Quando Gilderoy gozou junto com ela (o quinto orgasmo dela), a língua do homem vasculhou a dela, num beijo tão apaixonado quanto obsceno.
Entrelaçados, o homem a beijou por vários minutos, e ela, entregue, se deixou devorar por aqueles lábios famintos de carne jovem, fascinada por ter conseguido seu objetivo com um homem muito mais velho que ela, uma celebridade, um cavalheiro do mundo mágico. A primeira vez dela tinha sido imbatível…
Apesar da fineza do Lockarth, o sexo tinha sido incrivelmente sujo. Tinha gotas de porra e fluido pra todo lado, e quando se separaram, ele percebeu que as gotas da substância branca dele, e vermelha dela, sujavam as bucetas deles.
- Bom, acho que o senhor vai ter que usar algum feitiço pra limpar tudo isso. – Ao se deixar cair, limpou a saliva da boca com a camisa, mas percebeu que ia doer pra andar.
—Desculpa, tô… esgotado, acho que vai ficar pra próxima, senhorita Granger. — Disse ele, claramente perturbado, mais do que esgotado. Vestiu as calças, ajeitou o colete e, por último, arrumou o cabelo loiro impecável na frente de um enorme espelho emoldurado.
—Senhor, isso aqui tá um caos, tem tinta no tapete, papel pra todo lado, ele rasgou minha camisa e eu tô… suja. E nem comecei a falar do estado da mesa. — Reclamou, estranhando, ainda ofegante depois do ato amoroso. — O senhor não pode limpar tudo só com um aceno da varinha?
Desculpa, umaaventuraComo é que tá, tão atrevida e inesquecível… me deixa os pensamentos todos bagunçados, conheço tantos feitiços que é perigoso eu fazer magia… pode se vestir e ir embora, gostosa. – Em seguida, entregou um bilhete quase rabiscado que a desculpava caso fosse pega por ter passado a noite.
Hermione leu o bilhete e o encarou nos olhos, meio decepcionada por se sentir jogada fora como um lenço usado, quando Gilderoy abriu a porta para ela sair.
—Não me olha assim, Hermione, o senhor Lockhart sempre vai te arrumar um cantinho quando você quiser… — Beijando a testa dela, bem desconfortável. — Acredita em mim, eu precisava disso, e se você também precisar…
— Vou precisar disso. — Exigiu.
- Beleza, então é um trato.
Feita uma aberração, com a camisa rasgada, dolorida, toda suja, os cabelos bagunçados feito um leão e manchas de porra nas meias, chegou ao banheiro mais próximo (depois de desviar perigosamente do Pirrau no corredor) e se olhou no espelho. Mesmo assim, sorriu que nem uma psicopata. Viu uma nova Hermione que nunca iria embora, a cadelinha dos livros que todo mundo desprezava, que achavam sem graça, chata, e que tinha feito amigos na sorte, conseguiu o impossível. As aventuras de Hermione estavam só começando.
Na sala comunal da Grifinória, ela se surpreendeu ao ver vários rostos esperando por ela. Suas colegas, Lavender Brown, Parvati Patil, Gina Weasley e Katie Bell, a observaram de forma penetrante, dos pés à cabeça. Quando a viram, sorriram em uníssono e correram para abraçá-la. Eram três da manhã, e se tivesse sido descoberta, poderia ter se metido em uma baita enrascada.
Harry e Ron esperavam no pé da escada que levava aos dormitórios, com a incerteza estampada em seus rostos. Ela pensou que ninguém deveria saber da sua aventura, mas, naquela longa noite, suas colegas não a deixaram dormir até que ela confessasse.
§§§§
— Senhorita Granger. — Ele disse. Ainformaçãoque solicitou chegou, espero ela no meu escritório às nove. As desculpas pra ela estavam cada vez menos disfarçadas.
- Como o senhor quiser, senhor Lockarth. - Piscando o olho. Ron fez um gesto de ânsia de vômito ao vê-la. Ele não sabia de nada. Harry já não ria mais, desconfiava de algo…
— Esse cara aí pode ter informação de alguma coisa? — Ron sussurrou no ouvido dela, inclinando-se, dada a mediocridade das aulas. — É um desastre!
- Sabe umas coisas, Rony. Umas coisas.
Gilderoy cumpriu a promessa depois do primeiro encontro, e para surpresa de Hermione, não perdia o foco no uso da buceta dela.varinhanem um pouco a deixou de lado. A moça não demorou a se acostumar com a falta de magia dele no sexo, embora o estilo dele tãotrouxade foder não incomodava ela nem um pouco.
Os encontros furtivos e proibidos seguintes (que, se viessem à tona, seria uma hecatombe monumental) tinham acontecido em cenários totalmente diferentes… ela já tinha feito isso em cima de uma carteira, no mesmo lugar onde os alunos respondiam suas provas, ela recebeu uma cachoeira de porra no rosto e nos cabelos leoninos… também já tinha deixado ele montá-la nos sofás largos e vermelhos do escritório dele, fazendo o couro chiar com a fricção dos corpos nus. Foi a primeira vez que Hermione assumiu o controle do sexo e adorou, principalmente porque as tetas dela ficavam expostas para o homem apalpar e beijar à vontade.
Depois, Gilderoy se vingou e, sentado na poltrona, com os pés em cima da mesa, se deliciou com o melhor boquete que já tinha levado na vida, profundo e constante. Ele nem viu o rosto dela por vinte minutos, só aquele cabelo bagunçado e grudado da gozada anterior, o cabelo que ele agarrava com violência para enfiar o pau até a garganta, gozando até a última gota na boca de uma Hermione de joelhos, que, pela primeira vez, engoliu tudo.
Outra história tinha sido fazer na cama pessoal do Gilderoy, onde ela foi colocada de quatro pela primeira vez, e com a bunda bem tensa, foi penetrada com selvageria na buceta depois de uma longa sessão de sexo oral, onde os dois se destacavam. A novinha não aguentou o peso do homem em cima dela e se deitou, mas isso não parou o cavaleiro selvagem, que meteu de lado, levantando uma perna com extrema velocidade.
—Senhor… Lockarth… Que jeito é esse de tratar sua aluna? — falei enquanto a penetrava e, com uma mão, esfregava o clitóris dela.
- As respondonas… precisam aprender a respeitar… a autoridade. - Sussurrou, mordendo a orelha dela antes de gozar dentro. Seguindo o jogo óbvio da aluna inocente e do professor autoritário.
As aventuras teriam continuado do mesmo jeito, mesmo com tudo que rolava em Hogwarts naquele ano (parece que desde a chegada do Harry, o colégio tinha virado um caos), eu ainda arrumava tempo pra aprender uns truques que não se aprendia em aula nenhuma. Mas, tipo, tudo em Hogwarts parecia se desandar de um jeito foda, como se fosse uma lei inevitável.
Desta vez, o cenário mudou drasticamente. A jovem bruxa guardou o caldeirão onde preparava a poção polissuco e combinou um encontro no banheiro vazio do primeiro andar, depois de expulsar a Murta.A Llorona(coisa fácil, dada a instabilidade mental do tal fantasma). Gilderoy avisou que a entrada tava proibida pra um grupinho de alunas da Lufa-Lufa porque ele precisava consertar uma cagada nos canos, e entrou. Hermione já tava esperando ele lá dentro.
— Senhor Lockarth, este banheiro é de moças. — Disse ela, sedutora, ao vê-lo entrar tropeçando, muito mais experiente nessa arte do que da primeira vez. — Espero que tenha um bom motivo para invadir aqui.
- Uma muito boa, bem aqui. - Disse ele, abaixando a braguilha e liberando a pica.
Hermione se ajoelhou e sentiu a mão do homem pegando seus cabelos, guiando-a até o pau oleoso dele, que ela engoliu com a boca como um funil, sem desviar o olhar dos olhos dele.
Nunca se sentiu tão objeto como naquela tarde. Não passava de uma ferramenta de prazer pra aquele pau longo e cheio de veias que o professor exibia com orgulho, enfiando sem piedade na boquinha dela. Depois de se deliciar com o imenso prazer do cunnilingus em cada encontro, ela entendeu que agora era a vez dela ser subjugada, tratada como uma boqueteira de quinta, daquelas que por uns trocados um anônimo podia despejar suas frustrações no trato digestivo dela.
Ela fez sinais com o corpo para Gilderoy colocar um pé em cima de uma das pias, ela se moveu para trás para chupar as bolas dele, e entre beijos e lambidas, subiu até o cu, que lambeu gostoso como uma puta bem safada.
-OoohhhSenhorita Granger, isso é um gesto e tanto. – Ela pôde ver de relance o rosto do homem transtornado de prazer refletido num espelho, antes de mergulhar por minutos entre as nádegas dele, enquanto com uma mão abria o buraco dele, e com a outra o masturbava.
Em seguida, como se ficasse melhor a cada segundo, passou a masturbá-lo com as duas mãos enquanto a boca continuava grudada na bunda dele, inundando-o de prazer num lugar onde as moças geralmente não praticavam devoção, pelo menos não daquele jeito, tão entregue, tão devota, tão preocupada em satisfazer o homem e despreocupada consigo mesma. Esfregou os lábios e o nariz na zona mais austral da humanidade de Gilderoy por minutos, entregue totalmente à mera função de um órgão de prazer, uma boca e duas mãos anexas a um homem, nada mais. O rosto dela ficou sujo de saliva, que grudava no cabelo e nas nádegas do cara.
Quando o professor estava prestes a gozar, segurou o rosto dela e cuspiu na boca dela, pra depois beijá-la como um possesso enquanto enfiava dois dedos na buceta dela. A Hermione ficava louca com o jeito dele, a aparência tão madura e as atitudes tão irresponsáveis e obscenas.
-OohhGilderoy.— Disse num gemido.fade-outO homem começou a dar palmadas na bunda dela até que ele indicou que era hora de consumar o encontro. Era uma loucura o berreiro que eles faziam, considerando que lá fora estavam vários alunos no recreio, além do som das palmadas.
Contra a pia do banheiro, ela foi penetrada como de costume, enquanto os lábios deles se encontravam de vez em quando. A buceta mais treinada da aluna ficava cada vez melhor, mais molhada. As pernas do homem batiam nela cada vez mais forte, fazendo um som seco e monótono:toc toc toc toc toc…
Gilderoy não demorou a agarrá-la pelas nádegas e gozar toda a sua luxúria em pé, bem no fundo da sua cavidade molhada, mostrando que ele tinha força, a força que faltava em cada uma das suas aulas.
—Será que ela tá cada vez melhor? — sussurrou Hermione enquanto o pau escorria esperma por uma grade no chão, que vai saber pra onde levava.
- A prática leva à perfeição, assim como a gente precisa se superar pra vencer o mal no mundo todo também... - Mas, como se ela fosse mais madura que ele, jogou toda a sabedoria na cara dele, colocando um dedo na boca dele. Não precisava das histórias dele.
O professor de Defesa Contra as Artes das Trevas saiu do banheiro feminino em silêncio, todo mundo tava nas suas respectivas aulas, Hermione ficou se vestindo, tomando muita água e limpando o rosto. Depois arrumou o cabelo e tirou os apetrechos da poção polissuco pra, junto com os amigos, continuar o trampo secreto.
Tava pronta pra sair quando percebeu um barulho atrás dela que a fez se virar. Puxou a varinha e apontou pra um dos cantos do banheiro, o oposto da porta. Lá, com horror, uma figura se formou de baixo pra cima. Viu aparecer uns pés, uma túnica com o brasão da Grifinória e um rosto sorridente por trás de uns cabelos pretos como carvão, bagunçados, e uns óculos redondos emoldurando uns lindos olhos verdes.
- Harry! O que cê tá fazendo aqui? – De vergonha, a pele dela ficou vermelha que nem tomate e a varinha caiu (quase escorregou pelas frestas da grade de metal no centro). O amigo dela, escondido com a capa da invisibilidade, tinha ficado de olho nas sacanagens dela, era um absurdo.
- Ron te achou estranha e não estava errado. Falei pra ele que ia te seguir porque a gente tava com medo de você provar a poção sozinha e se infiltrar na Sala Comunal da Sonserina.
—Não conseguiria fazer isso… embora não tenha certeza do que poderia ou não fazer. — Disse ela, consternada. — Quanto você viu?
—Tudo.— Harry viu a amiga soluçar enquanto dava explicações e implorava pra ele ficar de boca fechada. O amigo abraçou ela compreensivo, e ela achou que tudo ia ficar bem, que ele só tinha conhecido um lado oculto dela. Tinha sido só uma aventura, um agarro secreto, nada que um amigo como ele merecesse ficar sabendo. O que podia dar de errado?
- Vou guardar teu segredo, Hermione, não precisa chorar. - Disse ele compreensivo, enquanto ela beijava sua bochecha ao sussurrar um agradecimento. - Contanto que... faça algo por mim.
- Faz o quê? - Perguntou enxugando as lágrimas, consternada.
-Em troca de um favorzinho, nem o Ron vai ficar sabendo... cê me entende. Algo que feche minha boca pra sempre.
-OohHarry, eu não conhecia esse seu lado. —Admitiu ela, sufocada pelo vai e vem de surpresas. Depois de uma risadinha nervosa, olhou nos olhos dele, aqueles lindos olhos verdes. —Acho que vai ser um prazer pagar pelo seu silêncio, Harry.
Com o pacto de um novo romance sob o céu estrelado de Hogwarts, Hermione deu um beijo discreto nos lábios dele e saiu do banheiro escondida pela capa da invisibilidade junto com seu melhor amigo. Se despediram na Sala Comunal (Harry disse pro Ron que só tava controlando a poção) e, sorrindo, ela foi se deitar.
Hermione tinha certeza de que estava tirando o máximo proveito daquela escola, aprendendo tanto dos livros quanto da vida, aprendendo mais do que qualquer um jamais aprendeu.
Muito obrigado por ler! Espero que tenham gostado, se sim, uns pontinhos e comentários me ajudariam a saber se continuo ou não! 😉

3 comentários - Fanfic de Harry Potter: A Luxúria da Hermione Granger